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Conheça o Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD)

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O Ministério da Educação (MEC), por meio do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD), coordena anualmente a avaliação de milhares de obras didáticas, pedagógicas e literárias, entre outros materiais de apoio à prática educativa, que são distribuídos a estudantes e professores das escolas públicas de educação básica do País.

De forma sistemática, regular e gratuita, o Programa alcança as redes federal, distrital estaduais e municipais e também as instituições de educação infantil comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos e conveniadas ao poder público.

O PNLD é um dos maiores programas de distribuição de livros do mundo, contemplando cerca de 30 milhões de estudantes, em todo país. Até chegarem às mãos dos estudantes e das escolas participantes do Programa, em todos os municípios do Brasil, as obras passam por uma etapa de avaliação, de pelo menos dois anos, realizada por uma comissão técnica específica, integrada por especialistas das diferentes áreas do conhecimento correlatas, cuja vigência corresponderá ao ciclo a que se referir o processo de avaliação.

O processo de escolha é realizado a partir de uma reflexão coletiva, com base nas orientações constantes no guia do Programa. Atualmente, a Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC está avaliando os objetos 1 e 2 do PNLD 23; os objetos 3 e 4 estão previstos para serem avaliados em outubro deste ano, ou seja, em 2023 ocorrerá a aquisição e distribuição de livros e materiais pedagógicos e literários, contemplando quatro objetos para o ensino fundamental, anos iniciais.

Acesso o Edital PNLD 2023.

 

Assessoria de Comunicação Social do MEC com informações da SEB

Especialistas fazem força-tarefa em escolas municipais para combater defasagem no aprendizado causada pela pandemia

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Psicólogos, psicopedagogos e fonoaudiólogos compõem núcleo único no Estado em trabalho de melhora no ensino-aprendizagem

Todas as 29 escolas municipais receberão uma comitiva de especialistas que ministrarão palestras e farão avaliações dos alunos para combater a defasagem de aprendizado causada pela pandemia, que impediu aulas presenciais. Na última semana foi a vez dos 570 alunos da escola municipal Hermógenes Roberto Nogueira, contar com esta atenção especializada, realizada pelo Núcleo de Atendimento Multiprofissional (NAM) da Secretaria Municipal de Educação (Semed), o único do tipo em todo o Estado.

A ação, direcionada aos professores, equipes de orientação e supervisão escolar envolveu palestra da psicopedagoga Elizabeth Kipert, integrante do NAM. “Com o ensino remoto por causa da pandemia, criou-se uma nova rotina dentro de casa, pois os pais e responsáveis acabaram assumindo parcialmente o papel de professores. O estudante também se adaptou a um novo processo de aprendizagem. Com a volta do ensino presencial, sem a atenção individualizada que os pais deram, é necessário uma readaptação à sala. Estes encontros nas escolas buscam resolver essas dificuldades de aprendizagem, além de entender os anseios e as necessidades de cada aluno”, explicou.

Vilhena é a única cidade de Rondônia que conta com Núcleo de Atendimento Multiprofissional para as demandas da Semed. Composto por psicólogos, psicopedagogos e fonoaudiólogos, o departamento oferece mecanismos, sugestões e estratégias para promover ainda mais qualidade ao ensino público municipal.

CIRCUITO DE VISITAS – A Semed organizou encontros pedagógicos individualizados a todas as 29 escolas da rede municipal de ensino. Os trabalhos focam na elaboração de portfólios individuais dos alunos, compostos por análise das atividades feitas em sala de aula, que posteriormente serão entregues aos pais ou responsáveis. A iniciativa tem também o intuito de estreitar a relação entre escola e família. Na oportunidade são tratadas ainda demandas sobre a inclusão dos estudantes autistas, além dos modelos de ensinos aplicados aos estudantes da modalidade de Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Advogado, jornalista e ativista político, Lúcio Lacerda informa que é pré-candidato a deputado Estadual

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Advogado, jornalista, apresentador de rádio e televisão, Lúcio Lacerda já ocupou os cargos de Secretário Municipal de Cultura e de Procurador Geral de Município, e hoje se destaca em uma nova modalidade de ativismo político nas redes sociais, ficou conhecido fora das fronteiras da cidade de Cacoal, onde reside, com programas de Web TV e “tretas de WhatsApp”.

Tendo recebido um convite do ex-governador do Estado de Rondônia, Daniel Pereira, para filiar-se ao Solidariedade, anunciou sua pré-candidatura a Deputado Estadual pelo partido.

Confira, abaixo, entrevista que ele concedeu ao Portal de Notícias Estado de Rondônia, na qual ele informa as motivações e pretensões.

E.R – Sabemos que o senhor é egresso de Minas Gerais, e que como muitos cidadãos do nosso estado, decidiu aqui residir. Conte um pouco sobre essa escolha de vir viver em Rondônia:

LÚCIO LACERDA – Na verdade, eu sou de uma região de Minas Gerais, onde as pessoas têm um espírito de movimentar-se, ou de “ir pro trecho”, como se diz em Teófilo Otoni, que fica pertinho de Governador Valadares, cidade que mais exporta brasileiros para os Estados Unidos.

Tenho muitos parentes que já foram morar no estrangeiro, e eu próprio já vivi na Europa alguns anos, e também em várias cidades do Brasil, por motivo de trabalho ou de estudo.
Com essa disposição para enfrentar o novo e o desconhecido, aceitei anos atrás, quando vivia em Belo Horizonte, um convite de um empresário das comunicações daqui de Rondônia, para vir trabalhar em rádio e TV na cidade de Cacoal, e depois de ter vindo conhecer o município, aceitei o convite e me radiquei nessa cidade sensacional.

Atualmente uns dizem que sou um forasteiro que caiu de um caminhão, outros que sou uma pessoa útil para a sociedade rondoniense, mas o certo mesmo é que 100% da água que corre em meu corpo é água do Rio Machado.

E.R.- Embora você se apresente como uma pessoa de esquerda, esteve engajado em 2020 em campanhas de pessoas de partidos de direita, como foi isso?

LUCIO LACERDA – Em 2020 houve uma grande instabilidade política no município. Eu temia que um candidato muitíssimo jovem e inexperiente viesse a ser eleito prefeito, o que de fato ocorreu, e então, naquela situação, o mais salutar seria que apoiasse a Glaucione, que na época era um governo que estava funcionando, e chegando ao final do mandato com resolução de uma série de problemas que incomodavam a população, como a questão dos buracos na cidade.

Não era difícil fazer uma escolha na época. Escolher entre alguém como Glaucione, que tinha formação em gestão pública e que tinha galgado um caminho político de vários mandatos bem sucedidos e um jovem que, ao que tudo indicava, não sabia muito bem o que iria fazer se fosse eleito.

Não havia na época nenhum quadro de esquerda viável para as eleições municipais, e essa questão de esquerda e direita nem sempre é bem entendida pela população. As vezes é preciso votar nas pessoas, acima dos rótulos.

Depois veio a crise e a ex prefeita foi afastada de seu cargo, desistindo da candidatura, e sendo sucedida pelo Dr. Vasques, a época filiado ao DEM.
Vasques é um técnico e na altura era sem nenhuma dúvida a pessoas mais preparada para assumir a prefeitura, e por esta razão eu estive engajado na campanha dele.

E.R. – E agora você concorre com os dois a uma vaga na ALE-RO?

LUCIO LACERDA – Não vejo dessa forma. Não considero nenhum dos dois como adversários. Gosto de ambos e os respeito e os admiro. Ademais, essa é uma fase de pré-campanha, que ainda não torna certa uma disputa. É apenas uma manifestação de vontade, mas tudo depende dos partidos e suas convenções.

Acho que Glaucione e Vasques são excelentes quadros para o parlamento rondoniense, com muita experiência, mas eu tenho uma coisa que eles não têm.

Uma visão externa sobre o estado de Rondônia, tendo por balizas muitas experiências que adquiri vivendo no Sudeste.

Eu penso que Rondônia é um estado tão rico e tão viável, que seus indicadores econômicos deviam concorrer com grandes estados do Sudeste, e não apenas liderando na região norte.

E.R. – O que você acha que falta em Rondônia para que o Estado tenha mais protagonismo nacional?

LUCIO LACERDA – Acho que de saída é preciso aos políticos do estado, mais abstração e imaginação. Ter pautas bem definidas e a capacidade de ver a floresta e não apenas a árvore.

Se você reparar bem, verá que muitos deputados atuam em pequenas demandas, contingências pontuais, e conduzem seus mandatos sob premissas muito genéricas.
A maioria dos parlamentares destacam seus mandatos através de pequenos favores do executivo, com indicações e emendas, o que de certa forma acaba por submeter o legislativo ao governo da situação.

O legislativo é muito maior que isso. O legislativo pode abraçar os grandes temas da política, propor projetos de modifiquem e melhorem o desempenho econômico do Estado, e melhorar os projetos de iniciativa do poder executivo.

A política não pode ser tocada só no varejo. Tem que consertar a ponte, tapar o buraco, mas em algum momento é preciso resolver os problemas do sistema dentro do qual as pontes caem e os buracos são abertos.

Uma coisa é falar de uma rodovia estadual, outra é enxergar todo o complexo aparato viário de que um estado depende para que haja mobilidade de pessoas, bens, mercadorias.
Uma coisa é eu ir descansar e me divertir em um dos maravilhosos balneários que existem em Rondônia, outra é eu olhar para o céu mais bonito do Brasil e decidir compartilha-lo com o restante do país, desenvolvendo a economia do turismo, praticamente inexistente no estado.

A formidável e variada geografia de Rondônia permite que se criem circuitos turísticos ecológicos, de selva, de pesca e até onde a imaginação quiser levar.
Milhares de pessoas embarcam das grandes capitais todos os anos em aeronaves com destino ao pantanal, para pescar, mas eles não conhecem o Guaporé, porque nem Rondônia parece admitir o seu potencial.

E.R. – Você não acha que os políticos preferem atuar no varejo porque essas pequenas coisas do dia a dia são mais visíveis aos olhos dos eleitores.

LUCIO LACERDA – Certamente que sim. Mas isso é um erro a longo prazo. Os políticos devem procurar se associarem a princípios, sob pena de caminhar para o esquecimento.
Quem é o deputado dos direitos humanos em Rondônia? Qual é o da segurança pública? Da educação, da cidadania e do orgulho de ser rondoniense?

Há muitos caminhos e grandes pautas as quais a pessoa política pode se associar, e pode se associar a mais de uma pauta e bandeira.

As pessoas são eleitas com a plataforma genérica de “fazer o melhor para o povo rondoniense” e no final ninguém sabe quem está lá em cima nem a que interesses servem.

E.R. – Exemplifique um grande tema que você considera que deveria ter sido objeto de atenção do legislativo rondoniense:

LUCIO LACERDA – São muitos temas. Muitos mesmo. Mas citando o que me vem a memória neste instante, eu acho que o transporte público é uma área em que Rondônia destoa de todo o Brasil.

Tanto no âmbito municipal quanto estadual, Rondônia não revolve questões de transporte público. “ Todo mundo tem uma motinha”, dizem, e com essa justificativa segue-se a vida sem discutir transporte público. Nem ônibus, nem trem, nem ciclovias e até o deslocamento aéreo é complicado por aqui.

A razão é simples. Os políticos acham que esse problema de transporte não existe. E se não existe, não precisa ser resolvido.

Posso ainda citar a obsolescência do estado no que se refere a informatização dos processos públicos, que aqui se dá por um sistema que inibe a participação do público externo, e no Estado de Rondônia não se consegue encontrar um texto de lei compilado ou consolidado, porque não informatizaram as leis do estado.

Aqui, você procura um texto de lei a encontra um arquivo PDF, com o texto original, sem nenhuma alusão a modificações, revogações, legislação conexa, acréscimos ou eventual decisão sobre a constitucionalidade do dispositivo.
Informatizar a informação pública é uma prioridade para um ente que queira ser competitivo.

Rondônia precisa discutir mineração, auto-regulamentação dos povos indígenas, energia.
Os parlamentares do estado não estão adstritos apenas aos temas de sua competência exclusiva não. Uma liderança política tem que estar antenada em tudo que for do melhor interesse de seu estado, e pode e deve atuar em articulações e composições com outras esferas do poder para melhorar a vida do povo.

Para todo o povo. Trabalhadores, empreendedores, agricultores, servidores, aposentados.

E.R. – Você é advogado. Há possibilidade de você obter o apoio da classe dos advogados?
LUCIO LACERDA – Olha, como eu disse, esse é um momento de pré-candidatura, não há uma candidatura posta, mas apenas o desejo de ser aprovado em convenção. Naturalmente que neste lugar do tempo, não há divulgação de apoios, por ser a candidatura uma possibilidade e não um fato.

Mas de antemão posso dizer que a OAB, em regra, não costuma endossar candidaturas de advogados, em razão de haver quase sempre vários colegas advogados se apresentando como candidatos.

Mas se a candidatura se consolidar eu penso que há diversas pautas políticas que interessam a classe.

Sobre isso, o Estado de Mato Grosso tem um belo exemplo a nos dar. Lá, a constituição do garante a gratuidade do Mandado de Segurança, instrumento jurídico tão importante para a defesa dos direitos das pessoas

Rondônia registra mais de 3 mil novos casos de Covid e 9 mortes em uma semana

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Rondônia registrou 3.179 novos casos conhecidos de Covid-19 nos últimos sete dias. Chegando no sábado (2) com o total de 394.966 testes positivos desde o início da pandemia.

Já entre as mortes confirmadas, em uma semana o estado registrou 9. Chegando ao total de 7.181 vidas perdidas desde começo da crise sanitária.

Os dados foram compilados pelo g1 com base nos boletins diários divulgados pelas Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), Superintendência Estadual de Tecnologia da Informação e Comunicação (Setic) e Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) e, correspondem a última semana, de 27 de março a 2 de abril.

Números de casos e mortes por Covid-19 em Rondônia
Dados correspondem a semana de 27 de março a 2 de abril de 2022
15615628228258658658458462562541241253453400331100440011CasosMortes27/0328/0329/0330/0331/0301/0402/040200400600800

28/03
● Mortes: 3
Fonte: Sesau e Agevisa
G1-RO

Choro de Bill ao dedicar gol a ucranianos viraliza e emociona até rivais: “De cortar o coração”

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Atacante que saiu do Dnipro-1 para o Sport por conta de guerra com a Rússia empatou partida pela final do Nordestão contra o Fortaleza e deu entrevista aos prantos

O gol, por si só, já deu o que falar. Bill marcou nos acréscimos e garantiu o empate por 1 a 1 do Sport contra o Fortaleza, na Arena de Pernambuco, nesta quinta-feira, pela ida da final da Copa do Nordeste. Mas a entrevista pós-jogo tornou a história maior. Aos prantos, o atacante dedicou o feito ao povo ucraniano e aos companheiros do Dnipro-1, time que defendia até sair por conta da guerra contra a Rússia.

 

Uma torcedora do Santa Cruz, rival do Leão, também elogiou o momento emocionante:

Nas redes sociais, a imagem e as palavras de Bill emocionaram os internautas. Tanto torcedores do Sport como de outros clubes repercutiram a entrevista do jogador de 22 anos, que chegou ao Leão na metade de março e só nesta quinta estreou oficialmente.

“Emocionante a entrevista do atacante Bill do Sport. Ele estava na Ucrânia e dedicou o gol aos ucranianos. De cortar o coração!”, publicou um torcedor do Santos.

 

– Eu TRICOLOR me EMOCIONEI com a comemoração do jogador do Sport. O gol do Bill foi de salvar o Sport e a comemoração dele foi tão forte q eu QUASE chorei

Em seu discurso, Bill falou da dificuldade de sair do Brasil para tentar realizar seu sonho e ter que voltar em meio a uma guerra. E dedicou o gol aos companheiros do Dnipro-1.

– Eu passei por um momento difícil. Vocês sabem. Saí de uma guerra… É muito difícil pra nós. A gente sai de casa em busca de nosso sonho. E passa por uma situação dessa. É muito triste. E eu pedi tanto a Deus pra me abençoar com esse gol, para dedicar a meus companheiros que estão lá. Não só à minha equipe, mas todo o povo ucraniano que está passando por essa situação muito ruim. Dedico a eles – disse o jogador, em entrevista à ESPN.

Por Redação do ge

Bandeiras arco-íris podem ser confiscadas dos torcedores durante a Copa como “proteção”

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Segundo major-general do Catar que trabalha na organização do Mundial, ideia é evitar que simpatizantes do movimento LGBTQIA+ sejam atacados

As bandeiras nas cores do arco-íris que representam o movimento LGBTQIA+ podem ser confiscadas dos torcedores durante a Copa do Mundo no Catar. Mas não como forma de censura, mas, sim, para protegê-los de serem atacados por promover os direitos LGBTQIA+, disse um líder sênior que supervisiona a segurança do torneio à agência de notícias Associated Press (AP).

O major-general Abdulaziz Abdullah Al Ansari insistiu que os casais LGBTQIA+ serão bem-vindos e aceitos no país, apesar das relações entre pessoas do mesmo sexo continuarem sendo criminalizadas na conservadora nação árabe.

 

 Se ele (um torcedor) levantou a bandeira do arco-íris e eu a peguei dele, não é porque eu realmente quero insultá-lo, mas para protegê-lo. Porque se não for eu, alguém ao redor dele pode atacá-lo… Não posso garantir o comportamento de todo o povo. E eu direi a ele: ‘Por favor, não há necessidade de levantar essa bandeira neste momento.’ – disse Al Ansari à AP.

Al Ansari é diretor do Departamento de Cooperação Internacional e presidente do Comitê Nacional de Contraterrorismo do Ministério do Interior, onde discutiu o planejamento da Copa do Mundo com a agência de notícias AP.

– Você quer demonstrar sua visão sobre o movimento (LGBTQIA+), demonstre-a em uma sociedade onde ela será aceita. Assista ao jogo. Isso é bom. Mas não venha e insulte toda a sociedade por causa disso.

Al Ansari disse que não está dizendo para comunidade LGBTQIA+ para ficar longe do Catar ou a ameaçando.

– Reservem o quarto juntos, durmam juntos… Isso é algo que não é da nossa conta. Estamos aqui para administrar o torneio. Não vamos além das coisas pessoais individuais que podem estar acontecendo entre essas pessoas… esse é realmente o conceito. Aqui não podemos mudar as leis. Você não pode mudar a religião por 28 dias de Copa do Mundo.

Quando foi questionado que torcedores LGBTQIA+ poderiam se ofender com seus comentários, Al Ansari disse que não se considerava discriminatório.

A diretora de responsabilidade social e educação da Fifa, Joyce Cook, disse à AP em 2020 que “bandeiras arco-íris, camisetas serão bem-vindas no estádio – isso é um fato. Eles entendem muito bem que essa é a nossa postura.” O presidente-executivo da Copa do Mundo, Nasser Al-Khater, também disse que “respeitaremos” as diretrizes da Fifa sobre permitir bandeiras do arco-íris.

Por Redação do ge — Doha

748 toneladas de maconha são destruídas na 30ª fase da Operação Nova Aliança no Paraguai

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A Polícia Federal e a Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai (Senad) concluíram, nesta sexta-feira (1/4), a 30ª fase da Operação Nova Aliança. O principal objetivo da ação era erradicar a produção de maconha no país vizinho. Em 10 dias de missão em campo, a atuação conjunta dos dois países conseguiu tirar de circulação 748 toneladas de maconha.

Para isso, foram erradicados 246 hectares de plantações de Cannabis, produzidas em território paraguaio, principalmente na região de Amambai, norte do Paraguai. Além dos plantios ilegais, 10.283 quilos da droga já pronta para venda e 81 acampamentos, utilizados como apoio dos criminosos, também foram destruídos.

Helicópteros das duas forças policiais foram utilizados para facilitar o reconhecimento das áreas e o descolamento das tropas, que contaram com quase 100 homens. Peritos da PF também fizeram parte da missão. O trabalho in loco visava apurar a estimativa de produção ilegal da droga e as principais espécies utilizadas pelos criminosos.

Esta foi a segunda etapa da Operação Nova Aliança neste ano. Na primeira, realizada no fim de fevereiro, mais de 850 toneladas de maconha foram erradicadas – totalizando mais de 1.600 toneladas, até o momento. Ainda estão previstas mais quatro fases da ação, entre Brasil e Paraguai, em 2022.

No ano passado, a Operação Nova Aliança erradicou 5.401 toneladas de pés de maconha – um recorde em relação aos anos anteriores. Em 2020, 1.190 toneladas foram destruídas; e em 2019, 3.430 toneladas.

A cooperação internacional com a Polícia Federal brasileira faz parte da estratégia do Paraguai no combate ao crime organizado para erradicar a produção de plantios de maconha. O intuito é atacar o plantio da droga antes que ela chegue ao mercado brasileiro. Isso porque cerca de 90% das drogas plantadas no Paraguai são destinadas ao Brasil.

 

Coordenação-Geral de Comunicação Social da Polícia Federal

Presidente Alex Redano repudia atitude truculenta de superintendente do Incra contra deputado Marcelo Cruz

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Após o duro discurso em plenário do deputado Marcelo Cruz (Patriota), que denunciou que o superintendente regional do Incra em Rondônia, Moacir de Almeida, teria tido um comportamento desrespeitoso contra o parlamentar e outras pessoas, em recente reunião, o presidente da Assembleia Legislativa, Alex Redano (Republicanos) repudiou a atitude chefe local do Instituto.
“Isso é um absurdo! É uma vergonha para Rondônia ter um superintendente do Incra, que se comporta de tal maneira. Vamos fazer sim uma nota de repúdio coletiva, contra essa atitude desrespeitosa desse senhor!”, disse Redano.
O presidente reforçou que “temos que fazer coro junto à bancada federal, para que indiquem um nome que tenha conhecimento técnico, que seja gestor e, principalmente, que saiba atender a população, que sofre tanto para pagar os impostos e quando precisa de uma orientação é tratada dessa forma truculenta. É um desrespeito com um parlamentar no exercício de suas funções e que não podemos tolerar”.
Ao finalizar, Alex Redano afirmou ainda que “que o Governo Federal indique alguém com competência, equilíbrio e serenidade para o cargo”.

Texto: Eranildo Costa Luna

Foto: Thyago Lorentz

Pai que assassinou a filha em Ariquemes é condenado a 54 anos de prisão

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O Ministério Público de Rondônia participou, nesta quinta-feira (31/3), de julgamento do Tribunal do Júri de Ariquemes que condenou a 54 anos de reclusão réu que matou a própria filha, uma criança de um ano e nove meses. O caso teve grande repercussão no Estado.

O Júri teve a atuação do Promotor de Justiça Marcus Alexandre de Oliveira Rodrigues, tendo sido acompanhado pela mãe e demais familiares da vítima.

No julgamento, todos os fatos apresentados pelo MP foram acatados pelos jurados, tendo o réu sido condenado por homicídio qualificado pelo motivo torpe, meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e ainda feminicídio.

Caso – Preso desde junho de 2020, no Centro de Ressocialização de Ariquemes, o pai era réu confesso. De acordo com o inquérito, a menina foi retirada por ele da casa da avó e levada até uma estrada rural, onde foi praticado o assassinato. A motivação do crime teria sido a recusa da mãe em reatar o relacionamento.

 

 

 

DCI – Departamento de Comunicação Integrada

Nota Técnica alerta sobre danos que a legalização dos jogos de azar pode causar à sociedade

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O Conselho Nacional de Procuradores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União (CNPG), expediu a Nota Técnica N.º 003/2022-CNPG para orientar os membros de seu Colegiado e sensibilizar a sociedade brasileira sobre a tramitação do Projeto de Lei n.º 442/1991, que se encontra atualmente no Senado Federal, em regime de urgência.

O PL dispõe sobre a exploração de jogos e apostas em todo o território nacional. Na prática, o Projeto de Lei legaliza os jogos de azar no país, como bingos, máquinas caça níquel e jogo do bicho, atividades historicamente controladas por intermédio de estruturadas e violentas organizações criminosas, que simultaneamente exploram e cometem inúmeras outras atividades ilícitas (homicídios, tráfico de entorpecentes, extorsões, corrupções, etc), inclusive em alianças com facções e milícias.

A Nota Técnica, elaborada pelo Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC), contextualiza os riscos e danos que a legalização dos jogos de azar pode causar à sociedade.

De acordo com o documento, da forma como foi aprovado o Projeto de Lei na Câmara dos Deputados, a exploração de jogos de azar no país ficará numa espécie de limbo fiscalizatório, com consequências gravíssimas nos combates à corrupção e à lavagem de dinheiro, tornando atrativa a instalação das máfias estrangeiras em território brasileiro.

Nota Técnica

Ascom GNCOC