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Criadores de animais em Vilhena devem declarar rebanhos na Idaron, veja prazos

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Fiscais da agência têm ainda extensa programação de conferência de animais in loco

Acontece neste mês a campanha de declaração de rebanhos da Idaron (Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia) em Vilhena e em todo o Estado. De 1° a 31 de maio todos os criadores de animais suscetíveis à Febre Aftosa (bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos e suínos) devem se dirigir ao escritório do órgão e informar a quantidade de animais que possuem, bem como atualizar outros dados referentes a seus animais e propriedades. A medida é acompanhada de fiscalizações da agência em propriedades para contagem do rebanho e verificação do estado de saúde dos animais.

“O controle dos rebanhos é vital para que consigamos evitar doenças nos rebanhos e também garantir que as leis sanitárias e fiscais estejam sendo respeitadas. Os dados da declaração de rebanhos também norteiam o mercado, oferecendo informações importantes para este setor da economia, que responde por parcela grande do PIB de Rondônia”, explica o chefe do escritório local da Idaron em Vilhena, Fernando Miglioranza.

Produtores devem realizar a declaração preferencialmente pelo site da Idaron (www.idaron.ro.gov.br), clicando no banner em destaque no topo da página inicial. Aqueles que tiverem dificuldades no preenchimento do formulário, podem tirar dúvidas pelo WhatsApp institucional da unidade, 9258-1097 ou pelo telefone fixo 3322-4062.

Também é possível fazer a declaração de rebanhos presencialmente na unidade local, levando informações completas sobre a propriedade, como quantidade e idade de animais, cultivo de cítricos, entre outras informações. Em Vilhena, o escritório fica na rua Deofé Antônio Geremias, n° 265, no bairro Jardim América, próximo ao Hospital Regional de Vilhena.

De 2014 para cá, o rebanho bovino em Vilhena cresceu 61%, saindo de 102 mil cabeças para mais de 164 mil. Para verificar in loco a quantidade de animais, os fiscais da Idaron local têm extensa programação de conferência de rebanhos, com agenda de vistorias em dezenas de propriedades rurais.

Fotos e texto
Assessoria

Minha Casa, Minha Vida deve incluir painel solar, defendem especialistas

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Especialistas defenderam, nesta terça-feira (2), o uso de painéis solares nas construções financiadas pelo programa Minha Casa, Minha Vida, como forma de diminuir a conta de energia dos moradores. O assunto foi tratado na comissão mista da Medida Provisória (MP) 1162/23, que trata do programa habitacional.

Com o relançamento do programa, o governo federal espera entregar 2 milhões de novas moradias. Se em cada uma dessas casas forem instalados dois módulos fotovoltaicos, com 1kW de potência por residência, seria possível reduzir em 70% o valor da energia elétrica, segundo o presidente da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar),  Rodrigo Sauaia.

Ele disse que o investimento exigido estaria na ordem de R$ 9,5 bilhões para a instalação de 2GW de potência, que corresponde ao total de casas projetado pelo governo. Estimou que o impacto seria a criação de 60 mil empregos locais e uma arrecadação de R$2,4 bilhões.

“Essa tecnologia, que no passado era considerada uma tecnologia de rico, não é. E nada melhor do que um programa como o Minha Casa, Minha Vida para ajudar a reduzir o maior peso no orçamento das famílias de baixa renda com energia limpa e renovável”, reforçou o executivo.

Sauaia observou que a redução de 70% na conta de energia já é a realidade em 12 mil moradias construídas com painéis fotovoltaicos pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) de São Paulo, que desde 2015 aposta nessa solução de eficiência energética.

Nessa mesma linha, Rafael Ramos Codeço, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, defendeu que a demanda pública pode impulsionar a cadeia de produção da energia solar e inseri-la na cadeia produtiva da construção nacional.

“Ao contribuir para a sustentação da demanda por painéis fotovoltaicos, o Minha Casa, Minha Vida pode, além de atrair investimento externo direto, dar um apoio decisivo na consolidação em bases competitivas da produção nacional”, ressaltou.

Conforme Codeço, em 2002 o país produzia apenas 0,2% da demanda doméstica por painéis fotovoltaicos; “ou seja, nós importamos virtualmente tudo”, frisou.

Manutenção

Durante a reunião, os deputados Guilherme Boulos (Psol-SP) e Marangoni (União-SP), relator da MP, alertaram para o eventual encarecimento de projetos de construção em razão do custo de manutenção dos painéis fotovoltaicos.

“A implementação desse modelo atrelado a um programa habitacional é muito difícil, é preciso investimento público maciço, é diferente do benefício na unidade familiar”, disse Marangoni.

O parlamentar se referia a um modelo de geração de energia solar pelo qual uma usina é instalada em terreno fora da área urbana. Neste caso, a energia gerada é injetada na rede e pode ser aproveitada por terceiros por meio da compra de créditos.

O representante da Absolar, Rodrigo Sauaia, esclareceu que, no caso de painéis instalados em telhados, como foi feito nos projetos do CDHU, o custo de manutenção foi mínimo, “na faixa de 1% do total do investimento por ano”.

Já nas usinas solares, o executivo apontou a vantagem de que a manutenção pode ser terceirizada à construtora responsável pela obra ou a empresas especializadas em energia solar. Ele reforçou que os equipamentos têm vida útil de 25 anos.

O texto da MP prevê que as obras do programa habitacional devem incluir a instalação de equipamentos de energia solar, bem como estabelece prioridade para projetos com uso de fontes de energias renováveis.

Fonte: Agência Senado

Vereador Ademir Alves renuncia ao cargo da Mesa Diretora da Câmara de Vilhena

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Na sessão ordinária desta terça-feira (2) foi lida a Carta de Renúncia do vereador Ademir Alves ao cargo de Segundo Secretário, que ocupa na Mesa Diretora da Câmara de Vereadores de Vilhena no biênio 2023-2024.

De acordo com o Art. 126 do Regimento Interno da Casa de Leis, a renúncia de membro da Mesa Diretora depende de deliberação do Plenário, e os vereadores lamentaram, mas aprovaram a renúncia e declararam a vacância no cargo.

A votação da mesa deverá ser realizada na sessão seguinte ao da vacância, segundo o Art. 17 do Regimento Interno.

No dia 1° de fevereiro, Ademir havia renunciado, mas desistiu dias depois. Agora ele está licenciado por motivos de saúde pelo prazo de 90 dias e quando voltar não ocupará mais o cargo na Mesa Diretora.

Quem assume seu lugar, como vereador, é o suplente Toninho da Ceron, ambos filiados ao União Brasil.

Por Rondônia em Pauta

Semagri realiza mais uma etapa do Porteira Adentro na região Chafariz

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Na última semana, a Secretaria Municipal de Agricultura (Semagri), concluiu mais uma etapa do programa Porteira Adentro, beneficiando mais de 50 famílias na linha Chafariz, distante cerca de 40 quilômetros de Vilhena.

 

De acordo com o secretário municipal de Agricultura, Aparecido Donadoni, o programa contribui para o aumento na produtividade da agricultura familiar. “A nossa missão foi atender todas as demandas dos moradores da região, onde por mais de 40 dias, os maquinários realizaram diversos tipos de serviços. Acompanhei de perto e percebi que foi um ótimo trabalho e os produtores da região nos receberam muito bem”, destaca o secretário.

 

Edmilson Bevenuto, presidente da Asprounião (Associação de Produtores Nova União), agradeceu à equipe da patrulha mecanizada pelo trabalho executado. “Quero agradecer ao prefeito Flori e ao secretário Donadoni, que foram parceiros e atenderam a nossa região em um serviço que tanto precisávamos”, enfatizou o presidente da associação.

 

O programa Porteira Adentro realiza aterros para acesso a carreadores, espalhamento de cascalho, limpeza, destoca, patrolamento e nivelamento de estradas, gradeamento, entre outros serviços através de uma patrulha mecanizada.

 

Semcom

Alunos de escola técnica participam de ação educativa promovida pela Idaron sobre raiva, brucelose e influenza aviária

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Em continuidade ao trabalho de educação sanitária que é desenvolvido em todo o Estado, profissionais da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril de Rondônia – Idaron promoveram palestra aos alunos da Escola Família Agrícola Manoel Ribeiro, em Cerejeiras, região do Cone Sul do Estado.

Além de sorteio de brindes, os 42 estudantes que participaram das atividades puderam tirar dúvidas sobre a raiva em herbívoros, brucelose e influenza aviária. A iniciativa, realizada na última quarta-feira (26/04), teve como objetivo instruir os jovens quanto os serviços de fiscalização e controle sanitário desenvolvido pela Agência Idaron.

“É importante que tenhamos esse contato com os futuros profissionais das áreas agrícolas, para que a conscientização comece desde cedo. Contamos também com um fator importante nesse cenário, que é o de transformarmos cada aluno em um multiplicador das informações repassadas, ampliando o alcance dessas ações de educação sanitária”, comenta Everton Beatto, assistente estadual de fiscalização agropecuária, que ministrou as palestras.

Embora Rondônia seja livre da Febre Aftosa, o controle da saúde animal nos rebanhos bovinos depende ainda da colaboração dos produtores. Já nas granjas de aves, o alerta atualmente é em relação a gripe aviária (Influenza) que já foi identificada em países vizinhos ao Brasil e representa uma ameaça importante para a economia local, caso chegue ao estado.

A Ulsav de Cerejeiras planeja, para os próximos meses, mais ações semelhantes, nas quais destacará diferentes aspectos da defesa sanitária. Para solicitar atividades como esta, basta a unidade educacional ou entidade que represente o produtor rural entrar em contato com a Idaron e agendar uma palestra, reunião ou cedência de materiais informativos relacionados a defesa agropecuária.

Os 42 estudantes que participaram das atividades puderam tirar dúvidas sobre a raiva em herbívoros, brucelose e influenza aviária

Confúcio defende votação de PL que regula o mercado de carbono

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O senador Confúcio Moura (MDB-RO) ressaltou, em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (2), a importância da votação do projeto de lei que regulamenta o Mercado Brasileiro de Redução de Emissões (MBRE) de gases que provocam o efeito estufa (PL 412/2022). O objetivo da proposta é um marco legal simplificado, que dê segurança jurídica a todos os integrantes do mercado.

—Trata-se de reconhecer e enfrentar a insustentabilidade e a ineficiência do atual modelo econômico, dependente dos combustíveis fósseis e promotor do desmatamento, que estão entre as principais causas do efeito estufa. Ninguém acreditava que esse efeito estufa fosse aumentar a temperatura do planeta; e está aumentando. Estamos vendo, dia a dia, tragédias de todos os tipos: chuva demais, chuva de menos, terremoto aqui, e assim vai — afirmou.

O senador ressaltou que o Brasil precisa ter a sua própria legislação sobre mercado de carbono. Para ele, ninguém vai investir em um país e na manutenção da floresta sem legislação reguladora. “Como é que um chinês, um americano, um europeu vão comprar estoque de carbono na Floresta Amazônica, ou em qualquer outro bioma brasileiro, se não tivermos leis nossas, prontas, para darmos garantia ao negócio?”, questionou.

Confúcio acrescentou que o Brasil está em uma posição privilegiada para se beneficiar desse movimento, considerando o patrimônio florestal e a matriz energética altamente renovável do país.

—  A intenção foi oferecer um marco legal simplificado, mas suficiente para garantir segurança jurídica a todas as partes do mercado de créditos de carbono no Brasil. São definidos parâmetros objetivos para o gerenciamento das emissões e transação dos ativos de carbono, inclusive para o exterior. Para gerir as emissões, o substitutivo propõe a criação de um sistema brasileiro de emissões de gases de efeito estufa. Tal sistema estará ligado ao plano nacional de alocação de Direitos de Emissão de Gases de Efeito Estufa, que estabelecerá os percentuais de ativos financeiros, quais sejam, os certificados de redução e de remoção de gases de efeitos estufa. Eles poderão ser associados aos Direitos de Emissão tanto no mercado regulado quanto no mercado voluntário — explicou.

Fonte: Agência Senado

PL das Fake News: ação de Moraes contra plataformas digitais provoca debate

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Senadores criticaram em Plenário, nesta terça-feira (2), a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de determinar que empresas como Google, Meta e Spotify removam anúncios delas com ataques ao Projeto de Lei das Fake News (PL 2.630/2020).

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) considerou a medida uma interferência no processo legislativo, já que a proposta ainda está sendo discutida na Câmara dos Deputados.

O projeto, de autoria do senador Alessandro Vieira (PSDB-SE), está em discussão na Câmara há quase três anos e pode ser votado na noite desta terça pelos deputados. O texto cria a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet e estabelece obrigações a serem seguidas por redes sociais, aplicativos de mensagens e ferramentas de busca na sinalização e retirada de contas e conteúdos considerados criminosos.

Na decisão, o ministro do STF menciona estudo feito por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) que aponta que as plataformas têm feito anúncios contra o projeto de forma oculta e burlando seus próprios termos de uso. O ministro questionou as empresas, conhecidas como big techs, sobre o possível favorecimento de conteúdos contrários ao projeto nas buscas.

Ao criticar a decisão, Flávio Bolsonaro disse considerar que é uma interferência no processo legislativo, já que o projeto que está sendo discutido ainda na Câmara dos Deputados. Ele afirmou que a decisão do STF “acaba com qualquer possibilidade de debate ou contraditório”.

— E eu pergunto: isso aqui que é democracia?! Você impedir que uma empresa, uma pessoa se posicione sobre um projeto que está sendo discutido na Casa do povo? É isso aqui? Esse é o horizonte, é o norte, é o destino aonde todos nós queremos chegar, sobre a discussão de um projeto como esse? — questionou.

Alessandro Vieira, autor do texto, afirmou que a decisão não foi contra a opinião das plataformas, e sim contra a manipulação de fluxo e uso de propaganda velada em benefício de uma ideia, no caso, contrária ao projeto de lei. Para ele, todos podem ter e manifestar sua opinião, mas não de forma oculta, como se fosse uma mera funcionalidade do buscador de notícias.

— Veja, a gente tem escutado ao longo das últimas semanas uma série enorme de críticas ao projeto de lei, mas nenhuma delas aponta dispositivo específico, apenas ilações, ameaça de censura, ameaça de controle do governo, quando o texto da lei deixa claro que isso é impossível. Chegaram ao extremo de desinformar o cidadão alegando que o projeto impediria a leitura e a divulgação da Bíblia. Pelo amor de Deus! — esclareceu o senador.

Desequilíbrio

O líder da oposição, senador Rogerio Marinho (PL-RN), se disse preocupado com o desequilíbrio na discussão. Para ele, é legítimo que o ministro apresente sugestões, mas não que tome a decisão de ofício (por vontade própria), sem uma provocação e com base em um estudo da UFRJ.

— A Câmara está exercendo a sua prerrogativa. Apenas chamo a atenção sobre a questão do equilíbrio entre os Poderes, da necessidade de preservarmos o processo democrático. Essa questão aflige e atinge toda a sociedade brasileira, temos que ter muito cuidado ao nos debruçarmos sobre ela — ponderou.

Ao afirmar que “quem não deve não teme”, o líder do PT, senador Fabiano Contarato (ES), disse que as grandes empresas estão se escondendo no “manto do anonimato” para mentira e ódio. Ele lembrou que várias partes do mundo estão fazendo o mesmo movimento para parar a prática de crimes ligados às fake news, e que o Brasil não pode se omitir.

— Nós vimos qual foi a prestação de serviços que muitos desses canais fizeram, difundindo, em plena pandemia, uma conduta negacionista, terraplanista, difundindo medicação sem nenhuma comprovação científica. Quantas pessoas foram mortas na pandemia da covid? E isso foi resultante da conduta difundida por esses canais, que têm ser regulados naquilo que é sua responsabilidade. Eles têm que ser responsabilizados civil, penal e administrativamente — defendeu.

Para o senador Jorge Seif (SC), vice-líder do PL, o que mais preocupa no projeto é a possibilidade de que o texto deixe em aberto de quem é a responsabilidade de decidir o que é e o que não é falso. Para ele, o que apavora os “cidadãos de bem” é a possibilidade de que se acabe com a manifestação de expressão.

— Está em aberto que o governo federal possa criar um órgão (não se sabe ainda se o Ministério das Comunicações, ou seja lá o que for), uma comissão, como um “conselhão”, e aí todos nós estaremos sujeitos a um censor oficial — alertou.

O líder do PDT, senador Cid Gomes (CE), afirmou que a discussão, nesse caso específico, não trata do que é governo ou oposição, e sim da fiscalização daqueles que se escondem no anonimato para agredir e fazer apologia à violência.

Reação no STF

Nesta terça, o ministro Alexandre de Moraes deu prazo de uma hora para que as empresas Google, Meta (proprietária do Facebook e Instagram), Spotify e Brasil Paralelo removessem integralmente todos os anúncios, textos e informações veiculados, propagados e impulsionados a partir do blog oficial da Google com ataques ao PL 2.630/2020. Ele fixou multa de R$ 150 mil por hora de descumprimento por cada anúncio.

O ministro deu prazo de cinco dias para que a Polícia Federal ouça os presidentes ou pessoas em cargos equivalentes nas quatro empresas, para que esclareçam, entre outras questões, as razões de terem autorizado a utilização dos mecanismos que podem, em tese, constituir abuso de poder econômico e caracterizar ilícita contribuição com a desinformação praticada pelas milícias digitais nas redes sociais.

O ministro também deu prazo de 48 horas para que as empresas apresentem relatórios circunstanciados sobre anúncios realizados e valores investidos, além de apontar e explicar os métodos e algoritmos de impulsionamento e induzimento à busca sobre “PL da Censura”. No mesmo prazo, as quatro empresas devem informar as providências que tomam para prevenir, mitigar e retirar práticas ilícitas no âmbito de seus serviços e de combate à desinformação de conteúdos gerados por terceiros.

Com informações do STF

Fonte: Agência Senado

Senado estende dedução no IR de doações a fundos para pessoas com deficiência

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O Senado aprovou nesta terça-feira (2) o projeto (PLS 338/2017) de autoria do senador Romário (PL-RJ). A proposta permite deduzir do Imposto de Renda (IR) as doações feitas aos fundos controlados pelos conselhos de direitos das pessoas com deficiência. Agora, ela segue para a Câmara dos Deputados.

Hoje é possível deduzir doações feitas aos fundos controlados pelos conselhos estaduais, municipais e nacionais do idoso e das crianças e adolescentes. O limite é de 6% do imposto devido — percentual que é compartilhado também com doações a projetos culturais, esportivos e de audiovisual.

O PLS 338 amplia essa possibilidade aos conselhos ligados às pessoas com deficiência, ao modificar a Lei 9.250, de 1995.

“É necessário garantir recursos para que os direitos sejam respeitados. Investimentos em educação, capacitação para o trabalho, saúde, pesquisas, moradia, divulgação dos direitos, e em tudo que possa significar mais acessibilidade e inclusão, são necessários para que a lei ganhe vida. Sem dinheiro, sabemos que muitas das mais elevadas aspirações do ser humano não saem do papel”, apontou Romário ao apresentar o texto.

O projeto passou pela Comissão de Direitos Humanos (CDH) e foi aprovado em decisão terminativa na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Mas um recurso apresentado pelo senador Luis Carlos Heinze (PP-RS), e assinado também por outros senadores, levou o projeto à análise do Plenário.

Durante a votação nesta terça, senadores destacaram que o PL vai garantir que projetos para pessoas com deficiência saiam do papel. Foi o que afirmaram Paulo Paim (PT-RS), Cid Gomes (PDT-CE), Flavio Arns (PSB-PR) e outros parlamentares.

— Vai significar um salto em qualidade para os serviços ofertados para as pessoas com deficiência. Já existem inúmeros fundos municipais e estaduais, mas não havia essa possibilidade de destinar o imposto de renda —defendeu Arns.

Fonte: Agência Senado

Rondônia Rural Show terá loja do Nota Legal incentivando a educação fiscal e a doação para entidades sociais

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A loja do programa Nota Legal estará presente durante o Rondônia Rural Show Internacional, que será realizado em Ji-Paraná, nos dias 22 a 27 de maio de 2023, oferecendo uma oportunidade para que os consumidores possam baixar o aplicativo, doar R$ 0,25 por nota às entidades sociais e concorrerem a diversos prêmios. Além dos prêmios instantâneos nas raspadinhas e dos cupons do sorteio trimestral, a loja do Nota Legal permitirá que os consumidores participem de atividades diretamente no stand do programa, que estará no pavilhão da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico – Sedec.

No final do ano passado, durante os meses de novembro e dezembro, aproximadamente dez mil consumidores passaram pela loja do programa no Porto Velho Shopping, e quase 30 mil pessoas baixaram o aplicativo e se cadastraram, passando a concorrer aos prêmios instantâneos e sorteios trimestrais, demonstrando assim, interesse pelo programa.

Desde que o programa teve retorno, em julho de 2021, foram distribuídos diversos prêmios instantâneos nas raspadinhas, totalizando R$ 5.085.502,00 (cinco milhões, oitenta e cinco mil e quinhentos e dois reais)  para 59.169 pessoas. Já nos sete sorteios trimestrais realizados até agora, foram distribuídos R$ 520.000,00 para 52 ganhadores. O programa também tem um forte caráter social, já que até agora foram doados R$ 1.496.181,99 (um milhão, quatrocentos e noventa e seis mil, cento e oitenta e um reais e noventa e nove centavos) para 46 entidades sociais com cadastro aprovado, contribuindo para o bem-estar da população mais vulnerável.

Para participar do Nota Legal, o consumidor deve baixar o aplicativo do programa na loja de aplicativos do celular, fazer o cadastro e começar a pedir para colocar o Cadastro de Pessoa Física – CPF na nota, na hora das compras. Para o governador Marcos Rocha, “o Nota Legal Rondoniense é um programa importante para a conscientização da população sobre a importância do cupom fiscal e o combate à sonegação de impostos, além de contribuir diretamente para o desenvolvimento social e econômico do Estado”, destacou.

A loja do programa no Rondônia Rural Show é uma oportunidade para os consumidores participarem e serem premiados, enquanto contribuem para a construção de um Estado mais justo e solidário. Os números impressionantes do programa, como o total de prêmios distribuídos e o valor doado para entidades sociais, reforçam a importância do Nota Legal e incentivam a população a participar ativamente.

Municípios da Zona da Mata receberam mais de R$ 127 milhões em investimentos por meio do Fórum de Prefeitos e Vereadores

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Para fomentar a agenda municipalista do Poder Executivo rondoniense e reiterar o compromisso de investimentos em todas as regiões do Estado, o Governo de Rondônia, por meio da Casa Civil, vai realizar no próximo dia 4 de maio, a 3ª edição do Fórum de Prefeitos e Vereadores.

Somente na região da Zona da Mata, o Governo garantiu aos oito municípios que a compõe, R$ 127.357.739,20 milhões (cento e vinte e sete milhões, trezentos e cinquenta e sete mil, setecentos e trinta e nove reais e vinte centavos) em recursos para asfaltamento e infraestrutura geral. Deste total, R$ 87.706.290,14 (oitenta e sete milhões, setecentos e seis mil, duzentos e noventa reais e quatorze centavos) já foram aplicados, correspondente a 69,19% do total destinado à Zona da Mata, nesta fase do processo.

A Casa Civil do Estado de Rondô