Início Site Página 684

Na primeira etapa da ampliação do Teste do Pezinho, Ministério da Saúde incorpora exame para toxoplasmose

0
Investimento anual incremental federal será de R$ 22,3 milhões para custear procedimentos

O Teste do Pezinho também será utilizado para detectar a toxoplasmose congênita – o procedimento faz parte da ampliação do teste no Sistema Único de Saúde (SUS). Para custeio dos exames, o Governo Federal irá investir R$ 22,3 milhões anuais, que serão repassados aos estados e Distrito Federal. A portaria publicada pelo Ministério da Saúde nesta quarta-feira (8) normatiza a primeira etapa de implementação do Programa de Triagem Neonatal.

O Governo Federal sancionou a Lei nº 14.154 que ampliou o rastreamento de doenças no Programa Nacional de Triagem Neonatal. O Teste do Pezinho é parte do PNTN e rastreia uma série de doenças e condições congênitas que, identificadas no início da vida, podem fazer a diferença nos índices de mortalidade infantil e no desenvolvimento saudável da criança.

A inserção do procedimento de detecção de toxoplasmose congênita em recém-nascidos na Tabela SUS completa o escopo de doenças especificados na etapa I da Lei. Além da inserção do procedimento, está em elaboração uma Nota Técnica conjunta das Secretarias de Atenção Especializada à Saúde, Atenção Primária à Saúde, Saúde Indígena e Vigilância em Saúde, sobre o fluxo de triagem, diagnóstico confirmatório, acompanhamento, tratamento e notificação de casos suspeitos em recém-nascidos.

O processo para inserção das doenças na Triagem Neonatal será feito de forma gradual, conforme etapas previstas na lei. As etapas e os grupos de doença são: etapa 1 (fenilcetonúria e outras hiperfenilalaninemias, hipotireoidismo congênito, doença falciforme e outras hemoglobinopatias, fibrose cística, hiperplasia adrenal congênita, deficiência de biotinidase e toxoplasmose congênita), etapa 2 (galactosemias, aminoacidopatias, distúrbios do ciclo da ureia e distúrbios da betaoxidação dos ácidos graxos), etapa 3 (doenças lisossômicas), etapa 4 (imunodeficiências primárias) e etapa 5 (atrofia muscular espinhal).

Teste do Pezinho

O Teste do Pezinho é obrigatório e deve ser realizado em todos os recém-nascidos. É coletado na rede pública, obedecendo a procedimentos desde a triagem, confirmação, diagnóstico e tratamento para uma série de condições.

O objetivo do exame é prevenir as complicações das doenças investigadas e que não apresentam sintomas no período neonatal (0 a 28 dias de vida), podendo levar a deficiências ou afetar gravemente a saúde da criança. Tratadas a tempo, a chance de que a doença não deixe sequelas é maior, melhorando a qualidade de vida dos casos confirmados e tratados.

O Teste do Pezinho é o nome popular dado à coleta de sangue no calcanhar dos recém-nascidos para a identificação em tempo apropriado de doenças metabólicas, genéticas e infecciosas. No último ano, o programa de triagem testou 2.2 milhões de bebês, em cerca de 29 mil pontos de coleta em todo país.

Nos últimos três anos, o investimento do Ministério da Saúde para o PNTN chegou próximo a R$ 300 milhões ao ano. O investimento incremental com a implementação da 1ª etapa de ampliação é de mais de 22 milhões.

Gustavo Frasão
Ministério da Saúde

Quase 100% dos beneficiários do BPC estão inscritos no Cadastro Único

0
A busca ativa foi um dos fatores que contribuiu para o avanço na regularização cadastral

A  quase totalidade dos idosos e pessoas com deficiência que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC) está regularmente inscrita no Cadastro Único, instrumento do Governo Federal que identifica e caracteriza as famílias de baixa renda. No mês de maio, 98% desse público estava inserido no Cadastro Único, o que representa 4,6 milhões de pessoas. Os dados são do Ministério da Cidadania.

O avanço na regularização cadastral dos beneficiários foi resultado dos esforços do Governo Federal para incentivar a inclusão e a atualização cadastral dos idosos e das pessoas com deficiência por meio da busca ativa feita pelas gestões municipais. E também da flexibilização dos procedimentos de cadastramento presencial. Participaram desses esforços o Ministério da Cidadania, a Rede Cadastro Único e o Sistema Único de Assistência Social (SUAS) nos estados, municípios e Distrito Federal.

Na busca de garantir que nenhum beneficiário deixe de acessar seu benefício social, o Ministério da Cidadania instituiu a possibilidade de o representante legal fazer o cadastramento, nos casos em que o requerente ou o beneficiário do BPC não tenha uma família de referência nem consiga fazer o seu próprio cadastro.

O Cadastro Único é usado pelo Governo Federal para definir quem é elegível a mais de 28 benefícios e iniciativas voltadas aos cidadãos em situação de vulnerabilidade, como o Auxílio Brasil, Auxílio Gás, Tarifa Social de Energia Elétrica e Casa Verde Amarela, por exemplo.

Já o BPC garante o pagamento de um salário mínimo mensal a pessoas idosas com 65 anos ou mais ou a pessoas com deficiência que se enquadrem nos critérios para recebimento. Um deles é a renda por pessoa da família, que tem de ser igual ou menor que um quarto do salário mínimo. No caso das pessoas com deficiência, elas passam também por avaliação médica e social no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Novo aplicativo

Em março, foi lançado o novo aplicativo do Cadastro Único para tornar mais fácil o acesso do cidadão às funcionalidades. A ferramenta permite a realização do pré-cadastro e a atualização cadastral por meio da confirmação dos dados, caso não tenha ocorrido nenhuma alteração nas informações prestadas no momento do cadastramento ou da última atualização cadastral.

O novo aplicativo traz ainda mais opções aos usuários como mapa georreferenciado com os pontos de atendimento mais próximos aos cidadãos, extrato dos benefícios, notificações e assistente virtual.

Além disso, a versão pelo celular também permite consultar dados como o Número de Identificação Social (NIS), código familiar, situação cadastral, data da última atualização e data limite para uma nova atualização cadastral. Também serão exibidos os dados do domicílio, família e de identificação do responsável pela unidade familiar e dos demais integrantes. A ferramenta está disponível para celulares nos sistemas Android e IOS.

Assistência Social

Procura por voos domésticos tem queda de 9,9%

0
Aeroporto de Guarulhos

A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) informou hoje (8), em São Paulo, que a procura por voos domésticos, medida em passageiros-quilômetro transportados (RPK), teve queda de 9,9% em abril, em relação ao mesmo mês de 2019, com base em dados da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

Ainda segundo a Abear, a oferta, calculada em assentos-quilômetro oferecidos (ASK), teve redução de 5,8% na mesma comparação. A taxa média de ocupação dos aviões ficou em 78,4%, redução de 3,5 pontos percentuais. No total, foram transportados 6,1 milhões de passageiros, recuo de 16,2% diante de igual mês de 2019.

No mercado internacional, a demanda (RPK) teve queda de 34,2% e a oferta (ASK) anotou redução de 33,9% em relação a abril de 2019. O aproveitamento das aeronaves ficou em 83,9%, redução de 0,4 ponto percentual. O total de passageiros transportados atingiu 1,1 milhão, uma retração de 39,4%.

De acordo com a associação, a comparação dos resultados operacionais do mercado doméstico entre abril e março apresentou queda de 7,1% na demanda (RPK) e de 5,9% (ASK) na oferta. A taxa média de ocupação dos aviões recuou 1 ponto percentual. No mercado internacional, a demanda (RPK) cresceu 5,4% e a oferta (ASK) recuou 1,8% nas mesmas comparações.

O transporte aéreo de carga e correio registrou redução de 11,3% em abril em relação a abril de 2019. No mercado internacional, houve aumento de 12,7% em igual comparação.

 

 

Agência Brasil

Decisão da Justiça impede atuação da PRF fora de rodovias federais

0

Pedido do MPF ocorreu após operações policiais conjuntas, com mortes

A Justiça Federal decidiu impedir a atuação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em operações fora de rodovias federais. A 26ª Vara Federal do Rio de Janeiro aceitou pedido do Ministério Público Federal (MPF) para suspender o Artigo 2º da Portaria 42/2021, do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Segundo o artigo suspenso, a PRF poderia designar efetivo para integrar equipes em operação conjunta com outras forças, prestar apoio logístico, atuar na segurança das equipes e do material empregado, ingressar em locais alvos de mandado de busca e apreensão, mediante previsão em decisão judicial, lavrar termos circunstanciados de ocorrência e praticar outros atos relacionados ao objetivo da operação conjunta.

O MPF pediu a nulidade do Artigo 2º para impedir a atuação da PRF em operações policiais em locais como as comunidades localizadas dentro da cidade do Rio. A Justiça aceitou o pedido por considerar que ele viola o parágrafo 2º do Artigo 144 da Constituição Federal, que especifica que a PRF “destina-se, na forma da lei, ao patrulhamento ostensivo das rodovias federais”.

O pedido do MPF veio depois de três operações policiais, com a participação da PRF, que resultaram na morte de 37 pessoas, uma na comunidade do Chapadão (que deixou seis mortos), em março; e duas na Vila Cruzeiro (uma em fevereiro, com oito mortos, e outra em maio, com 23 mortos).

Por meio da assessoria de imprensa, a PRF informou que “já está cumprindo a decisão, analisando a situação e adotando as providências necessárias”.

*Matéria alterada hoje (8) para atualizar informação (último parágrafo)

 

 

Agência Brasil

Marcos Rogério parabeniza governo por viabilizar redução do preço dos combustíveis

0

A ideia é zerar os impostos federais que incidem sobre a gasolina e o etanol, em troca da aprovação do PLP 18/2022, que limita em 17% a alíquota do ICMS sobre os combustíveis

O senador Marcos Rogério (PL-RO) parabenizou o governo federal por anunciar a decisão de apresentar uma Proposta de Emenda à Constituição que pode viabilizar a redução do preço dos combustíveis no país.

 

A ideia é zerar os impostos federais que incidem sobre a gasolina e o etanol, em troca da aprovação do PLP 18/2022, que limita em 17% a alíquota do ICMS sobre os combustíveis.

Além disso, o governo promete compensar os estados pela perda de arrecadação de ICMS, caso os governadores reduzam a zero a alíquota desse imposto que incide sobre o diesel e o gás de cozinha.

Marcos Rogério, em pronunciamento ontem (7), calculou que, se todas essas proposições efetivamente saírem do papel, o preço dos combustíveis poderá cair quase R$ 2,00 por litro na bomba, valor que corresponde ao que é arrecadado de ICMS pelos estados. Segundo ele, isso representará um alívio no bolso do consumidor, que sofre com os altos preços dos combustíveis.

Na opinião de Marcos Rogério, não é justo que os estados arrecadem cada vez mais, enquanto a população vem passando dificuldades com os preços cobrados nos postos. O senador questionou ainda o posicionamento crítico de analistas econômicos em relação à ideia. Para ele, isso acontece só porque os pobres serão beneficiados.

— Talvez essa compensação que se pretende fazer em relação às perdas arrecadatórias nos estados e municípios nem aconteça, porque, se você diminui o custo dos combustíveis, que tem impacto na cadeia de consumo, com mais dinheiro sobrando no bolso do consumidor, o consumidor vai gastar mais, vai comprar mais, os estados vão arrecadar mais, por outras vias, explicou.

Marcos Rogério, por fim, alertou que, se essas propostas realmente forem implementadas, é preciso que todos fiquem atentos para garantir que o consumidor seja efetivamente beneficiado com a queda no preço dos combustíveis.

Novo Fundeb inclui técnicos educacionais na subvinculação de 70% dos recursos destinados à valorização

0

Por isso, o Sintero esclarece abaixo quais as vantagens e ganhos reais aos técnicos (as) educacionais com as novas mudanças

Com a aprovação do novo Fundeb (Lei nº 14.113/2020), os técnicos e técnicas educacionais foram incluídos na subvinculação que destina 70% dos recursos do Fundo para pagamento de remunerações dos profissionais da educação básica em efetivo exercício. Entretanto, há muitas interpretações distorcidas sobre a nova Lei e isso tem gerado dúvidas à categoria. Por isso, o Sintero esclarece abaixo quais as vantagens e ganhos reais aos técnicos (as) educacionais com as novas mudanças.

O que diz a legislação?

A Lei do Fundeb determina que 30% dos recursos sejam destinados para manutenção e desenvolvimento da Educação. Já os 70% restantes dos recursos devem ser destinados exclusivamente ao pagamento dos profissionais em Educação.

Quem são os profissionais beneficiados com os 70%?

No ano passado, foi sancionada a Lei nº 14.276/2021, que alterou as disposições da Lei nº 14.113/2020 e mudou a lista de profissionais a receber com os recursos de 70% do Fundeb. Ou seja, além de docentes, profissionais de suporte pedagógico, de direção ou administração escolar, planejamento, inspeção, supervisão, orientação e coordenação pedagógico, que estavam especificados na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), o novo Fundeb passou a incluir os profissionais de funções de apoio técnico, administrativo ou operacional.

Quais as vantagens para os técnicos e técnicas?

Ao serem contemplados com a subvinculação mínima de 70%, os recursos do Fundeb também poderão ser destinados para reajuste salarial dos (as) técnicos (as) por meio de bonificação, abono, aumento de salário, atualização ou correção salarial.

Os técnicos receberão o mesmo reajuste do Piso do Magistério anualmente?

Não. O Piso do Magistério é regulamentado em Lei específica (Lei nº 11.738/2008). Conforme discrimina o § 2º da referida legislação, entende-se como profissionais do Magistério aqueles que desempenham as atividades de docência ou de suporte pedagógico à docência. Isto é, direção ou administração, planejamento, inspeção, supervisão, orientação e coordenação educacional.

Por que os técnicos educacionais não possuem Piso Salarial?

Apesar de ser uma reivindicação da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e do Sintero, a luta para que este instrumento de valorização seja garantido em Lei não teve êxito até o momento. Isso ocorre porque não há iniciativas do Poder Legislativo sobre o assunto, seja ele na esfera Federal, Estadual ou Municipal. Mesmo diante dessa situação, é necessário que os técnicos (as) continuem engajados na luta e participem das mobilizações presenciais ou virtuais encampadas pelo sindicato, que possuem o objetivo de pressionar a bancada federal de Rondônia a priorizar e defender a pauta no Congresso Nacional. Além disso, apesar de não terem legislação específica, os técnicos poderão ter reajuste anualmente desde que essa seja uma política de valorização adotada pelos gestores públicos.

Com a nova legislação os técnicos terão direito ao abono salarial?

Sim. Caso haja sobras dos recursos de 70% do Fundeb no final do ano, os técnicos e técnicas receberão de forma igualitária o percentual destinado aos professores (as). A fim de ampliar a segurança jurídica do rateio, o Superior Tribunal de Justiça pacificou o entendimento de que os legislativos locais devem autorizar, através de leis próprias, a forma de se proceder ao rateio. Esta é a única exigência jurídica em relação ao assunto.

“A inclusão dos técnicos e técnicas educacionais na subvinculação de 70% representa uma grande conquista para nossa categoria. Porém, a nossa luta continua. Agora, pela criação de um Piso Salarial”, disse Dioneida Castoldi, presidenta do Sintero em exercício.

Abertas vagas para Programa Jovem Aprendiz da Energisa

0

É preciso ter concluído o ensino médio, disponibilidade para trabalho e curso em horário comercial, de segunda a sexta-feira

Inscrições devem ser feitas até segunda-feira (13) pela plataforma na internet

Empresa também tem oportunidades para profissionais em áreas administrativas e técnicas

 

Até a próxima segunda-feira (13), a Energisa está com vagas abertas para o Jovem Aprendiz em Rondônia. São 24 vagas para pessoas de 18 a 21 anos que residam em Porto Velho. O programa tem duração de dois anos com início previsto para agosto. É preciso ter concluído o ensino médio, disponibilidade para trabalho e curso em horário comercial, de segunda a sexta-feira. Os jovens selecionados vão participar de aulas práticas e teóricas no curso de formação de Técnico em Eletrotécnica que serão ministradas no Senai, além de salário compatível com o mercado e vale-transporte.

Segundo o diretor-presidente da Energisa em Rondônia, André Theobald, o programa abre as portas do mercado de trabalho para o jovem que ainda não tem experiência. “Muitos dos líderes que atuam hoje na empresa começaram como jovens aprendizes e construíram aqui sua carreira. Essa é a oportunidade para que uma nova geração também escreva a sua própria história”, disse.

Sandy Nascimento Souza (21 anos) começou sua vida profissional na Energisa como jovem aprendiz em 2019, logo após terminar o ensino médio. Mesmo indecisa sobre qual carreira seguir, sabia que era importante adquirir experiência no mercado. “Conheci a história da Energisa e que tinha espaço para quem quer começar. Encontrei aqui minha oportunidade. Os colaboradores me receberam bem, me ensinaram e me estimularam a crescer. Fui contratada como colaboradora efetiva logo após finalizar o programa”, disse. Sandy recebeu capacitação gratuita para atuar como eletrotécnica durante o projeto e atua no departamento de operações da empresa. Atualmente, cursa o quarto semestre de direito com perspectivas de seguir carreira na empresa.

Ano passado, a Energisa foi reconhecida como a segunda Melhor Empresa para Trabalhar na Região Norte pelo ranking do Instituto Great Place to Work (GPTW). O reconhecimento aconteceu apenas três anos após o grupo assumir a concessão no estado. Atualmente, a empresa conta com mais de 3 mil colaboradores diretos e indiretos no estado, sendo uma das principais em geração de emprego e renda. No setor elétrico, a Energisa se destaca pela inovação, com foco na sustentabilidade, qualidade dos serviços prestados e segurança.

O candidato deve acessar a página jobs.kenoby.com/grupoenergisa e selecionar o estado e a cidade de interesse. Clique no banner Jovem Aprendiz e preencha as informações solicitadas. É importante que o candidato acesse com frequência o e-mail informado para acompanhar as etapas do processo seletivo.

Vagas para quem já começou a carreira

A Energisa também está selecionando profissionais para capital e interior para atuar nas áreas administrativas e técnicas. São 2 vagas para técnico de operações de sistema, 1 vaga para engenheiro de projeto e construção, 2 vagas de assistente administrativo PCD, 5 para eletricista de distribuição e 1 para analista de automação. Também há 6 vagas para estágio de nível superior e 2 para nível técnico. A empresa também tem um banco de talentos para vagas de auxiliar comercial e eletricista de distribuição para vagas em todo interior do Estado. Para participar do processo seletivo é necessário se inscrever no portal jobs.kenoby.com/grupoenergisa, selecionar o estado, a cidade e o cargo de interesse.

Câmara aprova projeto que prevê reembolso na tarifa de energia em razão de tributo indevido

0

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (7) o projeto de lei que especifica os procedimentos para a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) devolver ao consumidor, via tarifa de energia, os valores de PIS e Cofins pagos a mais pelas distribuidoras. O texto será enviado à sanção presidencial.

Segundo a proposta (Projeto de Lei 1280/22, do Senado), especificamente para esse passivo a Aneel deverá promover revisão tarifária extraordinária neste ano, quando os valores a devolver vierem de decisões judiciais anteriores à vigência da futura lei, o que abrange praticamente todas elas. Apenas duas distribuidoras não entraram com ação.

Essa revisão extraordinária será aplicada ainda às distribuidoras de energia elétrica com processos tarifários homologados a partir de janeiro de 2022.

O PL 1280/22 tramitou em anexo ao PL 1143/21, também do Senado. A matéria foi relatada pela deputada Joice Hasselmann (PSDB-SP), que recomendou a aprovação do projeto sem mudanças. “Esse é um texto que me orgulha muito relatar. Este crédito não pertence às distribuidoras. Pertence ao consumidor”, afirmou.

O projeto decorre de decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), em agosto do ano passado, que considerou inconstitucional incluir o ICMS na base de cálculo desses tributos.

Segundo dados da Aneel, dos R$ 60,3 bilhões em créditos a devolver pela União às distribuidoras, R$ 47,6 bilhões ainda não foram restituídos aos consumidores. O restante entrou em revisões tarifárias desde 2020 que resultaram em redução média de 5% até então.

Paulo Sérgio/Câmara dos Deputados
Discussão e votação de propostas. Dep. Joice Hasselmann PSDB-SP
Joice Hasselmann, relatora do projeto

Ainda segundo a agência, em razão das diferentes datas de ajuizamento das ações pelas distribuidoras, os efeitos serão sentidos de maneira diversa em cada região e área de atuação das concessionárias. Como as revisões consideram outros custos que poderiam aumentar a tarifa na revisão, não necessariamente os valores implicarão em redução da fatura, mas em aumento menor.

Data de referência
No ano passado, o Supremo definiu março de 2017, data da primeira decisão da corte sobre o tema, como marco inicial para as novas regras que excluem o ICMS da base de cálculo.

Assim, as empresas que entraram com ação depois de 2017 garantirão a devolução retroativa do que pagaram a mais em PIS/Cofins apenas daquele ano até agora. Para contar com o novo cálculo, a distribuidora deve entrar na Justiça, onde o processo tramitará de forma mais rápida devido ao efeito vinculante provocado pela decisão do STF.

Aquelas que já tinham ação aberta sobre o caso antes de 2017 deverão contar com o direito garantido de receber a devolução dos valores pagos a mais pelos cinco anos anteriores à data de quando iniciaram seu processo, período máximo pelo qual pode ser reclamado o ressarcimento de uma cobrança indevida.

Revisão anual
Entretanto, em outra parte do texto do projeto está definido que o ressarcimento ao consumidor ocorrerá por meio das revisões tarifárias anuais seguintes ao pedido de ressarcimento do tributo perante a Receita Federal.

Nesse processo, a Aneel deve considerar cinco aspectos:

– o valor total do crédito já utilizado em compensação por outros tributos devidos perante a Receita, acrescido de juros;

– a totalidade dos créditos pedidos ao Fisco a serem compensados até o processo tarifário subsequente, conforme projeção a ser realizada pela Aneel;

– tributos incidentes sobre os valores do crédito;

– os valores já repassados pelas distribuidoras diretamente aos consumidores em virtude de decisões administrativas ou judiciais; e

– a capacidade máxima de compensação dos créditos da distribuidora de energia elétrica.

Antecipação
Se a distribuidora de energia concordar, a Aneel poderá determinar a devolução dos valores aos consumidores, via tarifa, antes da confirmação do crédito perante a Receita.

A distribuidora deverá ser ressarcida, porém, do custo de capital associado a essa decisão. Essa remuneração será definida pela Aneel.

Critérios
Adicionalmente, outros critérios equitativos deverão ser adotados pela agência reguladora a fim de efetivar a devolução, considerando os procedimentos tarifários e disposições contratuais aplicáveis.

A Aneel terá de considerar ainda:

– as normas e procedimentos tributários aplicáveis;

– as peculiaridades operacionais e processuais relativas a eventuais decisões judiciais ou proferidas por autoridade tributária competente;

– a destinação integral dos valores para ressarcimento após apresentação ao Fisco competente de requerimento do crédito a que a empresa faz jus, nos termos da legislação de cada ente tributário;

– os valores repassados pelas distribuidoras de energia elétrica diretamente aos consumidores em virtude de decisões administrativas ou judiciais; e

– o equilíbrio econômico-financeiro da concessão.

Outros casos
Na lei de criação da Aneel (Lei 9.427/96), o projeto inclui a atribuição da agência em promover de ofício esse tipo de restituição.

Com essa previsão, outros casos possíveis de restituição estarão amparados pelo dispositivo segundo os critérios listados.

Debate em Plenário
Durante a votação do projeto em Plenário, a relatora contou que foi pressionada a não conceder a devolução integral dos créditos. “Se o dinheiro foi cobrado indevidamente, tem de ser devolvido”, ressaltou Joice Hasselmann.

A relatora prevê que o crédito será utilizado, nos próximos cinco anos, para conter as altas de preços de energia. Ela espera que o projeto ajude os consumidores a economizar na conta de luz. “Estamos vivendo tempos sombrios na economia brasileira, com gás de cozinha nas alturas, inflação no supermercado muito acima da média, as pessoas com dificuldade de abastecer seus carros”, comentou.

Já a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) alertou que o projeto contém “falsas promessas” de redução da tarifa de energia. “Podemos ter redução de, no máximo, 3% da tarifa. É melhor do que não ter redução nenhuma, mas a crise econômica é gravíssima”, ponderou. A deputada lamentou a privatização da Eletrobras, que segundo ela pode provocar um agravamento da crise no setor.

O deputado Danilo Forte (União-CE) defendeu o combate aos preços básicos da energia que geram impacto em outros custos da inflação. “O povo mais carente e assalariado é quem paga a conta da volta da inflação”, lamentou.

O deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS) levantou dúvidas sobre se o crédito realmente vai beneficiar os consumidores. “São ligeiros para cobrar, mas lentos para pagar”, declarou.

O deputado Tiago Mitraud (Novo-MG) afirmou que o projeto repara uma apropriação indébita. “Não se pode cobrar imposto sobre imposto. Este dinheiro sempre foi do cidadão, nem deveria ter saído do bolso do pagador de impostos”, criticou.

O deputado Weliton Prado (Pros-MG) alertou que advogados queriam se apropriar dos créditos como gratificações. “Só em Minas Gerais, os consumidores devem receber créditos de R$ 6,2 bilhões”, observou.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

CBF altera horário de estreia do Barcelona no Brasileiro Feminino Série A3

0

A Diretoria de Competições da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) divulgou nesta terça-feira a mudança do horário da partida entre Rio Branco-AC e Barcelona pelo jogo de ida da primeira fase do Campeonato Brasileiro Feminino Série A3.

A partida está marcada para sábado no estádio Florestão, em Rio Branco. O duelo estava agendado para às 14h (horário de Rondônia), porém foi alterado para às 16 horas (horário de Rondônia).

O jogo de volta entre as equipes está programado para o dia 18 de junho (sábado), às 14 horas (horário de Rondônia), no estádio Portal da Amazônia, em Vilhena.

ANEXO:
IMT – 04BF3/22 |  Visualizar

Texto/Foto: Alexandre Almeida

Vendedor de picolé é baleado quando ia a mercado

0

Um adolescente de 17 anos, que trabalha vendendo picolés, foi vítima de tiros em Porto Velho quando estava indo de bicicleta a um mercado, na noite de terça-feira (7). A tentativa de homicídio foi na rua Daniela, no bairro Aponiã. Ninguém foi preso.

As equipes do Samu e da Policia Militar (PM) foram acionadas após o jovem ser baleado e, por conta dos ferimentos, o menor precisou ser atendido pela equipe médica do Samu.

De acordo com testemunhas que estavam no local, o adolescente seguia de bicicleta pela rua Daniela e estava indo a um supermercado quando foi surpreendido por um suspeito, em um carro, que efetuou os disparos de arma de fogo.

“A mulher dele disse que o marido tinha saído de casa para comprar fraldas para a filhinha deles. Ela acha que ele foi confundido e por isso que atiraram nele”, disse uma testemunha.

 

De acordo com o histórico do boletim de ocorrência, a PM fez contato com a vítima no hospital João Paulo II.

O adolescente, que segundo profissionais estava fora de risco, confirmou à PM que estava indo comprar fralda e um veículo vermelho se aproximou e o motorista atirou nele.

As balas atingiram as costas, nádegas, abdome e mão da vítima. O adolescente não soube passar maiores informações sobre a característica do atirador. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil.

Por Jheniffer Núbia, g1 RO