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Anvisa autoriza pesquisa nacional com células CAR-T para tratar câncer

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Fachada do edifício sede da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a realização do primeiro ensaio clínico para desenvolvimento nacional de produto de terapia gênica à base de células CAR-T para o tratamento do câncer. A tecnologia, que reprograma geneticamente células do sistema de defesa do próprio indivíduo para reconhecer e combater o tumor, é utilizada em pacientes com linfomas de células B, em casos de reaparecimento da doença ou de resistência ao tratamento padrão.

A pesquisa clínica, segundo a agência, será realizada pelo Hospital Israelita Albert Einstein, com financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS). Ainda de acordo com a Anvisa, num primeiro momento, poucos pacientes deverão participar do estudo. “O ensaio clínico se encontra em fase inicial de desenvolvimento e deverá ser rigorosamente controlado para avaliação dos riscos e benefícios”, informou.

Entenda

As pesquisas ou ensaios clínicos são estudos realizados com humanos e que têm como objetivo descobrir ou confirmar  efeitos clínicos e terapêuticos, identificar eventos adversos e analisar características e mecanismos de ação, metabolismo e excreção de produto ou medicamento, a fim de verificar sua segurança, eficácia e qualidade.

Os ensaios são divididos em diversas fases de desenvolvimento, de acordo com a quantidade de participantes e os objetivos específicos de cada etapa. No Brasil, os ensaios clínicos com produtos de terapia avançada (categoria especial de medicamentos inovadores) devem ser autorizados e monitorados pela agência.

Desde 2018, a Anvisa já autorizou mais de 18 ensaios clínicos com produtos de terapia avançada, onde os medicamentos e produtos são desenvolvidos a partir de células e genes humanos com a promessa de atender demandas terapêuticas e de qualidade de vida em doenças raras.

 

 

 

Agência Brasil

Governo prorroga prazos para atualização de dados no Cadastro Único

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Programa Auxílio Brasil

Averiguação do cadastro é feita com base em registros administrativos

O Ministério da Cidadania prorrogou os prazos para a atualização de dados das famílias inscritas no cadastro único, beneficiárias do Auxílio Brasil. É o que consta da Instrução Normativa nº 17, publicada no Diário Oficial da União de hoje (14).

Devido aos impactos da pandemia, o ministério escalonou o processo de revisão cadastral. Com isso, apenas as famílias com cadastros atualizados pela última vez em 2016 ou 2017 foram convocadas para atualizar os dados no Cadastro Único. Famílias que atualizaram dados pela última vez em 2018 ou 2019 serão convocadas nos próximos anos.

A resolução publicada hoje prevê que os beneficiários do Auxílio Brasil que estão em revisão cadastral terão até 14 de outubro para atualizar as informações. “O prazo venceria originalmente nesta sexta-feira (15). Já as famílias em averiguação cadastral, cujo prazo para atualizar informações terminou em 10 de junho, ganharam prazo extra até 12 de agosto”, informou o ministério.

De acordo com a pasta, os processos estão em andamento desde fevereiro e englobam 8 milhões de famílias.

A revisão cadastral consiste na solicitação à família para atualizar os registros do Cadastro Único, “caso esteja há mais de dois anos sem nenhuma alteração ou apresente dados novos na renda, situação de trabalho, endereço ou composição familiar”.

Já a averiguação cadastral verifica as informações do CadÚnico, tendo por base informações contidas em outros registros administrativos federais. “Se forem identificadas inconsistências após o cruzamento de dados, a família deve comprovar que cumpre os critérios de elegibilidade ao Auxílio Brasil”, explica o ministério.

Famílias inscritas no Cadastro Único devem atualizar os dados a cada dois anos ou no caso de haver alguma alteração. Aqueles que forem convocados para averiguação e revisão de dados devem comparecer a um Centro de Referência de Assistência Social (Cras) ou a um posto de atendimento do Cadastro Único do município.

“A atualização cadastral é fundamental para assegurar a qualidade dos dados e garantir que as informações registradas na base do Cadastro Único estejam sempre de acordo com a realidade das famílias. Programas sociais como o Auxílio Brasil, o Benefício de Prestação Continuada (BPC), a Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE) e a ID Jovem exigem que o cadastro esteja atualizado para que as famílias possam receber os benefícios”, informou, em nota, o Ministério da Cidadania.

Por meio do aplicativo do Cadastro Único, é possível às famílias cadastradas conferir se os dados estão atualizados. Também possibilita saber se as famílias estão sob averiguação ou revisão cadastral. A ferramenta informa, também, o que deve ser feito para a regularização dos registros.

“A falta de atualização dos dados do Cadastro Único pode levar à suspensão do benefício e posterior cancelamento. Se os registros não forem regularizados, as famílias podem ser excluídas do Cadastro Único a partir de julho de 2023”, alerta o ministério.

 

 

 

 Agência Brasil

Com atuação do NAJ, MP obtém duas condenações no Tribunal do Júri

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Os jurados acolheram integralmente as alegações do MP e os réus foram condenados às penas de 18 anos e 8 meses, e 19 anos e 8 meses de reclusão

O Ministério Público de Rondônia, por meio da Promotoria de Vilhena e do Núcleo de Apoio ao Júri (NAJ), obteve nesta terça-feira (12/7), no Tribunal do Júri, a condenação de dois integrantes de uma facção, por terem cometido homicídio qualificado por motivo torpe e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima Marcelo Lucas Peroni.

O fato tem ligação com outras três mortes ocorridas em Cacoal, onde o NAJ atuou no júri em um desses homicídios e juntamente com a Promotoria de Cacoal obteve a condenação de três réus em novembro de 2021.

Os jurados acolheram integralmente as alegações do MP e os réus foram condenados às penas de 18 anos e 8 meses, e 19 anos e 8 meses de reclusão.

O Núcleo de Apoio ao Júri (NAJ) foi criado em 2021 pela PGJ, com a função de auxiliar os Promotores de Justiça que desempenham suas funções no Tribunal do Júri, nos casos de maior complexidade ou de grande repercussão, mediante procedimentos operacionais a serem estabelecidos por seus membros integrantes.

 

 

Gerência de Comunicação Integrada (GCI)

Polícia Federal cumpre seis mandados de prisão em Rondônia

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Os investigados poderão responder pelos crimes de tráfico de drogas e financiamento do tráfico (Artigos 33 e 35 da Lei 11343/06), cujas penas máximas somadas chegam a 25 anos

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (13/07/2022), a Operação Encruzilhada. A operação visa desarticular grupo criminoso que atua no transporte de drogas de Rondônia para o Centro-Oeste do País.

Foram cumpridos 7 Mandados de Busca e Apreensão e 6 Mandados de Prisão Preventiva, todos expedidos pela 3ª Vara Criminal e de Delitos de Trânsito em Ji-Paraná. Os mandados foram cumpridos em Rondônia nas cidades de Ji-Paraná, Costa Marques e Nova Mamoré, e em Goiás, nas cidades de Cocalzinho de Goiás e Águas Lindas de Goiás.

Também foi realizado o sequestro de bens dos investigados, com a decretação da indisponibilidade de quaisquer bens ou valores que possuam junto a instituições bancárias ou financeiras.

Durante as investigações foram realizados dois flagrantes relacionados a atividade criminosa investigada. No dia 15 de julho de 2021 um homem foi preso transportando R$ 132.000,00 em um fundo falso da caminhonete. Já no dia 06 de novembro de 2021 dois homens foram presos transportando 9,540 Kg de cocaína. A deflagração da operação busca atingir financiadores e fornecedores do grupo criminoso.

Os investigados poderão responder pelos crimes de tráfico de drogas e financiamento do tráfico (Artigos 33 e 35 da Lei 11343/06), cujas penas máximas somadas chegam a 25 anos.

PF deflagra operação para investigar desvios do auxílio emergencial

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A Polícia Federal (PF) cumpriu hoje (12) dois mandados de busca e apreensão em Paulínia e em Tatuí, no interior de São Paulo, como parte da segunda fase da Operação Lotter, que tem o objetivo de aprofundar as investigações sobre uma organização criminosa especializada no desvio de recursos do auxílio emergencial.

A primeira fase da operação foi deflagrada em 2021, com o cumprimento de oito mandados de busca e apreensão em Paulínia e Sumaré, e um mandado de prisão temporária em Paulínia. A partir da análise desse material a PF concluiu que os atuais investigados também participavam do esquema.

De acordo com a PF, o grupo invadiu a conta dos beneficiários usando programas de computador. Em seguida era feita a transferência do dinheiro para contas dos criminosos, por meio do pagamento de boletos gerados em sites de sistema de pagamentos ou por meio de transações eletrônicas.

Os envolvidos poderão responder pelos crimes de furto mediante fraude, estelionato, falsidade ideológica e formação de organização criminosa. Somadas, as penas podem chegar a quase 30 anos de prisão.

 

 

Marcelo Camargo/Agência Brasil

Jovem é arremessado para fora da cabine e morre esmagado pelo próprio caminhão que dirigia

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No final da manhã de segunda-feira, 11, um jovem de 26 anos, identificado como Evandro, morreu esmagado pelo caminhão que dirigia, na Rodovia do Café, em Cacoal. Segundo informações, o jovem seguia sentido a zona rural com o caminhão carregado de esterco, quando entre as linhas 11 e 12, o veículo quebrou a barra de direção, Evandro perdeu o controle, atravessando a contramão e se chocando contra uma cerca de arrame. Como o caminhão capotou, o jovem foi arremessado para fora e esmagado pelo próprio veículo, morrendo na hora. O carona, que também foi arremessado para fora, sofreu fraturas, mas não corre risco de morte. Após os trabalhos de praxe, a Perícia Técnica liberou o corpo de Evandro, que fez aniversario há 5 dias, para uma funerária de plantão.

Fonte: Segundo News

Corpo de Bombeiros de Rondônia abre concurso com salários que chegam a quase R$ 9 mil

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São oferecidas oito vagas para dois cargos. Inscrições serão abertas na próxima semana.

Foi lançado o edital com as regras para o concurso público que oferece vagas no Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia (CBM-RO). Os salários chegam a quase R$ 9 mil, dependendo do cargo escolhido.

As inscrições poderão ser feitas a partir da próxima terça-feira (19), até o dia 10 de agosto. A taxa é de R$ 204,96, porém, no mesmo período, o candidato poderá solicitar a isenção do valor, desde que seja:

  • doador de sangue,
  • doador de medula óssea,
  • doador de órgãos,
  • eleitor convocado para cargo de mesário e
  • pessoas em situação de vulnerabilidade econômica.

 

A seleção oferece oito vagas, sendo cinco para Oficial Bombeiro Militar Combatente e três Oficial Bombeiro Militar Complementar – Engenheiro Civil. Confira o requisito e mais detalhes de cada cargo:

  • Exigência: Possuir certificado de conclusão de curso de nível superior em Direito, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC);
  • Remuneração: R$ 7.932,89;
  • Jornada de trabalho: regime integral.

 

Oficial Bombeiro Militar Complementar – Engenheiro Civil

  • Exigência: Possuir diploma do curso superior em Engenharia Civil, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo MEC.
  • Remuneração: R$ 8.786,50;
  • Jornada de trabalho: regime integral.

 

 

 

Por G1-RO

Corpo de fazendeiro é encontrado carbonizado em distrito

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Vítima foi assassinada a tiros. Pelo menos nove mortes foram registradas na região desde 2021 tendo como causa conflitos no campo.

m fazendeiro foi morto a tiros em Nova Mutum, distrito de Porto Velho. O corpo foi encontrado carbonizado nesta terça-feira (12). Pelo menos nove assassinatos foram registrados na região nos últimos dois anos.

A Polícia Militar foi acionada em uma propriedade rural na Linha 21, onde encontrou o corpo. O local foi preservado para os trabalhos da perícia.

A vítima, um fazendeiro da região, teria sido morta a tiros e depois tido o corpo carbonizado junto de um carro. O crime teria sido motivado por conflitos no campo.

Conflitos no campo

 

De acordo com a Comissão Pastoral da Terra, em Porto Velho existem pelo menos 30 áreas de conflitos no campo. Só na região do distrito de Nova Mutum, nos últimos dois anos, nove mortes foram registradas tendo como causa a briga por terras. Quatro dessas mortes foram em confrontos com a Polícia Militar.

Por G1-RO

IBGE: 1 a cada 7 adolescentes sofreu algum tipo de violência sexual

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Entrevistados moram nas capitais do país e têm entre 13 e 15 anos

hoje

A publicação analisa os dados da série histórica de dez anos da PeNSE, considerando as pesquisas divulgadas em 2009, 2012, 2015 e 2019. As informações são referentes aos estudantes do 9º ano do ensino fundamental, grupo que inclui adolescentes de 13 a 15 anos, das capitais brasileiras.

A violência sexual vem sendo captada na PeNSE desde 2015. Segundo o IBGE, nessa edição, a pergunta buscava mensurar o percentual de estudantes que alguma vez na vida foram obrigados a terem relações sexuais. Nesse ano, o resultado da pesquisa mostrou que 3,7% dos alunos do 9º ano das capitais brasileiras tinham passado por essa situação.

O IBGE identificou que, muitas vezes, o adolescente, seja pela falta de maturidade ou pelo contexto em que é socializado, não tem clareza sobre o que é ou não considerado violência sexual, por isso, em 2019, a pesquisa mudou e passou a trazer exemplos desse tipo de violência, como ser tocado, manipulado, beijado ou ter passado por situações de exposição de partes do corpo. O percentual, então, aumentou para cerca de 15%, sendo que quase 6% tiveram relação sexual forçada.

Além do aumento dos registros de violência sexual, o estudo mostra ainda o aumento da violência física sofrida pelos adolescentes. O percentual de estudantes que sofreram agressão física por um adulto da família teve aumento progressivo em dez anos, passando de 9,4%, em 2009, para 11,6% em 2012 e 16% em 2015. Em 2019, 27,5% dos escolares sofreram alguma agressão física cujo agressor foi o pai, mãe ou responsável e 16,3% dos escolares sofreram agressão por outras pessoas. Segundo o IBGE, em 2019, foram feitas mudanças também nesta questão, o que pode ter impactado os resultados.

A pesquisa mostrou ainda aumento na falta de segurança no trajeto para a escola. Em dez anos, dobrou o percentual de estudantes do 9º ano das capitais que faltaram ao menos um dia à escola porque não se sentiram seguros no trajeto ou na escola, passando de 8,6% em 2009 para 17,3% em 2019.

De acordo com a publicação, a falta de segurança e as várias violências sofridas pelos estudantes podem resultar não somente em agravos à saúde dos adolescentes, como podem ter repercussões sobre a vida escolar, resultando em falta às aulas e abandono escolar.

Cenário pré-pandemia

Os dados referem-se aos dez anos que antecedem o início da pandemia de covid-19, iniciada em 2020. “Temos a convicção de que não se trata da realidade atual, mas se trata de um arcabouço de análise que permite verificar como estava a tendência de determinados fatores que, afetados pela pandemia, podem ter resultado em situações mais graves, que merecem uma intervenção mais clara e, com isso, subsídios para um conhecimento melhor de como agir nesse momento”, diz o gerente da pesquisa, Marco Antonio Ratzsch de Andreazzi.

O estudo mostra que a proporção de estudantes do 9º ano do ensino fundamental de escolas públicas que tinham internet onde residiam passou de 43,9% em 2009 para 91,6% em 2019. Considerados todos os estudantes, essa proporção chegou a 93,6% em 2019, um aumento de 76,8% desde 2009.

O acesso à internet e a dispositivos eletrônicos impactou, sobretudo na pandemia, o acesso às aulas, uma vez que as escolas tiveram que fechar as portas para impedir a propagação do vírus.

Outro quesito para o qual a pandemia chamou a atenção foi à lavagem de mãos. O estudo mostra que, enquanto 98,2% dos adolescentes da rede privada tinham pia em condições de uso e com sabão em suas escolas em 2019, somente 63,7% dos adolescentes das escolas públicas contavam com isso.

Em relação à saúde mental, em 2019, 59,5% das meninas apontaram mal estar frequente por terem muita preocupação; 58,8%, por irritação e nervosismo; e 33,7% sentiam que a vida não valia a pena. Entre os meninos, esses percentuais eram respectivamente 42%, 28,5% e 14,1%.

Em dez anos, aumentou o número de estudantes insatisfeitos com o próprio corpo: o percentual dos que reclamavam de serem gordos e muitos gordos passou de 17,5% em 2009 para 23,2% em 2019. Já entre os que se consideravam magros ou muito magros, a taxa era de 21,9% e chegou a 28,6%.

Sobre a pesquisa

A PeNSE, feita por amostragem, é realizada em parceria com o Ministério da Educação e o Ministério da Saúde, com o objetivo de coletar informações para dimensionar os fatores de risco e proteção à saúde dos adolescentes. São pesquisados diversos aspectos referentes à saúde física e emocional, como segurança em casa e na escola, acesso à internet, uso de preservativos, relação com o próprio corpo e com a alimentação, entre outros.

Na publicação divulgada hoje, o IBGE traça as tendências apontadas pelos dados coletados nas últimas edições da pesquisa. Como a metodologia mudou ao longo dos anos, para que possam ser comparados, os pesquisadores buscaram uniformizar as bases considerando neste estudo os estudantes do 9º ano – amostra menor que a da PeNSE, que considera atualmente os jovens de 13 a 17 anos – e apenas as capitais brasileiras.

O estudo foi divulgado como estatística experimental pois, de acordo com o IBGE, aplica novos métodos não utilizados, que ainda estão em fase de teste e sob avaliação.

 

 

 Agência Brasil

Planos de saúde terão consultas ilimitadas para psicologia e fono

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Plano de saúde

Medida beneficia também quem precisa de fisioterapia

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovou o fim da limitação ao número de consultas e sessões com psicólogos, fonoaudiólogos, fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais.

Agora, os planos de saúde terão que oferecer cobertura ilimitada para pacientes com qualquer doença ou condição de saúde listada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), segundo informações da ANS.

A decisão, tomada ontem (11) em reunião extraordinária da diretoria colegiada da agência, foi divulgada pela assessoria de imprensa da ANS. A nova resolução deve começar a valer a partir de 1º de agosto deste ano.

Médico do paciente

Com isso, serão excluídas as diretrizes de utilização para consultas e sessões com esses tipos de profissionais. O atendimento passará a considerar a prescrição do médico do paciente.

A ideia foi “promover a igualdade de direitos aos usuários da saúde suplementar e padronizar o formato dos procedimentos atualmente assegurados, relativos a essas categorias profissionais”.

No dia 1º de julho, a ANS já havia tornado obrigatória, para pacientes com transtornos globais do desenvolvimento, a cobertura de qualquer método ou técnica indicada pelo médico.

 

 

Agência Brasil