Início Site Página 628

PF deflagra a 1ª Operação Nacional de Fiscalização de Armeiros

0

Foram mobilizados 185 policiais federais, que atuaram na fiscalização de 182 armeiros em todo o país.

1ª Operação Nacional de Fiscalização de Armeiros mobilizou 185 policiais federais, que atuaram na fiscalização das oficinas e da documentação obrigatória de 182 armeiros em todo o país.

As inspeções culminaram com a expedição de 44 notificações para o saneamento de irregularidades por parte daqueles profissionais.

Além de coibir irregularidades, a operação teve como objetivo orientar e promover um melhor acompanhamento das atividades exercidas pelos armeiros licenciados pela Polícia Federal para realização de manutenção de armas de fogo em todo o território nacional.

As fiscalizações foram realizadas em 09/11, sendo executadas pelas Delegacias de Controle de Armas e Produtos Químicos – DELEAQs e em âmbito nacional sob a coordenação da Divisão Nacional de Controle de Armas de Fogo – DARM/CGCSP/DIREX/PF.

 

Coordenação-Geral de Comunicação Social

Reconhecimento e combate ao racismo são debatidos em seminário de “Racismo, Antirracismo e Políticas Institucionais” no MPRO

0

Buscando conhecer, reconhecer e combater o racismo estrutural e institucional, o Comitê Gestor da Política Interinstitucional de Equidade de Gênero, Raça e Diversidade, composto pelo Ministério Público de Rondônia, Tribunal de Justiça de Rondônia e Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região, promoveu nesta quarta-feira (16/11), o Seminário “Racismo, Antirracismo e Políticas Institucionais”.

O evento, alusivo ao Mês da Consciência Negra em Rondônia, foi realizado no auditório do edifício-sede da instituição e transmitido pelo canal do MPRO no Youtube, e contou com as palestras da fotógrafa Marcela Bonfim, da Promotora de Justiça do Estado da Bahia Lívia Sant’Anna Vaz e do Juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios Fábio Esteves.

Fotógrafa Marcela Bonfim durante sua fala no Seminário

Compuseram a mesa de honra do evento o Procurador-Geral de Justiça, Ivanildo de Oliveira, a Presidente da Comissão de Equidade de Gênero, Raça e Diversidade do MPRO, Promotora de Justiça Flávia Barbosa Shimizu Mazzini, o Presidente do TJRO, Marcos Alaor Diniz Grangeia, e a Juíza do TJRO Miria do Nascimento de Souza.

Também estiveram presentes durante o evento, o chefe de gabinete do MPRO, Promotor de Justiça Alexandre Jésus de Queiroz Santiago, o Diretor da Escola Superior do MPRO, Promotor de Justiça Marcelo Lima de Oliveira, a Ouvidora-Geral do MPRO, Promotora de Justiça Andréa Luciana Damacena Ferreira Engel e a Promotora de Justiça Edna Antônia Capeli da Silva Oliveira.

Em sua fala, a Presidente da Comissão de Equidade de Gênero, Raça e Diversidade do MPRO, Promotora de Justiça Flávia Barbosa Shimizu Mazzini, falou da expectativa do seminário no combate ao racismo e na luta por uma sociedade mais fraterna, igualitária e justa.

Juiz de Direito do TJDFT Fábio Esteves

A integrante do MPRO enfatizou ainda que, apesar da criação de leis, aumento da representatividade e melhora da conscientização, a evolução da questão do racismo ainda se dá em passos lentos e há muito ainda a ser feito no país, assim como nas instituições. “E essa união interinstitucional, bem como a promoção de debates como esse, se refletirão não apenas no nosso trabalho, mas em um melhor atendimento da sociedade diversa e plural que procura nossos serviços, com respeito, tolerância e acolhimento”, ressaltou.

Prromotora de Justiça da Bahia Lívia Sant’Anna Vaz

Na oportunidade, o Procurador-Geral de Justiça, Ivanildo de Oliveira, destacou a importância de discutir temáticas como essas, e principalmente com um olhar primeiramente interno, no combate a práticas racistas, observando o quanto lugares de destaque no mercado de trabalho ainda são ocupados em sua maioria por pessoas brancas. “Temos que intensificar o debate, e mais do que não ser racista, ser antirracista, para lutar juntos pelo fim dessa terrível prática”.

Gerência de Comunicação Integrada (GCI)

Divulgados finalistas do 11º Prêmio MPRO de Jornalismo – Edição Comemorativa ‘Quarenta Anos de Atuação em Defesa da Sociedade’

0

O Ministério Público de Rondônia anunciou nesta quarta-feira (16/11) a relação de finalistas do 11º Prêmio MPRO de Jornalismo – Edição Especial ‘Quarenta Anos de Atuação em Defesa da Sociedade’. Ao todo, 36 reportagens tiveram as inscrições homologadas para o concurso. Os vencedores nas cinco categorias serão conhecidos em solenidade prevista para o dia 22 de novembro.

Em ordem alfabética por título de trabalho, são finalistas na modalidade de Fotojornalismo os trabalhos ‘A importância da paternidade na vida de uma criança’, de Beatriz Mendes – Site Diário da Amazônia; ‘História: Porto Velho comemorará 110 anos da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, fechada?’, de Rodrigo Moraes – Site Rondoniaovivo, e, ainda, ‘MP luta para garantir transporte público coletivo com acessibilidade em Rondônia’, de Jheniffer Núbia – Site G1 – Rondônia.

Na categoria Cinegrafia, estão classificadas as reportagens ‘Ouvidoria das Mulheres MPRO’, de Alex Rocha dos Santos – TV Meridional – Band; ‘Racismo X A luta contra a ignorância’, de Gleiton Felipe Baracho, Rede TV Rondônia – Rede TV, e ‘Treinamento de Incêndio no MPRO’, de Cledson Paiva – Sic TV – Rede Record.

Na Categoria Webjornalismo, concorrem ‘Diário da evasão: uma causa, um desafio e uma ação’, de Emerson Barbosa Afonso – Site NewsRondônia; Força-Tarefa MPRO: ‘No Território das Lamentações’, de Emerson Barbosa Afonso – Site NewsRondônia, e ‘Ministério Público na defesa dos ribeirinhos sem aula há quatro anos por falta de transporte escolar fluvial’, de Fabiano do Carmo – Site Diário da Amazônia.

Em Telejornalismo, os finalistas são ‘Operação Arigós’, de Fábio Diniz – Rede Amazônica – Globo; ‘Racismo X A luta contra a ignorância’, de Beatriz Mendes – Rede TV Rondônia e ‘Violência Doméstica – Auxílio e assistência às vítimas podem mudar vidas’, de Júlia Scherer – TV Allamanda – SBT.

Novidade para este ano, a Categoria Especial Memória Institucional ‘Casa Ana Fonseca’, de Priscila Souza Santos – SIC TV; ‘Em nome do Amor’, de José Cícero Moura – Site Espaço Aberto e, ainda, ‘MP luta para garantir transporte público coletivo com acessibilidade em Rondônia’, de Jheniffer Núbia Gomes – Site G1 Rondônia.

Solenidade de entrega – A classificação final – anúncio dos vencedores, 2º e 3º lugares do concurso – só será anunciada na solenidade de entrega da premiação, a ser realizada no dia 22 de novembro, às 19h, no auditório do edifício-sede da Instituição, na Capital.

O evento contará com palestra do jornalista e ex-repórter da Rede Globo, Francisco José, com o tema “A atuação da imprensa e o papel do Ministério Público na defesa de direitos e proteção ao meio ambiente”, cujas inscrições estão abertas na página da Escola Superior do MPRO. Na ocasião, também será realizada homenagem ao jornalista João Ciro Pinheiro de Andrade, membro fundador do Sindicato dos Jornalistas de Rondônia (Sinjor).

O 11º Prêmio MPRO de Jornalismo concederá o valor de R$ 5 mil ao autor do trabalho detentor de maior nota em cada categoria, além de troféus e certificados, sendo os dois últimos itens também destinados ao 2º e 3º colocados.

Gerência de Comunicação Integrada (GCI)

Justiça Rápida de Rondônia soluciona divórcio via Whatsapp entre um homem de Portugal e uma mulher do Brasil

0

O Poder Judiciário do Estado de Rondônia, por meio do Projeto Justiça Rápida, resolveu um caso de divórcio internacional, em audiência conciliatória, com auxílio do aplicativo Whatsapp. A parte requerente (a mulher) mora em União Bandeirante, distrito de Porto Velho – capital do Estado de Rondônia, já o requerido (homem) reside na cidade do Porto, em Portugal.

Durante a audiência, além do divórcio, foram acordados, entre o casal, os termos e valores monetários da pensão alimentícia, custeios com educação e médico-hospitalar; visitas a um filho do casal, a guarda da criança, assim como a divisão dos bens. Com relação a guarda do filho, foi definida como compartilhada, porém o lar de referência é da genitora, que reside no Brasil.

Para o Conciliador e Mediador, Daniel Euzébio de Moraes Júnior, foi possível resolver o caso virtualmente graças ao avanço da tecnologia, ao apoio recebido do Poder Judiciário de Rondônia, assim como da Defensoria Pública, representada no caso pela defensora Alessandra Martins; do Ministério Público, na pessoa do promotor de Justiça Renato Grieco

Segundo o Conciliador Daniel, “a Conciliação é um dos únicos caminhos para a paz e felicidade. Vamos cultivar o amor, o respeito, pois assim teremos uma sociedade mais justa e digna”.

Audiência foi realizada, no dia 9 de novembro de 2022, na Semana Nacional da Conciliação por meio do Projeto Justiça Rápida.

Assessoria de Comunicação Institucional

Ministério da Educação participa dos Comitês de Fronteira Brasil-Uruguai

0

O  Ministério da Educação (MEC) participou, nesta semana, de reuniões dos Comitês de Fronteira Brasil-Uruguai, que foram distribuídas em cinco regiões localizadas em ambos os países que, pela proximidade geográfica, compartilham questões e desafios relacionados às áreas educacionais e culturais. O evento não ocorria desde o ano de 2018.

Neste ano, foi a primeira vez que os comitês debateram a respeito da educação de afrodescendentes e indígenas que vivem na fronteira de Brasil e Uruguai. Estiveram presentes na ocasião, representando o MEC, a chefe de Serviço de Apoio para Assuntos Internacionais, Sabrina Pereira; e o chefe de Projeto da Secretaria de Educação Básica (SEB), Rodrigo Marfan.

“O MEC está presente em todos os comitês, coletando informações trazidas pelos atores e contribuindo para as discussões, mostrando as políticas que este Ministério tem desenvolvido e que podem ajudar com as questões de fronteira.”, destacou Sabrina Pereira. Os cinco comitês se reuniram entre 7 e 11 de novembro nas regiões brasileiras de Chuí, Jaraguão e Aceguá e nas uruguaias de Rivera e Artigas.

Foram realizadas mesas temáticas que debateram a respeito de assuntos diversos em subgrupos, entre eles educação e cultura, infraestrutura e turismo. Na área da educação, foram abordados temas, como admissão de estudantes, reconhecimento de diplomas, proposta de diplomas binacionais, segurança e transporte de estudantes de um lado ao outro da fronteira e vulnerabilidades sociais de colégios brasileiros e uruguaios.

O evento contou também com a presença de autoridades consulares e políticas de cada cidade dos comitês.

 

Assessoria de Comunicação Social do MEC

Instituto recruta voluntários para teste de vacina contra chikungunya

0

O Instituto de Infectologia Emílio Ribas, na capital paulista, esta recrutando voluntários adolescentes, de 12 a 17 anos de idade, para participar dos testes da primeira vacina contra a chikungunya. O imunizante já se provou seguro e eficiente em pesquisa realizada nos Estados Unidos com 4.115 adultos, e agora está em fase final de aprovação no órgão regulador norte-americano.

No Brasil, o estudo, encabeçado pelo Instituto Butantan, está recrutando 750 adolescentes em dez centros de pesquisa. No estado de São Paulo, o Instituto de Infectologia Emílio Ribas é o responsável pelos testes, que já começaram a ser feitos em uma parcela dos adolescentes participantes, no início do ano.

“A vacina é segura, e é uma dose única. Ela é muito importante porque ela combate uma doença que pode ter manifestações sistêmicas, como febre, muita dor no corpo, dor nas juntas, e casos mais graves, no caso de encefalite e até óbito. A vacina se mostrou segura nos adultos e, até o momento, nos adolescentes vacinados no Brasil, tem se mostrado segura”, disse a infectologista e pesquisadora do Instituto de Infectologia Emílio Ribas Ana Paula Veiga, coordenadora principal dos testes em São Paulo.

“Nós temos bastante experiência, fizemos parte do estudo da vacina CoronaVac, junto ao Butantan, tivemos vários voluntários, então é uma equipe bastante experiente em relação à pesquisa clínica, que vai dar suporte para o voluntário e para sua família”, disse a infectologista.

Para fazer parte da pesquisa, o interessado deverá fazer o cadastro no formulário do instituto ou entrar em contato com o Centro de Pesquisa pelo número 11 9 1026 6996 (Whatsapp) ou 11 3896 1302 (telefone). Outras informações sobre a vacina estão disponíveis no site do estudo do Butatnan.

Para participar dos testes é obrigatória a autorização dos pais ou responsáveis. Na primeira visita presencial, tanto o adolescente quanto os acompanhantes adultos terão que assinar um termo de consentimento. O documento traz todas as regras do estudo. Nesta primeira etapa, também são feitas consultas médicas e exames laboratoriais para se constatar que o voluntário está apto a participar do estudo.

Nas etapas seguintes, o voluntário receberá a dose da vacina, que pode ser de imunizante ou de placebo. O jovem, então, passará a ser monitorado pela equipe multidisciplinar da Unidade de Pesquisa especialmente por meio de visitas presenciais à unidade e por conversas pelo whatsapp. Um médico do estudo estará disponível 24 horas por dia, por telefone, para tirar dúvidas ou apoiar com atendimentos de qualquer eventual emergência. Caso o participante apresente algum evento adverso, ele poderá receber atendimento no Emílio Ribas.

Atualmente, não há vacinas disponíveis contra a chikungunya. A doença é causada por vírus transmitido por mosquitos, como Aedes aegypti, o mesmo que causa a dengue.

 

 

 

Repórter da Agência Brasil

Pix consolida-se como meio de pagamento mais usado no país

0
Pix é o pagamento instantâneo brasileiro. O meio de pagamento criado pelo Banco Central (BC) em que os recursos são transferidos entre contas em poucos segundos, a qualquer hora ou dia. É prático, rápido e seguro.

Em dois anos, foram feitas 26 bilhões de transações pela ferramenta

De 16 de novembro de 2020, data em que começou a funcionar no país, até o último dia 30 de setembro, foram 26 bilhões de operações feitas no sistema financeiro nacional, com os valores transacionados atingindo R$ 12,9 trilhões.

Levantamento feito pela Febraban com base em números do Banco Central mostra que, no primeiro mês de funcionamento, o Pix ultrapassou as transações feitas com DOC (documento de crédito). Em janeiro de 2021, superou as transações com TED (transferência eletrônica disponível). Em março do mesmo ano, passou na frente em número de transações feitas com boletos. Já no mês seguinte (maio), o Pix ultrapassou a soma de todos eles.

Quanto aos cartões, o Pix ultrapassou as operações de débito em janeiro deste ano e, em fevereiro, superou as transações com cartões de crédito, quando se tornou o meio de pagamento mais usado no Brasil.

Segundo o presidente da Febraban, Isaac Sidney, as transações feitas com o Pix continuam em ascensão e mostram a grande aceitação popular do novo meio de pagamento, que trouxe conveniência e facilidades para os clientes em suas transações financeiras do cotidiano. “Nos últimos 12 meses, registramos aumento de 94% das operações com a ferramenta.”

Quando analisados os valores transacionados, o levantamento mostra que, no último mês de setembro, o Pix atingiu R$ 1,02 trilhão, com tíquete médio R$ 444, enquanto a TED, que somou R$ R$ 3,4 trilhões, teve tíquete médio de R$ 40,6 mil.

“Os números mostram que a população está usando o Pix como meio de pagamento de menor valor, como por exemplo, em transações com profissionais autônomos, e também para compras do dia a dia, que seriam feitas com notas, como foi previsto à época do lançamento da ferramenta”, disse o diretor executivo de Inovação, Produtos e Serviços Bancários da Febraban,  Leandro Vilain.

De acordo com Vilain, isso faz com que o número de transações aumente em ritmo acelerado, trazendo maior conveniência para os clientes, que não precisam mais transportar cédulas para pequenas transações.

Ainda conforme o levantamento, as estatísticas de setembro mostram que quase metade dos usuários do Pix está na Região Sudeste (43%), seguida do Nordeste (26%), Sul (12%), Norte (10%) e Centro Oeste (9%). Quanto aos usuários, 64% têm entre 20 e 39 anos.

Desde o lançamento do Pix, já são 523,2 milhões de chaves cadastradas no Diretório de Identificadores de Contas Transacionais do Banco Central. As chaves aleatórias somam 213,9 milhões, seguidas das chaves por CPF (114,2 milhões), celular (108,3 milhões), e-mail (77,5 milhões). Até outubro, 141,4 milhões de brasileiros já tinham usado o Pix em seus pagamentos.

Segurança

A Febraban e os bancos associados investem cerca de R$ 3 bilhões por ano em cibersegurança para aprimorar e tornar mais seguras as transações financeiras do usuário.

A federação participa do Fórum Pix, promovido pelo Banco Central, e contribui com sugestões para aprimorar ainda mais a segurança desse meio de pagamento. A entidade diz que acompanha todas as regulamentações do mercado e que, em caso de alterações, se empenhará para implementá-las dentro do prazo estabelecido pelo órgão regulador.

O Pix é uma ferramenta segura e todas as transações ocorrem por meio de mensagens assinadas digitalmente e que trafegam de forma criptografada, em uma rede protegida. Os bancos associados também contam com o que há de mais moderno em termos de segurança cibernética e prevenção de fraudes, como mensageria criptografada, autenticação biométrica, tokenização, e usam tecnologias como big dataanalytics e inteligência artificial em processos de prevenção de riscos. Segundo a Febraban, tais processos são continuamente aprimorados, considerando os avanços tecnológicos e as mudanças no ambiente de riscos.

 

 

 

 Por Agência Brasil

PF reprime crimes financeiros na fronteira do Brasil

0

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (10/11), a Operação Operador Fenício, de repressão aos crimes financeiros na região da fronteira do Brasil com o Uruguai.

Na ação de hoje, 30 policiais federais cumprem seis mandados de busca e apreensão no município do Chuí. Também são executadas medidas de constrição de bens e valores, com o bloqueio de contas bancárias de duas empresas da região, totalizando a determinação de indisponibilidade de até R$ 7 milhões.

A investigação da Polícia Federal no Rio Grande do Sul ocorre paralelamente à Operação Mercador Fenício, da Polícia Federal na Paraíba, deflagrada simultaneamente na manhã de hoje, que teve provas compartilhadas com a investigação da delegacia da PF no Chuí, mediante autorização judicial.

O grupo estabelecido na cidade gaúcha seria responsável pela lavagem de dinheiro e remessa de valores ao Uruguai, oriundos de diversos estados do país, com a transposição física de dinheiro em espécie, em conexão com casas de câmbio do país vizinho.

Conforme a investigação, há indícios de lavagem de dinheiro de crimes como o contrabando e descaminho, entre outros, a partir do recebimento de valores por comércios locais do Chuí, como postos de combustíveis e supermercados.

Os recursos eram enviados de diversos estados do Brasil por pessoas físicas e jurídicas, muitas sem identificação de origem, sem atividade relacionada aos estabelecimentos comerciais suspeitos que justificasse a remessa dos valores.

Os crimes investigados na Operação Operador Fenício são evasão de divisas, lavagem de dinheiro e associação criminosa.

 

Comunicação Social da Polícia Federal 

Premiação elege melhores cafés do Brasil nesta semana

0

Cafeicultores de diferentes elos da cadeia de produção e comercialização do café se reúnem, de quarta (16) a sexta-feira (18), em Belo Horizonte, na 10ª edição da Semana Internacional do Café (SIC), que volta neste ano de forma totalmente presencial, após dois anos de restrições causadas pela pandemia de covid-19. 

Um dos destaques do evento é a premiação Coffee of the Year [café do ano, em inglês], que recebeu um recorde de inscritos. São mais de 500 concorrentes, representando as 32 regiões brasileiras produtoras de café nas categorias arábica e canéfora.

As amostras já passaram por uma primeira etapa de seleção, e, durante o evento, o público poderá provar, a cego, as 15 melhores, sendo 10 do tipo arábica e 5 de canéfora. Os dois vencedores serão anunciados na tarde do último dia do evento.

No ano passado, as categorias arábica e canéfora foram divididas em duas, e houve quatro premiados: Elmiro Alves do Nascimento, da Fazenda Santiago (MG), venceu o melhor café arábica; Sandra Lelis da Silva, do Sítio Caminho da Serra (MG), ganhou o melhor café arábica com fermentação induzida; Luiz Claudio de Souza, do Sítio Grãos de Ouro (ES), foi tricampeão na categoria canéfora; e Poliana Perrut, da Chácara Paraná (RO), venceu canéfora fermentação induzida.

Evento de negócios

Em 2021, a SIC ocorreu em formato híbrido e contou com 16 mil visitantes/acessos de 25 países. Já em 2020, o evento foi realizado de forma totalmente remota. Diretor da Café Editora e um dos organizadores do evento, Caio Fontes conta que a expectativa é que, em 2022, a edição retome os patamares de público pré-pandemia, com mais de 20 mil visitantes.

“O público da SIC é um público profissional. A gente inclui desde o produtor de café até o profissional que está lá na ponta, no que eu chamo de servir o café, seja em uma cafeteria, um restaurante, uma padaria, um hotel. Ela é um evento de negócios e trata com todos os atores da cadeia”, explicou.

Entre os debates que interessam à cadeia de produção, o clima é um dos que recebe mais destaque, devido à importância das condições climáticas para o cultivo do café e à crescente demanda por produtos mais sustentáveis.

“A influência climática não é mais algo que pode acontecer e ter algum impacto. Eu digo que o clima já é algo sistêmico do nosso processo. A gente tem que conviver com mudanças climáticas e impactos que o clima vem trazendo.”

Além de tratar dos desafios, a 10ª edição do evento pretende também celebrar os avanços do setor no Brasil, que é o maior produtor mundial de café. Diante de um cenário de alta global de preços causado pela pandemia e pelo aumento do custo dos fertilizantes, Fontes acredita que o país contribui para garantir o abastecimento.

“Hoje, o Brasil é o país que mais produz café sustentável no mundo e o que mais exporta café sustentável no mundo. Então, a gente também tem que valorizar esse lado, essa qualidade desde o começo da produção até a xícara”, afirmou.

Treinamento

Além da sustentabilidade ambiental, as discussões pautadas no evento também abordarão ações voltadas à responsabilidade social. Proprietário do Sofá Café, em São Paulo, Diego Gonzales vai apresentar na SIC um projeto em que atua na formação de filhos de pequenos produtores de café, ensinando a eles como melhorar a qualidade e o valor de seus grãos.

“Eles são o futuro da cafeicultura. Então, precisam entender como melhorar a qualidade do café que produzem. A gente mostra como entender os defeitos e qualidades do café para melhorar a posição na negociação.”

Fora o trabalho no campo, Diego já desenvolve há oito anos em sua cafeteria o programa de treinamento Fazedores de Café, com jovens saídos de medidas socioeducativas, em situação de vulnerabilidade e refugiados, para formá-los baristas, profissionais que preparam bebidas que têm o café como base.

“O curso tem três meses, eles ficam com a gente todos os dias de manhã e pagamos alimentação e transporte para que consigam vir”, disse. Ele recebe ajuda de parceiros para custear o projeto e ministrar as aulas. “Temos uma taxa de empregabilidade de 92%. Até o Sofá Café é um potencial empregador, mas a gente não forma pra gente, formamos para o mercado”.

O empreendedor ressaltou que alguns jovens continuam na carreira de barista por anos, e outros usam a oportunidade como um primeiro passo para buscar outras formações.

“Alguns usam isso para, por exemplo, entrar numa cozinha, porque tinham vontade de ser chefe, sabe? Então, ele começa pelo café em um restaurante ou em um hotel e depois migra para área que tem mais interesse. O que a gente quer é causar esse impacto positivo na vida profissional deles.”

Fonte: Agência Brasil

Organizada por Jules Rimet, Copa do Mundo chega à 22ª edição no Catar

0

A história do futebol é recheada de personagens, mas alguns nomes são pouco conhecidos apesar da sua importância. Um deles é Carl Anton Wilhelm Hirschman. O banqueiro holandês foi um dos idealizadores da Copa do Mundo, segundo secretário geral da Fifa e até mesmo presidente interino da organização por cerca de três anos, período no qual a entidade maior do futebol mundial operou de um dos escritórios de Hirschman (Amsterdam).

Foi após o mandato dele que Jules Rimet assumiu, como terceiro presidente, o comando da Fifa, e por mais de 30 anos esteve à frente da entidade, marcando seu nome na história. Foi ele quem fortaleceu a ideia de desvincular o futebol dos Jogos Olímpicos, após o sucesso da modalidade em 1924 e 1928, quando o Uruguai se sagrou bicampeão olímpico.

Ainda em 1928, na Holanda de Hirschman, foi decidido que haveria um Mundial de futebol. Em Zurique, a decisão foi ratificada, e no ano seguinte, em Barcelona, o Uruguai foi indicado como primeira sede, superando as candidaturas de Hungria, Itália, Holanda, Espanha e Suécia. Nesse primeiro Mundial, 13 seleções tomaram parte: Bélgica, Romênia, Iugoslávia, França, Estados Unidos, México, Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai, Peru e Uruguai, que, favorito, foi o campeão.

A Copa do Mundo do Catar terá 32 seleções, mas já há a proposta de serem 48 no Mundial de 2026, previsto para acontecer em três países: Canadá, México e Estados Unidos.

Só a partir da Copa de 1954 é que houve uma definição no número de seleções em cada torneio. Nos anteriores, ele variou: 16 em 1934, 15 em 1938 e 13 em 1950. Quatro anos depois, e até 1978, o Mundial passou a ter 16 seleções, número ampliado para 24, de 1982 a 1994. A partir do Mundial disputado nos EUA, em 1994, a competição passou a ter 32 equipes.

A Fifa divide suas associadas em seis zonas continentais, cada uma com sua própria confederação e com direito a determinado número de vagas, que serão disputadas nas Eliminatórias de cada continente: África (5), Ásia (4,5), Oceania (0,5), Europa (13), América do Norte, Central e Caribe (3,5) e América do Sul (4,5). Essas vagas pela metade são, na verdade, vagas decididas em repescagens.

Outra mudança importante aconteceu em 2006. A partir daquele ano apenas o país-sede tem direito a uma vaga. O campeão da Copa anterior, atualmente, também precisa disputar as Eliminatórias, se quiser defender seu título.

Fonte: Agência Brasil