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Ministério da Educação participa dos Comitês de Fronteira Brasil-Uruguai

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O  Ministério da Educação (MEC) participou, nesta semana, de reuniões dos Comitês de Fronteira Brasil-Uruguai, que foram distribuídas em cinco regiões localizadas em ambos os países que, pela proximidade geográfica, compartilham questões e desafios relacionados às áreas educacionais e culturais. O evento não ocorria desde o ano de 2018.

Neste ano, foi a primeira vez que os comitês debateram a respeito da educação de afrodescendentes e indígenas que vivem na fronteira de Brasil e Uruguai. Estiveram presentes na ocasião, representando o MEC, a chefe de Serviço de Apoio para Assuntos Internacionais, Sabrina Pereira; e o chefe de Projeto da Secretaria de Educação Básica (SEB), Rodrigo Marfan.

“O MEC está presente em todos os comitês, coletando informações trazidas pelos atores e contribuindo para as discussões, mostrando as políticas que este Ministério tem desenvolvido e que podem ajudar com as questões de fronteira.”, destacou Sabrina Pereira. Os cinco comitês se reuniram entre 7 e 11 de novembro nas regiões brasileiras de Chuí, Jaraguão e Aceguá e nas uruguaias de Rivera e Artigas.

Foram realizadas mesas temáticas que debateram a respeito de assuntos diversos em subgrupos, entre eles educação e cultura, infraestrutura e turismo. Na área da educação, foram abordados temas, como admissão de estudantes, reconhecimento de diplomas, proposta de diplomas binacionais, segurança e transporte de estudantes de um lado ao outro da fronteira e vulnerabilidades sociais de colégios brasileiros e uruguaios.

O evento contou também com a presença de autoridades consulares e políticas de cada cidade dos comitês.

 

Assessoria de Comunicação Social do MEC

Instituto recruta voluntários para teste de vacina contra chikungunya

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O Instituto de Infectologia Emílio Ribas, na capital paulista, esta recrutando voluntários adolescentes, de 12 a 17 anos de idade, para participar dos testes da primeira vacina contra a chikungunya. O imunizante já se provou seguro e eficiente em pesquisa realizada nos Estados Unidos com 4.115 adultos, e agora está em fase final de aprovação no órgão regulador norte-americano.

No Brasil, o estudo, encabeçado pelo Instituto Butantan, está recrutando 750 adolescentes em dez centros de pesquisa. No estado de São Paulo, o Instituto de Infectologia Emílio Ribas é o responsável pelos testes, que já começaram a ser feitos em uma parcela dos adolescentes participantes, no início do ano.

“A vacina é segura, e é uma dose única. Ela é muito importante porque ela combate uma doença que pode ter manifestações sistêmicas, como febre, muita dor no corpo, dor nas juntas, e casos mais graves, no caso de encefalite e até óbito. A vacina se mostrou segura nos adultos e, até o momento, nos adolescentes vacinados no Brasil, tem se mostrado segura”, disse a infectologista e pesquisadora do Instituto de Infectologia Emílio Ribas Ana Paula Veiga, coordenadora principal dos testes em São Paulo.

“Nós temos bastante experiência, fizemos parte do estudo da vacina CoronaVac, junto ao Butantan, tivemos vários voluntários, então é uma equipe bastante experiente em relação à pesquisa clínica, que vai dar suporte para o voluntário e para sua família”, disse a infectologista.

Para fazer parte da pesquisa, o interessado deverá fazer o cadastro no formulário do instituto ou entrar em contato com o Centro de Pesquisa pelo número 11 9 1026 6996 (Whatsapp) ou 11 3896 1302 (telefone). Outras informações sobre a vacina estão disponíveis no site do estudo do Butatnan.

Para participar dos testes é obrigatória a autorização dos pais ou responsáveis. Na primeira visita presencial, tanto o adolescente quanto os acompanhantes adultos terão que assinar um termo de consentimento. O documento traz todas as regras do estudo. Nesta primeira etapa, também são feitas consultas médicas e exames laboratoriais para se constatar que o voluntário está apto a participar do estudo.

Nas etapas seguintes, o voluntário receberá a dose da vacina, que pode ser de imunizante ou de placebo. O jovem, então, passará a ser monitorado pela equipe multidisciplinar da Unidade de Pesquisa especialmente por meio de visitas presenciais à unidade e por conversas pelo whatsapp. Um médico do estudo estará disponível 24 horas por dia, por telefone, para tirar dúvidas ou apoiar com atendimentos de qualquer eventual emergência. Caso o participante apresente algum evento adverso, ele poderá receber atendimento no Emílio Ribas.

Atualmente, não há vacinas disponíveis contra a chikungunya. A doença é causada por vírus transmitido por mosquitos, como Aedes aegypti, o mesmo que causa a dengue.

 

 

 

Repórter da Agência Brasil

Pix consolida-se como meio de pagamento mais usado no país

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Pix é o pagamento instantâneo brasileiro. O meio de pagamento criado pelo Banco Central (BC) em que os recursos são transferidos entre contas em poucos segundos, a qualquer hora ou dia. É prático, rápido e seguro.

Em dois anos, foram feitas 26 bilhões de transações pela ferramenta

De 16 de novembro de 2020, data em que começou a funcionar no país, até o último dia 30 de setembro, foram 26 bilhões de operações feitas no sistema financeiro nacional, com os valores transacionados atingindo R$ 12,9 trilhões.

Levantamento feito pela Febraban com base em números do Banco Central mostra que, no primeiro mês de funcionamento, o Pix ultrapassou as transações feitas com DOC (documento de crédito). Em janeiro de 2021, superou as transações com TED (transferência eletrônica disponível). Em março do mesmo ano, passou na frente em número de transações feitas com boletos. Já no mês seguinte (maio), o Pix ultrapassou a soma de todos eles.

Quanto aos cartões, o Pix ultrapassou as operações de débito em janeiro deste ano e, em fevereiro, superou as transações com cartões de crédito, quando se tornou o meio de pagamento mais usado no Brasil.

Segundo o presidente da Febraban, Isaac Sidney, as transações feitas com o Pix continuam em ascensão e mostram a grande aceitação popular do novo meio de pagamento, que trouxe conveniência e facilidades para os clientes em suas transações financeiras do cotidiano. “Nos últimos 12 meses, registramos aumento de 94% das operações com a ferramenta.”

Quando analisados os valores transacionados, o levantamento mostra que, no último mês de setembro, o Pix atingiu R$ 1,02 trilhão, com tíquete médio R$ 444, enquanto a TED, que somou R$ R$ 3,4 trilhões, teve tíquete médio de R$ 40,6 mil.

“Os números mostram que a população está usando o Pix como meio de pagamento de menor valor, como por exemplo, em transações com profissionais autônomos, e também para compras do dia a dia, que seriam feitas com notas, como foi previsto à época do lançamento da ferramenta”, disse o diretor executivo de Inovação, Produtos e Serviços Bancários da Febraban,  Leandro Vilain.

De acordo com Vilain, isso faz com que o número de transações aumente em ritmo acelerado, trazendo maior conveniência para os clientes, que não precisam mais transportar cédulas para pequenas transações.

Ainda conforme o levantamento, as estatísticas de setembro mostram que quase metade dos usuários do Pix está na Região Sudeste (43%), seguida do Nordeste (26%), Sul (12%), Norte (10%) e Centro Oeste (9%). Quanto aos usuários, 64% têm entre 20 e 39 anos.

Desde o lançamento do Pix, já são 523,2 milhões de chaves cadastradas no Diretório de Identificadores de Contas Transacionais do Banco Central. As chaves aleatórias somam 213,9 milhões, seguidas das chaves por CPF (114,2 milhões), celular (108,3 milhões), e-mail (77,5 milhões). Até outubro, 141,4 milhões de brasileiros já tinham usado o Pix em seus pagamentos.

Segurança

A Febraban e os bancos associados investem cerca de R$ 3 bilhões por ano em cibersegurança para aprimorar e tornar mais seguras as transações financeiras do usuário.

A federação participa do Fórum Pix, promovido pelo Banco Central, e contribui com sugestões para aprimorar ainda mais a segurança desse meio de pagamento. A entidade diz que acompanha todas as regulamentações do mercado e que, em caso de alterações, se empenhará para implementá-las dentro do prazo estabelecido pelo órgão regulador.

O Pix é uma ferramenta segura e todas as transações ocorrem por meio de mensagens assinadas digitalmente e que trafegam de forma criptografada, em uma rede protegida. Os bancos associados também contam com o que há de mais moderno em termos de segurança cibernética e prevenção de fraudes, como mensageria criptografada, autenticação biométrica, tokenização, e usam tecnologias como big dataanalytics e inteligência artificial em processos de prevenção de riscos. Segundo a Febraban, tais processos são continuamente aprimorados, considerando os avanços tecnológicos e as mudanças no ambiente de riscos.

 

 

 

 Por Agência Brasil

PF reprime crimes financeiros na fronteira do Brasil

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A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (10/11), a Operação Operador Fenício, de repressão aos crimes financeiros na região da fronteira do Brasil com o Uruguai.

Na ação de hoje, 30 policiais federais cumprem seis mandados de busca e apreensão no município do Chuí. Também são executadas medidas de constrição de bens e valores, com o bloqueio de contas bancárias de duas empresas da região, totalizando a determinação de indisponibilidade de até R$ 7 milhões.

A investigação da Polícia Federal no Rio Grande do Sul ocorre paralelamente à Operação Mercador Fenício, da Polícia Federal na Paraíba, deflagrada simultaneamente na manhã de hoje, que teve provas compartilhadas com a investigação da delegacia da PF no Chuí, mediante autorização judicial.

O grupo estabelecido na cidade gaúcha seria responsável pela lavagem de dinheiro e remessa de valores ao Uruguai, oriundos de diversos estados do país, com a transposição física de dinheiro em espécie, em conexão com casas de câmbio do país vizinho.

Conforme a investigação, há indícios de lavagem de dinheiro de crimes como o contrabando e descaminho, entre outros, a partir do recebimento de valores por comércios locais do Chuí, como postos de combustíveis e supermercados.

Os recursos eram enviados de diversos estados do Brasil por pessoas físicas e jurídicas, muitas sem identificação de origem, sem atividade relacionada aos estabelecimentos comerciais suspeitos que justificasse a remessa dos valores.

Os crimes investigados na Operação Operador Fenício são evasão de divisas, lavagem de dinheiro e associação criminosa.

 

Comunicação Social da Polícia Federal 

Premiação elege melhores cafés do Brasil nesta semana

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Cafeicultores de diferentes elos da cadeia de produção e comercialização do café se reúnem, de quarta (16) a sexta-feira (18), em Belo Horizonte, na 10ª edição da Semana Internacional do Café (SIC), que volta neste ano de forma totalmente presencial, após dois anos de restrições causadas pela pandemia de covid-19. 

Um dos destaques do evento é a premiação Coffee of the Year [café do ano, em inglês], que recebeu um recorde de inscritos. São mais de 500 concorrentes, representando as 32 regiões brasileiras produtoras de café nas categorias arábica e canéfora.

As amostras já passaram por uma primeira etapa de seleção, e, durante o evento, o público poderá provar, a cego, as 15 melhores, sendo 10 do tipo arábica e 5 de canéfora. Os dois vencedores serão anunciados na tarde do último dia do evento.

No ano passado, as categorias arábica e canéfora foram divididas em duas, e houve quatro premiados: Elmiro Alves do Nascimento, da Fazenda Santiago (MG), venceu o melhor café arábica; Sandra Lelis da Silva, do Sítio Caminho da Serra (MG), ganhou o melhor café arábica com fermentação induzida; Luiz Claudio de Souza, do Sítio Grãos de Ouro (ES), foi tricampeão na categoria canéfora; e Poliana Perrut, da Chácara Paraná (RO), venceu canéfora fermentação induzida.

Evento de negócios

Em 2021, a SIC ocorreu em formato híbrido e contou com 16 mil visitantes/acessos de 25 países. Já em 2020, o evento foi realizado de forma totalmente remota. Diretor da Café Editora e um dos organizadores do evento, Caio Fontes conta que a expectativa é que, em 2022, a edição retome os patamares de público pré-pandemia, com mais de 20 mil visitantes.

“O público da SIC é um público profissional. A gente inclui desde o produtor de café até o profissional que está lá na ponta, no que eu chamo de servir o café, seja em uma cafeteria, um restaurante, uma padaria, um hotel. Ela é um evento de negócios e trata com todos os atores da cadeia”, explicou.

Entre os debates que interessam à cadeia de produção, o clima é um dos que recebe mais destaque, devido à importância das condições climáticas para o cultivo do café e à crescente demanda por produtos mais sustentáveis.

“A influência climática não é mais algo que pode acontecer e ter algum impacto. Eu digo que o clima já é algo sistêmico do nosso processo. A gente tem que conviver com mudanças climáticas e impactos que o clima vem trazendo.”

Além de tratar dos desafios, a 10ª edição do evento pretende também celebrar os avanços do setor no Brasil, que é o maior produtor mundial de café. Diante de um cenário de alta global de preços causado pela pandemia e pelo aumento do custo dos fertilizantes, Fontes acredita que o país contribui para garantir o abastecimento.

“Hoje, o Brasil é o país que mais produz café sustentável no mundo e o que mais exporta café sustentável no mundo. Então, a gente também tem que valorizar esse lado, essa qualidade desde o começo da produção até a xícara”, afirmou.

Treinamento

Além da sustentabilidade ambiental, as discussões pautadas no evento também abordarão ações voltadas à responsabilidade social. Proprietário do Sofá Café, em São Paulo, Diego Gonzales vai apresentar na SIC um projeto em que atua na formação de filhos de pequenos produtores de café, ensinando a eles como melhorar a qualidade e o valor de seus grãos.

“Eles são o futuro da cafeicultura. Então, precisam entender como melhorar a qualidade do café que produzem. A gente mostra como entender os defeitos e qualidades do café para melhorar a posição na negociação.”

Fora o trabalho no campo, Diego já desenvolve há oito anos em sua cafeteria o programa de treinamento Fazedores de Café, com jovens saídos de medidas socioeducativas, em situação de vulnerabilidade e refugiados, para formá-los baristas, profissionais que preparam bebidas que têm o café como base.

“O curso tem três meses, eles ficam com a gente todos os dias de manhã e pagamos alimentação e transporte para que consigam vir”, disse. Ele recebe ajuda de parceiros para custear o projeto e ministrar as aulas. “Temos uma taxa de empregabilidade de 92%. Até o Sofá Café é um potencial empregador, mas a gente não forma pra gente, formamos para o mercado”.

O empreendedor ressaltou que alguns jovens continuam na carreira de barista por anos, e outros usam a oportunidade como um primeiro passo para buscar outras formações.

“Alguns usam isso para, por exemplo, entrar numa cozinha, porque tinham vontade de ser chefe, sabe? Então, ele começa pelo café em um restaurante ou em um hotel e depois migra para área que tem mais interesse. O que a gente quer é causar esse impacto positivo na vida profissional deles.”

Fonte: Agência Brasil

Organizada por Jules Rimet, Copa do Mundo chega à 22ª edição no Catar

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A história do futebol é recheada de personagens, mas alguns nomes são pouco conhecidos apesar da sua importância. Um deles é Carl Anton Wilhelm Hirschman. O banqueiro holandês foi um dos idealizadores da Copa do Mundo, segundo secretário geral da Fifa e até mesmo presidente interino da organização por cerca de três anos, período no qual a entidade maior do futebol mundial operou de um dos escritórios de Hirschman (Amsterdam).

Foi após o mandato dele que Jules Rimet assumiu, como terceiro presidente, o comando da Fifa, e por mais de 30 anos esteve à frente da entidade, marcando seu nome na história. Foi ele quem fortaleceu a ideia de desvincular o futebol dos Jogos Olímpicos, após o sucesso da modalidade em 1924 e 1928, quando o Uruguai se sagrou bicampeão olímpico.

Ainda em 1928, na Holanda de Hirschman, foi decidido que haveria um Mundial de futebol. Em Zurique, a decisão foi ratificada, e no ano seguinte, em Barcelona, o Uruguai foi indicado como primeira sede, superando as candidaturas de Hungria, Itália, Holanda, Espanha e Suécia. Nesse primeiro Mundial, 13 seleções tomaram parte: Bélgica, Romênia, Iugoslávia, França, Estados Unidos, México, Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai, Peru e Uruguai, que, favorito, foi o campeão.

A Copa do Mundo do Catar terá 32 seleções, mas já há a proposta de serem 48 no Mundial de 2026, previsto para acontecer em três países: Canadá, México e Estados Unidos.

Só a partir da Copa de 1954 é que houve uma definição no número de seleções em cada torneio. Nos anteriores, ele variou: 16 em 1934, 15 em 1938 e 13 em 1950. Quatro anos depois, e até 1978, o Mundial passou a ter 16 seleções, número ampliado para 24, de 1982 a 1994. A partir do Mundial disputado nos EUA, em 1994, a competição passou a ter 32 equipes.

A Fifa divide suas associadas em seis zonas continentais, cada uma com sua própria confederação e com direito a determinado número de vagas, que serão disputadas nas Eliminatórias de cada continente: África (5), Ásia (4,5), Oceania (0,5), Europa (13), América do Norte, Central e Caribe (3,5) e América do Sul (4,5). Essas vagas pela metade são, na verdade, vagas decididas em repescagens.

Outra mudança importante aconteceu em 2006. A partir daquele ano apenas o país-sede tem direito a uma vaga. O campeão da Copa anterior, atualmente, também precisa disputar as Eliminatórias, se quiser defender seu título.

Fonte: Agência Brasil

Caio Ribeiro diz que Mano assumirá a Seleção após a Copa; CBF e técnico do Inter negam

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Em live do Cartola nesta terça-feira, o comentarista Caio Ribeiro deu a informação de que Mano Menezes será o treinador da seleção brasileira após a Copa do Mundo do Catar. Tite já anunciou que deixa o comando após o Mundial. A CBF negou a informação. O técnico do Inter também.

De acordo com o ex-jogador, o treinador retornaria à Seleção em dobradinha com o ex-presidente do Corinthians Andrés Sanchez, que seria o próximo direito da CBF.

– Não é nem só opinião, é informação. Quer que eu fale quem vai ser o próximo treinador da seleção brasileira? Mano Menezes. Me cobre daqui a pouco. Mano Menezes será o próximo treinador brasileiro numa dobradinha com Andrés Sanchez, que será o próximo diretor da seleção brasileira. Daqui a dois meses vocês falam se eu estou errado ou não.

 

Mano Menezes em coletiva da Seleção em 2012 — Foto: Mowa Press

Mano Menezes, 60 anos, treinou a seleção brasileira após a Copa do Mundo de 2010. Ficou até 23 de novembro de 2012, quando foi demitido. Comandou o Brasil na Copa América de 2011 – time caiu nas quartas para o Paraguai – e na prata das Olimpíadas de Londres de 2012.

– O Mano saiu da Seleção no melhor momento dele na Seleção. Se vier a se confirmar o que estou falando… Uma coisa é começar uma conversa e já existe essa conversa. Outra coisa é vc já comunicar as pessoas. E eles já foram comunicados. Estou dando uma informação e não uma opinião. Mas até assinar o contrato tem um chão. Existe a rejeição da torcida, a opinião da imprensa. Tem vários fatores na hora de fechar e anunciar o próximo treinador. Mas é a bola da vez – prosseguiu Caio.

Representante de Mano Menezes nega procura de CBF; Inter trata notícia como especulação

“O presidente da CBF Ednaldo Rodrigues afirma que a informação não procede, e que não tratou da sucessão de Tite com ninguém, nem dentro e nem fora da CBF. O presidente da CBF afirma ainda que já repetiu diversas vezes que só vai tratar do assunto após o fim da Copa do Mundo do Catar”, disse a CBF

Procurada, a assessoria de Mano Menezes respondeu:

– O Mano não foi procurado, muito menos comunicado sobre nada. Essa informação não procede em nenhum sentido. Mano não vai dar nenhuma declaração oficial porque ele não fala sobre especulação.

ano Menezes é demitido do comando da Seleção Brasileira
Por Redação do ge

Presidente da Assembleia repudia ataques a rondonienses na internet

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Em relação ao vídeo publicado nas redes sociais, por um internauta ainda não identificado, de suposta origem do Rio de Janeiro, o presidente da Assembleia Legislativa, Alex Redano, repudia veementemente a fala criminosa, preconceituosa, discriminatória e xenófoba.

Rondônia e seu povo merecem o respeito de todos os demais brasileiros. Aliás, aqui para Rondônia vieram brasileiros dos quatro cantos do país e aqui fincaram raízes, construíram suas vidas, contribuindo para tornar o Estado, um dos mais jovens, mas dos mais pujantes economicamente, graças à força do setor produtivo e do trabalho de sua gente.
Vivemos em um país democrático e o povo rondoniense pode escolher votar no presidente que quiser, no representante que quiser, sem que para isso precise dar satisfações aos demais brasileiros. Assim é a democracia! Classificar a nós rondonienses com palavras preconceituosas, apenas pela maioria ter escolhido votar no atual presidente Jair Bolsonaro, é uma situação inaceitável.
Talvez o cidadão não saiba que Rondônia gera energia para o Brasil, nas hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio. E a maior parte dessa energia gerada aqui é consumida no Sudeste, exatamente a região aonde fica o Rio de Janeiro. Temos uma das maiores reservas florestais da Amazônia, contribuindo decisivamente para o equilíbrio ambiental. Mesmo assim, temos uma agropecuária forte e crescente, que alimenta brasileiros e pessoas de outros países!
Não somos maiores, nem menores, do que ninguém! Mas, somos honrados, trabalhadores, dignos e com amor ao Brasil, à família, acreditando no trabalho para a construção de uma sociedade mais justa e com oportunidades para todos.
Não cabem mais pensamentos mesquinhos e discriminatórios. Somos uma grande mistura de raças que formam o nosso amado Brasil, mas cada um com a sua importância no mosaico social que nos torna uma das mais miscigenada incrível nação!
Aproveito para sugerir que o homem que proferiu as ofensas gratuitas venha conhecer Rondônia e se encantar com as nossas florestas preservadas, com o nosso tambaqui, com o tacacá, nosso açaí e pirarucu. Recomendo ainda percorrer nossos rios fartos de peixes, para a pesca esportiva, e também conhecer o Forte Príncipe da Beira, entre tantos outros atrativos, sendo o maior deles o acolhimento caloroso do nosso amado povo rondoniense!
Somos um só Brasil. De todos os brasileiros!

 

Deputado Alex Redano

Presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia

Seminário “Racismo, Antirracismo e Políticas Institucionais” será realizado nesta quarta no MPRO

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O Ministério Público de Rondônia, por meio do Comitê Gestor da Política Interinstitucional de Equidade de Gênero, Raça e Diversidade, promoverá nesta quarta-feira (16/11), o seminário “Racismo, Antirracismo e Políticas Institucionais”, no auditório do edifício-sede da instituição.

O evento, alusivo ao Mês da Consciência Negra em Rondônia, ocorrerá das 8h às 13h, com transmissão também pelo YouTube do MPRO. O encontro contará com a participação da fotógrafa Marcela Bonfim, da Promotora de Justiça do Estado da Bahia Lívia Sant’Anna Vaz e do Juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios Fábio Esteves.

O Comitê Gestor da Política Interinstitucional de Equidade de Gênero, Raça e Diversidade é composto pelo Tribunal de Justiça de Rondônia e do Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região, além do MP Rondoniense.

Sobre os palestrantes

Fotógrafa Marcela Bonfim – Formada em Economia, a multiartista se mudou de São Paulo para Porto Velho em busca de oportunidades de trabalho e acabou por descobrir na capital rondoniense a sua própria negritude através do rosto, na história e da identidade dos personagens com as quais cruzou e registrou.

Promotora de Justiça Lívia Sant’Anna Vaz – Promotora de Justiça do Ministério Público do Estado da Bahia. Atua na Promotoria de Justiça de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa, desde 2015. Mestra em Direito Público pela Universidade Federal da Bahia. Doutoranda em Ciências Jurídico-Políticas pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Coordenou o Grupo de Trabalho de Enfrentamento ao Racismo e Respeito à Diversidade Étnica e Cultural (GT-4), da Comissão de Defesa dos Direitos Fundamentais do Conselho Nacional do Ministério Público (2018-2021). Parecerista da Revista Brasileira de Ciências Criminais. Nomeada uma das 100 pessoas de ascendência africana mais influentes do mundo (Most Influential People of African Descent, Law & Justice Edition). Prêmios: Comenda Maria Quitéria (Câmara Municipal de Salvador), 2017; Conselho Nacional do Ministério Público, 2019 (pelo Aplicativo Mapa do Racismo); Inspiradoras – Acesso à Justiça (Universa UOL e Instituto Avon, 2021.

Juiz Fábio Esteves – Graduado em Direito pela Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), mestre em Direito pela Universidade de Brasília (UNB), doutorando em Direito pela Universidade de São Paulo (USP), especializando em Direito Constitucional pela ABDConst, juiz de direito do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), atualmente exercendo o cargo de juiz instrutor do Gabinete do Ministro Edson Fachin, no Supremo Tribunal Federal (STF), professor de Direito Constitucional e de Direito Administrativo da Escola da Magistratura do Distrito Federal, vice-presidente licenciado da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), cofundador do Encontro Nacional de Juízes e Juízas Negros – ENAJUN e do Fórum Nacional de Juízas e Juízes contra o Racismo e Todas as Formas de Discriminação – FONAJURD, cocriador do Projeto Falando Direito para educação em cidadania, Presidente da Comissão Multidisciplinar de Inclusão do TJDFT, membro da Comissão de Juristas da Câmara dos Deputados para reviso da legislação antirracista, foi Presidente da Associação dos Magistrados do Distrito Federal (AMAGIS-DF), nos biênios de 2016-2018 e 2018-2020.

 

 

 

 

Gerência de Comunicação Integrada (GCI)

TJRO adere campanha de combate ao Diabetes

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O Tribunal de Justiça de Rondônia, adere à Campanha do Conselho Brasileiro de Oftalmologia – CBO 24 horas pelo diabetes, para alertar magistrados (as), servidores (as), estagiários (as) e população em geral, sobre o diagnóstico e do tratamento precoce desta doença, bem como as medidas e comportamentos que podem ser incorporados à rotina e assim,  proporcionar uma melhor qualidade de vida.

Diabetes é uma doença crônica na qual o corpo não produz insulina ou não consegue empregar adequadamente a insulina, hormônio produzido pelo pâncreas, responsável pela manutenção do metabolismo da glicose. Sua falta provoca déficit na metabolização da glicose e, consequentemente, diabetes. Caracteriza-se por altas taxas de açúcar no sangue (hiperglicemia) de forma permanente.

Globalmente, estima-se que 422 milhões de adultos viviam com diabetes em 2014, em comparação com 108 milhões em 1980. A prevalência global de diabetes quase dobrou desde 1980, passando de 4,7% para 8,5% na população adulta. Isso reflete um aumento nos fatores de risco associados, como sobrepeso ou obesidade.

A diabetes é classificada nos seguintes tipos:

Tipos:

– Tipo 1: causado pela destruição das células produtoras de insulina, em decorrência de defeito do sistema imunológico em que os anticorpos atacam as células que produzem a insulina. Ocorre em cerca de 5 a 10% dos diabéticos.

– Tipo 2: resulta da resistência à insulina e de deficiência na sua secreção. Ocorre em cerca de 90% dos diabéticos.

– Diabetes Gestacional: é a diminuição da tolerância à glicose, diagnosticada pela primeira vez na gestação, podendo ou não persistir após o parto. Sua causa exata ainda não é conhecida.

– Outros tipos: são decorrentes de defeitos genéticos associados com outras doenças ou com o uso de medicamentos.

Principais sintomas do diabetes tipo 1:

– vontade de urinar diversas vezes;

– fome frequente;

– sede constante;

– perda de peso;

– fraqueza;

– fadiga;

– nervosismo;

– mudanças de humor;

– náusea;

– vômito.

Principais sintomas do diabetes tipo 2:

– infecções frequentes;

– alteração visual (visão embaçada);

– dificuldade na cicatrização de feridas;

– formigamento nos pés;

– furúnculos.

Complicações:

O tratamento correto do diabetes significa manter uma vida saudável, evitando diversas complicações que surgem em consequência do mau controle da glicemia. Altas taxas de açúcar no sangue, por tempo prolongado, podem causar sérios danos à saúde: cegueira, insuficiência renal, ataque cardíaco, acidente vascular cerebral e amputação de membros inferiores.

Tratamento e prevenção:

Uma dieta saudável, atividade física e evitar o uso de tabaco podem prevenir ou retardar o diabetes tipo 2. Além disso, a doença pode ser tratada e suas consequências evitadas ou retardadas com medicamentos, exames regulares e tratamento de complicações.

 

Assessoria de comunicação institucional