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Servidores do Governo de Rondônia realizam pedidos de Natal de quase de 2 mil crianças

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A entrega oficial de presentes doados por servidores do Governo de Rondônia, atendendo a pedidos natalinos de aproximadamente 2 mil crianças, ocorreu na manhã desta sexta-feira (16), no Salão Nobre Rosilda Schokness, do Palácio Rio Madeira, e faz parte da campanha “Papai Noel dos Correios”. Durante a solenidade, também houve o lançamento e obliteração do selo natalino 2022: “Estrela de Natal”.
O governador de Rondônia, Marcos Rocha destacou a alegria de tornar mais feliz o Natal das crianças, lembrou do passado humilde, onde o pai com dificuldade trazia presentes simples no período natalino para ele e os irmãos como bolinha de gude e carrinho, e reforçou o compromisso em promover mais desenvolvimento no Estado, para que as famílias rondonienses melhorem cada vez a qualidade de vida.

Governo de Rondônia reforça a parceria com a campanha dos Correios

‘‘Observamos crianças pedindo quase nada nessas cartinhas, brinquedos simples, mas que para elas representam muito. A Palavra de Deus diz que devemos honrar pai e mãe para sermos abençoados, e estender a honra a todos. Por isso não podemos pensar só em nós mesmos, temos que ajudar as pessoas. Fico feliz de todos juntos no Governo estarmos levando alegria às crianças e mais feliz ainda por tudo que estamos construindo no Governo, pois conseguimos fazer a diferença na vida das pessoas, com ações que geram mais empregos e renda, ou seja, melhora a qualidade de vida da população”, considerou o governador Marcos Rocha.

ESPERANÇA 
A secretária de Estado da Assistência e do Desenvolvimento Social – Seas e primeira-dama do Estado, Luana Rocha, agradeceu a cada um dos servidores estaduais pela adoção das cartas e destacou que o gesto ajuda a realizar sonhos e devolver esperança às crianças.
‘‘A gente que trabalha na Assistência Social conhece de perto as dificuldades que as famílias enfrentam. Houve uma cartinha de uma criança que pediu ovo da páscoa, fora de época, porque no período não ganhou e ficou com essa vontade. Mais que entregar presentes, estamos levando fé e esperança, pois uma vida sem esperança não faz sentido. Obrigada a todos que se empenharam para alcançar a nova meta e fazer o melhor, é muito importante estender a mão ao próximo’’, disse Luana Rocha.

Governo de Rondônia destacou a participação de todos os servidores

O superintendente dos Correios em Rondônia, Odon Alves Neto agradeceu pela parceria e destacou o grande volume de presentes deste ano doados pelos servidores do Governo de Rondônia. ‘‘Sinto-me honrado de participar deste momento de solidariedade, em que cada presente representa uma criança sorrindo, na próxima semana, quando faremos a entrega a elas. Para muitos, esse será o primeiro e único presente do ano. Percebemos que foi feito um trabalho forte, pois o volume de presentes aumentou. Obrigado ao Governo e a todos os servidores’’, disse Odon.

O Governo de Rondônia é parceiro desta ação solidária, desde 2018. Na última edição, em 2021, foram atendidas mais de 1.7 mil crianças, e somadas todas as edições, até o ano passado, foram mais de 5 mil crianças contempladas com presentes doados pelo Poder Executivo Estadual.

Com diversos programas e investimentos em maquinários, região do Cone Sul se destaca no fomento da agricultura no Estado

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A Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural – Emater Rondônia e a Secretaria de Estado da Agricultura – Seagri, trabalham juntas na implantação e execução de diversos programas que auxiliam diariamente os produtores da agricultura familiar. No Cone Sul, se destacam os programas “Plante Mais”, “Mais Calcário” e “Agoartes”. Além deste trabalho, somente no ano de 2022, o Governo do Estado investiu mais de R$ 29 milhões em maquinários. O governador de Rondônia, Marcos Rocha ressalta a importância dos produtores para todo o Estado e dos investimentos nesta área. “Investimos em equipamentos, calcário, capacitação dos pequenos produtores pela Emater, com o objetivo de aumentar a produção do nosso Estado”, afirmou o governador. PLANTE MAIS Trazendo uma nova perspectiva para as culturas de café no Estado, o programa “Plantes Mais”, do Governo de Rondônia, entregou em 2022 mais de 50 mil mudas de café clonal para vários produtores da região do Cone Sul. Executado pela Secretaria Estadual da Agricultura – Seagri e Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural – Emater/RO, o programa tem como objetivo incentivar o aumento da produção cafeeira e contribuir na geração de renda da família rural. MAIS CALCÁRIO O Mais Calcário é um programa que visa incentivar e viabilizar aos produtores rurais da agricultura familiar a adquirirem o calcário com preços mais acessíveis, garantindo aos produtores a melhora na qualidade do solo, o alavanque da produção e o fortalecimento da renda do produtor. Neste ano, no Cone Sul do Estado, foram entregues mais de 2.100 toneladas de calcário, que beneficiaram 41 produtores da região. Todo produto foi entregue de forma gratuita pelo Estado. AGROARTES Com o objetivo de fortalecer e promover o setor de agroindústrias e artesanatos no Cone Sul, o Governo do Estado em parceria com os municípios e diversas entidades, realizaram durante este ano três edições da Feira “Agroartes”, que reuniu mais de 40 agroindústrias e artesãos do Cone Sul. A equipe da Emater e Seagri oferecem todo o apoio logístico aos participantes, além do trabalho direto com a elaboração da feira. INVESTIMENTOS Em mais uma ação municipalista no interior do Estado, para garantir o fortalecimento do setor agrícola, o Governo de Rondônia entregou em março de 2022 diversos equipamentos. Com um investimento maior que R$ 20 milhões, foram entregues para Vilhena uma retroescavadeira com pá carregadeira; cinco roçadeiras manuais; dois micros tratores e duas carretas para micros tratores. Além de Vilhena, outros municípios receberam equipamentos, como Cabixi com duas roçadeiras manuais; um microtrator e uma carreta para microtrator. Em Cerejeiras, foram cinco roçadeiras manuais; dois micro tratores e duas carretas para micro tratores. Em Pimenteiras, uma pá carregadeira e uma retroescavadeira com pá carregadeira, em Chupinguaia. No mês de junho, o Governo investiu em mais itens para a agricultura, entregando uma escavadeira hidráulica e uma retroescavadeira adquiridas pela Seagri, com recursos próprios. O município recebeu ainda do Departamento Estadual de Estrada de Rodagem e Transporte – DER, três caminhões pipas e 14 caçambas, totalizando um investimento de R$ 9 milhões. Além disso, foram disponibilizados para a Emater, sete veículos, modelo Pick-Ups e sete notebooks para atenderem os extensionistas e escritórios da entidade no Cone Sul.

Vacinas da Pfizer para bebês são jogadas no lixo em Rondônia; entenda

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Problema está acontecendo tanto na capital Porto Velho quanto em municípios do interior do estado, como Ariquemes, Vilhena e Ji-Paraná.

Ao menos quatro cidades de Rondônia foram obrigadas a descartar doses da vacina Pfizer Baby no lixo hospitalar devido à baixa procura pelo imunizante contra a Covid-19. Esse imunizante é o usado em bebês de 6 meses a 3 anos de idade. Segundo apurado pela Rede Amazônica, essa situação aconteceu nesta semana tanto na capital Porto Velho quanto em municípios do interior do estado, como Ariquemes, Vilhena e Ji-Paraná. Em Ji-Paraná, região central do estado, a reportagem apurou que foram descartadas 18 doses na semana passada e duas na última terça-feira (13). Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, há poucos pais ou responsáveis procurando os locais de vacinação para imunizar se filhos. Na segunda maior cidade do estado, desde que a campanha de vacinação começou, 31 bebês foram vacinados com a Pfizer Baby, sendo que no município há mais de 3 mil crianças de seis meses a menores de 3 anos. Ou seja, menos de 1% do público alvo foi imunizado. Já em Vilhena, cidade do Cone Sul, o município recebeu 190 doses da Pfizer Baby e até esta semana, 15 bebês receberam o imunizante. Por que as vacinas precisam ser descartadas? Cada frasco da Pfizer Baby serve para vacinar 10 bebês e, após um frasco ser aberto, o município tem menos de 12 horas para aplicá-lo no público infantil. Mas com a procura baixa, algumas vezes os aplicadores usam duas ou três doses da vacina e o restante é descartado no lixo hospitalar. O imunizante é autorizado para crianças de 6 meses a 3 anos de idade. As duas doses iniciais da Pfizer Baby devem ser administradas com três semanas de intervalo, seguidas por uma terceira dose administrada pelo menos oito semanas após a segunda dose, completando o esquema vacinal. A vacina da Pfizer está registrada no Brasil desde o dia 23 de fevereiro de 2021. Em 16 de dezembro de 2021, a Anvisa já havia autorizado a indicação da vacina para a faixa etária de 5 a 11 anos. Mas como evitar o desperdício? Para mudar essa realidade, os municípios constantemente estão mudando o esquema de vacinação infantil e assim evitar o desperdício. Em Ji-Paraná, por exemplo, os agentes comunitários de saúde passaram a ir pessoalmente na casa dos pais de bebês para conscientizar sobre a importância da vacinação contra o coronavírus. Documentação para vacinação pediátrica Para vacinar bebês acima de seis meses é necessário que as crianças estejam acompanhadas dos pais ou um responsável. Os responsáveis devem apresentar os documentos: documento de identificação com foto do responsável documentação da criança (RG ou Certidão de Nascimento, Caderneta de Vacinação e CPF ou Cartão SUS)

 

 

Por g1

Município de Cabixi recebe melhorias com a implantação de iluminação pública

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Quase R$ 1 milhão foram investimentos para a implantação de iluminação com lâmpadas de led no município de Cabixi, localizado na região do Cone Sul de Rondônia. A obra de iluminação faz parte da primeira etapa do projeto “Governo na Cidade” realizado pelo Governo de Rondônia sob a responsabilidade da Secretaria de Estado de Obras e Serviços Públicos – Seosp. Um investimento que foi convertido em ações. Foi o que aconteceu na Avenida Guarani, em que foi repassado pelo Poder Executivo Estadual o valor de R$ 507.021,08 (quinhentos e sete mil, vinte um reais e oito centavos), sendo a contrapartida da prefeitura no valor de R$21.996,47 (vinte e um mil, novecentos e noventa reais e quarenta e sete centavos). E para a avenida Tupiniquins foi feito o repasse de R$ 444.366,97 (quatrocentos e quarenta e quatro mil, trezentos e sessenta e seis reais e noventa e sete centavos e a contrapartida da prefeitura no valor de R$ 23.387,74 (vinte e três mil, trezentos e oitenta e sete reais e setenta e quatro centavos). De acordo com o governador de Rondônia, Marcos Rocha, essa é mais uma ação em prol da segurança e qualidade de vida à população. “Sabemos que iluminação pública é sinônimo de segurança. O Governo do Estado tem feito muitos investimentos nesta área. Nossos municípios estão cada vez mais iluminados e seguros”, disse o governador Marcos Rocha. A satisfação em poder usufruir das melhorias é demonstrada pelos moradores de Cabixi que atualmente tem 5.188 habitantes. É o caso da comerciante Sandra Burili. “O resultado do trabalho realizado na cidade ficou maravilhoso, principalmente para a gente que é comerciante. Durante a noite, aqui, parece dia de tão excelente que ficou”, disse a moradora. Para a Avenida Guarani foram instaladas 42 luminárias em Led de 200w em uma extensão de 1.330m, já para a Avenida Tupiniquins foram 39 luminárias em lâmpada Led de 200w em uma extensão de 1.250, sendo que para cada ponto de iluminação foi implantado um poste metálico, em um trecho de mais de dois quilômetros e meio.

MP de Rondônia e Polícia Federal realizam operação conjunta para desarticular associação criminosa em Colorado do Oeste

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O Ministério Público de Rondônia (MPRO) e a Polícia Federal (PF) realizaram neste sábado (17/12) operação conjunta para desarticular associação criminosa em Colorado do Oeste, visando cumprir sete mandados de busca e apreensão e quatro mandados de prisão na comarca.

A Operação Eleutéria decorre de investigação conjunta do MP, por meio das Promotorias de Justiça de Colorado do Oeste, Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) e Grupo de Atuação Especial de Segurança Pública (GAESP), juntamente com a Polícia Federal (PF), tendo como objetivo desarticular uma associação criminosa composta por empresários, produtores rurais e um policial militar da reserva, constituída para a prática de crimes contra a liberdade pessoal e contra as relações de consumo, entre outros.

As investigações tiveram início em novembro de 2022, após serem ouvidos diversos comerciantes, caminhoneiros e autônomos que foram constrangidos pelos líderes da manifestação realizada na comarca por grupo de pessoas inconformadas com o resultado da eleição nacional.

Foram identificados constrangimentos ilegais, coação no curso do processo contra servidores públicos, pessoas impedidas de trafegar (ir e vir) ou obrigadas a aderir ao movimento. Além disso, foram relatadas diversas situações de pessoas obrigadas a fechar o comércio como forma de apoio à manifestação e pessoas que não puderam abastecer seus veículos livremente, vez que o grupo impediu a passagem de caminhões tanques na cidade, assim como chegou a limitar a quantidade de combustível a ser abastecido por pessoa.

No curso da apuração, foi constatado que comerciantes foram obrigados a demonstrar apoio à manifestação. Também se evidenciou que pessoas tiveram seus caminhões retidos na manifestação, em alguns casos, por vários dias. Outros cidadãos chegaram a ser alertados a não voltar mais na rodovia sentido Vilhena, pois seriam impedidos de passar se não aderissem ao movimento.

Na situação, houve ainda coação a servidor público que foi ao local da manifestação a fim de averiguar violação de direito ou irregularidades eventualmente praticadas. Além disso, a população local foi cerceada do acesso a bens de consumo essenciais, tais como alimentos, água, combustível e botijão de gás, estudantes tiveram prejudicado o seu acesso às escolas. A associação criminosa foi além e determinou na cidade como seriam distribuídos o combustível, estabelecendo horário e quantidade a ser fornecida a cada cidadão.

Mandados – Ao todo, o Juízo de Direito da Vara Criminal de Colorado do Oeste expediu quatro mandados de prisão preventiva, sete mandados de busca e apreensão, cumpridos por equipes da Polícia Federal. Ainda foram determinadas outras medidas cautelares, como a suspensão do direito ao porte e a posse de arma de fogo, bem como três medidas de monitoramento eletrônico.

Com isso, alguns dos envolvidos que possuíam licença de CAC (Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador) tiveram sua autorização suspensa e o respectivo armamento e munições foram recolhidos.

Participaram da Operação cerca de 50 Policiais Federais, que apreenderam 09 armas e mais de 500 munições de diferentes calibres, bem como 06 aparelhos telefônicos. Todo o material arrecadado será posteriormente analisado pelos agentes federais, dando continuidade às investigações podendo outros envolvidos ser identificados, sobretudo, possíveis financiadores do grupo criminoso.

Crimes- Os investigados responderão, na medida de suas culpabilidades, pelos crimes de associação criminosa (art. 288, do Código Penal), constrangimento ilegal (art. 146, do CP), coação no curso do processo (artigo 344, do Código Penal), crimes contra a relação de consumo e contra a atuação do Ministério Público, dentre outros, cujas penas somadas podem chegar a 16 anos de reclusão.

Os presos, dentre os quais um policial militar da reserva, serão ouvidos pela Polícia Federal e pelo Ministério Público e encaminhados para as unidades prisionais correspondentes, onde permanecerão à disposição da Justiça.

O nome da operação Eleutéria faz alusão à deusa grega da Liberdade e, no caso, se refere ao clamor popular de comerciantes, motoristas, empresários e cidadãos do município que vieram até as autoridades suplicar pela garantia da sua liberdade de trabalhar, de ir e vir, de comprar, de vender e de negociar sem serem coagidos ou ameaçados por outra pessoa ou grupo.

Gerência de Comunicação Integrada (GCI)

Festa de título da Argentina tem lágrimas, Agüero em campo e reverência a Messi, que beija taça

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Craque beijou o troféu mais cobiçado da carreira assim que recebeu a honraria de melhor jogador do Mundial; veja vídeos da comemoração em campo no estádio Lusail

Montiel converteu o pênalti, e Messi desabou. De joelhos, abraçado e referenciado pelos companheiros da Argentina, o craque deu início à festa pelo tricampeonato mundial da seleção alviceleste ainda no gramado do estádio Lusail, segundos depois do triunfo nos pênaltis sobre a França. As lágrimas tomaram conta, como quase em um desabafo.

O choro contagiou toda a delegação. O técnico Lionel Scaloni chorou a partir da confirmação do tricampeonato da Argentina. O fim do jejum de 36 anos sem conquistas de mundial gerou festa com presença de familiares ainda no gramado do estádio.

Ainda na celebração dentro do gramado após a conquista argentina, Agüero, atacante aposentado, mas que atua quase como um 27º convocado surgiu com um instrumento musical de percussão para comandar a trilha sonora que partiu das arquibancadas, lotadas por mais de 88 mil pessoas.

A música “muchachos”, tema principal da torcida no Catar, acabou sendo repetida pelos jogadores e comissão técnica no gramado. Posteriormente, a versão da banda La Mosca tomou conta do sistema de som do Lusail em meio às celebrações.

Em meio a esta cerimônia, todos os atletas da delegação trataram de reverenciar e abraçar Messi. O grande craque e ídolo de todo o elenco recebeu o carinho coletivo no último ato de Copa do Mundo.

A festa ganhou novas proporções a partir da premiação. Dibu Martínez, que chegou a fazer um gesto obsceno com o troféu de melhor goleiro, Enzo Fernández, melhor jovem, e Messi, melhor jogador, tiveram os nomes gritados pelo público.

Messi, aliás, viveu um dos momentos mais esperados da carreira antes mesmo de erguer o troféu. Enquanto caminhava com o troféu de destaque do Mundial, o camisa 10 deu um beijo e fez um carinho na taça da Copa do Mundo.

A festa de grandes proporções se justifica. A Argentina quebrou um jejum de 36 anos sem troféus ao conquistar o tricampeonato mundial neste domingo.

Por Redação do ge — Doha, Catar

Argentina chega ao terceiro título mundial; veja lista de campeões

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Brasil continua como o maior vencedor, com cinco taças, seguido por Itália e Alemanha

Argentina conquistou neste domingo seu terceiro título mundial ao vencer a França na decisão. O Brasil segue isolado como o maior campeão da Copa do Mundo, com cinco conquistas.

Os argentinos deixam para trás Uruguai e França, com duas taças, e ficam somente uma atrás de Alemanha e Itália. Espanha e Inglaterra venceram uma vez.

A vitória neste domingo faz a Argentina quebrar um jejum de 36 anos sem vencer a Copa do Mundo. A última havia sido em 1986. Anteriormente, os argentinos conquistaram o torneio em 1978, em casa.

Realizada desde 1930, a Copa do Mundo tem apenas oito campeões diferentes.

Veja a lista de campeões mundiais ano a ano:

  • 1930: Uruguai
  • 1934: Itália
  • 1938: Itália
  • 1950: Uruguai
  • 1954: Alemanha
  • 1958: Brasil
  • 1962: Brasil
  • 1966: Inglaterra
  • 1970: Brasil
  • 1974: Alemanha
  • 1978: Argentina
  • 1982: Itália
  • 1986: Argentina
  • 1990: Alemanha
  • 1994: Brasil
  • 1998: França
  • 2002: Brasil
  • 2006: Itália
  • 2010: Espanha
  • 2014: Alemanha
  • 2018: França
  • 2022: Argentina

 

Veja os campeões da Copa do Mundo:

  • Brasil: 5 (1958, 1963, 1970, 1994 e 2022)
  • Alemanha: 4 (1954, 1974, 1990 e 2014)
  • Itália: 4 (1934, 1938, 1982 e 2006)
  • Argentina: 3 (1978, 1986 e 2012)
  • França: 2 (1998 e 2018)
  • Uruguai: 2 (1930 e 1950)
  • Argentina: 2 (1978 e 1986)
  • Espanha: 1 (2010)
  • Inglaterra: 1 (1966)

 

 

Por Redação do ge — Doha, Catar

Deputada Rosangela Donadon é diplomada para terceiro mandato e reafirma compromisso de trabalhar em prol do desenvolvimento de Rondônia

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A deputada estadual, Rosangela Donadon (União Brasil), foi diplomada nesta quinta-feira(15), para exercer o seu terceiro mandato de 2023 – 2026 na Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia(ALE/RO).
A cerimônia de diplomação dos eleitos nas Eleições 2022 foi realizada pelo Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia, em Porto Velho e contou com a participação de várias autoridades e convidados.
Emocionada durante o evento, Rosangela Donadon agradeceu aos eleitores e aos amigos e familiares pela confiança e apoio.
“Agradeço de coração a todos pelo apoio. Estou muito feliz de ser diplomada para exercer o meu terceiro mandato como deputada estadual. São mais quatro anos de muito trabalho e dedicação em prol do desenvolvimento do nosso querido estado de Rondônia para melhorar a qualidade de vida da nossa população”, disse Rosangela Donadon.

Nova lei libera troca de nome direto no cartório e sem ação judicial

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O funcionário público Francisco Conte Ficho, de Jaú (SP), enfim acabou com o pesadelo que o acompanhava desde criança. Em outubro, aos 33 anos de idade, ele conseguiu fazer duas mudanças significativas no próprio nome. O prenome diminuiu, e o sobrenome aumentou. Antes das alterações, ele se chamava Francisco Egídio Conte.

— Quem olha de fora pode achar que essa mudança é uma besteira, um detalhe ou um capricho, mas, para mim, não é — afirma Ficho. — O nome é a sua identidade e diz quem você é e a qual família você pertence. Esse nunca foi o meu caso. Eu não me reconhecia naquele nome e naquele sobrenome. Isso me atormentava.

Ele não se sentia à vontade como Francisco Egídio porque seu pai, Egídio, teve um casamento curto com sua mãe e pouco acompanhou seu crescimento. Quando assinava, ele preferia abreviar ou simplesmente excluir o nome Egídio. Ao mesmo tempo, por ter sido criado exclusivamente pela mãe, achava injusto carregar só o sobrenome paterno, e não o materno.

Para realizar o antigo sonho, Francisco Conte Ficho recorreu a uma lei federal recentemente aprovada pela Câmara e pelo Senado e sancionada pela Presidência da República que tornou a troca de prenome e sobrenome mais simples, rápida e barata (Lei 14.382, de 2022).

O seu nome foi alterado em questão de dias. Ele decidiu emoldurar a nova certidão de nascimento e dá-la à mãe, Luzia Elizabete Ficho Conte. Assim que ela abriu a caixa e entendeu o que era o presente, ambos se abraçaram e caíram em lágrimas.

— É também uma forma de demonstrar agradecimento à minha mãe por todo o sacrifício que ela fez para me criar. Agora com o sobrenome materno, tenho a sensação de que faço mais parte da vida dela — continua Ficho, que acaba de se casar. — E fico feliz por saber que os filhos que espero em breve ter poderão ganhar o sobrenome dela.

 

A nova lei entrou em vigor em junho. Até então, era necessário contratar advogado, recorrer aos tribunais, apresentar uma justificativa plausível e aguardar a decisão do juiz — que poderia, no fim, não autorizar a mudança de nome.

Agora, basta apresentar o pedido diretamente a qualquer um dos 7.800 cartórios de registro civil do Brasil. É preciso ter pelo menos 18 anos e pagar uma taxa que, a depender do estado, varia de R$ 100 a R$ 400.

De acordo com um levantamento nacional feito pela Associação dos Registadores de Pessoas Naturais do Brasil (Arpen Brasil) a pedido da Agência Senado, graças à nova lei, perto de 5 mil brasileiros recorreram aos cartórios nos últimos seis meses para mudar o prenome — o que dá, em média, 30 alterações por dia. A entidade não tem o número de pessoas que alteraram o sobrenome.

Antes da lei, a mudança só era menos burocrática para pessoas cujo nome provocasse constrangimento ou contivesse erro de grafia, para vítimas e testemunhas de crimes que precisassem iniciar uma nova vida sem serem localizadas e para indivíduos que quisessem adotar oficialmente um apelido notório. Nessas situações específicas, os juízes costumavam liberar a troca sem maiores dificuldades.

 

Além disso, uma lei de 1973 estabeleceu que qualquer pessoa podia pedir a mudança do prenome sem explicações assim que completasse 18 anos de idade. Alguns estados permitiam que se fizesse isso diretamente no cartório. A maioria dos estados, porém, exigia ação judicial. Em qualquer caso, tal janela se fechava depois de um ano, assim que chegava o 19º aniversário.

Mais recentemente, em 2018, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) baixou uma norma que estendeu a mesma possibilidade aos transgêneros, tendo eles feito ou não a cirurgia de redesignação sexual. Nesse caso, o que muda nos documentos oficiais não é apenas o prenome, mas também o gênero da pessoa.

Em razão da nova lei, agora até os sobrenomes podem ser modificados. Nesse caso, porém, não há total liberdade. É preciso que, no cartório, o solicitante comprove ter relação direta com o sobrenome desejado. Pode-se adotar o sobrenome do padrasto ou da madrasta, do companheiro ou da companheira com quem se tem união estável registrada ou de algum antepassado, por exemplo. O cônjuge, inclusive, pode reaver o sobrenome de solteiro mesmo mantendo-se casado.

A registradora e professora Márcia Fidelis Lima, que é presidente da Comissão Nacional dos Notários e Registradores do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM), explica que, no passado, o nome precisava ser imutável porque o Estado identificava cada pessoa pelo nome e pela filiação. Não é mais necessariamente assim. Atualmente, isso é possível por meio do número de algum banco de dados unificado. Ainda que se mude o prenome, o sobrenome ou até o gênero, os números de RG, CPF e passaporte continuam sendo os mesmos.

— Em lugares públicos, já é mais comum que nos perguntem o CPF, e não o nome — ela diz. — O nome é o principal elemento qualificador da nossa personalidade perante a sociedade e, como tal, pode afetar o nosso bem-estar e criar problemas psicológicos. Já que não fomos nós que escolhemos o nome no nascimento, mas outra pessoa, é justo que ele não seja imutável e que nós mais tarde tenhamos o direito de modificá-lo se não estivermos satisfeitos.

Por segurança, as certidões de nascimento que são modificadas informam qual era o nome anterior (imagem: reprodução)

 

O presidente da Arpen Brasil, Gustavo Fiscarelli, lembra que a lei recém-aprovada permite que o registrador recuse a mudança de nome caso suspeite que o solicitante seja um criminoso que apenas deseja fugir das autoridades policiais ou judiciárias, por exemplo. Nesse tipo de situação, o caso é levado ao juiz, que autorizará ou não a alteração.

Quando um nome é trocado, diversos órgãos do poder público são informados, como as Secretarias de Segurança Pública, a Polícia Federal e a Justiça Eleitoral. Caso a pessoa seja parte em ações judiciais, os tribunais também recebem a informação, para que possam atualizar o nome nos processos.

Como medida de segurança, a nova certidão de nascimento precisa conter a informação de que o nome foi mudado e qual era o original. Isso só não se aplica aos transgêneros, para evitar-lhes constrangimentos. Nesse caso, a certidão de nascimento traz apenas o aviso de que o registro foi alterado, sem entrar em detalhes.

— A mudança de nome é uma questão que só afeta a parte interessada e não prejudica o Estado ou outras pessoas — continua Fiscarelli. — Mesmo assim, inúmeras demandas desse tipo galgavam três instâncias e chegavam ao Superior Tribunal de Justiça, gastando tempo e dinheiro público e inundando o Judiciário com questões que poderiam ser resolvidas nos cartórios de forma transparente, rápida e barata.

Cartório em Brasília: mudanças de nome agora podem ser feitas sem burocracia, diante do registrador, sem necessidade de pedido judicial (foto: CNJ)

 

A lei permite a mudança de prenome diretamente no cartório apenas uma vez. Caso a pessoa depois se arrependa ou queira uma nova alteração, ela necessariamente precisará de uma autorização judicial. No caso do sobrenome, não há limite para as modificações.

A norma também autoriza os pais a modificarem o nome do bebê recém-registrado. Isso pode acontecer em qualquer situação, como quando o pai escolhe um nome sem a concordância da mãe ou até mesmo quando ambos se arrependem da escolha. O prazo para a troca em cartório é de 15 dias após o registro, e o novo nome precisa ser consensual.

A Lei 14.382 se originou de uma medida provisória enviada pelo governo Jair Bolsonaro ao Congresso Nacional em dezembro de 2021 estabelecendo a modernização e a integração eletrônica dos cartórios (MP 1.085). A mudança de nomes, contudo, não aparecia na MP.

Entidades como a Arpen Brasil procuraram o Congresso para apontar a lacuna. O senador Telmário Mota (Pros-RR) concordou com os argumentos e apresentou uma emenda incluindo esse ponto na MP. A emenda foi aprovada sem oposição.

— Com o passar do tempo, novas demandas sociais surgem. O Parlamento precisa ser sensível para enxergá-las e tomar medidas que facilitem e melhorem a vida das pessoas. O que fizemos, nesse ponto específico dos nomes, foi uma mudança legislativa pequena com um impacto gigantesco na vida de muita gente — avalia Telmário.

Senador Telmário Mota, autor da emenda que desburocratizou a mudança de nome (foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)

 

A física Malu Ferreira, que tem 48 anos e vive em Brasília, também trocou de nome. Para aparecer nesta reportagem, ela preferiu ser identificada por um pseudônimo — Malu Ferreira não é seu nome real —, de modo a não criar mais atritos com os pais, que não ficaram felizes com a modificação. No caso dela, porém, a alteração se deu pela via judicial.

Malu conta que não teria apresentado em fevereiro seu pedido à Justiça se soubesse que em junho entraria em vigor uma lei permitindo o procedimento em cartório. A autorização para que abandonasse o nome antigo acaba de sair, após nove meses de espera e R$ 3.500 em gastos com advogado e taxas judiciais, sem contar os dissabores. Ela agora espera os novos documentos.

— A juíza fez tudo o que pôde para dificultar o processo. Ela estabeleceu que a mudança dependeria do consentimento do meu ex-marido, de quem sou divorciada há mais de 20 anos. E várias vezes tratou o meu desejo de mudar de nome como frescura, “mi-mi-mi”. Foi tudo muito humilhante — lembra.

Ela conta que começou a se apresentar como Malu na pré-adolescência, depois de descobrir que o nome original havia sido escolhido e registrado pelo pai sem consulta à mãe e por causa da filha pequena da família vizinha que tinha o mesmo nome.

— Quando eu soube dessa história, eu me perguntei por que meus pais não discutiram naqueles nove meses de gravidez qual seria o meu nome e também por que ele fez a escolha por causa de uma garota que era bonitinha. Foi muito frustrante. Senti que não estavam preocupados com a minha individualidade. Mas eu estava. Usando o nome antigo, eu me sentia fraca, sem personalidade. Eu sei que Malu é o meu nome de verdade porque com ele me sinto forte.

Fonte: Agência Senado

Deputado Luizinho Goebel é diplomado para o quinto mandato parlamentar pelo Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia

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O Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TER/RO) realizou, nesta quinta-feira (15), a solenidade de diplomação dos eleitos nas Eleições de 2022. A cerimônia formalizou o deputado estadual Luizinho Goebel (PSC/RO), eleito para o mandato de 2023-2026, para exercer seu quinto mandato na Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia (ALE/RO. Em solenidade realizada na tarde desta quinta-feira (15/12), às 17 horas, no auditório da Universidade São Lucas, localizado na Rua João Goulart, nᵒ 666, Bairro Mato Grosso, em Porto Velho.

Luizinho Goebel foi eleito deputado estadual em 2006 com 8.331 votos sendo o 15º colocado, e assumiu seu primeiro mandato na Assembleia Legislativa, em 2010 foi reeleito com praticamente o dobro dos votos 15.510 sendo o 6º mais votado. Foi membro da mesa diretora na legislatura e presidente da CCJ – Comissão de Constituição e Justiça e Redação. Em outubro do ano de 2018, Luizinho Goebel foi reeleito com 16.999 votos para um quarto mandato para a Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia. Goebel foi o terceiro mais votado da coligação que tinha MDB e PV.

Na última eleição deste ano de outubro de 2022, o deputado Luizinho Goebel (PSC) foi reeleito com 14.162 votos e foi o segundo mais votado dos candidatos do Cone Sul do Estado de Rondônia. “A diplomação confirma sua vitória perante as urnas, a confirmação pela Justiça Eleitoral de que você realizou uma campanha limpa, dentro da legislação eleitoral, e está apto a exercer mais um mandato. É um momento de muita alegria e gratidão”, disse o parlamentar.

Luizinho Goebel teve as contas de campanha aprovadas nesta segunda-feira, 12, mais uma confirmação de que trabalhou corretamente. “Foi uma campanha difícil, atípica, com poucos recursos, mas com muito trabalho para mostrar. Ao final, o povo reconheceu o nosso compromisso com o Cone Sul e todo o Estado de Rondônia, e nos elegeu para continuarmos na Assembleia Legislativa”, enfatizou.

Também na ocasião foram diplomados os deputados estaduais:

Laerte Gomes (PSD), Ieda Chaves (União Brasil), Ismael Crispin (PSB), Cirone Deiró (União Brasil), Ezequiel Neiva (União Brasil), Alex Redano (Republicanos), Marcelo Cruz (Patriotas), Dr Luis Do Hospital (MDB), Cássio Gois (PSD), Jean Oliveira (MDB), Delegado Lucas Torres (Progressistas), Luizinho Goebel (PSC), Affonso Candido (PL), Jean Mendonça (PL), Gislaine Lebrinha (União Brasil), Rosangela Donadon (União Brasil), Delegado Rodrigo Camargo (Republicanos), Pedro Fernandes (PTB), Alan Queiroz (Podemos), Ribeiro Do Sinpol (Patriotas), Cláudia De Jesus (PT), Edevaldo Neves (Patriotas), Drª. Taíssa Sousa (PSC), e Nim Barroso (PSD).

Texto e foto: Assessoria Parlamentar