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Crateras se abrem em trecho da BR-364 em Extrema e rodovia fica interditada

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Um trecho da BR-364 nas proximidades de Extrema (RO) foi interditado na noite deste domingo (19) após crateras se abrirem no meio da via em razão de fortes chuvas. Ainda não há previsão de quando a via será desobstruída. Uma repórter do g1 que se deslocava para Porto Velho registrou os buracos na via (veja imagens no final da reportagem). A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que a interdição nos dois sentidos da pista ocorre após um desbarrancamento nas laterais da pista. A corporação também disse que o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), que é responsável pela manutenção e reparo da via, já foi acionado. Segundo informações preliminares coletadas pelo g1 no local da interdição, há uma mulher em trabalho de parto esperando por atendimento.

 

G1 RO

NOA conclui segunda fase do Curso de Operações Aéreas

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O processo de seleção interna para o II Curso de Operações Aéreas –  COA, do Núcleo de Operações Aéreas – NOA concluiu a segunda Fase das seguintes provas: Teste de Aptidão Física – TAF, de Habilidades Específicas – THE e Testes de Aptidão de Tiro – TAT. A próxima fase será a realização do curso de formação com os candidatos aprovados. Os candidatos se tornarão operadores aerotáticos, e aptos a atuarem nas ações direcionadas às situações típicas de polícia de ordem pública, além de resgate aeromédico. O curso é promovido pelo NOA, que integra a Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania – Sesdec.

Realização de barra fixa

Conforme apresentado no edital, foram ofertadas 35 vagas para compor o quadro de alunos, sendo três para integrantes do NOA, 10 vagas para a Polícia Militar, 10 vagas à Polícia Civil, três vagas para o Corpo de Bombeiros Militar, duas vagas para a Polícia Penal e sete vagas a corporações Coirmãs e Forças Armadas.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha destacou a importância dos exercícios. “Esses testes de aptidão física garantem que eles estejam prontos para responder a qualquer emergência”, ressaltou.

Segundo o presidente da Comissão de Aplicação dos Testes, o agente de Polícia Civil, Hélio Calixto Ferreira, o objetivo dos exercícios é garantir que os membros do NOA estejam em forma física e prontos para responderem a qualquer situação de emergência.

Durante os testes físicos e de tiro, os candidatos foram submetidos a uma série de testes físicos rigorosos, incluindo corrida de resistência, barra fixa, isometria, flexão de braços, apneia estática, flutuação vertical, subida no cabo, oitava em pronação na barra fixa, aptidão de tiros entre outras; no total de 13 provas. Todos os testes foram projetados para testar a força, resistência e habilidades físicas dos membros da equipe.

Ruan Gladson vai representar Rondônia no Brasileiro de Judô

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O campeão voltou para os tatames, o servidor da Assembleia do Estado de Rondônia, lotado no gabinete do Deputado Estadual Nim Barroso (PSD), o porto-velhense Ruan Gladson, 22 anos, faixa preta, atleta da Banzai, vai representar pela sexta vez o estado no
Campeonato Brasileiro de Judô – Região IV, que acontecerá nos dias 01 e 02 de abril, em Brasília.

O atleta Ruan, que no ano de 2015, trouxe para PVH, o título de campeão Brasileiro de Judô, região IV, aproveitou o tempo de isolamento social em virtude da pandemia do COVID-19, para dedicar aos seus estudos e trabalho. “Mesmo com o fim do isolamento, resolvi apenas continuar a trabalhar e treinar só para manter o bem estar da minha saúde, afinal, o Covid infelizmente passou duas vezes por mim e graças a Deus, sem deixar sequelas!”.

Currículo

Com apenas 15 anos, Ruan Gladson trouxe para Rondônia a medalha de campeão Brasileiro de Judô, Região IV. O judoca já participou por duas vezes da etapa final do Brasileiro e da seletiva para compor a categoria de base da Seleção Brasileira.

Das competições realizadas pela FEJUR, Gladson subiu ao pódio em todas, sendo vice-campeão em um e, as demais, de campeão, chegando a ficar cinco anos invicto no Estado de Rondônia.

Nos Jogos Intermunicipais de Rondônia (JIR), onde participam atletas de outros estados, no ano de 2016, com apenas 16 anos, Ruan conquistou a medalha de prata, deixando escapar o título para o judoca de 27 anos do Estado do Mato Grosso.

Das cinco participações do atleta nos Jogos Escolares de Rondônia (JOER), ele ganhou as cinco vezes as fazes municipais (metropolitana) e quatro vezes a fase estadual, e ainda, uma conquista de vice-campeão.

“Quero agradecer o carinho que venho recebendo das pessoas que admiram o meu trabalho. Dedico todas as minha vitórias à vocês, em especial, aos que estão contribuindo para me manter lutando nos tatames do Estado à fora, entre eles, ao deputado Nim Barroso, a Banzai Judô, e os médicos L’U e Elifaz Cabral”, finalizou Ruan Gladson.

Fonte: Assessoria

Há 34 anos, último caso de poliomielite foi registrado no Brasil

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Eliminação da doença foi possível graças à imunização em larga escala

Há 34 anos, em 19 de março de 1989, o Brasil confirmava o último caso de poliomielite em território nacional, antes mesmo do último registro no continente americano. A conquista foi possível graças às ações de vacinação em larga escala, que conferiram aos brasileiros a certificação de eliminação da doença. O último registro ocorreu no município de Sousa (PB).

Também conhecida como paralisia infantil, a poliomielite é contagiosa. A doença causada pelo poliovírus pode infectar crianças e adultos, por meio do contato direto com fezes ou com secreções eliminadas pela boca das pessoas doentes. As consequências da poliomielite normalmente correspondem a sequelas motoras. Não há cura. Os principais efeitos da doença são ausência ou diminuição de força muscular no membro afetado e dores nas articulações.

“A vacinação é a única forma de prevenção. Todas as crianças menores de cinco anos devem ser vacinadas! Como resultado dessa grande imunização, o Brasil não registra a circulação de poliovírus selvagem desde 1990”, destaca a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Ethel Maciel.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), em 1975, antes da vacinação generalizada, quase 6 mil crianças ficaram paralisadas nas Américas, em razão da poliomielite. Há preocupação, no entanto, com a reintrodução do vírus diante da atual baixa cobertura vacinal contra a doença. A proteção nunca esteve tão baixa: em 2022, o percentual de vacinação foi de 72%. No ano anterior, 2021, foi menor ainda, pouco menos de 71%.

O Ministério da Saúde reforça a importância da vacinação contra a doença. Desde 2016, o esquema vacinal contra a polio passou a ser de três doses da vacina injetável – VIP (2, 4 e 6 meses) e mais duas doses de reforço com a vacina oral bivalente – VOP (gotinha).

Lançado em fevereiro, o Movimento Nacional pela Vacinação prevê ações de imunização com todas as doses do Calendário Nacional, em várias etapas. Essa ação é uma das prioridades do governo federal para reconstrução do Sistema Único de Saúde (SUS), da confiança nas vacinas e da cultura de vacinação do país.

Embora ocorra com maior frequência em crianças, a poliomielite também pode contaminar adultos que não foram imunizados. Por isso, é fundamental ficar atento às medidas preventivas, como lavar sempre bem as mãos, ter cuidado com o preparo dos alimentos e beber água tratada.

Nathan Victor
Ministério da Saúde

Bolsa Família em março tem maior valor médio da história e investimento recorde

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Mais de 21,1 milhões beneficiários recebem média de R$ 670,33 a partir de repasse de R$ 14 bilhões. Pagamentos têm início nesta segunda, 20/3, e contemplam o adicional de R$ 150 do Benefício Primeira Infância

O primeiro mês do calendário de pagamentos do novo Bolsa Família estabelece dois marcos inéditos na história dos programas de transferência de renda do Governo Federal. Em março, 21,1 milhões de famílias, dos 5.570 municípios brasileiros, receberão um valor médio de R$ 670,33, o maior já registrado. Em fevereiro, eram R$ 606,91. Além disso, os mais de R$ 14 bilhões de investimento representam o recorde mensal do programa.

Em sua nova versão, o Bolsa Família assegura o repasse mínimo de R$ 600 e traz como principal novidade o Benefício Primeiro Infância, que garante um adicional de R$ 150 a cada criança entre 0 e 6 anos na composição familiar. São 8,9 milhões de meninos e meninas nessa faixa etária, e um investimento de R$ 1,3 bilhão do Governo Federal. A base de dados de março registra, ainda, que 17,2 milhões das famílias têm como responsável uma mulher: 81,2% do total.

Vai ajudar muito porque sei que não vou mais dormir preocupada sem saber o que fazer para pagar a farmácia ou comprar uma coisa que as meninas pedem. O Bolsa Família para mim significa isso. A prioridade é cuidar das crianças”

Ana Cláudia das Neves, beneficiária do Bolsa Família em  Foz do Iguaçu (PR)

“Com essa ajuda, posso comprar comida e remédio para os meninos. O Bolsa Família é a renda fixa que tenho. Completo com bicos, em geral pegando roupa dos outros para lavar em casa quando aparece o serviço”, disse a pernambucana Maria José Silva de Freitas, de 41 anos, mãe solteira de quatro filhos e desempregada, que vive no Distrito Federal há mais de duas décadas.

A filha mais nova de Maria José, Gabriele, tem três anos e sofre com anemia. Segundo ela, o salto de R$ 600 para R$ 750 no repasse mensal vai ajudar significativamente. “Ela está tomando remédio desde o ano passado. Alimentação aqui em casa é o que dá. Não tem como escolher. É difícil. No posto falaram para dar verdura, fruta, mas nem sempre consigo. A mudança vai ajudar bastante. Posso agora deixar o remedinho dela comprado, sem ficar caçando alguém para me ajudar”, disse.

No Paraná, a dona de casa Ana Cláudia das Neves, de 48 anos, também se enquadra nesse grupo. Ela tem de fazer malabarismo para administrar o orçamento e sustentar os quatro filhos que vivem com ela e o marido numa casa simples na periferia de Foz do Iguaçu (PR). A principal fonte de renda da família é um benefício do INSS destinado a um filho com transtornos mentais e o dinheiro do Bolsa Família que priorizam para duas filhas, de um e quatro anos de idade.

As pequenas, adotadas de uma sobrinha dependente química, exigem cuidados médicos. A mais velha nasceu prematura de sete meses, é autista e não fala. A bebê tem bronquiolite. Para cuidar de todos, o orçamento não fecha. Sempre fica um débito de R$ 200, R$ 300 na farmácia. A perspectiva de ter mais R$ 300 no orçamento familiar já a autoriza a fazer planos de não mais ficar devendo à farmácia e de comprar outros itens que as crianças precisam.

“Vai ajudar muito porque sei que não vou mais dormir preocupada sem saber o que fazer para pagar a farmácia ou comprar uma coisa que as meninas pedem. O Bolsa Família para mim significa isso”, disse. A prioridade é cuidar das crianças. Se sobrar algum dinheiro, ela diz, a ideia é melhorar a alimentação comprando uma “misturinha”.

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PAGAMENTO ESCALONADO – Como habitual no Bolsa Família, o pagamento é escalonado. O cronograma tem início nesta segunda, 20/3, para beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 1. Os repasses seguem até o dia 31. A partir de junho, o valor investido crescerá e as famílias terão ainda mais proteção, pois haverá um adicional de R$ 50 a cada integrante da família com idade entre sete e 18 anos incompletos e para gestantes.

Mais do que uma ação de transferência de renda, o Bolsa Família é um instrumento da estratégia de redução da pobreza, de combate à fome e de promoção da educação e da saúde do Governo Federal. Até por isso, o programa volta a enfatizar condicionalidades estratégicas, como a exigência de frequência escolar para c1rianças e adolescentes de famílias beneficiárias, o acompanhamento pré-Natal para gestantes e a atualização do caderno de vacinação com os imunizantes previstos no Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde.

ESTADOS E REGIÕES – Bahia, São Paulo e Rio de Janeiro são os três estados com maior número de beneficiários do Bolsa Família em março. Na Bahia 2,56 milhões de famílias estão contempladas em 417 municípios, a partir de um investimento de R$ 1,6 bilhão. Em São Paulo há 2,55 milhões de beneficiários em 645 municípios, e um aporte de R$ 1,7 bilhão do Governo Federal. No Rio, são 1,8 milhão de famílias em 92 municípios, com repasse de R$ 1,2 bilhão.

No recorte regional, o Nordeste concentra o maior número de beneficiários do país. São mais de 9,73 milhões de famílias. O valor destinado ao pagamento nos 1.794 municípios da região supera R$ 6,3 bilhões. Desse valor, R$ 537 milhões são destinados ao Benefício Primeira Infância. Em média, cada família nordestina recebe R$ 662,63.

A segunda região com maior número de contemplados é a Sudeste. Lá, mais de 6,31 milhões de famílias serão atendidas em março com valor médio de R$ 669,77. Ao todo, R$ 4,2 bilhões serão repassados a lares de 1.668 municípios, sendo que R$ 403,24 milhões serão destinados ao pagamento do Benefício Primeira Infância.

A Região Norte reúne 2,59 milhões de famílias contempladas em 450 municípios. O valor médio do benefício é de R$ 685,97 e serão transferidos mais de R$ 1,7 bilhão. O Benefício Primeira Infância responde por R$ 187,35 milhões desse total.

Na Região Sul, mais de 1,41 milhão de famílias, em 1.191 municípios, receberão um benefício médio de R$ 682,91. O repasse é de R$ 962,39 milhões, dos quais R$ 109,40 milhões são destinados ao Benefício Primeira Infância.

Já a Região Centro-Oeste terá 1,13 milhão de famílias contempladas em 467 municípios. O benefício médio é o mais alto do país: R$ 688,73. Mais de R$ 776,25 milhões serão transferidos, com R$ 93,98 milhões voltados para o Benefício Primeira Infância.

QUEM RECEBE – O Bolsa Família é voltado para famílias em situação de vulnerabilidade econômica e social. Para serem habilitadas, elas precisam atender critérios de elegibilidade, como apresentar renda classificada como situação de pobreza ou de extrema pobreza. Com a nova legislação, têm acesso ao programa as famílias que têm renda de até R$ 218 por pessoa. As famílias precisam ter os dados atualizados no Cadastro Único e a seleção considera a estimativa de pobreza, a quantidade de famílias atendidas em cada município e o limite orçamentário.

INSCRIÇÃO – A inscrição pode ser feita em um posto de cadastramento ou atendimento da assistência social no município. Em caso de dúvidas sobre o Bolsa Família, confira perguntas e respostas sobre o programa.

Governo anuncia retomada do Mais Médicos para o Brasil

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São 15 mil novas vagas em 2023, com preferência na seleção para médicos brasileiros formados no país. O investimento é de R$ 712 milhões neste ano

O Governo Federal anuncia nesta segunda-feira, 20/3, a retomada do Mais Médicos para o Brasil, com a abertura de 15 mil novas vagas no programa. O evento de lançamento será no Palácio do Planalto, a partir das 11h, com participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A intenção é que até o fim do ano cerca de 28 mil profissionais estejam fixados em todo o país, principalmente em áreas de extrema pobreza. Com isso, 96 milhões de brasileiros terão garantia de atendimento médico na atenção primária, porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS). Com atuação nas unidades básicas de saúde, esse primeiro atendimento faz o acompanhamento da situação de saúde da população, prevenção e redução de agravos.

Do total de novas vagas para 2023, cinco mil serão abertas por meio de edital já neste mês de março. As outras 10 mil vagas serão oferecidas em um formato que prevê contrapartida dos municípios. Essa forma de contratação garante às prefeituras menor custo, maior agilidade na reposição do profissional e condições de permanência nessas localidades. O investimento por parte do Governo Federal é de R$ 712 milhões neste ano.

Podem participar dos editais do Mais Médicos para o Brasil profissionais brasileiros e intercambistas, brasileiros formados no exterior ou estrangeiros, que continuarão atuando com Registro do Ministério da Saúde (RMS). Os médicos brasileiros formados no Brasil têm preferência na seleção.

INCENTIVOS – Um dos desafios no atendimento às regiões de difícil acesso é a permanência dos profissionais. Levantamento feito pelo Ministério da Saúde indica que 41% dos participantes do programa desistem em busca de capacitação e qualificação.

Para reduzir essa rotatividade e garantir a continuidade da assistência, o Mais Médicos para o Brasil traz mais oportunidades educacionais e de formação. O médico que participa do programa poderá fazer especialização e mestrado em até quatro anos. Os profissionais também passarão a receber benefícios, proporcional ao valor mensal da bolsa, para atuarem nas periferias e regiões remotas.

Para apoiar a continuidade das médicas mulheres, também será feita uma compensação para atingir o mesmo valor da bolsa durante o período de seis meses de licença maternidade, complementando o auxílio do INSS. Para os participantes do programa que se tornarem pais, será garantida licença com manutenção de 20 dias.

O Mais Médicos também quer atrair os profissionais formados com apoio do Governo Federal. Os beneficiados pelo Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (FIES) que participarem do programa poderão receber incentivos, o que ajudará no pagamento da dívida.

Outro desafio é a ampliação da formação de médicos de família e comunidade, que são aqueles direcionados para o atendimento nas unidades básicas de saúde. Os médicos aprovados e que cumprirem o programa de residência em áreas remotas também receberão incentivos do Ministério da Saúde – incluindo profissionais do FIES.

HISTÓRICO – Criado em 2013 durante o governo da presidenta Dilma Rousseff, o Mais Médicos representou uma importante e inédita iniciativa no provimento de médicos. Nos últimos quatro anos, o programa sofreu com falta de incentivos. O ano de 2022 foi o período de maior desassistência profissional nos municípios desde o começo da série histórica.

O QUE É

COMO ERA

COMO FICA

Licença-maternidade

Deixa de receber a bolsa durante o período de licença, passando a receber auxílio do INSS

Recebe a bolsa para completar o valor do auxílio do INSS durante o período de até seis meses

Licença-paternidade

Sem previsão de afastamento

Recebe a bolsa durante o período de até vinte dias

Incentivo de fixação (ao permanecer ao menos 36 meses)

Não há

Pode receber adicional de 10% a 20% da soma total das bolsas de todo o período que esteve no programa, a depender da vulnerabilidade do município.

Incentivo de fixação para médico do FIES (ao permanecer pelo menos 12 meses)

Não há

Pode receber adicional de 40% a 80% da soma total das bolsas de todo o período que esteve no programa, a  depender da vulnerabilidade do município. Será pago em quatro parcelas: 10% por ano durante os três primeiros anos, e os 70% restantes ao completar 48 meses

Incentivo para o médico do FIES residente de Medicina de Família e Comunidade

Não há

Vagas para os médicos-residentes de Medicina de Família e Comunidade que foram beneficiados pelo FIES, auxiliando no pagamento total do valor da dívida

Tempo de Participação no Programa

Ciclo de três anos, prorrogável por igual período

Ciclo de quatro anos, prorrogável por igual período

Oferta Educacional

Especialização

Especialização, Mestrado ou Aperfeiçoamento

Pontuação adicional de 10% na seleção de programas de residência

Não há

Será concedida aos médicos que concluírem a Residência de Medicina de Família e Comunidade

Agevisa reforça a importância do tratamento completo contra a tuberculose, em Rondônia

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A Agência de Vigilância em Saúde – Agevisa promove de 20 a 24 deste mês, a Semana de Combate à Tuberculose, evento que tem seu ápice no dia 24, quando é comemorado o Dia Mundial de Combate à Tuberculose, em homenagem aos cem anos do descobrimento do bacilo causador da doença, pelo médico alemão Robert Koch. Este ano, a Agevisa terá um enfoque especial voltado aos riscos do abandono quanto ao tratamento.

Para garantir o êxito dos eventos que serão realizados durante a Semana da Tuberculose, o governador Marcos Rocha reforça  as orientações da Agevisa. “O combate a essa doença merece especial atenção dos profissionais de saúde e da sociedade como um todo. Vamos orientar para que a pessoa com os sintomas procure de imediato uma unidade de saúde e inicie o tratamento, que é gratuito, e principalmente, não abandonar antes de seis meses”, alertou o governador.

A  tuberculose ataca principalmente os pulmões – forma pulmonar, mas também pode ocorrer em outras partes do corpo, como olhos, ossos, rins e pele – extrapulmonar. O diretor-geral da Agevisa, Gilvander Gregório de Lima chamou a atenção para que o paciente com tuberculose “tome sua medicação todos os dias durante todo o tratamento, que dura pelo menos seis meses, mas que em alguns casos pode chegar a um ano. Com dois a três meses de tratamento, o paciente já se sente bem melhor, começa a ganhar peso, acha que já está curado e abandona a medicação. É sobre o perigo que isso representa, que vamos alertar a sociedade”, assegurou.

No dia 24 de março, a Agevisa vai promover um pit stop em frente ao Palácio Rio Madeira, na Avenida Farquar, quando serão distribuídos materiais informativos sobre a doença, como se prevenir, tratar, como se dá o contágio, onde procurar atendimento.

O objetivo é fazer uma mobilização e sensibilização a respeito da tuberculose, doença que registra cerca de 70 mil novos casos por ano em todo o País. No Brasil estão concentrados 80% da carga mundial de tuberculose.

No ano passado foram registrados 588 novos casos em Rondônia, dos quais 503 da forma pulmonar, a mais comum. De acordo com a enfermeira Nilda Barros, “toda pessoa que apresente sinais e sintomas suspeitos deve procurar a Unidade Básica de Saúde mais próxima de sua residência, para avaliação, diagnóstico e tratamento precoce”. Na segunda-feira (20), às 9h, haverá cerimônia de abertura da Semana de Combate à Tuberculose no auditório da Agevisa, no Palácio Rio Madeira.

FPM: CNM divulga nota com valores do segundo repasse de março e alerta sobre gestão dos recursos

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As prefeituras partilham na próxima segunda-feira, 20 de março, o segundo repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O valor transferido será de R$ 1,1 bilhão, já descontada a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Historicamente, o segundo decêndio é o menor do mês e representa em torno de 20% do valor esperado para março.

Apesar disso, o levantamento feito pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) de acordo com os dados da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) identificou crescimento de 20,16% em termos nominais em relação ao mesmo período do mês de março do ano passado. Também levando em conta este cenário, o percentual oscila para 17,22% quando é desconsiderada a inflação.

Já o acumulado do mês, em relação a março de 2022, indicou crescimento de 5,42% e o total de repasses até o segundo decêndio de março deste ano apresentou aumento de 9,12% em termos nominais se comparado ao ano anterior.

Alerta da CNM
Embora os cenários comparativos estejam apresentando percentuais positivos, a CNM pede muita cautela aos gestores na administração dos recursos. Isso por conta da preocupação com a divulgação do resultado do censo demográfico pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) prevista para abril que pode impactar negativamente nos repasses do FPM de vários Municípios.

Em reunião com os gestores neste mês na sede da CNM, o presidente Paulo Ziulkoski e prefeitos de todo o país decidiram intensificar a atuação da Confederação no Congresso Nacional e no Supremo Tribunal Federal (STF) para minimizar possíveis diminuições de recursos do FPM. “Temos que encontrar um consenso em duas frentes: a primeira agindo no Supremo dentro dos princípios da lei, o que for possível juridicamente fazer por meio do amicus curiae e tentar uma audiência com o ministro Lewandowski após o censo. A outra é fazer uma emenda no Congresso ao PL 139/2022. Nós temos a oportunidade de acertar isso de agora até a Marcha e temos que encontrar uma solução que seja global”, defendeu o presidente da CNM na ocasião.

Confira mais informações sobre o repasse do FPM na nota produzida pela Confederação clicando aqui. 

Assessoria AROM

Trânsito de equídeos sem GTA é infração grave e pode levar a transmissão de zoonoses sem cura, alerta Idaron

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Proprietários de equídeos devem evitar o trânsito de seus animais para locais cuja situação sanitária seja desconhecida.

 

O Governo do Estado, através da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril de Rondônia – Idaron, alerta para os riscos do trânsito de equídeos sem o devido controle sanitário, que é garantido pela emissão da Guia de Trânsito de Animais – GTA. A razão para esse controle se apoia no fato de que, no ato da emissão da GTA, exige-se a apresentação dos exames negativos de Anemia Infecciosa Equina e Mormo.

“O trânsito irregular de animais, além de ser infração grave, é a maior forma de transmissão de zoonoses infectocontagiosas, como o mormo, por exemplo”, destaca o coordenador estadual do Programa Nacional de Sanidade dos Equídeos, Fabiano Benitez Vendrame.

O alerta é reforçado em decorrência da recente confirmação de três casos de mormo em Rondônia, em propriedades distintas. “Há cinco anos não havia registro da ocorrência de mormo no estado, porém, nos últimos dois meses já foram registrados três casos da doença: um em Porto Velho e dois em Presidente Médici”, afirma Benitez.

O mormo é uma zoonose infectocontagiosa causada pela bactéria Burkholderia mallei que acomete equídeos (cavalos, burros e mulas) e pode ser transmitida eventualmente ao ser humano. “A doença pode ser transmitida a humanos pelo contato com animais infectados”, alerta o fiscal agropecuário.

TRANSMISSÃO

Para reforçar o alerta, Fabiano Benitez salienta que o principal fator de propagação da doença é o trânsito de animais sem exames de anemia e mormo, exigência que se faz durante a emissão da GTA, “principal ferramenta para o controle dessa zoonose”.

Para fins de trânsito dos equídeos, como forma de garantia da situação sanitária, a Idaron fiscaliza a execução de cerca de 10 mil exames laboratoriais por ano. “Sendo o resultado negativo, os cavalos, burros ou mulas são liberados para trânsito, por meio da GTA”, acentua.

A transmissão pode acontecer com o contato de animal para animal, no compartilhamento de bebedouros, comedouros e de forma aerógena.

CUIDADOS

Para mitigar riscos de contágios, é importante que os produtores rurais fiquem atentos e evitem transitar com seus animais por locais ou propriedades onde se desconheça a situação sanitária da tropa, ou seja, dos equídeos que ali se encontram. “Essa é uma medida muito importante, vez que a doença não tem cura e fatalmente resultará no sacrifício do animal, além de ser uma zoonose que no ser humano também é incurável”, enfatiza Fabiano Benitez.

Nos casos confirmados da doença, os técnicos da Agência Idaron vém adotando as medidas de saneamento das propriedades onde houve o foco, com a realização de dois exames consecutivos, com intervalo de 30 dias, e saneamento das propriedades vizinhas em que há a criação de equinos, asininos e muares. “Os animais afetados pela zoonose são necropsiados, para coleta de material, visto que ainda há escassez de conhecimento científico na epidemiologia da doença”, finaliza Benitez.

Corumbiara recebe mais 11 tubos armcos destinados pelo deputado Ezequiel Neiva

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O deputado Ezequiel Neiva (União Brasil) destinou mais uma remessa de bueiros armcos (tubos metálicos), a fim de melhorar a infraestrutura das estradas na região, garantindo o escoamento da produção agropecuária e o transporte escolar. Os tubos foram solicitados pelos vereadores Solon, Zé Viola, Narcelo, Bagunça e João Valadão.

O deputado explica que os tubos armcos já foram encaminhados para o município, que ficará responsável pelas instalações. “Necessitamos investir cada dia mais nas estradas e na infraestrutura para facilitar o escoamento da produção na região”, destacou o deputado ao frisar que está cada vez mais difícil o acesso à madeira e que os tubos têm duração aproximada de 50 anos.

Com o novo recurso destinado, o município de Corumbiara somará a quantidade de 28 bueiros metálicos. A responsabilidade da instalação dos tubos é da prefeitura de cada município contemplado. “A parceria com o governo vem mostrando os resultados positivos para a nossa população. Agradeço ao apoio do governador Marcos Rocha”, explicou Ezequiel Neiva ao falar sobre a importância do trabalho conjunto entre o governo, prefeitura e o legislativo.

Além de Corumbiara, no Cone Sul do estado, o deputado está atendendo o município de Vilhena com 11 tubos armcos e Cerejeiras com outros sete bueiros. O investimento nos três municípios é de aproximadamente R$ 1,5 milhão.

Pontos de instalação em Corumbiara

  • Travessão senhor Isaque da linha 04 para linha 05.
  • Linha Alzira (Abatedouro de Frango) KM 3,1 da Linha mestre MC.
  • Travessão professor Ademir Guarajus KM 0,400; linha mestre 04 esquinas com a 3ª eixo.
  • Travessão senhor Geraldo Vitor sentido 4ª eixo KM 0,300; Linha mestre travessão do senhor Osvaldo.
  • Linha MC-01 Assentamento Zé Bentão, sentido Chupinguaia próximo ao senhor Inácio, P.A Zé
  • Bentão; Linha Mestre.
  • Linha 05 – Nova Fátima
  • Linha MC-01 Assentamento Zé Bentão, sentido Chupinguaia, próximo ao senhor Inácio, P.A Zé Bentão; Linha Mestre.
  • Linha 02-F, km 4,96 – Vitória da União

Texto e foto: Assessoria parlamentar