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Pomadas capilares: Anvisa define produtos que poderão voltar ao mercado

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Fachada do edifício sede da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Agência autoriza a volta de uma lista restrita de pomadas capilares ao mercado. Investigações seguem com foco nos produtos relacionados aos eventos adversos graves.

A partir dos avanços da investigação em andamento, a Anvisa definiu uma lista de pomadas para trançar, modelar ou fixar cabelos autorizadas a voltar ao mercado.

A Agência manteve a interdição cautelar para os produtos que não estiverem incluídos na lista de produtos autorizados, considerando os relatos de eventos adversos graves relacionados a intoxicação ocular (Resolução – RE 914, de 17 de março de 2023).

Apesar da continuidade da investigação, o trabalho técnico já identificou que a maioria dos produtos que causaram efeitos adversos oculares graves apresenta altas concentrações da substância Ceteareth-20. Dessa forma, como medida de precaução, a Anvisa decidiu manter a interdição cautelar para os produtos que estejam nessa condição, permitindo a exclusão dessa medida cautelar e o retorno ao mercado de parte dos produtos que possuem essa substância abaixo da concentração de 20% em suas fórmulas.

O Ceteareth-20 é amplamente utilizado em formulações cosméticas como agente emulsionante (usado para misturar líquidos que não se misturam).

Ainda como decorrência da investigação, foram reavaliados os processos de regularização de vários produtos, o que resultou no cancelamento de mais de 600 processos. Além disso, foram publicadas medidas de fiscalização para produtos específicos e identificadas as pomadas que possuem concentração de Ceteareth-20 igual ou maior que 20% em suas formulações. Assim, do total de cerca de 2.500 produtos regularizados inicialmente, existem atualmente cerca de 930 produtos em condições de voltar ao mercado.

Desde o início do ano e como parte da investigação, a Anvisa já cancelou a autorização de 635 produtos por motivos como uso de ingrediente não autorizado ou fora do limite, ausência de declaração do responsável técnico da empresa e não apresentação de estudos e testes solicitados.

Veja na íntegra as resoluções publicadas nesta segunda-feira (20/3):

– Resolução RE 913/2023 – Revoga a Resolução-RE 475, de 9 de fevereiro de 2023, que interditou todas as pomadas capilares.

– Resolução RE 914/2023 – Mantém a interdição das pomadas que não estejam na lista de produtos autorizados da Anvisa.

Entenda

A decisão inicial de interdição cautelar de todas as pomadas para trançar, modelar ou fixar cabelos foi adotada devido ao crescente número de relatos de casos de eventos adversos graves notificados à Agência e à aproximação das festas de Carnaval. Nessas festividades, o uso de penteados tende a aumentar, tornando necessária a adoção de medidas sanitárias efetivas e urgentes para que não ocorressem novos surtos de intoxicação ocular.

Contudo, considerando que esse cenário inicial foi ultrapassado e diante das diligências e investigações realizadas, foi possível reavaliar a medida de interdição cautelar de todos os produtos. Assim, a Anvisa decidiu manter fora do mercado, como medida de precaução, apenas os produtos que deram causa aos eventos adversos graves, além daqueles cujos processos de regularização sanitária estão em desacordo com as normas vigentes e os que possuem a concentração de Ceteareth-20 ≥ 20%.

Portanto, os produtos liberados são aqueles que possuem em sua composição concentração menor que 20% do ingrediente Ceteareth-20, que não tiveram relatos de eventos adversos graves e cujos processos de regularização não tenham sido cancelados pela Agência.

A Anvisa continuará a monitorar todos os casos de efeitos adversos associados às pomadas capilares e atuará sobre aquelas que venham a ocasionar novos eventos.

Próximos passos

Em decorrência da publicação da Resolução – RE 914/2023, a Diretoria Colegiada da Agência também determinou, como medida de interesse sanitário, que as empresas responsáveis pela regularização das pomadas para trançar, modelar ou fixar cabelos que estiverem incluídas na lista de produtos autorizados anexem aos respectivos processos, no prazo de 30 dias, um Termo de Responsabilidade declarando, após criteriosa avaliação do produto pelo qual se responsabilizam, que o produto não esteve envolvido em qualquer evento adverso grave desde sua entrada no mercado, bem como que garantam a sua qualidade e segurança.

A ausência de apresentação do Termo de Responsabilidade no prazo estabelecido pela Anvisa ensejará a retirada do produto da lista de produtos autorizados.

Ainda por meio do Despacho 30, de 17 de março de 2023, a Diretoria Colegiada decidiu antecipadamente, diante do iminente risco à saúde, a retirada do efeito suspensivo dos eventuais recursos administrativos que forem interpostos em face da Resolução – RE 914/2023, bem como das resoluções de cancelamento de registro editadas a partir de 1º/12/2022, relacionadas às pomadas para trançar, modelar ou fixar cabelos.

Para facilitar o entendimento e a divulgação sobre o modo de uso adequado dos produtos, as empresas devem desenvolver plano de comunicação e manter ações informativas para orientar os profissionais e usuários acerca da quantidade do produto e da forma de sua utilização.

As investigações continuam, com análises laboratoriais dos produtos, avaliação de processos de fabricação, inspeção aos fabricantes, adoção de medidas regulatórias específicas, reuniões com especialistas de notório saber no tema, interação com autoridades sanitárias internacionais e acompanhamento das notificações de eventos adversos relacionados às pomadas para modelar, trançar ou fixar cabelos.

Saúde e Vigilância Sanitária

MPC MPF e MPT/PRT 14 alertam municípios rondonienses sobre transferência da gestão na saúde á iniciativa privada

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O Ministério Público de Contas de Rondônia (MPC-RO), o Ministério Público do Trabalho/Procuradoria Regional do Trabalho – 14ª Região RO-AC (MPT/PRT14) e o Ministério Público Federal (MPF) emitiram, de modo conjunto, uma nova notificação recomendatória, na última quinta-feira (9/3), desta vez direcionada a todos os municípios rondonienses alertando sobre os cuidados e medidas impostos em face da possibilidade de transferência da gestão de unidades de saúde pública à iniciativa privada.

A notificação leva em consideração casos de iniciativas ou efetivação da terceirização dos serviços públicos de saúde no âmbito municipal, como ocorreu recentemente no município de Vilhena, cuja Prefeitura decretou, no dia 24 de janeiro deste ano, emergência de saúde pública naquela localidade.

Ocorre que, no mesmo dia, foi celebrado convênio cujo objeto era a prestação de serviços complementares ao Sistema Único de Saúde (SUS), de forma integrada para manutenção e ampliação da assistência à saúde em Vilhena.

Tendo em vista situações como a registrada em Vilhena, assim como indicativo de que outros municípios rondonienses estariam agindo no mesmo sentido, os órgãos ministeriais emitiram a Notificação Recomendatória Conjunta Circular nº 005/2023/MPC/MPT/MPF (acesse aqui).

O documento se fundamenta, entre outros pontos, na prevenção a possíveis prejuízos à política do SUS, já que cabe ao poder público demonstrar o nexo de causalidade e não a mera conveniência da transferência do serviço público de saúde para a iniciativa privada, garantindo a economicidade e eficiência, com transparência dos serviços e prevenção de possíveis fraudes na gestão, conforme consta na notificação.

Ainda nesse sentido, são citados casos de formalização de contrato de gestão por municípios rondonienses, os quais têm chegado ao conhecimento dos Ministérios Públicos, e, a julgar pela forma questionável de efetivação, devido à falta de prévio chamamento público para fins de seleção e outras possíveis desconformidades, indica que a escolha da contratada pode ter se restringido a motivos de conveniência e oportunidades, ou até mesmo sido arbitrada, livre e sem motivação. Portanto, não se alinha ao regime jurídico-administrativo pátrio, mesmo sob alegação de situação de emergência ou calamidade pública.

PARÂMETROS

Na notificação, MPC, MPT/PRT14 e MPF ressaltam que a pretensão de se transferir a gestão da saúde deve, previamente, ser submetida a amplo debate público, envolvendo a sociedade civil, conselhos de classes, presidentes de associações de bairros, sindicatos e servidores públicos da saúde municipal e, especialmente, à deliberação do Conselho Municipal de Saúde, em respeito ao controle social.

Orientam, ainda, quanto à necessidade de a gestão municipal justificar, de modo objetivo, que foram observados os termos contidos no voto do Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, na ADIN/DF 1923, o qual estabeleceu parâmetros constitucionais que devem ser obedecidos pelos entes federativos, como, por exemplo, a contratação das organizações sociais e de pessoal ser conduzida de forma pública, objetiva e impessoal.

Seguindo o que recomenda a notificação, ainda é necessário instaurar o cabível processo licitatório, por meio de chamamento público, com a finalidade de selecionar a proposta mais viável técnica e economicamente, por se tratar de prática que melhor coincide com o regime jurídico-administrativo pátrio.

Outros pontos enfatizados pelos MPs referem-se à verificação de previsão no Plano Plurianual (PPA), na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA), assim como a demonstração prévia da existência de medidas previstas e adotadas para suprir a eventual demanda remanescente, normalmente não contemplada pelas terceirizações, e ainda a exigência de profissionais capacitados em eventual contratada, para determinadas rotinas profissionais de hospitais e unidades de pronto-atendimento (UPAs), os quais requerem habilidades técnicas específicas.

Desse modo, os órgãos ministeriais estabelecem, na notificação, uma série de diretrizes aos municípios rondonienses relativamente à prestação do serviço público de saúde pela entidade conveniada, incluindo questões jurídico-legais, administrativas, orçamentárias, financeiras, fiscais, econômicas, trabalhistas, previdenciárias, entre outras.

Indígenas ficam desabrigados após rio transbordar e alagar aldeia em Rondônia: ‘ninguém nem dorme mais’

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Parte dos moradores saíram do local quando o rio começou a transbordar e outros continuam na Terra Indígena, mudando de local sempre que a água se aproxima.

O rio Jaci Paraná transbordou e deixou parte da Terra Indígena (TI) Karipuna alagada durante o fim de semana. Alguns indígenas se deslocaram até Porto Velho e outros continuam na TI, mudando de local sempre que a água se aproxima.

“Começou a encher, encher e passou do limite [o rio]. Somos 62 e duas [pessoas] e no momento temos 23. O rio está subindo e a gente está subindo pra onde tem terra”, informou o cacique André Karipuna ao g1.

De acordo com o cacique, a água começou a subir no fim da última semana. Ele registrou imagens aéreas do território alagado, incluindo o local onde o povo vive. Parte dos moradores, sobretudo idosos, saíram do local quando o rio começou a transbordar.

“A senhora mais velha da aldeia Karipuna, a casa dela está debaixo da água e foi feita agora, tem menos de um ano. Ela tem mais de 70 anos. Ninguém nem dorme mais porque a água está subindo e a gente está no corre-corre”, relata uma das moradoras.

Segundo os indígenas, órgãos como a Defesa Civil e o Ministério Público Federal (MPF) foram acionados para prestar apoio. O g1 entrou em contato com os dois órgãos citados, além da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), mas não obteve retorno até a última atualização desta matéria.

O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) informou que está “em contato permanente com o povo” e “à disposição para acionar a ajuda que for necessária”.

TI Karipuna

 

A Terra Indígena Karipuna tem mais de 150 hectares e seu território é dividido entre Porto Velho e Nova Mamoré (RO). Apenas um povo indígena vive no local: os Karipunas de Rondônia.

O território fica à margem esquerda do rio Jaci Paraná – afluente do rio Madeira – e tem outras fontes de água próximas, como o rio Formoso e os igarapés Fortaleza, Juiz e Água Azul.

G1-RO

Farmácia Básica Municipal oferece medicamentos gratuitos e orientação aos pacientes para prevenir doenças e promover a saúde ?

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A Farmácia Básica Municipal é um centro de distribuição de medicamentos que faz parte do Sistema Único de Saúde (SUS), que distribui medicamentos básicos gratuitamente, contribuindo para a promoção da saúde e prevenção de doenças, e orienta pacientes sobre seu uso correto e possíveis efeitos colaterais.

 

A Farmácia Básica Municipal oferece uma variedade de medicamentos para tratar problemas de saúde comuns na população, incluindo hipertensão, diabetes, problemas vasculares, tratamentos psiquiátricos, analgésicos, anti-inflamatórios e antibióticos. Também fornece treinamento farmacêutico para pacientes que precisam usar insulina pela primeira vez.

 

Os medicamentos disponibilizados seguem uma padronização e são selecionados com base em critérios epidemiológicos pela equipe de farmacêuticos e médicos, considerando as necessidades da atenção primária. Atualmente, a farmácia está com cerca de 80% do estoque completo

 

A Farmácia disponibiliza uma lista com todos os medicamentos disponíveis na unidade, o que facilita a prescrição por parte dos médicos e permite que os pacientes tenham acesso aos medicamentos necessários. A lista pode ser acessada por meio do link do Google Drive

Lista de Medicamentos da Farmácia Municipal.docx

ou através do QR code disponível na imagem, que também pode ser encontrado nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

 

Para receber os medicamentos, o paciente precisa apresentar a prescrição médica e o cartão do SUS, sendo necessário também um documento de identificação para remédios de controle especial. A Farmácia Básica está localizada na Av. Benno Luiz Graebin, n° 4311, no Jardim das Oliveiras, e funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 18h, sem interrupção. Em caso de dúvidas, é possível entrar em contato pelo telefone (69) 3321-1950.

Lembrando que os medicamentos marcados em amarelo são de controle médico.

Semcom

Caminhão itinerante da Energisa chega amanhã

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O Caminhão Nossa Energia estará no município de Vilhena nos dias 21, 22 e 23 de março

O Nossa Energia é uma iniciativa da Energisa que usa experimentos e jogos interativos em um caminhão itinerante para conscientizar a população sobre o uso eficiente da energia. Adultos e crianças podem participar das atividades gratuitamente.

Além do caminhão, o município também será contemplado com ações do Programa de Eficiências Energética (PEE) como a troca de 400 lâmpadas por modelos em LED, que são mais eficientes, e a troca de 30 geladeiras por modelos mais novos e econômicos.  A substituição dos equipamentos   contemplará famílias de baixa renda, inscritas no programa de  Tarifa social.

Confira a programação abaixo.

Caminhão Nossa Energia em Vilhena 

– Dia 21 de março : Escola Maria Arlete Toledo (Rua Ana Neri, 6361, setor B, Alto Alegre 10) .  Das 8h às 16h

– Dia 22 de março: Escola Cristo Rei ( Avenida Melvin Jones).  Das 8h às 16h.

– Dia 23 de março: Escola Luiz Eduardo Silva (Rua José Honório Ramos, 1797, Parque Cidade Jardim). Das 8h às 16h.

 

Assessoria/Energisa

INDICADORES: preço do café arábica inicia a segunda-feira (20) com queda de 1,30%

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O milho iniciou a segunda-feira (20) registrando mais uma queda no preço do produto, com a saca de 60 quilos sendo vendida a R$ 85,24

A saca de 60 quilos do café arábica iniciou a segunda-feira (20) com queda de 1,30% no preço. O produto é vendido a R$1.113,46 na cidade de São Paulo. O  café robusta também iniciou o dia em baixa, com a saca sendo comercializada a R$ 610,32 para retirada no Espírito Santo. Uma leve queda de 0,81%.

O açúcar cristal iniciou o dia com baixa de 0,32% no preço e o produto é vendido a R$ 132,26 em São Paulo. O valor da saca de 50 quilos, sem impostos, para retirada em Santos, no litoral paulista, também iniciou o dia registrando queda de 1,40% e a mercadoria é comercializada a R$ 139,10.

Já o milho iniciou a segunda-feira (20) registrando mais uma queda no preço do produto. A saca de 60 quilos do milho é vendida a R$ 85,24. O valor representa uma queda de 0,15%, de acordo com informações do Cepea.

https://brasil61.com/n/indicadores-preco-do-cafe-arabica-inicia-a-segunda-feira-20-com-queda-de-1-30-pagr233943

Deputado Federal Maurício Carvalho apresenta Projeto de Lei em defesa dos consumidores brasileiros

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“Embora o telemarketing deva ser respeitado como profissão, é fundamental que ele seja regulamentado para evitar a violação dos direitos à privacidade e o direito ao sossego do consumidor”

Na quarta-feira, 15 de março, foi comemorado o  “Dia do Consumidor”, o Deputado Federal Maurício Carvalho apresentou Projeto de Lei que visa proteger a privacidade e a inviolabilidade dos dados dos consumidores brasileiros.

“Apresentei o projeto de lei 1173/23 para criar um Cadastro Nacional de Bloqueio de Ligações de Telemarketing visando proteger os consumidores dos excessos de ligações e incluir outras áreas de serviços além das financeiras e de telefonia”, acrescentou o deputado.

O Projeto de Lei 1173/23 se baseia em iniciativas bem sucedidas, como o “Não Me Ligue” e o “Me Respeite” de São Paulo e Distrito Federal. O objetivo principal do projeto é criar o Cadastro Nacional de Bloqueio de Ligações de Telemarketing, que inclui como prática abusiva qualquer tipo de contato com os números dos cidadãos cadastrados.

“Embora o telemarketing deva ser respeitado como profissão, é fundamental que ele seja regulamentado para evitar a violação dos direitos à privacidade e o direito ao sossego do consumidor.” destacou o Maurício Carvalho

Além disso, o parlamentar ressaltou que essa causa é uma luta que sempre foi importante para sua irmã e ex-deputada federal, Mariana Carvalho. Assim como ela, ele entende a relevância de defender e lutar pelos direitos dos consumidores.

“Como legislador, acredito que temos a responsabilidade de garantir que os direitos dos consumidores sejam protegidos e respeitados. Reconheço e valorizo o trabalho da minha irmã, que trabalhou incansavelmente na defesa dos direitos do consumidor durante seus 8 anos de mandato como deputada federal. Hoje, como parlamentar, pretendo dar continuidade a esse legado e trabalhar para que as leis que protegem os consumidores sejam cumpridas.” acrescentou o deputado

O deputado conta com o apoio de seus colegas para fazer as emendas necessárias e garantir a aprovação do projeto para que os direitos de todos os consumidores brasileiros sejam protegidos sob qualquer circunstância.

Vera Paixão e Brígida Amanda participam de roda de conversa sobre atuação feminina nas carreiras jurídicas

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No encontro, as profissionais partilharam experiências, abordadas nos temas de carreira e gênero; carreira e maternidade; igualdade salarial e a interrupção de fala das mulheres (manterrupting) em atos jurídicos processuais

A vice-presidente da OAB-RO, Vera Lúcia Paixão, e a presidente da Comissão de Igualdade Racial, Brígida Amanda, participaram de uma roda de conversa com o tema a respeito de paridade, equidade de gênero, conquistas e obstáculos da atuação feminina nas carreiras jurídicas, na noite da última quinta-feira (16), no auditório do Ministério Público de Rondônia, em Porto Velho.

No encontro, as profissionais partilharam experiências, abordadas nos temas de carreira e gênero; carreira e maternidade; igualdade salarial e a interrupção de fala das mulheres (manterrupting) em atos jurídicos processuais.

Mediadora dos trabalhos, a Promotora de Justiça com atribuições no Juizado da Violência Doméstica e Tribunal do Júri – Feminicídio, Tâmera Padoin Marques Marin, falou da importância da atividade como mais um movimento em direção ao empoderamento de mulheres, tão reivindicado pela sociedade atual e também necessário no âmbito do sistema de Justiça.

Também estavam presentes:  a Desembargadora aposentada Zelite Andrade Carneiro, integrante da primeira turma de Membros do MPRO e a Juíza do Poder Judiciário do Acre Rosilene Santana Souza, filha de trabalhadores rurais que deixou o sertão da Bahia para perseguir o sonho da Magistratura.

A Promotora citou dados do universo das carreiras jurídicas, mencionando que embora mulheres ocupem quase metade dos cargos no Ministério Público e Magistratura e superem o número de homens inscritos na OAB, sua presença em posições de liderança ainda é pouco expressiva. Como exemplo, citou composições de tribunais superiores e dos conselhos do Judiciário e MP brasileiros.

Vera Lúcia Paixão – Advogada com 41 anos de experiência, Vera Lúcia Paixão relatou ter vivido intercorrências relacionadas ao gênero no início da carreira, no Município de Ji-Paraná, então Vila de Rondônia. A vice-presidente da Ordem contou ter recebido voz de prisão ao prestar atendimento a um cliente que recebia tratamento inadequado na delegacia. Foi o primeiro caso de um advogado preso no exercício da função no Estado. “Em pouco tempo, chegaram 16 colegas no local. Sempre recebi muito apoio e acolhimento da Ordem. O mais importante é pensarmos que cada mulher deve estar onde ela quiser estar”, declarou.

Brígida Amanda – Presidente da Comissão de Igualdade Racial da OAB, a advogada Brígida Amanda apresentou suas percepções sobre os desafios das novas gerações nas carreiras jurídicas, mencionando as dificuldades enfrentadas no cotidiano.

Especialista em Direito de Família, disse ter desenvolvido um olhar para questões de gênero a partir dos casos em que trabalhou. “Hoje, me considero feminista e ativista, mas isso nunca foi um projeto. Minha advocacia é exercida em prol das mulheres. Algumas histórias em que fui atuando fizeram com que tivesse que tomar um partido. Senti que foi necessário”, pontuou.

Ao final do evento, Tâmera Padoin Marques Marin sublinhou a importância das mulheres no sistema de Justiça, ressaltando a capacidade feminina e a contribuição que prestam, como integrantes do tecido social, destinando um olhar mais sensível, diverso e plural às causas em que atuam. “Ter a presença de mulheres em carreiras jurídicas aprimora o fazer da Justiça”.

 

 

Ascom OAB/RO

Sindsef divulga portaria da CEEXT com transposição de servidores de Rondônia

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O Sindicato dos Servidores Públicos Federais no Estado de Rondônia (Sindsef-RO) informa que a Comissão Especial dos Ex-Territórios Federais, (CEEXT) publicou nesta segunda-feira (20), portaria com relação de nomes dos servidores e pensionistas do Ex-Território, do Estado de Rondônia, que tiveram DEFERIDOS os pedidos de TRANSPOSIÇÃO para quadro em extinção da Administração Pública Federal.

 

CONFIRA NO LINK PORTARIA NA INTEGRA: http://www.sindsef-ro.org.br/sindsef-divulga-portaria-da-ceext-com-transposicao-de-servidores-de-rondonia/

 

 

 

Casal é obrigado a fazer pix e tem caminhonete roubada por quadrilha em Rondônia

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Uma quadrilha sequestrou um casal de 50 e 60 anos na madrugada deste domingo (19) durante roubo de caminhonete, dinheiro e outros objetos em uma chácara na comunidade Pamus, localizada na BR-364, município de Candeias do Jamari, em Rondônia
O casal estava chegando em casa em uma caminhonete modelo Ranger, quando foi rendido pelos ladrões armados. As vítimas foram amarradas e levadas para um matagal na linha do Cajú, zona rural de Candeias. Os bandidos roubaram da residência vários objetos e uma arma de fogo, rifle calibre 22. Sequestrado, o casal ainda foi obrigado a fazer transferência pix no valor de R$ 5 mil. As vítimas ficaram amarradas no matagal sob a mira de armas por dois bandidos. Os outros dois ladrões saíram com a caminhonete Ranger de cor branca e placas PHT 6428. Somente ao amanhecer que o bandidos que faziam as vítimas reféns saíram do local. O casal acionou a PM e a ocorrência de roubo com restrição de liberdade foi confeccionada para a Polícia Civil investigar.

Fonte: Rondoniaaovivo