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Crédito é chave para empreendedorismo feminino crescer, aponta debate

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Damares enfatizou que o acesso ao crédito ainda é o maior desafio para as empresárias e empreendedoras, principalmente para as micros e nanoempreendedoras. Por isso, de acordo com a senadora, a criação de uma semana nacional voltada a debater o empreendedorismo feminino pode ser importante visando focar mais políticas públicas e iniciativas na área privada de ampliação do acesso ao crédito. Damares lembrou do impacto que o fortalecimento do segmento empresarial feminino pode ter na economia real brasileira, já que 47% dos lares hoje são chefiados por mulheres.

De acordo com a chefe de cozinha e professora de gastronomia Ada Silva, a dificuldade de crédito é a maior barreira para quem “começa do zero”. Vice-presidente da Virada Feminina,  Alda falou do projeto que coordena na periferia do Distrito Federal de capacitação de nanoempreendedoras no ramo alimentício.

— Há 23 anos a Virada Feminina busca a inclusão de nanoempreendedoras, principalmente em regiões carentes. E há 14 anos presido o Capacitando Vidas, em que capacito mulheres em situação de vulnerabilidade para o empreendedorismo. Dou aulas de culinária para milhares de mulheres, pelo curso Faça e Venda, a partir do qual elas podem então produzir algum gênero alimentício e terem seu nanonegócio rapidamente. Já tiramos milhares de mulheres do ciclo da violência e da vulnerabilidade financeira — disse.

A ex-ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos no governo de Jair Bolsonaro  Christiane Brito lembrou que no início da pandemia de covid-19 o Executivo concedeu R$ 1 bilhão para o nanocrédito feminino.

A representante do Conselho Nacional da Mulher Empresária (CNME), Beatriz Guimarães, também abordou a força que políticas de microcrédito podem ter. Ela pediu apoio ao PL 1.912/2022, do deputado Carlos Henrique Gaguim (União-TO), que cria o Programa de Estímulo ao Empreendedorismo Feminino. A proposta tramita na Câmara e ainda não chegou ao Senado.

Mulheres no agro

A vice-presidente da Comissão Semeadoras do Agro, Juliana Farah, disse que o protagonismo feminino no agro tem crescido. A ONG tem parcerias com sindicatos rurais e só em 2022 realizou mais de 11 mil cursos de capacitação, diplomando mais de 70 mil empreendedoras. Juliana lembra que o empreendedorismo feminino no agro, setor marcado pela desigualdade de gênero, representa apenas 7% do empreendedorismo nacional, mas tende a aumentar.

Fonte: Agência Senado

Conab estima colheita de 1,7 milhões de toneladas de soja na safra de 2023 em Rondônia

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Dados da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) estimam uma colheita de 1,7 milhões de toneladas, contribuindo para uma produção total projetada de 3,29 milhões de toneladas, um aumento de 5,7% em relação ao ano anterior. Com isso, as expectativas são altas para a colheita da soja em Rondônia em 2023.

Especialistas apontam que as condições climáticas favoráveis, com chuvas regulares, foram um dos principais fatores para o sucesso do cultivo do grão.

A soja tem ganhado cada vez mais destaque no cenário agrícola de Rondônia, com alta procura no mercado internacional e o interesse de investimentos por parte de grandes empresas do agronegócio. O uso de tecnologias e novas técnicas de manejo pelos produtores tem sido um fator importante para o aumento da produtividade e a redução dos impactos ambientais.

Os principais municípios produtores de soja em Rondônia são Vilhena, Cacoal, São Miguel do Guaporé e Rolim de Moura, que juntos correspondem a cerca de 70% da produção estadual. O cultivo da soja tem se consolidado como uma atividade econômica de destaque nessas regiões, impulsionando o agronegócio local.

A soja é uma cultura estratégica para o agronegócio brasileiro, sendo o país um dos principais produtores e exportadores mundiais do grão. Em Rondônia, a cultura tem se expandido nos últimos anos, com os agricultores investindo em tecnologia, pesquisa e práticas sustentáveis para aumentar a produtividade e garantir a qualidade do produto.

A alta procura da soja no mercado internacional tem impulsionado a produção em Rondônia, com os agricultores buscando atender às demandas dos mercados internacionais, principalmente da Ásia. A soja é utilizada na produção de alimentos, rações para animais e na indústria de biodiesel, o que tem contribuído para a valorização do produto e a busca por novos mercados.

 

 

Fonte: Portal SGC

Nova lista de trabalho análogo à escravidão contém 289 nomes, incluindo empresário de Rondônia

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A mais recente lista de trabalho análogo à escravidão incluiu 132 empregadores e excluiu outros 17, entre pessoas físicas e jurídicas. Na relação atualizada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, na última quarta-feira (5), constam 289 nomes, envolvidos em processos encerrados, isto é, em que não cabem mais recursos para as partes.

Há um empresário de Rondônia: V. C. P, dono da fazenda, às margens da BR-364, km 138 em Pimenta Bueno. No local houve flagrante de irregularidades após a morte de um trabalhador em 2019.

CONFIRA A LISTA ATUALIZADA CLICANDO AQUI

A inclusão de empregadores flagrados em situação ilegal é prevista na Portaria Interministerial nº 4, de 11 de maio de 2016, e feita desde 2003, sendo atualizada todo semestre. Os nomes permanecem na cadastro do governo federal por dois anos.

Os casos acrescentados à lista são dos períodos de 2018 a 2022. A maioria deles é do estado de Minas Gerais (35). Em segundo, terceiro e quarto lugares, aparecem Goiás (15), Piauí (13) e Pará (11). Também foram inseridos na lista oito casos do Maranhão, oito do Paraná, sete de Santa Catarina, sete da Bahia, seis do Mato Grosso do Sul, seis do Rio Grande do Sul, cinco do Mato Grosso, dois de Pernambuco, dois do Distrito Federal, dois de São Paulo, um do Ceará, um de Rondônia, um de Roraima, um do Rio Grande do Norte e um de Tocantins.

Pela atualização, observa-se, portanto, que em 18 estados e no Distrito Federal as equipes de fiscalização identificaram esse tipo de violação de direitos humanos. Conforme destacou o ministro da pasta, Luiz Marinho, no dia da divulgação da nova lista, somente neste início de ano, já foram realizados mais de 1 mil resgates de trabalhadores nessa condição.
O que é trabalho análogo à escravidão?

A legislação brasileira atual classifica como trabalho análogo à escravidão toda atividade forçada – quando a pessoa é impedida de deixar seu local de trabalho – desenvolvida sob condições degradantes ou em jornadas exaustivas. Também é passível de denúncia qualquer caso em que o funcionário seja vigiado constantemente, de forma ostensiva, por seu patrão.

De acordo com a Coordenadoria Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo (Conaete), jornada exaustiva é todo expediente que, por circunstâncias de intensidade, frequência ou desgaste, cause prejuízos à saúde física ou mental do trabalhador, que, vulnerável, tem sua vontade anulada e sua dignidade atingida.

Já as condições degradantes de trabalho são aquelas em que o desprezo à dignidade da pessoa humana se instaura pela violação de direitos fundamentais do trabalhador, em especial os referentes à higiene, saúde, segurança, moradia, alimentação, a repouso ou outros relacionados a direitos da personalidade.

Outra forma de escravidão contemporânea reconhecida no Brasil é a servidão por dívida, que ocorre quando o funcionário tem seu deslocamento restrito pelo empregador, sob alegação de que deve liquidar um dívida em dinheiro.

Um relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT), da Walk Free e Organização Internacional para as Migrações, divulgado em setembro de 2022, destaca que, no mundo todo, cerca de 28 milhões de pessoas foram vítimas de trabalhos forçados, em 2021. A maioria dos casos (86%) ocorre no setor privado, e quase uma em cada oito pessoas que eram submetidas a esse tipo de violação é criança (3,3 milhões).

O Ministério Público do Trabalho disponibiliza, em seu site, um canal para registro de denúncias de crimes que atentem contra os direitos dos trabalhadores. A notificação pode ser feita de forma anônima.

Fonte: Rondôniagora

Mais de 160 audiências realizadas na primeira Justiça Rápida de 2023

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No próximo domingo, 35 casais que participaram da operação Justiça Rápida no início do mês vão oficializar a união em uma celebração especial. A cerimônia vai marcar o casamento civil, um dos serviços mais procurados na operação Justiça Rápida, realizado no início do mês, na zona Leste de Porto Velho. Durante dois dias 165 audiências foram realizadas, incluindo processos de união estável, casamentos, reconhecimento de paternidade, divórcios e outros, na Escola Daniel Neri, zona leste da capital. O projeto contou também com a parceria do Ministério Público do Estado, Defensoria Pública e Secretaria de Educação.

O projeto teve a participação de juízes e juízas, aprovados no último concurso de juízes substitutos, para dar maior agilidade nos processos e para que os novos magistrados e magistradas tivessem a experiência de fazer a diferença de perto na vida das pessoas.

Durante a operação, o casal Rosenita Souza e José Ivan, decidiram oficializar a união, que já existe há 42 anos. Dona Rosenita afirmou com um sorriso no rosto: “Ainda estava conhecendo ele nesses 42 anos”, brincou. Já o noivo, José Ivan está convicto da decisão. “Ela é a mulher da minha vida mesmo, mãe dos meus filhos e agora será oficialmente minha esposa”, completa. Eles afirmam que estarão presentes na cerimônia do casamento comunitário que acontecerá no dia 16 de abril.

Outra história marcante que passou pela Justiça Rápida foi a de Denise Alencar. Ela também decidiu se casar e mesmo com a certidão de nascimento em mãos descobriu que não era registrada em nenhum cartório de Porto Velho, ou seja, seu registro de nascimento não tinha validade, já que o assentamento pertencia a outra pessoa. “Fui tentar casar, me falaram que eu precisava fazer a atualização do meu registro e quando fui fazer, o cartório me disse que eu não era registrada lá. Fui nos demais cartórios e para minha surpresa não era registrada em nenhum deles. Descobri então que o número do meu registro é de outra pessoa, então meu registro de nascimento não tem validade”, relata ela. O Projeto ajudou Denise a regularizar sua documentação para que ela pudesse se casar.

Casal de servidores

A iniciativa também proporcionou momentos de emoção. Aproveitando essa oportunidade, teve até servidor do Tribunal de Justiça pedindo em casamento. Vladir Carvalho, conciliador do TJRO, decidiu fazer uma surpresa para Carla Carvalho e fez o pedido de casamento com a presença de autoridades e servidores do Tribunal. “Estou muito feliz de poder regularizar uma história de 11 anos juntos. No caminho tivemos dificuldades, mas superamos e hoje estamos aqui. Sou grato a vida dela e a presença de todos”, diz Vladir.

O corregedor-geral, desembargador José Antonio Robles, ressaltou que o Projeto Justiça Rápida é uma iniciativa fundamental para garantir que a população tenha acesso à justiça de forma rápida e eficiente. “É muito gratificante ver a atuação dos novos juízes substitutos e como eles puderam fazer a diferença na vida das pessoas em apenas dois dias de trabalho. As histórias emocionantes compartilhadas durante o projeto mostram o impacto positivo que a Justiça pode ter na vida das pessoas. Parabenizo a todos os envolvidos nesta iniciativa e espero que possamos continuar promovendo ações como essa em todo o estado”, completa.

O presidente do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), desembargador Daniel Lagos, também esteve na ação e comentou sobre a ação. “Como desembargador e representante do Poder Judiciário, fico muito satisfeito em ver iniciativas como o Projeto Justiça Rápida sendo realizadas em nosso estado. É essencial que a população tenha acesso à justiça de forma ágil e eficiente, especialmente em casos como união estável, casamentos, reconhecimento de paternidade e divórcios, que têm um impacto direto na vida das pessoas”, completa.

O Projeto Justiça Rápida é uma ação importante para garantir o acesso à justiça para todos e oferecer serviços jurídicos básicos para a população de forma rápida e eficiente. As histórias emocionantes compartilhadas durante os dias do projeto mostram a importância dessas ações para a sociedade.

 

Assessoria de Comunicação Institucional

Servidores e reeducandos são premiados em Concurso de Redação da Defensoria Pública da União

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A  7ª edição do Concurso de Redação da Defensoria Pública da União – DPU, premiou três reeducandos e dois servidores do Sistema Prisional de Rondônia. O concurso teve como tema “Prato feito: alimentação de qualidade é sinal de dignidade”, e ocorreu no período de setembro de 2022 a março de 2023, entre inscrições, apuração e divulgação dos resultados. Visando o fomento e promoção da educação, o concurso foi aberto para unidades do Sistema Penitenciário Federal, Prisional Estadual e Socioeducativo.

A disputa foi dividida em oito categorias, conforme consta no edital, que competiram entre si, sendo premiadas as redações que alcançaram as maiores notas. Os três reeducandos premiados obtiveram nota 10 em seus textos, sendo um da Penitenciária Milton Soares de Carvalho, em Porto Velho, e dois do Centro Regional de Ressocialização Augusto Simon Kempe – Crask, em Jaru. As servidoras vencedoras, lotadas no Crask, alcançaram nota máxima em suas categorias. Entre os prêmios estão videogames, smartphones e tablets.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, ações como o concurso promovido pela DPU são essenciais, pois incentivam a educação que é o alicerce da nossa sociedade; e quando aplicada para a população carcerária, tem o poder de transformar vidas, dar novas oportunidades, incentivando a ressocialização no sistema prisional”, ressaltou.

O secretário de Justiça, Marcus Rito, parabenizou as servidoras e os reeducandos, e destacou. “A Lei de Execução Penal determina como dever do Estado, a assistência à pessoa privada de liberdade, e o governo por meio da Sejus, realizou esse trabalho, ofertando e apoiando todas as oportunidades voltadas á prática da educação”, concluiu.

Deputada Rosangela Donadon participa da festa de Páscoa em Colorado

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Neste domingo(9), a deputada estadual Rosangela Donadon (União Brasil) participou da 29ª Festa da Páscoa realizada em Colorado do Oeste. O evento foi organizado pelo Fábio Som e aconteceu na Praça das Lanchonetes.
Com a presença de centenas de pessoas o evento foi marcado por alegria e sorteio de prêmios entre elas bicicletas, chocolates e cestas de Páscoa.
A deputada Rosangela Donadon fez a doação de uma bicicleta que foi sorteada no evento. Ela ressaltou que foi um prazer participar mais uma vez do tradicional evento.
“Fiquei muito feliz em participar da 29ª Festa da Páscoa realizada em Colorado do Oeste. É uma alegria prestigiar e contribuir mais um ano com essa festa tradicional que levou alegria para centenas de famílias do município. Parabéns aos participantes e aos organizadores do evento, a festa estava linda. Colorado do Oeste sempre pode contar com meu apoio, com todo o meu esforço para contribuir com o desenvolvimento do município”, disse a parlamentar.

 

 

Assessoria

Rondônia ocupa 3° lugar entre os maiores produtores de peixes do país

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Com uma produção de 57.200 toneladas, o Estado de Rondônia é o 3º maior produtor de peixe de cultivo do país, e o 1º da região Norte, de acordo com o Anuário 2023 Peixe BR da Piscicultura. Mesmo com uma redução de 4% em relação ao ano de 2021, o Estado se manteve no topo da produção brasileira. Em termos gerais a região Norte é a quarta em volume, com 145.310 toneladas, praticamente estável, com apenas 0,3% de aumento.

Ainda de acordo com o Anuário 2023, os dez maiores produtores de Rondônia em 2022 foram: Ariquemes, Cujubim, Cacaulândia, Alta Floresta d’Oeste, Porto Velho, Rio Crespo, Pimenta Bueno, Nova União, Alto Paraíso e Machadinho d’Oeste.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha enfatiza o incentivo dado à produção de piscicultura. “A nossa expectativa é de agregar competitividade, através da industrialização do nosso pescado. Precisamos ter uma mudança de pensamento e aproveitar a boa fase na produção do nosso peixe, para vendê-lo in natura para as indústrias que estão interessadas em instalar-se no Estado, gerando assim, mais emprego e renda para o setor”, destacou.

O secretário de Estado da Agricultura, Luiz Paulo ressaltou o destaque internacional, que o peixe de Rondônia está tendo. Segundo o titular da pasta, a busca por oportunidades comerciais fora do Brasil, é outro caminho que o Estado de Rondônia vem fazendo. “Países como Israel e Estados Unidos mostraram interesse em adquirir nossos produtos. Na feira Seafood North em Boston,  nossa costelinha de Tambaqui foi campeã da categoria “Melhor Produto para Food Service 2023”, competindo com outros 83 produtos, em uma das maiores exposições de frutos do mar e produtos de aquicultura da América do Norte”, afirmou.

A premiação e os números da produção no Estado mostram que Rondônia está no caminho certo, em busca dos principais mercados consumidores do Brasil e do exterior.

Terras raras em Rondônia têm substâncias que servem até para produzir energia atômica

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Um ano atrás a empresa Canada Rare Earth Corporation comprometeu-se a investir R$ 1,5 bilhão numa planta em Ariquemes, abrindo trezentos empregos diretos e 4,5 mil indiretos para operações de mineração aos processos de concentração e refino de terras raras. A clientela é internacional. Uma das utilidades das substâncias a serem aqui produzidas é a energia atômica.

A multinacional teve portas abertas pelo Governo de Rondônia em ato no Palácio Rio Madeira, no qual seus diretores explicaram o desenvolvimento de instalações de pré-tratamento e de instalações de separação de terras raras de plena capacidade em locais estratégicos, um deles Bom Futuro, o maior garimpo de estanho a céu aberto do mundo.

Naquele período, um dos avalistas do empreendimento foi Sérgio Gonçalves, então titular da extinta Sedi, hoje Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico e vice-governador de Rondônia.

A empresa canadense já atua na América do Norte, Caribe, América do Sul, Ásia e Sudeste Asiático. Doze meses depois, em seu site, sem mencionar números nem vendas dos produtos, aparecem referências ao projeto elaborado para Rondônia.

“No Bom Futuro, estamos dando passos significativos em direção ao objetivo de estabelecer e iniciar operações de curto prazo. Estamos entusiasmados com as quantidades de minerais essenciais e críticos contidos nos rejeitos, incluindo cassiterita/estanho, zircão, ilmenita e terras raras.”


Estudo de terras raras ainda demora a oferecer os melhores resultados

Para não classificar de “chover no molhado” e respeitando-se a expectativa de profissionais ​​do setor, digamos que ainda não chegou o momento da divulgação do melhor, inclusive do emprego da mão de obra anunciada e da venda dos produtos.


Recolhimento de material para análises e produtos rondonienses que correrão o mundo

“Nossas atividades incluem testes em massa, desenvolvimento de fluxogramas, seleção de equipamentos e modelagem financeira. As licenças para atividades de extração estão em vigor”, explicou o diretor de operações Peter Schering.

Acrescentando: “Estamos nos aproximando de possíveis financiadores para o necessário na aquisição, instalar e comissionar o equipamento para a produção de curto prazo do Bom Futuro.”

Ou seja: ainda não se colhem​ todos os​ bons​ frutos ali. O discurso da Canada Rare Earth Corporation se baseia ainda nas intenções de “adquirir e desenvolver certas propriedades direcionadas que se acredita serem ricas em minerais essenciais e críticos e podem ser grandes oportunidades para nossa empresa.”

Um ano atrás, Peter Schering e o governador Marcos Rocha anunciavam o grande negócio

O anúncio feito ontem, 3, de ações conjuntas entre a Federação das Indústrias de Rondônia (Fiero) e o governo estadual pode, então, ser visto como fundamental ao acompanhamento desse rico projeto.

Financeiramente, a Canada Rare Earth vai muito bem. Segundo Anthony Wong, diretor financeiro, o lucro operacional líquido para os nove meses encerrados em 31 de dezembro de 2022 foi positivo em US$ 125.705, o que representa uma melhoria de quase US$ 800.000 em relação aos nove meses comparáveis encerrados em 31 de dezembro de 2021. “Isso foi conseguido com vendas significativamente maiores, uma forte porcentagem de lucro bruto e mantendo nossa estrutura de custos.

O QUE SÃO

Metais de terras raras (REM) e elementos de terras raras (REE) são a coleção de 17 elementos terrestres na tabela periódica, ou seja, escândio, ítrio e 15 lantanídeos.

Devido às suas propriedades magnéticas, fluorescentes e químicas únicas, o REM e o REE são materiais-chave utilizados na inovação científica.

Desta maneira, a Canada Rare Earth Corporation oferece aos clientes a capacidade de comprar facilmente uma ampla variedade de produtos de terras raras. Se tudo correr bem com o projeto, a eles serão oferecidos: óxidos simples de alta pureza, nano e produtos de terras raras de partículas grandes e produtos personalizados.

Esses materiais de alta demanda são usados em uma variedade de indústrias: eletrônica de ponta, soluções de iluminação, cerâmica e vidro, catalítico e craqueamento, ímãs e energia atômica. Tudo com vendas diretas e preços diretos ao produtor, confirma a empresa.


Em 2022, empresários de Rondônia e altos funcionários do governo estadual prestigiaram no auditório palaciano a chegada da empresa canadense

SAIBA MAIS

  • As principais aplicações de terras raras são usadas em veículos híbridos. Por exemplo, o Toyota Prius, contém 30 kg (65 lb) de REE. Elementos de terras raras são usados em motores, baterias de hidreto metálico, vidro, autocatalisadores e eletrônicos.
  •  As operações da Canada Rare Earth proporcionaram um fluxo de caixa positivo de US$ 581.380 durante os últimos nove meses, uma melhoria de mais de US$ 500.000 em comparação com os nove meses encerrados em 31 de dezembro de 2021.
  • Comprometimento: “Estamos extremamente satisfeitos por gerar níveis crescentes de receitas, lucro líquido e fluxo de caixa positivo simultaneamente com a execução de nossa estratégia para estabelecer o ativo de rejeitos do Bom Futuro, expandir nosso portfólio de propriedades e colaborar com uma corporação da coroa para estabelecer uma indústria de terras raras no País” [Palavras do diretor financeiro Anthony Wong].
  • “Um dos nossos principais critérios é a ‘velocidade de receitas’ e, como tal, continuamos a nos concentrar na geração de renda enquanto desenvolvemos nosso portfólio de propriedades”, destaca por sua vez o executivo Tracy A. Moore.
  • As receitas dos nove meses encerrados em 31 de dezembro de 2022 totalizaram US $ 4.991.855, que foram 12 vezes maiores do que as receitas alcançadas no período comparável de nove meses (US $ 410.297) e quase o triplo das receitas combinadas dos 24 meses anteriores (US$ 1.686.030).
  • O lucro bruto aumentou para uma média de 19,5% das receitas, em comparação com os 16% alcançados durante o período comparável, mesmo com o aumento significativo do nível de receitas.

Fonte: expressãorondonia.com.br

MEC explica diferença entre Residência Médica e outras modalidades

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A Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM), vinculada à Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação (Sesu/MEC), elaborou a Nota Informativa 1/2023 para esclarecer a diferenciação entre Residência Médica e outras modalidades de pós-graduação lato sensu. O objetivo do documento é informar à sociedade as especificidades, regras e modalidades do programa de Residência Médica. 

O documento esclarece que nenhuma especialização, independentemente de sua carga horária total e forma de organização, ainda que utilize termos como “nos moldes da Residência Médica”, “pautada nos padrões da Residência”, “com conteúdo especializado para Residência”, será considerada “Residência Médica”, termo restrito por Lei aos Programas autorizados e reconhecidos pela CNRM. 

Residência Médica – a modalidade de ensino de pós-graduação destinada a médicos, sob a forma de especialização, é a única que ao seu término confere título de especialista. Somente serão reconhecidos como pré-requisitos para cumprimento de um Programa de Residência Médica as formações certificadas pela CNRM.

Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM) – é responsável pela regulação e supervisão dos programas de Residência Médica, bem como o credenciamento e recredenciamento de Instituições que ofertarão essas Residências, sejam elas públicas ou privadas.

Assessoria de Comunicação do MEC, com informações da Sesu 

Destino? Brasil! País terá 2 milhões de novos assentos em voos internacionais até o fim do ano

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Entre abril e dezembro deste ano, estão programados 9,7 milhões de assentos em voos internacionais com destino ao Brasil. O aumento é de 26%, ou 2 milhões de novos assentos quando comparado com o mesmo período do ano passado. A informação consta em relatório da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur), consolidado com dados da ForwardKeys – um dos principais provedores de análise de dados de viagens do mundo.

“Não adianta a gente mostrar para o turista estrangeiro o quão maravilhoso é o nosso país se ele não tiver como comprar uma passagem e vir nos visitar. A conectividade aérea sempre foi um dos grandes gargalos para o crescimento do turismo internacional e a notícia boa é que estamos conseguindo avançar muito nesses três primeiros meses. Só na semana passada iniciamos o diálogo por novas rotas com 32 companhias aéreas estrangeiras”, disse Marcelo Freixo, presidente da Embratur.

Entre 21 e 23 de março, a Embratur participou em Chicago (EUA) da Routes Americas, feira que reuniu as principais companhias aéreas do mundo. No evento, a agência propôs planos de aumento da oferta de voos internacionais para o Brasil para 2024 e 2025. O crescimento da malha aérea internacional é uma das missões institucionais na Embratur, que vem atuando em parceria com as companhias aéreas, promovendo os destinos do Brasil nos países de origem desses voos para gerar demanda que dê sustentabilidade econômica às novas rotas.

“Com a ajuda de big data, conseguimos saber onde estão e quem são os potenciais novos turistas que se interessam no que o Brasil tem a oferecer. Então, primeiro demonstramos para as aéreas o potencial de demanda para estimular o surgimento de novas rotas. Garantida a nova rota, nossa missão é conectar as operadoras e trabalhar as ferramentas de promoção dos destinos brasileiros e trazer turistas para cá”, explica Freixo.

Em alguns casos, haverá aumento de frequência de rotas já existentes, mas também haverá o anúncio de novas rotas com companhias aéreas que já operam no Brasil, bem como o início de operação de novas companhias aéreas.

CRUZEIROS – A Embratur atua também para atrair novos turistas estrangeiros via cruzeiros marítimos. Entre os dias 27 e 30 de março, a agência montou stand na Seatrade Cruise Global, em Fort Lauderdale, nos Estados Unidos, evento focado no trade de cruzeiros. Nesse mercado, o planejamento exige ainda mais antecedência. Como as temporadas dos médios e grandes navios já estão programadas até o fim de 2014, as negociações focaram em 2025 e 2026.

Fonte: Embratur