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Sedam mapeia potencial turístico de cachoeira no interior do Parque Estadual Serra dos Reis

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Conservação – UCs, realizando o desenvolvimento de roteiros turísticos e uso público. Segundo o coordenador da CUC, Thales Quintão, o objetivo é identificar os atrativos das Unidades de Conservação para transformá-los em produtos turísticos, oferecendo oportunidades de renda para as comunidades do entorno das UCs. “Com essa perspectiva, a comunidade será a principal interessada em manter as florestas conservadas, pois terá benefícios diretos e indiretos com o turismo”, destacou.

O secretário Marco Antônio Lagos, diz que é importante priorizar o uso público das Unidades de Conservação, incluindo ações de turismo, pesquisa científica e educação ambiental. “O esforço de manter ações de fiscalização, demanda recursos que podem ser mais bem empregados em outras atividades, que valorizam as Unidades de Conservação e tiram o foco das ações criminosas”, finalizou.

Quinta edição do Famtour vai contemplar a região turística “Rios de Rondon”

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Com o objetivo de promover a familiarização turística para fomentar o setor no Estado, o Governo de Rondônia, por meio da Superintendência Estadual de Turismo – Setur, vai promover entre os dias 2 e 6 de maio, a 5ª edição do Famtour. Conforme o edital  encerrado nesta semana, podem participar da iniciativa guias de turismo, influenciadores digitais, profissionais da imprensa e agentes de viagem e turismo.

Nesta edição, a divulgação vai contemplar a região turística “Rios de Rondon”, que compreende os municípios de Cacoal, Espigão do Oeste e Pimenta Bueno. Os mais de 20 participantes terão a oportunidade de visitar os atrativos e empreendimentos turísticos da região, para conhecimento e publicidade.

O superintendente da Setur, Gilvan Pereira Júnior, salienta que o Famtour “ajuda a promover a criação de produtos turísticos e matérias na imprensa, colaborando para o fortalecimento da atividade turística no Estado, além de estreitar relacionamento com os profissionais do turismo, da comunicação, assim, estimulando o empreendedorismo no setor turístico”.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, o turismo é um importante eixo para que o Estado possa se tornar mais forte e desenvolvido. “Temos feito importantes investimentos para que todas as regiões de Rondônia, que têm grande porte turístico, recebam muitos turistas, e que conheçam nossos atrativos, desde a gastronomia, com o Tambaqui, até os vários locais que o Estado tem para hospedagem”.

FAMTOUR

O Famtour é uma oportunidade de os participantes conhecerem a cada edição, uma determinada região de Rondônia, e compartilharem, por meio das redes sociais e da imprensa, as experiências turísticas em cada localidade visitada.

A agente de viagens, Camila Lima, que conheceu o Famtour por meio de matérias divulgadas na mídia e vai participar pela segunda vez, compartilha a expectativa de conhecer mais uma região turística de Rondônia. “A visita será de grande valia para o fomento do turismo no Estado, além de atrair mais pessoas a visitar estes locais. Por meio das redes sociais, estaremos mostrando que Rondônia tem tudo de bom e com isso, traremos turistas de fora para conhecer as regiões que não são exploradas”.

Para a guia de turismo, Deyse Lucid, que estará atuando como técnica durante o Famtour “é uma oportunidade para garantir experiências e troca de contatos para que no futuro, mais pessoas possam visitar aquela determinada região”.

Em Vilhena, projeto “Opera Rondônia” prevê a realização de mais de 2 mil procedimentos neste ano

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O Governo de Rondônia lançou em 2022 o “Opera Rondônia” com o objetivo de reduzir a fila de espera das cirurgias eletivas de diversos municípios do estado. Em Vilhena, neste ano o projeto está sendo intensificado através da gestão da Santa Casa de Misericórdia de Chavantes junto a Secretaria Municipal de Saúde (Semus).

 

As cirurgias eletivas são procedimentos cirúrgicos agendados com antecedência através do Sistema Nacional de Regulação (Sisreg), e são realizadas quando não há uma emergência médica ou uma situação que ameace a vida do paciente. No entanto, devido às medidas de segurança sanitária adotadas durante a pandemia de COVID-19, muitos desses procedimentos foram suspensos, o que acabou levando a um aumento no número de pacientes na fila de espera.

 

Desta forma, para otimizar a demanda, o Núcleo Interno de Regulação (NIR) do Hospital Regional de Vilhena (HRV) designou um anestesista e 12 leitos cirúrgicos para atender às ações do “Opera Rondônia”.

 

O processo começa com a convocação das pessoas através do Sisreg. Em seguida, é solicitado ao paciente para comparecer ao hospital, onde ele passa por uma avaliação com um médico especialista, realiza os exames e a consulta. Depois de completar todos os procedimentos necessários e estiver apto, a cirurgia pode ser realizada.

 

Ao todo, estão previstos para acontecer cerca de 2 mil procedimentos, sendo eles: colecistectomia; hemorroidectomia; hernioplastia epigastrica; hernioplastia inguinal crural; hernioplastia umbilical; reparação de outras hernias; tratamento de ureterocele; vasectomia; postectomia; histerectomia; laqueadura tubaria; ooforectomia; tratamento cirurgico de incontinencia urinaria por via vaginal; tratamento cirúrgico hidrocele; tratamento ortopédico; reparo de rotura do manguito rotador; ressecção de cisto sinovial; retirada de fio ou pino intra osseo; reconstrução ligamentar intra-articular do joelho; miomectomia.

Semcom

Em Vilhena, UBS Industrial ganha unidade da Farmácia Básica Municipal

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A Prefeitura de Vilhena, através da Secretaria Municipal de Saúde (Semus), abriu nesta segunda-feira, 24, uma extensão da Farmácia Básica Municipal na Unidade Básica de Saúde (UBS) Industrial. Com o funcionamento de segunda a sexta-feira, das 07h às 13h, o local oferecerá maior comodidade e acessibilidade aos moradores da região.

 

De acordo com Fernando Ramos, responsável técnico da assistência farmacêutica do município, essa iniciativa faz parte do processo de expansão e descentralização do centro de distribuição de medicamentos. “Ao investir em espaços físicos dentro das unidades básicas de saúde, evitamos que os cidadãos precisem deslocar para bairros distantes de suas residências para retirar seus medicamentos”, comentou.

 

Atualmente, o município conta com duas unidades da Farmácia Básica, sendo a primeira na UBS Liro Hoesel, localizada no bairro Cristo Rei. Em breve, uma terceira extensão será inaugurada junto à UBS Leonardo Alves, no Alto Alegre.

 

A Farmácia Básica Municipal é um centro de distribuição gratuita de medicamentos para tratar problemas de saúde comuns na população, incluindo hipertensão, diabetes, problemas vasculares, tratamentos psiquiátricos, analgésicos, anti-inflamatórios, antibióticos e insulina.

 

A lista com todos os medicamentos disponíveis na unidade pode ser acessada por meio do link, https://docs.google.com/document/d/1wxfp2grWIUrxM6K3bH_MmfL9Sny8g16a/edit, ou através do QR Code, que pode ser encontrado nas UBS.

 

Para receber os medicamentos, o paciente precisa apresentar a prescrição médica e o cartão do SUS, sendo necessário também um documento de identificação para remédios de controle especial.

 

Semcom

Médico rondoniense não anda e não fala; esposa pede ajuda financeira para continuar custeando tratamento

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Saiba como ajudar na manutenção do tratamento do Dr. Celso dos Santos Grocheviski

Na noite do dia 14 de abril de 2022, o médico Celso dos Santos Grocheviski, 46 anos, foi vítima de um gravíssimo acidente automobilístico após perder o controle do veículo que conduzia e se chocar violentamente contra uma árvore ao sair da pista da RO 399 que liga Corumbiara a Pimenteiras do Oeste, no conesul de Rondônia, atingir uma cerca e atravessar o pasto de uma fazenda. O carro conduzido por ele teria rodopiado antes de atingir uma árvore com a parte traseira, ficando totalmente destruído.

Dr. Celso foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros de Cerejeiras, encaminhado para hospital de Vilhena e internado em UTI, em razão da gravidade do acidente, passou por diversas cirurgias ficou em coma e 55 dias internado. Na ocasião do acidente o médico trabalhava no município de Estrela de Rondônia e estava indo para o município de Pimenteiras do Oeste, onde residia com a esposa, Dra. Silvana Hubner, que também é médica e prestava serviços naquela cidade.
Um ano depois do grave acidente, atualmente residindo em Ji-Paraná, Dr. Celso não anda, tem dificuldades de fala, precisa de sessões de Fisioterapia, equipamentos Fisioterápicos e consultas periódicas com Psicólogos, Fonoaudiólogos e Neurologistas, além de fazer uso contínuo de diversos medicamentos.
“Estou desempregada no momento, vivo em função do meu marido, o benefício que ele recebe não é suficiente para cobrir as despesas dele e pelo SUS não conseguimos vaga na regulação, existem diversas pessoas na frente dele em situação pior ou semelhante, não podemos esperar, ele pode atrofiar a musculatura, apesar dos diagnósticos eu creio que o Celso voltará a andar e ter uma vida normal e Deus vai nos ajudar”. Disse a esposa emocionada.

VEJA COMO AJUDAR

Amigos do Dr. Celso Grocheviski fizeram uma Vakinha virtual com objetivo de arrecadar recursos para contribuir com sua restauração física e motora.
Doe qualquer valor em dinheiro por meio do link: https://www.vakinha.com.br/3667793

Ou via PIX chave CPF 967.248.111-04 Favorecida: Silvana Hubner.

Para conhecer o processo e acompanhar a reabilitação do Dr. Celso siga no Instagram. no link: https://instagram.com/hubner.silvana?igshid=ZDdkNTZiNTM=

 

 

Portal/Gazeta de Rondônia

Novo arcabouço fiscal chega ao Congresso com limite para crescimento de gastos

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O Poder Executivo enviou na terça-feira (18) ao Congresso Nacional o novo arcabouço fiscal, que deve substituir o teto de gastos em vigor. O projeto de lei complementar (PLP) 93/2023 limita o ritmo de crescimento das despesas da União. Elas podem variar de 0,6% a 2,5% ao ano, dependendo da arrecadação. Alguns gastos do governo federal ficam de fora da regra e — em tese — podem crescer acima do limite previsto.

O PLP 93/2023 começa a tramitar na Câmara dos Deputados, onde precisa do aval de 257 parlamentares. O presidente da casa, deputado Arthur Lira, disse acreditar que a matéria deverá ser votada até o dia 10 de maio. Em seguida, a proposta vai ao Senado, onde depende da aprovação de 41 senadores. O presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco, defende uma “tramitação célere” da matéria.

O novo arcabouço fiscal prevê uma regra geral para aumento de gastos nos anos de 2024 a 2027. O crescimento real da despesa fica limitado a 70% da variação da receita apurada nos últimos 12 meses. Para evitar distorções em períodos de arrecadação muito alta ou muito baixa, o texto estabelece uma margem de segurança: os gastos podem crescer pelo menos 0,6% e no máximo de 2,5% ao ano.

De acordo com o PLP 93/2023, o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) deve apontar as metas de resultado primário da União para os quatro anos seguintes, com uma margem de tolerância de 0,25 ponto percentual do Produto Interno Bruto (PIB) para mais ou para menos. A intenção do Poder Executivo é zerar o déficit primário em 2024 e atingir superávits de 0,5% em 2025 e 1% em 2026.

Se o governo não conseguir cumprir a meta fixada na LDO, o arcabouço fiscal prevê uma regra ainda mais severa para a limitação da despesa. Em vez de 70%, os gastos só poderiam crescer o equivalente a 50% da variação da arrecadação.

O texto adota um conceito “mais estável” de receita. Ficam fora desse critério linhas de arrecadação consideradas “mais voláteis”, como concessões e permissões, exploração de recursos naturais e dividendos e participações. “A motivação é garantir que as despesas primárias do governo central, na sua grande maioria permanentes e obrigatórias, sejam financiadas por receitas de caráter mais recorrente, como as provenientes de tributos e contribuições sociais”, explica o Poder Executivo na justificativa do projeto.

Exceções e investimentos

O PLP 93/2023 traz um rol de exceções. São despesas do governo federal que não ficam sujeitas às regras do novo arcabouço fiscal e — em tese — podem crescer acima do limite fixado na proposta. Ficam fora da base de cálculo, por exemplo, as complementações da União para o Fundo de Manutenção da Educação Básica (Fundeb) e as transferências aos fundos de saúde de estados, Distrito Federal e municípios para o pagamento do piso salarial de enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem e parteiras.

Veja o rol de despesas que ficam de fora da regra fiscal

Transferências constitucionais a estados e municípios
Complementações da União para o Fundo de Manutenção da Educação Básica (Fundeb)
Créditos extraordinários
Transferências aos fundos de saúde de estados, Distrito Federal e municípios para o pagamento do piso salarial de enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem e parteiras
Despesas com projetos socioambientais ou relativos a mudanças climáticas custeadas por doações ou acordos firmados após desastres ambientais
Despesas de universidades públicas federais, empresas públicas prestadoras de serviços para hospitais universitários federais, instituições federais de educação
Despesas custeadas por transferências dos demais entes federativos para a União para a execução direta de obras e serviços de engenharia
Despesas para o pagamento de precatórios
Despesas não recorrentes da Justiça Eleitoral com a realização de eleições
Despesas com aumento de capital de empresas estatais não financeiras e não dependentes
Transferências a estados e municípios pela concessão florestal de áreas de domínio da União
Despesas relativas à cobrança pela gestão de recursos hídricos da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico

O PLP 93/2023 também dá um tratamento diferenciado aos investimentos. A regra excepcional vale apenas para quando o resultado primário ficar acima da meta prevista na LDO. Nesse caso, o Poder Executivo pode ampliar a dotação de investimento para o ano seguinte em valor equivalente.

Para os anos de 2025 a 2028, a dotação extra para investimentos não pode ultrapassar os R$ 25 bilhões. Essa ampliação pode ser autorizada mediante abertura de crédito suplementar. “Quando o governo conseguir entregar um resultado primário maior que o limite superior da meta, esse excesso poderá financiar novos investimentos, sem que esse montante conte para apuração da meta de primário ou para o limite de despesa”, justifica o Poder Executivo.

Contingenciamento

O arcabouço fiscal traz ainda mudanças nas regras da chamada limitação de empenho, conhecida como contingenciamento. Isso vale para quando a União verificar — nos meses de março, junho e setembro — que não será capaz de cumprir a meta de resultado primário.

Nesse caso, os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de Ministério Público da União e Defensoria Pública da União, podem promover limitação de empenho e movimentação financeira. A diferença em relação à atual Lei de Responsabilidade Fiscal — LRF (Lei Complementar 101, de 2000) é o caráter opcional, e não obrigatório.

“É a mudança da lógica de contingenciamento, que passa a ser facultativo, como forma de se evitar que políticas importantes deixem de ser continuadas por conta de frustações às vezes pontuais de receitas”, destaca a justificativa do projeto.

Até o final de fevereiro, o Poder Executivo deve avaliar o cumprimento das metas de resultado primário do ano anterior em audiência pública na Comissão Mista de Orçamento (CMO). Caso a meta não seja cumprida, o presidente da República deve encaminhar mensagem ao Congresso Nacional até 31 de maio do ano seguinte com as razões do descumprimento e as medidas de correção. De acordo com o texto, o descumprimento da meta não configura infração à LRF.

Até 90 dias após o encerramento de cada semestre, o Banco Central deve apresentar ao Congresso Nacional uma avaliação do cumprimento dos objetivos e das metas das políticas monetária, creditícia e cambial. A análise deve esclarecer o impacto e o custo fiscal das operações e os resultados demonstrados nos balanços.

Fonte: Agência Senado

Governo atende pedido do deputado Luizinho Goebel e inicia recuperação da RO-391, no Cone Sul

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Rodovia estadual estava cheia de buracos prejudicando a trafegabilidade dos motoristas.
Após pedido do deputado estadual Luizinho Goebel (PSC) o governo de Rondônia, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-RO) iniciou a recuperação da RO-391, trecho compreendido entre o município de Chupinguaia e o distrito do Guaporé, na BR-364.

As ações de recuperação da rodovias são necessárias após os buracos tomarem conta de vários trechos da RO-391, prejudicando o escoamento da produção local e o trânsito intenso de veículos pesados que dia a dia transportam grãos, gado, insumos e alimentos para as criações. “A RO-391 é uma das principais vias de escoamento da produção agropecuária do município de Chupinguaia. Por esse motivo, era necessário solicitar que as máquinas do DER façam os trabalhos de recuperação da rodovia. Agradeço ao governador coronel Marcos Rocha e à equipe do DER, por atender o nosso pedido tão prontamente”, destacou Goebel.

Texto: Assessoria parlamentar

Corregedoria alerta sobre ilegalidade da emissão de escrituras por despachantes

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A Corregedoria-Geral da Justiça alerta sobre a formalização de escrituras públicas em escritórios de contabilidade ou por despachantes.

De acordo com a Lei nº 8.935/1994 somente o Tabelião de Notas é o único profissional com competência para a lavratura de escrituras públicas.

A Lei nº 14.282/2021 esclarece que o despachante não pode emitir documentos ou autorizações em substituição a documentos oficiais em seu poder ou em tramitação em órgãos públicos. É necessário que a população fique atenta, pois a emissão de escritura pública sem a participação do tabelião de notas é considerada um crime.

O juiz auxiliar da Corregedoria, Marcelo Tramontini, ressalta a gravidade da situação. “A emissão dessas escrituras públicas por despachantes causa grande preocupação para a Corregedoria-Geral da Justiça. O único local adequado para a pessoa assinar uma escritura é o cartório. Assinar escrituras em escritórios de despachantes é uma grave irregularidade, prática esta que deve ser definitivamente abolida. É fundamental que a população seja informada sobre a competência exclusiva do tabelião de notas para a lavratura de escrituras e procurações, garantindo a segurança jurídica aos negócios jurídicos realizados”, diz.

A atuação da Corregedoria em alertar a população tem sido importante para coibir essa prática, para que todos os cidadãos tenham acesso à informação correta e possam escolher os cartórios oficiais, com tabeliões capacitados para realizar os serviços notariais e saber que escritura emitida por despachante é crime.

Os tabeliães oferecem serviços notariais seguros e confiáveis que ajudam a manter a solidez e transparência do mercado imobiliário. Por isso, é crucial que as pessoas estejam cientes da importância desses profissionais e procurem apenas os habilitados e competentes, evitando possíveis processos judiciais devido a documentos irregulares.

As pessoas que pretendem fazer escrituras e procurações devem ir diretamente aos Cartórios oficiais, sem a necessidade de recorrerem aos despachantes, pois os Cartórios possuem profissionais capacitados para darem todas as orientações necessárias aos usuários dos seus serviços.

Além disso, o Tabelião de Notas tem seus serviços fiscalizados pelo Tribunal de Justiça dentro dos parâmetros delineados em lei, já os despachantes não sofrem esse tipo de fiscalização.

 

Assessoria de Comunicação Institucional

MPRO doa 40 notebooks e 70 scanners para apoiar PCRO na implantação do Projeto Inquérito Policial Eletrônico

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O Ministério Público de Rondônia (MPRO) fez a entrega de 40 notebooks e 70 equipamentos de digitalização para a Polícia Civil do Estado de Rondônia (PCRO) na manhã desta quarta-feira (19). A doação é um apoio à implementação do Projeto Inquérito Policial Eletrônico e no total equivale a mais de R$ 368 mil em investimentos.

Com a implementação do Inquérito Policial Eletrônico deve acontecer uma nova etapa de modernização e rapidez na apuração de crimes no Estado de Rondônia.

Os equipamentos doados pelo MPRO serão utilizados na operacionalização do projeto que busca eliminar a tramitação física das peças produzidas pela Polícia Judiciária, tornando virtual o fluxo dos documentos aos órgãos do sistema de Justiça. O programa também deve gerar economia de tempo dos policiais e de recursos materiais.

Durante a manhã desta quarta, representantes dos setores de Patrimônio e Tecnologia da Informação da PCRO retiraram os equipamentos eletrônicos no edifício-sede do MPRO em Porto Velho. A entrega foi acompanhada pela Diretoria de Tecnologia da Informação (DTI) do Ministério Público.

A doação foi oficializada no dia 24 de março de 2023, com assinatura de Acordo de Cooperação Técnica, pelo Procurador-Geral de Justiça, Ivanildo de Oliveira, e pelo Delegado-Geral da Polícia Civil, Samir Fouad Abboud.

Gerência de Comunicação Integrada (GCI)

Bolsa Atleta tem maior lista de contemplados da história: 7.868 esportistas

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O  Bolsa Atleta 2023 atingiu um patamar inédito na história do programa voltado para fomentar o esporte de alto desempenho no Brasil. A lista dos contemplados foi publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira (18/4) e reúne 7.868 atletas. É a maior desde que os pagamentos começaram a ser feitos, em 2005. O número é quase 20% maior que o do edital de 2022, quando foram contemplados 6.419 atletas.

Fico muito feliz que neste primeiro ano da nossa gestão o Bolsa Atleta tenha tido esse recorde no número de contemplados. Penso que essa é uma aposta importante na política de esporte que, certamente, dará resultados para os atletas brasileiros durante muitos anos, uma vez que 65% dos bolsistas têm até 23 anos”

Ana Moser, ministra do Esporte

Em 2023, ano que marca o retorno do Ministério do Esporte, o Bolsa Atleta apoia 5.898 atletas olímpicos e 1.970 representantes de modalidades paralímpicas. Do total, 3.478 (44,2%) são mulheres e 4.390 (55,8%), homens.

No recorte por faixa etária, quase 65% dos contemplados têm até 23 anos, o que indica um foco na nova geração. Os atletas entre 14 e 18 anos representam a maior fatia de contemplados: 3.236 beneficiários. Na sequência, aparecem os atletas entre 19 e 23 anos (1.857), seguidos pelos de 29 a 38 anos (1.032), de 24 a 28 anos (920), de 38 a 48 anos (577), de 49 a 58 anos (189) e, finalmente, com mais de 59 anos, onde constam 57 atletas.

“Fico muito feliz que neste primeiro ano da nossa gestão o programa Bolsa Atleta tenha tido esse recorde no número de contemplados. Penso que essa é uma aposta importante na política de esporte que, certamente, dará resultados para os atletas brasileiros durante muitos anos, uma vez que 65% dos bolsistas têm até 23 anos. Essa é a retomada do Ministério do Esporte em grande estilo, com uma alta aposta nos atletas do Brasil”, afirmou a ministra do Esporte, Ana Moser.

O processo de adesão e de envio de documentação é feito online. Apenas neste ano, a partir da abertura do período de inscrição, em fevereiro, mais de 187 mil mensagens foram recebidas pelo Ministério do Esporte via canal de WhatsApp. Além disso, 1.456 e-mails foram recebidos e mais de 29,6 mil enviados pela equipe do ministério.

CRITÉRIOS E FAIXAS – O Bolsa Atleta é voltado para esportistas a partir de 14 anos e é considerado um dos maiores programas do mundo de patrocínio direto. É dividido em cinco categorias. A que contemplará mais esportistas neste edital é a Nacional, que paga R$ 925 mensais a 5.134 atletas. Em seguida aparece a categoria Internacional, que tem 1.431 atletas e bolsas de R$ 1.850, seguido da categoria Estudantil (567 atletas/R$ 370), da Atleta de Base (378/R$ 370) e Olímpico e Paralímpico (358/R$ 3.100).

PROCESSO – O processo de indicação dos atletas elegíveis ao Bolsa Atleta é feito pelas entidades nacionais de administração do esporte, como o Comitê Olímpico do Brasil (COB), o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), a Confederação Brasileira do Desporto Escolar (CBDE), a Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU) e outras confederações, a partir de resultados esportivos obtidos no ano anterior, 2022.

O Bolsa Atleta conta ainda com a categoria Pódio, destinada a atletas de elite, posicionados entre os 20 melhores em seus rankings mundiais, que recebem benefícios entre R$ 5 mil e R$ 15 mil mensais. A categoria Pódio tem edital separado que será publicado em breve. O orçamento para execução do programa como um todo em 2023 é de mais de R$ 120 milhões.

PÓDIOS – O reflexo do apoio do Governo Federal aos atletas e a força e abrangência do programa podem ser comprovados pelo desempenho do Brasil nos dois maiores eventos do esporte mundial: os Jogos Olímpicos e os Jogos Paralímpicos.

Em Tóquio, em 2021, 80% dos integrantes da delegação olímpica e 95% da paralímpica eram bolsistas. Nas Olimpíadas, o Brasil conquistou 21 medalhas (sete ouros, seis pratas e oito bronzes), em 13 modalidades, terminando nos Jogos na 12ª colocação no quadro de medalhas. Em 19 dos 21 pódios (90,45%), os atletas recebiam o Bolsa Atleta.

Já nas Paralimpíadas, foram 72 medalhas (22 ouros, 20 pratas e 30 bronzes) conquistadas, o que rendeu ao país a 7ª posição no quadro de medalhas. Os bolsistas representaram 68 dos 72 pódios conquistados: 94,4% do total.

“A importância do Bolsa Atleta é indiscutível. Os números demonstram a eficácia em impulsionar o desempenho esportivo dos atletas brasileiros. A meta é superar esse recorde nos Jogos de Paris, em 2024, garantindo um apoio ainda maior aos nossos atletas e aumentando as chances de medalhas para o Time Brasil”, disse Marta Sobral, secretária nacional de Alto Desempenho do Ministério do Esporte.