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Atletas de Teixeirópolis e Urupá são beneficiados com uniformes e materiais esportivos

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No último sábado (11), atletas dos municípios de Teixeirópolis e Urupá foram beneficiados com uniformes e materiais esportivos destinados pela deputada estadual Rosangela Donadon (União Brasil). Em Teixeirópolis foram 18 equipes beneficiadas sendo 14 masculinas e 4 femininas. Já em Urupá foram 22 duas equipes, sendo 16 masculinas e 6 femininas.

 

Os participantes do torneio de Futebol Society foram promovidos graças à deputada Rosangela Donadon. A organização do evento esportivo nos municípios de Teixeirópolis e Urupá contou com a colaboração dos assessores da deputada, o professor Luciano Viana D’orazio e Rosangela Barbosa. Demonstrando seu compromisso com o desenvolvimento esportivo em todo o estado de Rondônia, a deputada Rosangela Donadon destacou que destinou cerca de R$ 1,5 milhão para promoção do esporte em Rondônia. Esta alocação de recursos possibilitou a realização de 544 partidas em 20 municípios e 3 distritos, impactando positivamente em diversas localidades e levando o esporte a um maior número de pessoas.

 

Rosangela Donadon expressou sua gratidão pela parceria fundamental com a Federação Rondoniense de Futebol Society e a Secretaria de Estado da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer (Sejucel), que foram peças-chave na realização deste campeonato.

 

“Acredito firmemente que investir no esporte é investir em educação, lazer, saúde e na qualidade de vida de nossa população. Agradeço a todas as pessoas que participaram e prestigiaram os torneios no fim de semana em Teixeirópolis e Urupá. Também gostaria de agradecer meus agradecimentos ao amigo desportista Natalzinho Jacoob pelo compromisso na organização da competição Podem sempre contar com o meu apoio para trabalhar em prol do bem-estar da população de Rondônia”, afirmou Rosangela Donadon.

 

Texto: Andreia Santos Machado I Assessoria parlamentar

Atuação conjunta promove recaptura de foragida da justiça mineira

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Investigação conjunta do MPRO, por meio do Grupo de Atuação Especial da Segurança Pública (GAESP), do MPMG e das Polícias Militares de Rondônia e do Mato Grosso, resultou na recaptura de uma mulher foragida da justiça mineira.

A prisão ocorreu na manhã desta segunda-feira (13), por guardas municipais na cidade de Lucas do Rio Verde, MT, após o veículo que ela conduzia ter sido identificado registrado em nome de pessoa procurada pela justiça. Ao abordar o veículo, a foragida foi imediatamente reconhecida e encaminhada para a Polícia Civil.

Conforme explicou o Coordenador do GAESP, Promotor de Justiça, Tiago Cadore, o MP e a PM de Rondônia foram acionados pelo Ministério Público de Minas Gerais, por haver informações de que a foragida estivesse morando em Alta Floresta ou Rolim de Moura. Porém após diligências, a PM não a localizou, mas obteve a possível localização da investigada na cidade do Mato Grosso.

De acordo com informações, a mulher cometeu o homicídio nos anos 2000, quando ela tinha 24 anos de idade. A foragida será levada para Minas Gerais, onde a justiça adotará as providências cabíveis.

Gerência de Comunicação Integrada (GCI)

Novo serviço de consulta a recolhimento de custas processuais está disponível no portal do STF

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Advogados, partes e órgãos jurisdicionais de todo o país podem emitir certidão de forma automática

Já está disponível no portal do Supremo Tribunal Federal (STF) o novo serviço de consulta a recolhimento de custas processuais. Advogados, partes e órgãos jurisdicionais de todo o país podem emitir certidão de forma automática indicando a situação atual de um recolhimento de custas judiciais no âmbito do Supremo.

Para realizar a consulta e obter a certidão, basta informar o CPF ou o CNPJ do responsável pelo pagamento das custas e o número de referência, que é a chave identificadora da forma de recolhimento utilizada pelo interessado (GRU – Guia de Recolhimento da União ou o PagTesouro).

O serviço confere maior transparência aos recolhimentos, pois podem ser consultados por qualquer interessado, inclusive órgãos jurisdicionais responsáveis pela análise de admissibilidade de recursos extraordinários, sempre que houver alguma dúvida sobre o comprovante de recolhimento apresentado. Essa possibilidade pode evitar determinações judiciais para recolhimento em dobro de valores a título de preparo recursal, tornando mais célere o trâmite de recursos e evitando pedidos administrativos de restituição de custas.

Para esclarecimentos:

Ouvidoria do STF (clique aqui ou 61 3217 3000).

Assessoria de Comunicação Institucional

Chegada de turistas internacionais no Brasil cresce 7,4% em 2024

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O Brasil fechou o primeiro quadrimestre de 2024 com alta de 7,4% no número de turistas internacionais em relação ao ano passado: foram 2,92 milhões de turistas. Em 2023, foram 2,71 milhões. Esse foi o terceiro melhor quadrimestre da história, atrás apenas de 2018 (3,10 milhões) e 2017 (2,99 milhões).

Os dados foram divulgados nesta terça-feira (14) pela Embratur, em parceria com o Ministério do Turismo (MTur) e a Polícia Federal (PF) e reforçam a tendência de crescimento.

O ministro do Turismo, Celso Sabino, comemorou os resultados e comentou sobre o protagonismo do país. “O Brasil está sendo visto lá fora e tem atraído a atenção dos estrangeiros. Esses números refletem o trabalho desenvolvido pelo Ministério do Turismo e pela Embratur em mostrar ao mundo o que o nosso país tem a oferecer, com sua rica gastronomia, belezas naturais incomparáveis e seu povo acolhedor. Estamos preparados para receber cada vez mais turistas internacionais em solo brasileiro”, destacou.

“Tivemos um 2023 de recuperação a níveis de pré-pandemia de chegada de turistas e já batemos recorde de receita com o turismo. Em 2024, os números mostram uma curva de crescimento consolidada, devemos fechar esse ano com resultados muito positivos”, afirma o presidente da Embratur, Marcelo Freixo. “E essa entrada crescente de turistas significa mais investimento no Brasil, mais dinheiro girando na nossa economia, é o dinheiro pago na ponta, gerando emprego e renda em todo o país”, reforça Freixo.

A Argentina lidera o ranking de emissores ao Brasil em 2024, com mais de 1,07 milhão de viajantes. Em crise econômica, o país acumula no ano uma queda de 11,1%. Contudo, a tendência está sendo revertida mês a mês, e em abril a redução foi de apenas -4,3%. No acumulado do quadrimestre, os maiores crescimentos entre os principais emissores são do Chile (32,2%), França (25,5%), Itália (18,5%) e Alemanha (15,7%).

Quadrimestre com aumento de +7,9% em relação ao mesmo período de 2023

2023 | 2.713.130 (+7,4% em 2024)*

2019 | 2.788.014 (+4,8% em 2024)

2018 | 3.100.028 (-5,8% em 2024)

*Foi o terceiro melhor quadrimestre da história, atrás apenas de 2018 (3,10 milhões) e 2017 (2,99 milhões).

Ranking de emissores no primeiro quadrimestre 2024

1) Argentina 1.070.545 (-11,1%)

2) Chile 258.523 (+32,2%)

3) Estados Unidos 251.419 (+9%)

4) Paraguai 217.392 (+9,8%)

5) Uruguai 199.316 (+13,8%)

6) França 84.468 (+25,5%)

7) Portugal 82.164 (+13,8%)

8) Alemanha 75.025 (+15,7%)

9) Reino Unido 65.994 (+15%)

10) Itália 55.165 (+18,5%)

 

Por: Ministério do Turismo

PF e CGU investigam desvio de R$ 100 milhões em repasses do FUNDEB

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A Polícia Federal, em conjunto com a Controladoria Geral da União, deflagrou a Operação Contrassenso nesta quarta-feira (15/5) com o objetivo de desarticular grupo criminoso responsável por fraudar o Censo Escolar Municipal de Santa Quitéria/MA, durante o período de 2020 a 2023.

Ao todo, 32 policiais federais participam da operação, e cumprem sete mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão temporária nas cidades de Santa Quitéria, Magalhães de Almeida e São Luís/MA, além de demais medidas cautelares, como o afastamento do cargo dos agentes públicos envolvidos, bloqueio de valores no montante de R$ 38 milhões, além da suspensão de contratos entre empresas e órgãos públicos.

De acordo com as investigações, a fraude ocorria com a inserção de dados falsos no sistema EducaCenso, do Ministério da Educação, visando o recebimento a maior de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica  (FUNDEB).

Apurou-se que o Município de Santa Quitéria/MA teria registrado o aumento de 1439% na quantidade de matrículas de estudantes na modalidade Educação de Jovens e Adultos – EJA, entre os anos de 2020 e 2021, o que teria resultado no recebimento indevido de cerca de R$100.000.000 em repasses do FUNDEB em 2022.

Também estão sendo investigadas possíveis fraudes em procedimentos licitatórios e contratos, que teriam sido pagos com verbas do FUNDEB recebidas indevidamente.

Diante desses fatos, a Polícia Federal representou perante o Juízo da 2ª Vara Criminal da Justiça Federal de São Luís/MA, obtendo as medidas judiciais que estão sendo cumpridas nesta quarta-feira.

Se confirmadas as suspeitas, os investigados poderão responder por inserção de dados falsos, peculato, associação criminosa e fraude licitatória.

Por: Polícia Federal 

Link: https://www.gov.br/pf/pt-br/assuntos/noticias/2024/05/pf-e-cgu-investigam-desvio-de-r-100-milhoes-em-repasses-do-fundeb

Mais de 14,7 milhões de brasileiros já limparam nome com o Desenrola Brasil

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Quitar as dívidas e limpar o nome na praça. O Desenrola Brasil, programa do Governo Federal que possibilita a renegociação de débitos com cartão de crédito e contas atrasadas de água, luz ou telefone com descontos de até 96%, por exemplo, está na reta final. As negociações seguem até a próxima segunda-feira (20/5).

Esta fase do programa é para quem ganha até dois salários mínimos por mês (R$ 2.824) ou está inscrito no Cadastro Único (CadÚnico). Os pagamentos podem ser a vista ou parcelados, sem entrada e com até 60 meses para pagar.

Outros critérios são: dívidas que tenham sido negativadas entre janeiro de 2019 e dezembro de 2022, e que não ultrapassem o valor atualizado de R$ 20 mil cada (valor de cada dívida antes dos descontos do Desenrola)

Como acessar

As dívidas podem ser renegociadas na plataforma do Desenrola Brasil. O programa também pode ser acessado por meio dos sites e aplicativos da Serasa Limpa Nome, do Itaú Unibanco, do Santander e da Caixa Econômica Federal.

Com essa integração das plataformas parceiras à do Desenrola, os clientes dos parceiros que se enquadram nos critérios do programa conseguem ver se existem ofertas pelo âmbito do programa. Eles podem ser redirecionados para o site do programa, onde é possível consultar as dívidas e fazer os pagamentos, sem necessidade de outro login.

Para ter acesso ao Desenrola diretamente pela plataforma do programa, é necessário ter uma conta GOV.BR. Usuários de todos os tipos de contas (bronze, prata e ouro) podem visualizar as ofertas de negociação e até parcelar o pagamento. Caso a pessoa opte pelos canais parceiros, não existe necessidade de uso da conta GOV.BR.

Beneficiados

Segundo último balanço divulgado pelo Ministério da Fazenda, mais de 14,7 milhões de brasileiros já foram beneficiados com a negociação de R$ 51,7 bilhões em dívidas.

Foi o caso da Naiane de Santana, moradora de Brasília. Ela possuía uma dívida de R$ 10 mil em uma instituição financeira. Ao acessar plataforma do programa, conseguiu limpar o nome com uma proposta de R$ 600 para quitar o débito, com possibilidade de parcelar o valor e pagar a primeira parcela em 60 dias.


“Para mim foi muito bom ter essa possibilidade porque essa dívida estava me preocupando muito, ela deixava meu nome negativado. Agora com o Desenrola eu consegui realmente desenrolar”, afirmou Naiane


Na média, os inadimplentes têm acesso a descontos de 83% sobre o valor das dívidas. De acordo com o diretor da secretaria de Reformas Econômicas do Ministério da Fazenda, Alexandre Ferreira, moradores de todos os municípios do país acessaram a plataforma do Desenrola e renegociaram dívidas pelo programa. Outro dado: 55% das negociações foram feitas por mulheres.


“Segunda-feira a gente encerra essa faixa da plataforma que já ajudou muitos brasileiros, muitas brasileiras a se desenrolarem e a voltarem a conseguir se organizar financeiramente e consumir com responsabilidade. Era muito dinheiro que estava preso em dívida, o que gera um problema para a vida das pessoas que ficam com o nome negativado. Quem está ou esteve com o nome sujo, sabe como é. Você fica com restrição para fazer um novo parcelamento, muitas vezes de um eletrodoméstico que precisa, para um pequeno negócio, ou precisa fazer um contrato de aluguel novo, então fica ali com o nome pendurado”, disse Ferreira


O que pode ser renegociado

Além das dívidas bancárias, como cartão de crédito, também estão incluídas as contas atrasadas de outros setores, como escolas, colégios, energia, água, telefonia e comércio. A plataforma do Desenrola permite parcelar a negociação dessas dívidas até mesmo com bancos nos quais a pessoa não tenha conta, podendo escolher aquele que oferecer a melhor taxa na opção de pagamento parcelado.

Outra vantagem do programa para quem tem duas ou mais dívidas (mesmo que com diferentes credores) disponíveis para negociação na plataforma do Desenrola é poder juntar todos os débitos e fazer uma só negociação, pagando à vista em um único boleto ou PIX, ou financiando, a prazo, o valor total no banco de preferência.

Fake news

Nesta reta final, o Ministério da Fazenda também desmente duas fake news que têm circulado sobre o programa: ao negociar as dívidas pelo Desenrola Brasil, o cidadão não perde nenhum benefício social e também não fica com o nome sujo nos sistemas do Banco Central.

O Relatório de Empréstimos e Financiamentos do sistema Registrato do Banco Central não é um cadastro restritivo. Ele exibe o “extrato consolidado” das dívidas bancárias, empréstimos e financiamentos, tanto do que está em dia quanto do que está em atraso. Isso permite que o cidadão acompanhe, em um só lugar, todo o seu histórico financeiro e se previna contra golpes.

Assim, as dívidas que forem negociadas no Desenrola para pagamento parcelado vão aparecer no extrato emitido pelo Banco Central, assim como outras dívidas bancárias, para que possam ser acompanhadas somente pelo cidadão. Os bancos não acessam os relatórios das pessoas; eles conseguem ver apenas as informações consolidadas, quando o cidadão autoriza esse acesso.

Outros Desenrola

O alcance e resultados do Desenrola Brasil, que teve início em julho do ano passado, serviram de referência para o Governo Federal idealizar outros programas de negociação de dívidas.

Um deles é o chamado Desenrola do Fies. Desde seu lançamento, em novembro de 2023, a iniciativa já beneficiou mais de 283 mil pessoas com débitos junto ao Fundo de Financiamento Estudantil. A iniciativa, que oferece descontos de até 99% nas dívidas e de até 100% nos juros, já renegociou mais de R$ 12 bilhões. O Desenrola do Fies segue até o próximo dia 31 maio.

E na última segunda-feira (15/5) teve início o Programa Desenrola Pequenos Negócios. Microempreendedores Individuais (MEIs), Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP) com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões têm a oportunidade de renegociar dívidas em atraso com instituições financeiras. O Desenrola Pequenos Negócios faz parte do Acredita Brasil, programa do Governo Federal que visa fortalecer o ambiente de negócios e impulsionar o crescimento econômico do país.

Leia também: Começa o Desenrola Pequenos Negócios

Para participar, as dívidas devem estar em atraso há mais de 90 dias, contados a partir do dia 22 de abril, data de lançamento do programa. Não há limite para o valor da dívida ou tempo máximo de atraso. Isso significa que empresas com débitos antigos e de valores elevados também poderão se beneficiar da iniciativa, negociando condições mais favoráveis para a quitação de suas obrigações. A negociação deve ser realizada diretamente com os canais de atendimento das instituições financeiras.

 

 Agência Gov

Trabalhadores e hospitais universitários federais homologam acordo salarial

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Representantes da gestão da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) e de entidades sindicais assinaram, nesta terça-feira (14), o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) referente ao período 2024/2026. Foram homologados, junto ao Tribunal Superior do Trabalho (TST), pontos das cláusulas sociais e econômicas. A assinatura ocorreu após a homologação do acordo, na quinta-feira (9).

Em termos salariais, houve o reajuste de 80% do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) sobre salários e benefícios neste ano e 100% no próximo, conferindo previsibilidade financeira para os trabalhadores da estatal. Alguns ganhos foram acima do INPC, dentre eles o vale-alimentação, que passa de R$ 660,09 para R$ 800,00 com crédito a partir de julho, e a R$ 1.000,00 em março do próximo ano, um aumento de 51,49%. O auxílio-creche foi incrementado em 126,63%, saindo de R$ 213,96 para R$ 484,90.

Para o assessor da presidência da estatal, Fausto Figueira, os avanços nas cláusulas econômicas e sociais reafirmam a postura da Ebserh de valorização dos trabalhadores, o ‘cuidar de quem cuida’, e, também, o equilíbrio financeiro que garante a exequibilidade das propostas, tendo em vista os limites econômicos da empresa pública dependente do Tesouro. “Somos sujeitos a um orçamento federal e, a rigor, ele determina o limite dos nossos avanços. Dependemos 100% do orçamento federal”, afirma.

Já a diretora de Gestão de Pessoas, Luciana de Gouvêa Viana, destaca que esta é a primeira vez na história da Ebserh que um acordo é fechado com vigência de dois anos, o que permite melhor implantação das conquistas. “Desta forma, o ACT bienal é muito bem-vindo, pois entendemos que as relações e negociações com os trabalhadores não terminam com a assinatura do acordo. Mantemos diálogo permanente com os empregados, promovendo avanços de carreira e de benefícios independentes da assinatura do ACT”.

Luciana ressalta também a mudança da data base para 1º de junho, pois neste período a Empresa já contará com as diretrizes de negociação da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Sest). “Isso permite que o processo negocial seja mais célere”, concluiu a diretora.

Sobre a Ebserh

Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 41 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação.

Por Ebserh

Conab afirma que o quilo do arroz importado será vendido a R$ 4

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O arroz que será importado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) chegará ao consumidor brasileiro por no máximo R$ 4 o quilo. No primeiro leilão , marcado para a próxima terça-feira (21), serão adquiridas até 104.034 toneladas da safra 2023/2024.

“O arroz que vamos comprar terá uma embalagem especial do Governo Federal e vai constar o preço que deve ser vendido ao consumidor. O preço máximo ao consumidor será de R$ 4 o quilo”, reforça o presidente da Conab, Edegar Pretto.

Em pesquisa online nesta quarta (15), o quilo do arroz parboilizado foi encontrado em portais da rede supermercadista com preços entre R$ 4,50 e R$ 19.

As diretrizes de importação e venda foram definidas em edição extra do Diário Oficial da União, nesta terça-feira (14), por intermédio da Portaria Interministerial MDA/ MAPA/ MF nº 03. A importação foi autorizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o enfrentamento das consequências sociais e econômicas da quebra da safra no estado do Rio Grande do Sul.

Essa portaria prevê que o preço do arroz importado deve ser compatível com os valores do arroz plantado no Brasil. Isso será possível porque o Governo Federal reservou R$ 100 milhões para a chamada “equalização dos preços”, que serão usados, se necessário, para oferecer deságio – termo utilizado pela própria portaria. Os recursos para a equalização de preços vêm do fundo de R$ 12 bilhões, criado no início do mês, para atender o Rio Grande do Sul.

Nesta primeira fase, serão adquiridos cerca de 104 mil toneladas de arroz que serão destinadas à venda para pequenos varejistas e equipamentos públicos de segurança alimentar e nutricional das regiões metropolitanas dos estados de São Paulo, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Pernambuco, Pará, Ceará.

A importação será realizada por meio de leilões públicos, com interligação de bolsas de mercadorias, conforme edital a ser publicado pela Conab. Após os  leilões de compra, a venda do arroz para cada varejista obedecerá limites máximos, para evitar especulação. A venda será feita diretamente pela Conab aos comerciantes. Haverá também fornecimento para cozinhas solidárias.

Para isso, foram previstos, além dos  R$ 100 milhões para as despesas relativas a equalização de preços, outros R$ 416 milhões para a importação do produto, propriamente dita.

Sem especulação

“O Governo Federal não pensa em hipótese alguma concorrer com os produtores de arroz que passam por dificuldades. Nosso objetivo é evitar especulação financeira e estabilizar o preço do produto nos mercados de todo o país”, explica o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro. “É arroz pronto para consumo, já descascado, para não afetar a relação de produtores, cerealistas e atacadistas”, pontua.

A meta do Governo Federal é atingir um milhão de tonelada de arroz, beneficiado ou em casca, para recomposição dos estoques públicos.

Outras medidas

Segundo dados da Defesa Civil estadual, mais de 90% das cidades do Rio Grande do Sul foram afetadas pelas chuvas que castigam o estado desde o fim do mês passado.

Essa é a maior tragédia climática do RS e os prejuízos causados afetam também a agropecuária do estado.

Entre as medidas já adotadas pelo Governo Federal e o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para socorrer o setor estão:

•suspensão imediata do vencimento das parcelas de operações do crédito rural por prazo superior a 100 dias;

•desburocratização das linhas de créditos para contratação e renegociação de crédito junto às instituições financeiras públicas;

•R$ 1 bilhão para concessão de desconto de juros para empréstimos concedidos no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e no Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), até o limite global de crédito de R$ 4 bilhões passíveis de desconto de juros;

•liberação de emendas parlamentares alocadas no Mapa, que serão destinadas à aquisição de maquinário, insumos e realização de obras de engenharia para recuperação de estradas vicinais de fomento ao agronegócio;

•autorização temporária para implementação de medidas excepcionais que simplifiquem as regras a serem cumpridas pelos estabelecimentos produtores de leite e derivados registrados no Serviço de Inspeção Federal (SIF) na região;

•autorização, em caráter excepcional, para que estabelecimentos do Sisbi-POA (Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal) do estado do Rio Grande do Sul possam processar matérias-primas oriundas de outros estabelecimentos com inspeção para fabricação de produtos;

•criação da Câmara Temática de Gestão de Risco Agropecuário do Conselho Nacional de Política Agrícola (CNPA) para o fornecimento de políticas para enfrentar os diversos desafios que permeiam a atividade agropecuária; e

•facilitação e priorização das cargas provenientes de doações internacionais para o Rio Grande do Sul em todos os pontos de Vigilância Agropecuária do Brasil.

Com informações do Mapa e da Conab

Safra de 2024 deve ficar em 299,6 milhões de toneladas, 5,0% menor do que a de 2023

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A safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas deve ser de 299,6 milhões de toneladas em 2024, segundo a estimativa de abril do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgada hoje (14) pelo IBGE. Isso representa uma produção 5,0% menor do que a obtida no ano passado (315,4 milhões de toneladas). Na comparação com a estimativa de março, houve um aumento de 0,4% ou de 1,2 milhão de toneladas.

A produção de soja, principal commodity do país, cresceu 0,9% na comparação com o previsto em março e deve chegar a 148,3 milhões de toneladas. Essa quantidade equivale a uma retração de 2,4% na comparação com o total produzido no ano passado.

Os efeitos causados pelo fenômeno climático El Nino, caracterizado pelo excesso de chuvas nos estados da Região Sul e falta de chuvas regulares com elevadas temperaturas no Centro-Norte do Brasil, trouxeram, como consequência, uma limitação no potencial produtivo da leguminosa em boa parte das unidades da federação produtoras.

O destaque positivo ficou por conta do Rio Grande do Sul, como pontua o gerente da pesquisa. “Quando falamos da soja, mais especificamente do Rio Grande do Sul, há uma recuperação neste início do ano após um período de seca que afetou três safras. Já no verão de 2023 para 2024, choveu bastante, causando um aumento na produção da soja e do milho primeira safra. Portanto, a produção da soja está se recuperando quando olhamos para a estimativa feita em abril, analisando essa primeira parte do ano”, avalia o gerente do LSPA, Carlos Barradas.

A produção do milho, quando consideradas as duas safras, caiu 0,3% na comparação com o estimado no mês anterior e deve somar 115,8 milhões de toneladas em 2024, ficando 11,7% menor do que o produzido em 2023, uma queda de 15 milhões de toneladas.

“A produção do milho no Brasil apresentou queda principalmente por conta do preço, que caiu muito e desestimulou seu plantio na 2ª safra. Importante destacar também que o milho 1ª safra enfrentou problemas climáticos em alguns estados com poucas chuvas e muito calor. Uma das consequências, como já vínhamos destacando em outras divulgações, é que alguns produtores deixaram de lado essa produção para plantar algodão, o que também resultou em recordes de produção de algodão”, lembra o pesquisador do IBGE.
Já a safra do arroz deve crescer 2,0% na comparação com o produzido do ano passado. A estimativa foi 0,3% maior em relação ao previsto em março, alcançando 10,5 milhões de toneladas. Juntos, a soja, o milho e o arroz respondem por 91,6% da produção de grãos no país.

“Esse crescimento deve-se, principalmente, ao aumento na área plantada, que subiu 3,7%. O arroz é plantando durante a safra de verão e sofre uma concorrência muito grande com a soja, principal cultura brasileira. Como os preços do arroz subiram nos últimos meses, houve também um aumento de área plantada em detrimento da soja em algumas localidades. Isso ajuda a explicar o crescimento de 2,0% na produção do arroz em relação ao ano passado”, destaca Barradas.

A estimativa de abril para a produção do sorgo foi de 4,0 milhões de toneladas, aumento de 6,6% com relação ao previsto em março e redução de 6,8% em relação ao obtido na safra 2023.

“Uma característica importante do sorgo é que ele é mais ‘rústico’, precisa de menos água. Portanto, quando o produtor perde a janela de plantio do milho de 2ª safra, ele acaba plantando o sorgo, pois esse grão suporta mais a falta de umidade. O aumento em relação à estimativa de março pode ter sido dado por alguns produtores, em algumas regiões, terem perdido a janela de plantio do milho de 2ª safra”, diz o gerente da pesquisa.
A estimativa da produção de feijão para 2024, considerando-se as três safras, cresceu 0,1% em relação ao mês anterior e deve alcançar 3,3 milhões de toneladas, um aumento de 11,1% em relação a 2023.

“É interessante observar que a produção do feijão atende tranquilamente o consumo brasileiro. O destaque vai para a 2ª safra, que já é a mais importante do Brasil e está em 1,6 milhão de toneladas, com o estado do Paraná sendo responsável por quase metade desse total, com 49,8% da produção”, salienta o gerente do LSPA.

Mato Grosso segue na liderança da produção nacional de grãos

Na distribuição da produção pelas Unidades da Federação, o Mato Grosso lidera como o maior produtor nacional de grãos, com participação de 28,0%, seguido pelo Paraná (13,4%), Rio Grande do Sul (13,3%), Goiás (10,6%), Mato Grosso do Sul (8,3%) e Minas Gerais (5,6%), que, somados, representaram 79,2% do total.

Regionalmente, o Centro-Oeste (47,2%) lidera esse ranking, enquanto as demais regiões têm as seguintes participações: Sul (28,9%), Sudeste (9,2%), Nordeste (8,7%) e Norte (6,0%).

As principais variações absolutas positivas nas estimativas da produção, em relação ao mês anterior, ocorreram em Goiás (1.279.774 t) e no Pará (998.575 t). As variações negativas ocorreram no Paraná (-801.000), em São Paulo (-442.380 t) e em Minas Gerais (-96.291 t).

Sobre o LSPA

Implantado em novembro de 1972 com o propósito de atender às demandas de usuários por informações estatísticas conjunturais mensais, o LSPA fornece estimativas de área plantada, área colhida, quantidade produzida e rendimento médio de produtos selecionados com base em critérios de importância econômica e social para o país. Ele permite não só o acompanhamento de cada cultura investigada, desde a fase de intenção de plantio até o final da colheita, no ano civil de referência, como também o prognóstico da safra do ano seguinte, para o qual é realizado o levantamento nos meses de outubro, novembro e dezembro. Acesse os dados no Sidra. A próxima divulgação do LSPA, relativa a maio, será em 13 de junho.

Com relação à calamidade pública no Rio Grande do Sul e os resultados do LSPA para o mês de maio, o IBGE ressalta que será necessário esperar a evolução dos acontecimentos e verificar como a transmissão de informações para o Instituto vai se comportar ao longo do mês para estimar os possíveis impactos em termos de geração de resultados e da publicação de indicadores relativos ao Rio Grande do Sul, e a participação deste em indicadores nacionais. Confira o comunicado na íntegra aqui.

Produtores da Agricultura Familiar de Urupá impulsionam renda e segurança alimentar com apoio da ATEG Olericultura do Senar Rondônia

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Agricultores familiares do município de Urupá, sob orientação técnica de Babiane Cordeiro e supervisão de Morganna Medeiros, em parceria com a EMATER representada por Alice Ribeiro e a COOPEURUPÁ liderada pelo presidente Josiel Bento, estão desempenhando um papel fundamental no fornecimento de alimentos para programas essenciais como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Essa colaboração está impulsionando a agricultura familiar local, contribuindo para a renda do campo e promovendo a segurança alimentar na região.

Essas iniciativas estão direcionadas não apenas para atender famílias de baixa renda, mas também entidades da rede socioassistencial, bancos de alimentos, cozinhas populares e restaurantes comunitários. O SENAR, por meio da Assistência Técnica e Gerencial (ATeG), está focado na melhoria da rentabilidade, alta produtividade e qualidade dos produtos, utilizando planejamento eficiente e tecnologias adequadas.

Além disso, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural vem ampliando suas parcerias para disseminar práticas e tecnologias que não só aumentam a produtividade e renda, mas também preservam o meio ambiente. Esta iniciativa é um exemplo do compromisso do Senar em direcionar recursos e esforços para projetos que geram resultados concretos para a comunidade agrícola.