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Senadores defendem retirada de urgência de regulamentação da reforma tributária

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Após reunião nesta quinta-feira (11), líderes partidários defenderam retirar a urgência do projeto que regulamenta a reforma tributária, para que a matéria tenha mais tempo de discussão e análise no Senado. A Câmara dos Deputados concluiu a votação da proposta (PLP 68/2024) na quarta-feira (10). A tramitação em regime de urgência, pedida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, estabelece a cada uma das Casas do Congresso o prazo de 45 dias para a deliberação do texto, sob pena de trancamento da pauta.

Durante a sessão do Plenário desta quinta-feira (10), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, informou que a matéria vai tramitar na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e anunciou o senador Eduardo Braga (MDB-AM) como relator. No entanto, não confirmou se fará a retirada da urgência. 

— Queria parabenizar e desejar boa sorte a Eduardo Braga, que terá a responsabilidade de definir um cronograma de trabalho de aprofundamento em relação à reforma tributária e, naturalmente, dentro desse espírito mesmo de ampliação do debate, junto a governadores dos estados, prefeitos municipais, setores produtivos, base de governo e oposição, para que tenhamos aqui o melhor trabalho possível e que possa ser exaustivo e que contemple todos os assuntos da maneira mais justa e equilibrada possível, para chegarmos àquilo que é o objetivo principal da emenda constitucional e da própria lei, que é estabelecer um sistema tributário justo ao contribuinte, justo para a arrecadação sustentável do erário, simplificado, desburocratizado e que estimule o desenvolvimento do nosso país — disse Pacheco. 

Braga também foi relator da Emenda Constitucional 132, aprovada e promulgada no ano passado, com o panorama geral da reforma tributária. Agora os congressistas precisam votar as regras e regulamentações. O relator disse que há alguns questionamentos sobre o texto aprovado na Câmara e defendeu a retirada da urgência, para que seja elaborado um calendário para a realização de debates, apresentação de emendas e análise do texto à altura da  relevância do tema e da quantidade de atores envolvidos. 

— Todas essas questões serão amplamente debatidas, divulgadas com antecedência, com previsibilidade e transparência, para que nós possamos construir, para a nação brasileira, uma regulamentação da reforma tributária que responda aos anseios da sociedade brasileira. O Brasil precisa desta reforma, precisa desta simplificação para que nós possamos voltar a crescer no setor industrial, voltar a crescer no setor do comércio, voltar a crescer no setor de serviços. O Brasil precisa voltar a gerar emprego e renda com crescimento sustentável, dando competitividade à nossa economia. 

Em coletiva à imprensa após a reunião, o líder da oposição, senador Marcos Rogério (PL-RO), manifestou preocupação com o modo como a matéria foi votada na Câmara dos Deputados. Ele entende que a urgência constitucional “não contribui muito” para o objetivo maior, que é oferecer mais equilíbrio, justiça, transparência e simplicidade ao sistema tributário brasileiro. 

— Eu penso que o Senado tem que ter o tempo necessário para discutir com maturidade, com equilíbrio, com muita responsabilidade, a regulamentação da reforma tributária. Não dá para discutir esse assunto de forma açodada, de forma atropelada. É preciso ouvir governadores, é preciso ouvir prefeitos, é preciso ouvir os segmentos econômicos do estado para que a gente não tenha um problema. E, além do mais, é preciso a busca de um entendimento, de uma compreensão de que no Brasil a gente tem um sistema bicameral em que as duas Casas precisam ter protagonismo na atuação dos temas, no sentido de garantir validade. 

Regras dos novos impostos

O projeto de lei complementar regulamenta diversos aspectos da cobrança do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), da Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto Seletivo (IS), que substituirão o PIS, a Cofins, o ICMS, o ISS e parcialmente o IPI.

São definidos os percentuais de redução e isenção dos impostos para vários setores e produtos, além de benefícios tributários, como crédito presumido, reduções de base de cálculo, imunidades e outros incentivos. A proposta também prevê a devolução de tributos para consumidores de baixa renda (cashback).

Um dos assuntos destacados pelos senadores em suas redes sociais e que deve ser foco de discussão no Senado foi a inclusão da carne vermelha entre os  22 itens da cesta básica que estarão isentos de tributação. O item foi adicionado por meio de uma emenda de Plenário, do deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS). 

— Vejo integrantes do governo exaltando a inclusão da carne na cesta básica como se fosse uma ação do Planalto, e não do Congresso Nacional. Mas se o governo queria tanto isentar a carne, por que não incluiu isso no texto inicial? Ou por que esperou até o ultimo minuto para apoiar o destaque da oposição, quando já havia votos suficientes para aprová-lo? — questionou o senador Ciro Nogueira (PP-PI). 

Alguns senadores governistas elogiaram o texto final e a inclusão da carne na cesta básica com 100% de isenção dos impostos. 

— Vai ter carne na cesta básica, sim. A Câmara aprovou isenção total para a carne, que agora estará na cesta básica. Governo e Congresso trabalhando para mudar, de verdade, a vida do povo — disse o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (sem partido-AP). 

Já o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) advertiu que a isenção total de alguns itens pode comprometer a soma total dos tributos do novo modelo, que deve chegar, no máximo, a 26,5% de imposto sobre o preço. Caso a regulamentação inclua mais itens ou setores entre aqueles que terão tratamento diferenciado, esse limite pode acabar sendo ultrapassado, e o brasileiro seria penalizado com uma carga maior do que é atualmente.

— Mais uma do modelo “liberal brasileiro”: votar pelo imposto zero para filé mignon e picanha e reclamar do tamanho da alíquota final do imposto. Muito populismo e pouca matemática, no mínimo.

Já os senadores do Amazonas — tanto o relator quanto o senador Plínio Valério (PSDB-AM) — manifestaram preocupação em relação a alguns pontos que, segundo eles, podem prejudicar a Zona Franca de Manaus. Eles consideram apresentar emendas para ajustar esse tópico. 

— O texto aprovado na Câmara dos Deputados não é nada bom para a Zona Franca de Manaus. Temos muitos problemas a enfrentar aqui no Senado. Já estamos providenciando as emendas que a gente quer consertar, tirar algum excesso, o que não é fácil — disse Plínio Valério. 

Uma das contribuições apresentadas pela bancada do Amazonas e que não foi aprovada pela Câmara é sobre o crédito presumido para operações internas do comércio na Zona Franca — que, na prática, fará com que o setor do Amazonas tenha de pagar mais impostos.

Fonte: Agência Senado

Pacheco aponta resistência do mercado financeiro a projeto das dívidas estaduais

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O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse nesta sexta-feira (12) que setores do mercado financeiro trabalham contra o projeto sobre a reestruturação das dívidas dos estados com a União. Pacheco foi questionado durante o 19º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), em São Paulo (SP).

Segundo Pacheco, o setor se opõe à federalização de ativos e de empresas dos entes endividados, uma das saídas apontadas no projeto de sua autoria, em análise no Congresso.

— Querem nada mais nada menos do que adquirir a preço de banana os ativos dos estados. Espero do Ministério da Fazenda e do governo federal que tenham a decência de desmentir as mentiras que estão sendo ditas sobre o projeto — disse o senador, em resposta a jornalistas.

Pacheco apresentou o projeto (PLP 121/2024) na terça-feira (9). O objetivo da medida é resolver o impasse em torno da renegociação das dívidas dos estados. São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Goiás lideram a lista dos maiores devedores. Somada, a dívida de todos os estados e do Distrito Federal é estimada em R$ 764,9 bilhões. O presidente reforçou que as dívidas hoje são impagáveis.

— O projeto nada mais é do que a possibilidade de o estado pagar a dívida, entregando ativos, [além de] uma correção do indexador da dívida — resumiu.

Desoneração

Entre outros temas, Pacheco também comentou a questão da desoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia. Ele classificou a negociação entre Executivo e Legislativo sobre a desoneração fiscal como uma “novela”, e disse que é preciso buscar uma fonte de compensação que não represente aumento de tributação.

— Tem sido uma novela desnecessariamente prolongada desde o momento que o Poder Executivo não aceitou a decisão do Congresso Nacional. Isso tem sido objeto de desgastes por algo desnecessário.

O presidente do Senado apontou que o Congresso é contra a proposta do governo de aumentar a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) para compensar o benefício fiscal.

— O Ministério da Fazenda tem que buscar fontes de compensação que não representem aumento de tributo — ressaltou .

Fonte: Agência Senado

Em cooperação com a gestão, TCE permite ao DER reavaliar gasto de R$ 8 milhões

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A atuação cooperativa e de diálogo que o Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE-RO) tem mantido com a gestão estadual permitiu a reavaliação de gasto público que seria realizado, em valores que chegam a quase R$ 8 milhões.

No caso, a atuação preventiva aconteceu por meio do monitoramento, do diálogo e da orientação à gestão do Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transportes (DER-RO), em razão de dois contratos aditivos para serviço voltado à pavimentação asfáltica.

Nessa dinâmica, gestores e técnicos do órgão estadual estiveram com os auditores do Tribunal e foi possível, dentro do trabalho de monitoramento e orientação, promover um amplo diálogo.

O Tribunal de Contas deu orientações referentes ao procedimento, especialmente, implicações de ordem jurídica, administrativa e de gestão.

Um ponto destacado foi a possibilidade de transtornos futuros, incluindo responsabilizações. Isso porque, conforme levantado pelo TCE-RO, tem ocorrido problemas na execução dos serviços, junto à empresa contratada.

Depois das orientações dadas pelo Tribunal de Contas, a gestão do DER fez uma reavaliação do gasto e decidiu pela desistência de formalização dos dois termos aditivos que estavam previstos.

Ficou, desse modo, demonstrado o compromisso dos gestores e técnicos do órgão com a eficiência e a responsabilidade no uso do dinheiro público.

Fonte/TCE

Idaron realiza prospecção da praga Amaranthus palmeri, planta de rápida infestação que pode ameaçar a produção de soja

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Em uma ação preventiva, a Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril (Idaron) realizou prospecção investigativa em todos os municípios do Cone Sul do estado, objetivando identificar se a praga Amaranthus palmeri está ocorrendo em Rondônia. Trata-se de uma planta daninha exótica classificada como praga quarentenária de difícil controle, de crescimento rápido e extremamente agressivo, que representa grave risco a produção de soja, podendo comprometer até 90% da safra.

A prospecção foi realizada entre os dias 2 e 5 deste mês de julho, por meio do Programa de Controle de Ferrugem Asiática da Soja (PROCFAS) que é vinculado à Gerência de Inspeção e Defesa Sanitária Vegetal da Idaron. “Não foi detectada nenhuma planta da Amaranthus palmeri, o que é muito importante, visto que ela é de crescimento rápido e já apresenta resistência aos herbicidas. Uma única planta pode produzir de 100 mil a 1 milhão de sementes e se for introduzida em solo rondoniense, os produtores podem ter grandes problemas”, destaca o gerente de defesa vegetal da Idaron, Jessé de Oliveira.

Como a dispersão das sementes ocorre por máquinas e implementos agrícolas, entre propriedades que cultivam algodão, soja e milho, a Idaron alerta os produtores quanto ao uso de maquinário utilizado em outros estados onde a praga está presente sem que seja realizada uma minuciosa limpeza e desinfecção do equipamento, dando sempre que possível, preferência para equipamentos novos. “A primeira ocorrência dessa praga no Brasil ocorreu em 2015, entre os municípios de Tapurah e Sorriso, no Mato Grosso, em plantio de algodão. Por isso o levantamento da Agência Idaron foi concentrado no Cone Sul”, informou o coordenador do PROCFAS, Rodrigo da Silva Guedes.

Ele explica que a presença da planta no campo dificulta a colheita da soja, bem como do milho, devido ao porte dela ser bem maior que as demais espécies de caruru, uma vez que, quanto mais velhas, as plantas ficam com o tronco mais lenhoso, o que danifica e até quebram as colheitadeiras.

Para o governador Marcos Rocha, a iniciativa é de extrema importância e conta com total apoio do executivo estadual, visto o risco que a planta daninha representa a uma das culturas de maior desempenho econômico na balança comercial do estado. “A soja, unida ao café e a produção bovina, é a menina dos olhos de nossa economia e deve ser protegida a qualquer custo”, acentuou Marcos Rocha.

Além do trabalho de prospecção, foi dada orientação aos responsáveis técnicos das propriedades sobre as características da erva daninha.

PROSPECÇÃO

Para realização do trabalho foram utilizados critérios técnicos, com prioridade às áreas produtoras de algodão, soja e milho, além de fazendas de confinamento de gado bovino, devido a dieta alimentar dos animais ser constituída na grande maioria das vezes de caroço de algodão. Nesse último caso, o risco reside na origem do caroço de algodão, que pode vir de áreas infestadas do Mato Grosso.

A investigação estendeu-se ainda a propriedades de soja que realizam permuta de máquinas e implementos agrícolas (semeadura e colheita) entre Rondônia e Mato Grosso. Ao todo, foram visitadas mais de 30 fazendas.

Rodrigo Guedes, que coordenou os trabalhos, explica que foram encontradas várias espécies diferentes de caruru, mas nenhuma da espécie Amaranthus palmeri. Na oportunidade também foram realizadas atividades de educação sanitária, com orientações aos responsáveis técnicos das propriedades e das lojas agropecuárias de Cerejeiras, onde também foram apresentadas as principais características para identificação da praga.

Deputada Federal Sílvia Cristina entrega motores para Comunidade Indígena Rio Branco em Alta Floresta do Oeste

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A Deputada Federal Sílvia Cristina (PP/RO) anunciou, por meio de um vídeo em suas redes sociais, a entrega de dois motores para a Comunidade Indígena Rio Branco, localizada em Alta Floresta do Oeste. Esses motores serão utilizados nas embarcações que prestam assistência aos moradores, especialmente no atendimento à saúde.

A solicitação foi feita pelo vereador Dalton Tupari e concretizada através de um convênio firmado com a Prefeitura de Alta Floresta do Oeste, sob a gestão do prefeito Giovan Damo. A parlamentar destacou a eficiência e a rapidez com que toda a parte burocrática foi resolvida, agradecendo a equipe da prefeitura pelo apoio.

Estamos em Alta Floresta e é um prazer vir aqui para entregar benefícios para a comunidade, especialmente para a comunidade indígena. Através do meu amigo Dalton Tupari, vereador aqui da cidade, que solicitou motores para as aldeias, para o tráfego no Rio, hoje conseguimos realizar essa entrega”, afirmou Sílvia Cristina.

O vereador Dalton Tupari expressou sua gratidão pelo trabalho realizado pela deputada e destacou a importância dos motores para a saúde e a mobilidade fluvial da comunidade indígena. “Esses motores vão atender a parte da saúde, que é uma parte principal que a gente tem, e a parte fluvial. As pessoas que vão receber esse benefício é pela SESAI, o povo vai estar sendo atendido por lá”, disse Tupari.

O prefeito Giovan Damo também participou da entrega e ressaltou a importância da parceria com a deputada para a concretização do projeto. “Agradecer também ao nosso prefeito Gil, que tem uma participação grande na execução desse recurso e na compra desses equipamentos. É uma satisfação muito grande, deputada, pelos trabalhos que você vem fazendo. A gente agradece muito”, afirmou o prefeito.

A deputada Sílvia Cristina reafirmou seu compromisso com as comunidades e a importância de atender às necessidades dos indígenas. “Cuidar de gente é o nosso compromisso. Eu não faço promessas, eu cumpro compromissos”, concluiu.

 

Por Assessoria

Mulheres na Pesca-RM: Evento inédito promove pesca esportiva no rio Guaporé

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 De 15 a 18 de agosto, o distrito de Porto Rolim, em Alta Floresta D’Oeste, Rondônia, será palco da 1ª Edição do evento “Mulheres na Pesca-RM”. A competição está sendo promovida por um grupo de mulheres empresárias que praticam a pesca esportiva na região, o evento promete destacar a força feminina na pesca esportiva e divulgar as belezas naturais do Rio Guaporé.

O grupo Mulheres na Pesca-RM é formado por mulheres de diferentes idades que compartilham a paixão pela pesca esportiva. Além da pesca, elas têm como objetivo promover as maravilhas naturais de Rondônia. O Rio Guaporé, com suas águas cristalinas e paisagens deslumbrantes, serve como cenário ideal para esta competição.

O evento terá duração de três dias e contará com competições que premiarão os três primeiros lugares. As participantes terão a oportunidade de demonstrar suas habilidades na pesca esportiva enquanto apreciam a diversidade incrível de fauna e flora ao redor do rio.

Além de incentivar a prática esportiva, o “Mulheres na Pesca-RM” tem um impacto positivo na economia local. Atraindo turistas e entusiastas da pesca de diversas regiões, o evento ajuda no crescimento de pequenos negócios, como pousadas, restaurantes e lojas de equipamentos de pesca. Esse aumento no turismo sustentável é benéfico para as comunidades ribeirinhas.

A empresária Mileni Mota que é umas das mulheres que está a frente da organização, espera que este evento inspire mais mulheres a se envolverem na pesca esportiva e a valorizarem as belezas naturais de Rondônia. O “Mulheres na Pesca-RM” é um marco importante para o esporte na região, promovendo inclusão, sustentabilidade e desenvolvimento econômico local.
Detalhes do Evento:

● Datas: 15 a 18 de agosto

● Local: Rio Guaporé, Porto Rolim, Alta Floresta D’Oeste, Rondônia

● Premiações: 1º, 2º e 3º lugares
Contato para mais informações pelo instagram oficial do grupo:

@mulheresnapesca_rm

Justiça de Rondônia condena homem a 14 anos de prisão por estupro de vulnerável

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Cabe recurso da sentença

Porto Velho, RO – A juíza Denise Pipino Figueiredo, da Vara Única do Tribunal de Justiça de Nova Brasilândia do Oeste, condenou um homem a 14 anos, 4 meses e 24 dias de reclusão em regime fechado pelo crime de estupro de vulnerável, com base no artigo 217-A, caput, c/c artigo 226, inciso II, do Código Penal, por três vezes, em continuidade delitiva, conforme a Lei nº 11.340/2006. Cabe recurso.

O Ministério Público do Estado de Rondônia (MP/RO) apresentou denúncia contra ele imputando-lhe três fatos delituosos ocorridos em 2018.

O primeiro fato ocorreu na zona rural de Nova Brasilândia do Oeste, quando o réu, aproveitando a ausência de sua esposa, tia da vítima, praticou atos libidinosos contra a menor de 14 anos.

No segundo fato, o condenado repetiu a conduta na casa da tia da vítima, durante a ausência dos pais da menor. No terceiro episódio, o réu teve conjunção carnal com a vítima, ameaçando-a de morte junto com sua irmã recém-nascida.

A materialidade dos delitos foi comprovada por meio do Boletim de Ocorrência Policial nº 58730/2023, declarações e depoimentos prestados ao longo do processo. A vítima detalhou os abusos sofridos, que foram corroborados por informantes, incluindo seus pais e outros familiares.

Durante a instrução probatória, foram colhidos depoimentos da vítima, testemunhas e informantes, além do interrogatório do réu.

As alegações finais do Ministério Público sustentaram a condenação do acusado com base nas provas colhidas, enquanto a defesa pleiteou a absolvição por insuficiência probatória.

Em sua sentença, a juíza Denise Pipino Figueiredo destacou a clareza dos relatos da vítima e a corroboridade com outras provas. A condenação levou em conta a presunção absoluta de violência em qualquer prática de ato sexual com pessoa menor de 14 anos, conforme a Súmula 593 do Superior Tribunal de Justiça.

O homem foi condenado a 12 anos de reclusão para cada delito, com a pena aumentada em um quinto devido à continuidade delitiva, resultando na pena total de 14 anos, 4 meses e 24 dias de reclusão.

O regime de cumprimento da pena será inicialmente fechado, sendo permitida eventual apelação em liberdade.

A juíza também condenou o réu ao pagamento das custas processuais, sem fixar indenização à vítima por ausência de pedido expresso.

Após o trânsito em julgado da sentença, serão adotadas as providências legais, incluindo a comunicação aos órgãos de identificação do Estado e ao Tribunal Regional Eleitoral.

A sentença foi proferida em 8 de julho de 2024.

Fonte: Rondônia Dinâmica

Nível do rio Madeira continua baixando e equipes da Defesa Civil Municipal seguem monitorando comunidades ribeirinhas de Porto Velho

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O nível do rio Madeira continua baixando rapidamente e atingiu 3,86 metros na quarta-feira (10). Em atenção ao Decreto Nº 20.187, de 8 de julho de 2024, que dispõe sobre a situação de emergência ambiental, por conta das previsões de seca extrema este ano, a Defesa Civil Municipal segue atenta e monitorando as comunidades ribeirinhas.

Através desse trabalho, a Defesa Civil faz um levantamento completo dos poços amazônicos que estão secando e, consequentemente, da quantidade de famílias afetadas pela escassez de água.

“Estamos monitorando as famílias que foram mapeadas em 2023 e verificando a situação de outros moradores. Com essa informação precisa, a Defesa Civil pode montar um cronograma e gerenciar melhor a distribuição de água mineral, trabalho este que será realizado a partir de agosto”, explicou o gerente de operações, Anderson Luiz.

A principal recomendação para os moradores neste momento, seguindo orientações da Agência Nacional de Águas (Ana), é que evitem o desperdício de água potável, tendo em vista que o chamado ‘verão amazônico’ está muito severo.

No próximo dia 31 de julho, haverá mais uma reunião da Sala de Crise, instituída para atuar nesse período de emergência ambiental juntamente com outros órgãos das esfera federal e estadual, com o propósito de adotar as medidas necessárias.

VISITAS

Na quarta-feira (10), os técnicos da Defesa Civil Municipal realizaram monitoramento nas comunidades de Silveira e São Miguel. Nesta quinta (11), a equipe vai atender as localidades de Pau d’Arco, Bom Jardim e Mutus.

Fonte: Superintendência Municipal de Comunicação (SMC)

Lançado 13º Prêmio MPRO de Jornalismo, com tema voltado para Comunicação Pública, imprensa e cidadão

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O Prêmio MPRO de Jornalismo chega à 13ª edição, com o tema “Ministério Público de Rondônia na Comunicação Pública: parceiro da imprensa para empoderar o cidadão”. O lançamento do concurso ocorreu nesta sexta-feira (12/7), às 9h, em Porto Velho, com a presença de profissionais e gestores de veículos de comunicação.

O 13º Prêmio MPRO de Jornalismo é dividido em quatro categorias: Webjornalismo, Telejornalismo, Cinegrafia e Destaque Acadêmico. O edital estará disponível a partir da terça-feira (16/7) na Landing Page do prêmio.

Ao anunciar mais uma edição do concurso, o Procurador-Geral de Justiça, Ivanildo de Oliveira, pontuou a pertinência do tema, que sublinha o compromisso constitucional do MP com o princípio da publicidade, bem como com o dever de transparência e de prestação de contas à sociedade, um trabalho reforçado pela atuação da imprensa, destinado inteiramente à defesa dos interesses dos cidadãos. “Quando informamos o cidadão, propiciamos também cidadania e dignidade. Então, essa é a relação que existe entre o trabalho do Ministério Público e o trabalho da imprensa. Daí, o tema que escolhemos para essa edição”, explicou.

 

Regulamento

As inscrições do concurso deverão ser realizadas no período 28 de agosto a 7 de outubro de 2024, por meio de Landing Page, que estará disponível no site do MPRO (www.mpro.mp.br).

Poderão concorrer somente matérias publicadas ou veiculadas no período 9 de outubro de 2023 até o último dia de inscrição (7 de outubro de 2024). Cada profissional poderá inscrever no máximo três trabalhos, que concorrerão nas categorias para as quais foram inscritos.

O Prêmio MPRO de Jornalismo premiará reportagens cujas pautas estejam relacionadas ao tema indicado no edital, podendo as reportagens abordar a atuação do MP nas áreas do Consumidor; Criminal e Tribunal do Júri; Direitos Humanos; Educação; Eleitoral; Execução Penal; Habitação e Urbanismo; Idoso; Infância e Juventude; Meio Ambiente; Ordem Tributária; Patrimônio Público; Pessoa com Deficiência; Saúde; Segurança Pública; Violência Doméstica e Feminicídio.

 

Categorias

O concurso contemplará as categorias:
– Webjornalismo: voltada para reportagens publicadas em sites noticiosos, jornais e revistas com versão eletrônica na Internet, estruturadas nas características do webjornalismo;
– Telejornalismo: avaliará reportagens exibidas em emissoras de televisão sediadas no Brasil, com duração de até 30 minutos;
– Cinegrafia: destinada a imagens cinematográficas, que compuserem reportagens de TV ou Webjornalismo dentro do tema proposto no regulamento. Para concorrer na categoria de cinegrafia, os profissionais deverão inscrever seus trabalhos, independentemente de a reportagem estar ou não inscrita em suas próprias categorias.
– Destaque Acadêmico: voltada para trabalhos escritos por estudantes de graduação do curso de comunicação social – habilitação em Jornalismo, veiculados em sites noticiosos, portal oficial da instituição em que estiver matriculado, jornais e revistas com versão eletrônica na Internet, estruturadas nas características do webjornalismo.

Estão credenciados a participar do concurso profissionais com reconhecida atuação em veículos de comunicação e que tenham trabalhos publicados em sites e televisão e acadêmicos do curso de graduação de Comunicação Social – habilitação em Jornalismo.

 

Premiação

Nesta edição, o Prêmio MPRO de Jornalismo concederá, ao todo, R$ 75 mil em premiações, além de troféus e certificados. Os primeiros colocados nas categorias de Webjornalismo, Telejornalismo e Cinegrafia serão premiados com o valor de R$ 12 mil. Os classificados em segundo lugar receberão o valor de R$ 7 mil e, em terceiro, R$ 5 mil. O vencedor na modalidade Destaque Acadêmico será premiado com R$ 3 mil. Não haverá pagamento em dinheiro para o segundo e terceiro colocados nesta categoria.

Conforme o edital, o anúncio dos vencedores ocorrerá em solenidade a ser realizada no mês de novembro em Porto Velho.

A comunicação da Comissão de Organização com os participantes, incluindo confirmação do recebimento dos trabalhos, será feita por e-mail. Desta forma, inscritos deverão autorizar em seus filtros antispam a recepção de mensagens da conta “[email protected]”.

Em caso de dúvida, o candidato inscrito também poderá fazer contato pelo telefone (69) 3216-3755 ou (69) 98408-9926.

Gerência de Comunicação Integrada (GCI)

MPRO obtém recebimento de denúncia e suspensão de destinação de recursos públicos a entidades do terceiro setor envolvidas em desvio de recursos públicos

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O Ministério Público de Rondônia, por meio do Grupo de Atuação Especial de Defesa do Patrimônio Público e Combate à Corrupção (GAEC) , na quinta-feira (03/07), obteve o recebimento de denúncia contra 28 pessoas envolvidas na prática de associação criminosa e de diversos crimes de peculato, na modalidade desvio, que se utilizavam de entidades do terceiro setor para lesar o erário.

Na investigação, realizada pela polícia civil, colheram-se fortes indícios de um contínuo prejuízo aos cofres públicos, por meio de destinação de emendas à Superintendência da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer (SEJUCEL), desde 2017 até a presente data, onde duas entidades ligadas ao esporte eram utilizadas para receber recursos públicos, que eram desviados por meio de prestações de contas fraudadas.

O Ministério Público requereu que fosse determinado à SEJUCEL, bem como ao Governo do Estado de Rondônia, que cesse qualquer tipo de repasse para os denunciados e para as entidades por eles representadas com a finalidade de evitar maiores prejuízos de natureza econômica ou financeira aos cofres públicos, bem como para interromper a prática reiterada de crimes, o que foi acolhido pela justiça, em sede de decisão cautelar (artigo 319 do CPP).

Apurações de valores

Conforme levantado em Inquérito Policial no ano de 2019, que se refere aos fatos ocorridos em 2017 e 2021, as entidades receberam recursos de aproximadamente R$ 9,4 milhões de reais. Em levantamento posterior realizado pelo GAEC, nos anos de 2022 a 2023, foi empenhado um total de R$ 17 milhões de reais.

Apesar das medidas deflagradas no âmbito da operação Fomentum, percebeu-se que o grupo permaneceu ativo, o que não foi o suficiente para inibir a continuação das práticas delituosas, sendo imprescindível o requerimento de suspensão de destinação de recursos públicos juntamente com o oferecimento da denúncia.

Gerência de Comunicação Integrada (GCI)