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Deputada Rosangela Donadon anuncia valor recorde de emendas empenhadas em 2023

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A deputada Rosangela Donadon anunciou a alocação de um valor recorde de emendas em 2023, totalizando cerca de R$17 milhões. Este investimento significativo visa impulsionar diversos setores estratégicos do estado de Rondônia, fomentando o desenvolvimento e promovendo o bem-estar social.

No setor agrícola, a iniciativa é direcionada para um programa que apoia o pequeno produtor rural, através da distribuição de mudas, adubo, calcário, e fornecimento de suporte técnico especializado. Esta estratégia é essencial para aumentar a eficiência e a produtividade na agricultura, reforçando a economia local e o desenvolvimento sustentável.

Na educação, as emendas serão empregadas na reforma de escolas, assegurando uma infraestrutura mais adequada e propícia para estudantes e professores. Este investimento é crucial para elevar a qualidade da educação em Rondônia, criando um ambiente que favorece o aprendizado e o crescimento dos jovens.

Para a saúde, destaca-se o Projeto Visão de Futuro, focado na saúde visual de alunos do ensino fundamental II e médio em 10 escolas estaduais. O projeto busca identificar e tratar problemas de visão, melhorando o bem-estar e o desempenho escolar dos alunos.

No âmbito esportivo, foram alocados aproximadamente 1,5 milhões de reais para promover o esporte através de torneios de futebol em mais de 20 municípios. Adicionalmente, 700 mil reais foram destinados à aquisição de um ônibus para a associação esportiva Grêmio Ayresboll de Vilhena, integrando o projeto “Esporte e Qualidade de Vida – Viajar com Foco no Futuro”, que tem como objetivo facilitar o transporte dos atletas para competições e eventos, ampliando o impacto do esporte na região.

Além disso, dentre as iniciativas de destaque, a deputada contribuiu significativamente para o setor de pesquisa, ciência e tecnologia, marcando um momento histórico para Rondônia. Rosangela Donadon participou do Seminário de Integração dos pesquisadores do projeto Observatório das Cidades, uma ação proveniente de uma emenda parlamentar de sua autoria, destinada à Fundação Rondônia de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa (Fapero). Este investimento representa a maior iniciativa individual de apoio à ciência na história de Rondônia.

O Observatório das Cidades é um projeto que congrega pesquisadores de diversas áreas, incluindo história, desenvolvimento econômico, urbanismo, direito da cidade e energias renováveis. Este projeto visa integrar e promover soluções para os desafios urbanos e regionais de Rondônia, melhorando a vida nas cidades através de pesquisa e inovação.

Estas emendas empenhadas em 2023, anunciadas pela Deputada Rosangela Donadon, marcam um importante passo no desenvolvimento de Rondônia, impulsionando não só o crescimento econômico, mas também promovendo avanços significativos em setores vitais para a qualidade de vida dos habitantes. Este é um claro exemplo do papel efetivo da política no progresso social e econômico.

Brasil registra queda de óbitos por aids. Confira os números de Rondônia

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Mato Grosso do Sul MS 22 08 2020-Uma estratégia interinstitucional para combate e prevenção à Covid-19 está em andamento no Estabelecimento Penal "Jair Ferreira de Carvalho" (Penitenciária de Segurança Máxima de Campo Grande), com testagens através do método RT-PCR, considerado padrão ouro, e isolamento seguro de casos sintomáticos ou constatados. Testagens para a Covid através do método RT-PCR O protocolo consiste ainda em aplicação de testes de HIV e rastreamento da tuberculose com exames de Raio-x. O plano de ação é desenvolvido pelo Governo do Estado, num esforço conjunto entre a Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen) e Secretaria Estadual de Saúde (SES), em parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e o Município, por meio da Secretaria de Saúde de Campo Grande (Sesau). Os exames iniciaram há cerca de três semanas, já tendo sido avaliados cerca de 400 reeducandos.foto Tatyane Santinoni, Agepen
Apesar da redução, doença ainda mata mais as pessoas negras. Houve aumento de casos entre pretos e pardos, representando mais da metade das ocorrências desde 2015
Nos últimos dez anos, Rondônia registrou queda de 18,75% no coeficiente de mortalidade por aids, que passou de 4,8 para 3,9 óbitos por 100 mil habitantes. Em 2022, o estado registrou 89 óbitos tendo o HIV ou a aids como causa básica, 9,8% mais que os 81 óbitos registrados em 2012. Entre as capitais do país, Porto Velho registrou 7,4 mortes para cada 100 mil habitantes no ano passado –número menor que à taxa nacional. As informações são do novo Boletim Epidemiológico sobre HIV/aids apresentado pelo Ministério da Saúde, que também aponta taxa de detecção de aids em Rondônia de 20,6 casos por 100 mil habitantes. Porto Velho detectou 48,4 casos.

Em relação à detecção do HIV, em 2022, o documento mostra que foram notificados 43.403 casos em todo o país, sendo 6.200 no Norte e 335 em Rondônia. A taxa de gestantes infectadas pelo HIV na capital rondoniense é de 4,8 (casos por mil nascidos vivos). O diagnóstico em gestantes é fundamental para que as medidas de prevenção possam ser aplicadas de forma eficaz e consigam evitar a transmissão vertical do vírus. 

Cenário nacional

A queda no coeficiente de mortalidade por aids na última década foi identificada a nível nacional, passando de 5,5 para 4,1 óbitos por 100 mil habitantes. Em 2022, o Ministério da Saúde registrou 10.994 óbitos tendo o HIV ou aids como causa básica, 8,5% menos do que os 12.019 óbitos registrados em 2012. Apesar da redução, cerca de 30 pessoas morreram de aids por dia no ano passado. 

Critério raça/cor

Do total de óbitos no Brasil em 2022, 61,7% foram registrados entre pessoas negras (47% em pardos e 14,7% em pretos) e 35,6% entre brancos. Os dados reforçam a necessidade de considerar os determinantes sociais para respostas efetivas à infecção e à doença, além de incluir populações chave e prioritárias esquecidas pelas políticas públicas nos últimos anos. Ainda segundo o boletim, na análise da variável raça/cor, observou-se que, até 2013, a cor de pele branca representava a maior parte dos casos de infecção pelo HIV. Nos anos subsequentes, houve um aumento de casos notificados entre pretos e, principalmente, em pardos, representando mais da metade das ocorrências desde 2015. 

Para aprimorar os indicadores de saúde e guiar políticas públicas de combate ao racismo, redução das desigualdades e promoção da saúde ao longo dos próximos anos, o Ministério da Saúde tornou obrigatório o preenchimento do campo raça/cor no Cartão Nacional de Saúde, o cadastro do cidadão no SUS. A partir de 2023, os sistemas não permitem mais o registro ‘sem informação’, em mais um passo pela igualdade racial no país, uma das prioridades do governo federal. 

Prevenção e conscientização

Uma das formas de se prevenir contra o HIV é fazendo uso da PrEP, método que consiste em tomar comprimidos antes da relação sexual, que permitem ao organismo estar preparado para enfrentar um possível contato com o vírus No mês dedicado à mobilização nacional de luta contra o HIV, a aids e outras infecções sexualmente transmissíveis – Dezembro Vermelho – o Ministério da Saúde lançou na TV aberta, nas redes sociais e em locais de grande circulação de pessoas a nova campanha de conscientização com o tema “Existem vários jeitos de amar e vários de se proteger do HIV”, reiterando a importância do cuidado. 

Ações de resposta do Ministério da Saúde

Estima-se que, atualmente, um milhão de pessoas vivam com HIV no Brasil, mas apenas 900 mil conhecem seu diagnóstico. Isso significa que aproximadamente 100 mil pessoas ainda precisam ser diagnosticadas para que, então, iniciem tratamento. Para ampliar essa linha de cuidado, o Ministério da Saúde garantiu, em 2023, R$ 27 milhões para a compra de quatro milhões de unidades de um teste rápido que detecta, simultaneamente, sífilis e HIV. A inclusão do teste inédito no Sistema Único de Saúde (SUS) fortalece o rastreio e dá mais agilidade ao tratamento para a população. 

Outro importante anúncio do governo federal neste ano foi a diminuição da quantidade de comprimidos ingeridos diariamente para as pessoas que vivem com o vírus. Em vez de dois, será um. O medicamento combina dois antirretrovirais, ambos fornecidos pelo SUS: lamivudina e dolutegravir. O remédio facilita a vida do usuário, evita efeitos colaterais e mantém a carga viral controlada. A troca desse esquema terapêutico será realizada de forma gradual. 

Clique para mais informações sobre o HIV/aids

Ministério da Saúde

Reaplicação do Enem 2023 começa nesta terça-feira (12)

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Segundo dia de reaplicação do Exame Nacional do Ensino Médio acontece na quarta (13). Nos dois dias de prova, portões serão abertos às 12h e fechados às 13h, pelo horário de Brasília

Acontece, nesta terça e quarta-feira, 12 e 13 de dezembro, a reaplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2023. Os participantes que tiveram algum problema logístico no dia da aplicação regular do exame ou que estavam acometidos por doenças infectocontagiosas solicitaram a reaplicação e tiveram os pedidos aprovados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Aqueles que foram alocados a mais de 30 quilômetros da residência na aplicação regular também puderam solicitar o direito.

No primeiro dia de aplicação, os participantes resolverão questões de linguagens, códigos e suas tecnologias; redação; e ciências humanas e suas tecnologias. Já no segundo dia, os inscritos farão provas de ciências da natureza e suas tecnologias, bem como de matemática e suas tecnologias.

Horários – Nos dois dias de prova, os portões serão abertos às 12h e fechados às 13h. Os participantes começarão as provas às 13h30 e poderão concluir a prova até as 19h, no primeiro dia, e 18h30 no segundo dia. Aqueles que solicitaram tempo adicional e tiveram os pedidos aprovados terão uma hora a mais de prova. Toda a reaplicação ocorrerá no horário de Brasília.

Documentos – Para acessar a sala de prova, o participante deve apresentar, obrigatoriamente, a via original de documento de identificação oficial com foto, como cédulas de identidade expedidas por secretarias de Segurança Pública, polícias Militar e Federal ou pelas Forças Armadas. Também será aceita identidade expedida pelo Ministério da Justiça para estrangeiros, inclusive no caso de reconhecidos como refugiados.

Carteira de Registro Nacional Migratório, prevista na Lei de Migração, e o Documento Provisório de Registro Nacional Migratório, do qual trata o Decreto n.º 9.277, de 5 de fevereiro de 2018, também estão entre os documentos válidos para identificação. A identificação fornecida por ordens ou conselhos de classes e que, por lei, tenha validade como documento de identidade poderá ser utilizada para identificar o participante. Passaporte e Carteira Nacional de Habilitação (CNH, na forma da Lei nº. 9.503, de 23 de setembro de 1997) também são válidos, assim como a Carteira de Trabalho e Previdência Social (impressa e expedida após 27 de janeiro de 1997).

  • Também serão aceitos documentos digitais como e-Título, CNH digital e RG digital, desde que apresentados nos respectivos aplicativos oficiais, não sendo aceitas capturas de tela.

O participante impossibilitado de apresentar a via original de documento oficial de identificação com foto nos dias de reaplicação por motivo de extravio, perda, furto ou roubo poderá realizar as provas, desde que apresente boletim de ocorrência expedido por órgão policial há, no máximo, 90 dias do primeiro dia da reaplicação do exame e se submeta à identificação especial, que compreende a coleta de informações pessoais.

Caneta – A prova deve ser respondida com caneta esferográfica de tinta preta, fabricada em material transparente. Os participantes que solicitaram atendimento especializado para transtorno do espectro autista e que tiveram o pedido aprovado pelo Inep poderão utilizar caneta fabricada em material transparente com tinta colorida, para uso exclusivo em marcações em seu Caderno de Questões. O Cartão-Resposta desses participantes deve ser preenchido com caneta de tinta preta.

Envelope porta-objeto – No momento da aplicação, não será permitido o uso de qualquer objeto eletrônico. O participante deverá guardar esses materiais, desligados, no envelope porta-objetos antes de entrar na sala de prova. O envelope deve ser mantido debaixo da carteira, lacrado e identificado, durante toda a permanência do estudante no local de prova.

Ao ingressar na sala, também devem ser guardados no envelope: óculos escuros e artigos de chapelaria (boné, chapéu, viseira, gorro ou similares); caneta de material não transparente ou qualquer outro material de papelaria; protetor auricular; relógio e quaisquer dispositivos eletrônicos, como telefones celulares, smartphones, tablets, e quaisquer outros materiais estranhos à realização do exame.

Enem – O Exame Nacional do Ensino Médio avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica. Ao longo de mais de duas décadas de existência, o Enem se tornou a principal porta de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e de iniciativas como o Programa Universidade para Todos (Prouni).

Instituições de ensino públicas e privadas utilizam o Enem para selecionar estudantes. Os resultados são utilizados como critério único ou complementar dos processos seletivos, além de servirem de parâmetro para acesso a auxílios governamentais, como o proporcionado pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Os resultados individuais do Enem também podem ser aproveitados nos processos seletivos de instituições portuguesas que possuem convênio com o Inep para aceitar as notas do exame. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal.

Acesse a Página do Participante

Saiba mais sobre o Enem

Acesse o edital do Enem

 

Assessoria de Comunicação do MEC, com informações do Inep

Governo Federal conclui resgate de mais 48 pessoas que estavam em Gaza

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Chegada do 11º voo da Operação Voltando em Paz ocorreu na madrugada desta segunda-feira (11/12), na Base Aérea de Brasília. Desde o início do conflito, são 1.525 pessoas repatriadas

Quando a aeronave KC-30 da Força Aérea Brasileira tocou o solo da Base Aérea de Brasília às 3h47 desta segunda-feira (11/12), a Operação Voltando em Paz superou oficialmente a marca de 1.500 repatriados da zona de conflito no Oriente Médio. Em 11 voos coordenados pelo Governo Federal, um total de 1.525 passageiros e 53 animais domésticos foram resgatados desde o início da guerra entre Israel e o Hamas, em 7 de outubro.

Em 11 voos coordenados pelo Governo Federal, um total de 1.525 passageiros e 53 animais domésticos foram resgatados desde o início da guerra entre Israel e o Hamas, em 7 de outubro”

Na escala desta segunda-feira, 48 passageiros que estavam na Faixa de Gaza deixaram a zona de batalha e vieram para o Brasil. O grupo conta com 27 crianças e adolescentes, 17 mulheres (duas idosas) e quatro homens adultos. Entre eles, 11 binacionais brasileiro-palestinos e 37 palestinos.

“Estou me sentindo muito feliz de chegar ao Brasil. A recepção no Brasil é algo que eu nunca vi antes. Estou muito empolgado”, afirmou o jovem Yahia Sada, 17 anos. Ele aguarda para reencontrar o pai, que vive em São Paulo.

O cruzamento da fronteira entre Gaza e o Egito ocorreu no sábado. Eles foram recepcionados pela equipe da embaixada brasileira no Egito, embarcados em vans locadas pelo Governo Federal e fizeram um trajeto de cerca de seis horas até a cidade do Cairo. Lá, descansaram, tiveram acesso à alimentação de qualidade e foram avaliados por profissionais da área de saúde antes do deslocamento para o Brasil.

Segundo informações do Ministério das Relações Exteriores, da lista de 102 brasileiros e familiares apresentada aos governos envolvidos para a autorização da saída da Faixa de Gaza (Israel, Egito e lideranças palestinas), 24 tiveram a saída negada, incluindo sete brasileiro-palestinos. Com isso, alguns familiares dos que não foram autorizados também acabaram desistindo. Dos 78 da lista autorizada, cruzaram a fronteira 47. No domingo, uma jovem de 22 anos que já estava no Egito se juntou aos resgatados. Ela é filha de uma das integrantes do grupo de repatriados em Gaza.

AJUDA HUMANITÁRIA – Outro braço da Operação Voltando em Paz está em curso. A aeronave KC-390, fabricada pela Embraer, decolou da Base Aérea do Rio de Janeiro rumo ao Egito no sábado, com 11 toneladas de alimentos não perecíveis. A previsão de pouso em Al-Arish, cidade próxima à fronteira com Gaza, é nesta terça-feira (12/12). A iniciativa é coordenada pela Agência Brasileira de Cooperação, do Ministério das Relações Exteriores (MRE).

Este é o terceiro voo que sai do Brasil com finalidade humanitária. Em 18 de outubro, um VC-2 pousou no Egito com equipamentos de filtragem de água e kits de saúde. A carga continha 40 purificadores de água com capacidade de tratar mais de 220 mil litros por dia. Com tecnologia e fabricação brasileiras, os equipamentos são capazes de remover 100% de vírus e bactérias da água. O acesso à água potável é uma das maiores dificuldades enfrentadas pela população da Faixa de Gaza. Os kits de saúde atendem até 3 mil pessoas cada um ao longo de um mês e são compostos por medicamentos e insumos, como anti-inflamatórios, analgésicos, antibióticos, além de luvas e seringas. Ao todo, cada kit continha um total de 267 quilos de materiais.

Em 2 de novembro, um outro VC-2 da Presidência da República pousou no Aeroporto Internacional de Al-Arish, Egito, levando 1,5 tonelada de alimentos – arroz, açúcar, derivados de milho e leite – destinados à população da Faixa de Gaza, oferecidos pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), em nova ação de ajuda humanitária.

RESPOSTA IMEDIATA – O mundo ainda assimilava o choque dos atentados cometidos contra Israel no sábado, 7 de outubro, quando o Governo Brasileiro deu início à mobilização para estruturar a retirada de brasileiros da zona de conflito.

No mesmo dia dos ataques, foi montado um gabinete de crise e, uma vez acionadas, as embaixadas do Brasil em Tel Aviv (Israel), do Cairo (Egito) e o Escritório de Representação em Ramala (na Palestina) deram início à operação diplomática para identificar quem eram e onde estavam os brasileiros na região conflagrada. Em paralelo, a FAB era acionada para garantir que as aeronaves pudessem resgatar os cidadãos nacionais no mais breve prazo possível.

Por meio de formulário online, cerca de 2,7 mil manifestaram interesse em retornar ao Brasil de Israel. Aqueles que não conseguiram lugares em voos de companhias aéreas privadas passaram a ser atendidos pela Operação Voltando em Paz, seguindo requisitos de prioridade para brasileiros sem passagens, não residentes, gestantes, idosos, mulheres e crianças. Até especialistas do Ministério da Agricultura foram envolvidos para garantir o repatriamento de animais domésticos. A operação também atuou para atender brasileiros na região da Cisjordânia e em Gaza.

Por: Planalto

Mais de 120 mil pessoas já renegociaram dívidas do Fies

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Iniciativa do governo federal concede descontos de até 99% em dívidas com o Fundo de Financiamento Estudantil

Desde o dia 7 de novembro de 2023 , inadimplentes de todo o Brasil podem solicitar renegociação de suas dúvidas junto ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). A iniciativa do g overno f ederal , por meio do Ministério da Educação (MEC), já beneficiou mais de 120 mil brasileiros apenas no primeiro mês de atendimento . Em média já foram renegociados mais R$ 4 bilhões em dívidas. O balanço é do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e se refere aos contratos renegociados entre 7/11 e 8/12 .

As condições de renegociação das dívidas contemplam contratos celebrados até 2017, com inadimplência em 30 de junho de 2023 . O s descontos podem variar entre 77%, 92% e 99%, seguindo os critérios previstos na Lei n . 14.719/2023, sancionada pelo P residente da República em 1º de novembro de 2023. O prazo para as solicitações vai até 31 de maio de 2024 , e os pedidos deverão ser realizado s junto ao agente financeiro com o qual o contrato foi firmado. O Renegocia do Fies, também chamado de Desenrola da Educação, visa beneficiar mais de 1,2 milhão de brasileiros com débitos junto ao Fundo.

Renegociação – Para realizar a simulação ou solicitar a renegociação , é necessário entrar em contato com a Caixa Econômica Federal ou o Banco do Brasil. Todo o processo pode ser realizado de forma virtual, mediante os aplicativos. Em caso de dúvida s, busque um dos canais de atendimento oficiais dos agentes financeiros:

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Os canais de atendimento do MEC e FNDE seguem à disposição:

 – Acesse o portal Fale Conosco ;

 – Entre em contato pelo telefone 0800-616161.

APor:  Ministério da Educação (MEC)

Governo anuncia R$ 1 bilhão para Plano Ruas Visíveis – pelo direito ao futuro da população em situação de rua

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O lançamento ocorre em meio às celebrações dos 75 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos

O Governo Federal lança nesta segunda-feira (11/12) o “Plano Ruas Visíveis – Pelo direito ao futuro da população em situação de rua”. Com investimento inicial de R$ 982 milhões, a iniciativa promove a efetivação da Política Nacional para a População em Situação de Rua. O lançamento ocorre em meio às celebrações dos 75 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, completados no domingo (10). A comemoração da data envolve o anúncio de outras iniciativas durante cerimônia no Palácio com a participação do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida.

Entre as entregas estão o decreto que regulamenta a Lei Padre Júlio Lancellotti, a instituição de um Grupo de Trabalho para avaliar e propor metodologias para a produção de informações sobre população em situação de rua – além de portaria que institui o Programa Nacional Moradia Cidadã.

O “Plano Ruas Visíveis” contempla medidas que serão desenvolvidas a partir de sete eixos – Assistência Social e Segurança Alimentar; Saúde; Violência Institucional; Cidadania, Educação e Cultura; Habitação; Trabalho e Renda; e Produção e Gestão de Dados. A articulação envolve 11 ministérios, em parceria com governos estaduais e municipais e em diálogo com os movimentos sociais da população em situação de rua, representantes dos poderes Legislativo e Judiciário, Ministério Público e Defensoria Pública, sociedade civil organizada, setor empresarial, universidades, trabalhadoras e trabalhadores. A construção do Plano envolve o desafio de enfrentar, mais uma vez, a miséria e a fome no Brasil.

O ministro Silvio Almeida ressalta que as ações para a população em situação de rua integram as prioridades da pasta desde o início da gestão, antes mesmo de decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, em agosto deste ano, no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 976. A ADPF foi iniciada no ano passado. A decisão do STF havia determinado que o Governo Federal elaborasse um Plano de Ação e Monitoramento para a Efetiva Implementação da Política Nacional para a População em Situação de rua.

Confira a íntegra do Plano Ruas Visíveis

ASSISTÊNCIA SOCIAL E SEGURANÇA ALIMENTAR – O primeiro dos sete eixos prioritários do programa consiste na Assistência Social e Segurança Alimentar. Nesse segmento, os investimentos chegam a R$ 575,7 milhões. Entre as iniciativas, está a manutenção do cofinanciamento aos estados e municípios, na forma de repasses praticados pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) aos estados e municípios para serviços específicos para pessoas em situação de rua, na forma pactuada.

Também integram as ações a ampliação e fortalecimento de serviços de atendimento e acompanhamento à população em situação de rua; pessoas em situação de rua como prioritárias no Plano Brasil Sem Fome; a implementação de Cozinhas Solidárias; o repasse de alimentos do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) para as cozinhas comunitárias; e a retomada das Ações Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti). Estão envolvidos os ministérios da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, da Saúde, do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, do Trabalho e Emprego e dos Direitos Humanos e Cidadania.

SAÚDE – Nesse eixo, os investimentos iniciais são de R$ 304,1 milhões. Entre as iniciativas, o aprimoramento do atendimento em saúde; a formação de 5 mil profissionais que atuam no cuidado às pessoas em situação de rua em diferentes municípios brasileiros, promovendo a qualificação das práticas, o trabalho interprofissional, a abordagem territorial, a formação de redes colaborativas, a comunicação e a educação popular em saúde para a garantia do direito à saúde da população em situação de rua; a criação da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da População em Situação de Rua; o fortalecimento de equipes de Consultório na Rua; e a rearticulação do Comitê Técnico de Saúde da População em Situação de Rua.

Também integram as iniciativas a orientação das maternidades e hospitais da rede de atenção materno-infantil para atendimento das pessoas em situação de rua no ciclo gravídico-puerperal com ênfase na proteção e promoção do direito de estabelecimento de vínculos gestante-bebê; e a ampliação das Unidades de Acolhimento para pessoas com necessidades decorrentes do uso de Crack, Álcool e Outras Drogas, no componente de atenção residencial de caráter transitório da Rede de Atenção Psicossocial, com formação específica dos trabalhadores para atendimento à população em situação de rua; a meta é de 52 novas unidades ao ano. A elaboração das políticas dessa temática contou com a participação dos ministérios da Saúde (MS); da Justiça e Segurança Pública (MJSP); do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS); e dos Direitos Humanos e Cidadania (MDHC).

VIOLÊNCIA INSTITUCIONAL – Investimentos de R$ 56 milhões serão destinados a essa categoria. A população em situação de rua é um grupo social que sofre com o preconceito e estigmatização por parte da sociedade, sendo comumente associada à desordem, criminalidade e ameaça à segurança pública. O objetivo das ações nesse eixo consiste em estabelecer um conjunto de medidas legais e políticas públicas para coibir as diversas formas de violência institucional e garantir uma atuação humanizada do Estado junto a essa população, historicamente excluída e violada em seus direitos. Esse Eixo convida a sociedade brasileira a acompanhar e contribuir para a redução da violência contra as pessoas em situação de rua.

As ações propostas contemplam o fomento a Centros de Acesso a Direitos e Inclusão Social (CAIS); protocolo para proteção da população em situação de rua e enfrentamento à violência institucional; formação de agentes de segurança pública e justiça; formação de profissionais que atuam na Política Nacional sobre Drogas; criação de canal de denúncias no Disque 100 – Disque Direitos Humanos; coibição de técnicas construtivas hostis em espaços livres de uso público; atualização e aprimoramento da Política Nacional para a População em Situação de Rua; Guia para atendimento à população em situação de rua; campanha educativa sobre “pobrefobia” (aporofobia), direito à cidade e direitos da população em situação de rua;

Uma estratégia interministerial de Proteção a Pessoas que usam Drogas em Territórios Vulnerabilizados completa as ações. Estão envolvidos no eixo “Violência Institucional” os ministérios da Educação (MEC), da Cultura (MinC), por meio do Iphan; da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI); da Justiça e Segurança Pública (MJSP); das Cidades; do Desenvolvimento Social, Assistência, Família e Combate à Fome (MDS); dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC); e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

CIDADANIA, EDUCAÇÃO E CULTURA – Nesse eixo, R$ 41,1 milhões incluem políticas públicas que devem contribuir para a garantia de direitos, superação das vulnerabilidades e promoção da cidadania efetiva da população em situação de rua, bem como promover o enfrentamento a toda discriminação e violação de direitos. Nesse contexto, educação e cultura desempenham papel fundamental. O eixo inclui ações no âmbito do Programa Pontos de Apoio da Rua (PAR), que abrangem locais com oferta de diversos serviços como lavanderia, banheiros, bebedouros e bagageiros; Casas de Acolhimento de pessoas LGBTQIA+; Operação Inverno Acolhedor; mutirões para regularização de documentação civil e acesso a benefícios; edital de fomento a iniciativas comunitárias de promoção de cidadania, com foco em justiça racial; participação social e inclusão nas políticas públicas culturais.

Completam as ações a indução à destinação de recurso para fomento a iniciativas culturais; a disponibilização de vagas para população em situação de rua no Pacto pela Alfabetização, via educação popular; e a educação profissional para mulheres. Para a promoção das políticas desse eixo, participarão os ministérios da Educação (MEC), da Cultura (MinC), da Saúde (MS); da Justiça e Segurança Pública (MJSP); da Igualdade Racial (MIR); do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS); do Trabalho e Emprego (MTE); dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC); e do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

HABITAÇÃO – Para a população em situação de rua, a habitação não é apenas uma necessidade básica, mas também um instrumento de promoção da autonomia e de integração social. É fundamental que as políticas públicas de habitação reconheçam e atendam às especificidades da população em situação de rua, garantindo o direito à moradia como um direito humano inalienável. Os investimentos iniciais nesse eixo são de R$ 3,7 milhões.

As ações propostas contemplam o acesso ao Programa Minha Casa, Minha Vida; a destinação de imóveis da União; a criação do Programa Nacional Moradia Cidadã; e o projeto-piloto do Programa Moradia Cidadã, com disponibilização de 150 unidades habitacionais, com prioridade para famílias com crianças e mulheres gestantes. Os órgãos envolvidos no eixo são os ministérios da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI); da Justiça e Segurança Pública (MJSP); da Saúde (MS); das Cidades (MC); do Desenvolvimento Social, Assistência, Família e Combate à Fome (MDS); e dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC).

TRABALHO E RENDA – Investimentos de R$ 1,2 milhão garantirão fomento ao cooperativismo e associativismo; a realização de oficinas para incubação de empreendimentos econômicos solidários, com 150 oficinas de capacitação com a População em situação de Rua realizadas; elaboração de 15 planos de comercialização de produtos e serviços dos empreendimentos econômicos solidários constituídos com população em situação de rua; constituição de espaços e estruturas de produção e comercialização dos produtos de economia solidária com a população em situação de rua, com 15 Empreendimentos Econômicos Solidários constituídos; medidas para qualificação profissional; e medidas de indução para empregabilidade via setor privado. Estão envolvidos no eixo os ministérios do Trabalho e Emprego (MTE) e dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC).

PRODUÇÃO E GESTÃO DE DADOS – Historicamente, a população em situação de rua tem sido invisibilizada nas estatísticas oficiais, dificultando a elaboração de programas e ações que considerem suas especificidades. Com investimentos iniciais de R$ 155,9 mil, o eixo reúne as ações que visam subsidiar com dados e evidências a formulação e o monitoramento de programas, serviços e ações intersetoriais capazes de assegurar os direitos, reduzir danos e promover a inserção social da população em situação de rua, bem como apoiar o poder público no direcionamento de suas capacidades institucionais para promoção e proteção dessas pessoas.

Entre as ações propostas, estão a produção e análise de dados sobre pessoas em situação de rua no Cadastro Único; o Censo Nacional da População em Situação de Rua; a produção de dados relacionados a acesso a políticas e programas sociais, bem como sobre saúde e violência; o painel de informações com dados da população em situação de rua; além do Observatório Nacional dos Direitos Humanos, que também está sendo lançado pelo MDHC nesta segunda-feira (11).

Além da Pasta dos Direitos Humanos e da Cidadania, estão envolvidos nessa política os ministérios da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR); da Saúde (MS); do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS); do Planejamento e Orçamento (MPO); do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea); e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Por: Planalto

Olvindo Luiz Dondé anuncia que é pré-candidato a prefeito de Pimenteiras do Oeste

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De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral do Estado de Rondônia a partir do dia 29 de janeiro de 2024, vai ser extinta a penalidade de perda dos direitos políticos

O ex-vereador e ex-prefeito Olvindo Luiz Dondé (Sem Partido), disse que vai anunciar oficialmente sua pré-candidatura à Prefeitura de Pimenteiras do Oeste/RO; no mês de fevereiro. A afirmação veio do ex-prefeito, na qual ele expressou entusiasmo e determinação em buscar de um novo mandato a frente do executivo municipal.

Olvindo Dondé, está com os direitos políticos cassados por 4 anos, após enfrentar um processo judicial, ele foi condenado e começou a pagar sua pena no dia 28 de janeiro de 2020, dia em que transitou e julgado a sentença. Aí conta 28 de janeiro de 2021, o primeiro ano, 2022 segundo ano, 2023 terceiro ano, final de janeiro de 2024, cumpre os 4 anos de sentença, e está liberado pelo Tribunal Regional Eleitoral a partir de 29 de janeiro de 2024.

“Esta candidatura está sendo construída junto com a sociedade e não será empurrada goela abaixo. Estamos avaliando as demandas apresentadas para que elas façam parte do plano de governo”, enfatizou Vino.

“É com muita alegria que confirmo minha pré-candidatura a prefeito por Pimenteiras”, disse Dondé, dando início ao anúncio de seu retorno à disputa política no município nas eleições de 2024.

Segundo o ex-prefeito Dondé, estará filiando-se a um partido do centrão a partir do mês de fevereiro de 2024 e realizará as filiações de seus dez pré-candidatos a vereadores. Olvindo Dondé, o popular “Vino”, foi vereador e prefeito por dois mandatos.

Dondé ressaltou sua motivação e determinação em defender um projeto de reconstrução do município, que ele chamou de um “desmonte em suas políticas públicas.” Ele enfatizou o desejo de restabelecer a esperança dos cidadãos de Pimenteiras de que a cidade pode voltar a ser protagonista, ouvindo atentamente a todos os moradores, independentemente de raça, credo ou ideologia política.

“Quero restabelecer a esperança do nosso cidadão de que nossa cidade pode, sim, voltar a ser protagonista. Uma Pimenteiras que escuta todos os seus moradores e cuida de cada um, sem distinção de raça, credo e ideologia política, para que todos e todas tenham condições de realizar seus sonhos aqui!”, afirmou Dondé.

Olvindo Luiz Dondé, que já ocupou o cargo de vereador e prefeito de Pimenteiras, retorna à cena política local com a intenção de conquistar novamente a confiança dos eleitores e liderar a cidade em um novo período, caso sua pré-candidatura se concretize em candidatura oficial e, posteriormente, na eleição.

Fonte: Por Assessoria

Hoje Rondônia

Vereadora Irene Alves acompanha corte e produção de silagem com capim BRS-Capiaçu na área rural de Pimenteiras

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Projeto foi desenvolvido pela Secretaria Municipal de Agricultura-Semagri e tem ajudado na alimentação do gado leiteiro do município
Na manhã de quinta-feira, (07/12), a vereadora do município de Pimenteiras do Oeste/RO; Irene Alves Almeida (UB), esteve acompanhando o corte e produção de silagem com capim Capiaçu, na propriedade do agricultor Juvenal, na Linha 6 da BR-435 a 5° Eixo área rural do município. Em cada ano com cada vez mais escassez de chuva e longos períodos de seca, a Prefeitura Municipal de Pimenteiras, junto a prefeita Valéria Garcia (UB) através da Secretaria Municipal de Agricultura-Semagri, tem ajudado aos agricultores e criadores de gado no corte de produção de silagem de Milho e com BRS-Capiaçu, dentro de ações do programa da Semagri.

Segundo o produtor rural Juvenal, o cultivo do capim Capiaçu, lhe permite, gerando uma economia, caso necessitasse de comprar o alimento para o gado. A silagem do capim Capiaçu, que será utilizado para manter a alimentação de voluminoso do rebanho durante o ano.

O Capim Capiaçu permite 3 cortes por ano e tem sido uma grande alternativa para enfrentar os períodos de seca. “O projeto de silagem ajuda ao pequeno agricultor na produção, realizado pela secretaria municipal de agricultura, com a realização do incentivo do corte e a produção de silagem do capim Capiaçu, permitindo enfrentar a seca com alimentação do gado e manter a produção com baixo custo”, disse o agricultor.

A vereadora Irene Alves, chegou na propriedade do agricultor Juvenal, para acompanhar a realização do corte do capim para produção da silagem do capim Capiaçu, que aproveitou a oportunidade para conhecer de perto o projeto da Semagri e implementar em benefício dos agricultores independentes.

Irene Alves, destaca pela produtividade do capim-elefante, especialmente as cultivares de porte alto. A BRS-Capiaçu, que se destaca das demais cultivares de capim-elefante por apresentar produtividade, em média, 30% superior. Como pode ser cortado e ensilado três ou mais vezes durante o ano, sua produção anual pode chegar a 300 toneladas de matéria verde (MV) ou 50 toneladas de matéria seca (MS) por hectare. Essa produtividade é superior a qualquer outra forragem destinada à ensilagem. A alta produtividade á responsável pela rápida disseminação desta cultivar entre os produtores, seja para maximizar a produção por área ou reduzir o custo da alimentação do rebanho, disse a vereadora Irene Alves.

 

 

Fonte e Fotos: Por Wilmer G. Borges

Hoje Rondônia

Mais uma associação beneficiada com recursos assegurados por Cirone Deiró

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A Associação dos Produtores Rurais Estrada Andradina (Aspran), do município de Espigão do Oeste, foi contemplada com R$ 90 mil, por meio de emenda do deputado estadual Cirone Deiró (União Brasil).  O recurso será usado na aquisição de uma colhedora de forragens e carreta basculante.

 

O agricultor Antonio Augusto de Freitas, presidente da Aspran, disse que os recursos chegaram em boa hora e que o implemento vai facilitar a vida dos produtores de leite e de gado de corte da região. “Em nome de todos os nossos associados quero agradecer ao deputado Cirone, porque essa colhedora vai ser de grande valia para o desenvolvimento agrícola de nossa comunidade”, disse.

 

O investimento no setor produtivo é uma das prioridades do deputado Cirone Deiró.  Sua linha de atuação contempla, em grande proporção, o setor agrícola, incluindo o pequeno, o médio e o grande produtor.

 

Texto: Eli Batista I Assessoria parlamentar
Foto: Assessoria parlamentar
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Prefeitura de Vilhena informa que os tickets para as cestas básicas do Natal Feliz estão esgotados

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Mais de 1000 tickets disponibilizados já foram resgatados A Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas) comunica à população que os tickets que darão o direito à entrega das cestas básicas durante a festa do Natal Feliz já foram resgatados. Os tickets começaram a ser entregues no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) para as famílias cadastradas nos programas sociais da Prefeitura na última segunda-feira, 4, e nesta quarta-feira, 6, todos já haviam sido resgatados. O Natal Feliz será realizado no Parque de Exposições, no próximo dia 16 de dezembro, e contará também com sorteios de brindes, entrega de brinquedos para as crianças, pintura facial, espaço de diversão com pula-pula, escorregador inflável, além de guloseimas como cachorro-quente, algodão doce, pipoca e refrigerante, além da presença do Papai Noel. Semcom]]>