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Governo vai pagar poupança para 2,4 milhões de estudantes

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Apartir de março de 2024, estudantes de baixa renda matriculados no ensino médio regular das redes públicas e pertencentes a famílias inscritas no Programa Bolsa Família terão direito a um incentivo financeiro para cursarem e concluírem a última etapa da educação básica. O Pé-de-Meia, a poupança do ensino médio, é um programa de incentivo financeiro-educacional, na modalidade de poupança, destinado a promover a permanência e a conclusão escolar de estudantes matriculados no ensino médio público, em todas as modalidades. O aluno que cursar e concluir os três anos do ensino médio, bem como participar do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), poderá receber até R$ 9.200 do Ministério da Educação (MEC). O governo federal estima investir R$ 7,1 bilhões por ano no programa, via fundo privado da Caixa Econômica Federal.

O Pé-de-Meia busca, por meio do incentivo à permanência escolar, democratizar o acesso e reduzir a desigualdade social entre os jovens do ensino médio, além de promover mais inclusão social pela educação, estimulando a mobilidade social. É nessa etapa de ensino que se concentram os maiores índices de evasão e abandono, principalmente no 1º ano. Dados do Censo Escolar revelam que cerca de 500 mil alunos abandonam o ensino médio todos os anos.

O Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou a lei do incentivo financeiro-educacional em 16 de janeiro, ao lado do Ministro de Estado da Educação, Camilo Santana. Agora, nesta sexta-feira, 26 de janeiro, durante a coletiva de imprensa Brasil Unido pela Educação, realizada pelo governo federal no Palácio do Planalto, Lula assinou o decreto que vai regulamentar a lei, detalhando todas as normas e os critérios. Na ocasião, Camilo Santana também fez uma apresentação sobre a situação da educação no Brasil e ações do governo brasileiro por meio do MEC, em todos os níveis de ensino.

Elegíveis – Em 2024, serão elegíveis aos incentivos do Programa Pé-de-Meia os estudantes de 14 a 24 anos, de baixa renda, matriculados no ensino médio regular das redes públicas, no 1º, 2º e 3º ano, pertencentes a famílias inscritas no Programa Bolsa Família no início do ano letivo. Além da situação de vulnerabilidade social, é condição de acesso a inscrição do aluno no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF). Os parâmetros para elegibilidade, verificação de condicionalidades, concessão e pagamento dos incentivos aos estudantes matriculados na educação de jovens e adultos (EJA) serão disciplinados em ato do Ministro da Educação.

Segundo Camilo Santana, “o Pé-de-Meia se casa com a estratégia deste terceiro governo do Presidente Lula, que é olhar para a educação básica, reforçando o nosso compromisso com a alfabetização na idade certa, a ampliação de matrículas em tempo integral e a conectividade para fins pedagógicos. É nesse período da vida que o jovem, não por escolha, mas sim por necessidade, muitas vezes precisa trabalhar e acaba deixando a escola. Por isso, nossa proposta é dar ao estudante do ensino médio de baixa renda um auxílio financeiro para que permaneça na escola, para que siga com sua formação”.

Incentivos – O Pé-de-Meia tem quatro tipos de incentivos. Todos os pagamentos dependem de comprovação das condições exigidas pelo programa. Comprovadas a matrícula e a frequência, o estudante receberá R$ 2 mil reais a cada ano, em dez parcelas mensais, de março a junho e de agosto a dezembro. A cada ano letivo concluído com aprovação, ele também terá R$ 1 mil depositado em uma poupança. Logo, o estudante poderá ter direito a até R$ 3 mil reais anuais. Dois terços desse valor poderão ser usados assim que recebidos, em uma conta criada no nome do aluno. O outro terço ficará guardado para saque quando o estudante se formar na última etapa da educação básica. Há, ainda, um incentivo extra, de R$ 200, para os concluintes do 3º ano que fizerem o Enem.

  • Incentivo-Matrícula: por matrícula registrada em série do ensino médio;
  • Incentivo-Frequência: por frequência mínima escolar de 80% do total de horas letivas, aferida pela média do período letivo transcorrido ou pela frequência mensal do estudante;
  • Incentivo-Enem: por participação comprovada no Enem, apenas para os concluintes do 3º ano;
  • Incentivo-Conclusão: por conclusão dos anos letivos do ensino médio com aprovação, cujos depósito e saque dependem da obtenção de certificado de conclusão do ensino médio.

Resumo dos valores, forma de pagamento e condições do Pé-de-Meia

 

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Fonte: Secretaria Executiva do MEC

 

Colaboração – O Pé-de-Meia exigirá colaboração entre os entes federados, como as demais políticas educacionais anunciadas pelo MEC desde 2023. As redes ofertantes do ensino médio (federais, estaduais, distrital e municipais) deverão colaborar e prestar as informações necessárias à execução do programa.

As redes serão responsáveis por captar e informar ao Ministério os dados dos estudantes (pessoais, escolares e aqueles necessários para aberturas das contas). Assim, o MEC filtrará os alunos elegíveis e enviará as folhas de pagamento para a Caixa Econômica Federal, que abrirá as contas e fará os pagamentos e a gestão das poupanças.

Dessa forma, o envolvimento dos sistemas de ensino será essencial para o acesso dos estudantes matriculados a suas respectivas poupanças e para o controle e a participação social no acompanhamento do programa. A partir dos dados informados pelas redes, o MEC poderá definir o público contemplado, bem como acompanhar e verificar o cumprimento das condicionalidades, para fins de pagamento dos incentivos.

Vídeo da transmissão
Página do Pé-de-Meia

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria Executiva e Secretaria de Educação Básica

CadÚnico: saiba como se inscrever e acessar os programas do Governo Federal

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Mais de 30 programas sociais e 43 milhões de famílias atendidas em 2024. O Cadastro Único (CadÚnico) é o caminho para a população brasileira acessar programas como o Bolsa Família, o Benefício de Prestação Continuada (BPC), a Tarifa Social de Energia Elétrica, a Carteira da Pessoa Idosa, entre outras assistências sociais. Um instrumento do Governo Federal para levar benefícios e qualidade de vida ao cidadão.

As famílias com renda mensal de até meio salário-mínimo por pessoa podem se cadastrar e as com renda acima deste valor podem se inscrever para participar de programas ou serviços específicos.

Confira os critérios do CadÚnico:

Quem pode se cadastrar?
Podem se inscrever no CadÚnico famílias que têm renda mensal de até meio salário-mínimo (R$ 1.412) por pessoa, o equivalente a R$ 706,00. Para calcular o valor, basta somar a renda de todos e dividir pelo número de pessoas que compõem a família. O CadÚnico também atende a comunidades tradicionais e a grupos específicos, como indígenas, quilombolas, ribeirinhos e população em situação de rua.

Como fazer a inscrição no CadÚnico?

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pessoalmente, em um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) ou outro posto de atendimento do município onde a família mora. O responsável pela família precisa ir ao local de atendimento para fazer o cadastro, levando os documentos de todas as pessoas da família que moram com ele.

Quais documentos são necessários para fazer o CadÚnico?

O MDS pede que sejam apresentados os CPFs de todos da família, um documento com foto do responsável e um comprovante de residência, de preferência, a conta de luz. Cada pessoa deve ser cadastrada com a sua família.

Quem mora sozinho pode se cadastrar?
Pessoas que moram sozinhas podem se cadastrar também.

O que deve fazer quem mora com a família, mas se cadastrou sozinho?
Quem se cadastrou sozinho, mas mora com a família, deve cancelar sua inscrição e fazer uma incluindo todas as pessoas que moram na mesma casa.

Para isso, basta acessar o aplicativo ou site do Cadastro Único e cancelar. O passo a passo é: entrar no site ou no aplicativo, fazer o login “gov.br” e depois clicar em “Cancele o seu cadastro”. Para baixar o aplicativo, clique aqui ou acesse suas informações no site https://cadunico.cidadania.gov.br/.

Depois de cancelar o cadastro, é preciso procurar o posto de cadastramento para se cadastrar com a sua família.

Quais programas sociais usam o Cadastro Único?

Os principais programas e benefícios do Governo Federal que utilizam o Cadastro Único são o Programa Bolsa Família, o Benefício de Prestação Continuada (BPC), a Tarifa Social de Energia Elétrica, Minha Casa Minha Vida, Renova, Poupança Ensino Médio, Carteira da Pessoa Idosa, Água Para Todos (Cisternas), e Isenção de Taxa em Concursos Públicos.

O Governo Federal alerta que muitos estados e municípios têm seus próprios programas sociais que utilizam o Cadastro Único. Para saber quais são, procure um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) ou o Posto de Cadastramento de sua cidade.

Como atualizar os dados do CadÚnico?

O MDS reforça a importância de manter os dados da família sempre atualizados. Por exemplo, se você ou sua família mudaram de endereço, se as crianças foram transferidas de escola, se vieram pessoas novas morar na casa ou se alguém trocou de emprego ou perdeu o trabalho, a pessoa responsável pela família precisa ir ao local de atendimento e atualizar o cadastro.

É importante levar os documentos de todas as pessoas da família, principalmente os CPFs de todos, documento com foto do responsável familiar, além do comprovante de residência.

Como consultar os dados do Cadastro Único?

As famílias cadastradas podem ter acesso às informações do CadÚnico pelo site https://cadunico.dataprev.gov.br ou pelo aplicativo do Cadastro Único.

Tanto no site como no aplicativo, a família pode obter um comprovante de cadastramento, consultar o cadastro completo e programas sociais recebidos. Para isso, é preciso clicar entrar no site ou aplicativo, fazer o login “gov.br” e depois navegar pelos botões do sistema.

 

Por: Daniella Cambaúva, Agência Gov

Edição: Ailane Silva

Motoristas têm prazo prorrogado para fazer exame toxicológico

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Com a medida, motoristas flagrados dirigindo veículo das categorias C, D ou E com o exame toxicológico vencido por mais de 30 dias serão multados a partir de 1ª de maio

A Deliberação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicada na edição desta sexta-feira (26/01) do Diário Oficial da União prorroga o prazo para realização de exame toxicológico em todo o País. “Para não prejudicar os motoristas de boa-fé, decidimos oferecer mais esse período de regularização, que acreditamos ser o suficiente para extinguir essa demanda”, informa o secretário nacional de Trânsito, Adrualdo Catão.

Confira a íntegra da publicação aqui.

Como vai funcionar?
Conforme o texto, assinado pelo ministro dos Transportes e presidente do Contran, Renan Filho, condutores das categorias C, D e E que ainda não regularizaram a situação deverão fazê-lo, de forma escalonada. Os períodos de regularização levarão em conta o mês de validade da Carteira Nacional de Habilitação (CNH):
• Condutores com validade da CNH entre janeiro e junho terão até 31 de março de 2024 para realizar o exame toxicológico;
• Condutores com validade da CNH entre julho e dezembro terão até 30 de abril de 2024 para realizar o exame toxicológico.

Multa pesada
Com a medida, motoristas flagrados dirigindo veículo das categorias C, D ou E com o exame toxicológico vencido por mais de 30 dias serão multados a partir de 1ª de maio, caso a validade da CNH expire entre janeiro e junho. As multas começam a ser aplicadas em 31 de maio, se a CNH vencer entre julho e dezembro.

De acordo com levantamento realizado pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) em 20 de janeiro 1.214.903 motoristas das categorias C, D e E em todo Brasil ainda não fizeram o exame toxicológico. A penalidade de multa para as infrações prevista na Lei 14.599/2023, é de natureza gravíssima (cinco vezes) no valor de R$ 1.467,35 e sete pontos na CNH.

Por: Ministério dos Transportes

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Mais de 300 mil motocicletas estão isentas do pagamento do IPVA em Rondônia

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O Governo de Rondônia publicou a Lei nº 5.706, de 20 de dezembro de 2023, que isenta o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) para veículos de até 170 cilindradas. Ao todo, 350.595 motocicletas não pagarão o Imposto de propriedade de veículos automotores em 2024.

O benefício está em vigor desde o dia primeiro de janeiro, a isenção começa a valer a partir de 2024. Caso o veículo tenha débitos anteriores, eles não serão contemplados pelo benefício.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, a isenção desse imposto ajudará a reduzir os custos das pessoas que utilizam esse meio de transporte. “A isenção do imposto para veículos de até 170 cilindradas beneficiará aqueles que dependem do transporte para ir ao trabalho ou que usam o veículo como fonte de renda”, ressaltou.

Eleições 2024 – Fernando Máximo, Marcelo Cruz e Léo Moraes fecham acordo para disputar prefeitura de Porto Velho

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Três importantes figuras políticas de Porto Velho, Marcelo Cruz, Fernando Máximo e Léo Moraes, reuniram-se em um jantar na semana passada para discutir a sucessão à Prefeitura da capital, informa o jornalista Sérgio Pires.

Embora não tenha sido definido quem será o candidato a prefeito entre eles, ficou acertado que os três irão unir forças na campanha.

Além disso, eles anunciaram seu apoio ao atual vice-governador, Sérgio Gonçalves, como candidato a governador, e ao atual governador, Marcos Rocha, como candidato ao Senado Federal.

A partir do final de março, será possível ter uma visão mais clara de quem liderará a candidatura municipal em Porto Velho.

Confira parte da coluna do jornalista Sérgio Pires:

MARCELO CRUZ, FERNANDO MÁXIMO, LÉO MORAES: TRIO PESO PESADO FECHA ACORDO PARA SUCESSÃO À PREFEITURA DA CAPITAL

A comida foi boa, mas a conversa foi muito melhor. Três dos nomes mais quentes que são citados em qualquer relação de possíveis candidatos à Prefeitura de Porto Velho se encontraram, na semana passada, num jantar regado a política, na residência de um quarto personagem e amigo comum do trio.

Sentados à mesma mesa, estavam o presidente da Assembleia Legislativa, o deputado Marcelo Cruz, nome em grande ascensão na nossa política; o deputado federal e ex-secretário de saúde do Estado, Fernando Máximo, outro que almeja a cadeira de Hildon Chaves e também o ex-deputado federal e atual diretor geral do Detran, Léo Moras.

A sucessão municipal, é claro, foi um dos pratos principais. Teria ficado acertado que os três andarão juntos na sucessão, embora não tenha havido definição de quem será o candidato a Prefeito, entre eles.

Outra definição: os três já avisaram que vão apoiar o nome de Sérgio Gonçalves, o atual vice-governador e que assumirá o governo na reta final de 2026, para comandar o Estado e do atual governador, Marcos Rocha, como candidato de todos para o Senado Federal. Marcelo, Fernando e Léo estarão do mesmo lado, na disputa pela Prefeitura.

O jantar da semana passada foi um indício concreto disso. Como na política as coisas nunca são definitivas, resta esperar para ver.

A partir do final de março, o quadro estará mais claro.

E então se começará a saber quem dos três encabeçará a chapa para a sucessão municipal na maior cidade do Estado.

 

 

Fonte/ O Observador

MP e TCE se unem para intensificar combate a violência contra meninas e mulheres, firmando cooperação para instalação do Observatório do Feminicídio

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O Ministério Público de Rondônia e o Tribunal de Contas do Estado estão convergindo esforços institucionais para intensificar o combate à violência de gênero. Recentemente, os órgãos firmaram acordo em que se comprometem a se apoiar, mutuamente, em ações visando à instalação do Observatório do Feminicídio em Rondônia. O espaço constituirá importante canal multi-institucional de monitoramento desse tipo de crime, sendo também uma arena para proposição de ações e políticas de proteção e segurança de meninas e mulheres.

O Acordo de Cooperação Técnica foi assinado nesta semana pelo Procurador-Geral de Justiça, Ivanildo de Oliveira, e pelo presidente do TCE, Conselheiro Wilber Carlos dos Santos Coimbra.

A pactuação prevê a adoção de mecanismos de cooperação, mediante intercâmbio de estrutura técnica, física e operacional das instituições. A ideia é que as ações e medidas conjuntas aperfeiçoem a missão dos órgãos no enfrentamento à violência de gênero, tendo como um dos resultados práticos a instalação do Observatório do Feminicídio.

Entre os objetivos definidos na cooperação estão a criação de grupo de trabalho para operacionalizar o Observatório; a reunião de dados sobre violência contra meninas e mulheres no Estado, com sua respectiva sistematização; o tratamento e análises espaciais, bem como o estabelecimento de indicadores.

O acordo também institui que seja consolidada a construção de uma rede de proteção estruturada por organismos governamentais de políticas para as mulheres e outros organismos capazes de assegurar a proteção social e a segurança de pessoas em situação de violência. Ainda, que seja possibilitada a transparência de informações possíveis de serem utilizadas por pesquisadores e controle social.

A pactuação poderá ter adesão de outros órgãos partícipes, mediante assinatura de termo.

Gerência de Comunicação Integrada (GCI)

Marcos Rogério pede apuração das doações recebidas pelo Sleeping Giants no Brasil

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Na ultima semana, veio à tona a informação de que o grupo de ativismo digital Sleeping Giants recebeu R$ 2,4 milhões de fundações que financiam ONGs e pautas de esquerda.

O grupo é conhecido por intimidar empresas na internet, visando cancelar e desmonetizar propagandas em veículos de comunicação. Em especial, veículos de comunicação que não são alinhados com as pautas da esquerda, como o grupo Jovem Pan.

Mais recentemente, o grupo perdeu uma batalha judicial contra a emissora justamente, por promover uma campanha de desmonetização, excedendo os limites da liberdade de expressão.

“Não é uma mera crítica, mas sim uma campanha de perseguição contra um veículo de comunicação. E isso é inaceitável, fere a liberdade de imprensa e atenta contra o estado democrático de direito”, salientou Marcos Rogério.

Senador por Rondônia, Marcos Rogério requereu ao TCU, Receita Federal e Ministério Público Federal providências sobre as doações recebidas pelo Sleeping Giants no Brasil.

“As entidades estrangeiras não podem desenvolver atividades político-partidárias em solo brasileiro, mesmo que indiretamente. Por isso, estou pedindo investigação ao Ministério Público Federal e demais providências por parte do TCU e Receita Federal sobre o caso”, esclareceu Marcos Rogério.

Os requerimentos foram encaminhados nessa quarta-feira (24) aos órgãos competentes.

XXV Marcha a Brasília em defesa dos municípios

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A Associação Rondoniense de Municípios vem a público ressaltar a importância da adesão dos gestores públicos à XXV edição da Marcha a Brasília em Defesa do Municípios, organizada pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM). O evento ocorrerá dentro de 118 dias e terá como ponto de encontro o Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília.

Dentre os convidados ao evento, encontram-se o Presidente da República, do Senado e da Câmara, além de ministros e parlamentares. A Marcha conta não só com a agenda política como também debates e atendimentos técnicos com a equipe profissional da CNM, além de uma Feira de Exposições com diversas soluções inovadoras para os municípios.

As edições anteriores da Marcha a Brasília foram de grande importância para a conquista de inúmeras reivindicações de diversos municípios e de gestores como um todo, reforçando a garantia do cumprimento dos direitos destes.

As inscrições devem ser feitas pelo site e representantes dos municípios terão isenção de pagamento; demais participantes terão desconto na taxa. Mais informações no site oficial do evento.

Assessoria AROM.

Congresso deverá avaliar 27 vetos presidenciais

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Os vetos do então presidente Jair Bolsonaro a trechos da Lei dos Crimes contra o Estado Democrático de Direito, pendentes de análise desde 2021, e os dispositivos vetados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na lei que retomou o programa Minha Casa, Minha Vida fazem parte da lista de 27 itens a serem votados no Congresso Nacional em 2024.

Dos vetos em tramitação, 12 estão trancando a pauta, impedindo a votação de outras propostas. Na última sessão de análise de vetos, em 14 de dezembro, o Congresso chegou a apreciar 30 vetos, dos quais a maioria foi mantida, e 10 tiveram sua votação inicialmente adiada para 21 de dezembro. No entanto, na ocasião, não houve acordo para a votação.

Fake news

Dos vetos que trancam a pauta de votação, quatro são assinados por Jair Bolsonaro. O VET 46/2021 à Lei 14.197, de 2021 (que revogou a antiga Lei de Segurança Nacional), impediu a tipificação do crime de comunicação enganosa em massa (disseminação de fake news), com pena de até 5 anos de reclusão.

O texto aprovado pelo Congresso estabeleceu uma série de tipos penais em defesa do estado democrático de direito, mas Bolsonaro vetou vários dispositivos, como a permissão para partidos políticos com representação no Congresso promoverem ação privada subsidiária em caso de crimes contra as instituições democráticas no processo eleitoral. Também foram vetados, entre outros, o inciso que aumentava a pena para militares envolvidos em crimes contra o estado democrático de direito e o capítulo que buscava tipificar como crime o atentado a direito de manifestação, com pena que poderia chegar a 12 anos de reclusão.

Após os ataques às sedes dos três Poderes, em 8 de janeiro de 2023, o movimento pela derrubada dos vetos ganhou força no Congresso, mas a votação foi adiada várias vezes ao longo do ano.

Setor aéreo

Já o VET 30/2022 atinge a Lei 14.368, de 2022, que flexibiliza regras do setor aéreo. A polêmica está na cobrança pelo despacho de bagagens em voos. O então presidente não concordou com a volta do despacho gratuito, que estava garantida no texto aprovado pelo Congresso. Ele alegou que excluir a cobrança aumentaria os custos dos serviços aéreos e teria o efeito contrário ao desejado, ou seja, encareceria as passagens. O ponto vetado não fazia parte do texto original da MP e foi acrescentado por emenda na Câmara dos Deputados. Desde 2017, as companhias aéreas são autorizadas a cobrar pelas malas despachadas. Na época, as empresas alegavam que a cobrança permitiria baratear as passagens, o que não ocorreu.

Minha Casa, Minha Vida

Entre os vetos publicados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o VET 18/2023 contém trechos referentes à lei que retomou o programa Minha Casa, Minha Vida. A Lei 14.620, de 2023, teve origem na Medida Provisória (MP) 1.162/2023 e, quando sancionada, teve 11 dispositivos vetados, como o que previa a contratação de seguro de danos estruturais pelas construtoras de imóveis do programa e o que obrigava as distribuidoras a comprar o excedente de energia produzida pelos painéis solares instalados nas casas populares.

Já o VET 26/2023 inclui trechos da Lei 14.688, de 2023, que compatibiliza o Código Penal Militar (Decreto-Lei 1.001, de 1969) com as reformas no Código Penal (Decreto-Lei 2.848, de 1940), com a Constituição Federal e com a Lei dos Crimes Hediondos (Lei 8.072, de 1990). A lei, que teve dez dispositivos vetados, endurece algumas penalidades, como no caso de tráfico de drogas praticado por militares. Diversos tipos penais do CPM passam por adequação legal para serem listados como crimes hediondos: homicídio qualificado, estupro, latrocínio, extorsão qualificada pela morte, extorsão mediante sequestro, epidemia com resultado morte e envenenamento com perigo extensivo com resultado morte.

Apostas on-line

Ainda deverão ser apreciados pelo Congresso os vetos editados no fim de 2023 e início de 2024. O veto parcial à Lei 14.790 de 2023, que regulamenta as apostas esportivas on-line (VET 49/2023), é um dos destaques. Um dos pontos vetados isentava os apostadores de Imposto de Renda caso os ganhos ficassem abaixo da primeira faixa do Imposto de Renda (R$ 2.112). Segundo o governo, essa isenção contrariaria a isonomia tributária em face de outras modalidades lotéricas.

Agrotóxicos

Os congressistas também deverão analisar o veto parcial (VET 47/2023) à Lei 14.785/2023, que flexibiliza regras de aprovação, registro e comercialização de agrotóxicos. Entre os 17 dispositivos vetados, estão os que dariam ao Ministério da Agricultura a competência exclusiva para registros de pesticidas, produtos de controle ambiental e afins. Com o veto, permanece o atual sistema tripartite de registro e controle de agrotóxicos, que congrega as pastas da Agricultura; do Meio Ambiente, por meio do Ibama; e da Saúde, representado pela Anvisa. Também foi vetada a criação de uma taxa de avaliação e registro de defensivos agrícolas e produtos de controle ambiental, entre outros do gênero.

Barragens

Sancionada com 11 vetos (VET 43/2023), a Lei 14.755, de 2023, instituiu a Política Nacional de Direitos das Populações Atingidas por Barragens (Pnab). A norma buscou estimular práticas socialmente sustentáveis nesses empreendimentos e assegurar os direitos dos cidadãos através de um programa de direitos custeado pelo empreendedor. O texto original aprovado pelo Legislativo incluía, entre as situações de impacto por barragens, “outros eventuais impactos, indicados a critério do órgão ambiental licenciador”, mas a Presidência da República vetou o trecho, por considerar que poderia gerar insegurança jurídica e administrativa. Outro trecho que, segundo a avaliação da Presidência, poderia gerar insegurança jurídica é o que estabelece que as regras seriam aplicadas ao licenciamento ambiental de barragem e aos casos de emergência decorrente de vazamento ou rompimento dessa estrutura em situações “já ocorridas ou consideradas iminentes”.

Fonte: Agência Senado

Projeto de Lei em Rondônia propõe taxas de renovação de CNH proporcionais à idade

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A Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero) analisa um projeto proposto pela deputada Cláudia de Jesus (PT), que sugere a cobrança proporcional da taxa de atualização da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para motoristas acima de 50 anos. A proposta de visto adequada ao custo ao período de validade da CNH, que se reduz com o avanço da idade.

 

“Este projeto é um passo importante para garantir justiça e equidade para nossos cidadãos mais experientes. É fundamental nossa adaptação de políticas para refletir as necessidades específicas de cada faixa etária, especialmente quando se trata da atualização da CNH, que se torna mais frequente à medida que envelhecemos”, afirmou Cláudia de Jesus.

 

A medida propõe uma escala de taxas reduzidas para condutores entre 50 e 70 anos e menores valores para os acima de 70 anos. Este ajuste visa aliviar a carga financeira sobre os idosos, que enfrentam com mais frequência a necessidade de renovar suas carteiras. A deputada destacou a importância de políticas inclusivas e o respeito aos direitos dos idosos, enfatizando que a proposta é um reflexo do compromisso com o bem-estar dessa parcela da população. Com expectativa de amplo apoio dos deputados, o projeto aguarda deliberação e aprovação na Alero para entrar em vigor.

 

Confira o projeto aqui.

 

Por Cristiane Abreu I Assessoria Parlamentar