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Primeiro transplante ósseo do Norte; Rondônia chega à Córdoba; e investimentos nos aeroportos são destaques

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Durante esta semana, diversas ações e serviços foram realizadas pelo Governo de Rondônia em todo o Estado, fortalecendo o crescimento econômico, com destaque para a realização do primeiro transplante ósseo da região Norte, que aconteceu no Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro. Outras ações também são pontuadas, tais como: apresentação das potencialidades do Estado em Córdoba, na Argentina; estudantes indígenas de Rondônia compartilham experiências etnoculturais na 2ª edição da Maloca; investimentos de R$ 65 milhões em aeroportos, somam-se às medidas para aumento de voos, em municípios de Rondônia.

  • TRANSPLANTE ÓSSEO

Transplante foi realizado no Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro

O primeiro transplante ósseo da região Norte foi realizado na quarta-feira (17), em Rondônia, no Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro, com objetivo de devolver qualidade de vida e possibilitar a locomoção de um paciente de 30 anos, morador de Porto Velho. A cirurgia foi realizada em parceria com o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into); referência no país. A intervenção cirúrgica teve duração de três horas, e envolveu uma equipe multidisciplinar composta por enfermeiros, radiologistas, técnicos e cirurgiões.

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  • TECNOLOGIA A FAVOR DA SEGURANÇA

O Instituto de Criminalística de Rondônia anunciou um avanço importante, com a integração ao Sistema Nacional de Análise Balística. Esse sistema inovador possibilita a correlação precisa entre projéteis e estojos de armas de fogo, uma ferramenta essencial para investigações criminais. Somente no ano de 2024, três armas apreendidas por porte ilegal foram comprovadamente envolvidas em mais de um crime. Os investimentos do Governo de Rondônia tornaram possível a aquisição, pelo Instituto, de uma câmara de recuperação de projéteis balísticos de última geração, com tecnologia canadense.

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  • DE RONDÔNIA PARA CÓRDOBA

Rondônia é apresentado em Córdoba, na Argentina

O Governo de Rondônia apresentou as potencialidades do Estado em Córdoba, na Argentina, objetivando impulsionar o crescimento econômico e criando oportunidades para avançar, cada vez mais, no desenvolvimento. Cumprindo agenda governamental, o governador de Rondônia, Marcos Rocha, juntamente ao vice-governador, Sérgio Gonçalves conduziram as negociações com o presidente da ProCórdoba, Pablo Javier de Chiara. O objetivo é formalizar um memorando de entendimento com a agência que leva o nome da região argentina.

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  • AEROPORTOS PRONTOS PARA VOOS

Mais de R$ 65 milhões foram investidos na infraestrutura aeroportuária do Estado, fortalecendo as ações do Governo de Rondônia voltadas para o desenvolvimento econômico. Os investimentos nos aeroportos vão ao encontro de medidas desenvolvidas para aumentar a conectividade aérea, fomentadas pelo Decreto n° 28.989, de 21 de março de 2024, que reduziu o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do combustível de aviação e demais incentivos, garantindo mais atratividade de voos para Rondônia.

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  • EXPERIÊNCIAS ETNOCULTURAIS

Cultura indígena tem destaque na 2ª edição da Maloca

Um momento de troca de experiências culturais marcou as primeiras atividades da 2ª Mostra Estudantil de Arte e Cultura Indígena (Maloca), promovida pelo Governo de Rondônia, na quinta-feira (18), e que tem continuidade nesta sexta-feira, em Porto Velho. Estudantes indígenas, de 25 etnias, participaram de palestras e apresentações de dança e música, durante encontro que aconteceu no Memorial Rondon, proporcionando oportunidade de interação e ensino sobre as tradições do Povos Indígenas para o público.

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  • QUEIJOS 

O 3º Concurso de Queijos de Rondônia (ConQueijo/2024), promovido pelo Governo do Estado, será realizado durante a 5ª RondoLEITE, sendo uma das ações apresentadas na 11ª Rondônia Rural Show Internacional (RRSI), que acontece de 20 a 25 de maio, no Centro Tecnológico Vandeci Rack, no município de Ji-Paraná. As inscrições podem ser realizadas até o dia 3 de maio, através do site oficial da Rondônia Rural Show – (RondoLeite), com o preenchimento da ficha de inscrição.

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  • PROGRAMA VENCER EM GUAJARÁ-MIRIM

“Vencer” inscreve para vários cursos no Estado

O município de Guajará-Mirim foi contemplado, nesta primeira etapa do Programa Vencer, com 652 vagas distribuídas em 17 cursos de capacitação profissional gratuita. Lançado pelo Governo do Estado e desenvolvido pela Secretaria da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), o programa tem por meta a capacitação anual de 10 mil pessoas, a partir dos 16 anos, para o mercado de trabalho ou no segmento do empreendedorismo. Com algumas turmas fechadas, as inscrições seguem abertas até o dia 2 de outubro.

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  • MELHORES CONDIÇÕES ÀS RODOVIAS 

O desenvolvimento de Rondônia é impulsionado com os investimentos na recuperação e manutenção das rodovias pavimentadas, promovendo melhores condições de escoamento da produção agrícola, com maior segurança na trafegabilidade. O Governo do Estado, em 2023, destinou mais de R$ 108 milhões para ações desenvolvidas pelo Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transportes (DER-RO), com serviços das seis usinas de asfalto. Os investimentos refletem na atuação das usinas de asfalto para atender às demandas existentes, com o intuito de continuar promovendo o desenvolvimento das regiões.

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  • RONDÔNIA CIDADÃ VOLTA A BURITIS 

Depois de contabilizar 2.862 atendimentos em diversas áreas, na primeira edição do Rondônia Cidadã realizada em Buritis, nos dias 23 e 24 de março, a equipe do programa estadual retorna ao município um mês depois. Uma nova etapa de atendimentos vai ser ofertada à população, na Escola Professora Elvandas Maria de Siqueira, neste sábado, das 8h às 16h, e no domingo (21), das 8h às 12h, para atender à demanda remanescente. Vários serviços essenciais vão ser realizados durante os dois dias do evento, tais como: emissão da nova Carteira de Identificação Nacional (CIN) para pessoas a partir dos 12 anos; Passe Livre para pessoa idosa ou com deficiência, e outros.

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  • DOAR SANGUE É ATO DE AMOR

Fhemeron reforça doação de sangue

O incentivo à doação de sangue é fortalecido pela Fundação de Hematologia e Hemoterapia do Estado de Rondônia (Fhemeron), que destaca ser fundamental a manutenção do estoque de bolsas de sangue, a fim de atender às demandas de hospitais do Estado. A Fhemeron ressalta que, qualquer pessoa saudável, com idade entre 16 e 69 anos, peso acima de 50 kg, pode se tornar um doador. (Dos 16 até 18 anos incompletos, apenas com consentimento formal dos responsáveis).

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Magistrados de Ji-Paraná colaboram com treinamento da PRF em parceria com UNODC sobre crimes ambientais

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Os magistrados Maximiliano Deitos e Adriano Lima Toldo, ambos dos Juizados Especiais da comarca de Ji-Paraná, participaram do III Nivelamento em Identificação Macroscópica de Espécies de Madeira (Nimem), realizado em Ji-Paraná-RO pelo Setor de Enfrentamento aos Crimes Ambientais (Secam) da Polícia Rodoviária Federal em parceria com o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) e do governo estadunidense, e o apoio do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e dos Juizados Especiais Criminais de Ji Paraná (TJ/RO). O treinamento voltado para 20 servidores da PRF, teve o objetivo de fortalecer a fiscalização do transporte de produtos florestais, a fim de identificar cargas ilegais e fraudes documentais envolvendo espécies de madeira protegidas pela legislação ambiental.

A foto mostra juiz Max, o coordenador do UNODC junto com policiais rodoviários.Durante o evento de encerramento, os juízes reforçaram a necessidade de intensificar a fiscalização e proteção ambiental no chamado no Arco do Desmatamento – especialmente em Rondônia, a qualificação da prova colhida na fase inquisitorial, a capacitação profissional e a destinação célere das madeiras apreendidas para projetos ambientais, em parceria com os Juizados Especiais e também da Vara de Execuções Penais de cada Comarca, nos termos da Resolução Nº 154 de 13/07/2012, CNJ.

O juiz Maximiliano Deitos já participou por duas vezes de cursos de identificação macroscópica de espécies de madeira. Mais uma vez, reconheceu a importância da atuação da PRF, que registrou um aumento nas apreensões do transporte irregular de madeira. “O trabalho de excelência da PRF é de suma importância para o combate aos crimes ambientais e para o cumprimento dos acordos internacionais ambientais assumidos pelo Brasil nas questões envolvendo a atual crise climática”, enfatizou. Destacou ainda que por meio de uma governança ambiental e um diálogo interinstitucional, o produto do crime ambiental pode ser revertido para inúmeros projetos ambientais e sociais em parceria com os tribunais de justiças, citando como exemplo o projeto “Colhendo Sementes, Construindo Viveiros, Plantando Florestas”, ganhador do prêmio Juízo Verde Boas Prática do CNJ/2023 e a doação de madeira aos povos indígenas.

Alexander Walsh, Coordenador da Unidade de Prevenção a Crimes Ambientais do UNODC Brasil, destacou a importância da atividade e do trabalho conjunto interinstitucional. “Treinamentos como esse são essenciais para aprimorar as habilidades e conhecimentos dos agentes de segurança em campo, fortalecendo os esforços para a preservação dos recursos naturais e tornando as operações de fiscalização ainda mais eficientes, como ficou claro com os resultados alcançados”, salientou. O treinamento faz parte do projeto CRIMFLO – Fortalecimento da Resposta do Sistema de Justiça a Crimes Florestais, uma iniciativa do Programa Global sobre Crimes que Afetam o Meio Ambiente (GPCAE) do UNODC, com o apoio do Escritório Internacional Antidrogas e de Aplicação da Lei (INL) do Departamento de Estado dos EUA.

A atividade contemplou servidores da PRF de Rondônia, Pará, Sergipe, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Distrito Federal, instrutores Edevar Sovete e Geraldo Farias de França (Ibama) e da promotora de justiça Naiara Lazzari. Durante a formação, os participantes puderam aprender mais sobre diversos aspectos da fiscalização da cadeia produtiva de produtos florestais. Foram abordados temas como nomenclatura, anatomia vegetal, características macroscópicas, confecção de laudos e espécies ameaçadas de extinção e/ou protegidas pela legislação.

Operação

A foto mostra um caminhão de madeira ilegal apreendido pela Policia rodoviária.

Após o treinamento teórico e prático de identificação ocorrido entre 1o a 5 de abril, iniciou-se atividade de fiscalização na pista da Unidade Operacional, em Ji Paraná, que teve início em 7 de abril e foi concluída na quarta-feira (10). A realização da operação permitiu que os servidores consolidassem os conhecimentos adquiridos em condições reais de fiscalização. Durante a operação, foram registradas 23 ocorrências de crimes ambientais, apreendidos 7 caminhões de madeira ilegal e carvão e 06 por crime de poluição, 135 m³ de madeira ilegal e 18 m³ de carvão, 136 veículos fiscalizados, 04 animais silvestres resgatados e 27 pessoas detidas.

Indígenas

a foto mostra  magistrado Maximiliano com indígenas e policial rodoviário.

Também no encerramento do curso, indígenas da região de Ji-Paraná da etnia Gavião, representando os povos indígenas de Rondônia, agradeceram a parceria do Poder Judiciário e da PRF local no projeto “Colhendo Sementes, Construindo Viveiros, Plantando Florestas”, que propiciou a compra de sementes dos povos indígenas, a destinação de madeiras para construção de casas e de um espaço etnoambiental.

Ao final, o cacique Heliton Gavião agradeceu também o apoio da ONU (UNODC) no treinamento dos policiais para o combate aos crimes ambientais, que atingem principalmente as terras indígenas, conclamando às autoridades e a ONU a continuarem com a fiscalização e auxiliar ainda mais a proteção de seus territórios, pois lutam para manter a floresta em pé e a proteção do planeta.

A sementes de essências florestais são colhidas pelos indígenas nas reservas, e transferidas aos viveiros implantados nos 34 municípios parceiros do projeto.  As mudas são distribuídas para recuperação de nascentes, matas ciliares, áreas degradadas (lixão desativados), além de urbanização das cidades, para a melhoria do meio ambiente das cidades.

A colagem mostra várias fotos do treinamento e da operação.

Assessoria de Comunicação Institucional

Ministério da Saúde recomenda ampliação do público da vacina da dengue

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 O Ministério da Saúde adotou uma estratégia temporária para aplicação das vacinas da dengue que estão próximas ao vencimento. Durante reunião da Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização (CTAI), na quarta-feira (17), foi definido que os municípios que ainda tiverem com um alto número de doses a vencer em 30 de abril, poderão ampliar a vacinação para a faixa etária de 6 a 16 anos. As doses próximas ao vencimento fazem parte do quantitativo de imunizantes doados ao Brasil em fevereiro.

Caso os municípios permaneçam com baixa adesão na campanha de vacinação, as doses próximas ao vencimento ainda poderão ser ampliadas ao público especificado na bula da vacina da dengue (atenuada), que vai dos 4 aos 59 anos. Essa medida só deverá adotada em caso de necessidade, para que não haja perda do imunizante.

Aqueles que forem contemplados por meio deste plano de ação terão a segunda dose garantida. “Precisamos lembrar que essa estratégia é apenas para as vacinas que possuem prazo de validade em 30 de abril. Ou seja, as cidades que não tiverem mais doses desse lote permanecem com o público recomendado anteriormente, de 10 a 14 anos”, pontua Eder Gatti, diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações (DPNI).

O Ministério da Saúde reforça que a orientação tem caráter excepcional para otimizar a aplicação do imunizante.

Acesse a Nota Técnica com a recomendação

Anteriormente, o Ministério da Saúde já havia orientado aos estados que as doses próximas ao vencimento fossem redistribuídas internamente para outros municípios.

Mais vacinas

A terceira remessa da vacina da dengue contemplou 689 municípios do país. Ao todo, 930 mil doses estão sendo distribuídas, incluindo as reposições às regiões que fizeram o remanejamento. Dessa forma, as cidades inicialmente contempladas puderam continuar a estratégia de vacinação junto às novas beneficiadas.

A Pasta adquiriu todo o estoque disponível de vacinas contra a dengue para 2024 e 2025. Até o final deste ano, o Brasil receberá 5,2 milhões de doses, além da doação de 1,3 milhão de doses; isso permitirá a vacinação de 3,2 milhões de pessoas com as duas doses que completam o esquema vacinal.

As vacinas são um importante instrumento para conter o avanço da dengue no Brasil. No entanto, diante da pouca oferta de doses por parte da fabricante, o foco segue na eliminação dos criadouros do mosquito.

Investimentos

Até o momento, o Ministério da Saúde liberou mais de R$ 93 milhões por meio de portarias para estados e municípios que institui recursos para localidades que decretarem emergência, seja por dengue ou outras emergências sanitárias. Os repasses ocorrem mensalmente. Os recursos são parte do R$ 1,5 bilhão reservado para esse fim.

A Pasta também destinou mais de R$ 300 milhões para o incremento financeiro federal do Componente Básico da Assistência Farmacêutica no Sistema Único de Saúde (SUS). A recomposição do orçamento se dará por meio de aumento retroativo e contempla medicamentos que tratam sintomas da dengue.

Ministério da Saúde 

Bolsa Família reduz desigualdades no Brasil, aponta PNAD Contínua do IBGE

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A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, coordenada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelou, em estudo especial divulgado nesta sexta-feira (19/4), que o Programa Bolsa Família reduz as desigualdades socioeconômicas no Brasil. De acordo com a pesquisa, um em cada cinco lares recebeu o benefício em 2023.

No último ano, quando a nova versão do programa foi implementada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em março, com a coordenação do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), a proporção de domicílios com pelo menos um beneficiário do Bolsa Família chegou ao maior patamar da série histórica, com 19%. Os maiores percentuais estavam concentrados nas regiões Norte, com 31,7%, e Nordeste, em 35,5% dos lares.

A evolução das rendas deu suporte para a redução das desigualdades, principalmente nas regiões Norte e Nordeste. O índice de Gini, que mede a concentração da distribuição de renda em uma população, com variação entre zero e 1 – sendo quanto mais perto de zero, menor é a desigualdade – teve quedas mais expressivas nas duas regiões.

O estudo apura informações relacionadas ao rendimento recebido pela população, como trabalho, pensões, aposentadorias e outros. A categoria de fontes de renda que inclui o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), além do Seguro Desemprego, do Seguro Defeso e de bolsas de estudo, chegou a R$ 947 de rendimentos, o maior valor da série histórica.

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Foto: Roberta Aline/ MDS

“A pesquisa do IBGE revela o impacto fundamental do Programa Bolsa Família para o nosso Brasil. Mostra que estamos cuidando do nosso povo, dando oportunidades, melhorando a vida das pessoas. É esse o objetivo do governo do presidente Lula e vamos seguir avançando, vamos tirar o Brasil do Mapa da Fome e vamos continuar reduzindo as desigualdades do nosso país”, comemorou o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias.

 

O levantamento mostra ainda que entre 2019 e 2023, o rendimento per capita do grupo de domicílios que recebia o Bolsa Família cresceu 42,4% (de R$ 446 para R$ 635), enquanto entre aqueles que não recebiam, a variação foi de 8,6% (de R$ 2.051 para R$ 2.227).

Na comparação com 2022 (R$ 850), o aumento foi de 11,4%, enquanto em relação a 2019 (R$ 747), o crescimento do valor médio dos outros rendimentos foi ainda mais expressivo (26,8%). De acordo com o pesquisador Gustavo Geaquinto, o crescimento está relacionado, sobretudo, ao principal programa de transferência de renda do País.

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“O valor médio do benefício pago pelo Bolsa Família voltou a crescer em 2023. Isso refletiu no valor médio dos outros rendimentos, principalmente pelo fato de que o rendimento proveniente do Bolsa Família é o de maior peso na rubrica outros rendimentos”, pontuou.

Por: Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS)

Anvisa atualiza regulação de cigarro eletrônico e mantém proibição

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Fica mantida a proibição de fabricar, importar, comercializar, distribuir, armazenar e transportar, e a propaganda de todos os dispositivos eletrônicos para fumar.

A Anvisa manteve a proibição dos dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs), também conhecidos como cigarros eletrônicos. A decisão desta sexta-feira (19/4) é resultado do processo regulatório que revisou a regulamentação desses produtos no país e as informações científicas mais atuais disponíveis sobre esses equipamentos.

A atualização da norma proíbe a fabricação, a importação, a comercialização, a distribuição, o armazenamento, o transporte e a propaganda de todos os dispositivos eletrônicos para fumar. Com isso, qualquer modalidade de importação fica proibida, inclusive para uso próprio e na bagagem de mão do viajante.

O regulamento aprovado não alcança a proibição do uso individual. É importante lembrar, porém, que o uso de qualquer dispositivo fumígeno é proibido em qualquer ambiente coletivo fechado, desde 1996, conforme previsto na Lei 9.294/1996.

A nova resolução prevê ainda a atualização sistemática da literatura pela Anvisa sempre que houver justificativa técnico-científica e a possibilidade de os interessados protocolarem novos dados para análise da Agência.

Veja o documento com perguntas e respostas sobre a regulamentação.

Conheça os principais pontos da regulamentação atualizada:

· Fica mantida a proibição de fabricação, importação, comercialização, distribuição, armazenamento e transporte, e a propaganda de todos os dispositivos eletrônicos para fumar, inclusive de acessórios, peças e refis.

· Também permanece proibido o ingresso no país de produto trazido por viajantes, por qualquer forma de importação, incluindo a modalidade de bagagem acompanhada.

· O uso de qualquer dispositivo eletrônico para fumar em ambiente coletivo fechado é vedado por lei.

· A Anvisa realizará periodicamente revisões da literatura sobre o tema, sempre que houver justificativa técnico-científica.

· As revisões da literatura deverão ser independentes e isentas de conflitos de interesse. Para essas revisões, a Anvisa publicará edital de chamamento para apresentação de estudos científicos.

· Fica facultado aos interessados protocolar estudos toxicológicos, testes científicos específicos e artigos científicos revisados por pares, publicados em revistas indexadas, comprovando as finalidades alegadas de qualquer dispositivo eletrônico para fumar, que serão submetidos à análise técnica da Anvisa.

Fiscalização e penalidades

O não cumprimento da resolução constitui infração sanitária e pode levar à aplicação das penalidades das Leis 9.294, de 2 de julho de 1996, e 6.437, de 20 de agosto de 1977, que incluem advertência, interdição, recolhimento e multa, entre outras.

A comercialização dos cigarros eletrônicos deve ser denunciada às Vigilâncias Sanitárias municipais, indicando o nome do estabelecimento e o endereço.

Na hipótese de ser identificada infração sanitária decorrente do descumprimento da legislação, a norma prevê ainda que a Vigilância Sanitária municipal, estadual ou a Anvisa, conforme competência de cada esfera, fará a imediata comunicação ao órgão do Ministério Público da respectiva localidade, para fins de eventual instauração do procedimento de apuração cível e criminal do fato.

Histórico

Desde 2009, todos os tipos de dispositivos eletrônicos para fumar, incluindo os cigarros eletrônicos, são proibidos pela Anvisa, conforme a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 46, de 28 de agosto de 2009. A proibição inclui a comercialização, a importação e a propaganda de quaisquer dispositivos eletrônicos para fumar.

– Agosto de 2009: RDC 46/2009 proibiu os dispositivos eletrônicos para fumar no país.

– Inclusão na Agenda Regulatória 2017-2020. Migração para a Agenda Regulatória 2021-2023. A Agenda Regulatória aponta os temas que serão discutidos pela Anvisa em um determinado período.

– Abril de 2018: painel para discussão sobre os DEFs na sede da Anvisa, em Brasília.

– Junho de 2019: abertura do processo regulatório para discussão sobre os DEFs.

– Agosto e setembro de 2019: realização de duas audiências públicas, uma em Brasília e outra no Rio de Janeiro.

– Setembro de 2019: emissão de alerta diante dos relatos de eventos adversos com usuários, especialmente nos EUA.

– 2020: contratação, pela Anvisa, de revisão sistemática e de pareceres independentes.

– 2021: realização de consultas dirigidas ao setor produtivo, Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS) e pesquisadores da área.

– Julho de 2022: aprovação do Relatório de Análise de Impacto Regulatório sobre o tema, com indicação de consulta pública – https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2022/anvisa-aprova-relatorio-de-analise-de-impacto-regulatorio-sobre-dispositivos-eletronicos-para-fumar-que-inclui-todos-os-tipos-de-cigarros-eletronicos

– 1º dezembro de 2023: aprovação de realização de consulta pública – https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2023/publicada-consulta-publica-sobre-dispositivos-eletronicos-para-fumar-que-incluem-todos-os-tipos-de-cigarros-eletronicos

– 12/12/2023 a 9/2/2024 – realização de consulta pública.

Por: Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)

Seminário Combate ao Brasil Ilegal apresenta ações para a proteção econômica do cidadão

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A diretora do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP), da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp/MJSP), Camila Pintarelli, participou do Painel “As Ações Integradas de Inteligência e Planejamento”, voltado às ações e aos projetos em andamento relacionados à segurança pública para o combate da ilegalidade e da proteção econômica do cidadão. O evento aconteceu na quinta-feira (18), na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília.

O Seminário “Combate ao Brasil Ilegal” apresentou o estudo “Brasil Ilegal em Números”, referente a perdas tributárias e aos prejuízos da cadeia produtiva, por conta da pirataria e do contrabando no país.

De acordo com o relatório, em 2022, houve perda de R$ 297 bilhões nas arrecadações de 16 setores produtivos; o Governo Federal deixou de arrecadar R$ 136 bilhões em tributos. Ainda foram registrados R$ 20 bilhões em furtos de energia elétrica e água, suficientes para abastecer residências da região metropolitana de São Paulo por mais de um ano.

Na ocasião, Camila Pintarelli ressaltou que a segurança pública causa impacto direto no custo público e ressaltou que a Senasp trabalha para fortalecer a estruturação das forças de segurança e otimizar o Fundo Nacional de Segurança Pública. “Uma das formas de combater o crime organizado é com o desenho de operações voltado ao enfrentamento direto e corajoso das organizações criminosas. Para esse ano e os próximos, estamos reestruturando a forma de financiamento para privilegiar o enfrentamento à criminalidade, que inclui os crimes patrimoniais”, ressaltou.

O relatório mostrou também que foram perdidos 370 mil postos de trabalho, por gatilhos da subprodução das empresas afetadas, já que boa parte da demanda é suprida pelo mercado ilegal.

A diretora de Gestão do FNSP defendeu ainda a integração com estados, organizações da sociedade civil e forças de segurança como fundamentais para o combate à criminalidade: “O objetivo é um só: resgatar a sensação de segurança que a população brasileira perdeu.”

Ações da Polícia Federal

Também presente no evento, o diretor de Investigação e Combate ao Crime Organizado e à Corrupção da Polícia Federal (PF), Ricardo Saadi, mencionou que o órgão tem em curso investigações que buscam desestruturar as atividades ilegais, que, segundo ele, aumentam o chamado “custo Brasil”: gastos elevados das empresas com segurança física e virtual; seguros; perda de produtos roubados; diminuição da competitividade; desestímulo ao investimento local e de empresas estrangeiras no Brasil; impactos no turismo; fuga de talentos; reflexo no desemprego; perda de receita fiscal e aumento dos gastos do Estado com a segurança pública.

Segundo Saadi, uma das formas de combater esses efeitos é com o diálogo entre setor público e privado, a exemplo da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e Lavagem (Encla), que, anualmente, reúne-se para debater a melhor forma de combater os crimes fiscais com estratégias previamente estabelecidas.

“Além disso, temos a Ficco (Força Integrada de Combate ao Crime Organizado), cuja atuação é conjunta entre a Polícia Federal e forças estaduais e municipais, com o objetivo de reunir informações de inteligência para construir um mapa completo e efetivo das organizações criminosas.

Por: Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP)

SIF dará autorização para abate de animais segundo preceitos religiosos

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Portaria publicada nesta sexta (18) estabelece regras para conceder autorização a açougues e avícolas inscritos no Serviço de Inspeção Federal (SIF),

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou, nesta sexta-feira (19), a Portaria nº 676, que aprova os procedimentos para solicitação, avaliação, concessão e revogação da autorização excepcional para abate e processamento de produtos de origem animal de espécies de açougue de acordo com preceitos religiosos.

A nova norma determina que os estabelecimentos com registro junto ao Serviço de Inspeção Federal (SIF) poderão requerer a realização de abate e processamento de produtos de origem animal de espécies de açougue de acordo com preceitos religiosos, com permissão para dispensa de atendimento de regras previstas em atos normativos específicos.

O objetivo da Portaria é evitar a restrição ao consumo de certos alimentos pelos integrantes de comunidades religiosas do país, para os quais, o respeito ao rito religioso em sua obtenção se mostra como condição essencial para seu consumo.

A autorização excepcional será expedida pelo Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal da Secretaria de Defesa Agropecuária do Mapa, com indicação expressa das regras previstas em atos normativos específicos que serão dispensadas em cada solicitação para possibilitar o abate e processamento de produtos de origem animal de acordo com preceitos religiosos.

No entanto, a referida autorização excepcional não poderá implicar em prejuízo à inocuidade do produto, ao bem-estar dos animais de abate e às etapas de inspeção ante e post mortem, nem em violação às disposições previstas em leis e decretos que regulam a matéria.

Segundo a portaria, o pedido de autorização especial deve vir acompanhado de declaração de liderança religiosa.

A portaria, publicada nesta sexta, terá validade a partir do próximo dia 2 de maio.

Por Mapa

Nova tecnologia é aliada do Instituto de Criminalística de Rondônia na resolução de crimes com armas de fogo

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O Instituto de Criminalística de Rondônia anunciou um avanço importante com a integração ao Sistema Nacional de Análise Balística (Sinab). Esse sistema inovador possibilita a correlação precisa entre projéteis e estojos de armas de fogo, uma ferramenta essencial para investigações criminais. De acordo com o Instituto, somente no ano de 2024, três armas apreendidas por porte ilegal foram comprovadamente envolvidas em mais de um crime.

Equipamento usado para disparos em túneis de algodão

Os exames balísticos envolviam disparos em túneis de algodão, anteriormente, o que resultava em longos períodos de busca pelo projétil. Os investimentos do Governo de Rondônia tornaram possível a aquisição, pelo Instituto, de uma câmara de recuperação de projéteis balísticos de última geração, com tecnologia canadense. A ação foi realizada por meio da Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec) em parceria com Ministério Público. Essa tecnologia proporciona a redução do tempo de busca, permitindo a coleta instantânea de projéteis no momento do disparo.

O perito do Instituto de Criminalística, Aelson Cristiano Nogueira evidenciou que, “com o sistema em funcionamento é possível identificar padrões de armas usadas em diferentes estados, o que nos permite traçar conexões entre crimes ocorridos em locais distantes. Isso nos dá uma visão mais ampla e eficaz na investigação”.

COMO FUNCIONA

Após a coleta, os projéteis são inseridos em um banco de dados especializado, que armazena e analisa os projéteis em seu histórico, o banco de dados do Sistema Nacional de Armas (Senap), onde são comparados com padrões nacionais. Essa análise é então revisada por peritos, fornecendo uma ferramenta crucial para identificar as armas de fogo usadas em crimes.

Cada projétil contém uma característica específica, o microestrilhamento, que é como o DNA. Esses padrões únicos permitem dizer como a arma foi usada, e faz a comparação entre projéteis retirados de locais de crimes e as armas suspeitas. Cada arma tem sua própria identidade balística, tornando possível determinar se um projétil encontrado foi disparado por uma arma específica.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha ressaltou a importância do investimento em tecnologia de balística, como uma ferramenta crucial para acelerar a resposta às investigações de crimes no Estado. E enfatizou como a tecnologia pode ajudar as autoridades a identificar e rastrear armas de fogo utilizadas em crimes, reforçando a segurança dos rondonienses.

Novo equipamento com tecnologia canadense

O titular da Sesdec, Felipe Bernardo Vital destacou o papel fundamental do uso do equipamento na aceleração das investigações criminais em todo o Estado. “Essa tecnologia avançada capacita os peritos a analisarem rapidamente as evidências balísticas, e agiliza a identificação de armas de fogo utilizadas em crimes, permitindo uma resposta mais eficaz. Esse investimento representa um avanço na busca pela segurança pública e na proteção dos cidadãos de Rondônia”, finalizou.

RESULTADOS

Desde sua aquisição em 2023, mais de 10 crimes foram esclarecidos, devido à capacidade do Instituto de conectar armamentos apreendidos e investigados, inicialmente considerados não relacionados. A ciência e a tecnologia estão desempenhando um papel fundamental na resolução de crimes na Capital, garantindo assim melhorias e segurança para a população.

Projeto fomenta a promoção da saúde e fortalece a política de ressocialização no sistema prisional de Rondônia

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O Projeto “Mãos Limpas” fomenta a promoção da saúde, com a implantação da primeira lavanderia industrial, na Penitenciária Estadual Milton Soares de Carvalho, em Porto Velho. Segundo o titular da Secretaria de Estado da Justiça (Sejus), Marcus Rito, a lavanderia foi construída e será operada com mão de obra reeducanda, e está equipada com uma lavadora e uma secadora com capacidade de 30kg por lavagem, custeadas pelo Conselho da Comunidade, no valor de R$ 290 mil. A estrutura física da lavanderia recebeu o investimento de R$ 169.611,83 (cento e sessenta e nove mil, seiscentos e onze reais e oitenta e três centavos), oriundo do Governo de Rondônia.

A execução do projeto acontece em parceria do Governo do Estado, por meio da Sejus, junto ao Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO), Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO), Defensoria Pública do Estado de Rondônia (DPE-RO) e Conselho da Comunidade na Execução Penal da Comarca de Porto Velho, para fortalecer a política de ressocialização no sistema prisional de Rondônia.

Os reeducandos que vão trabalhar na lavanderia afirmaram que, o projeto é uma oportunidade para a ressocialização. “Através dessa ação, por meio do trabalho produtivo, temos a esperança de avançar no processo de ressocialização e, poder retornar ao contexto social”, evidenciou um dos internos.

Estudantes indígenas de 25 etnias do Estado participam da Mostra Cultural, nos dias 18 e 19 de abril

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Com o objetivo difundir as artes no contexto escolar, proporcionando o intercâmbio entre alunos e artistas indígenas da Rede Pública Estadual de Ensino, nas diversas linguagens da área. O Governo de Rondônia realiza nos dias 18 e 19 de abril, a Mostra Estudantil de Arte e Cultura Indígena (Maloca), no Teatro Guaporé, em Porto Velho.

A ação, executada pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc) está aberta ao público e vai contar com apresentações artísticas nos segmentos de música; dança, fotografia, cinema e exposição de artes visuais. Neste ano, 98 estudantes matriculados em escolas da rede estadual se inscreveram para o evento. Os estudantes inscritos pertencem a 25 etnias, sendo Aikanã, Amondawa, Arara, Arikapu, Cinta Larga, Gavião, Jaboti, Massaca, Kampé, Karitiana, Kaxarari, Kwazá, Kwazá Aikanã, Latundê, Makurap, Mamaindê, Oro Eo, Oro Mon, Oro Nao, Oro Waram, Oro Waram Xjein, Puruborá, Sabane, Suruí e Tupari.

MALOCA ESTUDANTIL

Apresentações artísticas nos segmentos de música, dança, fotografia, cinema e exposição de artes visuais

A Mostra é fundamentada na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (9394/96), na Lei nº 4.239 de 27/03/18 e Lei nº 11.645 de 10/03/2008.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, o Maloca é uma forma de reconhecimento da cultura indígena e sua valorização no ambiente escolar. Promove a diversidade cultural e proporciona aos estudantes, experiências enriquecedoras no campo das artes.

De acordo com a secretária da Seduc, Ana Pacini, o projeto também fortalece o diálogo intercultural e amplia o conhecimento sobre as tradições indígenas, contribuindo para a formação integral dos alunos.

PROGRAMAÇÃO

DIA 18/4
8h30 às 8h45 – Memorial Rondon: Momento Espaço Cultural Indígena (apresentações)
Educação Patrimonial – Professor João Herbety Peixoto dos Reis;
14h – Cerimônia de abertura oficial no Teatro Guaporé;
14h50 – Orquestra Sinfônica Brasileira: Arte e Cultura dos Povos Originários Regionais e Educação;
15h45 – Palestra: Grafismo – ‘Como expressão Cultural e Resistência’;
16h às 16h45: Momento Espaço Cultural Indígena (apresentações).

DIA 19/4
7h30 às 9h30 – Tour Cultural;
10h – Roda de conversa para professores, no Teatro Guaporé;
10h às 11h45- Oficina de Teatro para estudantes;
14h às 15h –Exibições de cinema;
15h30 às 16h20 – Oficina audiovisual;
16h30 às 17h – Mostra cultural: artesanato, exposição, fotografia e pintura.