Início Site Página 363

Aprovada, suspensão de pagamento da dívida do RS por três anos vai à sanção

0

Por 61 votos favoráveis e nenhum contrário, o Plenário aprovou nesta quarta-feira (15) o projeto que suspende os pagamentos de 36 parcelas mensais da dívida do Rio Grande do Sul com a União. O dinheiro será aplicado em ações de enfrentamento da situação de calamidade pública provocada pelas chuvas nas últimas semanas. O texto dependia da aprovação da maioria absoluta dos senadores, ou seja, no mínimo 41 votos. A matéria, que tramitou em regime de urgência, será agora encaminhada à sanção presidencial.

Embora o texto tenha surgido para esta situação específica das enchentes no RS, a mudança beneficiará qualquer ente federativo em estado futuro de calamidade pública decorrente de eventos climáticos extremos, após reconhecimento pelo Congresso Nacional e por meio de proposta do Executivo federal.

De autoria do Poder Executivo, o Projeto de Lei Complementar (PLP 85/2024) foi relatado pelo senador Paulo Paim (PT-RS), que apresentou voto favorável à proposição. Paim fez apenas um ajuste na redação, omitindo o termo “das referidas parcelas” do artigo 2º da proposição, “para evitar duplicidade de entendimento, dado que a intenção do projeto, desde o início, era a redução das taxas de juros nos contratos de refinanciamento, ou seja, dos valores incidentes sobre o saldo devedor da dívida”, conforme explicou Paim em Plenário.

— É um momento muito triste para o Brasil e o Rio Grande do Sul. Oitenta por cento das cidades do Rio Grande do Sul foram atingidas. Não há uma única família de gaúchos que não esteja chorando pelos mortos ou pelos amigos [atingidos]. Apelo aos senadores que construamos um entendimento possível para que o projeto não volte para a Câmara. A expectativa é muito grande no Rio Grande do Sul. Quatrocentas e quarenta e nove cidades do Rio Grande do Sul foram atingidas por essas enchentes, por essa destruição. Unidos vamos superar essa tragédia e reconstruir um futuro melhor para todos — pediu  Paim.

Após a votação do texto principal, os senadores rejeitaram destaque apresentado pelo PL para anistiar a dívida do Rio Grande do Sul. Ao pedir apoio para a emenda, de autoria do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), o senador Carlos Portinho (PL-RJ) disse que o Rio Grande do Sul “é terra arrasada”, o que exige uma solução “excepcional”.

— Não dá para entregar com uma das mãos e tomar lá na frente com a outra. A gente vai afogar o Rio Grande do Sul em empréstimos, é um caso excepcional, tem que ser tratado de modo excepcional, não dá para tomar com a outra mão lá na frente — reforçou Portinho.

O relator defendeu a rejeição do destaque pela premência da matéria e para que o texto não retornasse à Câmara, onde foi aprovada na terça (14), sob a relatoria do deputado Afonso Motta (PDT-RS). O deputado fez pequenos ajustes na redação original, mantidos no texto aprovado no Senado.

Avanço das medidas

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, também manifestou posição contrária ao destaque apresentado pelo PL. Ele explicou que as discussões vão avançar com o Ministério da Fazenda, no sentido da adoção de novas medidas em benefício do povo gaúcho.

— Desde o momento da tragédia, progressivamente medidas vêm sendo tomadas em solidariedade ao povo gaúcho, com sentimento de responsabilidade que deve se impor ao Executivo e ao Legislativo. O projeto de lei complementar foi uma medida muito bem reconhecida e aceita, algo que neste primeiro momento soluciona de maneira muito efetiva o problema da dívida do Rio Grande do Sul — afirmou.

Pacheco disse ainda que a ideia da anistia “pode ser apreciada em algum momento”, acrescentou que medidas emergenciais vêm sendo anunciadas pelo governo e efetivadas. Ele ressaltou que deverão ser anunciadas medidas em favor dos empresários gaúchos e sugeriu a adoção de medidas similares àquelas adotadas na pandemia, como a prorrogação de dívidas, manutenção de empregos e ajuda para pequenas e médias empresas.

— O fato é que até aqui o que se tem é uma soma de medidas com valores muito robustos para socorrer o Rio Grande do Sul e pode ser que isso não seja suficiente. O que vejo é um absoluto compromisso do governo federal para todas e quantas medidas forem necessárias para mitigar o reflexo das tragédias no Rio Grande do Sul. Estamos todos irmanados nesse propósito. Nesse momento temos acordo e limites de atuação, não pode haver divergências ideológicas e interesse eleitoral — afirmou.

O que determina o projeto

O PLP 85/2024 estabelece que, na ocorrência de eventos climáticos extremos dos quais decorra estado de calamidade pública reconhecido pelo Congresso Nacional, mediante proposta do Poder Executivo federal, em parte ou na integralidade do território nacional, fica a União autorizada a postergar, parcial ou integralmente, os pagamentos devidos, incluídos o principal e o serviço da dívida, das parcelas vincendas com a União dos entes federativos afetados pela calamidade pública. Também poderá reduzir a zero por cento, nos contratos de dívida dos referidos entes com a União, a taxa de juros pelo período de até 36 meses, nos termos estabelecidos em ato do Poder Executivo federal.

— O projeto apresenta resposta deste Parlamento à sociedade quanto a uma das maiores tragédias já ocorridas na história do Rio Grande do Sul e [possivelmente] do Brasil. Ela promove regime de exceção, que excetua a referida norma das vedações ao aumento de despesas constantes das normas orçamentárias e fiscais em vigor. A proposta não somente suspende os pagamentos das dívidas por até 36 meses, mas também permite a redução das taxas de juros para zero por cento, facilitando que esses recursos sejam utilizados em ações críticas como a reconstrução de infraestrutura, o financiamento de força de trabalho temporária e o suporte para a retomada das atividades econômicas locais — afirmou Paim.

O projeto exige que os entes federativos afetados submetam um plano de investimentos detalhado ao Ministério da Fazenda, garantindo que os recursos sejam utilizados de maneira transparente e eficaz. Esse plano deverá ser acompanhado de supervisão rigorosa e de prestação de contas, assegurando que cada real seja aplicado diretamente nas necessidades urgentes da população. O texto também propõe ajustes nas Leis Complementares 101, de 2000, e 159, de 2017, visando facilitar a contratação de operações de crédito por entes em Regime de Recuperação Fiscal.

— Tais ajustes são essenciais para que, mesmo em tempos de recuperação, esses entes possam continuar investindo no bem-estar de suas populações sem comprometer seus limites fiscais ou a sustentabilidade de suas finanças a longo prazo. Em suma, a aprovação deste projeto de lei é crucial não apenas para mitigar o impacto das calamidades recentes, mas também para fortalecer a resiliência de nossos irmãos gaúchos, e de todos os entes federativos que, doravante, venham a passar por adversidades — disse Paim.

Discussão

Líder da oposição, o senador Rogério Marinho (PL-RN) defendeu a restrição das operações previstas no projeto às áreas de calamidade, e não a todo o país.

— Nesse momento a palavra mais importante é solidariedade e agilidade. Temos que ter sentimento de união e unidade. Num futuro próximo, o governo terá que tomar outras medidas, temos praticamente a economia paralisada, há empresas submersas sem nenhuma condição de funcionamento — afirmou.

O senador Efraim Filho (União-PB) disse que é necessário que o governo ofereça um “colchão de garantias”, como um fundo garantidor, para que as operações de créditos das empresas, hoje fechadas, tenham condições de obter crédito.

O senador Esperidião Amin (PP-SC) manifestou apoio ao projeto, mas disse que o texto “está desequilibrado, porque ele é autorizativo e a redução de juros é aleatória”.

— Vou votar a favor,. Mas como teremos outras negociações a fazer com outros estados, não podemos deixar no aleatório esta delegação de competência para reduzir juros. Estamos autorizando uma postergação de R$ 11 bilhões de principal e, no mesmo período, os encargos financeiros são maiores, vai ficar devendo a mais, ou seja, é uma postergação em que a taxa de juros não deveria ficar aleatória — afirmou.

O senador Omar Aziz (PSD-AM) manifestou preocupação, visto que muitos cidadãos comuns foram ao banco contrair empréstimos e estão pagando juros, diante de eventuais dúvidas quanto à manutenção de seus empregos.

— Era importante conversar com a Febraban [Federação Brasileira de Bancos]; tínhamos que englobar outras questões futuramente para cuidar dessas pessoas — afirmou.

Líder do governo no Congresso, o senador Randolfe Rodrigues (sem partido-AP) defendeu o projeto.

— O artigo segundo do projeto traz duas questões centrais. O que estamos aprovando aqui é para a nova realidade que estamos vivendo. A União fica autorizada a postergar os pagamentos devidos, reduzindo os juros a zero. Esta preocupação está contemplada na inteligência do artigo segundo do projeto — afirmou.

O senador Ireneu Orth (PP-RS) saudou a apresentação do projeto, mas ressaltou que a iniciativa privada precisará de muito auxilio para a reconstrução. Em resposta, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, disse que encaminhou ao governo federal reivindicação para inclusão de bancos cooperativos e do Banrisul, visto que a capilaridade da destinação dos recursos contempla os bancos oficiais de primeira linha.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) defendeu alteração do mérito do projeto para conceder a anistia total, em vez da suspensão da dívida do Rio Grande do Sul.

O senador Cid Gomes (PSB-CE) afirmou que o projeto reconhece as tragédias climáticas e assegura a todos os entes federativos o reconhecimento de estado de calamidade pública indicado pelo Executivo e aprovado pelo Congresso Nacional.

— Estamos tendo aqui uma política definitiva para tragédias provocadas por mudanças climáticas — afirmou.

Fonte: Agência Senado

Três candidatos se registram para eleição suplementar em Candeias do Jamari após cassação de ex-prefeitos

0


Disputa eleitoral se intensifica para eleger novo gestor que vai administar até o final de 2024

Candeias do Jamari, RO – Três candidaturas foram oficialmente registradas para concorrer à eleição suplementar que decidirá o próximo prefeito da cidade de Candeias do Jamari. O pleito, agendado para o dia 09 de junho, foi convocado após a cassação dos ex-prefeitos Valteir Queiroz e Toninho Cerejeiras pela Câmara de Vereadores.

Os candidatos que solicitaram registro no Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE/RO) são Dr. Ribamar Araújo, do Partido Liberal (PL), tendo como vice Sérgio Antônio Vieiro, do Partido Progressista (PP). Também estão na disputa Lindomar Garçon, do Partido Republicano (REPUBLICANOS), com a vice-professora Edinéia de Brito, e Paulo Kadilack, do Partido da Mulher Brasileira (PMB), com o vice Rogleson Lourenço da Silva.

Embora os três pré-candidatos ainda estejam aguardando a aprovação de suas candidaturas pelo TRE/RO, a campanha oficialmente começou na cidade em 13 de maio. Até o momento, no entanto, nenhum dos concorrentes demonstrou uma presença forte nas ruas, deixando a eleição ainda em aberto para os eleitores.

A população de Candeias do Jamari aguarda com expectativa o desenrolar desta disputa eleitoral, que decidirá quem administrará a cidade até o final do ano de 2024.

Leilão eletrônico realizado pelo Detran-RO de veículos conservados acontece em junho, em Rolim de Moura

0

O Departamento Estadual de Trânsito (Detran-RO) reforça a realização do leilão que será realizado no município de Rolim de Moura, no dia 10 de junho, conforme edital nº 6/2024. Os interessados em participarem da licitação deverão realizar cadastro no site da Autarquia pelo endereço eletrônico: https://leilaoonline.detran.ro.gov.br/ até as 13h do dia 7 de junho.

Ao final da inscrição o participante deverá enviar os documentos, por Upload, em formato imagem (JPG, BMP, PNG), respeitado o tamanho máximo por imagem de 2MB:

Pessoa Física:

  • Original digitalizada ou fotografia do documento de identidade ou CNH com foto;
  • Comprovante ou declaração de endereço, expedidos no prazo de até 90 dias anteriores à data do envio.

Pessoa Jurídica:

Os interessados em participarem do leilão eletrônico na condição de Pessoa Jurídica, deverão:

  1. Realizar o login de acesso para o sistema Leilão Online no portal https://leilaoonline.detran.ro.gov.br/, utilizando os dados previamente cadastrados na condição de pessoa física;
  2. Solicitar o cadastro da Pessoa Jurídica que efetivamente participará do leilão, por intermédio do atalho – MINHA CONTA – CADASTRAR EMPRESA, informando todos os dados requisitados pelo sistema.

Encerrada a fase de solicitação de cadastro da pessoa jurídica no sistema, enviar os documentos relacionados no edital à Gerência de Leilões do Detran-RO, através do e-mail: [email protected].

A confirmação da homologação do cadastro será informada no mesmo endereço de e-mail utilizado para o cadastro ou na própria tela do login.

É vedada a participação neste leilão dos membros da Comissão de Leilão; do leiloeiro e seus prepostos; de pessoas menores de 18 (dezoito) anos; de servidores do Detran-RO; e de arrematantes com débitos, inscritos ou não em dívida ativa, referente à multa por desistência em leilões anteriores; de licitantes com cadastros não homologados para o leilão eletrônico.

A participação no leilão implica no conhecimento e aceitação, por parte dos licitantes, das exigências e condições estabelecidas no edital.

O pátio de veículos removidos estará aberto para a visitação dos lotes que serão leiloados, conforme cronograma:

Atividade Etapa
Visitação prévia dos lotes Início da visitação Encerramento da visitação
Dia 22/5/2024, das 8h às 13h Dia 7/6/2024, das 8h às 13h
Período de lances Início dos lances * Fechamento automático dos lances
Dia 10/6/2024 às 8h Dia 12/6/2024 a partir das 8h
Prazo de pagamento a partir de 15h do dia 12/6/2024 até o dia 17/6/2024
Envio de notas de arrematação a partir do dia 26/6/2024
Entrega dos veículos a partir de 27/6/2024, das 8h às 13h, no setor de liberação de veículos, na localidade onde estão removidos.

Os veículos que serão leiloados encontram-se removidos no pátio da Ciretran De Rolim de Moura, no endereço abaixo especificado, devendo ser verificado  previamente pelos arrematantes  quanto à entrega dos lotes:

Município Visitação Entrega dos lotes Endereço Contato
Rolim de Moura Por ordem de chegada Por agendamento Rua Afonso Pena, nº 5.349 – Bairro São Cristóvão – Rolim de Moura (69) 99328-2804 

(69) 99340-2496 WhatsApp

Comissão de Leilão

Os agendamentos para visitações/entrega dos lotes, serão realizados no site https://agendaatendimento.detran.ro.gov.br/.

Não será permitida a visitação dos veículos nos dias e horários da realização do leilão.

FICCO/RO prende em flagrante envolvido em atentado contra policial penal federal

0

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Rondônia (FICCO/RO), com o apoio da SESDEC, prendeu em flagrante nesta terça-feira (14/5) um dos envolvidos no ataque contra a vida de um policial penal federal, em Porto Velho/RO. Após 11 horas do ocorrido, também foi apreendido o veículo utilizado pelos suspeitos.

Diante da situação, o preso foi encaminhado ao sistema prisional e está à disposição da Justiça. As investigações continuam a fim de identificar os demais envolvidos no crime de atentado contra a vida, cuja pena pode chegar a 28 anos de prisão.

A FICCO/RO é composta pela Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Penal e Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN).

Quaisquer informações que possam contribuir com a elucidação do crime podem ser encaminhadas para os canais oficiais da Polícia Federal e para o DISK 197, da Polícia Civil, sendo garantido o anonimato.

Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia

PF combate tráfico de drogas em Rondônia

0

A Polícia Federal apreendeu, em ação conjunta com a Polícia Militar/RO, nesta quarta-feira (15/5), aproximadamente 200kg de maconha na zona rural de Cacoal/RO.

Após a Polícia Federal receber informações de inteligência, as forças de segurança localizaram o sítio apontado como local de guarda da droga.Na entrada do imóvel abordaram um veículo, onde encontraram uma pistola calibre .9mm. No interior da casa localizaram os tabletes de droga dentro de galões de combustível.

Uma pessoa foi presa por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito e tráfico de drogas. O envolvido foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Federal em Ji-Paraná, onde foram lavrados os procedimentos pertinentes, ficando à disposição da Justiça.

A Polícia Federal destaca que qualquer pessoa pode colaborar, prestando informações que ajudem no combate aos crimes, sendo sempre mantido o sigilo da fonte.

Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia
Fone: (69) 3216-6273

PF combate fraudes contra a Caixa Econômica Federal

0

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira, (16/5), a Operação Facilitator, visando a coleta de provas em investigação que apura a tentativa e prática dos crimes de obtenção de financiamento mediante fraude, falsificação de documento público e corrupção ativa e passiva.

Foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Ji-Paraná/RO.

Além disso, também foram executadas medidas cautelares, como a proibição dos investigados de manterem contato entre si, suspensão do exercício da função pública de funcionária da Caixa Econômica Federal e, suspensão da atividade econômica de um dos investigados e de sua empresa.

As investigações iniciaram a partir da constatação de utilização de documento falso para a obtenção de financiamento habitacional junto à correspondente bancária da Caixa Econômica Federal. Com a intensificação dos trabalhos foram identificadas outras práticas criminosas, com indícios da prática de corrupção passiva por funcionária da Caixa Econômica Federal.

 

Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia
Fone: (69) 3216-6273

Ministério Público de Rondônia terá estande no Rondônia Rural Show

0
Casa do MP na feira será mais uma oportunidade de aproximação e diálogo com a sociedade
 quinta-feira, 16 de maio de 2024

O Ministério Público de Rondônia (MPRO) estará presente na 11ª edição do Rondônia Rural Show, prevista para ocorrer no período de 20 a 25 de maio, no Centro Tecnológico Vandeci Rack, em Ji-Paraná. Localizada no lote 165, a casa do MP na feira será mais uma oportunidade de aproximação e diálogo com a sociedade.

O estande da instituição ficará aberto para visitação do público. Uma equipe de servidores estará no local para prestar orientações sobre as atribuições do órgão e divulgação de material institucional.

A abertura do espaço, no dia 25/5, terá a presença do Procurador de Justiça Marcos Valério Tessila de Melo, diretor do Centro de Apoio Operacional Unificado (CAOP Unificado), e de outros integrantes da Instituição.

Espaço – Serão exibidos no estande os trabalhos do Ministério Público em defesa na saúde, educação, consumidor, meio ambiente, segurança pública, entre outras frentes de interesse da sociedade. Interessados em registrar denúncias poderão formalizar junto à equipe no local.

A Rondônia Rural Show é caracterizada como feira de tecnologia e oportunidades de negócios voltados do estado. O evento é realizado anualmente pelo Governo de Rondônia, recebendo um vasto público da capital e interior do estado.

Gerência de Comunicação Integrada (GCI)

Comitê de Regularização Fundiária: Corregedoria do TJRO recebe instituições para assegurar direitos a moradores de Porto Velho

0

Para tratar de questões afetas ao bairro Pedrinhas, em Porto Velho, o Comitê Interinstitucional de Regularização Fundiária de Rondônia (Coiref/RO) se reuniu na quarta-feira, 15 de maio, no edifício-sede do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO). O encontro foi mediado pela Corregedoria Geral da Justiça (CGJ), com a atuação do juiz auxiliar extrajudicial Marcelo Tramontini.

“A regularização fundiária no bairro Pedrinhas estava em andamento, mas chegou a um ponto que não avançava. Por isso, o Comitê foi acionado para resolver esses entraves”, comentou Tramontini, ressaltando que o debate no ambiente técnico e interinstitucional é essencial para destravar questões e chegar à conclusão das atividades.

O objetivo final é assegurar à população a cidadania plena, segurança jurídica e moradia digna, conforme garante a Constituição Federal.

Participaram da reunião representantes do Núcleo de Regularização Fundiária Rural e Urbana (Nuref) da CGJ, da Defensoria Pública do Estado de Rondônia (DPE-RO), Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia (ALERO), da Comissão de Direito Agrário da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Rondônia (OAB-RO), da Secretaria Municipal de Regularização Fundiária, Habitação e Urbanismo (Semur) de Porto Velho, da Secretaria de Estado de Patrimônio e Regularização Fundiária (Sepat), da Associação Rondoniense de Municípios (Arom) e o oficial do 2° Cartório de Registro de Imóveis de Porto Velho.

Assessoria de Comunicação Institucional

Quase 50 casais indígenas são atendidos pela Justiça Rápida na aldeia Gavião, em Ji-Paraná

0

Na cultura gavião tudo estava tranquilo. Casamentos consolidados e famílias construídas conforme a cultura indígena. Mas a necessidade de acessar direitos e serviços despertou na comunidade o desejo de reconhecer legalmente essas relações. Por isso, a Justiça Rápida Itinerante atendeu ao chamado e foi até a aldeia Ikólóehj, na terra indígena Igarapé Preto, que fica na Comarca de Ji-Paraná, região central de Rondônia.

As audiências de conversão da união estável em casamento aconteceram no barracão central da aldeia. Vários casais de aldeias próximas também compareceram. Ao todo 49 casais tiveram a decisão homologada pelo juiz Oscar Alves e os parceiros da ação, a promotora Aline de Souza Bezerra e o defensor público João Verde Navarro França Pereira. Além deles, servidores do judiciário também se empenharam para levar a estrutura até a aldeia e garantir o atendimento.

A coleagem de fotos mostra vários momentos da ação, na aldeia.

“Nós atendemos ao chamado por que entendemos que a documentação será útil para vários aspectos da vida útil da comunidade indígena”, destacou o magistrado coordenador da ação.

O defensor público destacou a segurança jurídica e citou como exemplo a repercussão previdenciária. “Quando um dos cônjuges morre, para obtenção do benefício o INSS exige o documento. Assim já facilita muito” disse João Verde Navarro.

Já para a promotora, a ação é mais uma garantia de cidadania. “É o Judiciário, MP e Defensoria mais próximo da população, sobretudo da comunidade indígena”, ressaltou Aline Bezerra

Para Amarildo Piin Gavião, a certidão já foi exigida, quando passou pelo processo de contratação como professor pela Secretaria de Educação do Estado. Apesar de ser casado há 30 anos, não conseguiu comprovar a união perante a Seduc. Agora vai regularizar a situação. “Agora vou levar a certidão de casamento lá”, disse.

Casamento Comunitário

Gavião2

Após as audiências serão lavradas as certidões de casamento, que serão entregues em uma cerimônia que será realizada, na mesma aldeia, no dia 31 de maio.

Entre os casais as histórias de vida e convivência, como a de Luciana Maliuhv Gavião e Américo Tag Andu Zoró, que têm cinco filhos, de 17, 15, 13, 5 e 2 anos.

Já Valdemar Amim Gaviao e Lucia kap kureb Zoró, não sabem ao certo quando anos de casamento, porque na cultura gavião, a passagem de tempo é relacionada com os ciclos da natureza, como o tempo de pesca com cipó timbó, tempo da colheita de alguma espécie (castanha, murici, etc). A idade do único filho, com síndrome de Dowm, pode aproximar o período, cerca de 20 anos.

A colagem de fotos mostra vários casais sendo atendidos, durante a ação na aldeia Gavião.

Os mais jovens são Edvan e Jessica Gavião, de 17 e 18 anos, que se casaram em agosto na aldeia e agora já vão obter o documento. Precisou, claro da autorização dos pais, por ela ser menor.

O casal mais longevo é Aurélio e Mariazinha Gavião, casados há cerca de 40 anos. Não tiveram filhos, mas seguem juntos na jornada diária, que apesar da idade, inclui trabalho na roça de banana, abacaxi e pocã. “É importante casamento, né”, disse Aurélio.

Assessoria de Comunicação Institucional

Ministério da Saúde divulga edital com mais de 2 mil vagas para municípios do programa Mais Médicos

0
Médicos chegam ao local de prova para a segunda etapa do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira (Revalida) 2020, em Brasília.

O Ministério da Saúde publicou, nesta quarta-feira (15), o edital do Programa Mais Médicos para o Brasil para renovação de vagas disponíveis em decorrência, principalmente, das aprovações dos médicos nas residências médicas.

As 2.231 vagas estão distribuídas em 1.277 municípios e, nesta etapa, os gestores das prefeituras e do Distrito Federal devem indicar, de 16 a 22 de maio, quantas pretendem preencher em cada localidade do total autorizado pelo edital. Após a etapa de validação das vagas dos municípios, o Ministério da Saúde publicará o chamamento aos profissionais.

Além da reposição, estão previstas 66 novas vagas para populações quilombolas, que vivem em assentamentos rurais, em reservas extrativistas, e população ribeirinha para garantir o acesso à saúde nessas regiões de difícil provimento e fixação de profissionais.

 “Este é um edital importante para a confirmação da disponibilidade de vagas por parte dos municípios que já fazem parte do programa. E é um passo fundamental para que possamos depois dar sequência no chamamento de médicos e com isso efetivar vagas que tiveram eventuais saídas, mas principalmente manter esse quantitativo de 28 mil profissionais dentro do programa Mais Médicos”, destaca o secretário de Atenção Primária à Saúde, Felipe Proenço.

Mais de 25% das vagas concentradas em regiões de muito alta e alta vulnerabilidade

Para atender as regiões que mais precisam, o Programa Mais Médicos utiliza critérios na distribuição das vagas, tais como a situação de vulnerabilidade social, maior dependência do Sistema Único de Saúde (SUS) para o acesso da população à saúde e a dificuldade de provimento de profissionais.

Neste edital, 11,7% das vagas foram destinadas às regiões de muito alta vulnerabilidade e 13,8% para as áreas de alta vulnerabilidade social – 572 vagas aos municípios de extrema pobreza, considerados de alta e muito alta vulnerabilidade.

Acesse o edital e o cronograma desta etapa

Coparticipação

O Programa Mais Médicos para o Brasil (PMMB) foi ampliado por meio da modalidade de coparticipação de estados e municípios. Nessa forma de contratação é descontado o valor da bolsa-formação (R$12.386,50) do médico do município no Piso de Atenção Primária, garantindo maior agilidade na reposição do profissional. O custeio dos auxílios moradia e alimentação ao médico permanece sob responsabilidade do município.

Neste edital, são 158 vagas em 107 municípios de muito alta vulnerabilidade que anteriormente atuavam na modalidade de coparticipação, com bolsas custeadas 100% pelo governo federal, garantindo maior permanência nessas localidades.

Ministério da Saúde