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Tuberculose matou 5,8 mil brasileiros em 2022

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A tuberculose é uma das 11 doenças e 5 infecções socialmente determinadas que o programa Brasil Saudável, do Governo Federal, pretende eliminar ou controlar, até 2030, com redução da incidência e do número de mortes

Brasil 61

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Tuberculose matou 5,8 mil brasileiros em 2022

Insegurança alimentar, moradias inadequadas, com muitas pessoas e pouca circulação de ar — os determinantes sociais ainda são decisivos para alta incidência da doença nas populações mais vulneráveis. A tuberculose é uma das 11 doenças e 5 infecções socialmente determinadas que o programa Brasil Saudável, do Governo Federal, pretende eliminar ou controlar, até 2030, com redução da incidência e do número de mortes.

Em 2013, quando o cantor Thiaguinho foi diagnosticado com tuberculose, muita gente se surpreendeu com o fato da doença ainda estar em circulação no país. Não só está presente, como foi diagnosticada, em 2023, em mais de 81 mil brasileiros. Em 2022, matou 5,8 mil pessoas no país, segundo boletim epidemiológico do Ministério da Saúde.

A principal forma de contágio da doença é aérea — quando uma pessoa infectada com o bacilo tosse, espirra ou fala. O principal sintoma ainda é a tosse persistente, chamada tosse prolongada, que costuma durar três semanas ou mais. E os determinantes sociais ainda são fatores que perpetuam a existência da tuberculose no país, como explica a coordenadora-geral de Vigilância da Tuberculose, Micoses Endêmicas e Micobactérias não Tuberculosas do Ministro da Saúde, Fernanda Dockhorn.

“A tuberculose está ligada muito às condições de vida da população. Então, as populações que vivem em uma situação de empobrecimento, em ambientes aglomerados, onde o ar não circula tão bem, estão mais sujeitos ao adoecimento . Além disso, as pessoas em situação de vulnerabilidade social, muitas vezes, vivenciam mais dificuldades de acesso a serviços e diagnóstico tardio”.

A coordenadora ainda levanta outro determinante: a insegurança alimentar, já que a tuberculose está ligada à desnutrição. “Se uma pessoa vivencia problemas em relação à segurança alimentar, está com dificuldades de ter acesso a uma alimentação adequada, ela acaba tendo maior risco de ter tuberculose depois de uma infecção”.

Tuberculose: incidência no Brasil

Em 2023, aponta o boletim do Ministério da Saúde, foram notificados 80.012 casos novos de tuberculose no Brasil. Isso corresponde a uma incidência de 37,3 casos por casos por 100 mil habitantes. Dois dos estados com a maior incidência da doença — são o Rio de Janeiro (70,7 casos/100 mil) e Amazonas (81,6 casos/100 mil).

 

Mas o estado onde o problema também é grave, Roraima (85,7 casos/100 mil), tem outras determinações sociais. “Manaus (AM) e o Rio de Janeiro (RJ) possuem muitas comunidades que apresentam uma determinação social específica relacionada aos grandes centros urbanos. Muitas pessoas em situações precárias de vida, vivenciando situações de insegurança alimentar, entre outros fatores que favorecem a tuberculose e a perpetuação dela naquele ambiente. Roraima tem uma situação muito específica, já que é um estado pequeno, mas que recebe muitos imigrantes e tem uma população indígena importante em seu território. Essas populações possuem necessidades específicas, podem vivenciar barreiras de acesso aos cuidados em saúde por questões culturais, geográficas e podem também estar sujeitas a uma situações de desnutrição que favorece o adoecimento por tuberculose”.

A médica infectologista de referência de tuberculose da Secretaria de Saúde de Roraima, Nayara Melo dos Santos, relata as condições de vulnerabilidade: “são pessoas que vivenciam um alto risco social: existem casos de imigrantes que vêm andando do país vizinho, que vivenciam inúmeras dificuldades para ter acesso a uma alimentação adequada, para terem acesso a um abrigo. São pessoas que chegam, não conseguem vaga no abrigo, ficam em situação de rua e precisam de uma atenção específica”.
 

 

Tuberculose: diagnóstico e tratamento 

A professora Nathália Raposo, 24 anos, adoeceu de tuberculose quando morava em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, em 2018. Os primeiros sintomas foram febre, seguida de suor excessivo na madrugada, e muita tosse. Mas só foi buscar um serviço de saúde quando começou a sentir dores para respirar.

“Fui ao posto de saúde e lá relatei os sintomas. E me orientaram sobre como fazer o exame. Fiz, aguardei o resultado. Com o resultado em mãos, neste mesmo posto médico, tive a primeira consulta, já iniciei o tratamento e lá mesmo tive acesso ao medicamento”, relata.

O tratamento da Nathália foi feito via oral, com antibióticos. São seis meses de tratamento, feito em casa, com acompanhamento mensal nas unidades de atenção primária à saúde. E segundo Fernanda Dockhorn, “com tratamento, a maioria das pessoas já não transmite a doença em 15 dias.”

A coordenadora do Ministério orienta: para se ter acesso ao diagnóstico, a porta de entrada preferencial deve ser a Atenção Primária à Saúde. “Mesmo em um município pequeno, a Atenção Primária à Saúde deve ser sensível, tem que perceber quando tem suspeita ou não da doença. Todo o medicamento é fornecido pelo SUS, de forma gratuita”. A adesão total ao tratamento — com duração mínima de seis meses — é fundamental para que a pessoa fique curada.

Tuberculose: atuação do Programa Brasil Saudável nos grupos mais vulneráveis 

O boletim do Ministério da Saúde revela que, a partir de 2021, houve elevação do número de casos de tuberculose em populações em situação de vulnerabilidade, com destaque para a população em situação de rua”. Além deste grupo, também estão mais vulneráveis a desenvolver a tuberculose as pessoas vivendo com HIV/aids, indígenas, imigrantes e população privada de liberdade.

“As maiores cargas hoje, além das pessoas com HIV/aids, são as pessoas privadas de liberdade”, revela Fernanda Dockhorn. “Para quem vive com HIV ou aids, há mais chances de ficar doente depois de se infectar [com tuberculose]”. E o estudo do Ministério evidencia essa realidade: a coinfecção entre tuberculose e HIV passou de 8,6%, em 2022, para 9,3%, em 2023.

Criado em fevereiro como um programa de governo, o Brasil Saudável é uma estratégia coordenada pelo Ministério da Saúde que inclui outros 13 ministérios. Juntos, desenvolvem ações frente às populações e territórios prioritários – tanto para combater a tuberculose quanto para outras 10 doenças e cinco infecções consideradas problemas de saúde pública.

As diretrizes  do programa estão voltadas para o enfrentamento à fome e à pobreza, a promoção da proteção social e dos direitos humanos, o fortalecimento da capacitação de agentes sociais, o estímulo à ciência, tecnologia e inovação e a expansão de iniciativas em infraestrutura, saneamento e meio ambiente.

A meta do programa em relação à eliminação da TB como problema de saúde pública é reduzir a incidência para menos de 10 casos por 100 mil habitantes e fazer cair o número de mortes pela doença para menos de  230 por ano,  até 2030. O que para a coordenadora Fernanda Dockhorn, é uma meta possível, mas depende de um esforço coletivo. “O Brasil está no caminho, a gente tem o Brasil Saudável como uma ferramenta para ampliar as ações interministeriais, a proteção social para as pessoas com TB, e o atendimento adequado para quem é privado de liberdade, por exemplo”.

Para saber mais sobre a tuberculose e sobre o programa Brasil Saudável, acesse: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/brasil-saudavel.

https://brasil61.com/n/tuberculose-matou-5-8-mil-brasileiros-em-2022-pdms242885

Inscrições para Seminário sobre emergências ambientais se encerram nesta quarta-feira

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A Escola da Magistratura do Estado de Rondônia (Emeron), em conjunto com o Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO), Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE/RO), Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE-RO), Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região (TRT-14), Ministério Público Estadual (MP-RO), Ministério Público do Trabalho (MPT) e Ministério Público Federal (MPF), realizará o Seminário “Justiça e Cidadania em um Mundo de Emergências Ambientais” entre os dias 19 e 21 de junho de 2024. As inscrições para o evento estão abertas até esta quarta-feira.

O seminário, que ocorrerá no auditório do Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia, visa discutir as consequências das mudanças climáticas extremas no bioma amazônico e explorar soluções que podem ser oferecidas pelas instituições, sociedade civil organizada e indivíduos.

Entre os palestrantes confirmados, está a juíza federal de Porto Alegre, Rafaela Martins da Rosa, que apresentará a palestra “Sistema de Justiça frente às Mudanças Climáticas”. Outro participante destacado é Gasodá Suruí, superintendente indígena do Estado de Rondônia, que contribuirá com sua experiência na mesa redonda “Natureza como sujeitos de direitos”.

A programação do evento também inclui a palestra inaugural “Justiça e Cidadania em um Mundo de Emergências Ambientais”, ministrada por Leandro Aparecido Fonseca Missiatto, doutorando em Psicologia Clínica. O desembargador Miguel Monico Neto, mestre em Direitos Humanos e Desenvolvimento da Justiça, discutirá “Os desafios para a justiça ambiental em Rondônia”.

No primeiro dia, a mesa redonda sobre a crise ambiental na Amazônia e os direitos dos povos indígenas será mediada por Samira Alvim de Siqueira, do Tribunal de Justiça de Rondônia. Os debatedores incluem o professor Dr. Marco Teixeira, Kin Suruí, ativista indígena e estudante de medicina veterinária, e Waldemir Barabadá Coiryn, coordenador de Povos Indígenas na SEDAM/COPIN.

O evento também contará com bate-papos temáticos no período da tarde. Entre os temas, estão “Fortalecimento das redes de Apoio à Sustentabilidade” e “Agentes de transformação na reciclagem de resíduos”, com participação de especialistas como Solange Mendes Garcia e Camila Holanda Mendes da Rocha.

No dia 21 de junho, a última mesa redonda abordará “COP-30: Rondônia e a atuação em rede para o enfrentamento às mudanças climáticas”, com enfoque nos desafios ambientais e políticas públicas para a Amazônia.

A programação cultural do seminário incluirá apresentações musicais de Bado e da artista visual Marcela Fernandes da Silva Bonfim, além de uma exposição de arte indígena.

Além das atividades do seminário, haverá uma ação social para coleta de doações destinadas às vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. Esta iniciativa visa apoiar as comunidades afetadas pelo desastre natural.

O evento adota uma política de “lixo zero”, buscando minimizar a produção de resíduos e promover práticas de reciclagem e compostagem. Ao final, os resultados da gestão de resíduos serão auditados pelo Instituto Lixo Zero Brasil, com a expectativa de obter a Certificação Lixo Zero.

As inscrições para o seminário podem ser realizadas no site da Emeron até 19 de junho. As vagas presenciais são limitadas, mas o evento será transmitido ao vivo para um público ilimitado.

Acesse a programação completa

Serviço:

– Data: 19 a 21 de junho de 2024

– Local: Auditório do Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE/RO)

– Inscrições: Até 19 de junho no site da Emeron (https://webapp.tjro.jus.br/emeronWeb/externas/inscricoes/inscricao.xhtml?urlInsc=202453c42b6b07)

Tradição Pomerana é celebrada durante festividade em Espigão do Oeste

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Nos dias 15 e 16 de junho o município de Espigão do Oeste foi palco da 12ª Pomer Fest, evento que celebra a herança cultural pomerana na região. O município, onde aproximadamente 60% dos moradores são descendentes de pomeranos, mantém vivas as tradições europeias trazidas por seus antepassados desde 1969. A festividade contou com carreata, encenação de casamento, apresentações da beleza Pomerana, banda e danças tradicionais.

O evento é realizado através da Associação de Pomeranos em Espigão do Oeste (Aspomer), que preserva as memórias e tradições, promovendo a cultura através de música, danças, artesanato e culinária típica. A cultura foi reconhecida pelo governo de Rondônia, por meio do Decreto nº 28.455, de 21 de setembro de 2023 como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial do estado, um marco importante para comunidade.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, destacou que, “o evento promove a preservação cultural da comunidade. O reconhecimento das manifestações históricas e culturais que contribuíram para formação da identidade do povo rondoniense é fundamental para valorização das tradições da população. É uma festa que tem o objetivo de preservar a identidade cultural do povo europeu, como os hábitos, costumes e gastronomia”, enfatizou.

O titular da Secretaria de Estado da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer (Sejucel), Júnior Lopes, também evidenciou a importância da festa. “A cultura pomerana enriquece a diversidade cultural. Eventos como este são fundamentais para fortalecer raízes e promover o turismo cultural em Rondônia.”

Evento celebra os hábitos, costumes e gastronomia do povo Pomerano

Queicia Doring Schultz, descendente de pomeranos e personagem da noiva no casamento encenado, que ocorreu durante a festividade, destacou a importância do evento. “Este ano tem um símbolo maior porque antes a gente apenas comemorava e agora nos tornamos patrimônio. Isso representa todos os nossos antepassados e as novas gerações.”

O presidente da Associação dos Pomeranos, Evaldino Keller, compartilhou suas memórias. “Cheguei em Rondônia em janeiro de 1973 com muita dificuldade, sentindo-me isolado nessa selva amazônica, e aos poucos foram chegando outros Pomeranos. Sempre sentimos a necessidade de fazer algo para que nossa cultura não morresse aqui. Em 19 de março de 2011 conseguimos formar a associação. Desde então, o evento ocorre, e neste ano, estamos contando com mais de 15 mil visitantes”.

PROGRAMAÇÃO 

A 12ª Pomer Fest teve início no sábado (15), com a tradicional carreata Pomerana, que partiu do portal da cidade e percorreu as ruas, envolvendo a comunidade.

Durante o evento, o destaque foi a encenação do tradicional casamento pomerano, feito na língua oficial pomerana, com tradução ao português. A programação teve sequência com apresentações da beleza pomerana e de danças, realizada pelo Grupo de Dança Pomer Danz.

No domingo (16), a festa que celebra os hábitos, costumes e gastronomia do povo europeu foi encerrada com um culto tradicional da comunidade pomerana e apresentação da  banda Concertina.

Trecho da Rodovia-420 entre os distritos de Rio Branco e Jacinopólis passa por serviços de recuperação

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O Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transportes de Rondônia (DER-RO) está atuando na recuperação de um trecho de cerca de 400 metros na Rodovia-420, entre os distritos de Rio Branco e Jacinopólis, na região do Vale do Jamari. O serviço desenvolvido é fundamental para garantir melhores condições de trafegabilidade de veículos, contribuindo, principalmente, para a segurança dos motoristas que trefegam pela rodovia.

Bueiros armcos estão sendo instalados na RO-420

De acordo com o governador de Rondônia, Marcos Rocha, a Rodovia-420 liga o município de Buritis a Nova Mamoré, passando por vários distritos. “Essa é uma via importante para o progresso do nosso estado. Por ela passa diariamente o escoamento da produção. Garantir melhorias na via, proporcionando melhor trafegabilidade, é uma das prioridades do governo de Rondônia. O DER tem trabalhado  por todo o estado levando obras e melhorias”, evidenciou.

Segundo o diretor-geral do DER, Éder André Fernandes, com o período de estiagem a equipe está no local trabalhando para pôr fim a esse ponto de alagamento. “Está sendo feito um trabalho de levantamento de aproximadamente dois metros na pista e a instalação de três bueiros  de aço corrugado (armco). A obra avança em ritmo acelerado e, em breve, os usuários da RO-420 poderão trafegar sem correr risco em qualquer estação do ano”, ressaltou.

Nova Agência Virtual da Sefin inicia atividades para reforçar atendimento ao contribuinte

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Com o objetivo de facilitar o acesso a diversos serviços e informações essenciais, o governo de Rondônia deu início às atividades da nova agência virtual, que é um portal de serviços e informações da Secretaria de Estado de Finanças (Sefin). A nova plataforma entrou em funcionamento nesta segunda-feira (17), para trazer melhorias e transformar a experiência do contribuinte, pois foi projetada para ser mais intuitiva e amigável. Entre as principais vantagens está a automação de processos que promete reduzir, significativamente, o tempo de resposta e aumentar a eficiência no atendimento. O contribuinte pode acessar a plataforma por meio do link: https://agenciavirtual.sefin.ro.gov.br/.

Responsável por acompanhar a nova agência virtual, Darlene Amaral destaca a importância de uma interface simplificada. “A nova plataforma, desenvolvida com foco no usuário, garante que os contribuintes possam navegar facilmente e encontrar as informações de que precisam sem dificuldades”, explicou.

Segundo o secretário de finanças, Luís Fernando Pereira, essa funcionalidade será um divisor de águas para a secretaria. “Esse novo portal de serviços promete revolucionar o atendimento aos contribuintes. Com uma plataforma mais eficiente e acessível esperamos melhorar a satisfação e a experiência dos usuários. O objetivo é tornar o atendimento mais rápido, preciso e menos burocrático,” pontuou.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, enfatiza que, “esse momento representa um referencial na modernização dos serviços públicos, oferecendo mais eficiência e acessibilidade. O objetivo é simplificar e melhorar o atendimento virtual aos cidadãos.”

A nova plataforma integra novos fluxos de trabalho que facilitam a navegação e acessibilidade aos serviços. Isso inclui a capacidade de os contribuintes resolverem questões e obterem informações de maneira mais rápida e eficaz, sem a necessidade de processos complicados e demorados. A nova agência virtual trará mudanças na forma como os contribuintes interagem com a secretaria de finanças, tornando o atendimento mais fácil e acessível a todos. Importante esclarecer que essa é ainda uma primeira entrega, e que o aperfeiçoamento e melhorias na plataforma serão contínuos, com a inclusão de novos serviços que serão disponibilizados em etapas.

Boletim hídrico – Níveis dos principais rios de Rondônia de 10/6 a 17/6

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O Governo do Estado de Rondônia, por meio do Comitê de Crise Hídrica, instituído pelo Decreto nº 28.613, publicado no Diário Oficial de 28 de novembro de 2023, divulga o Boletim hídrico – Níveis dos principais rios de Rondônia, com monitoramento decorrente de fatores climáticos como aquecimento anormal dos oceanos e do fenômeno climático El Niño.

 

 

 

Nome do Rio Nível em 2024 (10/6 a 17/6)
Rio Madeira (Porto Velho) 4,55 metros
Rio Machado (Ji-Paraná) 6,65 metros
Rio Pirarara (Cacoal) 1,21 metros
Rio Jaruaru (Jaru) 1,03 metros
Rio Pimenta (Pimenta Bueno) 3,86 metros
Rio Mamoré (Guajará-Mirim) 7,13 metros
Rio Guaporé (Costa Marques) 5,97 metros
Rio Jamari (Ariquemes) 1,47 metros
Rio Candeias (Candeias do Jamari) 11,48 metros

 

 

 

Nome do Rio Nível em 2023 (10/6 a 17/6)
Rio Madeira (Porto Velho) 8,39 metros
Rio Machado (Ji-Paraná) 7,09 metros
Rio Pirarara (Cacoal) 1,20 metros
Rio Jaruaru (Jaru) 1,40 metros
Rio Pimenta (Pimenta Bueno) 4,43 metros
Rio Mamoré (Guajará-Mirim) 8,57 metros
Rio Guaporé (Costa Marques) 9,49 metros
Rio Jamari (Ariquemes) 3,70 metros
Rio Candeias (Candeias do Jamari) 13,06 metros

 

 

 

Nome do Rio Nível em 2022 (10/6 a 17/6)
Rio Madeira (Porto Velho) 7,46 metros
Rio Machado (Ji-Paraná) 7,05 metros
Rio Pirarara (Cacoal) 1,20 metros
Rio Jaruaru (Jaru) 0,50 metros
Rio Pimenta (Pimenta Bueno) 4,51 metros
Rio Mamoré (Guajará-Mirim) 7,54 metros
Rio Guaporé (Costa Marques) 7,58 metros
Rio Jamari (Ariquemes) 2,10 metros
Rio Candeias (Candeias do Jamari) 2,91 metros

Fonte: Agência Nacional das Águas – ANA.

Fonte: Defesa Civil Estadual.

Por se tratar de seca e/ou estiagem, serão repassadas as informações das mínimas registradas.

Quadrilha Rádio Farol adulta prepara o tema “São João” para o Arraial Flor do Maracujá

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Criada em 1997, a Agremiação Folclórica Rádio Farol acumula 14 títulos no Arraial Flor do Maracujá. A agremiação é a atual campeã do evento, título conquistado em 2023. Este ano, a Rádio Farol promete surpreender e encantar o público com o tema “São João”. A apresentação da quadrilha está marcada para o dia 29 de junho, às 22h40. Realizado pelo governo do estado, o Arraial Flor do Maracujá está na sua 40ª edição e acontece entre os dias 21 e 30 de junho, no Parque dos Tanques, em Porto Velho.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha destacou que, “a dedicação das agremiações fortalece o patrimônio cultural do estado e proporciona momentos inesquecíveis para a comunidade.”

De acordo com o titular da Secretaria de Estado da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer (Sejucel), Júnior Lopes, o Flor do Maracujá é um símbolo da identidade cultural do estado. “A participação das quadrilhas juninas demonstra a riqueza do nosso folclore. Estamos comprometidos em continuar promovendo e valorizando essa tradição que encanta a todos.”

Rei Silva, presidente da Rádio Farol

Segundo destacou o presidente da agremiação, Rei Silva, “a Rádio Farol é a minha vida. Já perdi muitas coisas, mas nunca vou deixar minha quadrilha. Para mim, ela é tudo. Abrimos o portão da nossa sede para importantes trabalhos sociais, como Dia das Mães, Dia das Crianças e Natal, ajudando àqueles que precisam. A Rádio Farol não é apenas uma quadrilha, ela está ativa o ano todo.”

Os ensaios da junina Rádio Farol acontecem de segunda a sexta-feira, às 22h, no Centro Cultural da Agremiação Folclórica, localizado na Rua Jamary, bairro Pedrinhas, na Capital.

RÁDIO FAROL MIRIM 

Com 13 títulos em sua trajetória, a quadrilha mirim se destaca por sua dedicação pela cultura junina. Os ensaios acontecem no Centro Cultural da Rádio Farol, localizada no bairro Pedrinhas, todos os dias da semana, às 19h. A Rádio Farol Mirim também é presidida pelo dirigente da agremiação adulta.

Este ano, a Rádio Farol Mirim promete levar o público a uma viagem no tempo com o tema “No Ritmo dos Anos 60”. A apresentação da quadrilha mirim no Arraial Flor do Maracujá está marcada para sexta-feira, dia 28 de junho, às 19h.

Taxa de inscrição do Enem deve ser paga até esta quarta-feira (19/6)

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O portal do Inep conta com uma página em que é possível encontrar as principais orientações para os participantes do Enem. Há também uma seção destinada às perguntas frequentes sobre o exame. Com isso, os interessados podem conferir os questionamentos mais comuns e os respectivos esclarecimentos.

Enem – O Exame Nacional do Ensino Médio avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica. Ao longo de mais de duas décadas de existência, o Enem se tornou a principal porta de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e de iniciativas como o Programa Universidade para Todos (Prouni).
Instituições de ensino públicas e privadas utilizam o Enem para selecionar estudantes. Os resultados são utilizados como critério único ou complementar dos processos seletivos, além de servirem de parâmetro para acesso a auxílios governamentais, como o proporcionado pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
Os resultados individuais do Enem também podem ser aproveitados nos processos seletivos de instituições portuguesas que possuem convênio com o Inep para aceitarem as notas do exame. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal.

Acesse o edital do Enem 2024
Acesse a Página do Participante
Acesse a plataforma Gov.br
Acesse a página de orientações do Enem
Acesse a página de perguntas frequentes do Enem
Saiba mais sobre o Enem

Link: https://www.gov.br/inep/pt-br/assuntos/noticias/enem/taxa-de-inscricao-do-enem-deve-ser-paga-ate-19-6

Governo mapeia impactos das chuvas no RS e discute recuperação com agricultores

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Gabinete Itinerante do Ministério da Agricultura ouve demandas de lideranças em Bento Gonçalves, região de Caxias do Sul, para traçar ações de retomada de atividades agropecuárias

Governo mapeia impactos das chuvas no RS e discute recuperação com agricultores
Embrapa
As plantas de cobertura melhoram a estrutura do solo em parreirais

Na manhã de sexta-feira,14 de junho, a Embrapa Uva e Vinho sediou a reunião do Gabinete Itinerante do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) com lideranças na cidade de Bento Gonçalves (RS). A equipe do Ministério contou com a presença da secretária de Inovação, Desenvolvimento Sustentável, Irrigação e Cooperativismo (SDI) do Mapa, Renata Miranda, e foi conduzida pelo diretor do Departamento de Apoio à Inovação Agropecuária, Alessandro Cruvinel. Também fizeram parte da comitiva o superintendente Federal de Agricultura e Pecuária do Rio Grande do Sul, José Cleber Dias de Souza e sua equipe local.

Em sua segunda semana de atuação no estado, além de visitas às áreas afetadas no meio rural nos municípios de Caxias do Sul, Feliz, Nova Petrópolis, Monte Belo do Sul, Santa Tereza e Bento Gonçalves, a equipe técnica realizou reunião para a escuta das demandas prioritárias, segundo a avaliação das autoridades e lideranças do setor produtivo, para a retomada das atividades depois das fortes chuvas e cheias que assolaram o estado gaúcho. O Gabinete faz parte do Programa Emergencial de Reconstrução do Agro no Rio Grande do Sul (PERSul).

Abrindo o encontro,  o chefe-geral da Embrapa Uva e Vinho, Adeliano Cargnin, apresentou uma síntese sobre o impacto das cheias nos municípios que integram a microrregião de Caxias do Sul (acesse a apresentação), elaborado pela Embrapa Territorial (Campinas, SP). Dos oito municípios, todos tiveram alguma inundação ou deslizamento. Os municípios com maior área atingida são: Veranópolis (2.501 ha ou 9% do município), Bento Gonçalves (1.606 ha ou 6% do município) e Cotiporã (1.166 ha ou 7% do município). Outro dado importante apresentado foram os 1539 imóveis rurais impactados, sendo 95,3% de pequenos proprietários,  segundo dados do Cadastro Ambiental Rural de abril de 2024. “Bento Gonçalves foi o município mais atingido, com 457 imóveis rurais afetados”, destacou.

Após a apresentação da Emater-RS/Ascar  sobre os efeitos das chuvas em áreas como infraestrutura, abastecimento de água, habitação e produção agropecuária, os integrantes do Gabinete se apresentaram e ouviram as demandas dos participantes, que envolveram desde questões fiscais, redução de impostos, ações para a retomada do turismo, linhas de crédito específicas, até planejamento de ações estruturantes. Destaque para a entrega, pelo  Instituto de Gestão, Planejamento e Desenvolvimento da Vitivinicultura do Estado do Rio Grande do Sul – CONSEVITIS-RS, de documento com  um resumo inicial das perdas no campo e nas vinícolas e de sugestões para a retomada do processo produtivo e mercadológico.

“Nós precisamos ter um olhar estratégico para o futuro e a sustentabilidade da vitivinicultura na Serra Gaúcha”, pontuou Cedenir Postal, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Bento Gonçalves e vice-presidente da Comissão Interestadual da Uva, que realizou a entrega dos documentos juntamente  com o vice-presidente do Consevitis e presidente da Uvibra, Daniel Panizzi, aos representantes do MAPA, Alessandro Cruvinel e José Cleber Dias de Souza.

Segundo Cruvinel, a experiência de escuta e visita local foi de grande importância para compreender a realidade local e direcionar as próximas ações da pasta em atendimento ao setor no estado. “A gente não tinha noção da dificuldade do escoamento da produção de vinhos e também dos impactos do enoturismo na região. Os danos dos deslizamentos e inundações foram muito grandes na Serra, portanto as ações em estradas serão fundamentais”, disse.

“É importante construir uma proposição da região, além dessas ações emergenciais levantadas; contamos com a Embrapa para obter esses diferenciais técnicos para um planejamento estruturante relacionado à vitivinicultura na Serra”, destacou o superintendente José Cleber Dias de Souza. Ficou acordado que na Serra Gaúcha,  o encaminhamento das demandas serão lideradas pelo Conselho Regional de Desenvolvimento – Corede para as questões estruturantes e pela Embrapa Uva e Vinho,  a partir do Grupo de Trabalho que reúne diferente entidades  para as questões técnicas relacionadas à vitivinicultura no Rio Grande do Sul, constituído a partir do encaminhamento da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Uva e do Vinho, da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi).


Tudo sobre as ações do Governo Federal no RS em uma única página. Acesse aqui


Programa Emergencial

O Programa Emergencial de reconstrução do Agronegócio no Estado do Rio Grande do Sul (PERSul) foi lançado durante visita do ministro Fávaro ao estado no dia 28 de maio por meio da Portaria nº 863/2024 e visa apoiar a recuperação das atividades agropecuárias nas regiões severamente afetadas por enchentes e deslizamentos, devido às intensas chuvas que assolaram o estado gaúcho. O programa tem vigência até o dia 31 de dezembro de 2024.

A iniciativa visa reparar os danos e fortalecer a resiliência do agronegócio gaúcho, demonstrando o compromisso do Governo Federal em apoiar as áreas rurais afetadas, além de garantir a continuidade das atividades agrícolas no estado. As reuniões nas diferentes localidades e as visitas são momentos importantes para o levantamento de demandas.

Link: https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/90169893/ministerio-da-agricultura-discute-com-liderancas-de-bento-goncalves-a-recuperacao-das-atividades-agropecuarias?p_auth=XwapQZb8

Em maio, entrada de turistas estrangeiros no Brasil cresce 14,8%, em comparação ao mesmo período de 2023

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Foram 335.652 viajantes de outros países. Desde 2020, o país não registrava a entrada de tantos turistas nesse período

Em maio, entrada de turistas estrangeiros no Brasil cresce 14,8%, em comparação ao mesmo período de 2023
No acumulado dos primeiros cinco meses de 2024, o Brasil já recebeu 3,2 milhões de turistas internacionais

O mundo voltou a olhar o Brasil e reconhecer seu potencial turístico. É o que demonstra o mais recente dado de turistas estrangeiros que visitaram o país. Segundo levantamento do Ministério do Turismo, em parceria com a Embratur e com a Polícia Federal, no mês de maio, 335.652 viajantes internacionais estiveram em solo brasileiro, um crescimento de 14,8% na comparação ao mesmo mês no ano anterior. Desde 2020, o país não registrava a entrada de tantos turistas no quinto mês do ano.

O crescimento não se limita apenas a maio. No acumulado dos primeiros cinco meses de 2024, o Brasil já recebeu 3,2 milhões de turistas internacionais. Este número é 8,6% superior ao registrado entre janeiro e maio de 2023, quando o país foi destino para 3.005.505 visitantes.

O aumento no fluxo de turistas internacionais é um incremento financeiro importante para a economia brasileira, especialmente em setores como hotelaria, gastronomia e transporte, que dependem diretamente do turismo, como ressalta o ministro do Turismo, Celso Sabino.

“Com esses números promissores, o Brasil reforça a imagem de estar no topo da lista de destinos mais desejados na América Latina. E a expectativa é que o setor continue a crescer nos próximos meses, principalmente com a realização de eventos importantes, como a reunião do G20 e o Rock in Rio. Uma movimentação turística que impacta no desenvolvimento econômico e na geração de empregos no país”, destacou.

A Argentina segue sendo o principal país emissor. Desde o início do ano, 1,1 milhão turistas do país vizinho vieram ao Brasil. Em seguida, aparecem os Estados Unidos, que enviaram 298 mil viajantes internacionais, seguidos do Chile, com mais de 294 mil turistas chegando em solo brasileiro.

O presidente da Agência, Marcelo Freixo, comemorou o crescimento do turismo internacional no período. “Temos trabalhando para que o mundo inteiro saiba que o Brasil voltou, como costuma dizer o presidente Lula. Nos posicionamos nos temas mais importantes dos nossos tempos, como meio ambiente, sustentabilidade, respeito à diversidade e democracia, construindo esse Brasil. E as pessoas querem visitar o nosso país, que é diverso, continental e ocupa um papel fundamental nas soluções dos problemas econômicos e ambientais do mundo”, completou.

O governo federal tem desenvolvido uma série de ações para impulsionar o Brasil como destino para viajantes internacionais, como a melhoria na infraestrutura turística, a ampliação da conectividade aérea e a realizações de campanhas promocionais em potentes mercados turísticos, principalmente no fortalecimento da participação brasileira em grandes eventos e feiras internacionais.

Outra recente iniciativa para atrair mais turistas estrangeiros é o Programa de Aceleração do Turismo Internacional (PATI) que prevê parcerias público-privadas com companhias aéreas e aeroportos com foco na ampliação do número de voos internacionais para destinos brasileiros. Na primeira rodada do programa, houve um aumento na oferta de mais de 70 mil assentos em voos internacionais para o Brasil. A expectativa que o crescimento represente 21 mil visitantes a mais, gerando uma receita de aproximadamente US$ 25 milhões.

Por: Ministério do Turismo (MTur)