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Arraial Flor do Maracujá confirma banda de forró como atração nacional, nesta sexta-feira

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Tudo pronto para a 40ª edição do Arraial Flor do Maracujá. O governo de Rondônia e a Secretaria de Estado da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer (Sejucel) confirmaram o nome da atração nacional do show de abertura do maior arraial da região Norte. A Banda Piseiro Djavú vai estar no primeiro dia de um dos eventos mais tradicionais e aguardados do estado. O Flor do Maracujá inicia, nesta sexta-feira (21), às 20h, no Parque dos Tanques, em Porto Velho, prometendo uma noite inesquecível, marcada por muita música, dança e celebração da rica cultura folclórica regional.

O governo de Rondônia reforçou o compromisso do estado com o maior arraial da região Norte. Este ano, o local conta com a ampliação da estrutura, proporcionando mais espaço nas arquibancadas e garantindo maior conforto ao público presente.

O secretário da Sejucel, Júnior Lopes disse que, “o evento deve reunir milhares de visitantes ao longo dos dez dias de festa, oferecendo uma programação diversificada, que inclui apresentações de 30 agremiações folclóricas do grupo especial e 5 do grupo de acesso, entre quadrilhas juninas e bois-bumbás. Cada noite encerra com show musical, a partir da 00h05. E no primeiro dia estamos trazendo uma atração nacional: a Banda Piseiro Djavú.”

ATRAÇÃO NACIONAL

A banda de forró tem como vocalista o cantor Geandson Rios, que está há 17 anos na estrada, e vem percorrendo o Brasil com a turnê “Piseiro da Djavú”. O grupo tem vários hits de sucesso, entre os quais: “Não desliga o telefone”, “Me libera” e “Como a lua e o sol”. Depois de passar por Rondônia, a banda forrozeira seguirá em turnê por alguns países da Europa, no segundo semestre.

MP Itinerante encerra edição deste semestre em Campo Novo de Rondônia

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O projeto MP Itinerante concluiu, nesta sexta-feira (21/6), mais uma edição, realizando um mutirão de serviços na Escola 15 de Outubro, em Campo Novo de Rondônia. A ação do Ministério Público de Rondônia (MPRO) e seus parceiros percorreu 5 municípios na região do Vale do Jamari e atendeu milhares de pessoas. O projeto ofereceu serviços de orientação jurídica, registro de denúncias, atualização e emissão de documentos, oficinas e palestras, dentre outros.

Recepção da Comunidade – O Promotor de Justiça Alexandre Jésus de Queiroz Santiago destacou a grande recepção por parte da população local. “A comunidade, com muito entusiasmo, trouxe informações, reclamações e reivindicações. O Ministério Público cuida não só de direitos individuais indisponíveis, mas também realiza uma abordagem coletiva, levantando informações para colaborar na construção de políticas públicas melhores para nossa população”, afirmou o promotor. A interação com a comunidade permitiu ao Ministério Público identificar demandas importantes e propor soluções eficazes.

Balanço e Futuro do Projeto – O Procurador de Justiça Marcos Valério Tessila de Melo ressaltou o constante aperfeiçoamento do projeto e anunciou os próximos destinos do MP Itinerante. “A cada edição, o projeto vem se aperfeiçoando. Temos o engajamento crescente de parceiros e, para o segundo semestre, iremos a três distritos da Comarca de Porto Velho: Jaci-Paraná, Mutum-Paraná e Rio Pardo. Também iremos à Jacinópolis, Nova Mamoré e Nova Dimensão, pertencentes à Comarca de Guajará-Mirim. Encerraremos o ano com 16 comunidades atendidas”, informou o procurador. Ele destacou a satisfação de atender uma vasta região do estado, proporcionando acesso a serviços essenciais e fortalecendo a cidadania.

Serviços e Parcerias – Durante a edição em Campo Novo de Rondônia, foram oferecidos diversos serviços de cidadania, incluindo a emissão e atualização de documentos como Carteira de Identidade Nacional (CIN), CPF, Carteira de Trabalho, Certidões de Nascimento, Casamento e Óbito, e o Passe Livre para pessoas com mais de 60 anos. A Energisa participou através do Programa de Eficiência Energética (PEE), realizando a troca de lâmpadas e geladeiras de famílias previamente cadastradas.

O projeto foi possível graças à colaboração de 18 parceiros, entre eles o Ministério Público do Trabalho(MPT), o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o Tribunal de Contas do Estado (TCE), a Polícia Civil, os Correios, o Corpo de Bombeiros, a Emater, as Secretarias de Estado de Meio Ambiente (Sedam) e de Educação (Seduc), a Idaron, o Procon, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER), e o Conselho Tutelar.

Gerência de Comunicação Integrada (GCI)

Programa Mais Calcário: governo de RO entrega mais de 4 mil toneladas às famílias produtoras

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O governo de Rondônia concluiu neste primeiro semestre de 2024, a distribuição de 4.224 mil toneladas de calcário, por meio do Programa Mais Calcário, beneficiando centenas de famílias produtoras. A entrega do material é feita de acordo com a demanda de cada agricultor dos 52 municípios do estado, para corrigir o solo em suas lavouras, seguindo critérios estabelecidos por decreto.

Mais Calcário, programa que fornece condições adequadas para que agricultores possam plantar e colher com mais eficiência, é executado pela Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), em parceria com a Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO).

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, a entrega do calcário é essencial para garantir um plantio de sucesso. “O governo tem investido no transporte do insumo agrícola, atendendo todos os municípios produtores. São investimentos importantes que o governo do estado tem desenvolvido para impulsionar, ainda mais, o setor produtivo”, ressaltou.

De acordo com o secretário de Estado da Agricultura, Luiz Paulo, no segundo semestre de 2024, novas entregas estão previstas, conforme o calendário da Seagri. “O estado vai continuar apoiando as ações dos produtores. O sustento das famílias do campo depende de uma boa lavoura”, destacou.

DISTRIBUIÇÃO 

O calcário é usado para correção do PH (grau de acidez ou alcalinidade de uma solução) do solo, permitindo a nutrição adequada para as plantas. Nos primeiros seis meses do ano, a Seagri entregou o produto nas regiões:

  • Rio Machado (135 toneladas)
  • Madeira Mamoré (667 toneladas)
  • Central (1.092 toneladas)
  • Guaporé (1.093 toneladas)
  • Cone Sul (276 toneladas)
  • Zona da Mata (138 toneladas)

Setor de Seguros cresce 18,1% no primeiro quadrimestre de 2024

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A Superintendência de Seguros Privados (Susep) acaba de divulgar o seu relatório Síntese Mensal, com dados do setor de seguros referentes ao mês de abril de 2024. Segundo o relatório, a arrecadação do setor supervisionado no ac umulado até abril foi de 138,74 bilhões, representando uma alta de 18,1 % em relação ao mesmo período de 2023.

De acordo com o relatório divulgado, os valores que retornaram à sociedade somaram R$ 76,54 bilhões nos primeiros quatro meses do ano, dos quais, R$ 19,82 bilhões apenas em abril .

Os segmentos de seguros de danos e pessoas, excluindo-se o VGBL, apresentaram uma arrecadação de R$ 64,67 bilhões até abril de 2024, crescimento de 18,4 , frente ao mesmo período de 2023 , quando a arrecadação foi de R$ 54,62 bilhões.

Já o s seguros de danos tiveram alta de 9,1% na arrecadação de prêmios na comparação do acum ulado até abril de 2024 com o mesmo período de 2023. As linha s de negócios d os seguros compreensivos e d o seguro fiança locatícia destacaram-se e tiveram, até abril de 2024, crescimento s de, respectivamente, 22,9% e 27,7% , quando comparados ao mesmo período de 2023.

Esta edição do relatório informa ainda que , nos seguros de pessoas, o seguro de vida atingiu , em abril de 2024 , o montante acumulado de R$ 10,82 bilhões, valor que representa um crescimento de 17,4% em relação ao mesmo período de 2023.​

Confirmando a tendência de crescimento já observad o nos meses anteriores , o produto de acumulação VGBL totalizou R$ 59,15 bilhões em contribuições nos primeiros quatro meses do ano, valor 28,7% maior que o mesmo período de 2023.

O s resgate s e sorteios na capitalização apresenta ram alta de 21,1% até abril de 2024, em comparação ao mesmo período de 2023. No primeiro quadrimestre do ano, retornou para a sociedade, o montante de R$ 9,91 bilhões relativo aos produtos de capitalização .​

O relat ório Síntese Mensal de abril completo pode ser acessado no site da Susep .

Para consultar os dados da autarquia de forma ainda mais dinâmica, acesse o Painel de Inteligência do Mercado de Seguros, o Painel Susep .

Adiamento de prazos para empresas do Rio Grande do Sul

O Relatório Síntese com os dados referentes ao mês de abril/2024 está sendo divulgado com atraso, pois a Susep dilatou os prazos para cumprimento de demandas regulatórias pelas empresas sediadas no Rio Grande do Sul, em decorrência da calamidade pública ocorrida no Estado.

Além da decisão de adiamento dos prazos, a Susep tem atuado junto a todas as seguradoras, recomendando que elas reforcem os canais de comunicação para atendimento e apoio aos segurados, principalmente quanto aos serviços de assistência e demais coberturas, bem como que envidem esforços para pronta liquidação dos sinistros, com reforço das equipes de regulação e disponibilização de lugares para eventualmente reunir os bens sinistrados, como no caso de automóveis e veículos rurais.

Além disso, a Susep reforçou às seguradoras que é salutar a prorrogação das coberturas dos contratos de seguros de todos os segmentos à população afetada, bem como dos prazos para pagamentos dos prêmios vencidos nesse período, sem prejuízo das coberturas contratadas.

Por fim, para melhor orientar a população, a Susep lançou um Guia de Orientações sobre os principais seguros que podem conter coberturas para danos causados por eventos climáticos.

Por: Superintendência de Seguros Privados (Susep)

Montadora de ônibus e caminhões anuncia R$ 2 bi de novos investimentos até 2028

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O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, visitou nesta sexta-feira (21) as instalações da montadora Scania, em São Bernardo do Campo (SP). Na ocasião, a empresa sueca anunciou um novo ciclo de investimentos de R$ 2 bilhões no Brasil para o período de 2025 a 2028, com foco em descarbonização de seus ecossistemas de transporte e logística.

Esta é a primeira fabricante de caminhões e ônibus a juntar-se ao movimento de novos investimentos anunciados nos últimos meses por montadoras no Brasil, que já somam mais de R$ 130 bilhões. As fabricantes foram motivadas pela criação do programa Mobilidade Verde e Inovação (MOVER), do MDIC, que estimula novas rotas tecnológicas e aumenta as exigências de descarbonização da frota automotiva brasileira. O projeto de lei que cria o programa será sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no próximo dia 2 de julho.

“Aqui está o exemplo de Nova Indústria Brasil (NIB)”, afirmou Alckmin ao visitar duas fábricas da empresa — uma de motores e outra de chassis.  A planta da Scania em São Bernardo passará a produzir chassis para ônibus elétricos a partir de março de 2025. A fábrica do Brasil será a terceira unidade global da montadora a produzir veículos elétricos.

O vice-presidente ressaltou que a empresa cumpre os principais requisitos da NIB. “Inovação: nós estamos aqui, na ponta, na vanguarda da inovação, da tecnologia; uma indústria sustentável, verde: estamos aqui na ponta da descarbonização, com os veículos elétricos, veículos a gás e veículos com biodiesel; uma indústria competitiva: e nós temos uma indústria de alta competitividade, que faz 115 caminhões pesados e ônibus por dia; e uma indústria exportadora, que exporta para a América Latina e até para outros continentes”, afirmou o ministro.

Para o presidente da área industrial da montadora sueca na América Latina, Christopher Podgorski, a orientação deste governo ao priorizar o investimento em sustentabilidade e inovação é essencial para impulsionar a indústria pelo mesmo caminho. “Essa visita tem, para mim, uma enorme importância porque, juntos, estamos construindo um futuro descarbonizado. E a orientação, as políticas públicas têm um papel fundamental nisso para que a gente deixe um futuro melhor para as próximas gerações”, disse.

Durante a visita, Alckmin conheceu a fábrica de motores da Scania, com capacidade de produção de 33 mil produtos por ano, para consumo interno e exportação; e também a fábrica de chassi, a maior da empresa, que conta, só nesta linha, com mil colaboradores. Ao todo, a Scania em São Bernardo do Campo tem 5,2 mil colaboradores.

Por Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

Link: https://www.gov.br/mdic/pt-br/assuntos/noticias/2024/junho/montadora-de-onibus-e-caminhoes-anuncia-r-2-bi-de-novos-investimentos-ate-2028

Com autoridades federais, é inaugurado em Vilhena o Centro de Prevenção de Câncer

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Prefeitura cedeu o prédio para a instalação da estrutura, que é a segunda a ser implantada em RO

Com a presença de grande público e autoridades regionais e federais, Vilhena foi palco da inauguração do 2º Centro de Prevenção de Câncer em Rondônia, em cerimônia ocorrida nesta sexta-feira, 21, no prédio anexo ao Hospital Regional. O investimento é resultado de uma parceria público-privada, através da Prefeitura de Vilhena, Fundação Pio XII (Gestora do Hospital de Amor), além de emendas e empenho da deputada federal Sílvia Cristina.

A parlamentar foi responsável pela destinação do recurso, cerca de R$ 5 milhões, a Prefeitura de Vilhena cedeu o prédio onde inicialmente havia sido construído para funcionar como Hospital da Criança (mas que não teve a implantação efetivada), e a Fundação garantiu a funcionalidade do projeto.

O Centro de Prevenção é equipado com tecnologia, aparelho de ressonância, mamografia, tomografia e um centro cirúrgico para biópsia. O objetivo é deixar o diagnóstico mais acessível para a população no Cone Sul de Rondônia, já que o Centro vai atender pacientes de toda a região, atuando no rastreio de câncer de mama, colo uterino, pele e boca.

Sílvia Cristina agradeceu ao presidente da Fundação Pio XII, Henrique Prata, por acreditar em mais esse desafio, e também ao prefeito de Vilhena, Delegado Flori Cordeiro, por ceder o espaço. “É mais um sonho para a saúde do rondoniense que estamos vendo se tornar realidade, com muito esforço, com parceria e empenho de muita gente. É possível mudar a vida das pessoas sim, principalmente com as parcerias, como temos aqui. Além de diagnosticar mais cedo, salvar a vida das pessoas, também daremos a essas pessoas a oportunidade de se tratar mais rápido e viver mais plenamente”, discursou a deputada.

O prefeito de Vilhena aproveitou a ocasião para destacar o quanto as parcerias com as instituições privadas tem reforçado o atendimento de saúde pelo SUS. “São parcerias como essa que celebramos hoje que mostram, lá atrás, escolhemos o caminho certo ao trazer a nossa saúde no município para uma gestão via OS, através da Santa Casa de Misericórdia. É algo que a Fundação Pio XII e o Hospital de Amor já nos mostraram que funciona”, enfatizou. Flori destacou ainda o quanto a saúde no município tem a ganhar com a implantação do Centro de Diagnóstico.

Semcom

Programa de Formação de Gestores Escolares do TCE-RO é destaque em congresso internacional

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O curso ‘Formação de Gestores Escolares’, iniciativa do Tribunal de Contas (TCE-RO), por meio da Escola Superior de Contas, foi destaque durante a programação do V Congresso Internacional de Educação Inclusiva, que ocorreu em Campina Grande, na Paraíba.

Realizado entre os dias 12 e 14 de junho, o congresso trouxe renomados pesquisadores do Brasil e do exterior. O evento possibilitou a troca de conhecimentos, experiências e a discussão de temas relacionados à inclusão e diversidade na educação.

ARTIGOS

Na oportunidade, foram apresentados dois artigos científicos, que abordam os resultados positivos do programa de Formação de Gestores Escolares na indução das políticas públicas com foco na educação.

Com sucesso de procura e de inscrições, o curso conta com a participação de quase 400 profissionais da educação da rede municipal de ensino.

Os artigos foram apresentados pela servidora Ilma Brito, coordenadora da Formação de Gestores Escolares e autora principal dos trabalhos.

A servidora do TCE, Ilma Brito, é a autora principal dos dois artigos científicos apresentados durante o congresso

Em sua exposição, a servidora destacou a importância da formação em incentivar práticas educativas inovadoras. O curso debate questões fundamentais de equidade racial, diversidade e inclusão na educação pública.

“Esses resultados também demonstram o potencial acadêmico-científico da Escola Superior de Contas no exercício de suas funções corporativa, de governo e cidadã”, acrescentou.

Empresa firma acordo com MPF para reparar danos de infrações por excesso de peso nas rodovias de Rondônia

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A Bester Transportes se compromete em TAC a pagar R$ 11,8 mil em equipamentos à PRF, totalizando quase R$ 300 mil em acordos semelhantes

Foto de vista traseira de caminhão em estrada asfaltada

Foto ilustrativa: Canva

O Ministério Público Federal (MPF) firmou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com a empresa A Bester Transportes, visando solucionar problemas recorrentes de infrações por excesso de peso em seus veículos de carga. O acordo prevê o pagamento de R$ 11.839,58 em equipamentos para a Superintendência da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Rondônia e o cumprimento de medidas preventivas para evitar novas infrações.

A Bester Transportes se comprometeu a não permitir a saída de veículos de carga de seus estabelecimentos, ou de terceiros contratados, com excesso de peso, conforme as especificações legais de trânsito. A empresa também deverá incluir nas notas fiscais o peso líquido da carga, a tara do veículo e as placas correspondentes. O objetivo é garantir o cumprimento da legislação e prevenir danos às estradas.

Com o TAC, empresa tem prazo de 30 dias para doar o valor acordado à PRF em forma de equipamentos. A PRF irá indicar os equipamentos necessários, garantindo que a doação atenda às necessidades operacionais do órgão. Caso a empresa não cumpra com o pagamento inicial acordado de R$ 11.839,58, a obrigação será convertida em dívida líquida e certa, passível de execução imediata.

A Bester Transportes também deverá pagar multa de R$ 2,5 mil por cada nova infração de excesso de peso, corrigida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). O valor da multa também será convertido em bens ou serviços indicados pela PRF, reforçando o compromisso com a melhoria das condições de trânsito e segurança nas estradas.

Infrações e reparação – Inquérito civil instaurado pelo MPF revelou que a empresa acumulava 22 autos de infração por excesso de peso. O TAC com a A Bester Transportes é o quarto acordo com empresas nos últimos três anos, que tem o objetivo de compensar os danos causados às estradas de Rondônia. Os valores já pagos como compensação nos TACs anteriores totalizam quase R$ 300 mil.

O excesso de peso não apenas viola a legislação de trânsito, mas também provoca danos significativos às rodovias, reduzindo a vida útil do asfalto e aumentando os custos de manutenção. O desgaste excessivo do asfalto pode resultar em buracos, depressões e outros problemas que afetam a segurança viária e a eficiência da drenagem de águas pluviais.

“Este acordo é um passo importante para garantir a segurança nas estradas de Rondônia e preservar o patrimônio público. Nosso objetivo não é apenas reparar os danos causados, mas também prevenir futuras infrações e promover uma cultura de responsabilidade no transporte de cargas. O excesso de peso nos veículos não só prejudica a infraestrutura viária, como também coloca em risco a segurança de todos os usuários das estradas”, concluiu o procurador da República Raphael Luis Pereira Bevilaqua, que assina o TAC.

Termo de Ajustamento de Conduta

Assessoria de Comunicação
Ministério Público Federal em Rondônia

CE aprova reforma do ensino médio; matéria vai a Plenário

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Vai a Plenário, com pedido de urgência para análise, o projeto que estabelece novo modelo para o ensino médio ao ampliar a carga horária, fortalecer a formação geral básica e mudar as regras para os itinerários formativos, entre outras reformulações. O substitutivo (texto alternativo) apresentado pela senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO) ao PL 5.230/2023, do Poder Executivo, foi aprovado em reunião extraordinária da Comissão de Educação (CE) nesta quarta-feira (19).

As alterações previstas poderão impactar o aprendizado de cerca de oito milhões de estudantes que cursam atualmente os três anos finais da educação básica, assim como os futuros alunos do ensino médio.

O PL 5.230/2023 altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB – Lei 9.394, de 1996), o Programa Pé-de-Meia (Lei 14.818, de 2024), a Lei de Cotas (Lei 12.711, de 2012), e o Programa Universidade para Todos (Prouni – Lei 11.096, de 2005). Também modifica a Lei 14.640, de 2023, que trata da educação em tempo integral, e a Lei 14.818, de 2024, sobre educação profissional e tecnológica.

— Não é um documento findado, acabado, muito menos que reflete individualmente nenhum de nós. Mas um esforço de mudança, de garantia do direito. Do direito de aprender, do direito à educação que todos nós acreditamos — disse a relatora.

Presidente da CE, o senador Flávio Arns (PSB-PR) destacou que houve um grande movimento em todo o Brasil em relação à revogação do atual ensino médio. Segundo ele, o projeto aprovado supre essa demanda por mudanças.

— Há o novo ensino médio e, ao final da proposta legislativa, revogam-se as disposições em contrário. O objetivo é termos um ensino médio que atenda às necessidades e isso foi fruto dessa ampla discussão com todos os setores da sociedade — afirmou.

Análise

O texto alternativo da senadora Dorinha contemplou a análise de 74 emendas, das quais 14 foram acatadas integralmente e 39 parcialmente. O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) apresentou nesta quarta-feira mais duas emendas, das quais uma foi rejeitada e outra acatada de forma parcial.

— A preocupação é garantir ao jovem mais vulnerável ter a possibilidade real de um ensino técnico profissionalizante e a carga horária como está desenhada vai exigir um turno integral, o que inviabiliza para quem tem de trabalhar ou tem atividades, como uma jovem mãe. São duas alternativas, uma com supressão e outra remetendo isso para a regulamentação para que ele possa ter a viabilidade desse ensino  — disse Alessandro.

A senadora Teresa Leitão (PT-PE) realçou a escuta das entidades estudantis nas audiências públicas realizadas para debater o tema.

— O contexto de aprovação deste projeto de lei é bem mais amplo do que essa nossa reunião, do que o relatório, porque antes dele muita coisa foi feita para chegarmos aqui.

O senador Marcos Rogério (PL-RO) disse que foi possível construir minimamente um texto convergente.

— Essa é uma matéria que já veio do Câmara e está passando pelo Senado, dentro daquilo que a gente tem como ideal e o que é possível construir. (…) Não vejo o caminho da ampliação da carga horária como um caminho do aperfeiçoamento do ensino. Há um universo de matérias que nada acrescentam a formação do aluno. Mas o consenso do que veio da Câmara e o construído pela relatora é de aprovar essa matéria.

A senadora Janaína Farias (PT-CE) afirmou que a matéria trará um avanço muito importante para o ensino médio, principalmente para o ensino técnico.

Reforma

A última reforma do ensino médio foi feita em 2017 (Lei 13.415) e trouxe, como principal inovação, os itinerários formativos, conjunto de disciplinas, projetos, oficinas e núcleos de estudo que os estudantes podem escolher nos três anos da última etapa da educação básica. Da forma como foram aplicados, no entanto, os itinerários receberam muitas críticas por proporem conteúdos e atividades de pouca valia para a trajetória educacional dos estudantes, como “cursos para aprender a fazer brigadeiro”.

A atual proposta de reforma fortalece os itinerários formativos, mas articulando-os com as quatro áreas de conhecimento previstas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC): que são: linguagens e suas tecnologias, integrada pela língua portuguesa e suas literaturas, língua inglesa, artes e educação física; matemática e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias, integrada pela biologia, física e química; e ciências humanas e sociais aplicadas, integrada pela filosofia, geografia, história e sociologia.

No caso da formação técnica e profissional, os itinerários devem ser organizados de acordo com o BNCC e com os eixos definidos nos currículos nacionais de educação profissional e tecnológica. “A preocupação é prever diretrizes nacionais de aprofundamento para os itinerários formativos, a fim de evitar que essa carga horária seja utilizada de forma desarticulada e sem relevância para os estudantes”, explica Dorinha no relatório.

Outro ponto importante destacado pela relatora é a ampliação da carga horária mínima total destinada à formação geral básica (FGB) das atuais 1.800 para 2.400 horas, e a explicitação de quais componentes curriculares fazem parte de cada uma das áreas do conhecimento. “Pensamos que a norma deve ter previsão expressa de que a FGB é a pedra angular de quaisquer edifícios curriculares que eventualmente sejam esboçados pelos sistemas de ensino”, reforça a senadora.

A relatora também destacou a possibilidade de o currículo escolar oferecer conteúdos que atendam a especificidades e necessidades das diferentes comunidades às quais pertencem os alunos. O projeto também inclui os estudantes de baixa renda do ensino médio matriculados em escolas comunitárias de educação do campo no Programa Pé-de-Meia, no Prouni e nas cotas para acesso à educação superior.

“Essas inclusões têm potencial para contribuir para que finalmente a oferta educacional chegue a todos de forma efetiva, dando cumprimento ao mandamento constitucional de igualdade nas condições de acesso e permanência nas escolas”, afirma ela no documento.

Segundo Dorinha, o texto alternativo também incorpora sugestões recebidas e negociadas com o Ministério da Educação (MEC) após a apresentação da primeira versão do relatório, na reunião da CE de 11 de junho. “Assim, trata-se de alterações ao texto construídas com base no diálogo, que não perdem de vista a necessidade de avançarmos com celeridade, mas sem deixar de aprimorar o que precisa ser aprimorado para dar aos nossos jovens um ensino médio articulado às necessidades do mundo moderno e à qualidade necessária para que eles sejam os protagonistas de seu futuro, no ensino superior, no mundo do trabalho e na vida em sociedade”, esclarece a relatora.

Carga horária

O texto amplia a carga horária mínima anual do ensino médio de 800 para 1.000 horas, distribuídas em 200 dias letivos. Essa carga horária mínima poderá ser ampliada, de forma progressiva, para 1.400 horas, considerados os prazos e as metas estabelecidos no Plano Nacional de Educação (PNE).

No texto alternativo, a relatora determinou que, caso haja ampliação da carga horária, seja respeitada a seguinte porcentagem: 70% para formação geral básica e 30% para os itinerários formativos.

Dorinha acatou emendas para determinar que, a partir de 2029, as cargas horárias totais de cursos de ensino médio com ênfase em formação técnica e profissional deverão ser expandidas de 3.000 horas para 3.200, 3.400 e 3.600 horas, quando se ofertarem, respectivamente, cursos técnicos de 800, 1.000 e 1.200 horas. Essa medida, afirma ela, vai reduzir o risco de que se estabeleçam trajetórias duais para o ensino médio, que promovam a desigualdade, por meio da distinção entre a carga horária de FGB dos cursos de ensino médio e dos cursos com formação técnica e profissional.

Formação geral básica e formação técnica

A soma da carga horária de formação geral básica nos três anos do ensino médio deve totalizar, no mínimo, 2.400 horas. Nos cursos técnicos e profissionais, a formação geral básica poderá ter carga horária mínima de 2.200 horas até 2028. As 200 horas restantes deverão ser implantadas até 2029.

Da carga horária mínima total, 2.200 horas deverão ser compostas por conteúdos que tenham relação com a Base Nacional Comum Curricular, como matemática, português, artes e ciências, e por uma parte diversificada, que trate das características regionais e locais da sociedade, da cultura e da economia.

No caso de formação técnica e profissional, as horas restantes deverão ser utilizadas para aprofundamento de conteúdos da BNCC diretamente relacionados à profissionalização oferecida.

O projeto original previa que a formação geral básica teria 2.400 horas e a formação técnica e profissional, 2.100 horas. Mas a relatora resolveu equipará-las para não fazer diferença entre as formações e, segundo ela, desfazer a ideia corrente no Brasil de que o ensino profissional qualifica menos o estudante do que o ensino destinado à universidade.

A oferta de formação técnica e profissional poderá ser feita mediante convênios e outras formas de parceria entre as secretarias de educação e as instituições credenciadas de educação profissional, preferencialmente públicas, observados os limites estabelecidos na legislação.

Além disso, para estimular a oferta de educação profissional e tecnológica, União, estados e Distrito Federal deverão implementar, de forma articulada, estratégias previstas na Política Nacional da Educação Profissional e Tecnológica.

Em relação à educação em tempo integral, o texto alternativo autoriza a União a priorizar, na transferência de recursos a estados, municípios e Distrito Federal, as escolas que ofertem matrículas de ensino médio articuladas à educação profissional e tecnológica.

Currículo

O projeto também inclui na LDB três novos artigos. O primeiro trata do currículo do ensino médio, que será composto de formação geral básica e de itinerários formativos. Para estruturar suas propostas pedagógicas, as escolas deverão considerar os seguintes princípios: promoção de metodologias investigativas no processo de ensino e aprendizagem; conexão dos processos de ensino e aprendizagem com a vida comunitária e social; reconhecimento do trabalho e de seu caráter formativo; e articulação entre os diferentes saberes a partir das áreas do conhecimento e, quando for o caso, do currículo da formação técnica e profissional.

No texto alternativo, a relatora acrescentou que as escolas também deverão considerar o fortalecimento das relações entre componentes curriculares, de modo equilibrado e sem a exclusão de quaisquer deles, por meio de planejamento e execução didático-pedagógica cooperativa.

Aos estudantes, deverá ser assegurada oportunidade de construção de projetos de vida, de participação cidadã e de preparação para o mundo do trabalho.

Experiências extraescolares

Para fins de cumprimento das exigências curriculares do ensino médio em regime de tempo integral, os sistemas de ensino estaduais e distrital poderão reconhecer aprendizagens, competências e habilidades desenvolvidas pelos estudantes em experiências extraescolares, mediante formas de comprovação definidas pelos próprios sistemas de ensino, levando em conta estágio, aprendizagem profissional e participação comprovada em projetos de extensão universitária ou de iniciação científica.

Dorinha retirou do texto menções a “trabalho remunerado”, que poderiam promover, segundo ela, mesmo que inadvertidamente, a chaga do trabalho infantil, e a “trabalho voluntário supervisionado”, que pareceu a ela uma inovação fundamento trabalhista ou de proteção à infância.

A relatora acrescentou ainda que esse reconhecimento deverá ser feito em caráter excepcional, impedindo que os cursos de qualificação profissional ocupem toda a carga horária de ensino. Em sua avaliação, tal medida é pertinente para que o norte curricular do ensino médio continue sendo as áreas do conhecimento previstas na BNCC.

“Além disso, essa alteração evitará que se repitam, nesse aspecto específico, os mesmos equívocos da reforma do ensino médio de 2017, que facilitou a propagação de abordagens reducionistas e aligeiradas, que desprestigiaram inclusive o potencial dos estudantes”, afirma.

Educação mediada por tecnologia

Além disso, o texto garante que o ensino médio será ofertado de forma presencial, mas admite o “ensino presencial mediado por tecnologia”, expressão, segundo a relatora, de uso corrente nos documentos do Ministério da Educação e de universidades públicas, por isso foi acrescentado por ela ao texto.

Em seu parecer, ela reforça que “ensino presencial mediado por tecnologias” e “educação a distância” são dois conceitos distintos. Segundo o texto alternativo, a educação à distância será admitida em casos emergenciais temporários, como epidemias e desastres naturais.

Línguas

Segundo o texto, o ensino médio será ministrado em língua portuguesa. As comunidades indígenas, no entanto, terão assegurado o direito de utilizar suas línguas maternas.

Além de inglês, a relatora acrescentou o espanhol como componente curricular da área de linguagens e suas tecnologias.  Segundo ela, essa inclusão foi pedida por diferentes atores do cenário educacional e de relações internacionais do país, pois promove a integração na América Latina.

O texto alternativo permite também que o inglês e o espanhol sejam substituídos por outras línguas nas escolas que atendam a pelo menos um dos seguintes critérios:  faça fronteira com países vizinhos, com a adoção do ensino da língua oficial desse país fronteiriço, caso não seja a língua espanhola; apresente características históricas, demográficas, sociais ou econômicas fortemente influenciadas pela cultura e pelo idioma de outro país; apresente fluxo significativo e predominante de pessoas e bens de país estrangeiro específico, de forma que o estudo de seu idioma seja fundamental para o desenvolvimento da região.

Itinerários formativos

Os itinerários formativos, articulados com a parte diversificada do currículo, terão carga horária mínima de 800 horas nos três anos de ensino médio e serão compostos de aprofundamento das áreas do conhecimento ou de formação técnica e profissional, conforme a relevância para o contexto local e a possibilidade dos sistemas de ensino.

No caso da formação técnica e profissional, o itinerário deve se organizar de acordo com os eixos e áreas tecnológicos definidos nas diretrizes curriculares nacionais de educação profissional e tecnológica, observados o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos (CNCT) e os demais dispositivos da LDB que tratam da educação profissional.

Os sistemas de ensino devem garantir que todas as escolas de ensino médio ofertem aprofundamento integral de todas as áreas do conhecimento, organizadas em, no mínimo, dois itinerários formativos com ênfases distintas, excetuadas as que oferecerem a formação técnica e profissional.

Caberá ao Ministério da Educação (MEC), com participação dos sistemas estaduais e distrital de ensino, elaborar diretrizes nacionais de aprofundamento de cada uma das áreas do conhecimento. Essas diretrizes deverão orientar em relação aos direitos e aos objetivos de aprendizagem a serem considerados nos itinerários formativos, reconhecidas as especificidades da educação indígena e quilombola.

A União deverá desenvolver indicadores e estabelecer padrões de desempenho esperados para o ensino médio, que serão referência nos processos nacionais de avaliação, a partir da BNCC e das diretrizes nacionais de aprofundamento.

O projeto estabelece que os sistemas de ensino, mediante disponibilidade de vagas na rede, possibilitarão ao aluno concluinte ou egresso do ensino médio cursar um segundo itinerário formativo.

Vestibular

Os processos seletivos para ingresso em cursos de graduação deverão considerar a BNCC do ensino médio e as diretrizes nacionais de aprofundamento das áreas do conhecimento em suas provas. Essa diretriz deverá começar a valer em 2027.

Diversidade e equidade

O texto estabelece que, no planejamento da expansão das matrículas no ensino médio em tempo integral, deverão ser observados critérios de equidade, de modo a assegurar a inclusão dos estudantes em condição de vulnerabilidade social, da população negra, quilombola, do campo e indígena e das pessoas com deficiência nas diferentes etapas e modalidades educacionais estabelecidas na legislação.

Na perspectiva da garantia de igualdade de condições de acesso, de permanência e de conclusão do ensino médio para todos os estudantes, os sistemas de ensino garantirão que a oferta curricular reconheça as especificidades, as singularidades e as necessidades que caracterizam as diferentes populações atendidas, bem como as condições necessárias à estruturação da oferta e do atendimento escolar em período noturno.

Estudantes de educação no campo

O texto inclui no Programa Pé-de-Meia os estudantes de baixa renda no ensino médio matriculados em escolas comunitárias de educação do campo conveniadas com o Poder Público. O Pé-de-Meia cria uma poupança para estudantes com o objetivo de estimular a permanência e a conclusão escolar dos matriculados no ensino médio público.

O projeto também altera a Lei de Cotas e o Prouni, que passariam a beneficiar também os estudantes matriculados nas escolas de educação do campo.

Implementação do novo modelo

As secretarias estaduais e distrital de educação elaborarão planos de ação para a implementação escalonada das alterações promovidas no ensino médio. O MEC estabelecerá estratégias de assistência técnica e formação das equipes das secretarias de educação para apoiar a implementação. Dever ser feita uma transição para a nova configuração do ensino médio para os estudantes que estiverem cursando essa etapa da educação básica na data de publicação da lei em que o projeto se transformar.

O projeto também apresenta um cronograma de implementação das alterações no ensino médio. Até o final de 2024, o MEC estabelecerá, com a participação dos sistemas estaduais e distrital de ensino, as diretrizes nacionais de aprofundamento das áreas do conhecimento; e, no ano letivo de 2025, os sistemas de ensino deverão iniciar a implementação do currículo do ensino médio.

A implementação do que determina o projeto deverá ser monitorada pelos órgãos de fiscalização e controle da União nos estados e no Distrito Federal.

Fonte: Agência Senado

Deputada federal Silvia Cristina troca o PL pelo PP e se alinha a Ivo Cassol

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Porto Velho, Rondônia – A deputada federal Silvia Cristina anunciou sua saída do Partido Liberal (PL) e seu ingresso no Progressistas (PP), partido liderado no estado pelo ex-senador e ex-governador Ivo Cassol. A parlamentar, que iniciou sua carreira política a convite do ex-senador Acir Gurgacz (PDT)  e foi reeleita pelo PL, decidiu mudar novamente de partido, dessa vez  por “divergências de opinião com lideranças locais”.

Em nota , Silvia Cristina expressou gratidão ao PL, em especial ao presidente nacional Valdemar da Costa Neto e ao senador Marcos Rogério, presidente estadual da legenda. Durante sua trajetória no PL, ela presidiu o PL Mulher em Rondônia, com apoio da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.

Apesar de sua saída, Silvia Cristina reafirmou seu alinhamento à pauta da direita e seu compromisso com o projeto político do ex-presidente Jair Bolsonaro. Sua filiação ao PP foi articulada pelo senador Ciro Nogueira, presidente nacional do partido e ex-chefe da Casa Civil de Bolsonaro.

Silvia Cristina destacou a acolhida que recebeu de Ivo Cassol no Progressistas.

 

Assessoria/Parlamentar