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Mapa recolhe cerca de cinco toneladas de agrotóxicos ilegais apreendidos

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Em operação conjunta, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), por meio da equipe de auditores fiscais federais agropecuários da Superintendência da Agricultura e Pecuária do Paraná (SFA-PR), recolheu cerca de cinco toneladas de agrotóxicos e embalagens ilegais que foram apreendidos no estado de Santa Catarina.

A apreensão foi realizada pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (CIDASC) e por outros órgãos responsáveis pelo combate aos agrotóxicos ilegais, na última semana.

O auditor fiscal federal agropecuário Roberto Siqueira Filho, que coordenou o recebimento dos produtos, destacou que essa apreensão representa apenas uma pequena parte do que tem sido retirado do mercado pelas equipes de auditoria e fiscalização do Mapa e dos órgãos estaduais de fiscalização agropecuária em Santa Catarina.

Entre os produtos apreendidos estão agrotóxicos ilegais, que eram falsificados e contrabandeados, além de embalagens e matérias-primas de produtos utilizados na fabricação clandestina de agrotóxicos e outras fraudes.

“Os procedimentos envolvendo o armazenamento, acondicionamento, transporte e destinação por incineração de agrotóxicos ilegais apreendidos são complexos e de alto risco, por isto necessitam de uma estrutura adequada”, afirmou o chefe do Serviço de Fiscalização de Insumos e Sanidade Vegetal do Paraná, responsável pelo projeto de destinação adequada de agrotóxicos ilegais da SFA-PR.

Os produtos apreendidos foram todos agregados em uma carga e transportados pela equipe da CIDASC até o depósito licenciado, que fica no município de Ibiporã (PR). Nolocal, ficarão armazenados até o encaminhamento para a destinação final, que será a incineração em fornos apropriados, realizado por empresa autorizada e licenciada, garantindo a devida proteção ambiental.

Informações à imprensa
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Deputada federal Silvia Cristina declara apoio à pré-candidatura do Dr. Wesley Araújo a prefeito de Chupinguaia

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Parlamentar se une ao arco de aliança em apoio ao médico, fortalecendo sua pré-candidatura

A deputada federal Silvia Cristina (PP), declarou nesta sexta-feira (21/06), oficialmente apoio à pré-candidatura do Dr. Wesley Araújo (PP), médico e produtor rural, a prefeito do município de Chupinguaia.

O Partido Progressista (PP) anunciou através da deputada federal Silvia Cristina (PP) oficialmente seu apoio à pré-candidatura do médico Dr. Wesley Araújo à prefeitura de Chupinguaia, marcando um ponto fundamental na corrida eleitoral deste ano de 2024. Esta decisão reforça o respaldo político do pré-candidato, consolidando-o como uma figura promissora para o município.

A adesão da deputada Silvia Cristina representa um avanço significativo para a campanha do Dr. Wesley Araújo. O Partido Progressista, sob a liderança do presidente estadual do ex-senador e ex-governador Ivo Cassol (PP), decidiu unir forças em torno da candidatura do médico.

A pré-candidatura do Dr. Wesley Araujo, continua a ganhar impulso, com a perspectiva de mais apoios e alianças a caminho, evidenciando sua capacidade de aglutinar diferentes forças políticas em torno de um projeto comum para o desenvolvimento de Chupinguaia.

Neste contexto o Partido Progressista (PP) e a pré-candidatura do médico Dr. Wesley Araújo representam um passo significativo rumo às eleições municipais, prometendo uma disputa eleitoral marcada pela pluralidade, debate de ideias e compromisso com o futuro de Chupinguaia.

Da Redação do Hoje Rondônia

Rafael é o Fera assume vaga de Lebrão e se torna Deputado Federal após decisão do STF

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Maioria do STF vota para mudar decisão, e 7 deputados devem ser trocados

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – A maioria dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) votou nesta sexta-feira (21) para aceitar um recurso e modificar um julgamento de fevereiro da corte, o que deve levar à troca de sete deputados federais.

O caso trata das chamadas sobras eleitorais. O entendimento da maioria do Supremo favorece o senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), porque viabiliza a entrada no Congresso de quatro aliados do congressista no Amapá.

Como a Folha mostrou em maio, Alcolumbre reclamou com pessoas próximas da decisão anterior do Supremo –ele é o favorito a suceder Rodrigo Pacheco (PSD-MG) no comando da Casa. Naquela época, políticos e integrantes do Judiciário passaram a articular uma mudança no entendimento para que a regra fosse aplicada já para a eleição de 2022.

O caso foi levado ao plenário virtual da corte e girou em torno do prazo de aplicação da determinação da corte sobre o tema, que começaria a partir de 2024. André Mendonça pediu que o recurso fosse analisado em plenário físico, mas parte dos ministros resolveu adiantar os votos em ambiente virtual.

Votaram pelo entendimento que pode gerar a mudança na composição da Câmara os ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Kassio Nunes Marques, Flávio Dino, Dias Toffoli e Cristiano Zanin. Os magistrados contrariaram o voto da relatora, Cármen Lúcia, que rejeitou o recurso apresentado.

Ainda assim, a ação precisará ser julgada presencialmente para ser confirmada. Não há perspectiva de quando o presidente do STF, Luís Roberto Barroso, colocará o processo em pauta.

Também há a possibilidade de que Mendonça retire a sua requisição para que o caso seja julgado presencialmente, o que levaria a ação para ser concluída em ambiente virtual.

Em fevereiro deste ano, o Supremo declarou inconstitucional uma regra criada por lei em 2021 que trata das sobras eleitorais, vagas no Poder Legislativo que restam após o preenchimento dos assentos pelo critério do quociente eleitoral –o total da divisão dos votos válidos em um estado pelo número de vagas.

A norma estabelecia que poderiam concorrer às vagas restantes os partidos que tivessem atingido 80% do quociente eleitoral e os candidatos com 20% desse parâmetro.

Mesmo as vagas distribuídas numa terceira fase de partilha das sobras deveriam ser completadas por partidos que atingiram 80% do quociente eleitoral, na chamada “sobra das sobras”. A análise dos ministros se concentrou nessa etapa.

Na avaliação da maioria dos ministros, porém, a regra inviabilizava a participação na divisão das “sobras das sobras” de candidatos que tivessem recebido votação expressiva e legendas menores. Com esse entendimento, por 8 votos a 3, o STF decidiu que a norma é inconstitucional e todos os partidos podem disputar essas vagas remanescentes.

A corte resolveu, porém, por 6 votos a 5, que a nova diretriz só será aplicada a partir de 2024, e não desde a eleição de 2022, como pediram alguns partidos.

A defesa do PSB e do Podemos, no entanto, questionaram o resultado. Por meio dos embargos de declaração, os advogados alegaram que são necessários 8 votos para que se module uma decisão em caso de constitucionalidade -isto é, se decida a partir de quando ela será aplicada. O recurso foi acatado.

A mudança no entendimento do Supremo foi possível em virtude da entrada do ministro Cristiano Zanin na corte. Ele substituiu Ricardo Lewandowski, que defendeu que a mudança só deveria valer a partir da próxima eleição.

Segundo levantamento da Abradep (Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político), os afetados em caso de retroatividade seriam os deputados Silvia Waiãpi (PL-AP), Sonize Barbosa (PL-AP), Goreth (PDT-AP), Augusto Pupiu (MDB-AP), Lázaro Botelho (PP-TO), Gilvan Máximo (Republicanos-DF) e Lebrão (União Brasil-RO).

Entrariam no lugar deles André Borbon (PP-AP), Aline Gurgel (Republicanos-AP), Paulo Lemos (PSOL-AP), Professora Marcivania (PC do B-AP), Rafael Fera (Podemos-RO), Tiago Dimas (Podemos-TO) e Rodrigo Rollemberg (PSB-DF).

Fonte: Por Folha de S.Paulo

Prefeito de Corumbiara é transferido de emergência com problema cardíaco para hospital de Curitiba

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Foi transferido nesta terça-feira (25/06) para o Hospital Nossa Senhora das Graças em Curitiba

O prefeito do município de Corumbiara, Leandro Teixeira Vieira, conhecido como “Leandro da Saúde”, de 40 anos, segundo informações ligados a assessoria do prefeito, ele estava em tratamento cardíaco em seu município.

Segundo o site Hojerondonia.com.br, o gestor sentiu mal e precisou ser transferido de emergência de avião para um procedimento cardíaco, no hospital Nossa Senhora das Graças, em Curitiba. Já na unidade, passará por uma cirurgia cardíaca, nesta quinta-feira.

Ainda de acordo com o órgão, antes da transferência dele, os sinais vitais estavam estáveis e por esse motivo não foi necessário a entubação e nem o colocar na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Ainda nesta terça-feira (25), Leandro da Saúde foi transferido para o hospital Nossa Senhora das Graças, em Curitiba.

O site seguirá acompanhando de perto sua evolução e mantendo todos informados sobre a saúde do prefeito Leandro da Saúde.

Fonte e Foto: Por Wilmer G. Borges

Da Redação do Hoje Rondônia

Deputada federal Sílvia Cristina vai assumir o Mulheres Progressistas

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Evento em Ji-Paraná vai reunir lideranças nacionais, estaduais e municipais do PP

Recém chegada ao Partido Progressista (PP), a deputada federal Sílvia Cristina recebeu e aceitou o convite para liderar em Rondônia o Movimento Mulheres Progressistas, uma iniciativa do partido para fortalecer a presença feminina na política.

O evento, que deverá reunir lideranças nacionais, estaduais e municipais do Progressistas, está marcado para a próxima segunda-feira (01), às 19h, no Clube Vera Cruz, em Ji-Paraná.

“É um novo desafio, em uma nova casa, onde fui acolhida de braços abertos e com esse convite especial: comandar o Mulheres Progressistas em Rondônia. Sempre defendi que nós mulheres precisamos estar na política para fazer valer não apenas nossos direitos, mas pela sociedade. As mulheres têm muita capacidade de trabalho e uma sensibilidade enorme para sentir o que as pessoas sentem, e buscar contribuir para solucionar os problemas”, disse a deputada.

Presenças confirmadas do presidente nacional do Progressistas, o senador Ciro Nogueira, o presidente estadual, o ex-governador Ivo Cassol, o deputado federal e líder do partido na Câmara Federal, Dr. Luizinho, o deputado estadual Lucas Torres, a presidente nacional do Mulheres Progressistas, Iracema Portella, entre outras lideranças do partido.

Fonte: Por Assessoria

Federação das Indústrias lança programa de gestão de resíduos e eficiência energética

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O Sistema Federação das Indústrias do Estado do Pará (Sistema FIEPA) lançou nesta quinta-feira (27/06) a campanha Indústria + Sustentável, que em uma primeira fase vai trabalhar a coleta seletiva e a eficiência energética nas unidades da FIEPA, SESI, SENAI e IEL. Durante o evento, a entidade assinou um convênio com a Equatorial Energia, para a instalação de um ponto de coleta seletiva do E+Reciclagem, na sede da Federação.

Segundo o presidente da FIEPA, Alex Carvalho, a proposta do programa Indústria + Sustentável é promover educação e uma cultura da sustentabilidade entre os trabalhadores do Sistema Indústria e seus familiares, em especial, entre as crianças e jovens, a partir de ações que promovam maior conscientização ambiental com reflexos positivos no saneamento urbano e na qualidade de vida dos moradores de Belém.

“A FIEPA embarca de uma vez por todas nessa temática da sustentabilidade ambiental, mas fundamentalmente são sementes que estão sendo plantadas hoje para um futuro melhor. A preocupação com a gestão de resíduos sólidos encontrou eco entre outros membros da nossa Federação, gerando um compromisso coletivo em buscar soluções e promover boas práticas ambientais, porque acreditamos que a consciência ambiental está diretamente ligada à consciência coletiva, ao respeito ao próximo e às futuras gerações”, explicou Carvalho.

De acordo com dados da Associação Brasileira de Resíduos e Meio Ambiente (Abrema), o Brasil produziu aproximadamente 77,1 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos, em 2022. Isso corresponde a mais de 211 mil toneladas de resíduos geradas por dia, ou cerca de 380 quilos por habitante. Desse montante, 7%, o equivalente a mais de 5 milhões de toneladas, não foram coletados adequadamente, oferecendo riscos ao meio ambiente e à saúde pública.

Deryck Martins, presidente do Conselho de Meio Ambiente e Sustentabilidade da FIEPA, explica que o Brasil recicla apenas 4% dos seus resíduos sólidos. “Em 2021, somente esses 4% geraram R$ 37,5 bilhões e mais de 210 mil empregos. Então, um dos objetivos do programa que estamos lançando hoje, é contribuir um pouco para a redução desses déficits no estado. A ideia é internamente trabalhar a questão da conscientização ambiental, para que possamos fazer dentro da nossa empresa aquilo que a gente discute da porta para fora, e essa questão dos resíduos sólidos e da eficiência energética é algo imprescindível para que possamos melhorar nossos indicadores de sustentabilidade.”, explicou.

Por meio de ações educativas e novos procedimentos internos, a entidade também prevê redução no consumo e nos custos com energia elétrica. “Analisamos as contas de energia da FIEPA e vimos o grande potencial de economia. Economia essa sem nenhum investimento, apenas com procedimentos. Vamos ajustar a demanda contratada, tentar segurar ao máximo o uso de energia no horário de ponta, entre 8h30 e 20h50, quando a tarifa é 8 vezes mais cara e, principalmente, vamos estimular o uso responsável dos aparelhos de ar-condicionado, que são os equipamentos que mais consomem energia no nosso dia a dia”, detalhou Daniel Sobrinho, engenheiro e diretor da FIEPA.

Parceria – Durante o evento, o Sistema FIEPA assinou um convênio com a Equatorial Pará, que instalará na sede da federação, no bairro de Nazaré, um ponto de coleta seletiva do projeto E+Reciclagem, mantido pela distribuidora de energia do Estado. A partir da parceria, poderão ser entregues no local itens como papel, plástico e metais, óleo de cozinha, baterias e resíduos eletrônicos que terão destinação correta, evitando que sejam descartados no meio ambiente. O E+Reciclagem integra o Programa de Eficiência Energética da Equatorial e tem como objetivo realizar a troca de materiais recicláveis por desconto na fatura de energia.

“Nós nos sentimos partícipes dessa iniciativa porque somos associados da FIEPA, então a celebração desse convênio tem uma simbologia importante porque é uma oportunidade capilarizar estre programa, principalmente para nós que vivemos aqui na Amazônia e que, no passado, não tínhamos essa consciência ambiental. Então, não temos dúvidas de que teremos resultados muito positivos a partir dessa parceria”, afirmou o presidente e gerente de relacionamento institucional da Equatorial Energia, Mauro Chaves de Almeida.

“Estamos empenhados em fomentar uma cultura de sustentabilidade, começando pelas pequenas ações diárias e estendendo-se a políticas eficazes de gestão de resíduos. Estamos determinados a plantar hoje as sementes para um futuro melhor, onde possamos olhar para trás com orgulho, sabendo que contribuímos para a melhoria de nossa cidade e estado”, concluiu o presidente da FIEPA, Alex Carvalho.

Solidariedade – O evento também aderiu à campanha nacional Pão Solidário, da Associação Brasileira de Panificação (ABIP), que teve a adesão do Sindicato da Indústria de Panificação e Confeitaria do Pará (Sindipan Pará), filiado à FIEPA. A Federação adquiriu e distribui no lançamento da campanha Indústria + Sustentável trezentas unidades do pão vendido por uma das panificadoras, cuja parte da renda será revertida para ajudar as vítimas das enchentes do Rio Grande do Sul.

Em Belém, algumas panificadoras que participam da campanha são Combate, Pão de Belém, Uirapuru, Alinne Barros Gastronomia, Umarizal, Bendina, Panificadora Vitória, Naras Padaria, 3 Amores panificadora, Panificadora Metrópole, Pão com Arte e Panificadora Avenida.

Energisa está com vagas abertas exclusivas para Pessoas com Deficiência

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A Energisa Rondônia reafirma seu compromisso com a inclusão e diversidade ao abrir vagas exclusivas para Pessoas com Deficiência (PCDs). As oportunidades abrangem as áreas de Eletricista de Distribuição, Auxiliar Comercial, Assistente Administrativo e Analista Administrativo. A empresa acredita que profissionais PCDs podem desempenhar essas funções com excelência, contribuindo significativamente para o sucesso e crescimento da organização.

Sabrina Amorim, consultora de Recursos Humanos da Energisa Rondônia, destacou a importância dessas iniciativas. “Estamos comprometidos em criar um ambiente de trabalho inclusivo e diverso. Acreditamos que cada colaborador traz uma contribuição única e valiosa para a nossa empresa, e as vagas para PCDs são uma demonstração concreta desse compromisso,” afirmou Sabrina.

Os interessados em se candidatar devem acessar o portal da empresa na plataforma Gupy, uma ferramenta moderna que facilita a inscrição e o acompanhamento dos processos seletivos. No portal, é possível cadastrar currículos e até cadastrar currículos no banco de talentos da Energisa.

Requisitos para as Vagas

Eletricista de Distribuição: Ensino médio completo, formação em Eletricista de Distribuição, NR35, NR10 e carteira de habilitação AB.

Assistente Administrativo: Ensino médio completo, desejável nível superior e experiência em rotinas administrativas.

Auxiliar Comercial: Ensino médio completo e carteira de habilitação AB.

Atualmente, a Energisa Rondônia conta com 75 colaboradores PCDs em seu quadro, desempenhando funções essenciais em diversas áreas da empresa. Esses profissionais recebem suporte contínuo e incentivo para seu desenvolvimento, com programas de treinamento e capacitação, além de adequações necessárias para garantir conforto no ambiente de trabalho.

Sabrina Amorim reforçou o compromisso da empresa com a inclusão: “Queremos garantir que todos tenham a oportunidade de mostrar suas habilidades e potencial, independentemente de suas limitações físicas. Nosso objetivo é promover a igualdade de oportunidades e o crescimento de todos os nossos colaboradores.”

A Energisa Rondônia foi reconhecida em 2023 pela GPTW Brasil como uma das melhores empresas para se trabalhar, ocupando o 22º lugar no país. Este reconhecimento reflete o compromisso contínuo da empresa com um ambiente de trabalho positivo, oportunidades de crescimento e valorização dos colaboradores.

Mais informações acesse a página de carreiras da Energisa: www.grupoenergisa.com.br/carreiras.

Prefeito Lindomar Garçon e vice professora Edinéia de Brito assumem em Candeias do Jamari

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Esta posse representa um novo capítulo na política local, no qual a administração municipal terá como líder um prefeito comprometido e uma vice-prefeita qualificada

Assessoria/Parlamentar

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Prefeito Lindomar Garçon e vice professora Edinéia de Brito assumem em Candeias do JamariPorto Velho, RO – Na manhã do dia 26 de junho de 2024, o prefeito Lindomar Garçon e sua vice, a professora Edinéia de Brito, assumiram seus cargos como líderes do município de Candeias do Jamari, em cerimônia realizada na Câmara Municipal.

O evento solene de posse ocorreu na sala da presidência da Câmara, sob a presidência interina da vereadora Jucilene Marques Moraes. Com base nas leis vigentes, foi oficializada a posse do prefeito Lindomar Barbosa Alves e da vice-prefeita Edinéia de Brito.

Durante a cerimônia, os novos gestores apresentaram seus diplomas, a coligação pela qual foram eleitos, bem como declarações de bens.

Após a verificação da documentação, foi realizado o compromisso juramentado, onde prometeram cumprir as Constituições da República e do Estado de Rondônia, além das leis municipais, sempre visando o bem-estar da população e a ética na gestão pública.

Dessa forma, o prefeito Lindomar Garçon e a vice-prefeita Edinéia de Brito foram oficialmente empossados, assumindo a responsabilidade de conduzir os destinos de Candeias do Jamari. O termo de posse foi assinado pela presidente interina, pelo prefeito, vice-prefeita e demais autoridades presentes, marcando assim o início do mandato que visa atender aos interesses públicos e promover o desenvolvimento da região.

Esta posse representa um novo capítulo na política local, no qual a administração municipal terá como líder um prefeito comprometido e uma vice-prefeita qualificada, buscando sempre atender as necessidades e anseios da comunidade de Candeias do Jamari.

Vai à sanção novo tipo de captação para financiar indústria e microempresas

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Plenário do Senado aprovou, em votação simbólica nesta quarta-feira (26), o projeto de lei que autoriza o BNDES e outros bancos públicos de desenvolvimento a emitir a Letra de Crédito do Desenvolvimento (LCD), uma nova modalidade de aplicação financeira voltada para a captação de recursos que serão investidos em projetos de infraestrutura, da indústria, de inovação e de pequenas empresas. O PL 6.235/2023 segue agora para sanção presidencial.

De autoria do Poder Executivo, a proposta obteve voto favorável do relator, o senador Omar Aziz (PSD-AM). A LCD será um tipo de investimento de renda fixa semelhante às já existentes Letra de Crédito Agrícola (LCA) e Letra de Crédito Imobiliário (LCI), que são oferecidas por bancos e corretoras.

Os rendimentos e o eventual ganho de capital obtido com a alienação serão isentos do Imposto de Renda para pessoas físicas residentes no Brasil, mas serão tributados em 15% para aqueles residentes em paraísos fiscais e para as pessoas jurídicas tributadas pelo Simples ou com base no lucro real, presumido ou arbitrado. Para as pessoas jurídicas, os rendimentos tributados exclusivamente na fonte poderão ser excluídos na apuração do lucro real.

Os benefícios fiscais estarão sujeitos ao que dispuser a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de cada ano e vigorarão inicialmente por cinco anos. Depois disso, deverão ser reavaliados.

A remuneração da LCD estará atrelada à variação de índice de preços ou, no caso dos títulos federais, à taxa Selic ou à taxa DI Over, também conhecida no mercado como taxa CDI. A taxa CDI corresponde à média dos juros que os bancos cobram uns dos outros nas operações que fazem diariamente entre si para cobrir saldos negativos em seus caixas.

Essa taxa é um dos principais parâmetros utilizados no mercado financeiro para remunerar algumas aplicações, como as LCAs e LCIs e os certificados de depósito bancário (CDBs) e para comparar o desempenho de fundos de investimento. A data de vencimento da LCD não poderá ser inferior a 12 meses. A LCD poderá estar vinculada a uma garantia real constituída mediante penhor ou cessão de direitos creditórios.

Bancos de desenvolvimento

De acordo com o texto aprovado, apenas bancos de desenvolvimento poderão emitir a LCD. Além do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), existem no Brasil também o Banco de Desenvolvimento do Minas Gerais (BDMG), o Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes) e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), este último fundado por Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Cada instituição financeira poderá emitir até R$ 10 bilhões por ano em LCDs, mas esse limite poderá ser alterado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), conforme a instituição emissora. Cada banco emissor deverá divulgar um relatório anual identificando os projetos apoiados com os recursos captados por meio da LCD.

O CMN também vai estabelecer regras para a distribuição pública da LCD, para seu resgate antecipado e para a concessão de garantia pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que assegura valores de até R$ 250 mil por investidor e por instituição financeira, nos casos de aplicações em LCA, LCI, depósitos em poupança e certificados de depósito bancário (CDB), entre outros investimentos.

O Executivo argumenta, na exposição de motivos do projeto enviado ao Congresso Nacional, que a experiência internacional demonstra a importância de associar benefícios fiscais à captação de recursos para viabilizar crédito voltado a projetos de infraestrutura e de apoio à indústria e às micros, pequenas e médias empresas.

O relator decidiu não acatar nenhuma das dez emendas sugeridas ao texto. Ele afirmou ter conversado com os autores das sugestões e destacou a necessidade de aprovação mais rápida da proposta, que tramitou em regime de urgência.

O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (AP), disse que a criação da LCD vai baratear o crédito às pequenas e micro empresas, por exemplo.

— O papel dos bancos públicos no país é induzir o desenvolvimento nacional. Foi assim que foram concebidos originalmente. É para isso que existem atualmente. E é esse papel, esquecido em outros tempos, esquecido no governo passado, que está sendo restaurado agora. Porque o crédito não pode ser um privilégio de uma pequena camada de ricos, de grandes, de setores da economia brasileira; o crédito é um direito para toda a indústria nacional, para todo o empresariado nacional — afirmou Randolfe.

O senador Esperidião Amin (PP-SC) disse que a LCD vai ajudar a fortalecer os bancos regionais, como o BRDE, que poderão ampliar seus empréstimos e expandir operações de investimento relacionadas ao desenvolvimento.

O senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) disse que votaria a favor do projeto, mas alertou que o Brasil vem gastando mais do que arrecada e que a dívida pública aumentou constantemente nos últimos dez anos.

— É bom, é mais crédito, mas isso não tem nada a ver com inflação, não tem nada a ver com o déficit brasileiro. Isso não vai fazer o desenvolvimento, o que vai fazer o desenvolvimento é o governo tomar vergonha na cara, cortar gastos e passar a ter superávit primário — disse Oriovisto.

O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) disse que os resultados do projeto são incertos pois ele prioriza a atuação de bancos públicos com taxas subsidiadas sem criar mecanismos de acompanhamento.

— Para mitigar os riscos e maximizar os benefícios, é crucial que um programa desse tipo seja bem planejado e executado, com transparência e critérios claros para a concessão de subsídios. Deve haver uma monitorização constante para ajustar políticas conforme o necessário e garantir que os objetivos econômicos e sociais sejam alcançados sem comprometer a sustentabilidade fiscal — avaliou Mourão.

Juros do BNDES

O projeto aprovado também altera a Lei 13.483, de 2017, mudando a forma como são calculados os juros dos financiamentos concedidos pelos BNDES com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e do Fundo da Marinha Mercante (FMM).

O FAT é composto com verbas geradas com a arrecadação do PIS/Pasep e tem como objetivo custear o seguro-desemprego e o abono salarial dos trabalhadores. Além disso, pelo menos 40% dos seus recursos devem ser destinados ao financiamento de programas de desenvolvimento econômico a cargo do BNDES.

Já os recursos do FMM provêm da arrecadação do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM), que é cobrado sobre o transporte nos mares, lagos e rios. Seu objetivo é apoiar, com financiamentos, o desenvolvimento da marinha mercante e da indústria de construção e reparação de barcos e navios.

Hoje os financiamentos concedidos pelo BNDES com recursos dos dois fundos utilizam apenas a Taxa de Longo Prazo (TLP), criada em 2018, para o cálculo dos juros. Ela é composta pela soma da inflação com uma taxa prefixada, a qual é apurada a partir das taxas de cinco anos do título público conhecido como NTN-B, que é aquele vinculado ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), calculado pelo IBGE.

De acordo com o governo, a TLP tem se mostrado de difícil previsão, complexa, volátil e inadequada para os financiamentos concedidos às micros e pequenas empresas.

O texto aprovado mantém a TLP, mas permite que os financiamentos do BNDES optem por usar outras três taxas de juros. Uma delas é a taxa prefixada baseada nas médias das taxas de juros para cinco anos de outros dois títulos públicos — o LTN, que é aquele com taxas prefixadas, e o NTN-F, que também usa taxas prefixadas, mas paga juros semestrais.

Já os empréstimos concedidos para micros e pequenas empresas poderão utilizar a Taxa Prefixada do Programa de Financiamento às Micros, Pequenas e Médias Empresas (Taxa MPME), que consistirá em juros calculados com essa mesma metodologia, mas com média dos títulos para três anos, e não para cinco anos. Para médias empresas, as condições serão estabelecidas pelo CMN.

O texto também autoriza o BNDES a utilizar a Selic como taxa de juros em financiamentos, desde que o valor total deles não ultrapasse a metade dos recursos do PIS/Pasep que lhe são repassados por determinação constitucional.

A critério do CMN, o período de cinco ou três anos considerado para o cálculo da média das taxas de juros prefixadas poderá ser reduzido para 12 meses, a fim de reduzir o impacto da volatilidade das taxas dos títulos públicos.

O texto prevê condições favorecidas para os empréstimos realizados dentro do Programa de Aumento da Produtividade da Frota Rodoviária no País (Renovar), que é voltado à renovação da frota de ônibus e caminhões.

Também permite que as taxas de juros dos atuais contratos de financiamento firmados com o BNDES a partir de 2018 possam ser repactuadas, considerando as novas taxas criadas. Além disso, projetos de empresas que produzem ou comercializam bens e serviços de reconhecida inserção internacional poderão também ser financiados com as novas taxas, desde que as obrigações de pagamento sejam em moeda nacional.

LCA

A proposta também faz uma alteração na Lei 11.076, de 2004, que rege as Letras de Crédito Agrícola, para permitir que todas as instituições financeiras possam lastrear a emissão das LCAs por meio de repasse interfinanceiro, isto é, transferindo, de um banco para outro, o direito de receber o pagamento de um empréstimo agrícola. Hoje apenas cooperativas de crédito podem fazer isso. O objetivo é ampliar a oferta de LCAs.

Outra mudança é a autorização para que estados, municípios e o Distrito Federal possam criar fundos soberanos próprios, utilizando eventuais excedentes fiscais.

Os senadores Hamilton Mourão e Eduardo Girão (Novo-CE) registraram votos contrários ao projeto.

Fonte: Agência Senado

PF deflagra a Operação Obscene em combate ao abuso sexual infantojuvenil em RO

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A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (27/6), a Operação Obscene para combater os crimes de aquisição e de armazenamento de materiais relacionados ao abuso sexual infantojuvenil, em Porto Velho. Na ação, foi cumprido um mandado de busca de apreensão, expedido pela 2ª Vara Criminal de Ariquemes/RO.

De acordo com as investigações, foi identificado a atuação de um indivíduo, residente na cidade de Ariquemes, o qual praticava o crime de aquisição de e armazenamento do material de abuso sexual infantojuvenil.

As informações sobre os delitos mencionados foram tratadas com prioridade pela Polícia Federal, utilizando técnicas especiais de investigação. Isso possibilitou a identificação do suspeito responsável pela conduta criminosa.

Diante dos fatos, o investigado poderá ser responsabilizado pelo crime de aquisição e armazenamento de materiais relacionados ao abuso sexual infantojuvenil, conforme previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente.

Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia
Tel.: 69 3216-6208