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PF prende três foragidos pelo crime de estupro de vulnerável

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Os mandados de prisão foram expedidos pela Vara de Crimes Contra Crianças e Adolescentes do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia

A Polícia Federal cumpriu, nesta segunda-feira (18/5), três mandados de prisão relacionados à investigação envolvendo o crime de estupro de vulnerável. Entre os presos estão uma mulher, investigada por suposta conivência com os abusos, além de dois investigados apontados como autores dos crimes.

A ação policial teve início com o cumprimento do mandado de prisão da mulher. Após a ação, foram obtidas informações complementares sobre o paradeiro de um dos investigados, que foi localizado e preso.

Na sequência, diligências adicionais foram realizadas com o objetivo de localizar o terceiro investigado, que tentou fugir, mas foi localizado e preso pelas equipes policiais. Os mandados de prisão foram expedidos pela Vara de Crimes Contra Crianças e Adolescentes do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia.

Nomenclatura e alerta
Embora o termo “pornografia” ainda conste no Estatuto da Criança e do Adolescente, a comunidade internacional adota preferencialmente as expressões “abuso sexual de crianças e adolescentes” ou “violência sexual de crianças e adolescentes”, por refletirem com maior precisão a gravidade desses crimes.

A Polícia Federal reforça a importância da prevenção e orienta pais e responsáveis a acompanhar o uso da internet por crianças e adolescentes, como forma de reduzir riscos e proteger possíveis vítimas. O diálogo aberto sobre segurança no ambiente digital e a orientação para que crianças e adolescentes comuniquem situações suspeitas também são medidas importantes de proteção.

Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia

PF deflagra 7ª fase da Operação Compliance Zero em RO

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Ação apura suposto vazamento de informações sigilosas em Rondônia
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– Foto: Arquivo

Porto Velho/RO. A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (19/5), a 7ª fase da Operação Compliance Zero, com o objetivo de apurar suposto vazamento de informações sigilosas relacionadas à investigação.

Na ação, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão, além de medidas cautelares diversas da prisão, entre elas a suspensão do exercício da função pública do policial federal supostamente envolvido na prática do crime.

As medidas foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal.

Coordenação-Geral de Comunicação Social da Polícia Federal

Mapa e Polícia Civil apreendem milhares de bebidas falsificadas

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Ao todo, cerca de 8,4 mil garrafas de vinho irregular, dos tipos Bordô e Niágara, acondicionadas em caixas com seis unidades de dois litros cada, foram apreendidas.
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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) participou, na última terça-feira (13), de uma operação conjunta com a Polícia Civil do Paraná (PCPR) que resultou na apreensão de milhares de garrafas de bebidas com indícios de irregularidade e falsificação, em Curitiba.

A ação foi conduzida pelo Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal do Paraná (Sipov/PR) e pelo Programa de Vigilância em Defesa Agropecuária para Fronteiras Internacionais (Vigifronteiras), com apoio da Vigilância Sanitária Municipal de Curitiba, da Receita Estadual do Paraná e da Secretaria Municipal de Urbanismo. O alvo da operação foi um barracão utilizado como centro de armazenamento e distribuição de bebidas suspeitas de abastecer comércios e eventos na capital e na região metropolitana.

Durante a fiscalização, auditores fiscais federais agropecuários inspecionaram todas as bebidas armazenadas no estabelecimento, com base na legislação federal que regula a produção, a comercialização e a rotulagem de vinhos e bebidas em geral. Foram encontrados vinhos classificados como “vinho colonial” sem registro no Mapa e sem informações obrigatórias nos rótulos, como composição, lote, validade, marca e rastreabilidade. Também não foram apresentadas notas fiscais de aquisição dos produtos.

O Mapa é o órgão responsável pelo registro e pela fiscalização dos estabelecimentos produtores de bebidas no Brasil. Toda bebida comercializada no país deve ser produzida por estabelecimento previamente registrado no Ministério, e os rótulos devem conter o número de registro no órgão. A exigência também se aplica aos produtos coloniais e artesanais.

Ao todo, foram apreendidas cerca de 8,4 mil garrafas de vinho irregular, dos sabores Bordô e Niágara, acondicionadas em caixas com seis unidades de dois litros cada. A ausência de identificação e rastreabilidade impede a verificação da origem e da qualidade das bebidas, representando risco à saúde pública.

A operação também identificou diversas garrafas de cerveja com fortes indícios de falsificação. Entre as irregularidades constatadas estavam rótulos mal colados, presença de bolhas e rugosidades, ausência de lote e validade, além de características incompatíveis com os padrões industriais das marcas envolvidas. A quantidade de cervejas suspeitas de falsificação ainda está sendo apurada pelas autoridades.

A análise contou com a participação técnica de representante da Associação Brasileira de Combate à Falsificação (ABCF). Amostras das bebidas foram coletadas e encaminhadas ao Instituto de Criminalística da Polícia Civil do Paraná para elaboração de laudo pericial oficial.

Um homem foi preso em flagrante durante a operação e poderá responder pelos crimes de falsificação de produtos destinados ao consumo, receptação qualificada e crimes contra as relações de consumo.

Os produtos permanecem apreendidos sob responsabilidade da autoridade policial, e eventual destruição dependerá de autorização judicial.

O Mapa destaca que a fiscalização de bebidas é fundamental para proteger a saúde do consumidor, garantir a qualidade dos produtos comercializados e combater a concorrência desleal. A atuação integrada entre os órgãos públicos reforça o compromisso institucional no enfrentamento à comercialização de bebidas clandestinas ou falsificadas no Brasil.

Informações à imprensa
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Carreta Roda Hans leva atendimento especializado em hanseníase aos municípios de Rondônia

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Rondônia receberá, entre os dias 18 de maio e 12 de junho, a Carreta da Saúde da Hanseníase, por meio do projeto Roda-Hans. O projeto itinerante levará atendimento especializado, com foco no diagnóstico precoce e no acompanhamento dos casos da doença nos municípios do estado. A ação é coordenada pela Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa/RO) em parceria com o Ministério da Saúde e os municípios participantes.

A iniciativa tem o objetivo de ampliar o diagnóstico precoce da hanseníase, fortalecer o acompanhamento e qualificar profissionais da atenção primária à saúde. A carreta conta com 5 consultórios equipados para atendimentos clínicos e ações voltadas à identificação de casos suspeitos da doença.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, destacou que a ação fortalece o acesso à saúde e leva atendimento especializado às regiões do estado. “Iniciativas itinerantes como essa ampliam a capacidade de diagnóstico, garantem atendimento mais próximo da população e contribuem para o enfrentamento da doença.”

De acordo com o diretor-geral da Agevisa/RO, Gilvander Gregório de Lima, o projeto reforça as estratégias de vigilância e controle da doença no estado. “A carreta permite aproximar os serviços de saúde da população, garantindo diagnóstico precoce, tratamento oportuno e capacitação das equipes de saúde para fortalecer o combate à hanseníase”, reforçou.

ATENDIMENTOS

Atendimentos serão destinados às pessoas identificadas durante a busca ativa, pacientes já diagnosticados e demanda espontânea

Os atendimentos serão destinados às pessoas identificadas durante a busca ativa, contatos de pacientes já diagnosticados e, também à demanda espontânea, ampliando o acesso da população aos serviços especializados.

A coordenadora estadual da Hanseníase da Agevisa/RO, Carmelita Ribeiro, explicou que a ação envolve a busca ativa de casos suspeitos antes mesmo da chegada da carreta aos municípios. “Os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) que atuam na Estratégia Saúde da Família realizam visitas e aplicam questionários para identificar sinais e sintomas da doença, permitindo que os pacientes já cheguem encaminhados para avaliação especializada.”

CAPACITAÇÃO

Além dos atendimentos à população, o projeto também promove capacitação teórica e prática para médicos, enfermeiros e profissionais da saúde dos municípios participantes. As atividades incluem aulas teóricas e atendimento prático dentro da própria carreta, fortalecendo a rede de diagnóstico e assistência à hanseníase.

MUNICÍPIOS ATENDIDOS 

A carreta percorrerá os municípios de Vilhena, Chupinguaia, Presidente Médici, Alvorada do Oeste, Ouro Preto do Oeste, Porto Velho e o distrito de Vista Alegre do Abunã. A ação conta com apoio do Ministério da Saúde, profissionais parceiros e equipes municipais de saúde.

A hanseníase tem cura e o tratamento é oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A Agevisa/RO reforça que o diagnóstico precoce é fundamental para evitar complicações, interromper a transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes

Rondônia mantém mais de 2,5 mil vagas abertas e amplia geração de empregos em todas as regiões do estado

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O mercado de trabalho em Rondônia segue aquecido e com oportunidades disponíveis em diversas áreas profissionais. Atualmente, a plataforma estadual contabiliza 2.549 vagas abertas em todo o estado, sendo 66 destinadas à modalidade Jovem Aprendiz, reforçando o avanço da empregabilidade e o fortalecimento da economia rondoniense.

Os dados atualizados até o dia 15 de maio, mostram ainda, que mais de 7.252 empresas utilizam a plataforma do governo de Rondônia para recrutamento de profissionais, ampliando o acesso da população às oportunidades de trabalho em diferentes municípios.

Coordenado pela Secretaria de Estado da Mulher, da Família, da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), o Sistema Nacional de Emprego em Rondônia (Sine-RO) atua como ponte entre empresas e trabalhadores, facilitando contratações e promovendo inclusão produtiva.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, os números demonstram o fortalecimento da economia estadual e a confiança do setor produtivo. “Rondônia vive um momento de crescimento e geração de oportunidades. O governo trabalha para garantir que as vagas cheguem à população, promovendo dignidade, desenvolvimento econômico e mais qualidade de vida para os rondonienses”, destacou.

A secretária da Seas, Luana Rocha, ressaltou a importância da plataforma como ferramenta de conexão entre empregadores e trabalhadores. “A plataforma tem facilitado o acesso da população ao mercado de trabalho, aproximando empresas e candidatos de maneira rápida, prática e gratuita. Nosso compromisso é ampliar oportunidades e fortalecer a autonomia financeira das famílias rondonienses.”

NOVAS VAGAS 

Entre os dias 9 e 15 de maio, foram cadastradas 605 novas oportunidades de emprego em Rondônia, distribuídas em diferentes setores da economia.

  • Porto Velho liderou o volume semanal, com 266 vagas abertas, principalmente para vendedor (46); operador de caixa (22); atendente de lanchonete (18); repositor de mercadorias (14); e operador de telemarketing (11).
  • Ji-Paraná aparece em segundo lugar, com 125 vagas, impulsionadas pelas funções de vendedor interno (20); auxiliar de limpeza (15); auxiliar administrativo (10); costureiro na confecção em série (10); e atendente de balcão (9).
  • Cacoal registrou 89 oportunidades, com destaque para auxiliar de linha de produção (18); atendente de balcão (7); vendedor interno (6); operador de caixa (6); e repositor de mercadorias (5).

Também se destacaram os municípios de Vilhena, com 31 vagas; Ariquemes, com 23; Pimenta Bueno, com 17; além de Jaru e Rolim de Moura, ambos com 16 oportunidades cadastradas no período.

JOVEM APRENDIZ 

A modalidade Jovem Aprendiz segue fortalecendo o ingresso de adolescentes e jovens no mercado de trabalho, com 66 vagas disponíveis no estado. Já o módulo Geração Serviço, voltado aos trabalhadores autônomos e prestadores de serviço, contabiliza 6.537 usuários cadastrados, 3.330 contratantes e 1.871 ordens de serviço registradas.

ACESSO ÀS VAGAS

Os interessados podem acessar gratuitamente as oportunidades disponíveis por meio das plataformas digitais do governo de Rondônia:

Link para consultar as vagas: https://geracaoemprego.ro.gov.br/vagas-de-emprego?order_by=newest&application=geracaoemprego&page=1

Link para consultar as vagas de aprendiz: https://geracaoemprego.ro.gov.br/vagas-de-emprego?order_by=newest&application=geracaoemprego&job_type=Aprendiz&page=1

Com crescimento sólido e contínuo, Rondônia conquista a maior média de ganhos mensal da história

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Rondônia alcançou um patamar inédito em sua história: o rendimento médio mensal de todas as fontes da população do estado atingiu R$ 3.080. A informação faz parte do levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado este mês e revela um crescimento sólido e contínuo. Esse é o melhor desempenho da série histórica iniciada em 2012. No estado, a população nunca teve ganhos tão altos.

📈 A RENDA NÃO PARA DE CRESCER

Em apenas quatro anos, o rendimento médio saltou significativamente. Ele corresponde a todos os ganhos dos rondonienses divididos entre todos que têm rendimento.

O crescimento constante reflete o fortalecimento da economia local:

  • 2021: R$ 1.819
  • 2022: R$ 2.184
  • ​2023: R$ 2.471
  • 2024: R$ 2.743
  • 2025: R$ 3.080 🏆
(Evolução da renda de Rondônia – Todas as fontes)

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, o estado se tornou uma referência de prosperidade na Região Norte por combinar o trabalho dedicado dos rondonienses com um ambiente de oportunidades. ‘‘Essa evolução coloca o estado em uma posição de destaque, servindo de exemplo de como o investimento em produção e qualificação transforma a realidade salarial, gerando mais qualidade de vida’’, salientou .

Programa Vencer: Curso gratuito+ R$ 200 de auxílio + kit profissional

COMO RONDÔNIA EVOLUI

Nos últimos anos, o governo de Rondônia realizou uma temporada inédita de qualificação gratuita da população com cursos profissionais realizados pela Secretaria de Estado da Mulher, da Família, da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), por meio do programa Vencer.

O estado também expandiu o ensino profissionalizante, por meio do Instituto Estadual de Desenvolvimento da Educação Profissional (Idep), inclusive com a implantação das inéditas escolas móveis, estruturas de alta qualidade que percorrem os municípios levando oportunidade de uma vida melhor para todos.

Além disso, o governo de Rondônia investe impulsionando o empreendedorismo, facilitando a abertura e manutenção dos negócios e a geração de empregos. Segundo a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec), a união entre apoio aos negócios do campo e da cidade e a conquista de mais destinos para exportações criou um ciclo positivo, no qual o dinheiro circula e melhora a vida das famílias rondonienses.

QUEM GANHA MAIS NO NORTE?

Rondônia consolidou o segundo melhor rendimento médio mensal real da população residente com rendimento da Região Norte. Veja a média de ganhos em cada estado:

  1. Roraima: R$ 3.183
  2. RONDÔNIA: R$ 3.080
  3. Tocantins: R$ 2.984
  4. Amapá: R$ 2.857
  5. Amazonas: R$ 2.527
  6. Acre: R$ 2.438
  7. Pará: R$ 2.347

REPLETO DE OPORTUNIDADES

Rondônia também é um dos estados onde é mais fácil encontrar trabalho. O estado encerrou 2025 com a quarta menor taxa de desocupação do país (3,3%), empatado com o Espírito Santo, figurando entre o ‘‘G4’’ da empregabilidade nacional, ao lado de Mato Grosso (2,2%), Santa Catarina (2,3%) e Mato Grosso do Sul (3%).

Modelo brasileiro de banco de leite é o maior do mundo e une baixo custo e alta tecnologia

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No Dia Mundial da Doação de Leite Humano, país celebra gesto que beneficiou 4,1 milhões de recém-nascidos prematuros e de baixo peso nos últimos cinco anos
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Foto: Internet

Neste dia 19 de maio, Dia Mundial da Doação de Leite Humano o Ministério da Saúde reforça o chamado para ampliar a solidariedade em torno da rede de bancos de leite do SUS, que nos últimos cinco anos beneficiou 4,1 milhões de recém-nascidos prematuros e de baixo peso. O leite humano doado é essencial para fortalecer a imunidade, apoiar a recuperação clínica e contribuir para um desenvolvimento mais saudável dos bebês. O gesto de 3,6 milhões de mães doadoras, entre 2020 e 2025, atendeu outras 46,8 milhões de mulheres e mais de 4,2 milhões de litros de leite foram coletados no território nacional.

O modelo brasileiro é a maior rede de bancos de leite do mundo, unindo alta tecnologia e cuidado humanizado que hoje servem de referência internacional para países da América Latina, África e Europa. O sistema é reconhecido internacionalmente por unir baixo custo, alta tecnologia e cuidado humanizado no sistema público de saúde. “O Brasil é uma referência mundial e amamentar é um gesto que vai além da nutrição. É um ato de cuidado, vínculo e saúde, com impactos positivos para o bebê e a mãe”, reforça o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Atualmente, o Brasil mantém 239 Bancos de Leite Humano e 261 Postos de Coleta em todos os estados. Para fortalecer essa rede, o Ministério da Saúde instituiu, em 2024, a Rede Alyne, que reúne ações voltadas à redução da mortalidade materna e infantil e ao cuidado neonatal. No âmbito da iniciativa, foi criado um incentivo financeiro para qualificar os serviços de bancos de leite humano e ampliar a autossuficiência no atendimento neonatal. Desde então, já foram repassados R$ 93 milhões aos serviços em todo o país.

Solidariedade que nutre, vida que cresce

Neste ano, a campanha mundial de aleitamento adota o tema “Doação de Leite Humano: Solidariedade que nutre, vida que cresce”, escolhido em votação internacional com participação de 37 países e quase 10 mil votos registrados pela Rede Global de Bancos de Leite Humano (rBLH). A proposta vencedora é de autoria da profissional de enfermagem equatoriana, Rebeca Cadmelema Puyo, e simboliza uma mobilização coletiva em favor da vida e do cuidado neonatal.

A iniciativa também busca ampliar o número de novas doadoras e desmistificar a ideia de que é preciso produzir grandes volumes para doar. Dependendo da condição clínica e do peso do bebê, apenas 1 ml de leite humano já pode ser suficiente em cada refeição. Cada gota de leite humano doado pode fazer diferença na recuperação de recém-nascidos prematuros, transformando cuidado em esperança para outras famílias. Segundo dados do Sistema de Informação da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano (rBLH-BR), a cada 12 mulheres acompanhadas pelos Bancos de Leite Humano (BLH), uma se torna doadora.

Em diversas regiões do Brasil, a coleta pode ser realizada diretamente na casa da doadora, em alguns casos em parceria com os corpos de bombeiros ou outros serviços locais. Nos municípios em que não há coleta domiciliar, a mulher pode procurar o Banco de Leite Humano ou Posto de Coleta mais próximo para receber orientações sobre armazenamento e entrega do leite coletado.

Antes de chegar aos recém-nascidos internados nas Unidades Neonatais, o leite humano doado passa por rigorosos processos técnicos, biológicos e sanitários realizados pelos Bancos de Leite Humano. O fluxo inclui cadastro da doadora, recebimento e armazenamento do leite, seleção, classificação, pasteurização, controle de qualidade microbiológica e distribuição, conforme prescrição médica e/ou nutricional.

O incentivo à amamentação e à doação de leite humano também integra as estratégias de fortalecimento do cuidado materno-infantil no SUS. Neste mês, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou o lançamento da primeira versão digital da Caderneta Brasileira da Gestante, disponível no aplicativo Meu SUS Digital.

O documento fortalece o pré-natal e a linha de cuidado materno-infantil ao reunir, em um único ambiente, informações sobre gestação, parto, puerpério, vacinação, saúde mental, direitos das gestantes e orientações sobre amamentação e doação de leite humano. Também incorpora temas como luto materno e parental, violência obstétrica e enfrentamento das desigualdades.

Saiba mais sobre a nova campanha de doação de leite humano

Janaína Oliveira
Ministério da Saúde

INSS e Ministério das Mulheres articulam ações conjuntas para fortalecer políticas públicas

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Reunião em Brasília discute ampliação do acesso a benefícios previdenciários, entre outras ações conjuntas
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Nesta segunda-feira (18), a presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Ana Cristina Silveira, reuniu-se com a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, na sede do INSS, em Brasília. O encontro teve como objetivo a articulação de ações conjuntas voltadas ao fortalecimento das políticas públicas para as mulheres.

“Estamos trabalhando em parceria com o Ministério das Mulheres para construir soluções concretas, com alinhamento permanente e ações integradas, porque garantir informação, acesso a direitos e proteção previdenciária às mulheres exige atuação conjunta e compromisso com quem está na ponta”, enfatiza a presidente do INSS.

ㅤAs mulheres representam a maioria dos beneficiários do INSS – 56,4% do total. Entre as iniciativas para o público feminino, no mês de maio, o INSS realiza uma força-tarefa para analisar 61,6 mil pedidos de salário-maternidade pendentes há mais de 30 dias. Esse número corresponde a aproximadamente 32% do estoque desta espécie de benefício.

A iniciativa, que vai até o dia 22 de maio, busca ampliar o acesso a direitos previdenciários, além de reforçar a importância do salário-maternidade na garantia de segurança financeira durante o período após o nascimento ou a adoção.

ASCOM

PET Saúde incluirá educação profissional e tecnológica

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Portarias publicadas ampliam o alcance do Programa de Educação pelo Trabalho (PET) para a saúde e incluem agora a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica
PET Saúde incluirá educação profissional e tecnológica

Foto: Gescom

Os Ministérios da Educação (MEC) e da Saúde (MS) publicaram, nesta segunda-feira, 18 de maio, as Portarias nº 2/2026 e nº 3/2026, que alteram as regras do Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde (PET Saúde). Os normativos atualizam as Portarias Interministeriais MS/MEC nº 421 e nº 422/2010, respectivamente. A primeira instituiu o programa e a outra estabeleceu orientações е diretrizes técnico-administrativas para a execução do PET Saúde. O PET Saúde visa à qualificação da integração ensino-serviço-comunidade, aprimorando, em serviço, o conhecimento dos profissionais da saúde, bem como dos estudantes dos cursos de graduação na área da saúde.

Entre as principais mudanças no programa está a ampliação do público participante. De acordo com a Portaria nº 2/2026, o PET Saúde passa a incluir estudantes de cursos de educação profissional técnica de nível médio e de cursos de graduação e pós-graduação oferecidos pelas instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, de outras áreas de conhecimento, para o desenvolvimento de atividades na área da saúde.

A medida busca estimular a formação de profissionais e docentes de elevada qualificação técnica, científica, tecnológica e acadêmica, bem como a atuação profissional pautada pelo espírito crítico, pela cidadania e pela função social da educação profissional técnica e da educação superior. Tudo isso orientado pelo princípio da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, preconizado pelo MEC.

Outra mudança é a atualização das modalidades de bolsas oferecidas pelo programa. O texto prevê quatro categorias: iniciação ao trabalho, destinada a estudantes; tutoria, voltada a docentes; preceptoria, direcionada a profissionais dos serviços de saúde; e orientação de serviço, função ampliada exercida por trabalhadores da saúde e pessoas com experiência relacionada às temáticas do programa.

A proposta também detalha atribuições dos bolsistas e dos orientadores de serviço, incluindo a participação em atividades de ensino, pesquisa e extensão, publicação de trabalhos acadêmicos e atuação como mediadores entre instituições de saúde e comunidades locais.

Além disso, amplia o público-alvo e a definição de orientação de serviço no âmbito do PET Saúde, para incluir trabalhadores com experiência em áreas relacionadas às edições temáticas do programa, bem como estudantes da educação profissional técnica de nível médio da Rede Federal.

Execução do PET Saúde – Já a Portaria nº 3/2026 atualiza a estrutura de gestão e funcionamento do PET Saúde, com a ampliação da participação institucional e fortalecimento da articulação entre educação, serviços de saúde e sociedade civil.

Entre as mudanças, a norma passa a incluir formalmente as instituições da Rede Federal na estrutura do programa e prevê, ainda, a participação da sociedade civil organizada nos projetos do PET Saúde, por meio de representantes que atuarão como orientadores de serviço, conforme critérios definidos em edital.

O novo texto redefine a composição dos grupos PET Saúde, que passam a reunir tutores, preceptores, estudantes da educação profissional técnica de nível médio, graduação e pós-graduação da área da saúde, além de estudantes de outras áreas do conhecimento. O objetivo é fortalecer grupos de aprendizagem tutorial voltados a áreas estratégicas para o Sistema Único de Saúde (SUS).

A nova portaria também amplia a participação das secretarias finalísticas do MS na execução das edições temáticas do programa, em articulação com a Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde.

Outro ponto previsto é a possibilidade de essas secretarias administrarem o pagamento mensal das bolsas do PET Saúde, embora o processamento e a efetivação dos pagamentos continuem sob responsabilidade do MS.

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec)

Acordo entre MEC e MPA incentiva inclusão de pescado no Pnae

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Mobilização nacional fortalece pesca artesanal e amplia oferta de alimento nutritivo em escolas públicas por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar. 2026 é o Ano do Pescado na Alimentação Escolar no Brasil
Acordo entre MEC e MPA incentiva inclusão de pescado no Pnae

Foto: Ângelo Miguel/MEC

Com foco no fortalecimento da agricultura familiar, da pesca artesanal e da aquicultura familiar no contexto do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) deram início a uma mobilização nacional para ampliar a presença do pescado nas refeições oferecidas aos estudantes da rede pública brasileira. A iniciativa faz parte de um Acordo de Cooperação Técnica firmado entre os órgãos e estabelece 2026 como o Ano do Pescado na Alimentação Escolar.

A campanha faz parte de uma estratégia nacional voltada à ampliação do acesso de estudantes a alimentos nutritivos, à valorização da produção local e ao fortalecimento do desenvolvimento socioeconômico de comunidades pesqueiras e aquícolas em todo o país. A ação também dialoga com o Programa Povos da Pesca Artesanal, instituído pelo Decreto nº 11.626/2023, e está alinhada às diretrizes do Plano Nacional da Pesca Artesanal, reforçando a integração entre políticas públicas de alimentação escolar e desenvolvimento produtivo sustentável.

Uma pesquisa nacional realizada pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), entidade ligada ao MEC que executa o Pnae, aponta o potencial de ampliação do pescado na alimentação escolar pública brasileira. O levantamento ouviu 2.330 profissionais vinculados ao programa, entre nutricionistas responsáveis técnicos e merendeiras escolares de diferentes regiões do país.

Entre os nutricionistas responsáveis técnicos entrevistados, 64% afirmaram que o alimento ainda não é ofertado nas unidades escolares sob sua responsabilidade. Já entre as merendeiras escolares, esse percentual foi de 46%, evidenciando também diferenças de percepção entre o planejamento técnico dos cardápios e a rotina observada nas cozinhas das escolas.

Valor nutricional – A oferta de pescado na alimentação escolar é considerada uma estratégia relevante para qualificar o valor nutricional das refeições servidas nas escolas públicas. Segundo a nutricionista Jéssica Levy, doutora pela Faculdade de Saúde Pública da USP e pós-doutora pelo Instituto de Pesca da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, o pescado reúne nutrientes estratégicos para essa fase da vida e pode impactar diretamente o aprendizado escolar.

“O pescado reúne nutrientes essenciais para o crescimento físico, o desenvolvimento cognitivo e a formação de hábitos alimentares saudáveis desde a infância. Além de ser uma proteína de alto valor biológico, fornece micronutrientes importantes, como vitamina D, vitamina B12, iodo, selênio, ferro e zinco, fundamentais em uma fase marcada por intenso desenvolvimento físico e neurológico”, explica.

De acordo com a especialista, entre os nutrientes com maior impacto no desempenho escolar estão os ácidos graxos ômega-3 de cadeia longa, especialmente DHA e EPA, associados à memória, à atenção, à aprendizagem e ao desenvolvimento visual. “O DHA é componente estrutural das membranas neuronais e da retina. Evidências científicas mostram que sua ingestão adequada está relacionada ao melhor neurodesenvolvimento e ao desempenho cognitivo ao longo da infância e adolescência”, afirma Jéssica.

Economia local – Além dos benefícios nutricionais, a inclusão do alimento na alimentação escolar amplia possibilidades de comercialização para pescadores artesanais e aquicultores familiares, além de contribuir para sistemas alimentares mais sustentáveis e para valorização das tradições alimentares regionais.

Para o pescador da Cooperativa de Pesca Artesanal (COOPERPESCA), Denir de Jesus Júnior, o fornecimento para a alimentação escolar reforça o compromisso da categoria com a qualidade do alimento e com a preservação das espécies. “Fornecer pescado para a alimentação escolar é muito importante porque estamos oferecendo um alimento saudável, fresco e sem alterações. Trabalhamos com responsabilidade, respeitando as leis ambientais e os períodos de defeso e piracema, garantindo a proteção das espécies e a continuidade da pesca em nossa região”, informa.

Segundo ele, a venda para a alimentação escolar também fortalece as cadeias produtivas locais, ao oferecer segurança para o trabalho e a certeza de que os pescadores contribuem positivamente com sua comunidade.

Educação alimentar  A introdução de peixes na dieta escolar integra ações de Educação Alimentar e Nutricional voltadas à promoção de hábitos saudáveis desde a infância. No ambiente escolar, a oferta regular de pescado está associada à melhoria da qualidade global das refeições, ao aumento da densidade nutricional das dietas e ao fortalecimento da diversidade alimentar. Estudos indicam que crianças expostas a maior variedade de alimentos apresentam maior probabilidade de manter escolhas alimentares equilibradas ao longo da vida.

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do FNDE