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China suspende importação de produtos de origem animal

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Gana, Somália, Catar, Congo, Nigéria, Tanzânia, Egito, Bulgária, Timor-Leste e Eritreia, Palestina, Paquistão, Afeganistão, Nepal, Bangladesh e até a Alemanha foram afetados por uma nova medida restritiva relacionada à importação de produtos de origem animal, anunciada pela China.

A decisão foi tomada devido a surtos de doenças como varíola ovina, varíola caprina e febre aftosa, que têm atingido diversos países. Com isso, a China suspendeu a importação de ovinos, caprinos, aves e animais de dedos pares dessas nações.

A medida inclui tanto produtos processados quanto não processados e visa proteger a saúde pública e a qualidade dos alimentos consumidos no país. A Administração Geral de Alfândegas da China detalhou os países afetados e a extensão da proibição, que foi implementada após alertas da Organização Mundial da Saúde (OMS).

O impacto dessa decisão é significativo para o comércio internacional, especialmente para os países que dependem da China como destino para seus produtos agropecuários. A suspensão pode afetar tanto o mercado de carnes quanto o de produtos derivados de animais, com repercussões diretas no comércio global.

O Brasil não está entre as nações afetadas pelos surtos de doenças mencionados, mas a medida tem impacto indireto sobre o Brasil, já que a China é um dos principais destinos das exportações brasileiras de carne. A suspensão da importação de produtos de países afetados pode resultar em uma mudança nos fluxos comerciais internacionais, o que pode criar novas oportunidades ou até aumentar a demanda por carne brasileira, já que o Brasil tem um sistema de controle sanitário considerado rigoroso.

É importante frisar que o Brasil mantém um programa de vigilância e controle sanitário muito eficiente, com o objetivo de evitar surtos de doenças animais que possam afetar as exportações. Apesar de a medida atual não atingir diretamente o Brasil, o mercado global de carnes pode sofrer alterações, o que exige atenção do setor agropecuário brasileiro, que deve continuar investindo em qualidade e segurança para consolidar sua posição como um dos maiores exportadores de carne do mundo.

Dessa forma, o Brasil não corre o risco imediato de ser afetado por essa proibição, mas é sempre importante que o país siga monitorando os surtos internacionais e mantenha seus altos padrões de segurança alimentar para garantir que sua produção e exportação não sejam comprometidas no futuro.

 

PensarAgro

Prefeito Leo Morais anuncia suspensão de 15 radares e anulação de multas em Porto Velho

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Prefeitura de Porto Velho anunciou, nesta segunda-feira (27), a suspensão imediata do funcionamento de 15 radares instalados em vias públicas da capital. As multas aplicadas pelos dispositivos desde o início de sua operação, em 26 de dezembro de 2024, também serão anuladas. A decisão foi tomada após a identificação de falhas no processo de instalação e na comunicação com os motoristas, além da necessidade de ajustes nos limites de velocidade e nos próprios equipamentos.

De acordo com a Secretaria Municipal de Trânsito, Mobilidade e Transportes (Semtran), os radares ficarão inoperantes enquanto são realizados estudos técnicos para adequação dos limites de velocidade e calibração dos dispositivos. A pasta destacou que, durante a instalação dos equipamentos, não foram realizadas campanhas educativas ou orientações adequadas aos condutores, o que resultou em multas aplicadas de forma considerada injusta pela administração municipal.

Falta de informação gerou multas e insatisfação
A Semtran reconheceu que a desinformação sobre a instalação dos radares e a ausência de avisos claros sobre as mudanças nos limites de velocidade contribuíram para a aplicação de multas a motoristas que não tiveram tempo hábil para se adaptar às novas regras. Além disso, a secretaria informou que está em andamento um processo de revisão dos limites de velocidade nas vias onde os radares foram instalados, visando reduzir os congestionamentos que têm sido frequentes nessas áreas.

Locais com radares suspensos
A operação dos radares foi suspensa nos seguintes pontos:

  • Avenida Prefeito Chiquilito Erse com avenida José Vieira Caúla;
  • Avenida Prefeito Chiquilito Erse com avenida Imigrante;
  • Avenida Prefeito Chiquilito Erse com avenida Calama;
  • Avenida Prefeito Chiquilito Erse com avenida Rio de Janeiro;
  • Avenida Pinheiro Machado com avenida Presidente Dutra;
  • Avenida Mamoré com avenida Rio de Janeiro;
  • Avenida Guaporé com avenida Amazonas;
  • Avenida Campos Sales com avenida Jatuarana;
  • Avenida Amazonas com avenida Mamoré;
  • Avenida Raimundo Cantuária com rua Buenos Aires;
  • Avenida Governador Jorge Teixeira com avenida Raimundo Cantuária;
  • Avenida Governador Jorge Teixeira com avenida Amazonas;
  • Avenida Duque de Caxias com avenida Marechal Deodoro;
  • Avenida Abunã com avenida Brasília;
  • Avenida Sete de Setembro com rua Rafael Vaz e Silva.

A prefeitura não informou prazo para a conclusão dos estudos e a possível reativação dos equipamentos. Enquanto isso, os motoristas poderão circular pelos locais sem o risco de serem multados pelos radares suspensos.

Reação da população
A decisão de suspender os radares e anular as multas foi bem recebida por muitos motoristas, que criticavam a falta de transparência no processo de instalação dos equipamentos. “Foi uma medida justa. Muitos de nós fomos pegos de surpresa e multados sem saber das mudanças”, afirmou um motorista que preferiu não se identificar.

Enquanto os ajustes são realizados, a população aguarda para saber se os radares retornarão com novas regras ou se serão definitivamente desativados. Por enquanto, a ordem é dirigir com atenção, mas sem o temor de ser multado por esses 15 dispositivos.

Porto Velho decreta Situação de Emergência na Saúde Pública diante de colapso iminente

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O anúncio foi realizado no prédio do Relógio, sede da Prefeitura de Porto Velho.A Prefeitura de Porto Velho anunciou, na tarde desta segunda-feira (27), a decretação de Situação de Emergência na Saúde Pública, por meio do Decreto Nº 20.763. A medida, considerada extrema, foi tomada diante de um cenário crítico que já deixa mais de 70 mil pessoas sem atendimento básico e ameaça o colapso total dos serviços essenciais de saúde no município.

O decreto foi embasado em um relatório técnico da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), que desde o início do ano vem alertando para a gravidade da situação. O documento aponta uma desassistência generalizada, com filas de espera que chegam a até quatro anos para consultas em especialidades como cardiologia, psicologia e fonoaudiologia, além da indisponibilidade de exames essenciais, como tomografia, mamografia e radiologia contrastada.

Cenário crítico e números alarmantes

O relatório da Semusa detalha os principais problemas que levaram à crise:

  • Falta de servidores e equipamentos: Cinco unidades de saúde, incluindo as unidades Manoel Amorim de Matos e Três Marias, estão com serviços prejudicados, impactando diretamente mais de 70 mil pessoas.
  • Filas de espera: Cerca de 23 mil pacientes aguardam por consultas especializadas, com tempos de espera que podem se estender por anos.
  • Exames indisponíveis: A falta de exames cruciais, como mamografia e tomografia, dificulta o diagnóstico precoce de doenças graves, incluindo o câncer.
  • Déficit de profissionais: Há uma carência de 584 servidores, número que pode aumentar com o vencimento de contratos emergenciais nos próximos meses.
  • Desabastecimento: A escassez de insumos, medicamentos básicos e até testes de Covid-19 agrava ainda mais a situação.

Medidas emergenciais

Em coletiva de imprensa, o prefeito Léo Moraes afirmou que a decretação da Situação de Emergência permitirá a adoção de medidas rápidas e extraordinárias para conter o agravamento da crise. “Estamos diante de um cenário extremamente delicado, e essa medida é necessária para garantir o atendimento que a população de Porto Velho merece”, declarou.

Entre as ações previstas estão:

  • Contratação emergencial de profissionais de saúde;
  • Aquisição imediata de insumos e medicamentos;
  • Reestruturação das unidades de saúde inoperantes;
  • Criação de uma Comissão de Crise para coordenar os esforços e monitorar a execução das medidas.

Impacto na população

Moradores de Porto Velho têm relatado dificuldades crescentes para acessar os serviços de saúde. Maria Silva, de 58 anos, espera há mais de dois anos por uma consulta com um cardiologista. “Estou desesperada. Minha saúde piora a cada dia, e não consigo atendimento”, desabafa.

Já João Santos, de 45 anos, enfrenta a falta de exames para diagnosticar uma possível neoplasia. “Sem a tomografia, os médicos não podem confirmar o que tenho. É uma angústia sem fim”, relata.

Próximos passos

A Comissão de Crise, que será formada nos próximos dias, terá a missão de coordenar as ações emergenciais e garantir a transparência no uso dos recursos. A expectativa é que, com a decretação da emergência, o município consiga agilizar processos burocráticos e destravar investimentos urgentes.

Enquanto isso, a população de Porto Velho aguarda ansiosa por soluções que possam reverter um dos piores cenários da saúde pública na história da cidade.

 

Rio de Janeiro registra primeira morte por dengue em 2025 e alerta para prevenção contra o Aedes aegypti

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Rio de Janeiro confirmou, nesta segunda-feira (27), a primeira morte por dengue neste ano. A vítima é um homem de 38 anos, morador de Campo Grande, na zona oeste da capital. O caso acende um alerta para a população e autoridades de saúde, que reforçam a importância de medidas preventivas contra o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.

A Secretaria Municipal de Saúde divulgou os resultados do primeiro Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) de 2025, realizado entre os dias 6 e 10 de janeiro. Mais de 2 mil agentes de vigilância em saúde inspecionaram 102.316 imóveis em toda a cidade, coletando amostras que foram analisadas pelo laboratório de entomologia. O estudo revelou uma leve melhora no índice de infestação, que passou de 0,79% no mesmo período de 2024 para 0,74% em 2025. Apesar da redução, a situação ainda exige atenção, especialmente em áreas classificadas como de alerta e risco.

Dos 247 estratos analisados, 178 apresentaram índices satisfatórios (menores que 1%), enquanto 64 estão em alerta (1% a 3,9%) e cinco em situação de risco (acima de 3,9%). As regiões centrais e da zona oeste concentram as áreas mais críticas, onde a proliferação do mosquito preocupa as autoridades.

Focos de proliferação e medidas de prevenção

O levantamento identificou que os principais focos de reprodução do Aedes aegypti estão em depósitos móveis, como vasos de plantas, pingadeiras, recipientes de degelo de geladeiras, bebedouros e pequenas fontes ornamentais, que representam 29,8% dos locais com água parada. Ralos também foram apontados como pontos críticos, exigindo limpeza semanal, vedação ou telagem para evitar a proliferação do mosquito.

O secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, destacou a importância do engajamento da população no combate à dengue. “Embora tenhamos registrado uma melhora em relação ao ano passado, ainda existem áreas da cidade que requerem atenção especial. É essencial que todos continuem tomando os cuidados necessários, como eliminar água parada e manter os recipientes limpos”, afirmou.

Soranz também reforçou a campanha de vacinação contra a dengue para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, grupo prioritário na estratégia de imunização. “Convocamos pais e responsáveis a levarem seus filhos às unidades de saúde para se vacinarem. A prevenção é a melhor forma de evitar novos casos e mortes”, completou.

Dengue no Rio: um desafio contínuo

A dengue é uma doença endêmica no Rio de Janeiro, com picos de transmissão durante o verão, período marcado por chuvas e temperaturas elevadas, condições ideais para a reprodução do Aedes aegypti. Apesar dos esforços do poder público, a participação da população é fundamental para reduzir os índices de infestação e evitar surtos.

A Secretaria de Saúde realiza o LIRAa quatro vezes ao ano, monitorando as áreas de maior circulação do mosquito e os tipos de depósitos mais comuns. Esses dados permitem direcionar ações de prevenção e conscientização, além de alertar a população sobre os riscos de água parada.

Enquanto a cidade comemora a redução no índice de infestação, a primeira morte do ano serve como um alerta para que os cuidados não sejam negligenciados. A dengue é uma doença grave, que pode evoluir para complicações e até óbitos, especialmente em grupos mais vulneráveis. A prevenção, portanto, continua sendo a melhor arma no combate ao mosquito e às doenças por ele transmitidas.

Governo Lula autoriza grupo bilionário a explorar terras indígenas sem licitação, segundo denúncia

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Um memorando de entendimento assinado pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com a multinacional Ambipar, uma empresa bilionária de gestão ambiental, está gerando polêmica. O acordo, firmado em Davos, na Suíça, durante o Fórum Econômico Mundial, permitiria à empresa administrar serviços em terras indígenas, que correspondem a cerca de 1 milhão de quilômetros quadrados, ou 14% do território nacional. A informação foi divulgada pelo jornalista Cláudio Dantas, que apontou a ausência de consulta pública, processo de licitação ou análise do Congresso Nacional para a formalização do documento.

O memorando foi assinado pelo Ministério dos Povos Indígenas, liderado pela ministra Sônia Guajajara, em conjunto com a Ambipar, empresa brasileira que atua globalmente em soluções ambientais e de emergência. O acordo prevê a atuação da empresa em áreas como gestão de resíduos, logística reversa e outros serviços ambientais em territórios indígenas. No entanto, a falta de transparência no processo e a ausência de participação das comunidades indígenas na discussão têm levantado críticas de especialistas e entidades ligadas à causa indígena.

Assinatura em Davos gera questionamentos

A assinatura do memorando em Davos, durante um evento internacional que reúne grandes corporações e líderes globais, chamou a atenção pela falta de divulgação prévia e pela ausência de debates públicos sobre o tema. De acordo com Cláudio Dantas, o acordo foi firmado sem a realização de licitação, o que contraria as normas de transparência e competitividade exigidas para contratos públicos no Brasil. Além disso, o Congresso Nacional não foi consultado sobre o tema, o que levanta dúvidas sobre a legalidade do processo.

A exploração de terras indígenas por empresas privadas é um tema sensível, especialmente em um governo que se elegeu com a promessa de fortalecer os direitos dos povos originários e proteger o meio ambiente. A Ambipar, por sua vez, é uma das maiores empresas do setor ambiental no país, com operações em mais de 40 países e uma valorização bilionária no mercado.

Reações e preocupações

A notícia do memorando gerou reações imediatas de organizações indígenas e ambientalistas, que criticaram a falta de diálogo com as comunidades afetadas. “É inaceitável que um acordo dessa magnitude seja feito sem a participação dos povos indígenas, que são os principais interessados e afetados por essa decisão”, afirmou um representante da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib).

Além disso, especialistas em direito ambiental e constitucional questionam a legalidade do acordo, já que a Constituição Federal estabelece que as terras indígenas são bens da União e destinadas à posse permanente dos povos originários. Qualquer atividade econômica nesses territórios deve, em tese, ser previamente discutida e aprovada pelas comunidades indígenas.

O que diz o governo e a Ambipar

Até o momento, o Ministério dos Povos Indígenas não se pronunciou oficialmente sobre o memorando. Já a Ambipar emitiu uma nota afirmando que o acordo tem como objetivo “promover a sustentabilidade e o desenvolvimento de soluções ambientais em parceria com as comunidades indígenas”, mas não detalhou como será feita a consulta aos povos originários ou se haverá compensações financeiras para as comunidades.

Próximos passos

O caso deve ser levado ao Congresso Nacional, onde deputados e senadores podem exigir explicações do governo sobre os termos do acordo e a legalidade do processo. Enquanto isso, organizações indígenas e entidades da sociedade civil prometem pressionar por mais transparência e pela garantia dos direitos das comunidades afetadas.

A situação expõe um dilema no governo Lula, que busca equilibrar a atração de investimentos privados com a promessa de proteger os povos indígenas e o meio ambiente. O desfecho desse caso poderá definir os rumos da política indigenista no país nos próximos anos.

Segunda Sessão Extraordinária da Câmara Municipal de Cacoal debate projetos de impacto para o município

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1.º – EXPEDIENTE:

A sessão foi aberta com a leitura, apreciação e votação da ata da sessão anterior, conforme previsto no regimento interno. Esse procedimento, de caráter obrigatório, assegura a continuidade dos trabalhos legislativos e a regularidade dos atos deliberativos da Câmara.

2.º – ORDEM DO DIA:

A pauta principal da sessão concentrou-se na votação de quatro projetos de lei, todos de grande relevância para a população cacoalense. Os vereadores debateram e votaram as seguintes propostas:

Projeto de Lei Ordinária n. 01: “Institui o Programa ‘Cacoal Rota da Justiça’ no âmbito do município de Cacoal e dá outras providências.”

Este projeto tem como objetivo instituir um programa que promova o acesso à justiça e à cidadania no município. A iniciativa visa facilitar a resolução de conflitos e o atendimento jurídico à população, especialmente às comunidades mais vulneráveis. O programa prevê parcerias com órgãos públicos e entidades da sociedade civil, fortalecendo a rede de proteção e garantia de direitos.

Projeto de Lei Ordinária n. 02: “Abertura de crédito especial no valor de R$ 2.222.000,00 para a Secretaria Municipal de Educação (SEMED).”

A proposta autoriza a abertura de crédito especial no valor de R$ 2.222.000,00 para a Secretaria Municipal de Educação (SEMED). Os recursos serão destinados a investimentos em infraestrutura escolar, capacitação de profissionais da educação e aquisição de materiais didáticos. A medida busca elevar a qualidade do ensino público no município, garantindo melhores condições de aprendizagem para os estudantes.

Projeto de Lei Ordinária n. 03: “Dispõe sobre a prorrogação do prazo disposto no art. 5º da Lei 5.149/PMC/2023, que autoriza o Poder Executivo a instituir tarifa zero para o transporte coletivo urbano no município e dá outras providências.”

Este projeto propõe a prorrogação do prazo para a manutenção da tarifa zero no transporte coletivo urbano, medida que já beneficia milhares de cidadãos. A iniciativa visa garantir a mobilidade urbana e reduzir os custos de deslocamento para a população, especialmente para trabalhadores e estudantes. A tarifa zero é considerada uma política pública essencial para a inclusão social e o desenvolvimento econômico do município.

Projeto de Lei Ordinária n. 04: “Institui o Programa de Inclusão Social Universidade para Todos – Faculdade da Prefeitura e dá outras providências.”

O projeto cria o Programa de Inclusão Social Universidade para Todos, que oferece oportunidades de acesso ao ensino superior gratuito por meio da Faculdade da Prefeitura. A iniciativa tem como objetivo promover a qualificação profissional e a redução das desigualdades sociais, garantindo que mais cidadãos tenham acesso à educação de qualidade. O programa representa um avanço significativo na política educacional do município.

Considerações Finais:

A Segunda Sessão Extraordinária da Câmara Municipal de Cacoal destacou-se pelo compromisso dos vereadores com o desenvolvimento integral do município. Os projetos de lei discutidos e votados refletem as demandas da população e representam avanços em áreas estratégicas, como justiça, educação, mobilidade urbana e inclusão social.

A próxima sessão promete dar continuidade aos trabalhos legislativos, com novas propostas e debates em prol do bem-estar da comunidade cacoalense. A Câmara Municipal reafirma, assim, seu papel fundamental na construção de políticas públicas que atendam às necessidades da população.

Local: Palácio Catarino Cardoso dos Santos, Cacoal
Data: 27 de janeiro de 2025

Quatro deputados de Rondônia ainda não assinaram pedido de impeachment de Lula por pedaladas fiscais

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Enquanto o debate sobre as pedaladas fiscaisdurante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva avança no Congresso Nacional, quatro deputados federais de Rondônia chamam a atenção por ainda não terem se posicionado formalmente sobre o pedido de impeachment relacionado ao caso. Os parlamentares Maurício Carvalho, Lucio Mosquini, Fernando Máximo e Lebrão seguem sem assinar a proposta, que tem como pano de fundo as supostas irregularidades fiscais no programa Pé-de-Meia.

As pedaladas fiscais referem-se a manobras contábeis realizadas pelo governo federal, que consistiam em atrasar repasses a bancos públicos para cobrir gastos, prática considerada irregular pelo Tribunal de Contas da União (TCU). O programa Pé-de-Meia, criado para incentivar a permanência de jovens no campo, foi um dos alvos dessas manobras, segundo críticos.

Apesar da pressão de grupos políticos e da opinião pública, os quatro deputados de Rondônia ainda não aderiram ao pedido de impeachment de Lula. A hesitação dos parlamentares tem sido alvo de questionamentos, tanto por parte de colegas do Congresso quanto por setores da sociedade que cobram um posicionamento claro sobre o tema.

Especialistas em política avaliam que a postura dos deputados pode estar relacionada a estratégias partidárias ou à espera de um alinhamento interno dentro de suas respectivas bancadas. Enquanto isso, defensores do impeachment argumentam que a medida é necessária para garantir a responsabilização por eventuais irregularidades cometidas durante o governo Lula.

Por outro lado, críticos do pedido de impeachment afirmam que a iniciativa é motivada mais por interesses políticos do que por questões jurídicas, destacando que o ex-presidente já foi absolvido em outros processos e que o caso das pedaladas fiscaisnão configura crime de responsabilidade.

A população de Rondônia, assim como a de todo o país, aguarda com atenção o desenrolar do caso. Enquanto isso, os quatro deputados do estado seguem sob pressão para definir seu posicionamento, em um debate que promete continuar a polarizar o cenário político nacional.

Energisa deixa meios de comunicação sem energia por mais de 40 horas em Cacoal

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Energisa Deixa Meios de Comunicação sem Energia por Mais de 40 Horas em Cacoal
Cacoal, RO – A falta de energia elétrica afetou seis veículos de imprensa e órgãos públicos no Morro da Embratel, em Cacoal, por mais de 40 horas. O problema começou na sexta-feira, às 23 horas, quando um fusível caiu na alta tensão.

A Energisa, responsável pela distribuição de energia elétrica na região, foi acionada, mas não tomou nenhuma medida para resolver o problema em tempo hábil. Após várias chamadas e reclamações, a empresa não forneceu nenhuma resposta satisfatória.

“A falta de energia elétrica prejudicou significativamente o nosso trabalho”, disse um representante de um dos veículos de imprensa afetados. “Nós não conseguimos transmitir nossos programas e notícias, o que causou um grande prejuízo para a nossa empresa.”

A falta de atenção da Energisa para com os meios de comunicação e órgãos públicos é um problema recorrente na região. “Nós já tivemos problemas semelhantes no passado”, disse outro representante. “É preciso que a Energisa tome medidas para melhorar a sua infraestrutura e atendimento ao cliente.”

Além disso, o local também é responsável por gerar internet para vários provedores, que também estão sendo prejudicados pela falta de energia. “A falta de energia afeta não apenas os meios de comunicação, mas também a conectividade da região”, disse um representante de um provedor de internet.

É importante notar que essa não é a primeira vez que o problema ocorre. Segundo os moradores e empresários da região, a falta de energia ocorre pelo menos duas vezes por mês, causando prejuízos significativos para as empresas e residências afetadas.

Reivindicações
Os meios de comunicação, órgãos públicos e provedores de internet afetados pela falta de energia elétrica reivindicam:

– Mais atenção e prioridade da Energisa para com os meios de comunicação, órgãos públicos e provedores de internet;
– Melhoria da infraestrutura de energia elétrica na região;
– Treinamento e capacitação dos funcionários da Energisa para lidar com situações de emergência;
– Compensação pelos prejuízos causados pela falta de energia.

A falta de energia elétrica afetou significativamente os meios de comunicação, órgãos públicos e provedores de internet em Cacoal. A Energisa precisa tomar medidas para melhorar a sua infraestrutura e atendimento ao cliente, especialmente em situações de emergência. É preciso que a empresa priorize os meios de comunicação, órgãos públicos e provedores de internet, garantindo que eles possam funcionar de forma eficiente e sem interrupções.

Bebê prematuro de 25 semanas é salvo em parto histórico no Materno Infantil de Cacoal

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O Hospital Materno Infantil de Cacoal, em Rondônia, celebrou um marco histórico nesta semana com o parto de emergência de um bebê prematuro extremo, nascido com apenas 25 semanas de gestação. A mãe, uma gestante de Rolim de Moura, foi atendida pela equipe do hospital, que realizou um trabalho exemplar para garantir a sobrevivência do recém-nascido. Este é o primeiro caso de um bebê nascido vivo com apenas 25 semanas na unidade, um feito que enche de orgulho toda a equipe e a comunidade.

O prefeito de Cacoal, Adailton Fúria, parabenizou a equipe do Materno Infantil pelo excelente trabalho. “Quero registrar aqui o meu reconhecimento e gratidão à equipe do Materno Infantil de Cacoal por mais essa conquista. Salvar a vida de um bebê prematuro de 25 semanas é um exemplo do compromisso e da dedicação desses profissionais. Estamos investindo para que nossa maternidade continue sendo referência na região”, afirmou o prefeito.

O sucesso no atendimento ao bebê prematuro foi possível graças à atuação de uma equipe multiprofissional altamente capacitada, composta por médicos, enfermeiros, técnicos e outros profissionais, que trabalharam de forma integrada e dedicada. Além disso, os investimentos recentes em estrutura e tecnologia no hospital têm sido fundamentais para garantir resultados como esse.

O Materno Infantil de Cacoal reforça sua posição como uma das melhores maternidades públicas da região Norte, oferecendo atendimento de qualidade e salvando vidas. Este caso é um exemplo de superação, dedicação e excelência no serviço público de saúde.

Parabéns à equipe do Materno Infantil de Cacoal por mais uma conquista que inspira e transforma vidas!

 

Equipe do Unidos pelo Bem realiza mais uma ação do Lacre Solidário em Cacoal

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Na manhã deste sábado, a equipe do projeto Unidos pelo Bem esteve novamente mobilizada na campanha Lacre Solidário, que transforma materiais recicláveis, como lacres de latinhas, em equipamentos de mobilidade para pessoas que precisam desse tipo de apoio.

A ação aconteceu na sede da associação, localizada na Rua Raimundo Faustino Filho, 4359, em Cacoal. Segundo o presidente da Unidos pelo Bem, Gilmar Martins, a iniciativa vai muito além da arrecadação de lacres. “O que fazemos aqui vai além de recolher lacres. É sobre transformar vidas, dar dignidade e mobilidade a pessoas que muitas vezes não têm acesso a esses recursos. Cada lacre recolhido é um passo para mudar uma história,” afirmou.

O dia foi marcado pela energia contagiante dos voluntários, que trabalharam com entusiasmo na separação e organização dos materiais. “Participar dessa ação é uma experiência que nos conecta ao verdadeiro sentido de comunidade. É gratificante ver tantas pessoas unidas por um objetivo tão nobre,” ressaltou Gilmar.

O Lacre Solidário já beneficiou diversas pessoas na região, proporcionando mais acessibilidade e qualidade de vida. A equipe do Unidos pelo Bem reforça o convite à população para contribuir juntando lacres de alumínio e entregando nos pontos de coleta da associação.