Investimento conta com emenda parlamentar do deputado Ezequiel Neiva com contrapartida da Prefeitura de Vilhena.
Foi assinada a ordem de serviço para a construção de três campos de futebol soçaite com grama sintética na cidade de Vilhena, em mais um importante passo para o desenvolvimento da infraestrutura esportiva no município. A assinatura ocorreu no gabinete da prefeitura e contou com a participação do deputado estadual Ezequiel Neiva (União Brasil), do prefeito Delegado Flori (Podemos), e dos vereadores Nego (Podemos) e Jander Rocha (Podemos).
O investimento conta com o valor de R$ 857.953,03, oriundo de emenda parlamentar do deputado Ezequiel Neiva, que foi somado ao valor de R$ 250 mil de contrapartida da prefeitura municipal. As novas instalações serão localizadas nos bairros Marcos Freire, Assosete e São José, proporcionando aos moradores dessas regiões acesso a espaços de lazer e prática esportiva.
O deputado estadual Ezequiel Neiva ressaltou a importância do projeto para a juventude vilhenense. "Este é um investimento que chega para proporcionar mais qualidade de vida e bem-estar aos jovens do município. São três campos de futebol soçaite, com grama sintética, oferecendo uma oportunidade única para nossos garotos praticarem esporte com conforto e segurança, destacou.
O prefeito Delegado Flori também valorizou o apoio do deputado e os esforços da equipe para viabilizar o projeto. "Essa é mais uma excelente notícia para nossa cidade. A parceria com o deputado Ezequiel Neiva, que tem se mostrado um verdadeiro aliado de Vilhena, e o empenho dos nossos vereadores, têm sido essenciais para trazer melhorias concretas para o município, afirmou Flori.
Ezequiel Neiva reforçou o esforço conjunto da prefeitura e da equipe técnica para resolver as pendências do processo licitatório. "Os recursos para a construção desses campos foram transferidos há alguns anos para a prefeitura, mas, em tentativas anteriores, não havia empresas interessadas em assumir a obra. Contudo, com o prefeito Flori e sua equipe ajustando os detalhes, conseguimos finalmente contratar a empresa que ficará responsável pela execução dos serviços", concluiu o deputado.
O Município vem sendo destaque na Pesca Esportiva no Vale do Guaporé, realizada nos dias de sábado (22) e domingo (23) de março, o evento tem como referência no Cone Sul do Estado de Rondônia, foi um sucesso
No final de semana, ocorreu no município de Pimenteiras do Oeste; o 4° Torneio de Pesca Esportiva, no Rio Guaporé. O evento foi organizado pela Prefeitura de Pimenteiras, através da Secretaria Municipal de Turismo e Esporte-Semute, com apoio da Câmara Municipal de Vereadores e do SICOOB Credisul, o evento como referência no Cone Sul do Estado, foi um sucesso.
O evento contou com 64 equipes inscritas e 256 competidores, e foi organizado pela prefeitura através da Secretaria Municipal de Turismo e Esporte – Semute. O Torneio de Pesca Esportiva faz parte de uma série de iniciativas da prefeitura municipal para impulsionar o turismo sustentável do município e promover a preservação ambiental. Nos dois de competição, muitos turistas e familiares dos competidores compareceram ao local do evento e acompanharam de perto as disputas e as atividades turísticas do município.
Com 64 embarcações, os competidores buscaram capturar os maiores peixes que garantiam a maior pontuação, seguindo as regras especificas da competição, que consideram o tamanho e a raridade das espécies.
Para o Chefe de Gabinete do Município Rodrigo Sordi Moreira, o evento valoriza as riquezas naturais e oferece oportunidades de geração de renda para a população, ao mesmo tempo em que atrai visitantes e movimenta o turismo sustentável do município. “Pimenteiras tem muito a oferecer, e eventos como esse mostram nosso potencial turístico da região”, Salientou.
Rodrigo Sordi, também ressaltou a importância do evento para a projeção do município como destino certo de pesca esportiva. “Cada Torneio de Pesca Esportiva é uma vitrine para a biodiversidade dos nossos rios. A Pesca Esportiva atrai visitantes de várias partes do Estado e de outros Estados e do Exterior e reforça o turismo, além de incentivar a preservação das espécies nativas. O Torneio de Pesca Esportiva do Município tem se consolidado como uma grande oportunidade para promover as belezas naturais do município, além de movimentar a economia local”, ressaltou Sordi.
A prefeita Valéria Garcia (UB), destacou que o evento foi um sucesso e a organização da Secretaria Municipal de Turismo e Esporte – Semute, que considerou um marco para que a Semute, que busca abrir espaço para novas modalidades esportivas no município. A prefeita Valéria Garcia parabenizou a secretária Marinete Brito e ao chefe de gabinete Rodrigo Sordi e a equipe da secretaria municipal de obras e serviços públicos – Semosp, pela organização e pelo empenho. “Precisamos de ampliar o evento, dobrando o número de participantes e aumentando a premiação para atrair ainda mais competidores”, disse a prefeita Valéria.
Os vencedores do Torneio de Pesca Esportiva. As equipes femininas a “Família Saraiva” garantiram o 1° lugar, somando 3,300 Kg pontos. A 2ᵃ colocada foi a equipe “Das Comadres”, com 2,955 Kg ponto. A equipe “Poderosas da Pesca I, ficou em 3° lugar, com 1,455 Kg pontos. E o 4° ficou a equipe “Teixeira”, com 1,295 Kg pontos.
Ganhadores do Torneio de Pesca Esportiva. As equipes Masculinos, “CA10” que garantiu o 1° lugar somando 5,870 Kg pontos. O 2° colocado a equipe “Família Monge”, com 5,010 Kg ponto. O 3° lugar a equipe “Felix” com 4,515 Kg ponto. O 4° lugar a equipe “Tuxera” com 3,915 Kg ponto.
Fonte e Fotos: Por Wilmer G. Borges/Da Redação do Hoje Rondônia
Edmilson Rodrigues de Almeida, mais conhecido como Edinho da Rádio, nasceu em 24 de novembro de 1969, em Governador Valadares (MG). Licenciado em Química pela Universidade Federal de Rondônia (UNIR), Edinho construiu uma carreira pública em Rondônia, onde atualmente é servidor público municipal.
Casado com Elzimar, ele é uma figura conhecida no município de Colorado do Oeste, especialmente por sua atuação no setor público e sua presença na mídia local.
Edinho iniciou sua trajetória política em 2004, quando foi eleito vereador em Colorado do Oeste. Nos anos seguintes, concorreu a cargos de maior representatividade, como Deputado Estadual em 2006 e 2010, e prefeito em 2016 e 2020, embora não tenha alcançado a vitória nessas eleições. Em 2024, Edinho conseguiu eleger-se prefeito do município, consolidando o reconhecimento da população por sua trajetória.
A partir de 2025, Edinho assumiu a prefeitura de Colorado do Oeste, com a expectativa de aplicar sua experiência como servidor público e ex-vereador para fortalecer a administração municipal.
Colorado do Oeste
O município de Colorado do Oeste foi criado pela Lei Federal nº 6.921, de 16 de junho de 1981, desmembrado do município de Vilhena, tendo como origem do seu povoamento o projeto de colonização implantado pelo INCRA denominado Projeto Integrado de Colonização (PIC) Paulo de Assis Ribeiro. O nome da cidade homenageia o rio Colorado. Nas atrações turísticas divulgadas são estes os locais recomendados para visitas: ginásio poliesportivo municipal, praça da Rodoviária, Lago da Rodoviária, Estádio Municipal e Igreja Matriz Nossa Senhora Aparecida. A base da economia do município é a agropecuária. O rebanho bovino de Colorado do Oeste é voltado para a produção de carne e leite e na agricultura o município é produtor significativo de grãos como soja, milho, arroz, café e frutas como a banana, a laranja e outros.
Apesar do prazo para o cadastramento de propostas do Novo Programa de Aceleração de Crescimento (PAC) ser 31 de março, a Associação Rondoniense de Municípios (AROM) orienta os gestores a agilizarem o processo o quanto antes. A recomendação se dá devido à possibilidade de liberação dos recursos federais.
O Novo PAC prevê a destinação de R$ 49,2 bilhões para estados e municípios, para investimentos em áreas fundamentais para o desenvolvimento do país: saúde, educação, esporte e cidades.
Diante da relevância do programa, a AROM informa que todos os municípios estão aptos a pleitear recursos, reforçando a recomendação da antecedência no envio das propostas. A entidade afirma também que uma equipe técnica adequada pode garantir a conformidade dos projetos com as exigências da União, aumentando as chances de aprovação.
A AROM segue acompanhando o cronograma do Novo PAC e orientando os gestores no cumprimento de prazos.
O Ministério Público de Contas (MPC-RO) passa a integrar a galeria A Primeira Mulher de Rondônia, inaugurada nesta sexta-feira (14/3), pelo Tribunal de Justiça (TJ-RO).
O espaço é dedicado às mulheres que marcaram a história do estado em diversos segmentos da sociedade, contemplando, ainda, o setor público.
Entre as homenageadas está a procuradora Érika Patrícia Saldanha de Oliveira, a primeira mulher a assumir a Procuradoria-Geral do MPC-RO.
Durante a solenidade, ela destacou a importância do reconhecimento e o impacto da homenagem para as futuras gerações.
“É uma honra estar entre mulheres tão grandiosas no estado de Rondônia. Espero que essa homenagem inspire outras mulheres e meninas a também desbravarem e enfrentarem o mercado de trabalho”, afirmou.
Também prestigiando a solenidade, os procuradores do MPC-RO, Adilson de Medeiros e Miguidônio Loiola Neto, que é procurador-geral do órgão.
A procuradora do MPC, Erika Saldanha, homenageada na galeria, com o procurador-geral do MPC-RO, Miguidônia Loiola Neto, o presidente do TJ-RO, desembargador Raduan Miguel Filho, e o procurador do MPC-RO, Adilson Moreira
Miguidônio Loiola destacou a relevância da homenagem e do legado deixado pela procuradora.
“Essa é uma homenagem simbólica e justa a todas as mulheres de Rondônia, em especial à procuradora Érika, cujo trabalho e competência ajudaram a construir a história do MPC-RO”, ressaltou o procurador-geral.
A galeria “A Primeira Mulher de Rondônia” está localizada no 5º andar do edifício-sede do Tribunal de Justiça.
Entre as propostas está a que aumenta a pena para quem oferecer droga, incluindo álcool, à criança e adolescente
Marina Ramos / Câmara dos Deputados
Hugo Motta (na cabeceira da mesa) preside a reunião de líderes nesta quinta
Os líderes dos partidos definiram a pauta de votações da próxima semana (dias 25 a 27). Em reunião conduzida nesta quinta-feira (20) pelo presidente da Câmara dos Deputados, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), ficou decidido que a terça-feira (25) será destinada à votação de projetos indicados pela bancada feminina, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher (8). Todos têm consenso dos partidos.
Entre essas propostas, está a que aumenta a pena para quem oferecer droga, incluindo álcool, à criança e adolescente – Projeto de Lei 942/24, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ). A relatora no Plenário será a deputada Chris Tonietto (PL-RJ).
Também está na pauta de terça o PL 4272/21, da ex-deputada Teresa Nelma (AL), que cria o Sistema Nacional de Acompanhamento da Pessoa com Suspeita ou Diagnóstico de Câncer, com o objetivo de realizar a navegação desses pacientes no Sistema Único de Saúde (SUS). A relatora será a deputada Enfermeira Rejane (PCdoB-RJ).
“São vários projetos que envolvem a ampliação de direitos da gente”, resumiu a líder da Federação Psol-Rede, deputada Talíria Petrone (Psol-RJ).
Lei do Mar De acordo com o líder do Podemos, deputado Rodrigo Gambale (SP), os líderes apresentaram diversas sugestões, mas só será votado o que tiver acordo.
O líder do governo, deputado José Guimarães (PT-CE), informou que o projeto que trata da Lei do Mar (PL 6969/13) pode ser analisado na quarta-feira (26) – o PL anunciou a retirada da obstrução à proposta –, mas ainda depende de ajustes.
Relatado pelo deputado Túlio Gadêlha (Rede-PE), que participou da reunião do Colégio de Líderes, o texto está em análise na Casa há mais de dez anos.
Também pode ser apreciado o PL 4149/04, que aumenta a pena para agente que efetuar o disparo de arma de fogo de uso proibido ou restrito.
Já na quinta-feira (27) serão colocados em votação no Plenário projetos de acordo internacional.
Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil
Janela quebrada no Palácio do Planalto na invasão do 8 de janeiro
PL da anistia Após da reunião do Colégio de Líderes, o líder do PL, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), informou que a oposição irá entrar em obstrução se não for definida a tramitação do projeto que concede anistia aos envolvidos nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023 (PL 2858/22).
Por decisão da Presidência da Câmara, tomada ainda no ano passado, o projeto deve ser analisado em uma comissão especial, que nunca foi instalada, e depois pelo Plenário.
“Para o PL, o assunto número um é o projeto da anistia”, disse Cavalcante. O líder disse ainda que vai aguardar o retorno do presidente da Câmara para decidir se haverá obstrução. Hugo Motta acompanhará o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em viagem ao Japão, de 24 e 27 de março.
A decisão do PL foi criticada pelo líder da Federação PT-PCdoB-PV, deputado Lindbergh Farias (PT-RJ). “Isso é paralisar o Poder Legislativo, a Câmara. É colocar a Câmara numa crise institucional muito grande, porque na próxima semana está marcado o julgamento no Supremo Tribunal Federal que vai decidir se aceita a denúncia contra Jair Bolsonaro ou não”, disse.
Reportagem – Janary Júnior
Edição – Natalia Doederlein
O Sindicato das Trabalhadoras e Trabalhadores em Educação no Estado de Rondônia (SINTERO) intensifica a mobilização da categoria para a paralisação estadual marcada para 25 de março. A ação inclui atividades sindicais nas escolas, debates, reuniões e encontros com profissionais da educação, além da distribuição de materiais informativos, como cartazes, para reforçar a importância da adesão ao movimento. A mobilização acontece nas 11 regionais do estado, garantindo que a categoria esteja informada e engajada na luta por melhores condições de trabalho.
O sindicato tem reforçado as pautas da mobilização, que incluem:
Auxílio-alimentação: A categoria propõe o reajuste para no mínimo R$ 1.000,00 (mil reais). O valor atual, está congelado há quase 10 anos, sendo o menor entre todas as categorias do executivo.
Auxílio-transporte: A proposta do Governo deve considerar a jornada de trabalho de cada profissional e seguir os parâmetros do Plano de Valorização 2025.
Gratificação de Titulação: Apresentação de proposta em conformidade com o Plano Estadual de Educação (PEE), vigente até 2025
Técnicos e técnicas educacionais níveis I e II: Equiparação salarial, uma vez que desempenham as mesmas funções.
Tabela de progressão: Correção das progressões dos professores, professoras,
técnicos e técnicas, garantindo o cumprimento da legislação.
Criação de Lei Estadual: Lei que garanta o mesmo percentual do piso do magistério para técnicos e técnicas reajustado anualmente.
Prazo limite para apresentação dos estudos: A categoria apresentou uma contraproposta ao que foi apresentado pelo Governo Marcos Rocha e estabeleceu o prazo até o mês de maio para que uma solução seja alcançada.
A presidenta do SINTERO destaca a necessidade de união da categoria para pressionar o governo. “Digo e repito: não vamos aceitar que os direitos dos trabalhadores sejam ignorados. É fundamental que todos estejam mobilizados para mostrar a força da educação em Rondônia. Nossa luta é por valorização e respeito”, afirmou.
A expectativa é que a paralisação do dia 25 de março mostre ao governo a urgência de atender às reivindicações dos trabalhadores e trabalhadoras em educação.
Com o intuito de embasar políticas públicas e ações estratégicas voltadas para a ampliação da coleta seletiva e o encerramento definitivo dos lixões nos municípios, o governo de Rondônia está lançando o Panorama de Resíduos Sólidos Rondônia 2024, documento que apresenta um estudo detalhado sobre a situação da gestão de resíduos no estado. O levantamento foi realizado pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), através do grupo de trabalho responsável pelo desenvolvimento da política de resíduos sólidos e aponta que 96% dos municípios rondonienses destinam seus resíduos de forma adequada. O Panorama de Resíduos Sólidos Rondônia 2024 está disponível no site da Sedam, no link https://www.sedam.ro.gov.br/post/sedam-residuos-solidos.
O diagnóstico revela que 49 dos 52 municípios do estado encaminham seus resíduos para aterros sanitários, um avanço em relação à média da Região Norte, onde 73,8% dos municípios, ainda utilizam lixões conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No entanto, 28 cidades rondonienses mantêm áreas de lixão para outros fins, o que dificulta a recuperação ambiental desses locais e exige soluções bem mais eficazes para destinação correta dos resíduos.
O levantamento aponta, também que, 57,7% dos municípios não possuem coleta seletiva, o que evidencia a necessidade de investimentos na infraestrutura de reciclagem e valorização dos catadores de materiais recicláveis.
Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, o Panorama de Resíduos Sólidos é um documento importante para o desenvolvimento sustentável do estado. “Esse levantamento é fundamental para entendermos os avanços e desafios na gestão de resíduos”, ressaltou.
Diagnóstico aponta que 49 dos 52 municípios do estado encaminham seus resíduos para aterros sanitários
GESTÃO DE RESÍDUOS
A engenheira agrônoma e analista ambiental da Sedam, Nathália Luzia Cardoso, destacou a necessidade de união entre diferentes setores para aprimorar a gestão de resíduos no estado. “Para consolidar um modelo sustentável de gestão de resíduos, é necessário um esforço conjunto entre o governo estadual, municípios e sociedade. O incentivo à coleta seletiva, a regularização das estruturas de gerenciamento e inclusão dos catadores são medidas fundamentais para fortalecer a sustentabilidade em Rondônia.”
De acordo com o secretário da Sedam, Marco Antonio Lagos, a gestão eficiente dos resíduos sólidos depende da cooperação entre diferentes setores. “A melhoria da gestão de resíduos sólidos em Rondônia depende do comprometimento conjunto entre Poder Público e sociedade. Precisamos avançar na coleta seletiva, fortalecer a atuação dos catadores e buscar soluções definitivas para o fim dos lixões, promovendo um estado, ainda mais sustentável”, salientou.
O governo de Rondônia celebra mais uma contribuição significativa para o avanço da ciência e do desenvolvimento sustentável na Amazônia. Um estudo realizado por pesquisadores do Brasil e dos Estados Unidos da América (EUA), com o apoio financeiro da Fundação de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa (Fapero), foi recentemente publicado em uma renomada revista científica interdisciplinar britânica. O artigo, intitulado Towards Sustainable Aquaculture in the Amazon, evidencia o potencial da aquicultura do Tambaqui como uma alternativa sustentável à segurança alimentar e o crescimento econômico da região.
Financiada pela Iniciativa Amazônia +10, a pesquisa recebeu recursos da Fapero, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Tocantins (Fapt) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Além dos benefícios ambientais, os pesquisadores ressaltam que, a criação de peixes pode gerar empregos e renda a comunidades locais, mas alertam para a necessidade de uma legislação ambiental mais rigorosa, a fim de evitar danos ao ecossistema amazônico.
Estudo destaca que, a aquicultura é consideravelmente mais eficiente do que a pecuária, tanto em termos de emissão de gases de efeito estufa quanto no uso de terra, sendo bem menos impactante por tonelada de proteína animal produzida. Esses resultados evidenciam a importância de investimentos em práticas sustentáveis ao desenvolvimento da Amazônia.
Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, o incentivo a pesquisas que buscam soluções adequadas ao desenvolvimento da Amazônia é essencial. “Ao financiar estudos como este, o governo do estado contribui para o avanço científico, além de promover práticas sustentáveis que beneficiam, tanto o meio ambiente quanto as comunidades locais”, evidenciou.
De acordo com o pesquisador do programa, Eric & Wendy Schmidt AI in Science da Universidade Cornell, nos Estados Unidos, e primeiro autor do artigo, Felipe Pacheco; a aquicultura na Amazônia pode ser uma alternativa sustentável à pecuária, que responde por cerca de 80% do desmatamento na região. Além de melhorar a segurança alimentar e gerar uma renda mais estável do que a pesca, sua expansão deve considerar as necessidades de produtores de diferentes portes, garantindo inclusão e sustentabilidade. O pesquisador também ressalta que, ainda são necessários mais estudos sobre os impactos da atividade, especialmente para sua inserção no mercado internacional.
DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
No estudo, os autores destacam que a aquicultura superou a pesca selvagem como a principal fonte de alimentos aquáticos no mundo, com um crescimento especialmente significativo em regiões como a Amazônia. Nesse cenário, os pesquisadores exploram como a aquicultura pode apoiar o desenvolvimento sustentável, desde que sejam adotadas práticas que minimizem os impactos ambientais, promovam meios de subsistência equitativos e fortaleçam a segurança alimentar.
Além disso, o artigo ressalta que. a atividade tem o potencial de atender à crescente demanda por alimentos, oferecendo oportunidades econômicas em uma região que enfrenta desafios, como o desmatamento e a perda de biodiversidade. Estruturas regulatórias sólidas, planejamento do uso da terra e uma gestão cuidadosa da intensificação da aquicultura são apontados como essenciais para evitar que a atividade se torne uma pressão adicional sobre ecossistemas já vulneráveis.
A Fapero desempenha um papel fundamental ao apoiar pesquisas que exploram soluções eficientes para o desenvolvimento da Amazônia. A aquicultura, quando bem planejada e regulamentada, pode se tornar um pilar importante para o crescimento econômico da região, aliando produção de alimentos à conservação da biodiversidade amazônica.
Com essa crescente valorização do estado, a campanha Fale Bem de Rondônia convida todos os rondonienses a compartilharem suas histórias positivas sobre o estado e contribuírem para fortalecer sua imagem nacionalmente.
Em 2023, a taxa de inovação das empresas industriais com 100 ou mais pessoas ocupadas no Brasil foi de 64,6%, com queda em relação a 2022 (68,1%) e 2021 (70,5%).
A taxa de inovação era maior nas empresas de grande porte, chegando a 73,6% nas empresas com mais de 500 pessoas ocupadas.
O setor de Fabricação de produtos químicos (88,7%) liderou o ranking de inovação entre as atividades industriais, seguido por Máquinas e equipamentos (88,0%) e Equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (85,3%). Fabricação de produtos de madeira (31,2%) foi o setor menos inovador.
Os gastos com P&D em 2023 foram em torno de R$ 38,3 bilhões, valor superior ao verificado em 2022 (R$ 36,8 bilhões) em termos nominais.
As empresas inovadoras da Indústria de transformação foram responsáveis por 86,4% desse valor (R$ 33,0 bilhões) e as das Indústrias extrativas, por 13,6% (R$5,2 bilhões).
Em termos nominais, houve aumento nos gastos das Indústrias de transformação, que foram de R$ 30,7 bilhões em 2022, e queda nas Indústrias extrativas (R$ 6,0 bilhões em 2022).
Em 2023, 34,3% das empresas investiram em P&D. Nos setores de Fabricação de produtos farmoquímicos, Fabricação de equipamentos de informática, eletrônicos e ópticos e Fabricação de produtos químicos, a taxa superou 60%.
As empresas inovadoras utilizaram menos apoio público em 2023 (36,3%) na comparação com 2022 (39,0%). O instrumento de apoio público proporcionalmente mais utilizado em 2023 foi o Incentivo fiscal à pesquisa e desenvolvimento e inovação tecnológica (26,4%).
A expectativa de 49,1% das empresas inovadoras para 2025 é elevar os gastos com P&D.
O setor de Fabricação de produtos químicos (88,7%) liderou ranking de inovação entre as atividades industriais em 2023 – Foto: Tecpar/Agência Paraná de Noticias
Em 2023, a taxa de inovação das empresas industriais com 100 ou mais pessoas ocupadas no Brasil foi de 64,6%. Esse percentual se refere àquelas empresas que introduziram algum produto novo ou substancialmente aprimorado e/ou incorporaram algum processo de negócios novo ou aprimorado para uma ou mais de suas funções de negócios. O índice de 2023 é 3,5 pontos percentuais inferior ao verificado em 2022 (68,1%) e 5,9 pontos percentuais menor do que o de 2021 (70,5%).
Os dados divulgados hoje (20) pelo IBGE são da Pesquisa de Inovação (PINTEC) Semestral 2023: Indicadores Básicos, levantamento de caráter experimental realizado em parceria com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Esta edição traz informações sobre aspectos da conduta inovativa das empresas, dificuldades e obstáculos para inovar, arranjos cooperativos estabelecidos, realização e montante de dispêndios em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), evolução e expectativas sobre realização de atividades e dispêndios em P&D, e apoio público à inovação.
“A taxa de 2021 foi relativamente alta nesse período pós-pandemia, o que é esperado, uma vez que você vem de um período de depressão. Os anos seguintes, então, podem ser anos de ajuste, dentro de um outro cenário macroeconômico. Cai, mas com certa estabilidade dentro do contexto. Outra explicação possível é a queda na taxa de investimento da economia, de 17,9% em 2021 para 17,8% em 2022 e 16,4% em 2023”, destaca Flavio Peixoto, gerente da pesquisa.
Os setores mais inovadores em produto e/ou processo de negócios em 2023 foram os seguintes: Fabricação de produtos químicos (88,7%), Fabricação de máquinas e equipamentos (88,0%), Fabricação de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (85,3%) e Fabricação de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (82,4%). Já as menores taxas de empresas inovadoras eram dos ramos de Fabricação de produtos do fumo (38,7%) e Fabricação de produtos de madeira (31,2%).
No detalhamento por tipo de inovação implementada, em 2023, 34,4% das empresas inovaram tanto em produto quanto em processo de negócios; 16,6% inovaram apenas em processo de negócios e 13,6% inovaram apenas em produto.
Inovações em processo de negócios foram maioria em 2023, mas percentual de empresas que inovaram dessa forma diminuiu
Em geral, as empresas foram mais inovadoras em processo de negócios (51,0%) do que em produto (48,0%). Os setores de Máquinas e equipamentos (76,1%), Máquinas, aparelhos e materiais elétricos (64,5%) e Farmoquímicos e farmacêuticos (63%) foram os mais inovadores em processos, enquanto os setores mais inovadores em produtos foram Fabricação de produtos químicos (81,5%), Fabricação de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (80,9%) e Fabricação de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (77,7%).
“Observando as empresas dos setores mais inovadores, verifica-se que as proporções das inovações de produto foram maiores do que as de processo de negócios”, explica o gerente.
Mesmo sendo maioria dentre as empresas industriais inovadoras em 2023, as que adotaram um processo de negócios novo ou aprimorado (51,0%) eram proporcionalmente mais presentes em 2022 (53,9%) e 2021 (57,9%). Houve redução relativa na proporção de empresas inovadoras em todas as categorias de processo de negócios em relação ao ano anterior. A exceção foi Produção de bens ou fornecimento de serviços, que passou de 27,7% em 2022 para 29,4% em 2023, tornando-se a segunda categoria de inovações de processo de negócios mais utilizada pelas empresas industriais com 100 ou mais pessoas ocupadas.
Já as empresas inovadoras em produto tiveram redução de 2021 (50,5%) para 2022 (47,3%), mas cresceram em 2023 (48,0%). Quando se analisa o grau de novidade da principal inovação em produto, 68,0% dos produtos inovadores foram novos apenas para a própria empresa em 2023, percentual praticamente igual ao observado no ano anterior (68,1%). Ocorreu, porém, aumento na proporção de produtos novos para o mercado nacional (de 26,4% em 2022 para 27,6% em 2023), em detrimento das empresas que relataram terem introduzido produtos novos para o mercado mundial (caiu de 5,5% para 4,4% entre 2022 e 2023). De acordo com Flavio Peixoto, “houve uma simplificação dos novos produtos disponibilizados”.
Empresas de maior porte foram mais inovadoras
Comparado aos anos de 2021 e 2022, houve redução de cerca de 3,5 p.p. na quantidade de empresas inovadoras em todas as faixas de pessoal ocupado em 2023. A PINTEC Semestral também mostrou que as taxas de inovação continuam proporcionais ao tamanho das empresas, considerando as faixas de pessoal ocupado. As empresas de menor porte (de 100 a 249 pessoas ocupadas) tiveram taxa de inovação (59,3%) menor do que a observada na faixa de 250 a 499 pessoas ocupadas (70,8%) que, por sua vez, foi menor do que a das empresas com 500 ou mais pessoas ocupadas (73,6%).
Empresas industriais de médio e grande porte investiram R$ 38,3 bilhões em P&D em 2023
Em 2022, as empresas industriais inovadoras com 100 ou mais pessoas ocupadas investiram 38,3 bilhões em atividades internas de P&D. As empresas inovadoras da Indústria de transformação foram responsáveis por 86,4% desse valor (R$ 33,0 bilhões) e as das Indústrias extrativas, por 13,6% (R$5,2 bilhões).
Em 2022, foram gastos R$ 36,8 bilhões em P&D. Em termos nominais, houve aumento nos gastos das Indústrias de transformação, que foram de R$ 30,7 bilhões em 2022, e queda nas Indústrias extrativas (R$ 6,0 bilhões em 2022). “Essa queda nas extrativas pode representar pouco no valor total, mas é importante, pois são poucas empresas e que gastaram cerca de R$1 bilhão a menos de um ano para o outro”, ressalta Peixoto.
Ainda que a maior parte do investimento em P&D estivesse concentrada nas grandes empresas com 500 ou mais pessoas ocupadas (84,6%), percebe-se uma perda relativa de participação em relação ao ano anterior (86,3%). Por outro lado, a participação de empresas de 100 a 249 pessoas ocupadas na distribuição dos dispêndios de P&D passou de 5,9% em 2022 para 7,9% em 2023. As empresas intermediárias, de 250 a 499 pessoas ocupadas, apresentaram relativa estabilidade.
“Historicamente, as grandes empresas sempre gastaram mais, mas o aumento na participação das empresas menores nos dispêndios mostra que elas estão se engajando mais e gastando mais em P&D. Ainda é pouco, mas pensando nas características dessas empresas, é um crescimento bem interessante que mostra mudança, ainda tímida, na dinâmica inovativa”, analisa o gerente.
34,3% das empresas investiram em P&D
Quanto à proporção de empresas industriais que investiram em P&D interno, em relação ao total da indústria, o cenário foi de estabilidade, saindo de 34,4% em 2022 para 34,3% em 2023.
Os setores que mais se destacaram na proporção de empresas que investiram em P&D foram Fabricação de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (67,8%), Fabricação de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (66,9%), Fabricação de produtos químicos (63,0%).
“Comparados às taxas de inovação em produto, os três principais segmentos foram os mesmos que apresentaram as maiores proporções de empresas inovadoras em produto, evidenciando a importância das atividades de P&D no desenvolvimento de produtos novos e aprimorados”, observa Flavio.
Analisando a distribuição do dispêndio por setores, os setores que mais investiram em P&D interno foram: Fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias (17,4%), Indústrias extrativas (13,6%), Fabricação de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (10,7%), Fabricação de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis (10,5%) e Fabricação de produtos químicos (8,8%). Juntos, representaram mais de 60% do total dos gastos em 2023.
Apoio público foi menos utilizado pelas empresas inovadoras em 2023
Os mecanismos de apoio público disponíveis foram menos usados pelas empresas inovadoras em 2023: 36,3% utilizaram algum instrumento de auxílio público para suas atividades de inovação, proporção menor do que a observada no ano anterior (39,0%).
Assim como nos outros anos, o mecanismo de apoio público proporcionalmente mais utilizado em 2023 foi o Incentivo fiscal à pesquisa e desenvolvimento e inovação tecnológica, disposto na Lei do Bem (Lei nº 11.196/2005), contemplando 26,4% das empresas industriais inovadoras com 100 ou mais pessoas ocupadas.
Dentre as empresas que usufruíram desse instrumento, as de maior porte foram as maiores beneficiadas (utilizado por 48,6% das empresas inovadoras com 500 ou mais pessoas ocupadas, por 27,6% das empresas de 250 a 499 pessoas ocupadas e por 16,6% das empresas inovadoras de 100 a 249 pessoas ocupadas).
Instabilidade econômica, concorrência e escassez de recursos foram os principais obstáculos para empresas inovadoras
Em 2023, 47,6% das empresas inovadoras enfrentaram obstáculos para inovar. Para a maior parte, a principal dificuldade foi a instabilidade econômica (44,2%), seguida pelo acirramento da concorrência (41,4%) e capacidade limitada de recursos internos (42,1%).
Quase metade das empresas espera aumentar gastos com P&D em 2025
Em 2025, 49,1% das empresas inovadoras pretendem expandir seus investimentos em P&D na comparação com 2024. Já 48,8% das empresas têm intenção de manter os dispêndios de 2024 em 2025, ao passo que 2,1% delas têm a intenção de diminuir os investimentos.
Mais sobre a pesquisa
De caráter experimental, a pesquisa, realizada em parceria com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial – ABDI e a Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, investigou as empresas de médio e grande portes – acima de 100 pessoas ocupadas – das indústrias de transformação e extrativas. O objetivo é traçar o retrato da inovação no Brasil, levantando informações referentes ao investimento empresarial em ciência, tecnologia e inovação no país.
A PINTEC Semestral é anual (relativa ao ano anterior ao da coleta), com duas investigações semestrais. No primeiro semestre, investigam-se indicadores temáticos rotativos e, no segundo, indicadores básicos de inovação e P&D. Seu objetivo é complementar a tradicional Pesquisa de Inovação do IBGE (PINTEC) – já com sete edições realizadas de forma ampla a cada três anos, desde 2000, e que continuará a ser editada.