Nota Técnica divulgada pela Empresa de Pesquisa Energética detalha números de investimentos e custos operacionais no período de 2025 a 2034
Agência Gov | Via MME
Os avanços promovidos pela Lei do Combustível do Futuro (14.993/24), criada pelo Ministério de Minas e Energia (MME), levarão o Brasil a ultrapassar R$ 1 trilhão em recursos disponibilizados para o setor de biocombustíveis nos próximos dez anos. A Nota Técnica “Investimentos e Custos Operacionais e de Manutenção no Setor de Biocombustíveis”, divulgada pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao MME, detalha os números de investimentos (CAPEX), estimados em R$ 100 bilhões, e de custos operacionais (OPEX), que somam R$ 924 bilhões no período de 2025 a 2034.
Para o ministro Alexandre Silveira, o estudo comprova o legado de inovação, sustentabilidade e desenvolvimento econômico trazido pela nova lei. “Estamos marcando o início de uma nova era para o setor energético brasileiro com o Combustível do Futuro. Os números comprovam o potencial transformador dos biocombustíveis, não apenas para impulsionar a economia, mas também para colocar o Brasil na vanguarda da transição energética global. Seguiremos combinando nossa incomparável vocação para produção de combustíveis verdes com responsabilidade ambiental e crescimento sustentável”, afirmou.
O estudo contempla diversas frentes, como o aumento da produção de etanol, biodiesel, biometano e combustíveis sustentáveis de aviação (SAF, na sigla em inglês), além de inovações como o diesel verde e o bio-CCS (captura e armazenamento de carbono biogênico). Entre os destaques, a produção de etanol sozinha concentra 59% dos investimentos previstos, incluindo novas usinas e a modernização de plantas existentes.
A Lei do Combustível do Futuro traz estímulos à produção nacional, alinhando o Brasil às metas globais de descarbonização. Para o etanol de cana, por exemplo, os investimentos em formação de canaviais e expansão da capacidade industrial ultrapassam R$ 59 bilhões. Já o segmento de biodiesel, impulsionado por mandatos de mistura obrigatória progressivos, receberá R$ 14,5 bilhões em investimentos e R$ 77,5 bilhões em custos operacionais. No setor de combustíveis sustentáveis de aviação, os projetos já anunciados poderão gerar investimentos de R$ 17,5 bilhões, consolidando o Brasil como um player global na descarbonização do transporte aéreo.
Destaques são as altas nos setores de Serviços e Indústria. Em valores correntes, foram gerados R$ 3 trilhões. Segundo IBGE, de janeiro a setembro, o PIB acumulou alta de 3,3% O investimento em maquinário cresceu 2,1% em relação ao trimestre anterior
Agência Gov | Via IBGE
Daniel Costa / Agência CNI
Na Indústria, houve alta de 1,3% no segmento de transformação, com alto valor agregado
O Produto Interno Bruto (PIB) do país cresceu 0,9% na passagem do segundo trimestre para o terceiro. As altas nos Serviços (0,9%) e na Indústria (0,6%) contribuíram para essa taxa positiva, ainda que a Agropecuária tenha recuado 0,9% no período. Em valores correntes, foram gerados R$ 3,0 trilhões. De janeiro a setembro, o PIB acumulou alta de 3,3%, enquanto nos últimos quatro trimestres, a alta foi de 3,1%. Frente ao 3º trimestre de 2023, o indicador cresceu 4,0%. Os dados são do Sistema de Contas Nacionais Trimestrais, divulgado nesta terça-feira (3/12) pelo IBGE.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva celebrou o resultado em suas redes sociais: “Continuamos com o PIB crescendo e criando mais emprego e renda na mão dos brasileiros”, postou.
Nos Serviços, cresceram Informação e comunicação (2,1%); Outras atividades de serviços (1,7%); Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (1,5%); Atividades imobiliárias (1,0%); Comércio (0,8%); Transporte, armazenagem e correio (0,6%) e Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (0,5%).
Na Indústria, houve alta de 1,3% nas Indústrias de transformação. Por outro lado, caíram Construção (-1,7%); Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (-1,4%) e Indústrias extrativas (-0,3%).
Pela ótica da demanda, o investimento (Formação Bruta de Capital Fixo) cresceu 2,1% em relação ao trimestre imediatamente anterior. Na mesma comparação, a Despesa de Consumo das Famílias aumentou 1,5% e a do Governo cresceu 0,8%.
No que se refere ao setor externo, houve queda nas Exportações de Bens e Serviços (-0,6%) e alta nas Importações de Bens e Serviços (1,0%) em relação ao segundo trimestre de 2024.
PIB cresce 4,0% frente ao mesmo período do ano passado
Já na comparação com o mesmo trimestre de 2023, o PIB cresceu 4,0%, 15ª alta consecutiva nesta base de comparação.
“Assim como no crescimento contra o trimestre imediatamente anterior, nessa comparação interanual, destacam-se as atividades de serviços: Informação e comunicação puxados por internet e desenvolvimento de sistemas além de telecomunicações; Outras atividades de serviços influenciadas por serviços profissionais e serviços prestados às famílias e Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados alavancadas pelo aumento de crédito e dos seguros”, detalha a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis
A Agropecuária registrou queda de 0,8% frente a igual período em 2023. O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) divulgado em novembro mostrou que alguns produtos, cujas safras são significativas no terceiro trimestre, apresentaram queda na estimativa de produção anual e perda de produtividade, como cana (-1,2%), milho (-11,9%) e laranja (-14,9%). Esses recuos suplantaram o bom desemprenho de culturas como algodão (14,5%), trigo (5,3%) e café (0,3%), que também possuem safras relevantes no período.
Na Indústria, a alta foi de 3,6% frente ao terceiro trimestre do ano passado. Destaque para Construção (5,7%), corroborado tanto pela alta da ocupação como da produção dos insumos típicos dessa atividade. As Indústrias de transformação (4,2%) obtiveram expansão, influenciadas, principalmente, pela fabricação de veículos automotores; outros equipamentos de transporte; móveis e produtos químicos.
Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos cresceu 3,7%, favorecida pelo maior consumo de eletricidade, apesar das bandeiras tarifárias mais desfavoráveis. Houve queda apenas nas Indústrias extrativas (-1,0%), devido à queda da extração de petróleo e gás.
Já o setor com maior peso no PIB, o de Serviços, avançou 4,1% na comparação com o mesmo trimestre do ano passado. Todas as suas atividades ficaram no campo positivo: Informação e comunicação (7,8%); Outras atividades de serviços (6,4%); Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (5,1%); Comércio (3,9%); Atividades imobiliárias (3,1%); Transporte, armazenagem e correio (2,5%) e Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (1,7%).
Na divulgação do terceiro trimestre das Contas Nacionais Trimestrais, o IBGE tem a rotina de realizar uma revisão mais abrangente que incorpora os novos pesos das Contas Nacionais Anuais de dois anos antes. Porém, em virtude do projeto de mudança do ano base do Sistema de Contas de 2010 para 2021, houve um trabalho adicional levando à definição de um período de transição em que a divulgação da série anual é suspensa temporariamente. Sendo assim, os resultados apresentados trazem revisões referentes a 2023 e 2024, por conta das modificações nos dados primários.
Com isso, o resultado do PIB para o ano de 2023, anteriormente um crescimento de 2,9%, foi revisto para 3,2%, com revisões, sob a ótica da produção, em Serviços (de 2,4% para 2,8%), na Indústria (de 1,6% para 1,7%) e na Agropecuária (de 15,1% para 16,3%).
“Na Agropecuária, a diferença entre o resultado revisto e o original pode ser explicada, em grande parte, pela incorporação de novas fontes estruturais anuais do IBGE que não estavam disponíveis na compilação anterior, como a Produção Agrícola Municipal, a Produção da Pecuária Municipal e a Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura. Essas pesquisas foram incorporadas em substituição aos dados de pesquisas conjunturais” explica Rebeca Palis.
Sobre o Sistema de Contas Nacionais
O Sistema de Contas Nacionais apresenta os valores correntes e os índices de volume trimestralmente para o Produto Interno Bruto (PIB) a preços de mercado, impostos sobre produtos, valor adicionado a preços básicos, consumo pessoal, consumo do governo, formação bruta de capital fixo, variação de estoques, exportações e importações de bens e serviços. No IBGE, a pesquisa foi iniciada em 1988 e reestruturada a partir de 1998, quando os seus resultados foram integrados ao Sistema de Contas Nacionais, de periodicidade anual.
Para Francisco Macena, secretário-executivo do MTE, “precisamos avançar com políticas públicas concretas que promovam não apenas a formalização, mas a dignidade”
Allexandre Silva / MTE
Encontro no escritório da OIT, em Brasília
O secretário-executivo do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Francisco Macena, participou nesta segunda-feira (2) de um encontro na sede da Organização Internacional do Trabalho (OIT), em Brasília. O evento reuniu lideranças governamentais, representantes de trabalhadores e organizações internacionais para debater estratégias para a formalização do trabalho informal no Brasil.
Organizado pelo Coletivo Intersetorial, liderado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), o evento contou também com a presença de Vinícius Pinheiro, diretor do escritório da OIT no Brasil, além de representantes da Secretaria-Geral da Presidência da República e da Frente Parlamentar.
O principal foco foi a implementação da Recomendação 204 da OIT, que trata da transição da economia informal para a formalidade. Durante o debate, foi discutida a criação de uma Mesa Nacional de Diálogo Social, com o objetivo de desenvolver uma política nacional inclusiva para trabalhadores informais, abordando desafios específicos de diferentes setores e regiões do país.
Francisco Macena destacou a urgência de enfrentar a precariedade que atinge milhões de trabalhadores informais no Brasil. Ele reforçou a necessidade de uma abordagem integrada, que contemple tanto a inclusão social quanto a proteção econômica desses trabalhadores. “Precisamos avançar com políticas públicas concretas que promovam não apenas a formalização, mas a dignidade e os direitos dos trabalhadores informais”, avaliou. Segundo ele, é preciso muita atenção nos desafios regionais, especialmente nas regiões Norte e Nordeste, onde a informalidade é mais acentuada.
Antônio Lisboa, diretor de Relações Internacionais da CUT, afirmou: “Este encontro é mais um passo para fortalecer a luta por direitos, avançar na proteção trabalhista e construir uma política nacional que reflita as realidades e desafios dos trabalhadores informais”, afirmou Lisboa.
O diretor do escritório da OIT no Brasil, Vinícius Pinheiro, elogiou o protagonismo do Brasil na busca por soluções para a informalidade e enfatizou a importância da organização e do diálogo social. Ele apresentou as linhas gerais da Estratégia de Formalização para a América Latina Caribe (Forlac 2.0), que apoia a transição para a formalidade, propondo a construção de um plano de trabalho conjunto com o governo brasileiro.
“A informalidade não é desorganizada como muitos pensam. É um espaço que precisa de reconhecimento e fortalecimento por meio de políticas eficazes e inclusivas”, afirmou Pinheiro. De acordo com ele, é preciso alinhar a agenda de formalização com temas como mudanças climáticas e inovação tecnológica, para garantir sustentabilidade e justiça social.
Ao final, foi acordada a criação da Mesa Nacional de Diálogo Social, liderada pelo MTE, com objetivo de discutir temas como formalização, qualificação e acesso a crédito para microempreendedores; a instalação da Frente Parlamentar do Trabalho Informal; e parceria com a OIT e implementação do Forlac 2.0.
As conquistas da cafeicultura rondoniense refletem a dedicação dos produtores e é também uma colheita de ações estratégicas do Governo de Rondônia
O Governo de Rondônia tem impulsionado a cafeicultura do estado, desde o apoio a produção até o aumento da visibilidade dos cafés rondonienses no mercado global
O mês de novembro foi marcado por uma boa safra de prêmios para a cafeicultura rondoniense. Os cafés produzidos em Rondônia dominaram o pódio no Concurso Florada Premiada durante a Semana Internacional do Café (SIC), em Belo Horizonte, e o estado também conquistou o título de destino do café perfeito no Concurso Tribos, que premia as melhores produções em terras indígenas.
A qualidade e integridade do café de Rondônia também foram reconhecida pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). Nenhum café de Rondônia foi colocado na lista, publicada na última semana, de cafés inapropriados para consumo do Programa Nacional de Prevenção e Combate à Fraude e Clandestinidade em Produtos de Origem Vegetal. Evidenciando a responsabilidade e compromisso com a qualidade da cadeia produtiva no estado.
Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, as conquistas da cafeicultura rondoniense, refletem a dedicação dos produtores e é também uma colheita de ações estratégicas do governo do estado. ‘‘O Governo de Rondônia tem impulsionado a cafeicultura do estado, desde o apoio a produção com as melhores mudas até o aumento da visibilidade dos cafés rondonienses no mercado global, fazendo com que a cadeia produtiva floresça e prospere’’.
Produtoras de Rondônia conquistaram os avaliadores, especialistas na qualidade do café
Segundo o secretário de Estado da Agricultura (Seagri), Luiz Paulo, é evidente a evolução da produção de café de Rondônia nos últimos anos, o que marca o compromisso com uma produção de qualidade. ‘‘A cafeicultura rondoniense está mais forte, mais sustentável e com muito mais qualidade e promete um futuro mais próspero para Rondônia e é um diferencial para o mercado internacional’’.
MELHORES AVALIAÇÕES
Entre a colheita de prêmios deste mês está a participação na 7ª edição do Florada Premiada. Os cafés produzidos pelas produtoras de Rondônia Suely da Graça Rezende, Josiele Rodrigues Werneck e Angélica Alexandrino Nicolas, que conquistaram os avaliadores, especialistas na qualidade do café, e ocuparam respectivamente o 1º, 2º e 3º lugar do concurso, na categoria Canéfora, com nota máxima de 90,44 pontos.
Outro feito foi conquistado pelo cacique Rafael Suruí, com produção em terra indígena de Rondônia, que obteve a nota média de 95,11 pontos na 6ª edição do Concurso Tribos, em avaliação de nove especialistas, e celebra o café perfeito ao receber 100 pontos do Head Judge Silvio Leite, jurado técnico da qualidade dos cafés, conhecido como Papa do Café.
‘‘É a minha primeira nota 100 em café canéfora em mais de 40 anos de carreira, eu tenho três notas 100 em arábicas. É muito difícil chegar a essa pontuação, pois representam lotes que chegaram muito perto da perfeição. Neste caso, identifiquei uma grandeza de sabores espetacular, que podem ajudar produtores no mundo inteiro com este tipo de qualidade. É um café exemplar, perfeito’’, disse Silvio Leite.
Os resultados somam-se a uma sequência de premiações conquistadas pela cafeicultura rondoniense nos últimos anos, mostrando, assim, que os especialistas já cravaram em suas avaliações que Rondônia é mesmo o destino dos cafés perfeitos.
Os cafés de Rondônia são conhecidos como robustas amazônicos, com destaque para os seguintes atributos: doce, frutado, com toque de chocolate, caramelo; floral, um café suave e marcante.
Os cafés de Rondônia destacam-se pela produção feita de forma sustentável
PRESERVAÇÃO AMBIENTAL
Além da grandeza de qualidade, os cafés de Rondônia destacam-se pela sustentabilidade, uma produção feita com preservação ambiental. De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Rondônia), o estado tornou-se o 2º maior produtor de Café Robusta do Brasil, com produções sustentáveis, sendo responsável por mais de 90% do café produzido em toda a região amazônica.
EXPORTAÇÃO
As exportações de café já renderam a Rondônia US$ 101.494.528 até outubro deste ano, superando todo o ano de 2023, quando registrou US$ 17.589.277. O levantamento é da Coordenação de Geointeligência de Dados Econômicos, vinculada à Secretaria de Estado Desenvolvimento Econômico (Sedec), com base nos dados do comércio exterior brasileiro: Comex Stat.
A produção de café de Rondônia está rompendo as fronteiras, se consolidando assim como um dos pilares mais importantes da economia do estado. E novos resultados são esperados, com o café continuamente sendo promovido pelo Governo de Rondônia nos melhores espaços de rodadas de negócios no mercado global.
O Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO) reafirma seu compromisso com a preservação ambiental e a gestão pública sustentável ao integrar veículos elétricos à sua frota institucional. A medida privilegia a adoção de tecnologias limpas e reflete a busca contínua da Instituição por práticas alinhadas à sustentabilidade e à redução do impacto ambiental.
Atualmente, o MPRO já adquiriu quatro veículos elétricos, podendo, no médio prazo, incorporar mais oito à frota. Para garantir o uso pleno e eficiente dos veículos, a Instituição avançou na instalação de infraestrutura de recarga em sua sede. Novos pontos de carregamento também estão sendo implementados nas Promotorias de Ariquemes, Ji-Paraná, Cacoal e na Escola Superior do Ministério Público, localizada em Porto Velho.
Essa iniciativa integra um conjunto mais amplo de ações do MPRO voltadas para a sustentabilidade, reforçando o compromisso da Instituição com a promoção de um ambiente ecologicamente equilibrado, um direito constitucionalmente garantido. Ao adotar veículos elétricos, o Ministério Público não apenas reduz sua pegada de carbono, mas também serve de exemplo na implementação de soluções inovadoras que beneficiam tanto a sociedade quanto o meio ambiente.
Com a ampliação de sua frota sustentável, o MPRO consolida seu papel como protagonista na adoção de políticas públicas voltadas para o desenvolvimento sustentável, contribuindo para uma administração pública mais eficiente e ambientalmente responsável.
A investigação visa desarticular organização criminosa situada no estado de Rondônia, especializada no tráfico interestadual de drogas, tendo como destino principal da substância entorpecente a região sudeste do país.
Vilhena/RO. A Polícia Federal, com apoio da Polícia Militar de Rondônia, deflagrou, na manhã desta terça-feira (3/12), a Operação Carga Fria, visando dar cumprimento a 18 mandados de prisão preventiva e 38 mandados de busca e apreensão, os quais foram cumpridos nas cidades de Vilhena/RO, Pimenta Bueno/RO, Rondonópolis/MT, Peruíbe/SP e Mandaguaçu/PR, todos expedidos pela 1ª Vara Criminal de Vilhena/RO.
A investigação visa desarticular organização criminosa situada no estado de Rondônia, especializada no tráfico interestadual de drogas, tendo como destino principal da substância entorpecente a região sudeste do país.
O trabalho de investigação teve início no final do ano de 2023, após prisão em flagrante de uma pessoa, a qual transportava consigo aproximadamente de 535 kg de cocaína. Durante todo período investigativo, foram apreendidas um total de 2,5 toneladas de substância entorpecente, pertencente à organização criminosa ora investigada
Os investigados responderão, na medida de sua participação, pelos crimes de organização criminosa, tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais, cujas penas somadas podem ultrapassar 40 anos de prisão.
Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia/RO
Foi cumprido um mandado de busca e apreensão, com o objetivo identificar um dos responsáveis por produzir material difamatório em redes sociais
Guajará-Mirim/RO. A Polícia Federal realizou, nesta segunda-feira (2/11), uma operação com o objetivo de apurar crimes eleitorais, após a divulgação de notícias falsas reiteradas em redes sociais, com intuito difamatório em relação a uma candidata ao pleito do executivo municipal.
Durante a ação, foi cumprido um mandado de busca e apreensão, expedido pelo Juízo da 34ª Zona Eleitoral de Buritis/RO, a fim de identificar um dos responsáveis por produzir material difamador, bem como coordenar o conteúdo das publicações das postagens de maneira sistemática com finalidade de desequilibrar o pleito eleitoral.
Busca-se ainda a apuração do envolvimento de outras pessoas no delito em questão, ou ainda eventual financiamento de postagens em redes sociais. O caso permanece sob segredo de justiça.
Um grande público prestigiou na manhã do domingo, 1 de dezembro, na Sede Esportiva da Associação Comercial e Empresarial de Vilhena (Aciv), as finais da Taça Aciv Semes Sicoob 25 Anos de Futebol Society. A Taça Aciv é uma das mais tradicionais competições de Vilhena e este ano teve o diferencial da realização em parceria a Prefeitura de Vilhena, por meio da Secretaria Municipal de Esportes, e distribuiu R$ 45 mil em premiação aos finalistas.
No principal torneio da Taça Aciv, o Aberto, o título ficou com a Distribuidora Queiroz que venceu o Ajax FC por 2-0, com gols de Dudu e Domingo no segundo tempo. A premiação entregue ao campeão foi de R$ 10 mil. O vice-campeão recebeu R$ 5 mil.
A Distribuidora Queiroz levou ainda a premiação de goleiro menos vazado. Alex, que tomou 7 gols ao longo do campeonato recebeu o prêmio. A artilharia do Aberto foi dividida entre os atacantes Cabixi da equipe CAV, e Wellington do Atlantico United que marcaram 8 gols cada.
Edivaldo Mateus ‘Bala’, treinador da equipe campeã, disse que o mérito pela conquista é dos jogadores que se dedicaram em campo a cada partida na busca pelo objetivo que era a título. Ele também agradeceu ao patrocinador que dá nome à equipe e elogiou a organização da Taça Aciv. “A organização da Taça Aciv proporciona uma competição de alto nível técnico e por isso é uma das mais aguardadas, atraindo atletas e equipes de diversas cidades”, disse o treinador campeão.
A decisão na Categoria Veterano 3.5 teve em lados opostos as equipes Fofão EC/Casa das Baterias e StarFit/ATFC/Tornearia Brasil que fizeram um jogo intenso e de oportunidades para ambas equipes. Mas quem aproveitou as oportunidades criadas foi a StarFit que abriu o placar com Luciano, artilheiro da competição com 8 gols; e ampliou com Dei, fechando o placar em 2-0 e comemorando o título e o prêmio de R$ 10 mil. O Fofão levou R$ 5 mil pelo vice-campeonato. O Goleiro Gil, da StarFit recebeu o prêmio de goleiro menos vazado tendo sofrido apenas 4 gols.
Entre as lendas da Categoria Master 5.0 o título foi comemorado pela Ferroviária que venceu no decisão a Aciv por 1-0 com gol de Orlando, artilheiro da competição com 9 gols. Além do troféu, a Ferroviária recebeu o valor de R$ 10 mil em premiação. Pelo vice-campeonato, a Aciv recebeu prêmio de R$ 5 mil. A Aciv também recebeu a premiação individual de goleiro menos vazado, já que Eduardo Queiroga tomou 6 gols ao longo da competição.
Diretor esportivo da Aciv, Valdir Ueker, declarou que a edição 2024 da Taça foi um sucesso. Ele destacou a participação recorde de equipes, foram 51 somadas as três categorias, e comemorou também a participação do público presente em todas as rodadas. Ueker agradeceu aos parceiros Sicoob e Semes que contribuíram com a realização da taça Aciv.
O secretário municipal de Esportes, Silmar de Freitas, comemorou o sucesso da parceria. “É uma nova forma de atuação no esporte em Vilhena que se mostrou um sucesso”, afirmou, ao revelar que a ideia é dar continuidade em 2025 com ações da Semes nesse modelo da parceira.
Município foi reconhecido pela eliminação da transmissão vertical do HIV, além de receber o selo ouro por boas práticas rumo à eliminação da transmissão vertical da sífilis e da Hepatite B
Vilhena alcançou um marco histórico ao receber três importantes certificações do Ministério da Saúde (MS) durante uma solenidade realizada na última sexta-feira, 29 de novembro, em Brasília. Com essa conquista, Vilhena se destaca como o único município da Região Norte entre os sete do país a ser contemplado com a certificação tripla.
O município foi reconhecido pela eliminação da transmissão vertical do HIV, além de receber o selo ouro de boas práticas rumo à eliminação da transmissão vertical da sífilis e o selo ouro de boas práticas rumo à eliminação da transmissão vertical de Hepatite B.
O secretário municipal de Saúde, Wagner Borges, explicou que a transmissão vertical ocorre quando a mãe infectada transmite doenças como HIV, Sífilis e Hepatite B para o bebê durante a gestação, o parto ou a amamentação. “Essa conquista demonstra o compromisso da administração com a saúde pública e, especialmente, com a proteção de gestantes e recém-nascidos”, destacou o secretário.
Durante a solenidade, as servidoras responsáveis por receber as premiações ressaltaram o papel essencial do trabalho coletivo. “Em nome da Semus gostaríamos de agradecer a todos os profissionais de saúde do município envolvidos na linha de cuidado materno-infantil. Parabéns a cada um que se dedicou e que, com certeza, continuará trabalhando para alcançar novas conquistas como esta”, declararam.
A Prefeitura de Vilhena, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semus), divulgou na última semana o projeto para a construção de uma nova Unidade Básica de Saúde (UBS) no bairro Moysés de Freitas.
A iniciativa faz parte do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Ministério da Saúde (MS), que busca fortalecer a infraestrutura do Sistema Único de Saúde (SUS), ampliando serviços da rede primária à especializada e suprindo vazios assistenciais.
Com orçamento de R$ 6,2 milhões, viabilizado por indicações do senador Confúcio Moura e do deputado estadual Cirone Deiró, a UBS será construída na Avenida Melvin Jones, entre as ruas 102-09 e 102-10, ao lado da creche do bairro.
A nova unidade, classificada como porte 05, terá capacidade para atender entre 15 e 20 mil moradores, abrangendo os bairros União, Maria Moura, Moisés de Freitas, Cidade Verde IV, Cidade Verde V e Barão do Melgaço III. A estrutura contará com espaço para, no mínimo, cinco equipes de Saúde da Família e cinco equipes de Saúde Bucal, garantindo atendimento ampliado e integrado à população.
Segundo o secretário municipal de saúde, Wagner Borges, a construção dessa unidade é um marco importante para a região. “Com essa nova unidade, vamos proporcionar às famílias um acesso mais próximo e qualificado aos serviços do SUS, promovendo cuidado integral e humanizado. Essa conquista é resultado de um trabalho conjunto entre os municípios e nossos representantes no legislativo estadual e federal, que certamente terá um impacto positivo na qualidade de vida da nossa população”, destacou.
O projeto arquitetônico foi elaborado pela Secretaria Municipal de Planejamento (Semplan), sob a responsabilidade técnica da arquiteta Andréa Ferraz, e está em fase de análise pela Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa).