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Deputada Rosangela Donadon convida a população de Vilhena para prestigiar o Circuito Rondoniense de Natação neste sábado

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Evento será realizado no IFRO a partir das 8h e reunirá atletas de várias cidades do estado

A deputada estadual Rosangela Donadon convida toda a população de Vilhena para prestigiar mais uma etapa do Circuito Rondoniense de Natação 2025, que acontece neste sábado, 25 de outubro, a partir das 8h da manhã, nas dependências do Instituto Federal de Rondônia (IFRO), campus Vilhena.

O evento faz parte de um grande circuito esportivo estadual que percorre diversas cidades de Rondônia, promovendo a valorização dos atletas, o incentivo à prática esportiva e a integração entre jovens e comunidades.

O projeto é realizado pela Federação Aquática do Estado de Rondônia (FAER), com apoio da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), Governo de Rondônia, SEJUCEL e conta com recursos destinados pelo mandato da deputada Rosangela Donadon, que tem sido uma grande incentivadora do esporte em todas as regiões do estado.

“Fico muito feliz em apoiar mais uma edição do Circuito Rondoniense de Natação. O esporte é uma ferramenta de transformação que une, inspira e abre oportunidades para os nossos jovens. Convido toda a população de Vilhena para prestigiar e torcer pelos nossos atletas neste sábado”, destacou a parlamentar.

O circuito, que teve início em Porto Velho, segue percorrendo várias cidades e será encerrado em dezembro, também na capital, com a grande final estadual.

Rosangela Donadon reforça que incentivar o esporte é investir em saúde, cidadania e futuro.

“Cada evento como esse representa o fortalecimento do esporte rondoniense e o reconhecimento de quem se dedica com tanto esforço e paixão às modalidades aquáticas”, completou.

Assessoria parlamentar

Deputada Rosangela Donadon solicita recuperação asfáltica na RO-489, entre a RO-010 e São Felipe do Oeste

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Parlamentar destaca a importância da obra para garantir segurança, mobilidade e o fortalecimento da economia regional

A deputada estadual Rosangela Donadon (União Brasil) apresentou à Assembleia Legislativa de Rondônia uma indicação ao Governo do Estado, com extensão ao Departamento de Estradas de Rodagens, Infraestrutura e Serviços Públicos (DER), solicitando a recuperação asfáltica e operação tapa-buracos na RO-489, no trecho que liga a RO-010 ao município de São Felipe do Oeste.

De acordo com a parlamentar, o pedido busca atender a uma demanda urgente da população e dos produtores rurais que utilizam a rodovia diariamente. O trecho, que é uma importante via de ligação entre municípios do Cone Sul, apresenta graves danos na pavimentação, com buracos e desgaste no asfalto, o que tem comprometido a trafegabilidade e colocado em risco a segurança dos motoristas.

Rosangela Donadon ressaltou que a RO-489 tem papel estratégico no escoamento da produção agrícola e pecuária da região, além de ser utilizada para o transporte de insumos, produtos e para o deslocamento da população. “Essa estrada é fundamental para o desenvolvimento econômico local. A recuperação é essencial para melhorar o tráfego, reduzir acidentes e garantir mais conforto e segurança para quem precisa transitar por ela todos os dias”, afirmou a deputada.

A parlamentar também pontuou que a manutenção das estradas é uma das prioridades de seu mandato, especialmente nas regiões que dependem da agricultura e da pecuária como base de sua economia. “Quando garantimos boas condições de tráfego, fortalecemos o campo, incentivamos a geração de renda e melhoramos a qualidade de vida das pessoas”, completou.

Rosangela Donadon aproveitou para agradecer ao governador Coronel Marcos Rocha e à equipe do DER pelo empenho e pela atenção que têm dado às demandas de infraestrutura nos municípios do interior. “O governador Marcos Rocha e o DER têm realizado um trabalho comprometido com o desenvolvimento de Rondônia, ouvindo as necessidades da população e buscando soluções para melhorar nossas estradas”, destacou.

O documento foi protocolado na Assembleia Legislativa de Rondônia sob o número 14241/25 e encaminhado ao DER, responsável pela execução das obras de infraestrutura viária no estado.

Assessoria parlamentar

Estado de RO conquista espaço global com defesa agropecuária e carne bovina

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Rondônia vem se destacando como referência nacional na defesa sanitária agropecuária. O Estado foi pioneiro ao receber reconhecimento internacional como área livre de febre aftosa sem vacinação, chancela concedida pela OMSA em 2021, resultado direto da parceria sólida entre produtores rurais e a Agência Estadual de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril.

Essa conquista trouxe ganhos concretos para quem trabalha no campo. A suspensão da vacinação contra aftosa reduziu custos para os pecuaristas e, ainda mais importante, aumentou a confiança internacional na carne produzida em solo rondoniense. Com garantias sanitárias reconhecidas, Rondônia passou a acessar mercados mais exigentes e rentáveis, impulsionando as exportações e reforçando o status da pecuária estadual no cenário brasileiro.

Números recentes confirmam esse bom momento. Segundo dados oficiais do setor, só em 2024 o Estado embarcou ao exterior mais de 276 mil toneladas de carne bovina, movimentando US$ 1,16 bilhão. E de janeiro a setembro de 2025, as exportações já superam US$ 1,1 bilhão, com aumento de mais de 17% no volume em relação ao mesmo período do ano anterior. Com esse ritmo, a expectativa é ultrapassar com folga o total exportado em 2024.

Mesmo países que elevaram barreiras ao comércio, caso dos Estados Unidos com o recente “tarifaço”, mantiveram interesse pelo produto de Rondônia. Em 2024, as vendas para o mercado norte-americano somaram quase US$ 60 milhões; em 2025, em apenas nove meses, esse valor já ultrapassou US$ 77 milhões – mais de 50% acima do registrado no ano anterior.

Atualmente, Rondônia contabiliza um rebanho de aproximadamente 18 milhões de cabeças, espalhadas por mais de 114 mil propriedades rurais. Para manter esse patamar e garantir acesso contínuo a mercados internacionais, produtores devem estar atentos à atualização cadastral obrigatória, ação fundamental para rastreabilidade, formulação de políticas públicas e avanço sanitário.

A partir de novembro, terá início a segunda etapa anual da declaração de rebanhos. O processo pode ser feito de maneira digital, diretamente pelo portal oficial da Agência Estadual, reduzindo custos e facilitando a vida do produtor.

O exemplo de Rondônia mostra como resultados positivos em sanidade animal abrem portas, agregam valor ao produto e fortalecem a posição do Estado – e do produtor local – no competitivo mercado global de carnes.

 

 

Fonte/Pensar Agro

Crédito rural emperrado obriga recorrer a consultorias e cooperativas

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Produtores rurais estão tendo que recorrer cada vez mais a consultorias especializadas e às cooperativas para obter crédito e dar sequencia ao plantio da safra, por conta da dificuldade de acesso às linhas oficiais de financiamento.

Por exemplo, os R$ 12 bilhões em linha de crédito para renegociação de dívidas (criada pela Medida Provisória 1.314/2025) estão no BNDES, mas inacessível por conta de divergências entre Ministério da Agricultura e Tesouro Nacional e atrasos no orçamento federal (veja aqui). A consequência? Muitos agricultores viram-se obrigados a renegociar dívidas, adiar investimentos e buscar alternativas fora do sistema bancário tradicional.

Neste cenário, a atuação das consultorias financeiras passou a ser decisiva. Segundo especialistas, cerca de 76% das operações recentes envolvem intervenção quitante — quando uma nova linha de crédito é usada para quitar uma dívida anterior, geralmente em condições mais vantajosas. Exemplo disso é o produtor que troca um financiamento bancário de 16% ao ano por opções com juros mais baixos, prazos estendidos e pagamentos semestrais ou anuais, ajustados ao ciclo da produção. Essa estrutura permite controlar o fluxo de caixa, reduzir custos e retomar investimentos no campo.

Ao mesmo tempo, cooperativas rurais e novas plataformas digitais vêm ganhando espaço como canais de crédito alternativo. O volume de Cédulas de Produto Rural (CPRs), títulos usados para formalizar garantias, disparou nos últimos meses, marcando um recorde de 47% de crescimento em setembro. A busca por taxas menores levou muitos produtores a adequar os planos financeiros do segundo semestre, ampliando o uso de consórcios rurais e fundos de investimento.

Mesmo com uma inadimplência relativamente estável na população rural, o setor aponta queda de até 22% nos recursos liberados para o ciclo atual frente ao anterior. Para o agronegócio, previsibilidade e agilidade nas liberações continuam sendo vitais. A demora na liberação dos R$ 12 bilhões ressalta os desafios e reforça a importância de ampliar as opções de crédito para manter o ritmo da produção e evitar o agravamento do endividamento no campo.

 

Fonte/Pensar Agro

COP30: MPF defende criação de marco legal para responsabilizar empresas por violação de direitos humanos

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Objetivo é avançar na criação de instrumentos obrigatórios para prevenir, conter e reparar esse tipo de violação na atividade empresarial

Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

O Ministério Público Federal (MPF) tem desempenhado papel central no acompanhamento de políticas públicas e normas voltadas à responsabilização empresarial por violações de direitos humanos. Essa atuação é coordenada pela Comissão de Direitos Humanos e Empresas da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC).
Com a proximidade da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que será realizada no próximo mês em Belém (PA), o debate sobre empresas, direitos humanos e sustentabilidade ganha relevância especial, colocando em pauta a necessidade de um desenvolvimento justo, com respeito aos princípios da dignidade humana, e ambientalmente responsável.

“Proteger direitos e oferecer segurança jurídica não são caminhos opostos — são dimensões complementares de um mesmo esforço civilizatório. Nenhuma atividade econômica deve prosperar à custa de direitos fundamentais”, afirma o procurador federal dos Direitos do Cidadão, Nicolao Dino.

A comissão da PFDC foi criada em 2016 a partir de uma demanda da sociedade civil. O contexto era marcado pelo rompimento da barragem de Fundão (Mariana/MG) – decorrente da extração de minério de ferro pela empresa Samarco Mineração SA – e pelas violações socioambientais associadas à instalação da usina hidrelétrica de Belo Monte (PA), operação controlada pelo consórcio Norte Energia.

Usina hidrelétrica de Belo Monte (PA). Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
Usina hidrelétrica de Belo Monte (PA). Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

O objetivo inicial era monitorar a incorporação dos Princípios Orientadores das Nações Unidas sobre Empresas e Direitos Humanos no Brasil, buscando garantir que eventuais mudanças normativas não representassem retrocessos na proteção socioambiental.

Com o passar dos anos, a estrutura foi fortalecida. O grupo de trabalho foi transformado em comissão, que permanece ativa com a mesma missão de atuar em casos relacionados a impactos da atividade empresarial sobre os direitos fundamentais.

Composta por sete procuradores do MPF, a comissão atua no fortalecimento de políticas públicas relacionadas ao tema e apoia procuradores e procuradoras na responsabilização de empresas por violações de direitos humanos. Também trabalha na difusão do conhecimento sobre a temática no sistema de justiça, no poder público, no setor privado e na sociedade civil.

Essa atuação se dá por meio de produção de material técnico sobre o assunto, emissão de notas públicas, realização de audiências e articulação com órgãos públicos e entidades da sociedade civil.

“O objetivo é avançar na criação de instrumentos normativos vinculantes, capazes de assegurar que as empresas cumpram suas responsabilidades em matéria de direitos humanos, garantindo também segurança jurídica para o setor produtivo”, explica Thales Coelho, procurador da República que coordena o trabalho da comissão.

Marco normativo para empresas

Box sobre a Devida Diligência em Direitos Humanos (DDDH)Entre as iniciativas acompanhadas pela equipe está o Projeto de Lei 572/2022, que institui o marco normativo nacional sobre empresas e direitos humanos. A proposta, em tramitação na Câmara dos Deputados, busca estabelecer obrigações jurídicas claras para prevenir, conter e reparar violações, incorporando a devida diligência (veja o box) como dever legal e não apenas compromisso voluntário.  A legislação prevê, ainda, mecanismos de responsabilização empresarial e fortalecimento do acesso à justiça para as vítimas.

Sobre esse assunto, a comissão emitiu, em março deste ano, uma nota técnica em que defende o projeto de lei. De acordo com o documento, há um vácuo regulatório sobre o tema no país, situação que permite que as empresas atuem sem diretrizes claras. A falta de regulação resulta em casos de desrespeito a direitos trabalhistas, impactos socioambientais negativos e violação dos direitos de comunidades vulneráveis. O problema pode ser resolvido ou mitigado com a aprovação da norma. Para Thales Coelho, a aprovação do projeto é estratégica.

“O PL 572/2022 traz avanços significativos tanto para a proteção de direitos fundamentais quanto para a previsibilidade das relações econômicas. O Brasil não pode mais depender apenas de mecanismos voluntários, que se mostraram insuficientes para prevenir tragédias como as que já vivenciamos”, afirma o coordenador da comissão da PFDC.

A nota técnica destaca que o projeto de lei foi construído de forma participativa, com amplas escutas populares e envolvimento direto de vítimas e atingidos por violações empresariais. A proposta legislativa consolida obrigações diretas às empresas e prevê responsabilidades claras para o setor empresarial, além de direitos para pessoas e grupos afetados por suas atividades.

“O projeto cria um arcabouço regulatório seguro, tanto para as empresas, que terão maior previsibilidade em suas operações, quanto para comunidades afetadas, que contarão com instrumentos mais eficazes de acesso à justiça e reparação integral”, reforça Thales Coelho.

Mecanismos de reparação às vítimas e à sociedade

O posicionamento favorável da PFDC ao marco regulatório nacional foi consolidado após audiência pública promovida pelo MPF em agosto de 2024. Com o objetivo de fomentar o debate sobre o projeto de lei, a comissão reuniu representantes de órgãos públicos, do setor empresarial e da sociedade civil, além de acadêmicos.

Audiência públicaOutro aspecto fundamental do projeto é a obrigação da reparação integral dos danos causados por empresas que violem direitos humanos. As ações de reparação e a responsabilização devem considerar critérios como a gravidade, o nível de lesão gerado e os efeitos produzidos direta ou indiretamente, com obrigações jurídicas concretas à empresa.

Ao mesmo tempo, o PL reconhece a centralidade das vítimas nos processos de reparação, estabelecendo mecanismos para garantir aos afetados o protagonismo e a participação na formulação das respostas às violações sofridas. Um desses mecanismos é a criação de um fundo específico, a ser gerido pelas comunidades atingidas até a consolidação do processo de reparação.

Alinhamento às diretrizes internacionais

A aprovação do PL 572/2022 ainda pode fortalecer a posição do Brasil perante o Sistema Interamericano de Direitos Humanos, evitando futuras condenações na esfera internacional. Isso porque a Corte Interamericana de Direitos Humanos reconhece como dever dos Estados a prevenção de violações de direitos fundamentais no contexto das atividades empresariais. Isso deve ser feito com a adoção de medidas de caráter jurídico, político, administrativo e cultural para garantir que os abusos sejam tratados como ilícitos.

IV Consulta Regional sobre Empresas e Direitos Humanos para a América Latina e o Caribe, realizada em 2019
IV Consulta Regional sobre Empresas e Direitos Humanos para a América Latina e o Caribe, realizada em 2019

O enfrentamento das violações corporativas exige mais do que compromissos retóricos: é preciso consolidar obrigações jurídicas eficazes e justas.O PL 572/2022 representa esse passo adiante — necessário, possível e compatível com um modelo de desenvolvimento sustentável, em que dignidade e responsabilidade caminham lado a lado”, pondera o procurador federal dos Direitos do Cidadão, Nicolao Dino.

Além do acompanhamento legislativo, a comissão atua em temas como violações de direitos humanos em cadeias produtivas de grandes corporações, impactos de grandes empreendimentos e colaboração empresarial com regimes autoritários (justiça de transição corporativa).

Outros assuntos tratados pelo grupo são os riscos emergentes ligados a novas tecnologias, financiamento de abusos corporativos e práticas de socialwashing (que é o marketing social sem estar associado a um compromisso real da empresa com essas causas). A comissão também monitora a implementação da Política Nacional de Direitos Humanos e Empresas, bem como as negociações internacionais para um tratado global sobre o tema.

Contagem Regressiva

Até o dia 9 de novembro, véspera do início da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), em Belém, no Pará, serão publicadas 50 matérias sobre a atuação do Ministério Público Federal na proteção do meio ambiente, das populações mais vulneráveis e dos direitos humanos. A ação de comunicação faz parte da campanha MPF: Guardião do Futuro, Protetor de Direitos.

Acompanhe a contagem regressiva diariamente, no nosso site!

Acesse o site MPF na COP30

*Reportagem: Comunicação/MPF/PGR

SINTERO reforçam luta pela implementação do piso salarial dos técnicos educacionais

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O Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado de Rondônia (SINTERO), reafirma seu compromisso, junto à Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), na defesa da valorização dos profissionais da educação, especialmente os técnicos e as técnicas educacionais, para que o piso salarial da categoria seja finalmente regulamentado e implementado conforme prevê o PL 2.531/2021.

O referido projeto de lei, aprovado recentemente pela Comissão de Finanças e Tributação (CFT) da Câmara dos Deputados, trata da regulamentação do piso salarial profissional nacional para os funcionários e as funcionárias da educação. O PL já passou pelas comissões de Educação, Administração e Serviço Público, Trabalho e Finanças, restando agora apenas a aprovação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de seguir para o Senado Federal.

A CNTE tem atuado ativamente como propositora social do piso, defendendo que todos/as os/as profissionais da educação – incluindo os técnicos e administrativos – sejam contemplados com o mesmo reconhecimento previsto constitucionalmente para os docentes. Essa é uma reivindicação histórica da categoria, que luta por igualdade de direitos e valorização profissional.

Em nota, a CNTE destacou ainda que o Ministério da Educação criou um Grupo de Trabalho (GT) para estudar os impactos do PL 2.531/21 nas três esferas (federal, estadual e municipal), com participação de entidades representativas como CNTE, Confetam, Consed, Undime e Comsefaz. O objetivo é garantir um debate técnico e financeiro que permita a aprovação consensual do projeto, evitando futuras judicializações.

A presidenta do SINTERO, Dioneida Castoldi, enfatizou a importância desta conquista para a categoria:

“A garantia do piso salarial dos técnicos educacionais é uma pauta justa e necessária. São profissionais que garantem o funcionamento das escolas e merecem ter seus direitos reconhecidos. O SINTERO, junto à CNTE, continuará firme nessa luta até que o piso seja uma realidade para todos os trabalhadores e trabalhadoras da educação” , afirmou Dioneida Castoldi.

O SINTERO segue acompanhando de perto a tramitação do PL 2.531/21 e reforça a mobilização em defesa da aprovação final do projeto, que representa um avanço histórico na consolidação da valorização dos profissionais da educação no Brasil.

Fonte: Secretaria de Imprensa e Divulgação – SID

Anvisa suspende cosméticos e produtos de limpeza da Maxx Química

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Empresa descumpriu as boas práticas de fabricação na produção dos itens suspensos. Saiba mais.

Uma ação de fiscalização da Anvisa determinou, nesta quinta-feira (16/10), a suspensão da comercialização, distribuição, fabricação, divulgação e uso de todos os cosméticos e todos os saneantes produzidos pela empresa Maxx Química e Sistemas de Limpeza Ltda. 

Cosméticos

Uma inspeção sanitária realizada entre os dias 30 de setembro e 2 de outubro constatou que a empresa não cumpriu o Regulamento Técnico de Boas Práticas de Fabricação para Produtos de Higiene Pessoal, Cosméticos e Perfumes, determinado pela Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 48/2013.

Produtos de limpeza 

A mesma inspeção sanitária também identificou o descumprimento do mesmo Regulamento Técnico em relação aos produtos de limpeza da empresa.

Pó para maquiagem capilar sem registro 

A Anvisa também determinou a apreensão de dois cosméticos utilizados como maquiagem capilar, de empresa desconhecida. Com isso, os produtos Dexe Hair Building Fibers (Fibra Capilar em Pó) e Maycheer Pang Pang Hair Shadow (Maquiagem Capilar em Pó) estão proibidos de ser comercializados, distribuídos, fabricados, divulgados e usados.

Os cosméticos estavam sendo fabricados, divulgados e comercializados sem registro na Anvisa.

Confira a Resolução no Diário Oficial da União:

https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-re-n-4.041-de-15-de-outubro-de-2025-663076356

Saúde e Vigilância Sanitária

CPMI do INSS ouve ex-dirigente de associação investigada e ex-integrante do Conselho de Previdência Social

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Mais dois depoimentos serão tomados pela CPMI do INSS nesta segunda-feira (20). Serão ouvidos o ex-presidente da Amar Brasil Clube de Benefícios (ABCB), Felipe Macedo Gomes, e a ex-integrante do Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS) Tonia Andrea Inocentini Galleti.

Felipe Gomes terá de explicar mais de R$ 1,1 bilhão em descontos indevidos de aposentados e pensionistas. Já Tonia Galleti deverá informar aos parlamentares o que teria bloqueado suas denúncias e pedidos de regulamentação dos Acordos de Cooperação Técnica (ACTs) firmados com associações e sindicatos.

Conselho da Previdência
A oitiva de Tonia Galleti atende a requerimentos dos senadores Izalci Lucas (PL-DF) e Damares Alves (Republicanos-DF) e dos deputados Beto Pereira (PSDB-MS), Adriana Ventura (Novo-SP) e Duarte Jr. (PSB-MA).

No seu pedido, Izalci Lucas argumenta que a investigação no âmbito da CPMI não pode ser compreendida “apenas pela análise de seus executores finais”, e que é importante investigar as falhas estruturais e as “omissões deliberadas que ocorreram no epicentro decisório do sistema”.

Ele diz que Tonia Galleti, no seu mandato no CNPS, tentou formalmente pautar a discussão sobre a proliferação de fraudes e a necessidade urgente de regulamentação dos Acordos de Cooperação Técnica (ACTs) firmados com associações e sindicatos no âmbito do conselho.

“O testemunho da senhora Tonia Galleti é fundamental para que esta Comissão Parlamentar de Inquérito possa mapear com precisão a cronologia da ciência dos fatos pelas mais altas autoridades da Previdência Social, bem como as articulações políticas que resultaram na manutenção de um ambiente regulatório frouxo e propício aos crimes investigados”, justifica.

“É seu dever, como cidadã e ex-integrante de um órgão de Estado, e direito desta CPMI, ouvir quem esteve na trincheira institucional, munida de informações e com o ímpeto de agir, mas que foi silenciada pela inércia calculada de seus superiores”, afirma.

Descontos indevidos
Já o depoimento de Felipe Macedo Gomes atende a requerimentos dos senadores Fabiano Contarato (PT-ES) e Damares Alves (Republicanos-DF) e dos deputados Rogério Correia (PT-MG), Orlando Silva (PCdoB-SP), Paulo Pimenta  (PT-RS) e Evair Vieira de Melo (PP-ES).

Fabiano Contarato aponta que Felipe Gomes teria sido identificado pelas investigações da Polícia Federal e da Controladoria Geral da União (CGU) como um dos operadores do esquema de fraudes no INSS. Segundo o senador, entre 2022 e 2024, o ex-dirigente da associação teria movimentado mais de R$ 1,1 bilhão por meio de descontos indevidos em benefícios previdenciários.

“A Amar Brasil Clube de Benefícios foi autorizada a descontar até 2,5% sobre os benefícios previdenciários em 2022, passando a executar cobranças que atingiram milhares de aposentados e pensionistas, muitos sem qualquer vínculo ou autorização expressa para filiação à entidade”, afirma Contarato.

“Há indícios de que a associação funcionou como fachada para operações financeiras irregulares, utilizando a estrutura de convênios com o INSS para captação ilícita de recursos, o que caracteriza grave violação dos direitos dos beneficiários”, acrescenta.

Participação
A audiência será interativa e os cidadãos podem enviar perguntas e comentários pelo telefone da Ouvidoria do Senado (0800 061 2211) ou pelo Portal e‑Cidadania.

A reunião está marcada para as 16 horas, no plenário 2 da ala Nilo Coelho, no Senado.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

É hoje! Deputada Rosangela Donadon convida população de Cerejeiras para a Copa Regional de Futebol Society do Cone Sul

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Evento acontece neste sábado, 18 de outubro, às 15h, em Cerejeiras, na Associação dos Servidores.

Assessoria Parlamentar

A deputada estadual Rosangela Donadon convida toda a população de Cerejeiras para prestigiar mais uma etapa da Copa Regional de Futebol Society do Cone Sul, que acontece neste sábado, 18 de outubro, a partir das 15h, na Associação dos Servidores, localizada na Avenida Brasil.

A competição reúne equipes masculinas e femininas de vários municípios da região e tem como objetivo incentivar o esporte, promover a integração entre as comunidades e valorizar os talentos locais. A etapa de Cerejeiras promete ser um grande sucesso, com disputas acirradas e muita torcida.

Segundo a deputada Rosangela Donadon, o esporte é uma ferramenta poderosa de transformação social.

“A Copa Regional de Futebol Society é um projeto que valoriza nossos atletas e fortalece o espírito esportivo do Cone Sul. É sempre uma alegria ver o envolvimento das cidades e o entusiasmo dos participantes”, destacou a parlamentar.

A Copa é realizada com o apoio do Governo de Rondônia, por meio da SEJUCEL, e faz parte das ações de fomento ao esporte no estado.

 

 

CAE debate isenção do Imposto de Renda até R$ 5 mil na terça

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A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) debate nesta terça-feira (21) o projeto de lei que isenta o Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil e aumenta a taxação sobre altas rendas.

A comissão pretende avaliar o impacto orçamentário e financeiro, os efeitos sobre a arrecadação dos estados e municípios e o modelo de compensação federativa previsto no projeto. O início do debate está previsto para as 10h.

O PL 1.087/2025 é relatado pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL), que preside a CAE.

O projeto foi aprovado na Câmara dos Deputados em 1º de outubro com 493 votos favoráveis. O texto foi relatado pelo deputado Arthur Lira (PP-AL), que alterou a proposta original do Executivo.

O texto muda a Lei do Imposto de Renda para isentar, a partir de janeiro de 2026, o imposto sobre rendimentos mensais de até R$ 5 mil para pessoas físicas, e reduzir parcialmente as rendas entre R$ 5.000,01 a R$ 7.350. Rendimentos acima de R$ 7.350 não serão contemplados pela medida.

A redução também recairá no cálculo do imposto cobrado na fonte no pagamento do décimo-terceiro salário.

Atualmente, a isenção do imposto acontece apenas para quem ganha até R$ 3.076 (dois salários mínimos). Ao total, a proposta trata de uma renúncia de R$ 25,4 bilhões em receita do Imposto de Renda (IR), cerca de 10% dos quase R$ 227 bilhões arrecadados com o tributo.

A comissão convidou para o debate:

  • prefeito de Porto Alegre  e primeiro-vice-presidente da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), Sebastião Melo (confirmado);
  • secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron de Oliveira;
  • secretário de Orçamento Federal, Clayton Montes;
  • representante da Confederação Nacional dos Municípios (CNM);
  • representante do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz).

Como participar

O evento será interativo: os cidadãos podem enviar perguntas e comentários pelo telefone da Ouvidoria do Senado (0800 061 2211) ou pelo Portal e‑Cidadania, que podem ser lidos e respondidos pelos senadores e debatedores ao vivo. O Senado oferece uma declaração de participação, que pode ser usada como hora de atividade complementar em curso universitário, por exemplo. O Portal e‑Cidadania também recebe a opinião dos cidadãos sobre os projetos em tramitação no Senado, além de sugestões para novas leis.

Fonte: Agência Senado