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Deputado Edevaldo Neves destina R$ 810 mil para implementos agrícolas em Vilhena

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O deputado estadual Edevaldo Neves (PRD) anunciou a destinação de R$ 810 mil para a aquisição de implementos agrícolas que beneficiarão associações rurais do município de Vilhena. O investimento atende a um pedido do vereador Silvano Pessoa (União Brasil) e já está na conta das entidades contempladas.

A verba foi direcionada para as associações Aspronião, Asprac, Rio Claro, Asprocem e Colombiária Nova, possibilitando a aquisição de maquinários e equipamentos essenciais para o fortalecimento da agricultura familiar na região.

“Esse investimento representa mais do que simples equipamentos; é a garantia de melhores condições de trabalho para os pequenos produtores rurais, impulsionando a produção e gerando mais renda para quem sustenta a economia do campo”, destacou o deputado Edevaldo Neves.

Em um vídeo divulgado nas redes sociais, o parlamentar reafirmou seu compromisso com a agricultura familiar e ressaltou a importância da parceria com o vereador Silvano Pessoa. “Podem contar comigo para continuar investindo no desenvolvimento do nosso estado e na melhoria das condições de trabalho dos nossos agricultores”, afirmou.

Com a liberação dos recursos, a expectativa é que os implementos sejam distribuídos em breve, beneficiando diretamente centenas de agricultores familiares em Vilhena. O deputado reiterou seu compromisso com a agricultura e garantiu que continuará trabalhando para fortalecer o setor.

“Nosso objetivo é proporcionar mais estrutura e oportunidades para o campo, garantindo que os pequenos produtores tenham condições dignas para trabalhar e prosperar”, finalizou Edevaldo Neves.

 

Assessoria

Colheita avança em todo o Brasil e já supera média histórica

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A colheita da safra de soja 2024/2025 no Brasil avançou significativamente em fevereiro, atingindo aproximadamente 48,6% da área total já colhida, conforme dados recentes do setor agrícola. Este progresso supera tanto o índice registrado no mesmo período da safra anterior, que foi de 45,7%, quanto a média dos últimos cinco anos, situada em 43,8%.

A produção nacional de soja está estimada em 171,3 milhões de toneladas, representando um aumento de 10,2% em relação à safra 2023/2024. A produtividade média é projetada em 60 sacas por hectare, com uma área plantada de 47,6 milhões de hectares, um crescimento de 1,7% comparado ao ciclo anterior.

No Mato Grosso do Sul, por exemplo, mais de 770 mil hectares já foram colhidos, correspondendo a 20,8% da área total na região sul do estado. Este percentual está acima da média dos últimos cinco anos, apesar de pequenos atrasos devido às chuvas.

Para o mês de março, a previsão climática indica condições variadas nas principais regiões produtoras. Espera-se que o Mato Grosso do Sul registre chuvas acima da média, enquanto Goiás e Mato Grosso devem apresentar volumes de precipitação entre 150 e 200 mm ao longo dos 30 dias, o que pode favorecer a finalização da colheita da soja e o plantio do milho safrinha.

No Sudeste, estados como São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo devem receber acumulados de chuva entre 150 e 200 mm, beneficiando as atividades agrícolas locais. Já na Região Sul, o Noroeste do Rio Grande do Sul pode registrar volumes superiores a 100 mm, enquanto outras áreas podem ter precipitações abaixo da média, mas ainda adequadas para as operações de campo.

No Nordeste, as regiões de Tocantins e Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) podem ultrapassar 200 mm de precipitação, embora o centro-sul da Bahia, Piauí e Maranhão enfrentem um déficit hídrico. No Norte, o Pará deve ter chuvas intensas, superiores a 300 mm, enquanto Rondônia deve registrar volumes dentro da média, cerca de 150 mm.

Essas condições climáticas podem influenciar tanto o andamento da colheita da soja quanto o desenvolvimento das culturas subsequentes, como o milho safrinha. A expectativa é que, com a continuidade das operações de colheita e o manejo adequado das lavouras, o Brasil mantenha sua posição de destaque no mercado global de grãos, contribuindo significativamente para a economia nacional e o abastecimento internacional.

Pensar agro

Infestação por berne causa bilhões em prejuízos à pecuária brasileira

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A infestação por berne, causada pela larva da mosca Dermatobia hominis, representa um dos principais desafios sanitários da pecuária brasileira, impactando diretamente a produtividade e a rentabilidade das propriedades rurais. De acordo com estudos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), parasitas como o berne geram perdas anuais estimadas em cerca de R$ 106 bilhões para o setor.

O parasita compromete a saúde do rebanho ao provocar feridas que podem levar à perda de peso entre 9% e 14% em animais infestados por 20 a 40 larvas. Além disso, a qualidade do couro, um dos principais produtos da cadeia pecuária, também é afetada. Peles com 10 a 20 perfurações em áreas nobres podem sofrer desvalorização de até 40% no mercado. Segundo a Embrapa, o berne é o parasita que mais impacta negativamente a indústria do couro no Brasil.

As condições climáticas exercem um papel determinante na proliferação do berne. A combinação de umidade e altas temperaturas favorece sua disseminação em todo o território nacional, com picos sazonais registrados em determinadas regiões. Em estados como Mato Grosso do Sul, por exemplo, os surtos mais intensos ocorrem entre setembro e outubro.

Embora existam tratamentos disponíveis, a maioria das abordagens adotadas atualmente tem caráter curativo, ou seja, os produtos químicos são aplicados somente após a infestação. O pesquisador da Embrapa Gado de Corte, unidade sediada em Campo Grande (MS), destaca que o controle estratégico eficaz é um desafio, pois o ciclo completo do parasita ainda não é totalmente compreendido.

Diante desse cenário, especialistas recomendam a adoção de medidas preventivas para minimizar as infestações. Entre as estratégias mais eficazes estão o manejo adequado dos resíduos orgânicos, a remoção de carcaças, a limpeza das áreas de pastagem, o descarte seletivo de animais mais suscetíveis e a escolha de raças mais resistentes.

A sanidade do rebanho é essencial para garantir a competitividade da pecuária brasileira, e o controle do berne exige atenção contínua. A implementação de boas práticas de manejo e o monitoramento regular da presença de parasitas são fundamentais para reduzir os impactos econômicos e preservar a qualidade da produção de carne, leite e couro no país.

Pensar Agro

Consumo de arroz e feijão cai no Brasil e mudanças de hábito preocupam

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O consumo de arroz e feijão, tradicionalmente a base da alimentação brasileira, tem registrado uma queda significativa nas últimas décadas. Um estudo da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) mostra que, em 1985, cada brasileiro consumia, em média, 49 kg de arroz por ano. Hoje, esse número caiu para 29,2 kg. A redução também é expressiva no caso do feijão, que passou de 19 kg para 12,8 kg per capita no mesmo período.

O aumento dos preços é apontado como um dos fatores para essa mudança, mas não é o único. A urbanização e a rotina acelerada transformaram os hábitos alimentares, levando à substituição de refeições preparadas em casa por opções mais práticas. O feijão, por exemplo, exige um tempo maior de preparo, o que faz com que muitos consumidores optem por alimentos industrializados e ultraprocessados. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que cerca de 20% das calorias consumidas no país já vêm desse tipo de produto, especialmente entre as classes de menor renda.

Embora os preços do arroz e do feijão oscilem conforme as safras e as condições do mercado, os dois alimentos continuam sendo uma das opções mais acessíveis em termos de custo-benefício. O maior desafio, segundo especialistas, é conscientizar a população sobre os impactos da substituição desses alimentos por produtos industrializados. Estudos indicam que o consumo regular de feijão está associado à redução do risco de obesidade, enquanto dietas ricas em ultraprocessados aumentam a incidência de doenças crônicas, como hipertensão e diabetes.

O cenário levanta questionamentos sobre os impactos a longo prazo para a saúde da população e para o setor agroindustrial. A busca por alternativas para reverter essa tendência envolve desde políticas públicas de incentivo ao consumo até estratégias de comunicação e educação alimentar. O arroz e o feijão fazem parte da cultura alimentar do país e, para muitos especialistas, é essencial recolocá-los no centro da mesa dos brasileiros, tanto pelo valor nutricional quanto pela importância econômica e social desses alimentos.

Pensar Agro

Prato Fácil do governo de RO atinge 4 milhões de refeições servidas a pessoas vulneráveis

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Criado pelo governo de Rondônia em 2020 e implantado em 17 de maio de 2021, com o objetivo de fornecer refeições nutritivas à população em situação de vulnerabilidade social no estado, o programa Prato Fácil atingiu na sexta-feira (28), a marca dos 4 milhões de refeições servidas, ao custo de R$ 2, nos 23 restaurantes que atendem em oito municípios rondonienses. Do total de refeições, que representa mais de 316 toneladas de alimentos, cerca de 3 milhões foram servidas em Porto Velho, nos oito estabelecimentos que diariamente, de segunda-feira a sábado, das 11h às 15h, disponibilizam 3.201 mil pratos ou marmitex, juntamente ao restaurante, que funciona em sede construída pelo governo.

Considerando que uma alimentação saudável é fundamental ao bom funcionamento do corpo e para prevenir doenças, além de contribuir para melhor qualidade de vida e bem-estar das pessoas, o governador de Rondônia, Marcos Rocha, intensifica a importância do programa, idealizado pela então Secretaria de Estado da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), agora Secretaria de Estado da Mulher, da Família, da Assistência e do Desenvolvimento Social, por atender a todas as fases da vida, passando pela gestante, criança, adulta e idosa, com um cardápio elaborado por nutricionistas, levando os nutrientes necessários ao corpo humano, incluindo uma fruta. “Oferecer comida de qualidade para quem precisa é investir no futuro das pessoas, que bem alimentadas e com seus filhos bem cuidados, passam a ter melhores condições para buscarem um futuro melhor”, salientou.

Para a secretária da Seas, Luana Rocha, o Prato Fácil consiste em uma política pública humanizada e contínua, que garante assistência social de verdade para os beneficiários, que são famílias ou pessoas inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), com renda mensal per capita de até meio salário mínimo; ou que recebe o Benefício de Prestação Continuada (BPC), bem como aposentado com valor não superior a um salário mínimo.

“O Prato Fácil tem cumprido uma função essencial ao garantir refeições adequadas por um preço acessível. Com esse programa reforçamos o compromisso do governo com as pessoas que mais precisam”, ressaltou a titular da Seas.

Além da Capital, o Prato Fácil funciona em:

  • Ariquemes: com a oferta de 499 refeições por dia em quatro restaurantes credenciados;
  • Cacoal: ofertando 449 refeições em dois estabelecimentos;
  • Guajará-Mirim: com 370 refeições em dois restaurantes;
  • Jaru: com 268 refeições em três restaurantes;
  • Ji-Paraná: com 568 refeições em um restaurante;
  • Rolim de Moura: com 223 refeições em um restaurante; e
  • Vilhena: com 422 refeições, também em um estabelecimento.

Educação profissional gera novas oportunidades para mulheres no mercado de trabalho

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A democratização do ensino profissionalizante em Rondônia está gerando novas oportunidades para as mulheres. O Instituto Estadual de Desenvolvimento da Educação Profissional (Idep) tornou-se a porta de entrada para o público feminino no mercado de trabalho, inclusive em capacitações antes procuradas apenas por alunos do sexo masculino.

Na Escola Móvel de Mecânica de Motocicletas, por exemplo, embora a frequência seja majoritariamente masculina, vem crescendo o número de mulheres nessa área. O Espaço Maker, que se diferencia de um ambiente escolar convencional por oportunizar a construção do saber com atividades teórica e práticas, simultaneamente, integra a estratégia do governo de Rondônia em levar conhecimento até o aluno, por meio do ensino itinerante. Além da unidade flexível de Mecânica de Motocicleta, a instituição conta com escolas móveis nas áreas de Panificação e Confeitaria, Imagem Pessoal, Informática; Máquinas Agrícolas, Frigorífico e Piscicultura.

Cursos na área da beleza lideram na preferência do público feminino

EMPREENDEDORISMO FEMININO

Entre as escolas móveis, a de Imagem Pessoal é a que mais atrai mulheres interessadas em atuarem no promissor segmento da beleza, seja conquistando um emprego ou abrindo o próprio negócio. Paula Juliana Soares Bies, 30 anos, optou pelo empreendedorismo. Depois do Curso de Maquiagem Profissional em 2024, abriu o próprio estúdio no Bairro Tucumanzal, em Porto Velho.

Sobre a nova conquista, a maquiadora lembra que, esse sempre foi o seu sonho. “Desde minha infância, vi na área da beleza a oportunidade de crescer profissionalmente. Maquiava parentes para festas até me capacitar e abrir o meu próprio negócio. Empreender não é fácil e a persistência é a chave para o sucesso”, declarou a empreendedora que comemora o fato de estar com agenda lotada, principalmente devido ao período de Carnaval.

Longe do ‘glamour’ dos cursos de embelezamento que faz parte do dia a dia das mulheres, a Escola Móvel de Mecânica de Motocicletas aos poucos vai sendo frequentada por alunas interessadas em ocuparem novos espaços. É o caso de Ana Clara Miranda, 30 anos, que mora no Bairro Ayrton Senna, na Capital. “Tenho o objetivo de não apenas aprender, mas também entrar nesse ramo de trabalho para demonstrar que lugar de mulher é onde ela decididamente quiser estar”, defende a estudante que fez o primeiro curso na área, em fevereiro de 2025.

Mulheres começam desbravar novas áreas do conhecimento como os cursos de mecânica

MULHER PROTEGIDA

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, as novas conquistas do público feminino na educação profissional é resultado do fortalecimento das políticas públicas em benefício das mulheres que estão sendo implementadas pela gestão estadual nos últimos anos. Entre as ações com esse propósito, está a criação de projetos e programas, a exemplo do Mulher Protegida, que atende ao público feminino em situação de vulnerabilidade social.  “O governo de Rondônia procura fortalecer a participação das mulheres em todos os segmentos da sociedade”, evidenciou.

Segundo a presidente do Instituto Estadual de Desenvolvimento da Educação Profissional, Adir Josefa de Oliveira, a expansão do ensino profissionalizante em Rondônia garante mais conquistas femininas. “Graças à capacitação, muitas mulheres estão se tornado protagonistas da sua própria trajetória. A partir do momento em que consegue a autonomia financeira, a mulher se motiva a buscar novos horizontes “, ressaltou.

Condução de veículo sob efeito de álcool resulta em multa de quase R$ 3 mil e suspensão da CNH, alerta Detran-RO

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É do conhecimento de todo condutor habilitado que o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) proíbe dirigir sob a influência de álcool ou de qualquer substância que cause dependência física ou psíquica. A desobediência da norma resulta em penalidades. Com o objetivo de coibir essa prática ilegal, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran-RO) lançou a operação “Carnaval Seguro”, vinculada à campanha “Carnaval Seguro. Alegria com Responsabilidade”, para intensificar as ações e proporcionar segurança no trânsito.

Executada pela Diretoria de Fiscalização e Ações de Trânsito (DTFAT), a operação “Carnaval Seguro” reforça a fiscalização de trânsito, combatendo infrações que coloquem em risco a segurança viária, com objetivo de reduzir o número de sinistros e mortes durante o Carnaval.

Teste com resultado para processo administrativo de suspensão do direito de dirigir

DADOS DA FISCALIZAÇÃO

Na sexta-feira (28), foi realizada a “Operação Lei Seca Nacional”, com ações em Ariquemes, Jaru, Ji-Paraná, Cacoal, Rolim de Moura, Vilhena e Porto Velho, na qual 1.195 condutores foram abordados; 1.286 testes de etilômetro foram realizados; flagrando 103 pessoas dirigindo embriagadas. Destas, 44 foram conduzidas para a delegacia por ultrapassar 0,34 miligramas de álcool por litro de ar expelido (mg/l).

No sábado (1º) e no domingo (2), as ações aconteceram em Ariquemes, Jaru, Cacoal, Rolim de Moura e Porto Velho, com 1.281 abordagens, surpreendendo 67 condutores dirigindo sob efeito de álcool, e conduzindo  35  para a delegacia.

O resultado dos três dias de ação foi de 2.476 pessoas abordadas, 170 pessoas flagradas dirigindo alcoolizadas, sendo que 79 foram conduzidas à Delegacia de Polícia, porque ultrapassaram o limite máximo de teor alcoólico no organismo, ou se recusaram a fazer o teste de bafômetro e apresentaram um conjunto de notórios sintomas de embriaguez. Além disso, a operação também flagrou 75 pessoas inabilitadas.

Segundo o diretor da DTFAT, Welton Roney, condutores devem ser responsáveis com a vida, já que a prática de conduzir alcoolizado é perigosa, podendo marcar para sempre vidas; a sua própria e a de outros. “Por isso a lei é denominada ‘seca’, qualquer quantidade de bebida alcoólica influencia de forma negativa frente à direção veicular”, destacou.

TESTE DO ETILÔMETRO 

É importante que motoristas e motociclistas saibam que nenhuma quantidade de álcool é tolerável à frente da condução de um veículo, mas há diferenças quanto às penalidades aplicadas, conforme resultado do teste de etilômetro.

A margem de erro do etilômetro, aparelho que faz a medição de álcool por litro de ar expelido, é de até 0,04 miligramas. Quando o resultado do teste é de 0,05 até 0,33 miligramas, o condutor deve responder processo administrativo de suspensão do direito de dirigir, conforme o Artigo 165 do CTB. É caracterizado crime de trânsito, condutores cujo teste registre a partir de 0,34 miligramas de álcool por litro de ar alveolar expelido, conforme previsto no Artigo 306 do CTB, concomitante, o condutor é preso em flagrante e conduzido à Central de Polícia.

CONSEQUÊNCIAS ADMINISTRATIVAS  E CRIMINAIS

Registro de crime de trânsito em teste do etilômetro

Segundo o Código de Trânsito Brasileiro, quem for flagrado dirigindo alcoolizado será penalizado com:

  • Multa no valor de R$ 2.934,70 (Artigo 165);
  • Carteira Nacional de Habilitação (CNH) suspensa por um período de 12 meses (Artigo 261);
  • O veículo será retido até a apresentação de um condutor habilitado e a CNH do infrator será recolhida (Artigo 270); e
  • Em caso de sinistro de trânsito, em que o resultado for lesão corporal ou morte, o condutor embriagado poderá responder criminalmente por homicídio culposo (Artigo 302) ou lesão corporal culposa no trânsito (Artigo 303), não cabendo fiança.

É importante ressaltar que a recusa em realizar o teste do bafômetro também caracteriza uma infração (Artigo 165-A), resultando ao condutor as mesmas penalidades de quem é flagrado dirigindo sob influência de álcool. Caso o condutor apresente um conjunto de sintomas de embriaguez, caracterizará a situação de crime (Art. 165/306), resultando em prisão em flagrante, que se somará às penalidades administrativas.

O diretor-geral do Detran-RO, Sandro Rocha, enfatiza a importância da conscientização sobre os riscos associados ao consumo de álcool e direção. “A Operação Lei Seca salva vidas em nosso estado, retirando condutores que misturam bebida e direção. Essas pessoas são verdadeiramente um perigo para quem está no trânsito, podendo tirar vidas ou deixando pessoas inocentes incapacitadas. Nosso maior apelo aos motoristas é que nunca misturem bebida e direção.”

Aplicativo “PMRO Cidadão” facilita e agiliza proteção da população em Rondônia

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Criado pelo governo de Rondônia, o aplicativo “PMRO Cidadão” facilita o registro de ocorrências e denúncias, inclusive, permite o envio de fotos, vídeos ou áudios, assim como a localização precisa do incidente. Além disso, vítimas de violência doméstica podem acionar proteção por meio do “botão do pânico” e recebem assistência especializada.

Outra vantagem é que, enquanto pelo 190 é preciso conversar com o atendente para transmitir informações, pelo app, o cidadão é encaminhado diretamente ao envio de dados, dando mais agilidade à chegada de uma equipe da Polícia Militar do Estado de Rondônia (PMRO) no local. O aplicativo gera mais inclusão, facilitando assim, o envio de dados por pessoas com deficiência auditiva e palatal.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, o aplicativo reforça as ações estratégicas do governo de modernização da segurança pública, com uso de tecnologia para prevenção e combate à criminalidade. ‘‘O governo do estado vem investindo em ações estratégicas e tecnológicas para agir de forma rápida e efetiva na proteção da sociedade’’, salientou.

POPULAÇÃO MAIS SEGURA

Para o comandante-geral da Polícia Militar, coronel PM Regis Braguin, o app ajuda a aproximar, ainda mais, a PMRO da sociedade rondoniense, ampliando a comunicação à população ser bem atendida. ‘‘A PM está 24 horas fazendo a proteção da sociedade, e cada vez mais, o cidadão conta com acesso facilitado pelo app, assim como pelos totens, e ainda pelo 190’’, afirmou.

Policiamento 24 horas para proteção da população

O diretor do Centro Integrado de Operações (Ciop), tenente-coronel PM Alex Miranda, explicou que, o app traz a facilidade de registrar denúncia, com opção de atendimento emergencial, e ainda consulta a ocorrências anteriores, dicas de segurança; painel com as redes sociais da PMRO, entre outros serviços.

‘‘Com o recebimento dos dados pelo aplicativo, a ocorrência segue direto para o despacho de uma viatura, dando fluidez ao fluxo de resposta às ocorrências da população’’, reforçou.

BAIXE O APLICATIVO

O aplicativo está em funcionamento desde 2021. Para fazer uso do serviço, é preciso baixar gratuitamente – “PMRO Cidadão”, que aparecerá como Cidadão RO, a princípio, nas opções de aplicativos. Depois, faça o cadastro, com o nome, Cadastro de Pessoa Física (CPF), foto, data de nascimento, email, telefone, endereço, além de outros dados complementares. Essas informações são sigilosas e utilizadas somente pela Polícia Militar do Estado de Rondônia para proteger o cidadão. É proibido passar informações falsas, sujeito a responder criminalmente, conforme prevê o Artigo 340 do Código Penal Brasileiro.

Rondônia conquista recorde histórico no aumento de renda dos trabalhadores e no topo da Região Norte com ganho mais alto

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Rondônia conquista melhor rendimento real médio habitual dos trabalhadores na Região Norte em 2024, com R$ 3.011 mil, e está entre os 11 estados com melhores salários do país. O ano também foi marcado por recorde na série histórica iniciada em 2012: no estado, a população nunca antes teve rendas tão altas como neste último ano. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e faz referência à média do valor bruto normalmente recebido pelas pessoas por meio dos seus trabalhos, com e sem carteira assinada, considerando, inclusive, os que trabalham por conta própria.

AMBIENTE FAVORÁVEL 

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, a conquista foi construída ao longo dos últimos anos, com a combinação de políticas públicas do governo voltadas ao fortalecimento da empregabilidade e valorização da mão de obra do estado com capacitações gratuitas.

Governador Marcos Rocha explica ”receita” rondoniense para recorde de renda

‘‘Com os investimentos realizados pelo governo de Rondônia, o estado se tornou mais atrativo aos negócios, mais forte na geração de empregos e com mais protagonismo na educação profissional gratuita, o que permite não só a inclusão econômica, como também melhora a condição financeira de todos que aproveitam as oportunidades, trazendo mais dignidade e melhor qualidade de vida às famílias do estado’’, evidenciou Marcos Rocha.

Conforme o titular da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec), Sérgio Gonçalves, o resultado da nova pesquisa do IBGE soma-se aos bons indicadores econômicos que Rondônia tem colhido nos últimos anos, e mantém a economia do estado em evidência no país. ‘‘Os resultados demostram a eficiência das políticas públicas em trazer benefícios para a população e fortalecer o desenvolvimento do estado’’, enfatizou.

Conforme pesquisa, Rondônia liderou o ranking de resultados trimestrais do IBGE durante todo o ano de 2024, na Região Norte:
1º trimestre de 2024: R$ 2.758 

2º trimestre de 2024: R$ 3.005

3º trimestre de 2024: R$ 3.047

4º trimestre de 2024: R$ 2.995

Rendimento real médio habitual em 2024: R$ 3.011 mil  

Fonte: IBGE (https://sidra.ibge.gov.br/tabela/6473#resultado)
  • MELHOR RENDA MÉDIA REAL HABITUAL DA REGIÃO NORTE – 2024
  1. Rondônia – R$ 3.011
  2. Amapá –  R$ 2.851
  3. Roraima –  R$ 2.823
  4. Tocantins – R$ 2.786
  5. Acre –  R$ 2.563
  6. Amazonas –  R$ 2.293
  7. Pará – R$ 2.268

Famílias rondonienses têm mais oportunidades, em um ambiente com mais dignidade e melhor qualidade de vida

Evolução do rendimento médio real habitual do trabalho em Rondônia (série histórica):

  • 2012 – R$ 2.470
  • 2013 – R$ 2.482
  • 2014 – R$ 2.476
  • 2015 – R$ 2.547
  • 2016 – R$ 2.351
  • 2017 – R$ 2.459
  • 2018 – R$ 2.787
  • 2019 – R$ 2.617
  • 2020 – R$ 2.542
  • 2021 – R$ 2.402
  • 2022 – R$ 2.555
  • 2023 – R$ 2.818
  • 2024 –  R$ 3.011

DESTAQUES ECONÔMICOS DE RONDÔNIA

  • Menor taxa de desocupação da história do Brasil, 2,1%, alcançada no 3º trimestre de 2024 – (Fonte IBGE);
  • Segundo maior crescimento do PIB per capita do Brasil – (Fonte IBGE, 2022); e
  • 4° melhor em eficiência da máquina pública – (Fonte CLP, 2024).

China habilita 21 empresas brasileiras para exportação de gergelim

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O país asiático é o maior importador global, representando 38,4% do consumo mundial de gergelim

China habilita 21 empresas brasileiras para exportação de gergelim

O governo chinês autorizou a habilitação das primeiras 21 empresas brasileiras para exportação de gergelim. O país asiático, maior importador global do produto, responde por 38,4% do consumo mundial da semente, o que demonstra o potencial como um mercado estratégico para o agronegócio brasileiro.

A conquista desse mercado aconteceu no final de 2024, em visita do Presidente chinês Xi Jinping ao Brasil, todavia, a liberação das empresas exportadoras só foi oficializada na última semana, em um processo normal de acreditação das empresas. Hoje, o Brasil ocupa a sétima posição no ranking mundial de exportação de gergelim, representando 5,31% do comércio global. Entre os principais estados produtores estão Mato Grosso, Goiás, Pará e Tocantins, enquanto Bahia, Minas Gerais, Maranhão e Rondônia apresentam grande potencial de crescimento na cultura.

Em 2023, a China importou US$ 1,53 bilhão deste produto, um reflexo direto da alta demanda pelo produto e que torna a China o principal comprador internacional de gergelim. No Brasil, a semente vem ganhando espaço como opção de segunda safra, contribuindo para a diversificação e expansão do agronegócio nacional.

Com essas novas oportunidades, o Brasil amplia sua presença no mercado internacional e fortalece sua produção agropecuária.

Informações à imprensa
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