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Reajuste do Judiciário é sancionado com veto às parcelas de 2027 e 2028

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O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou com vetos o reajuste salarial dos servidores do Judiciário federal. As correções sucessivas de 8% previstas para ocorrer anualmente em 2026, 2027 e 2028 foram limitadas a uma parcela apenas, paga no próximo ano. É o que determina a Lei 15.293, publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (22).

De acordo com o Executivo federal, o aumento da despesa com pessoal com parcelas a serem implementadas em períodos posteriores ao final do mandato do Presidente da República — no caso, em 2026 — contraria a vedação prevista no artigo 21 da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Dessa forma, a lei sancionada garante apenas um reajuste de 8% em 2026, diferentemente do que foi aprovado pelo Congresso no Projeto de Lei (PL) 4.750/2025, que deu origem à nova lei. O texto, encaminhado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), recebeu relatório favorável do senador Omar Aziz (PSD-AM) e foi aprovado no Senado em 26 de novembro.

O senador Omar Aziz defendeu que o reajuste não se trata de um aumento salarial, mas de reposição por perdas ocorridas desde 2019.

Fonte: Agência Senado

Propostas pelo Congresso, 19 novas leis ampliaram proteção às mulheres em 2025

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A legislação sobre proteção social das mulheres ganhou um reforço importante em 2025: o Congresso Nacional aprovou e o Poder Executivo sancionou 19 novas leis sobre o tema — uma resposta ao cenário de discriminação e violência que as mulheres ainda enfrentam no país.

A Agência Senado analisou todas as leis federais sancionadas sobre o assunto nos últimos dez anos: 2025 só fica atrás de 2023, quando 21 normas entraram em vigor. Em seguida, vêm 2024 e 2022, com 13 leis cada. O ano com menos sanções foi 2020, com 4.

Das 19 normas que entraram em vigor desde janeiro deste ano, 4 foram sugeridas por senadores. A mais recente delas é a Lei 15.284, que assegura exame de mamografia pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a todas as mulheres a partir dos 40 anos. O texto foi publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira (19).

A nova lei teve origem no PL 499/2025, do senador Plínio Valério (PSDB-AM). O projeto de lei recebeu relatório favorável da senadora Damares Alves (Republicanos-DF) na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). O autor lembra que o câncer de mama é a neoplasia maligna mais frequente na população feminina e um dos principais responsáveis pela mortalidade das mulheres brasileiras. Ele também ressalta que muitos casos são diagnosticados em pacientes com menos de 50 anos, o que justifica a antecipação do exame.

“Em que pese a recomendação do Ministério da Saúde para a realização de mamografia de rastreamento da doença em mulheres entre 50 e 69 anos, a cada dois anos, entidades médicas argumentam que o rastreamento deve ser feito anualmente a partir dos 40 anos, pois afirmam que ao menos 25% dos diagnósticos de câncer de mama acontecem em mulheres com menos de 50 anos”, argumenta Plínio Valério na justificativa do projeto.

Licença-maternidade

Outra norma sancionada neste ano é a Lei 15.222, que prorroga a licença-maternidade em caso de internação hospitalar prolongada da mãe ou do recém-nascido. O texto é resultado do PL 386/2023, proposto pela senadora Damares Alves.

“A prematuridade atinge 340 mil bebês brasileiros todos os anos. Essa situação, por si só desafiadora, é agravada pelo curto período de licença-maternidade assegurado em lei para essas mães. É imperioso reconhecer o direito de proteção das crianças prematuras (e de suas mães), que demandam mais atenção mesmo ao terem alta, haja vista o tempo de permanência no hospital ser descontado do período da licença”, argumenta a parlamentar na justificativa do projeto.

A senadora licenciada Margareth Buzetti (MT) propôs os outros dois projetos aprovados. O PL 2.291/2023, que deu origem à Lei 15.171, amplia o direito das mulheres à cirurgia plástica reparadora da mama em casos de mutilação total ou parcial. O PL 2.810/2025, que resultou na Lei 15.280, aumenta a pena para crimes contra a dignidade sexual de pessoas vulneráveis.

“A cada hora, quatro crianças ou adolescentes sofrem violência sexual no país. Entre as pessoas com deficiência, essa tipologia criminosa tem seus alvos preferenciais: mulheres e pessoas com deficiência intelectual, sobretudo na faixa etária de 10 a 19 anos”, explica Margareth Buzetti na justificativa do projeto.

Arcabouço legal

A legislação sobre proteção das mulheres engloba diversos temas da pauta feminina. São leis que tratam de segurança pública e justiça, saúde, bem-estar materno-infantil, trabalho, visibilidade social e reconhecimento de direitos, por exemplo.

Além dos 4 projetos que tiveram origem no Senado, o Parlamento aprovou e o presidente da República sancionou outras 15 matérias sobre o tema em 2025 (veja tabela abaixo).

Entre elas está a Lei 15.281, que cria uma estratégia de saúde direcionada às mulheres alcoolistas. A norma é resultado do PL 2.880/2023, proposto pelo deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM). O texto determina a criação de ações específicas para mulheres usuárias e dependentes de álcool no SUS, em especial gestantes e puérperas (mães que acabaram de dar à luz).

A matéria foi relatada na CAS e na Comissão de Direitos Humanos (CDH) pelas senadoras Damares Alves e Professora Dorinha Seabra (União-TO), respectivamente.

“O índice de mulheres adultas que fazem uso abusivo do álcool passou de 9,7% em 2013 para 15,2% em 2023. Esse cenário é preocupante. O consumo excessivo de álcool traz impactos negativos à saúde e ao convívio social de qualquer pessoa. No entanto, as mulheres alcoolistas enfrentam desafios ainda mais complexos, tanto devido a fatores biológicos que intensificam os efeitos do álcool, quanto pelas pressões sociais que dificultam o acesso ao tratamento adequado”, pontua Dorinha Seabra no relatório aprovado pela CDH.

Violência sexual

Na área de segurança pública, o destaque é para a Lei 15.160, que proíbe a redução do prazo de prescrição em crimes de violência sexual contra a mulher. A norma é resultado do PL 419/2023, proposto pela deputada Laura Carneiro (PSD-RJ) e relatado pela senadora Professora Dorinha Seabra na CDH e na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

O Congresso aprovou ainda o PL 1.246/2021, da deputada Tabata Amaral (PSB-SP). O projeto deu origem à Lei 15.177, que garante uma reserva mínima de vagas para a participação de mulheres em conselhos de administração de empresas estatais. A implementação cota é gradual: 10% no primeiro ano; 20% no segundo; e 30% no terceiro.

A matéria foi relatada pelo senador Alessandro Vieira (MDB-SE) na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e pela senadora Professora Dorinha Seabra na CCJ. Na CDH, a relatoria coube à senadora Augusta Brito (PT-CE), procuradora especial da Mulher no Senado.

“Apesar de terem melhor instrução, as mulheres ocupam menor quantidade de cargos gerenciais (37%) e recebem menos que os homens para desempenhar funções semelhantes, auferindo 77% do que ganham seus colegas do sexo masculino. Estudos técnicos a respeito da participação das mulheres em cargos de direção revelam que elas melhoram o desempenho das empresas, contribuem para o aprimoramento da governança pública e potencializam a atuação corporativa pela criação de ambiente de gestão marcado pela diversidade”, afirma Augusta Brito no relatório.

Leis aprovadas em 2025

Lei 15.284 Assegura a todas as mulheres a partir dos 40 anos o direito à mamografia
Lei 15.281  Cria estratégia de saúde direcionada às mulheres alcoolistas
Lei 15.280  Agrava a pena dos crimes contra a dignidade sexual e prevê medidas protetivas de urgência e monitoração eletrônica
Lei 15.267 Garante assistência fisioterapêutica no SUS a pacientes submetidas a cirurgia de mastectomia
Lei 15.261  Inclui o Dia Internacional da Mulher no calendário nacional e cria o Dia Nacional e o Dia Internacional das Meninas
Lei 15.222 Prorroga a licença-maternidade em caso de internação hospitalar prolongada da mãe ou do recém-nascido
Lei 15.221  Cria a Semana Nacional de Conscientização sobre os Cuidados com as Gestantes e as Mães
Lei 15.214  Cria o Selo Cidade Mulher para municípios que se destacarem em políticas públicas para o bem-estar feminino
Lei 15.212 Denomina oficialmente Lei Maria da Penha a Lei 11.340, de 2006
Lei 15.198 Cria a Rede Nacional de Cooperação para o Enfrentamento da Violência Obstétrica
Lei 15.177 Obriga a reserva mínima de participação de mulheres em conselhos de administração de empresas estatais
Lei 15.176 Cria um programa nacional de proteção dos direitos da pessoa com síndrome de fibromialgia, que afeta predominantemente as mulheres
Lei 15.171  Amplia o direito das mulheres à cirurgia plástica reparadora da mama no SUS
Lei 15.160 Proíbe a redução do prazo de prescrição em crimes de violência sexual contra a mulher
Lei 15.139 Cria a Política Nacional de Humanização do Luto Materno e Parental
Lei 15.125 Prevê monitoração eletrônica do agressor durante aplicação de medida protetiva de urgência
Lei 15.124 Veda discriminação contra estudantes e pesquisadoras em bolsas de estudo e pesquisa em razão de gestação ou maternidade
Lei 15.123 Aumenta pena para violência psicológica contra a mulher quando praticada com o uso de inteligência artificial
Lei 15.116 Cria o Programa de Reconstrução Dentária no SUS para mulheres vítimas de violência doméstica

Próximos passos

O Senado analisa mais de 200 projetos e propostas de emenda à Constituição que ampliam a proteção social das mulheres. Na Câmara dos Deputados, são mais de 2 mil proposições em tramitação.

Uma dessas matérias é o PL 896/2023, da senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA). O texto inclui na Lei do Racismo (Lei 7.716, de 1989) os crimes cometidos em razão de misoginia. O projeto define misoginia como a conduta que manifeste ódio ou aversão às mulheres, baseada na crença da supremacia do gênero masculino.

A matéria foi aprovada na CDH e na CCJ com relatórios favoráveis das senadoras Jussara Lima (PSD-PI) e Soraya Thronicke (Podemos-MS). Como recebeu emendas de Plenário, o texto voltou à CDH. Para Soraya Thronicke, as redes sociais são usadas como ferramentas de misoginia e perseguição contra mulheres.

“A ascensão das redes sociais, onde a fiscalização do discurso nem sempre é eficaz, potencializa esses movimentos que professam ódio e aversão às mulheres. Perfis que defendem a inferioridade inata e a natureza vil das mulheres acumulam centenas de milhares de seguidores nessas plataformas digitais”, destaca Soraya Thronicke no relatório aprovado pela CCJ.

Outro projeto que aguarda votação é o PL 116/2020, da senadora Leila Barros (PDT-DF). O texto inclui na Lei Maria da Penha (Lei 11.340, de 2006) os crimes de violência eletrônica contra a mulher, como a perseguição digital — prática conhecida como stalking.

“O surgimento de dispositivos e aplicativos digitais trouxe novas formas de violência, que ocorrem principalmente on-line e por meio de telefone celulares. As mulheres são vítimas frequentes de perseguição, ameaças, exposição indevida da intimidade e outras condutas violentas executadas por meios eletrônicos”, argumenta Leila Barros na justificativa do projeto.

A matéria foi aprovada na CDH e na CCJ, com relatórios favoráveis dos senadores Paulo Paim (PT-RS) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB). O texto aguarda distribuição para as comissões permanentes da Câmara.

Outro projeto que depende de deliberação dos deputados é o PL 2.112/2022, apresentado pela então senadora Maria do Carmo Alves (SE), falecida em 2024. O texto incentiva a realização de concursos de monografias sobre a violência contra a mulher.

Fonte: Agência Senado

Plenário do Senado aprova quase 800 matérias em 2025

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Em 2025, o Senado aprovou importantes matérias de impacto econômico e social para o país. Foram 778 proposições legislativas aprovadas no Plenário da Casa, sendo 122 projetos de lei, 17 medidas provisórias e 9 propostas de emenda à Constituição.

O Senado realizou 198 sessões plenárias ao longo do ano. Desse total, 69 foram sessões deliberativas ordinárias — aquelas em que as matérias vão a votação e podem ser aprovadas.

Em termos absolutos, o mês de agosto foi o mais produtivo do Plenário do Senado no ano, com 107 matérias aprovadas. O mês de maio vem em segundo lugar, com 89 matérias aprovadas. Na sequência vêm: abril (86), março (84) e dezembro (83).

Os dados constam de um balanço feito pela Secretaria-Geral da Mesa do Senado, principal órgão de assessoramento técnico-legislativo da Mesa Diretora da Casa. Essa secretaria gerencia todo o processo legislativo no Senado, além de secretariar as sessões e reuniões dos órgãos colegiados da Casa, entre outras funções.

Comissões

Além das aprovações em Plenário, o Senado também registrou intensa produção legislativa em suas comissões: do total de projetos aprovados pelo Senado  neste ano, 403 nem precisaram passar pelo Plenário, pois foram aprovados de forma terminativa nas comissões da Casa.

A decisão terminativa em uma comissão dispensa a votação da matéria em Plenário (a não ser que seja apresentado recurso com esse objetivo), permitindo que o projeto siga diretamente para a etapa seguinte — que pode ser a análise na Câmara dos Deputados, a sanção do presidente da República, a promulgação ou o arquivamento do texto.

De acordo com a Secretaria-Geral da Mesa, das 403 matérias aprovadas de forma terminativa, 226 são projetos de decreto legislativo, 176 são projetos de lei e há um projeto de resolução do Senado. Mais da metade (219) tratam de questões de infraestrutura, enquanto 93 estão relacionadas a políticas sociais.

Economia

A secretaria também fez um levantamento sobre o conteúdo das matérias votadas no Plenário do Senado. E constatou que, das quase 800 aprovadas em Plenário, 95 estão relacionadas à temática de economia e desenvolvimento.

Foi o caso do projeto de lei que isenta do Imposto de Renda quem ganha até R$ 5 mil mensais, além de reduzir alíquotas para salários mensais que estão acima de R$ 5 mil e vão até R$ 7.350. Para compensar os cofres públicos pela perda de arrecadação, o projeto (PL 1.087/2025) aumenta a taxação de altas rendas: aquelas a partir de R$ 600 mil anuais.

A proposta foi apresentada pelo Executivo, aprovada na Câmara e no Senado e, no final de novembro, transformada em norma: Lei 15.270, de 2025. O relator da matéria no Senado, onde a matéria foi aprovada no dia 5 de novembro, foi Renan Calheiros (MDB-AL). O presidente da Casa, Davi Alcolumbre, destacou que o texto tramitou no Senado “de forma célere e responsável”.

— Graças a esse esforço conjunto, garantimos que o benefício entre em vigor já em janeiro de 2026 — afirmou Davi na ocasião.

Além disso, o Plenário do Senado aprovou no dia 17 de dezembro o projeto que reduz em 10% os benefícios fiscais federais de diversos setores e, simultaneamente, aumenta a tributação de bets e fintechs (PLP 128/2025). O texto também aumenta a tributação dos juros sobre o capital próprio. Essa matéria aguarda a sanção da Presidência da República.

Políticas sociais

Outro tema comum entre as matérias aprovadas pelo Plenário do Senado foram as políticas sociais: 89 delas estavam relacionadas a esse tema.

É o caso do PL 2.628/2022, projeto que cria regras para a proteção de crianças e adolescentes em ambientes digitais. Aprovado pela Casa em agosto, o chamado de “PL da Adultização” já foi transformado em norma (Lei 15.211, de 2025).

Também se inclui nesse tema o projeto que prevê medidas para promover a participação na sociedade das pessoas com diabetes do tipo 1, além de tratar dos direitos dessas pessoas (PL 5.868/2025). De autoria do senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), a iniciativa foi aprovada em dezembro pelo Senado, com parecer favorável do senador Humberto Costa (PT-PE), e agora aguarda a análise da Câmara dos Deputados.

Meio ambiente

Em relação ao meio ambiente, o levantamento indica que neste ano houve 12 proposições aprovadas pelo Plenário do Senado. Uma delas é o PL 2.159/2021, projeto que cria a Lei Geral do Licenciamento Ambiental.

O projeto foi aprovado pelo Senado em maio. De acordo com os parlamentares que apoiam a iniciativa, o objetivo é uniformizar os procedimentos para emissão de licença ambiental em todo o país e simplificar a concessão de licenças para os empreendimentos de menor impacto. O texto foi transformado na Lei 15.190, de 2025.

Outra matéria sobre o tema é a MP 1.308/2025, medida provisória que cria a licença ambiental especial (LAE) para empreendimentos considerados estratégicos pelo governo federal. Essa proposição foi aprovada em dezembro e aguarda a sanção da Presidência da República.

Fonte: Agência Senado

PF amplia presença no Amazonas com criação de novas delegacias no interior do estado

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Portaria MJSP nº 1.112 institui unidades da Polícia Federal em Humaitá e Tefé
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Manaus/AM. A Portaria MJSP nº 1.112, de 19/12/2025, publicada no Diário Oficial da União em 22/12/2025, oficializou a criação de duas novas Delegacias da Polícia Federal no interior do Amazonas, nos municípios de Humaitá e Tefé. A medida representa um avanço estratégico na interiorização das ações da Polícia Federal e no fortalecimento da presença do Estado brasileiro na Amazônia Legal.

A instalação da Delegacia da Polícia Federal em Humaitá fortalece a presença da instituição na Amazônia Legal e representa um avanço relevante para a região. No sul do Amazonas, a atuação da PF é essencial no enfrentamento ao tráfico de drogas, ao contrabando e, sobretudo, aos crimes ambientais, como a exploração ilegal de madeira, a caça de animais silvestres e o garimpo clandestino.

A nova unidade de Humaitá contará, em sua estrutura inicial, com um Chefe de Delegacia e pelo menos cinco subchefias, assegurando capacidade administrativa e operacional para atender às demandas locais e regionais.

A Delegacia de Tefé, situada em uma área estratégica do médio Solimões, será estruturada também com um Chefe de Delegacia e cinco subchefias, ampliando a atuação da Polícia Federal em uma região de grande importância logística, social e ambiental.

Com a criação das Delegacias de Humaitá e Tefé, a Polícia Federal reafirma seu compromisso com a segurança pública, o enfrentamento ao crime organizado, a proteção do meio ambiente e a presença institucional no interior do Amazonas, fortalecendo a atuação federal em áreas estratégicas da Amazônia Legal.

Comunicação Social da Polícia Federal no Amazonas

Abertura de mercado agropecuário no Marrocos, no Iraque, em Singapura e na Argentina

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Com estes anúncios, o agronegócio brasileiro alcança 525 aberturas de mercado desde o início de 2023
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O governo brasileiro concluiu negociações fitossanitárias com Marrocos, Iraque, Singapura e Argentina, ampliando o acesso de produtos do agronegócio brasileiro a mercados na África, na Ásia e na América do Sul.

No Marrocos, no Iraque e em Singapura, as autoridades aprovaram a exportação brasileira de feno. Insumo para alimentação animal, o produto é especialmente relevante em mercados e cadeias pecuárias dependentes de oferta regular de forragens. Em 2024, as exportações brasileiras para esses destinos somaram cerca de US$ 3,8 bilhões, com destaque para o Iraque, principal comprador (US$ 1,78 bilhão).

Em relação à Argentina, as autoridades fitossanitárias aprovaram a exportação de bulbos de cebola do Brasil. O país importou mais de US$ 1,5 bilhão em produtos agropecuários brasileiros, principalmente cacau e seus produtos, café e carnes.

Com estes anúncios, o agronegócio brasileiro alcança 525 aberturas de mercado desde o início de 2023.

Tais resultados são fruto do trabalho conjunto do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE).

Agricultura e Pecuária

Mapa intensifica fiscalização e apreende 21 toneladas de café irregular em compra pública de Curitiba

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Somente em 2025, as fiscalizações realizadas no Paraná já apreenderam 40 toneladas de café torrado e moído, volume equivalente a 80 mil pacotes de 500 gramas
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Uma operação de fiscalização do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) resultou na apreensão de mais de 21 toneladas de café torrado e moído irregulares adquiridos em uma compra pública na capital paranaense.

Realizada no início deste mês, a ação recolheu embalagens de 500 gramas de diversos lotes, incluindo um já condenado por laudo laboratorial que o classificou como impróprio para consumo. Os demais permanecem apreendidos até a conclusão das análises. O exame identificou teor de matérias estranhas e impurezas quatro vezes acima do limite de 1% estabelecido pela Portaria SDA nº 570/2022, que define o padrão oficial de classificação do café torrado no Brasil.

Em outra fiscalização, realizada em uma compra pública da Região Metropolitana de Curitiba, além da constatação de fraude por excesso de matérias estranhas e impurezas, em quantidade três vezes acima do limite permitido, a equipe verificou a ausência da informação sobre a espécie de café na rotulagem e o uso indevido de selo de qualidade de uma entidade associativa, caracterizando informação enganosa ao consumidor.

Em ação similar, desta vez em um órgão público federal em Curitiba, foram apreendidos mais de 1.500 pacotes de café torrado e moído de 500 g, com laudos confirmando a fraude. Nesses lotes, o teor de impurezas ultrapassou em mais de sete vezes o limite legal. Os produtos serão encaminhados para destruição.

Somente em 2025, as fiscalizações realizadas no Paraná já apreenderam 40 toneladas de café torrado e moído, volume equivalente a 80 mil pacotes de 500 gramas. A ação representa a retirada do mercado de aproximadamente 3,2 milhões de xícaras de café de baixa qualidade, resultado direto do trabalho do Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (SIPOV-PR), que vem intensificando esforços para coibir fraudes e proteger o consumidor.

Desde a entrada em vigor da Portaria SDA nº 570/2022, o Mapa ampliou as ações de fiscalização em todo o país para garantir a qualidade do café torrado comercializado. No Paraná, entre 2023 e 2025, foram realizadas 186 coletas de amostras, com 168 laudos laboratoriais concluídos. Desse total, 89 amostras (53%) foram desclassificadas por apresentarem matérias estranhas e impurezas acima do limite legal. Em alguns casos, o teor chegou a ser 21 vezes superior ao permitido. Ao todo, 107 empresas e 137 marcas foram fiscalizadas, com mais da metade apresentando irregularidades.

A evolução dos dados reforça a gravidade do cenário: 50% das amostras apresentaram fraude em 2023; 43% em 2024; e, em 2025, o índice voltou a subir, atingindo 65%, indicando um agravamento das inconformidades.

O Mapa destaca que as coletas seguem critérios de risco, como denúncias formais, indícios técnicos, histórico de irregularidades e auditorias anteriores. Assim, os dados não representam o mercado como um todo, pois são direcionados para situações com suspeita fundamentada, mas demonstram que a probabilidade de irregularidade é elevada quando há indícios técnicos consistentes.

Após a confirmação de fraude em laboratório, o protocolo de fiscalização prevê auditorias nos estabelecimentos produtores, com possibilidade de apreensão de matéria-prima, produtos acabados, embalagens e até interdição das unidades. No Paraná, mais de 80 toneladas de matéria-prima irregular foram apreendidas neste ano, além de ocorrências registradas em redes varejistas, atacadistas e compras públicas. Houve ainda destruição e inutilização oficial de produtos impróprios, conforme os procedimentos da fiscalização federal agropecuária.

As fiscalizações identificaram que a principal origem das irregularidades está na baixa qualidade da matéria-prima utilizada por algumas torrefadoras, que empregam cascas, palhas e resíduos do beneficiamento do café. Esses materiais, provenientes principalmente de grandes grupos processadores, acabam sendo comercializados indevidamente para mistura no produto final.

Em resposta ao problema, o Mapa avança na revisão do padrão de identidade e qualidade do café cru em grãos, etapa anterior ao processamento industrial. A atualização do padrão envolve governo, universidades, entidades do setor, instituições públicas e a cadeia produtiva, com foco em fortalecer o controle e elevar a qualidade do café consumido no país.

Apesar das irregularidades identificadas, o Ministério reforça que os cafés produzidos no Paraná são amplamente reconhecidos pela alta qualidade, com produtores premiados e destaque nacional.

De acordo com o chefe do Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal no Paraná, Fernando Augusto Mendes, nos casos de fraude, as torrefadoras são autuadas, penalizadas com multas e submetidas a auditorias detalhadas, que abrangem desde a estrutura física e a limpeza até o controle de qualidade das matérias-primas, do produto final e a rastreabilidade da produção.

As ações do Mapa também estão alinhadas à Lei do Autocontrole, que estabelece a responsabilidade das empresas pela qualidade da matéria-prima, do processo produtivo e do produto oferecido ao consumidor.

O Ministério orienta que os consumidores verifiquem a procedência do café, observem atentamente a rotulagem e suspeitem de preços muito abaixo da média. Em caso de suspeita de irregularidade, denúncias podem ser registradas pelo canal oficial Fala.BR.

Informação à imprensa
[email protected]

Mapa alerta para café torrado com irregularidades

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Fiscalização encontra matérias estranhas e impurezas em 23 lotes
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OMinistério da Agricultura e Pecuária (Mapa) divulga aos consumidores alerta sobre irregularidades identificadas em lotes de café torrado fiscalizados pelo Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal da Secretaria de Defesa Agropecuária.

As análises realizadas pelos Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária (LFDA) detectaram matérias estranhas e impurezas acima dos limites previstos em norma, o que levou à desclassificação e ao recolhimento dos lotes afetados.

Confira a lista das marcas desclassificadas:

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O Mapa orienta os consumidores que adquiriram esses produtos a interromper o consumo e solicitar a substituição conforme o Código de Defesa do Consumidor. Denúncias podem ser feitas pelo canal Fala.BR, informando o estabelecimento e o endereço da compra.

Informação à imprensa
[email protected]

Rondônia, 44 anos: um estado jovem que se destaca em desenvolvimento

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Há 44 anos, em 22 de dezembro de 1981, era criado o estado de Rondônia com a promessa de ser um estado pujante na Amazônia e no Brasil. Com sua instalação oficial em 4 de janeiro de 1982, surgia um dos estados mais jovens da federação, que hoje se destaca pela velocidade impressionante de seu crescimento. Rondônia é o resultado de uma mistura vibrante de povos; acolheu o Brasil e o mundo atraídos pelas oportunidades, o que se reflete em nossa rica história, cultura e gastronomia.

É um dos estados com maior defesa ambiental ao mesmo tempo que é repleto de cadeias produtivas que alimentam o Brasil e o mundo, uma combinação desejada globalmente. Reduziu mais de 83,85% os focos de calor de 2024 a 2025, segundo dados do Sistema de Detecção de Desmatamentos em Tempo Real do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe-Deter), ao mesmo tempo que bateu recorde do Valor Bruto da Produção, ultrapassando R$ 31 bilhões.

Com o apoio do Governo do Estado, Rondônia se consolidou como um dos melhores lugares para viver e trabalhar. Nossos produtos, como o Tambaqui, a carne bovina, o cacau e o café, são premiados, reconhecidos e conquistam mercados internacionais, gerando recordes de exportações e orgulho para nossa gente.

Pesca esportiva no Vale do Guaporé  é dos atrativos

É um estado cada vez mais acolhedor para turistas, com atrativos históricos, com a lendária Estrada de Ferro Madeira-Mamoré e o imponente Real Forte Príncipe da Beira, possui belezas naturais incríveis e opções marcantes para os visitantes como a pesca esportiva. Os municípios estão mais bonitos, repleto de obras do governo como praças, espaços esportivos e infraestrutura, o que os torna mais desenvolvidos.

Honrando o título de “Terra das Oportunidades”, detemos a segunda menor taxa de desemprego do país. Somos o estado número 1 em apoio a negócios inovadores: simplificamos processos, reduzimos custos e modernizamos a máquina pública. Os avanços transformam vidas nos 52 municípios.

Na Educação, temos escolas reformadas, servidores valorizados e o “Selo Ouro” na alfabetização na idade certa. A Segurança Pública, mais tecnológica, garantiu ao estado, entre tantos resultados, o 2º lugar nacional na elucidação de homicídios. Na Saúde, a descentralização é uma realidade: entregamos o tão sonhado Hospital Regional de Guajará-Mirim e seguimos ampliando apoio à Saúde nos municípios. Além disso, Rondônia tem um volume robusto e inédito de programas sociais, que garante dignidade a quem mais precisa.

Rondônia chega aos 44 anos de criação marcando sua história como um estado de destaque no Brasil. Olhamos para trás com orgulho e para frente com esperança. Rondônia não é mais uma promessa; é uma realidade de sucesso.

Parabéns, Rondônia, que Deus abençoe e prospere ainda mais o nosso estado!

Turismo rondoniense avança em 2025 com expansão do ecoturismo e presença internacional

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O ano de 2025 foi marcado pelo crescimento no turismo com iniciativas e eventos promovidos pelo governo de Rondônia, com um foco no fortalecimento do turismo sustentável, valorização da cultura local e desenvolvimento econômico do estado, se destacando como um dos destinos mais promissores da Região Norte.

Ao longo do ano, a Superintendência Estadual de Turismo (Setur) realizou um trabalho estratégico consolidando o ecoturismo e turismo de aventura, ampliando a presença do estado no cenário turístico brasileiro e internacional. A promoção de eventos globais, o apoio a competições esportivas e o fortalecimento da identidade cultural contribuíram para esse avanço.

Durante eventos internacionais as belezas naturais de Rondônia foram destacadas

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, o crescimento no setor evidenciam o planejamento e investimentos da gestão para o desenvolvimento na região. “A promoção das riquezas naturais fortalece a economia local e gera oportunidades para a população. Em 2025, pudemos visualizar grandes resultados no fomento ao turismo local. O objetivo é que o estado seja cada vez mais reconhecido como um destino de excelência no turismo de aventura, pesca esportiva e ecoturismo, por exemplo”, salientou.

PESCA ESPORTIVA 

Em 2025, Rondônia se destacou no mercado nacional e internacional de pesca esportiva ao participar da Pesca & Companhia Trade Show. Durante o evento, foram apresentados novos roteiros turísticos, planos para capacitação de guias especializados, e investimentos em infraestrutura para garantir a preservação das riquezas naturais e a continuidade da prática de pesca sustentável, alinhada com a política de pesque-e-solte.

ECOTURISMO

Evento reuniu operadoras de turismo e agentes de viagens europeus, consolidando o estado na vitrine mundial

A participação de Rondônia na 35ª edição da Better Tourism Lisbon (BTL), em Lisboa, destacou o estado em um dos maiores eventos do setor turístico mundial. A feira serviu como plataforma estratégica para ampliar a presença de Rondônia no mercado internacional, apresentando ao público europeu a diversidade cultural, belezas naturais e o potencial do ecoturismo, com ênfase na pesca esportiva — um dos produtos mais atrativos da região. Ao longo do evento, foram realizadas mais de 200 reuniões com operadoras de viagens e agentes internacionais, ampliando parcerias e abrindo portas para novos investimentos. A missão reforçou o posicionamento de Rondônia como um destino em ascensão no Brasil, promovendo seus produtos turísticos e fortalecendo sua competitividade no mercado global.

TURISMO DE AVENTURA 

Rondônia também participou do Meeting Brasil Europa, que aconteceu em março. O evento internacional reuniu operadoras de turismo e agentes de viagens europeus, consolidando o estado na vitrine mundial do turismo, com foco especial no ecoturismo, turismo de pesca esportiva e de aventura. Apresentando as Rotas Amazônicas Integradas, Rondônia se posicionou como um destino de ecoturismo e turismo de aventura, enfatizando suas paisagens deslumbrantes e a diversidade cultural das comunidades indígenas. O evento, realizado em Madri, Porto e Lisboa, foi um marco para o estado, ampliando sua visibilidade e atraindo turistas e investidores internacionais.

O campeonato contou com 21 etapas realizadas em diferentes cidades

CAMPEONATO ESTADUAL DE MOTOCROSS

O Campeonato Estadual de Motocross foi outro evento esportivo que movimentou o estado neste ano, promovido pela Liga Independente de Motocross do Estado de Rondônia (Limero), com apoio do governo de Rondônia, por meio da Superintendência Estadual de Turismo. O campeonato contou com 21 etapas realizadas nas cidades de Chupinguaia, Cerejeiras, Colorado do Oeste, Cacoal, Nova Brasilândia d’Oeste, Presidente Médici, Alta Floresta d’Oeste, Parecis, Pimenteiras do Oeste, Pimenta Bueno, Theobroma, Rolim de Moura, Ouro Preto do Oeste, Buritis, Itapuã do Oeste, Guajará-Mirim, Nova Mamoré, Jaru, Porto Velho e Vilhena, encerrando com grande sucesso em São Miguel do Guaporé. O campeonato promoveu o motociclismo e impulsionou a economia local, com destaque para a geração de empregos nas áreas de turismo, hospedagem e comércio.

TURISMO SUSTENTÁVEL

Neste ano, Rondônia deu mais um passo importante na promoção do turismo sustentável, com a implementação do Programa de Visitação em Terras Indígenas. A medida visa integrar as comunidades indígenas ao setor turístico, promovendo um turismo imersivo, que respeita as tradições e modos de vida das etnias locais. O programa não só fortaleceu a identidade cultural do estado, mas também gerou novas oportunidades econômicas para as comunidades, enquanto preservou sua cultura e recursos naturais.

Campeonato contribuiu para o fortalecimento da participação feminina no ecoturismo

ELAS PESCANDO

O incentivo à participação feminina em campeonatos de pesca esportiva também foi destaque em 2025. O projeto Elas Pescando contou com várias etapas realizadas ao longo do ano, promovendo a inclusão das mulheres nesse esporte tradicional. Com foco na educação ambiental, empreendedorismo e promoção do turismo local. O evento contribuiu para a visibilidade e o fortalecimento da participação feminina no ecoturismo e na pesca esportiva, consolidando Rondônia como um dos destinos mais atrativos nesse segmento.

O objetivo da pesca esportiva é fomentar o turismo, a economia local e a educação ambiental. Além da programação e das premiações aos vencedores durante a  etapa do projeto, os visitantes puderam apreciar as belezas naturais do local, além da gastronomia típica da região.

EXPOTURISMO

Este ano também marcou a 2ª edição da ExpoTurismo, realizada de 22 a 24 de outubro, em Porto Velho, reunindo empreendedores do setor e oferecendo uma vitrine para os atrativos turísticos de Rondônia. Com entrada gratuita, a ExpoTurismo permitiu que o público local e visitantes conhecessem as belezas naturais, culturais e gastronômicas do estado, reforçando o posicionamento de Rondônia como um destino competitivo e acolhedor na região da Amazônia Legal.

Público da ExpoTurismo superou a marca de 10 mil visitantes durante os três dias de programação

Ao todo, 80 estandes foram montados para apresentação de destinos turísticos, produtos regionais, artesanato, gastronomia e iniciativas voltadas ao fortalecimento do setor. O público superou a marca de 10 mil visitantes durante os três dias de programação, representando um crescimento em relação à edição anterior, que havia registrado 7 mil pessoas. Outro atrativo que encantou os visitantes foi a mostra de aves amazônicas que proporcionou uma experiência educativa sobre a rica biodiversidade da região e as práticas de conservação ambiental.

CRESCIMENTO DO TURISMO INTERNACIONAL

Com um aumento de 18,7% no número de turistas internacionais em 2024, Rondônia manteve uma trajetória de crescimento em 2025. O investimento em promoção turística, aliada à diversificação da oferta de produtos turísticos, continuou atraindo turistas não só do Brasil, mas de diversas partes do mundo. O superintendente de Turismo, Gilvan Pereira, destacou a importância dessa atuação integrada, posicionando Rondônia como um destino atrativo e competitivo, com suas riquezas naturais e culturais sendo os principais diferenciais.

O ano de 2025 foi um marco para o turismo de Rondônia, com o estado se consolidando como um dos principais destinos de ecoturismo e turismo de aventura do Brasil, trabalho estratégico para posicionar o estado no cenário de turismo nacional e internacional, com uma atuação integrada que envolveu a promoção de eventos internacionais, o apoio a competições esportivas e o fortalecimento da identidade cultural local.

Ações de fiscalização serão intensificadas até fevereiro de 2026 com integração das forças de segurança

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Uma ação conjunta da Lei Seca Nacional marcou o início da Operação Rodovida 2025/2026,  no último fim de semana, a mobilização segue até 22 de fevereiro de 2026. A iniciativa reúne o Departamento Estadual de Trânsito (Detran-RO), Polícia Militar, Polícia Civil e Polícia Rodoviária Federal, com foco na segurança viária durante os períodos de maior fluxo nas rodovias federais — Natal, Ano Novo, férias escolares e Carnaval.

O objetivo da Operação é preservar a vida, ante o típico aumento do fluxo de veículos nas vias públicas, no período de festas de final do ano, férias escolares e carnaval. Foi criada em 2011 e, entre 2021 e 2022, passou a integrar o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans), tornando-se uma política pública permanente. É baseada em três pilares: nenhuma morte no trânsito é aceitável; a preservação da vida é uma responsabilidade de todos, governo e sociedade; integração da fiscalização, infraestrutura e educação.

DADOS DA FISCALIZAÇÃO

  • 574 veículos abordados em duas frentes de trabalho.
  • 16 motoristas flagrados embriagados.
  • Casos de condutores inabilitados e documentação vencida.

O diretor Técnico de Fiscalização e Ações de Trânsito (DTFAT), Welton Roney, ressaltou a importância de conscientizar a população sobre a necessidade de respeitar as normas: “Nosso cuidado com a população vai muito além da fiscalização, ainda que esta seja um dos pilares fundamentais no enfrentamento da imprudência no trânsito. Atuamos também na educação para o trânsito, porque entendemos que ela é o alicerce de uma sociedade civilizada.”

IMPLICAÇÕES LEGAIS

  • Até 0,33 mg/dl no etilômetro: infração administrativa, multa de R$ 2.934,70 e suspensão da CNH por um ano.
  • A partir de 0,34 mg/dl: além das penalidades anteriores, o condutor é encaminhado à Central de Flagrantes, responde por crime de trânsito, paga fiança e enfrenta processo criminal.

O diretor-geral do Detran-RO, Sandro Rocha, reforça a orientação sobre o período festivo,  “Nosso objetivo é salvar vidas. Queremos que todos possam se divertir, e comemorar a vida em segurança, mas cada um tem que fazer a sua parte. Portanto, seja consciente. Se for beber, não dirija! Vá e volte de aplicativo, utilize o cinto de segurança e use o capacete.”