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4 em cada 10 empresas ainda percebem impacto negativo da Covid na 1ª quinzena de agosto

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De 3,2 milhões de empresas em funcionamento na primeira quinzena de agosto, 38,6% ainda perceberam impactos negativos decorrentes da pandemia em suas atividades. Por outro lado, para 33,9%, o impacto foi pequeno ou inexistente; e, para 27,5%, o efeito foi positivo.

A percepção de impacto negativo mantém-se e é maior entre as empresas de pequeno porte, de até 49 funcionários (38,8%), e melhora na percepção das empresas intermediárias (de 50 a 499 funcionários) e de maior porte (acima de 500 empregados), que sinalizaram maior incidência de efeitos pequenos ou inexistentes na quinzena – respectivamente 44,7% e 46,6%.  Os dados são da Pesquisa Pulso Empresa: impacto da Covid19 nas empresas, divulgados hoje (15) pelo IBGE.

“A cada quinzena aumenta a percepção de efeitos pequenos ou inexistentes ou positivos entre as empresas de maior porte”, destaca Flávio Magheli, coordenador de Pesquisas Conjunturais em Empresas do IBGE.

Ele explica que a Pulso Empresa é uma pesquisa conjuntural de percepção empresarial, que complementa o entendimento das outras pesquisas conjunturais responsáveis por investigarem mensalmente dados quantitativos do desempenho das empresas. Já a Pulso aborda temas que não são tratados nas pesquisas conjunturais mensais.

“Neste quinto ciclo, relativo à primeira quinzena de agosto, percebemos a manutenção dos efeitos negativos para 38,6% das empresas, com destaque para as de pequeno porte, que permanecem com os maiores impactos. Por setores, o comércio varejista e a atividade de construção são os mais afetados na quinzena. Dentre as regiões, o Nordeste destaca-se com 52% de efeitos positivos relacionados às medidas de flexibilização do isolamento. Já em relação às vendas, a percepção de redução atinge 36,1% das empresas, afetando principalmente o comércio varejista”, resume Magheli.

As empresas dos setores de Construção (47,9%) e de Comércio (46,3%) reportaram as maiores incidências de efeitos negativos na quinzena.  Por outro lado, as empresas industriais (38,9%) informaram impactos pequenos ou inexistentes, e, no setor de serviços, a mesma incidência foi de 41,9%, com destaque para os segmentos de serviços de informação e comunicação (61,5%) e serviços profissionais, administrativos e complementares (45,6%).  Nesses dois setores, a soma da percepção de impactos pequenos ou inexistentes com a de efeitos positivos é superior a de impactos negativos, com destaque para indústria (67,1%) e serviços (68,3%).

“Não é a primeira quinzena em que a soma da percepção de impactos positivos com impactos pequenos ou inexistente é maior que os negativos. Mas em serviços de informação e comunicação essa percepção subiu de 59% para 80,3%”, observa Magheli.

Entre as grandes regiões, o Nordeste destaca-se pela menor incidência de efeitos negativos (20,4%), e a região é onde ocorre a maior percepção de impactos positivos, passando de 35,3% para 52,0%. Os maiores percentuais de impactos negativos foram no Sudeste (43,6) e no Norte (41,9%), enquanto Sul (39,9%) e Centro-Oeste (39,8%) têm percepção semelhantes.

Metade das empresas do varejo percebe redução das vendas na 2ª quinzena de agosto

Para 36,1% das empresas em atividade, houve percepção de redução nas vendas. Por porte de empresas, destaca-se a maior incidência de efeitos inexistentes e/ou de aumento das vendas entre as empresas de grande porte, 80,4%, enquanto apenas 16,8% sinalizaram percepção de diminuição.  Já nas empresas de menor porte, 63,7% sinalizaram efeito nulo e/ou de aumento nas vendas, enquanto 36,3% sinalizaram percepção de diminuição.

Por setores, a percepção de redução nas vendas afetou mais o comércio, que passou de 29,5% na segunda quinzena de julho para 44,5%, com destaque para o comércio varejista que subiu de 29,7% para 48,9%; seguidos por construção (36,2%), indústria (30,8%) e serviços (29,7%).  Destaca-se a maior incidência de efeitos pequenos ou inexistentes em serviços de informação e comunicação que subiu de 43,8% para 71,2%; e construção (de 30,6% para 45,2%).

Maior parte das empresas já não percebe impacto negativo na fabricação ou na capacidade de atendimento a clientes

A maior parte das empresas (48,8%) relatou não ter havido impacto da Covid-19 sobre a fabricação dos produtos ou a capacidade de atendimento aos clientes, atingindo um percentual de 66,2% quando se somam as que relataram impacto positivo (17,4%).  Mas 33,7% do total de empresas ainda relataram dificuldades.

“O que chama a atenção é que em alguns setores como o comércio (45,2%), especialmente o comércio varejista (49,1%), apesar da abertura e maior circulação de pessoas, ainda percebemos uma certa dificuldade na capacidade de atendimento aos clientes”, diz Magheli.

Para 47,6%% das empresas, houve dificuldade no acesso a fornecedores, embora 42,45 reportaram que não houve alteração significativa. “Novamente o comércio é destaque passando de 65,2% para 70,8%, e sobretudo o comércio varejista que passou de 71,9% para 78,5%. Já os serviços têm uma taxa estável de 62%”, completa Magheli.

Também subiu a percepção de dificuldades na capacidade de realizar pagamentos de rotina, passando de 38,9% na segunda quinzena de julho para 44,9% na primeira quinzena de agosto. O percentual de empresas   sinalizando que não houve alteração significativa manteve-se estável em (49,7%), percentual que chega a 74,1% entre as empresas de grande porte e a 66,3% entre as de porte intermediário.

“As empresas de construção registraram a maior incidência de efeitos negativos, passando de 23,3% para 52,2% e empresas do comércio passaram de 42,3% para 51%”, destaca Magheli.

9 em cada dez empresas mantiveram empregos

Quase 9 em cada dez empresas (86,4% – cerca de 2,7 milhões de empresas) mantiveram o quadro de funcionários ao final da primeira quinzena de agosto em relação à quinzena anterior. Apenas 8,7% (277 mil empresas) informaram ter reduzido o número de funcionários. Desse total, a maior proporção de redução (52,6% ou 144,6 mil empresas) foi observada na faixa até 25%, com destaque para as empresas de menor porte (51,6%).

A realização de campanhas de informação e prevenção, e a adoção de medidas extras de higiene continuam sendo as principais iniciativas entre as medidas de reação para enfrentar a pandemia, sendo adotadas por 92,9% das empresas.

Outros 32,3% de empresas adotaram o trabalho remoto, e 15,3% anteciparam férias dos funcionários. Já 30,6% das empresas alteraram o método de entrega de seus produtos ou serviços, enquanto 13,2% lançaram ou passaram a comercializar novos produtos e/ou serviços na primeira quinzena de agosto.

O adiamento de pagamento de impostos foi adotado por 32,0%; e o acesso à linha de crédito emergencial foi a medida tomada por 10,9% das empresas.

 

Fonte/IBGE

Genus protocola desistência do Campeonato Rondoniense 2020

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Na manhã desta segunda-feira, 14, a diretoria do Sport Club Genus protocolou na sede da Federação de Futebol de Rondônia, a desistência do Campeonato Rondoniense 2020. Segundo o ofício protocolado pelo clube de Porto Velho, a decisão foi tomada devido as dificuldades acarretadas pela pandemia no novo coronavírus.

Em nota oficial, a FFER disse que acatou o pedido de desistência e que, assim como outros clubes desistiram da competição em decorrência da pandemia da Covid-19, o clube da capital não sofrerá penalidades impostas no regulamento, ficando assim, oficialmente fora da competição.

Com a desistência do Genus, a competição será realizada com quatro equipes, sendo: Porto Velho, Real Ariquemes, Ji-Paraná e União Cacoalense.

 

Genus protocola pedido de desistência do Campeonato Rondoniense 2020 (Foto: Divulgação )

Genus protocola pedido de desistência do Campeonato Rondoniense 2020 (Foto: Divulgação )

 

Federação de Futebol de Rondônia acata pedido de desistência do Genus  (Foto: Divulgação)

Federação de Futebol de Rondônia acata pedido de desistência do Genus (Foto: Divulgação

Agricultores familiares já podem se inscrever no Garantia-Safra 2020-2021

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O agricultor familiar de municípios sujeitos a perda de safra por causa da seca ou enchentes pode contar com apoio para garantir condições mínimas de sobrevivência. O Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) já está com as inscrições abertas para o programa Garantia-Safra, período 2020/2021. Agricultores familiares de dez estados (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe) poderão se inscrever para receber o benefício de R$850.

São 1.350 milhão de inscrições, sendo que quase 700 mil agricultores familiares já fazem parte do programa de forma automática por terem solicitado o benefício em safras anteriores. Segundo o coordenador-geral Operacional do Garantia-Safra, José Carlos Araújo Mercês, o Governo Federal disponibilizará R$ 468 milhões para execução do Garantia-Safra no ano de 2021.

O coordenador disse que o pagamento do Garantia-Safra do período 2019/2020 deverá ser liberado em outubro. “O Mapa finalizou no mês de julho deste ano o pagamento da safra 2018/2019 onde foi autorizado para mais de 425 mil agricultores familiares em 480 municípios dos dez estados aderidos ao programa um montante de R$ 362 milhões. É previsto o início do pagamento da safra 2019/2020 no mês de outubro”, afirmou.

Confira a cota disponibilizada para cada estado para safra 2020/2021:

Cota disponibilizada para cada estado para safra 2020/2021

Garantia-Safra

O Garantia-Safra é uma ação do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e tem como objetivo garantir a segurança alimentar de agricultores familiares da Região Nordeste e norte de Minas Gerais que perderam, pelo menos, 50% da produção por causa da estiagem ou excesso de chuvas.

Quem tem direito

O Garantia-Safra beneficia agricultores familiares que possuam:

– Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) ativa;

– Renda familiar mensal de, no máximo, 1,5 (um e meio) salário mínimo; e

– Plante de 0,6 a 5 hectares de feijão, milho, arroz, algodão ou mandioca.

Como se inscrever

Devido as medidas de segurança adotadas por causa do coronavírus, agricultores familiares que se inscreveram nas safras 2018/2019 e 2019/2020, e as DAPS utilizadas nas inscrições com validade até 04/09/2020, migraram automaticamente para safra 2020/2021. Isso equivale a, aproximadamente, 700 mil inscrições.

Os agricultores familiares que não tiveram a inscrição migrada poderão se inscrever presencialmente nas instituições emissoras de DAP, devendo respeitar as normas vigentes de enfrentamento da Covid-19.

A taxa de adesão varia para cada participante. O agricultor familiar é R$17, já o município é de R$51 por agricultor aderido. O estado participa com R$102 por agricultor e a União contribui com R$346,66 por cota disponibilizada.

Confira AQUI mais informações sobre como acessar o benefício.

Consultas

O beneficiário poderá fazer consulta pela internet.

para saber se o benefício foi disponibilizado, verificar se o cadastro está correto, corrigir dados do Número de Identificação Social (NIS) e, eventualmente, o motivo do bloqueio do benefício. A documentação pedida é: CPF, NIS, data de nascimento e filiação.

Agricultura e Pecuária

Ministério assina acordo para incentivar a presença de mulheres no setor de infraestrutura

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Para incentivar e fortalecer a participação das mulheres no setor de infraestrutura de transporte, o Ministério da Infraestrutura assinou, nesta segunda-feira (14), um protocolo de intenções com a Infra Women Brazil. A associação sem fins lucrativos é dedicada ao incentivo à presença de mulheres no setor.

O protocolo de intenções prevê a colaboração mútua para o desenvolvimento e a execução conjunta de programas e projetos, o intercâmbio de práticas estruturadas e o fortalecimento da presença das mulheres no setor de infraestrutura de transportes.

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, celebrou a importância do protocolo e afirmou que as mulheres devem ter cada vez mais espaço na área. Ele destacou o número crescente de mulheres em setores de infraestrutura da administração pública.

“Montamos um time extremamente feminino. Temos, pela primeira vez, uma diretora do Dnit [Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes] que é a diretora de infraestrutura aquaviária. Temos mulheres na assessoria, no gabinete, coordenadoras, em funções relevantes e, em breve, teremos uma maior participação feminina também nas diretorias das agências reguladoras. Isso por uma razão simples, pela dedicação, pelo devotamento, pelo conhecimento”, disse Tarcísio Gomes de Freitas.

Ciclo de debates

A assinatura do protocolo de intenções para incentivar a presença de mulheres no setor de infraestrutura marcou a abertura de um ciclo de seminários conjuntos entre a Infra Women Brazil e o Ministério da Infraestrutura para discutir arbitragem e mediação na administração pública.

O ministro Tarcísio de Freitas afirmou que o debate sobre arbitragem é essencial para o momento já que o tema está ganhando relevância e será importante para o primeiro pilar de atuação do ministério que é a transferência massiva de ativos para a iniciativa privada.

“Essa parceria é extremamente bem-vinda, oportuna. Ela intercepta a nossa estratégia em pelo menos dois pilares, o da transferência de ativos para a iniciativa privada e também a resolução de passivos”, disse o ministro da Infraestrutura.

Os debates ocorrem entre esta segunda-feira e o dia 9 de outubro com a participação de um grupo de palestrantes especialistas em mediação e arbitragem na administração pública composto majoritariamente por mulheres. Entre os temas estão: A escolha da Câmara de Arbitragem e Publicidade no âmbito da arbitragem com administração pública.

O Infra Women Brazil foi fundado no início de 2020, dedicado à promoção e incentivo da presença de mulheres no setor de infraestrutura. A iniciativa já reúne mais de 200 membros dos mais diversos setores do segmento de infraestrutura.

Infraestrutura, Trânsito e Transportes

5 Piores mães do reino animal

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Mães, o que seria do mundo sem elas! Elas têm um instinto protetor muito forte e no reino animal não é diferente, mas as mães que vamos ver hoje não são lá o tipo carinhosa e cuidadosa com seus filhotes. Prontos para conhecer as 05 PIORES MÃES DO REINO ANIMAL?

 

 

#01 MÃE DESNATURADA

 

E se eu te dissesse que a fofura da foca aí da imagem engana muita gente, heim? Pois é, meus caros amigos, não queiram nunca ser filhos de uma foca! Isso porque as focas só cuidam dos seus filhotinhos nos primeiros doze dias de vida, depois elas os abandonam lutando pela própria sobrevivência, completamente vulneráveis à ataques de predadores e, olha, é uma luta, viu? Não é à toa que, pelo menos, 30% dos filhotes de foca não sobrevivem nem ao primeiro de ano de vida. Triste, não?

 

 

#02 MÃE ESPERTINHA

 

Acreditem ou não, as mães cuco devem odiar a ideia de filhotes, meus amigos. Mas, antes vamos falar da parte romântica da Ave. O Cuco vive uma vida solitária e quando ele decide que precisa de sua alma gêmea, ele voa para o norte da Europa, ou da Ásia, para procurar uma companheira. E você aí com medo de mandar mensagem para a pessoa que você gosta. O Cuco teria vergonha de você. Agora vamos para a parte que você sofre. As mamães cucos, depois de terem os ovos, elas os ponhe no ninho de outras aves, acredita? Exatamente, você não ouviu errado, elas simplesmente colocam seus ovos no ninho de outras aves e vão embora. Essas aves cuidam do ovo sem saber de nada, até eles se chocarem e se desenvolverem mais rápido que os outros. Uma pena que maioria deles são forçados para fora do ninho e acabam morrendo. Que falta de sorte, heim?

 

 

#03 MÃE CANIBAL

 

Os hamsters estão entre os animaiszinhos de estimação mais populares. Todo mundo adora o fofurice do bichinho. É difícil imaginar que em alguns casos, as próprias mães deles acabam os devorando! Muitos não acreditam, mas esse fenômeno é habitual, ou até normal na espécie. Isso acontece por diversos fatores, seja uma anomalia que as façam apenas querer apenas os filhotes mais fortes, seja por estresse normalmente porque o macho está junto, seja por que ela teve muitos filhotes e acaba por ter que diminuir o número, ou mesmo por puro cansaço depois do parto e ela precise ingerir o filhote para obter os nutrientes necessários para a sua recuperação. Uma graça, vocês não acham?

 

 

#04 MÃE NEGLIGENTE

Não é segredo para ninguém que as águias são as aves mais majestosas do reino animal, elas demonstram sabedoria e inteligência, porém podem ser tão rigorosas na criação dos seus filhotes que, por vezes, faz delas mães negligentes. Por exemplo, elas costumam proteger seus filhotes durante sua fase inicial, mas quando percebem que está na hora deles saírem do ninho, o pai derruba tudo que construiu para eles, forçando-os a se virarem como podem. Isso serve também com sua alimentação, pois a mãe voa e caça um peixe, levando a comida para o ninho e comendo na frente dos filhotes. Com fome, eles certamente terão que se mexer para conseguir pegar a comida. Quando eles caem, elas vão buscá-lo. Porém, a preocupação de torná-los forte o suficiente para garantir suas sobrevivências as coisas podem chegar ao extremo. Como a comida tem que ser dividida e é na base da luta que eles conseguem, acontece dos filhotes brigarem entre si. Ela simplesmente cruza as asas e assiste tudo como um interessante seriado de televisão. Na prática, é bem habitual que os mais fortes e maiores acabem matando os filhotinhos mais fracos. O reino animal é mesmo a perfeita aplicação da lei dos mais fortes.

 

#05 MÃE SELETIVA

 

Essa é para você, irmão mais velho que perdeu o posto de queridinho da mamãe para o seu irmão mais novo. Sim, isso também acontece no reino animal. As mamães besouro Nicrophorus tem seus besourinhos preferidos. Funciona da seguinte maneira; elas põem suas larvas na carcaça de um rato morto. Para alimentar os seus, ela vai comendo o rato e vai vomitando a comida para as larvas comerem. A comida não é o suficiente e somente os queridinhos, ou um besouro que chama a atenção da mãe, comem. O restante, a quem ela não dá muito valor, ela mesma acaba eliminando e os come. Impressionado? Nós queremos saber sua opinião. O que você faria se nascesse no reino animal por uma dessas mamães gentis?

 

LINK DO VÍDEO: https://www.youtube.com/watch?v=Xwo5akZOr-8

 

FONTE: Mais Curiosidades

Senadores elogiam aplicação de cota para negros já nas eleições de 2020

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Uma decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, determinou que a cota financeira para candidatos negros seja aplicada ainda nas eleições municipais deste ano. Pelas redes sociais, os senadores comemoraram a medida ao considerá-la um passo importante na promoção da igualdade e do equilíbrio na disputa eleitoral.

“A decisão do ministro Lewandowski, do STF, determinando para as eleições deste ano esse incentivo a candidaturas de pessoas negras, representa uma grande vitória em defesa de um país mais inclusivo, igualitário e sem preconceito”, celebrou o senador Fabiano Contarato (Rede-ES).

A decisão, proferida em caráter liminar, foi uma resposta a uma consulta feita pelo PSOL e será submetida à análise do plenário da Corte. Em agosto, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ao ser consultado pela deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ), havia decidido que as regras entrariam em vigor apenas nas eleições de 2022. No entanto, com a determinação de Lewandowski, os partidos deverão destinar, já no pleito de 2020, a verba do fundo eleitoral de maneira proporcional à quantidade de candidatos negros e brancos. A mesma regra valerá para a distribuição do tempo de propaganda eleitoral gratuita na TV e no rádio.

Para o senador Paulo Paim (PT-RS), a medida chega a tempo para que partidos e candidatos possam promover um pleito mais justo.

“Lewandowski determinou que as regras de recursos e de propaganda entre candidatos negros e brancos devem ser aplicadas nas eleições deste ano. Nobre decisão. Parabéns à deputada Benedita Silva, autora da ação no TSE, e ao PSOL. Assim se combate o racismo”, afirmou.

O senador Renan Calheiros (MDB-AL) também destacou seu apoio à aplicação das regras já nas eleições deste ano.

“Apoio a decisão do STF que determina divisão do fundo partidário entre brancos e negros já nesta eleição. Isso equilibra oportunidades e corrige distorções históricas. É justo que disputas eleitorais ocorram com oportunidades iguais para diferentes raças e gêneros”, disse.

Calendário eleitoral

Na decisão, Lewandowski argumentou que as convenções partidárias ainda estão ocorrendo, (de 31 de agosto a 16 de setembro) e que a aplicação do incentivo neste ano não será prejudicial ao pleito. “Não causará nenhum prejuízo às agremiações políticas, sobretudo porque a propaganda eleitoral ainda não começou”, disse o ministro. O calendário eleitoral deste ano foi alterado em razão dos efeitos da pandemia de coronavírus. Pela Emenda Constitucional 107, promulgada em julho após a aprovação da PEC 18/2020, o primeiro turno será dia 15 de novembro, e o segundo, 29 de novembro.

Ainda na ação, Lewandowski afirmou que a nova regra não precisa respeitar o princípio da anterioridade, que determina que novas leis eleitorais precisam ser aprovadas um ano antes das eleições para serem aplicadas. O ministro afirmou que a decisão do TSE não promoveu nenhuma inovação nas normas eleitorais. “Apenas introduziu um aperfeiçoamento nas regras relativas à propaganda, ao financiamento das campanhas e à prestação de contas”, disse.

Fonte: Agência Senado

Bolsonaro sanciona lei que regula pagamento de precatórios e veta anistia a igrejas

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O presidente Jair Bolsonaro sancionou, com vetos, a Lei 14.057/2020, que disciplina acordos diretos para pagamento de precatórios de grande valor no âmbito da União. O projeto que deu origem à nova norma (PL 1.581/2020), aprovado no Senado em 18 de agosto, também concedia anistia em tributos a serem pagos por igrejas no país, mas Bolsonaro vetou esse dispositivo. A lei está publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (14).

Precatório é uma ordem judicial para pagamento de dívidas dos governos federal, estaduais e municipais, cuja ação foi perdida pelo próprio Estado e transitada em julgado, ou seja, quando não cabe mais recurso. A nova lei trata apenas dos precatórios federais.

O governo vetou item do texto que previa a destinação do dinheiro abatido nesses acordos judiciais às políticas de combate ao coronavírus. O Planalto considerou meritória a iniciativa. Mas alegou que a proposição ampliaria as despesas para o enfrentamento da pandemia, sem apresentar a estimativa do respectivo impacto orçamentário e financeiro, em violação a regras constitucionais.

“Ademais, o dispositivo dificulta e enrijece a gestão do orçamento público ao ampliar as vinculações de despesas e receitas”, diz a mensagem.

Segundo a nova lei, as propostas de acordos sobre os precatórios poderão ser apresentadas tanto pela administração federal quanto pelo credor, até o momento da quitação integral do valor. A apresentação da proposta, no entanto, não suspende o pagamento da dívida em parcelas ou a incidência de atualização monetária e juros moratórios.

O parcelamento proposto não poderá ser maior que oito parcelas anuais e sucessivas, se o título executivo judicial já tiver transitado em julgado, ou maior que 12 parcelas anuais e sucessivas, caso não tenha transitado em julgado.

O projeto que deu origem à lei previa que as propostas fossem levadas ao Juízo Auxiliar de Conciliação de Precatórios vinculado ao presidente do tribunal que proferiria a decisão. E que, independentemente do trânsito em julgado dos títulos executivos judiciais, as dívidas seriam pagas a partir do ano subsequente ao da realização do acordo. O Planalto vetou esses dispositivos, alegando que eles trariam a possibilidade de promover o adiantamento de despesas com condenações judiciais a serem arcadas pelo erário federal em curto e médio prazos, “o que dificultaria mensurar e aferir a evolução de despesas públicas”.

A Presidência da República vetou também item que permitia a atualização do montante devido até a data da assinatura do acordo, pelas regras do Manual de Cálculos da Justiça Federal, quando aplicável. Ao argumentar o veto, o governo disse que essa medida dificultaria a negociação, sobretudo em situações em que o cálculo exceda o valor que o ente público compreende como devido.

O governo também vetou do texto item que incluía nas novas regras os precatórios originados de ações relativas aos repasses da União ao antigo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef), que complementava salários de professores da rede pública dos entes federados. Esse foi um pedido apresentado pelos governadores do Nordeste durante a tramitação do projeto original na Câmara dos Deputados.

Segundo o governo, a medida destoa de recomendação do Tribunal de Contas da União (TCU), segundo a qual os recursos oriundos de precatórios do Fundef não podem ser empregados em pagamentos de rateios, abonos indenizatórios, passivos trabalhistas ou previdenciários e remunerações ordinárias dos profissionais da Educação. Ademais, segundo a justificativa do Planalto, a medida altera a aplicação específica das verbas do Fundef e desloca recursos vinculados ao uso exclusivo na melhoria da educação para o custeio de inativos e pensionistas.

A lei sancionada determina a aplicação de dispositivo da Lei 13.140, de 2015, que garante aos servidores e agentes públicos envolvidos nessas negociações a responsabilização civil, administrativa ou criminal somente quando, por dolo ou fraude, receberem qualquer propina ou permitirem ou facilitarem seu recebimento por terceiro.

Igrejas

Bolsonaro vetou o trecho da lei que isentava os templos de qualquer culto da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e anulava multas aplicadas pela Receita Federal pelo não pagamento anterior dessa contribuição. O presidente manteve apenas o dispositivo que prevê que valores pagos a religiosos não são remuneração para fins de contribuição previdenciária.

Segundo a argumentação, o presidente Jair Bolsonaro poderia cometer crime de responsabilidade se sancionasse a isenção. Em mensagem anexada à Lei 14.057, o governo escreveu, no entanto, que o veto “não impede a manutenção de diálogos, esforços e a apresentação de instrumentos normativos que serão em breve propostos pelo Poder Executivo com o intuito de viabilizar a justa demanda”.

Em sua conta no Twitter, nesta segunda-feira, Bolsonaro disse que, se fosse parlamentar, derrubaria o próprio veto.

“Por força do artigo 113 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, do artigo 116 da Lei de Diretrizes Orçamentárias e também da Responsabilidade Fiscal, sou obrigado a vetar dispositivo que isentava as igrejas da Contribuição sobre o Lucro Líquido, tudo para que eu evite um quase certo processo de impeachment. Confesso, caso fosse deputado ou senador, por ocasião da análise do veto que deve ocorrer até outubro, votaria pela derrubada do mesmo”, escreveu.

Fonte: Agência Senado

Desvio de recursos para combate à covid-19 pode se tornar crime hediondo

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O Senado analisa um projeto que inclui o peculato no rol de crimes hediondos quando recursos públicos são desviados de programas sociais. Com o PL 4.499/2020, o senador Fabiano Contarato (Rede-ES) busca evitar que se repitam casos desse tipo relevados por operações da Polícia Federal durante a pandemia da covid-19.

Se a proposta for aprovada, prefeitos, governadores e outros agentes públicos que desviarem dinheiro destinado ao combate à covid-19 poderão ser presos sem direito a fiança, anistia ou indulto.

“Durante a pandemia do novo coronavírus, assistimos atônitos aos diversos casos de desvio de recursos públicos que deveriam ter sido destinados à área da saúde. A apropriação de recursos destinados a programas sociais não é, infelizmente, uma novidade no Brasil. Há vários outros casos que envolvem programas de renda, merenda escolar e habitação. Consideramos que o peculato deveria ser considerado hediondo, já que esse tipo de apropriação ou desvio gera graves prejuízos à população”, justifica o senador.

Peculato é a subtração ou desvio, por abuso de confiança, de dinheiro público. As penas por crime hediondo (Lei 8.072, de 1990) são cumpridas inicialmente em regime fechado, e a progressão de regime para pessoas condenadas nesse tipo de crime leva mais tempo.

Apresentada no último dia 8, a proposta aguarda escolha de relator e ainda não há data prevista para votação.

Agência Senado

PRF cumpre 4 mandados de prisão durante fim de semana

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Foragidos da Justiça foram presos em Porto Velho/RO, Ariquemes/RO e Cacoal/RO

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Rondônia executou mandados de prisão em desfavor de quatro pessoas que transitavam nas rodovias federais do estado. As ocorrências foram registradas entre sábado (12) e domingo (13), e encaminhadas à Polícia Civil.

Os foragidos possuem as seguintes condenações criminais:

Porto Velho: Homicídio e Pensão alimentícia

Cacoal: Pensão alimentícia

 

PRF-RO

Ariquemes: Sem Thiago Flores e com apoio de Redano, crescem as chances de Tiziu

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Muda tudo na disputa em Ariquemes. No vai e volta do prefeito Thiago Flores, ele vai e não volta. Avisou sua equipe, nessa sexta de manhã, que realmente desistiu da reeleição. Aliás, sua decisão tem um motivo principal e outros secundários. O principal é originário de uma afirmação feita há alguns meses, quando ainda estava em gestação seu primeiro filho. A criança, nascida há poucos dias, vai precisar passar por uma cirurgia e ele e a sua esposa vão se dedicar 24 por dia para cuidar do bebê. Entre outras razões, há uma nobre e rara entre os políticos: ele não gostaria de, eventualmente assumir um novo mandato e ludibriar o eleitor, deixando a Prefeitura em dois anos para disputar outro cargo. Com Thiago fora do processo, o Republicanos, partido de uma das principais lideranças da cidade e da região, o deputado estadual Alex Redano, já anunciou que vai apoiar o empresário e ex deputado Tiziu Jidalias. O ex governador Daniel Pereira, presidente do Solidariedade, partido de Tiziu, teve importante participação no fechamento do acordo. Redano, que é sempre bom lembrar, será o próximo presidente da Assembleia Legislativa, anunciou a decisão, segundo ele, depois da desistência de Thiago e de ouvir a grande maioria dos nomes que vão compor a relação de candidatos à Câmara Municipal do seu partido, além do seu grupo político. Com Thiago fora do páreo, com o apoio dos Redano e sua força política, crescem as chances de Tiziu.

Mas Tiziu não terá uma missão nada fácil pela frente. Adversários muito fortes estão se preparando para enfrentá-lo. Entre eles, pode vir o também ex deputado Saulo Moreira, que tem um eleitorado muito fiel na sua cidade. Prova disso é que na disputa pela reeleição, ele teve mais de 10 mil votos, mais do que conseguiu a metade dos parlamentares eleitos. Ficou fora apenas pela legenda. O ex prefeito Lorival Amorim poderia tentar voltar ao posto? Ainda é uma incógnita. Forte também é o nome do jovem Lucas Follador, o atual vice-prefeito e que fez boa votação quando se candidatou à Câmara Federal, na última eleição. Filho do deputado estadual Adelino Follador, Lucas praticamente não participou do governo de Thiago Flores, já que os dois romperam pouco tempo depois da posse. Há ainda os emedebistas, partido que sempre é forte em qualquer eleição. Capitão Levi e a ex secretária de Agricultura do Estado, Mary Braganol, podem disputar a indicação pelo MDB. Não se pode subestimar a força da sigla, que tem como nome principal o senador Confúcio Moura, duas vezes prefeito da cidade e duas vezes governador, que é, obviamente, uma liderança incontestável em sua região. Nas pesquisas internas sem o nome de Thiago, Tiziu Jidalias já deu uma crescida. Com o apoio de Redano, suas chances aumentam muito. Mas será uma eleição muito disputada. Sem Thiago Flores, todos os demais candidatos têm chances reais.

QUE A JUSTIÇA NÃO ACATE ESSA EXCRESCÊNCIA!

Não há como não protestar, com todas as letras, pela forma ideológica como parte do Ministério Público Federal de Rondônia vem agindo, buscando holofotes e tentando ressuscitar questões ligadas aos tempos dos governos militares, chamados de ditadura pelos esquerdistas, os mesmos que comemoram como democráticos, governos como os dos Castro, em Cuba e de Nícolas Maduro, na Venezuela. Depois de exigir a mudança de nome de um bairro de Porto Velho, o Costa e Silva, os procuradores entraram com ação contra o Estado para mudar nomes de escolas que homenageiam ex presidentes militares, como Castelo Branco, Costa e Silva e Garrastazu Médici. A essência da exigência é que eles foram citados naquela Comissão da Meia Verdade, implantada nos governos petistas e formados por petistas, pra criminalizar os militares e ignorar as ações de terrorismo praticadas por guerrilheiros da época. Querem que a anistia ampla, geral e irrestrita atinja apenas um dos lados. Zero punição para assaltantes de bancos, assassinos e guerrilheiros que, na crença deles, apenas se defenderam. É lamentável e triste que uma instituição da grandeza e da seriedade do MPF, abrigue ainda questões como essa, ultrapassada e recheada de revanchismo. O que se espera é que o Judiciário, ao analisar o caso, o faço com olhos voltados para o Brasil e não apenas para um grupo que defende, com unhas e dentes, suas crenças pessoais.

ANDERSON DESISTE. PIMENTEL E SAMUEL LANÇADOS

Com a desistência formal do deputado Anderson Pereira de concorrer à Prefeitura de Porto Velho, porque alega ter como meta principal priorizar seu mandato, muda o rumo de aliança que estava se desenhando. Ao invés de fechar parceria com o PSD, de Thiago Tezzari, com quem estava conversando, o PROS fechou acordo foi com o PP, de Cristiane Lopes. O PROS já realizou sua convenção, para oficializar Anderson, mas a deixou em aberto, para futuras negociações político-partidárias. Houve uma conversa com o gryupo do PSD, liderado pelo deputado federal Expedito Netto, mas no final, as duas siglas n ão chegaram a um consenso. Enquanto isso, o Cidadania oficializa o nome de Vinicius Miguel como seu candidato na segunda-feira. Mesmo dia em que o PTB lança Leonel Bertolin. E, neste sábado, o poderoso MDB escolheu oficialmente Pimentel para a Prefeitura. Também no sábado, o PC do B fez sua convenção Williames e lançou o jovem Samuel Costa, professor e jornalista à disputa municipal em Porto Velho. Na próxima semana, novas convenções confirmarão candidatos de ponta, como a do dia 15, quarta-feira, do PP, que lança Cristiane Lopes e do Republicanos, que oficializa Lindomar Garçon, outro nome muito quente que entra na corrida à sucessão de Hildon Chaves com chances reais, assim como Cristiane e Vinicius.

HILDON E LÉO AINDA EMPURRAM COM A BARRIGA

Enquanto isso, nada de Léo Moraes e Hildon Chaves decidirem se vão ou não entrar na briga. Ambos estão empurrando o assunto com a barriga, um esperando pela decisão do outro e só anunciarão alguma posição mais concreta na 25ª hora, quando não houver mais tempo para que o adversário reaja. No resumo: tanto o PSDB quanto o Podemos vão deixar suas convenções para a última hora e, mesmo depois dela, ainda poderá haver mudança, dentro dos prazos que a legislação eleitoral permite. O atual Prefeito prometeu várias vezes que iria anunciar sua decisão e postergou até agora. Dentro do PSDB, há ainda uma pequena esperança de que Hildon volte atrás e decida concorrer. Se não for ele, dificilmente será Mariana Carvalho, que também não quer. No caso de Léo Moraes, pela segunda vez escolhido o melhor parlamentar da bancada federal, o projeto dele é ligado apenas ao Congresso. Só irá à Prefeitura se não houver outra escolha. Empurrar com a barriga ainda pode, mas o tempo está correndo. Há poucos dias para que tudo se defina.

Vinte e oito mortes em apenas dois dias. Com os nove óbitos registrados nesse sábado, em 72 horas nada menos do que 37 rondonienses foram levados pelo coronavírus em Rondônia. Os óbitos, que tinham diminuído na Capital, voltaram a subir. Foram seis na quinta, seis na sexta e outros cinco no sábado. Em três dias, 17 porto velhenses foram levados pela doença. A Covid não arrefece no Estado e, infelizmente, ainda contamina muita gente, como os mais de 470 na quinta e outros 418 na sexta. No sábado, quando os boletins ainda não computaram todos os números, foram mais 324 atingidos. O sábado encerrou com 60.362 casos de contaminação, mas, para amenizar um pouco o pacote de más notícias da Covid 19 no Estado, nada menos do que 51.879 pessoas já se recuperaram. Temos ainda, infelizmente, 7.243 casos ativos, de pessoas que continuam com a doença, embora apenas 310 estejam hospitalizadas. Os boletins da Secretaria de Saúde continuam não informando o número de internados em UTIs. Já superamos os 182 mil testes realizados, proporcionalmente à população, o maior número entre todos os Estados do país. Do total de mortes, 1.240, foram 673 registradas em Porto Velho. A doença ainda está longe de nos deixar em paz.

VINICIUS VEM COM FORÇA, DO ALTO DE GRANDE VOTAÇÃO

Quem andou bombando na mídia, nessa semana passada, foi o advogado e professor Vinicius Miguel. Ele tem sido procurado por vários partidos para ser vice. Jamais topou. Foi procurado, segundo noticiário de alguns sites, por Léo Moraes, para que abrisse mão de sua candidatura e tivesse a certeza do apoio para disputar uma cadeira de deputado federal em 2022. Respondeu com um não. Vinicius é um dos mais fortes candidatos à disputa municipal. Praticamente sozinho, num partido nanico, sua performance nos debates de TV o colocou em grande destaque perante o eleitorado, quando disputou o Governo do Estado. Dos 110 mil votos que conquistou em todas as cidades rondonienses, cerca de 70 mil foram dados a ele por Porto Velho. Á época, a votação individual de Vinicius chegou a mais de 30 por cento dos votos válidos na Capital. Agora, ele conta com esses números positivos para conquistar a Prefeitura. É candidato pelo Cidadania, mais um desses partidos pequenos, mas sua votação é inversamente proporcional ao tamanho do partido que representa. Se for para o segundo turno, não será surpresa!

AUMENTO DA ENERGIA: POLÍTICOS FALAM E O POVO ESPERA

O deputado federal Léo Moraes denunciou, dias atrás, que estava prestes a ser anunciado novo aumento nas contas de energia elétrica em Rondônia, na ordem de 20 por cento. O senador Marcos Rogério, contudo, desmentiu a informação e ainda acusou, sem citar nomes, que “quem está espalhando boatos, dizendo que a conta vai aumentar, é porque não está acompanhando todo o processo e não está atento aos fatos que estão ocorrendo”. O senador de Ji-Paraná nega a possibilidade de reajuste e afirma que “pelo contrário, a MP 998/2020, que ajudei a construir junto ao Governo Federal, vem no sentido de reduzir a energia para todos os brasileiros”. Nessas alturas dos acontecimentos, enquanto os dois jovens políticos rondonienses dão versões diferentes sobre o assunto, a população, já vacinada contra promessas de que seu bolso será protegido, fica com um pé atrás. Léo está certo ou é Marcos Rogério, otimista, quem está? Em breve saberemos…

DOENÇAS CARDÍACAS MATAM MUITO MAIS QUE A COVID

Já passamos das 130 mil mortes no Brasil, por causa do coronavírus. Certamente é a maior causa de mortes no país? Errado. Só nos primeiros oito meses deste ano, mais de 200 mil brasileiros já morreram por outra causa, que nada tem a ver com a pandemia. Outros 200 mil morrerão até o final do ano. Todas essas mortes, representam, por exemplo, quase 75 por cento de toda a população de Porto Velho. O que, então, causa tantos óbitos no nosso país? São as doenças cardíacas e cardiovasculares. Essas sim, são as prijcipais causas de tantas vidas perdidas. O médico Daniel Mugrabi, presidente da Sociedade Rondoniense de Cardiologia, falou sobre a importância da prevenção às doenças cardíacas, nessa semana, no programa Papo de Redação (de segunda a sexta, meio dia às 14 horas, na Parecis FM) e respondeu a perguntas dos Dinossauros, assim como de muitos ouvintes. Setembro é o mês de prevenção às doenças cardíacas e o dia 29 é o Dia do Coração. A Sociedade rondonienses de Cardiologia está se comunicando com a população, alertando sobre a importância da prevenção e dos cuidados com o coração, para tentar evitar tantas mortes em nosso Estado e no nosso país.

LÍDERES E ENTIDADE EVANGÉLICA: ALVOS DA AÇÃO POLICIAL

Ainda repercute o caso das denúncias de que agentes públicos e lideranças religiosas, estariam ganhando dinheiro ilegalmente, cobrando taxas para ambulantes que trabalham no Dia do Evangélico, um evento grandioso, que sempre reúne multidões nas ruas. O caso levou a Justiça a autorizar mais uma operação policial em Rondônia. Além de líderes evangélicos e instituição a eles ligada, as investigações chegaram ao deputado Marcelo Cruz, do Patriotas. As denúncias foram feitas pelo Ministério Público. O parlamentar e o MP, aliás, andam em rota de colisão há tempos. Marcelo fez pronunciamento na Assembleia, recentemente, criticando a atuação de pessoas ligadas ao MP. Agora, poucas semanas depois, é uma ação do MP que bate às suas portas. Não se sabe ainda se as denúncias têm algo a ver com a atuação de Marcelo como parlamentar, embora seu gabinete tenha recebido a visita, sempre feita de surpresa, dos agentes da Lei. As acusações são pesadas e espera-se que no decorrer das investigações, os suspeitos tenham amplo direito de defesa e que surjam provas concretas, para que se sabia os motivos que levaram autoridades rondonienses mais uma vez, lamentavelmente, para as páginas policiais.

PERGUNTINHA

Você concorda ou discorda com a ação proposta pelo Ministério Público Federal em trocar nomes de escolas estaduais que homenageiam Presidentes da República do regime militar?

Font/Sérgio Pires