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Entenda as mudanças da PEC Emergencial

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Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa ordinária semipresencial.

Aprovada pelo Senado e prestes a ir à Câmara dos Deputados, a proposta de emenda à Constituição emergencial (PEC Emergencial) prevê a recriação do auxílio emergencial em troca de medidas de ajustes fiscais. Em troca do aumento de gastos públicos, o governo terá de apertar os cintos. Em alguns casos, de forma permanente.

O texto aprovado pelos senadores é resultado da fusão de três PECs enviadas pelo governo federal no fim de 2019: a proposta que reformula o Pacto Federativo, a PEC Emergencial original e a PEC que desvincula o dinheiro de fundos públicos. Por falta de consenso, alguns pontos mais polêmicos ficaram de fora, como a retirada dos pisos constitucionais para gastos em saúde e educação.

O fim dos repasses de 28% da arrecadação do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) também foi excluído do texto votado. A redução de até 25% dos salários dos servidores com redução proporcional de jornada, o pagamento de abono salarial abaixo do mínimo e a desvinculação de diversos benefícios da inflação, que chegaram a ser discutidos no Senado, não entraram na proposta final.

Em troca das medidas de ajuste, o texto autoriza a destinação de R$ 44 bilhões para a recriação do auxílio emergencial, benefício social que atendeu às famílias mais afetadas pela pandemia de covid-19, com créditos extraordinários do Orçamento, que ficam fora do teto de gastos. Uma cláusula de calamidade pública incluída na PEC permitiu que os custos com o novo programa sejam excluídos da regra de ouro (espécie de teto de endividamento público para financiar gastos correntes) e da meta de déficit primário, que neste ano está fixada em R$ 247,1 bilhões.

A concessão de uma nova rodada do auxílio emergencial depende de uma medida provisória com as novas regras do benefício. O valor de cada parcela não está definido.

Entenda as principais mudanças instituídas pela PEC Emergencial:

Auxílio emergencial
•        Crédito extraordinário de até R$ 44 bilhões fora do teto de gastos
•        Cláusula de calamidade que permite exclusão de despesas da meta de resultado primário e da regra de ouro. Dispositivo pode ser usado em outras crises

Contrapartidas fiscais

Gatillhos
•        Nível federal: todas as vezes em que as despesas obrigatórias sujeitas ao teto de gastos ultrapassarem 95% das despesas totais, ficarão proibidos para os Poderes Executivo, Legislativo, Judiciário e o Ministério Público:
o        aumento de salário para o funcionalismo
o        realização de concursos públicos
o        criação de cargos e despesas obrigatórias
o        concessão de benefícios e incentivos tributários
o        lançamento de linhas de financiamento
o        renegociação de dívidas

•        Nível estadual e municipal: regra dos 95% será facultativa, texto inclui gatilho adicional de medidas de contenção de gastos quando a relação entre as despesas correntes e receitas correntes alcançar 85%, com vigência imediata e dependente de atos do governador ou do prefeito

Incentivos fiscais
•        Até seis meses após promulgação da emenda Constitucional, presidente da República deverá apresentar plano para zerar incentivos fiscais, como subsídios e benefícios tributários. Proposta só inclui apresentação do plano, sem estabelecer obrigação de que mudanças na legislação sejam aprovadas. Não poderão ser extintos:
o        Simples Nacional
o        Subsídios à Zona Franca de Manaus
o        Subsídios a produtos da cesta básica
o        Financiamento estudantil para ensino superior

Fundos públicos e desvinculação de receitas
•        Desvinculação do dinheiro de fundos públicos: superávit financeiro dos fundos deverá amortizar dívida pública da União, dos estados e dos municípios. Após as amortizações, recursos poderão ser aplicados livremente, sem atender à finalidade original de cada fundo.
•        Exceções: alguns fundos federais poderão manter receitas orçamentárias reservadas para eles.
o        Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP)
o        Fundo Penitenciário Nacional (Funpen)
o        Fundo Nacional Antidrogas (Funad)
o        Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT)
o        Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé)
o        Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-Fim da Polícia Federal.
•        Receitas de interesse da defesa nacional e relacionadas à atuação das Forças Armadas também poderão ser desvinculadas

Calamidade pública
•        Na vigência de calamidade pública, haverá um regime orçamentário excepcional, nos moldes do Orçamento de Guerra em vigor no ano passado. Com regras mais flexíveis, regime também dispensa o cumprimento da regra de ouro e das metas de resultado primário
•        Decretação do estado de calamidade pública será atribuição exclusiva do Congresso Nacional, que deverá aprovar proposta do Poder Executivo
•        Proposta do Executivo precisará provar urgência e necessidade dos gastos fora do regime fiscal regular
•        Gastos extras não podem resultar em despesa obrigatória permanente
•        Ficam autorizados no estado de calamidade pública:
o        contratação simplificada de pessoal, em caráter temporário e emergencial
o        contratação de obras, serviços e compras com dispensa de licitação
o        concessão ou ampliação de benefício tributário que gere renúncia de receita
o        contratação de operações de crédito sem limites ou condições
o        empresas em débito com a seguridade social poderão assinar contratos com o Poder Público
•        Superávit financeiro (excedente obtido com a emissão de títulos públicos ou com financiamentos bancários) apurado em 31 de dezembro do ano anterior poderá cobrir gastos com o combate à calamidade pública e o pagamento da dívida pública.
•        Lei complementar poderá definir outras medidas de exceção fiscal durante a vigência da calamidade pública

Inativos e pensionistas
•        Gastos com inativos e pensionistas serão incluídos no teto de gastos dos Legislativos municipais. Hoje, o teto só inclui salários dos vereadores. Despesa não pode ultrapassar a soma da receita tributária, do Fundo de Participação dos Municípios e das demais transferências constitucionais
•        Gastos com pensionistas não poderão ultrapassar limites estabelecidos em lei complementar. Atualmente, a Constituição estabelece teto apenas para despesa com pessoal ativo e inativo da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, sem citar os pensionistas

Políticas públicas
•        Determinação de que que órgãos e entidades façam, individual ou conjuntamente, uma avaliação das políticas públicas e divulguem os resultados
•        Plano Plurinual, LDO e Lei Orçamentária Anual deverão observar os resultados do monitoramento e da avaliação das políticas públicas

Repasses duodecimais
•        Proibição da transferência para fundos públicos de sobras de repasses aos Poderes Legislativo, Judiciário, ao Ministério Público e à Defensoria Pública. Dinheiro deverá ser restituído aos Tesouros locais ou ser descontado dos próximos repasses

Dívida pública
•        Previsão de lei complementar para regulamentar a sustentabilidade da dívida pública
•        Todos os níveis de governo (federal, estadual, municipal e Distrito Federal) deverão manter a dívida pública em níveis sustentáveis, em parâmetros a serem estabelecidos pela lei complementar
•        Essa lei poderá autorizar ações de ajuste fiscal em caso de crise nas contas públicas
•        Lei que define parâmetros para o Orçamento do ano seguinte, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) deverá estabelecer diretrizes e metas de política fiscal compatíveis com a sustentabilidade da dívida pública

Precatórios
•        Aumenta em cinco anos, de 2024 para 2029, prazo para que estados e municípios paguem seus precatórios, dívidas determinadas por sentenças judiciais definitivas (sem a possibilidade de recursos)

 

Agência Brasil

Projeto cria política para incentivar o uso de tecnologias na educação básica

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Proposta quer capacitar alunos de licenciatura para o uso de TICs no sistema de ensino

O Projeto de Lei 5465/20 cria a Política Nacional de Formação de Docentes da Educação Básica para as Tecnologias da Informação e Comunicação (PDTIC). Segundo o texto, que tramita na Câmara dos Deputados, o objetivo é capacitar alunos de licenciatura para o uso de tecnologias da informação e comunicação (TICs) em processos e práticas pedagógicas.

Entre os instrumentos previstos na política está o estímulo à formação, ao treinamento e ao aperfeiçoamento de docentes em TICs aplicadas à educação básica. O projeto prevê ainda o desenvolvimento de estratégias de monitoramento, acompanhamento e avaliação de uso dessas tecnologias com fins pedagógicos nos sistemas de ensino.

Pandemia
Autora do projeto, a deputada Iracema Portella (PP-PI) considera urgente a tarefa de capacitar melhor os educadores para a utilização de ferramentas tecnológicas no processo pedagógico.

“A pandemia provocada pelo novo coronavírus mudou o cenário da educação brasileira, exigindo que instituições de ensino públicas e privadas tivessem, repentinamente, de se esforçar para se adaptar, com celeridade, ao uso de TICs, em especial as ferramentas online, no processo pedagógico”, observou.

Tramitação
A proposta será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Educação; Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Rosangela Donadon anuncia pagamento de R$ 500 mil para reforma e ampliação de posto de saúde em Cerejeiras

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A deputada Rosangela Donadon (PDT), destinou R$ 500 mil para reforma e ampliação unidade de saúde Anísia Borges do Vale, de Cerejeiras. A parlamentar informou que o recuso já foi pago e está na conta da prefeitura do município.
Segundo Rosangela, a ação tem como objetivo melhorar a qualidade de saúde oferecida no município de Cerejeiras. A unidade de saúde que será reformada e ampliada presta serviços para aproximadamente 3.5 mil pessoas, e foi alvo de ataques de vândalos que resultou em um incêndio parcial que destruiu o posto de saúde.
A prefeita do município, Lizete Marth (PV) solicitou a deputada o recurso para a reforma e ampliação da unidade de saúde que é do tipo III e atende os bairros Jardim São Paulo e Anchieta. O pedido foi prontamente atendido pela deputada.
“Sou profissional da área da saúde e por conta da minha formação sempre estou destinando recursos com o intuito de fortalecer e melhorar o setor. Estou alegre por destinar essa verba para que unidade de saúde Anísia Borges do Vale receba as melhorias e volte a atender a população o mais rápido possível. O recuso já foi pago e está na conta da prefeitura de Cerejeiras e em breve as obras começaram”, disse a parlamentar.

 

 

Assessoria

Projeto exige oferta de abrigo institucional para crianças e adolescentes vítimas de violência sexual

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Autora da proposta explica que é o objetivo é garantir o afastamento imediato do agressor e a reacomodação da vítima em abrigos onde possam ficar isoladas e protegidas

O Projeto de Lei 5464/20 determina que a União, o Distrito Federal, os estados e os municípios ofertem serviços de acolhimento institucional, sobretudo a modalidade abrigo institucional, para crianças e adolescentes vítimas de violência sexual.

Conforme o texto em análise na Câmara dos Deputados, os entes federativos poderão celebrar contratos de locação e promover a reforma ou adaptação de imóveis próprios ou de terceiros para serviços do acolhimento institucional. Será dispensável a licitação para obras, serviços, compras e locações de imóveis contratadas em cumprimento a essa lei.

O objetivo da deputada Iracema Portella (PP-PI), autora da proposta, é “permitir que, uma vez deferida a medida protetiva de urgência, as vítimas possam ser imediatamente afastadas de seu agressor e reacomodadas em residências temporárias (casas-abrigo e casas de acolhimento), onde possam continuar em isolamento, protegidas do agressor e da violência”.

“Segundo os números do Ministério da Saúde, dois terços dos episódios de abuso registrados em 2018 ocorreram dentro de casa. Em 25% dos casos, os abusadores eram amigos ou conhecidos da vítima, em 23%, o pai ou padrasto”, destaca a parlamentar.

Tramitação
A proposta será analisada, em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Boletim diário sobre coronavírus em Rondônia

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O Governo de Rondônia, por meio da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) e a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), divulga os dados referentes ao coronavírus (Covid-19) no Estado.

Nesta terça-feira (2) foram consolidados os seguintes resultados para Covid-19 em Rondônia:

Casos confirmados –  151.188
Casos ativos – 15.028 (9,94%)
Pacientes recuperados – 133.244 (88,13%)
Óbitos – 2.916 (1,93%)
Pacientes internados na Rede Estadual de Saúde – 404
Pacientes internados na Rede Privada – 116
Pacientes internados na Rede Municipal de Saúde – 156
Pacientes internados na Rede Filantrópica – 15
Total de pacientes internados – 691
Testes Realizados – 417.106

Aguardando resultados do Lacen – 436

* População vacinada: 47.275
1ª Dose – 47.275
2ª Dose – 9.592

Profissionais de Saúde vacinados:
1ª Dose – 26.240
2ª Dose – 9.074

Indígenas vacinados:
1ª Dose – 4.918
2ª Dose – 389

Idosos vacinados:
1ª Dose – 15.977
2ª Dose – 124
(Dados obtidos às 16h50) 

No Estado, os números de casos confirmados, recuperados e de óbitos, desde o primeiro registro em 21 de março de 2020 até hoje (2 de março), por Covid-19 são:

TOTAL DE CASOS EM RONDÔNIA – 02/03/2021
MUNICÍPIOS CASOS CONFIRMADOS RECUPERADOS ÓBITOS
Porto Velho 55.992 47.478 1.304
Ariquemes 12.574 11.425 222
Ji-Paraná 9.497 8.690 253
Vilhena 8.501 8.035 137
Cacoal 7.979 7.633 110
Guajará-Mirim 4.742 4.282 143
Jaru 4.230 3.605 61
Rolim de Moura 3.988 3.519 64
Machadinho D’Oeste 3.546 2.600 28
Buritis 3.417 3.114 34
Pimenta Bueno 2.998 2.763 35
Candeias do Jamari 2.598 2.219 43
Ouro Preto do Oeste 2.523 2.339 58
Alta Floresta D’Oeste 2.451 2.333 30
Nova Mamoré 2.280 1.789 36
Espigão D’Oeste 1.522 1.413 21
São Miguel do Guaporé 1.466 1.393 24
Presidente Médici 1.429 1.293 21
Chupinguaia 1.095 1.065 11
Nova Brasilândia D’Oeste 1.075 897 10
Cerejeiras 1.003 921 17
São Francisco do Guaporé 993 824 14
Colorado do Oeste 984 948 11
Cujubim 949 841 16
Itapuã do Oeste 929 808 14
Alto Paraíso 882 794 15
Seringueiras 796 721 3
Urupá 739 634 12
Monte Negro 730 622 11
Costa Marques 692 605 11
Campo Novo de Rondônia 659 575 13
Alto Alegre dos Parecis 637 584 17
Vale do Anari 595 528 5
Nova União 590 559 4
Santa Luzia D’Oeste 574 520 5
Alvorada D’Oeste 557 462 12
Mirante da Serra 501 416 4
Vale do Paraíso 492 392 15
Cabixi 441 429 9
Corumbiara 402 371 8
Rio Crespo 361 280 2
Theobroma 330 298 6
Cacaulândia 318 280 5
Ministro Andreazza 312 287 8
Teixeirópolis 304 295 2
Pimenteiras do Oeste 301 287 7
Novo Horizonte do Oeste 291 267 9
Governador Jorge Teixeira 269 240 3
São Felipe D’Oeste 237 212 3
Castanheiras 163 150 4
Parecis 153 126 3
Primavera de Rondônia 101 83 3
Total geral 151.188 133.244 2.916

Em Rondônia, nas últimas 24 horas foram registrados os seguintes resultados para Covid-19:

ÚLTIMAS 24 HORAS
MUNICÍPIOS CASOS CONFIRMADOS ÓBITOS
Porto Velho 227 19
Ariquemes 165 3
Ji-Paraná 86 3
Vilhena 94 2
Cacoal 32 2
Guajará-Mirim 8 2
Jaru 44 2
Rolim de Moura 91 1
Machadinho D’Oeste 226 2
Buritis 38 0
Pimenta Bueno 49 0
Candeias do Jamari 31 1
Ouro Preto do Oeste 58 6
Alta Floresta D’Oeste 23 0
Nova Mamoré 39 1
Espigão D’Oeste 19 0
São Miguel do Guaporé 10 0
Presidente Médici 8 0
Chupinguaia 1 0
Nova Brasilândia D’Oeste 13 0
Cerejeiras 11 0
São Francisco do Guaporé 61 0
Colorado do Oeste 1 0
Cujubim 32 1
Itapuã do Oeste 23 0
Alto Paraíso 28 0
Seringueiras 80 0
Urupá 15 1
Monte Negro 7 0
Costa Marques 0 0
Campo Novo de Rondônia 5 0
Alto Alegre dos Parecis 4 0
Vale do Anari 7 0
Nova União 0 0
Santa Luzia D’Oeste 26 0
Alvorada D’Oeste 8 0
Mirante da Serra 19 0
Vale do Paraíso 4 0
Cabixi 0 0
Corumbiara 3 0
Rio Crespo 16 0
Theobroma 2 0
Cacaulândia 4 0
Ministro Andreazza 0 0
Teixeirópolis 41 0
Pimenteiras do Oeste 1 0
Novo Horizonte do Oeste 3 0
Governador Jorge Teixeira 5 0
São Felipe D’Oeste 6 0
Castanheiras 0 0
Parecis 1 0
Primavera de Rondônia 0 0
Total geral 1.675 46

 

ÚLTIMAS ATUALIZAÇÕES

  • Hoje (2) foram registrados 46 óbitos por Covid-19 em Rondônia, 19 deles foram em Porto Velho, sendo 10 mulheres (26, 33, 55, 61, 64, 66, 70, 72, 77 e 89) e nove homens (36, 37, 52, 59, 63, 71, 71, 77 e 85). Ouro Preto do Oeste registrou seis mortes, sendo quatro mulheres (33, 62, 68 e 74) e dois homens (84 e 92). Também foram registrados três óbitos em Ariquemes, sendo uma mulher de 74 anos e dois homem de 61 e 88 anos; outros três em Ji-Paraná, desses uma mulher de 65 anos e dois homens de 47 e 87 anos. Houve ainda dois óbitos em Vilhena, sendo uma mulher de 49 anos e um homem de 55 anos. Também foram registrados dois óbitos de homens em Cacoal (57 e 86), e outros dois óbitos de homens em Machadinho d’Oeste (49 e 61). Guajará-Mirim registrou dois óbitos, sendo uma mulher de 78 anos e um homem de 66 anos. Jaru também registrou dois óbitos de homens (31 e 63). Também houve um óbito em Rolim de Moura, sendo um homem de 86 anos. Outro óbito em Candeias do Jamari, sendo um homem de 44 anos. Um óbito em Nova Mamoré, sendo um homem de 57 anos,  um óbito em Cujubim, sendo um homem de 35 anos. E um óbito em Urupá, de uma mulher de 58 anos.

A Agevisa reforça ainda que os dados são analisados diariamente pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs), que acompanha também a investigação epidemiológica feita pelas equipes de Saúde nos municípios, para checagem de dados.

Para informações detalhadas e relatórios na íntegra, acesse o Portal Coronavírus em Rondônia, através do endereço: coronavirus.ro.gov.br

Veja todos os Relatórios de Dados já publicados sobre a Covid-19 em Rondônia, clicando no link: http://bit.ly/2EzHtco

Os dados de vacinação são adicionados ao sistema diretamente pelos municípios, e são dinâmicos.
Para dados atualizados em tempo real, acesse: https://covid19.sesau.ro.gov.br/Home/Vacina

Na Região do Café, bovinocultura leiteira movimentou mais de R$ 50 milhões em 2020

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Com o início da pandemia, o valor do litro de leite assustou produtores rurais em todo o Estado de Rondônia. Em março de 2020, caiu pela metade o valor pago por cada litro de leite. Isso desanimou muitos leiteiros na Região do Café. O número de propriedades acompanhadas pelo Governo de Rondônia por meio da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater), com atividade leiteira, reduziu de 1.045 em 2019, para 987 em 2020.

O cenário começou a mudar ainda em maio do ano passado e, hoje, o valor pago pelo litro de leite tem animado cada vez mais os produtores dos municípios de Cacoal, Pimenta Bueno, São Felipe, Primavera de Rondônia e Espigão D’Oeste, incluindo o distrito de Pacarana. “As expectativas para 2021 são muito boas para o setor leiteiro. Não só pela questão da comercialização, de vender por um preço maior. O Governo de Rondônia quer aumentar a produtividade, para que cada vez mais as famílias tenham sucesso na bovinocultura leiteira, tendo em vista que, o leite tem alto impacto para a economia dos municípios”, destacou Samuel Guedes Borges, gerente regional da Emater.

Para se ter uma ideia, levando-se em conta a venda de bezerros e o descarte de animais que se tornam inaptos para a atividade, a bovinocultura leiteira movimentou mais de R$ 54 milhões em 2020. Isso apenas entre as propriedades acompanhadas pela Emater na Região do Café, também chamada de Território Rio Machado. Um aumento de praticamente 30% em relação ao ano anterior, quando a atividade movimentou aproximadamente R$ 37 milhões.

“Na nossa visão, pelos números que a gente tem acompanhado, essa alta no preço, tanto da venda de bezerros quanto da comercialização com os laticínios, aumentou a margem de lucro dos produtores. Isso levando em consideração o aumento nos custos para produzir leite, gastos com medicamentos, sal mineral, produtos de limpeza de ordenha, energia elétrica, tudo tem inflacionado um pouco, o preço do leite inflacionou mais. Então, proporcionalmente, o produtor aumentou a margem de lucro dele”, explicou o gerente.

Nos últimos meses, outro número que aumentou foi a produtividade das vacas em lactação. Em 2019, 13.243 vacas produziram em média 5,63 litros de leite por dia cada. Em 2020, a produtividade das 11.713 vacas cadastradas chegou a 5,80 litros de leite diariamente. Em São Felipe D’Oeste, a média geral da produtividade dos animais foi ainda maior, chegando a 7,56 litros por dia. Na Região do Café, ao longo de 2020, em cada hectare de terra destinado à atividade leiteira foram produzidos por dia 2.119 litros de leite em média.

“O Governo de Rondônia, por meio da Emater, agora está direcionando as ações voltadas, principalmente para a nutrição animal. É aí que vemos vários parceiros participando juntos, no caso a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e a Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri). Estamos difundindo a tecnologia do capiaçu, que é uma alternativa para o produtor oferecer uma alimentação melhor para as vacas no período da seca, conseguindo manter uma estabilidade melhor da produção. De uma forma geral, o Governo de Rondônia tem fortalecido as ações voltadas para a melhoria da gestão, produtividade e qualidade da pecuária leiteira”, ressalta Samuel.

Um exemplo é o Projeto de Consultoria Técnica e Gerencial para o Produtor Rural da Pecuária Leiteira (Consultec-Leite) que visa, além de incentivar inovações com transferência de tecnologia e aplicação de práticas modernas, agregar valor ao produto e ampliar o acesso a novos mercados de forma sustentável.

Edelson da Silva Alves é produtor rural em Espigão D’Oeste, e há cerca de 10 anos se dedica à atividade leiteira. Em sua propriedade, possui 13 vacas leiteiras que chegam a produzir até 17 litros de leite por dia, cada. No mês de janeiro, o produtor, conta que foram produzidos mais de sete mil litros de leite em sua propriedade. “Estou muito satisfeito e a expectativa é que este ano vai melhorar ainda mais, apesar das dificuldades. A média diária de produção já chegou a 17 litros de leite, mas agora o pasto está bastante encharcado, então por isso teve uma queda na produtividade. Tenho seguido as orientações da equipe da Emater, da Seagri e dos outros órgãos e tenho buscado investir nesta atividade, colocar em prática o que aprendi, para melhorar ainda mais”, destacou.

Conforme explicou o gerente regional da Emater na Região do Café, anteriormente, no período da seca, a produção de leite caía, pois os animais não contavam com uma alimentação adequada, mas com a introdução do capiaçu, pelo Governo de Rondônia, o produtor agora conta com um capim de boa qualidade, que atende as necessidades nutricionais dos animais, e garante a boa produção.

“O Governo de Rondônia está antenado também nessas ações. Um exemplo é o Pro-Leite, que tem financiado o frete grátis, para os produtores rurais, com a distribuição de calcário, que é aplicado na reforma de pastagens, produção de milho e silagem, tornando-se um insumo fundamental para alavancar a produção rural. Existe também um projeto que deve ser implantado em breve, uma parceria do Governo do Estado com outras instituições, para oferecer ainda mais inovação, tecnologia, assistência técnica especializada em propriedades leiteiras”, finalizou o gerente regional da Emater.

Governo suspende aulas presenciais em Rondônia; escolas públicas e privadas permanecem com ensino remoto

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Governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc) suspende as aulas presenciais na Rede Estadual de Ensino e nas instituições particulares em Rondônia, por intermédio do Decreto 25.853, de 2 de março de 2021, que estabelece regras de distanciamento social para o combate e enfrentamento à pandemia do coronavírus, em território rondoniense.

O controle das atividades educacionais inclui a suspensão total de aulas presenciais durante a vigência da Fase 1 do decreto estadual.  Por enquanto, para as aulas remotas devem ser disponibilizados recursos digitais como programas de Tecnologias de Informação e Comunicação (Tics), a fim de contribuir com a formação e aprendizagem dos alunos no período de isolamento social controlado.

A Rede Estadual de Ensino permanece com as atividades e aulas presenciais regulares suspensas, com previsão de volta após a apresentação do plano de retomada da Secretaria da Educação. Enquanto aguardam o retorno, os estudantes da Rede Pública, continuam participando e interagindo das aulas, por meio de plataformas virtuais disponibilizadas pelo Governo do Estado. O atual Decreto entra em vigor nesta quinta-feira (4).

REDE PRIVADA

As aulas presenciais só vão valer para as instituições privadas, quando os municípios retornarem à Fase 2 do Plano Todos por Rondônia. Conforme o novo ato normativo, a Rede Privada de Ensino pode exercer atividades administrativas internas, desde que respeitem o limite máximo de 30% da capacidade de seus funcionários e obedeçam as medidas de combate à Covid-19, como: limpeza minuciosa diária do local, utilização de máscaras de proteção facial, distanciamento e entre outras regras sanitárias.

Servidores públicos de Rondônia voltam ao home office; repartições atendem emergências com agendamento prévio

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Com a publicação do novo decreto estadual, nesta quinta-feira (4), o sistema de trabalho home office estará de volta para os servidores públicos estaduais em Rondônia. A medida é uma forma de manter o distanciamento social controlado para fins de prevenção e enfrentamento da epidemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2), causador da Covid-19.

Os gestores vão decidir sobre o trabalho presencial na Saúde, Segurança, Sistema Penitenciário, Orçamento e Finanças, Comunicação e Receita Pública. Essa prática não trará prejuízo algum das remunerações ou bolsas-auxílio dos servidores. Esta e outras medidas restritivas constam na Seção II do Decreto nº 25.853, de 2 de março, editado pelo Governo do Estado na seção: Dos Demais Serviços Públicos no Âmbito da Administração Pública Direta e Indireta. Salvo em situações de extrema necessidade, os órgãos estaduais suspenderam o atendimento presencial aos cidadãos, que ocorrerá mediante agendamento prévio.

O método à distância dispensa servidores, empregados públicos e estagiários do comparecimento presencial às suas repartições. Decisão a respeito desse método deve ser tomada por dirigentes máximos das entidades da administração pública direta e indireta federal, estadual e municipal, nos municípios enquadrados nas Fases 1 e 2. O Governo recomenda semelhantes providências ao setor privado.

EM CASA

Conforme o Decreto, os servidores, em home office, atenderão os mesmos padrões de desempenho funcional, sob pena de serem enquadrados em antecipação de férias, entretanto, aqueles impossibilitados de atuar nessa condição terão a concessão da antecipação de férias, mediante decisão da chefia imediata. Quem estiver nesse regime, deve permanecer em casa e evitar o contato externo, sob pena das sanções previstas nos artigos 267 e 268 do Código Penal e as demais penalidades administrativas.

O Art. 6° do Decreto determina ainda que os profissionais enquadrados no grupo de risco poderão trabalhar presencialmente, desde que lhe sejam fornecidos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), mediante assinatura de termo de responsabilidade.

Rondônia é o estado com maior proporção de casamentos de mulheres menores de idade

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O IBGE divulga hoje (04) as Estatísticas de Gênero: indicadores sociais das mulheres no Brasil, que tratam, entre outros assuntos, sobre casamentos de menores de idade, taxa de desocupação e mulheres na política. Mais informações referentes a Rondônia estão no release abaixo.

Aproveito a oportunidade para me colocar à disposição para esclarecimentos de dúvidas e/ou agendamentos de entrevistas.

As Estatísticas de gênero: indicadores sociais das mulheres no Brasil, divulgadas nesta quinta-feira (04) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que em 2019, dos mais de 12 mil casamentos registrados em Rondônia, em 815 deles, a mulher tinha até 17 anos, e em 43, os homens eram menores de idade.
Estes números colocam Rondônia como a Unidade Federativa (UF) que, proporcionalmente, mais ocorrem casamentos com cônjuges femininos com até 17 anos, atingindo o percentual de 6,4% enquanto o país teve 2,1% dos casamentos com mulheres menores de idade. Acre e Maranhão ocupam a segunda posição, com 3,9% dos casamentos com mulheres menores de idade.
Em contrapartida, em 2019, Rondônia foi o estado da Região Norte com menor taxa de fecundidade de mulheres de 15 a 19 anos, com 69,7 nascimentos a cada mil mulheres nesta faixa etária. As cinco primeiras posições no ranking brasileiro são ocupadas por estados nortistas: Amazonas (93,2), Acre (88,5), Roraima (88,3), Amapá (84,7) e Pará (83,8). Tocantins ocupa a sétima posição, com 76,1. No ranking brasileiro, Rondônia está na 11ª posição.
Também foi possível observar que a probabilidade de uma criança morrer antes de completar cinco anos é maior entre os meninos que entre as meninas. Enquanto no Brasil, a taxa geral, em 2019, foi de 14 a cada mil nascidos vivos, entre os meninos este número foi de 15,1 e entre as meninas foi de 12,8.
Rondônia registrou a segunda pior probabilidade do país de uma criança morrer antes de completar cinco anos, ficando atrás apenas do Amapá. As taxas rondonienses entre os meninos foram 23,4 mortes a cada mil nascidos vivos e entre as meninas foram 21 mortes a cada mil nascidas vivas, enquanto 26,4 meninos e 25,5 das meninas amapaenses a cada mil nascidos vivos tinham chance de morrer antes dos cincos anos.
O estudo mostrou ainda que Rondônia tem a menor expectativa de vida aos 60 anos. Uma pessoa rondoniense que completa 60 anos tem expectativa média de viver mais 19,7 anos. Porém, quando separados os gêneros, Rondônia apresenta a segunda menor expectativa de vida tanto para homens quanto para mulheres: 18,4 anos a mais para eles e 21,2 anos para elas. Piauí foi o estado com menor expectativa de vida para os homens que completam 60 anos (17,9 anos) e Roraima registrou a menor taxa entre as mulheres (21,1).
As Estatísticas de gênero: indicadores sociais das mulheres no Brasil é uma compilação de informações de pesquisas do IBGE e de fontes externas, como Ministério da Saúde, Congresso Nacional, Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Taxa de desocupação é maior entre as mulheres que entre homens
As Estatísticas de Gênero também revelam que a desocupação é maior entre as mulheres que entre os homens e entre as pessoas pretas ou pardas que entre as brancas. Em 2019, a taxa geral de desocupação em Rondônia foi 8,1%, mas ocorreu uma diferença de 3,7 p.p entre homens e mulheres. Eles registraram 6,5% e elas de 10,2% de desocupação. A maior diferença entre gêneros foi registrada no Amazonas (8,4 p.p) e a menor ocorreu no Piauí (0,7 p.p).
Quando considerada cor ou raça, Rondônia é a única UF em que as mulheres brancas apresentam taxa maior de desocupação que as mulheres pretas ou pardas. Entre as brancas, o índice foi de 11,6% e entre as pretas ou pardas, foi de 9,8%. No Brasil, a desocupação era de 11% entre as mulheres brancas e de 16,8% entre as pretas ou pardas.
Aumenta número de horas dedicadas aos afazeres domésticos e/ou cuidado de pessoas
Entre 2018 e 2019, houve um aumento da média de horas dedicadas aos afazeres domésticos e/ou cuidados de pessoas em 7,5% na população rondoniense com mais de 14 anos. Enquanto em 2018 eram dedicadas 15,3 horas semanais em média, este número foi de 16,5 horas semanais em 2019.
Apesar de ter ocorrido um aumento maior entre os homens (9,5%), as mulheres continuam dedicando mais horas a estes tipos de atividades. Elas apresentaram um aumento de 7,7%, totalizando 21 horas semanais em 2019 à medida que homens totalizaram 11,2 horas semanais.
As diferenças por gênero também ocorrem quando considerada a cor ou raça. Em Rondônia, no ano de 2019, um homem branco dedicou cerca de 10,4 horas semanais aos afazeres domésticos e/ou cuidado de pessoas, enquanto uma mulher branca atingiu a média de 20 horas semanais. Entre as pessoas pretas ou pardas, a diferença foi um pouco maior: os homens trabalharam nestes tipos de atividades 11,4 horas semanais e as mulheres ocuparam-se 21,4 horas semanais.
Também ocorreu aumento de horas dedicadas aos afazeres domésticos e/ou cuidado de pessoas entre as pessoas com mais de 14 anos e ocupadas na semana de referência. Em 2018, a média rondoniense era de 12,6 horas semanais, passando para 13,3 em 2019.
Mulheres são minoria na docência do ensino superior em 21 UFs
Quando o assunto é a presença de mulheres na docência do ensino superior, em 2019, elas ainda eram minoria em 21 UFs, sendo que a maior proporção foi registrada na Bahia, onde elas eram 51,8% do quadro de professores, e que a menor ocorreu em São Paulo, onde 43,4% dos docentes são do sexo feminino. Em Rondônia, as mulheres representaram 48,8% dos docentes.
Também foi possível observar que houve um aumento na proporção de mulheres na docência do ensino superior em 24 UFs entre 2015 e 2019, que variaram de 0,2 p.p (Tocantins) a 3,3 p.p (Distrito Federal). Em Rondônia, o aumento foi de 1,2 p.p, assim como, Goiás, Pará e Paraná. Amazonas (0,3 p.p), Acre (0,4 p.p) e Piauí (0,9 p.p) tiveram redução na proporção de mulheres entre os professores.
Menos de 15% das cadeiras da Câmara de Deputados são ocupadas por mulheres
A pesquisa mostra ainda como foi a participação das mulheres na política no ano 2020. Das 513 cadeiras da Câmara dos Deputados, 76 eram ocupadas por mulheres, representando 14,8% do total de vagas. Rondônia e Amapá, com três mulheres eleitas em cada estado, tinham a quarta maior proporção de participação feminina em suas bancadas: 37,5%.
Acre e Distrito Federal foram as UFs com maiores proporções de mulheres: 50% de suas vagas, enquanto Pernambuco foi o estado com menor proporção: apenas 4%. Amazonas, Maranhão e Sergipe não tiveram mulheres eleitas para o cargo.
A proporção de mulheres eleitas para o cargo de vereadora é um pouco maior que para deputada federal: 16% em todo o país. Rondônia apresentou a terceira menor proporção de mulheres nas Câmara de Vereadores: 11,5%, ficando atrás de Rio de Janeiro (9,8%) e Espírito Santo (9,9%). O estado com maior proporção foi o Rio Grande do Norte, onde 21,8% dos eleitos são do sexo feminino.

Senado aprova MP que libera R$ 2,5 bilhões para o enfrentamento à pandemia

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Relator da matéria, Marcos Rogério explica que recurso possibilitará a compra de mais vacinas contra a Covid-19

O plenário do Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (03.03), a Medida Provisória 1004/2020, que abre crédito extraordinário no valor de R$ 2,5 bilhões em favor do Ministério da Saúde para o enfrentamento à Covid-19.

De acordo com o relator da matéria e vice-líder do Governo no Congresso, senador Marcos Rogério (DEM-RO), o crédito extra viabiliza a compra de vacinas da Covid-19, por meio do consórcio internacional, liderado pela Organização Mundial de Saúde, o Covax Facitlity. O Programa assegura o acesso justo e equitativo de todos os países aos imunizantes que se mostrarem seguros e eficazes contra o novo coronavírus. “Com a MP aprovada, o Brasil poderá manter seu acordo com o Covax, que prevê fornecimento de 42,5 milhões de doses ao longo de 2021. A expectativa é de recebimento de 10,6 milhões de doses ainda no primeiro semestre”, explicou o relator.

A chegada das doses do Covax, aliada às outras estratégias de vacinação já em andamento, devem garantir a imunização de 10% da população brasileira. Segundo Marcos Rogério, ampliar o acesso à vacina no menor tempo possível é fundamental neste momento em que estamos vendo o número de casos crescer exponencialmente no País. “Com o aumento da imunização contra a Covid conseguiremos mitigar os impactos da pandemia sobre a saúde pública, além das repercussões sociais e econômicas atualmente enfrentadas”, ressaltou o senador.

Desde o início da pandemia, o Brasil já registrou mais de 10,6 milhões de pessoas infectadas pelo novo coronavírus. Atualmente, atingimos a triste marca de mais de 257 mil mortes pela doença. “O momento é difícil, mas com trabalho e união iremos superar essa pandemia”, concluiu o senador.