Disponível em 11 estados em que a empresa atua, ferramenta soma 81 mil atendimentos nesse ano.
Rondônia é o terceiro estado que mais utiliza o Whatsapp como canal de atendimento entre os 11 em que a distribuidora está presente. Lançado no fim de dezembro, o canal já soma cerca de 81 mil atendimentos pelo aplicativo no estado. O uso do app fica atrás somente de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, que têm mais de um milhão de clientes cada, contra cerca de 650 mil em Rondônia.
Edimilson Bandeira, coordenador de atendimento da concessionária, observa que o whatsapp é um aplicativo popular no país e, provavelmente, por isso há a preferência pela ferramenta. “A gente já faz muita coisa pelo whats. Conversa com os amigos, encomenda produtos e até pede um lanche. Nada mais natural, que falar com a Energisa também pela ferramenta”, disse. Dentre os serviços disponíveis, destacam-se a segunda via de fatura (82%), atualização cadastral (7%) e a religação de energia (4%). Pesquisa da Panorama Mobile Time/Opinion Box, divulgada em 2020, confirma que o aplicativo está instalado em 99% dos smartphones dos brasileiros e 93% usam o aplicativo todo dia.
Outro fator é a facilidade de sinal de internet em todas as cidades do estado, até mesmo em pontos mais isolados. “A internet via rádio está chegando a fazendas antes mesmo da telefonia, o que tem facilitado a vida no campo, mas também o nosso atendimento aos clientes”, declarou.
Acompanhando a tendência do uso de tecnologia para o relacionamento com o cliente, a Energisa está investindo cada vez mais no uso de aplicativos. No início deste ano, a distribuidora lançou o Energisa On para interação com o rondoniense. Desde então, mais de 47 mil serviços foram feitos pelo aplicativo, que tem interface intuitiva e de fácil navegação. “Pelo celular, o cliente consegue resolver tudo, sem precisar sair de casa. Isso é muito importante para evitar a circulação desnecessária pela cidade, especialmente no momento que o país vive devido a Covid-19. Nossa orientação é sempre que o cliente priorize os canais digitais”, frisou Bandeira.
Conheça os serviços disponíveis no whatsapp da Energisa (69 9 9358-9673):
Emissão de segunda via
Alteração de data de vencimento
Consulta de débitos
Histórico de consumo
Declaração de quitação
Informar leitura
Débito automático
Negociar dívida
Atualizar dados da fatura
Cadastrar fatura por e-mail
Informar falta de energia
Alteração de carga
Religação de energia
Alteração de demanda
Nova ligação
Tamiris Barcellos Ribeiro Garcia
Anl Comunicacao I – COMUNICACAO INSTITUCIONAL
O trabalhador que recebeu o abono salarial do PIS ou sacou as cotas do PIS em 2020 precisa verificar se está obrigado a fazer a declaração do Imposto de Renda 2021. Se for obrigado ou se constar como dependente na declaração de alguém e teve direito a esses benefícios sociais, então precisa declarar o dinheiro recebido sim.
O valor do abono do PIS em 2020 variou de 1/12 do salário mínimo (R$ 88) a um salário mínimo inteiro (R$ 1.045).
A principal condição que obriga a fazer a declaração é ter recebido rendimentos tributáveis (como salário, aposentadoria, pensão, por exemplo), acima de R$ 28.559,70 até 31.12.2020, mas quem recebeu rendimentos isentos acima de R$ 40 mil ou tem bens com valor superior a R$ 300 mil, por exemplo, também está obrigado a entregar a declaração.
Estes são rendimentos isentos e devem ser informado na ficha “Rendimentos Isentos e Não-Tributáveis”.
REPRODUÇÃO/IRPF 2021
2) Já nesta ficha, clique em “Novo” e depois escolha o código 26 (Outros).
REPRODUÇÃO/IRPF 2021
O tipo de beneficiário pode ser o próprio titular da declaração, caso você tenha sacado o benefício, ou “Dependente”, se foi está incluindo dependentes como pai, mãe, filhos ou cônjuge e eles precisam incluir esse dado na declaração.
A seguir, informe o CNPJ e o nome da fonte pagadora, que, no caso, é o FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador, cujo CNPJ é 07.526.983/0001-43.
Preencha também o campo “Descrição” informando “Abono salarial” ou “Saque das cotas do PIS”.
Quem tem direito ao abono salarial?
Tem direito o trabalhador que:
• Estiver cadastrado no PIS/PASEP há pelo menos cinco anos;• Ter trabalhado com carteira assinada para uma empresa por no mínimo 30 dias, consecutivos ou não, em 2019;
• Tiver recebido remuneração mensal média de até dois salários mínimos;
• O empregador precisa ter informado os dados do trabalhador na Relação Anual Informações Sociais (RAIS) no prazo certo.
Idosos com 80 anos ou mais que já tomaram a primeira dose, podem agora receber a segunda
Apesar de a vacinação começar às 8h, uma gigantesca fila de veículos já estava formada às 7h com idosos cheios de expectativa para receber a segunda dose da vacina contra a covid-19 hoje em Vilhena. A Secretaria Municipal de Saúde (Semus) faz até domingo a aplicação do imunizante do Instituto Butantan.
De posse de seus celulares, familiares registraram com alegria o momento da “agulhada” em seus pais, avós, tios e amigos com mais de 80 anos. A cobertura da recepção da Câmara Municipal de Vereadores serviu de abrigo e ponto de parada às centenas de veículos que se acumularam para mais esta fase da campanha “Vilhena Protegida”. Por outro lado, a fila se estendeu até a avenida Jô Sato com muitos desejando receber o quanto antes a imunização.
No primeiro dia de vacinação desta campanha de drive-thru (enquanto dirige), na última quinta-feira, foram vacinados 120 idosos, totalizando quase 4 mil doses já aplicadas em Vilhena. De acordo com o Setor de Imunização, até o momento somente 25 pacientes notificaram reações à vacina, sendo a maioria registrada entre aqueles que receberam doses da Fiocruz/Oxford. Todas as reações foram leves e incluíram febre, dor no corpo, dor no local da injeção, dor de cabeça, calafrios e fadiga.
“São reações normais, que já são observadas em boa parte de todas as outras mais de 20 vacinas que têm suas campanhas anuais. Esses sintomas apareceram em apenas 0,6% dos vacinados em Vilhena, até agora. Eles surgem pois o sistema imunológico começa a produzir anticorpos, já que o corpo acredita que houve uma invasão de vírus. Como o vírus presente na vacina está ‘morto’, ele não causa nenhum sintoma, mas a ativação do sistema de defesa do corpo faz a circulação de sangue aumentar, elevando a temperatura do corpo, e aciona os mecanismos de proteção do corpo inteiro, de uma vez. São sintomas normais e leves que não exigem preocupação”, explica Sueli Aparecida da Silva, coordenadora do Setor de Imunização da Prefeitura de Vilhena.
Qualquer reação deve ser comunicada ao WhatsApp institucional do Setor de Imunização, 3322-4170. Os casos são acompanhados de perto pela Prefeitura para posterior notificação ao Ministério da Saúde. De acordo com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), as reações registradas até hoje no Brasil demonstram “não mostraram nenhuma alteração no perfil de segurança da vacina” observado nos testes.
A vacinação continua neste sábado das 8h às 13h na Câmara de Vereadores, e também estarão disponíveis os postos de saúde Vitalina Gentil, que está funcionando na Policlínica João Luiz (ao lado do Corpo de Bombeiros, na Capitão Castro), o posto de saúde Afonso Mansur (avenida Brigadeiro Eduardo Gomes) e Liro Hoesel (atualmente funcionando no Jardim Greenville, próximo ao cemitério). Já no domingo a vacinação acontece apenas na policlínica João Luiz, igualmente das 8h às 13h.
É necessário apresentar CPF, documento pessoal com foto e cartões do SUS e de vacinas.
Médico, fisioterapeuta e profissional de educação física explicam como devemos voltar às atividades físicas e em que intensidade
O quanto a Covid-19 afeta a nossa circulação sanguínea, a ponto de dificultar nossa mobilidade e o retorno às atividades físicas? A infecção pelo SARS-CoV-2 pode causar um processo inflamatório muito exacerbado devido à chamada “tempestade de citocinas”. Citocinas são proteínas que regulam a resposta imunológica, ou seja, o corpo humano tenta se proteger do “invasor” e libera diversos mecanismos de defesa que, por sua vez, podem acabar causando uma síndrome inflamatória. Essa inflamação, de acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular do Rio (SBACV-RJ), o médico João Sahagoff, pode resultar em uma trombose da microcirculação, o que ocasiona uma piora não somente nos pulmões, mas também no fígado, coração, rins e até nas extremidades mais distais do corpo, como mãos e pés.
Existem vários trabalhos relacionando o aumento das proteínas inflamatórias à inflamação intravascular. Essa microtrombose faz com o que o paciente piore como um todo, especialmente os rins e o pulmão. Como esses vasos também já estão contraídos por conta do mecanismo de defesa e do aumento das citocinas, quanto menores ficam, mais suscetíveis eles estão para formar coágulos – explica.
Segundo o médico, a Covid-19 é uma doença inflamatória trombogênica, na qual a resposta do nosso próprio organismo pode piorar a situação clínica do paciente. Normalmente, isso ocorre nos casos moderados e graves. Há que se ponderar, entretanto, individualmente os riscos trombótico e hemorrágico, uma vez que o tratamento tem que ser indicado e conduzido por um médico. O uso de anticoagulante, sem prescrição médica, pode gerar complicações graves.
A trombose venosa profunda pode ser identificada a partir de:
“Edema súbito” (inchaço) de um dos membros inferiores;
Dor aguda súbita na panturrilha;
Discreto aumento de temperatura.
Já a trombose arterial pode ser identificada por:
Dedos arroxeados;
Dor súbita nos pés;
Intensa diminuição de temperatura num membro inferior;
Sensação de anestesia da perna.
– O objetivo principal do tratamento da trombose venosa é evitar a embolia pulmonar, o prolongamento da trombose na perna e também a retrombose e suas sequelas nas pernas. A medicação mais utilizada para este fim são os anticoagulantes. Contudo, são necessários exames de sangue periódicos mensais para se saber se estão efetivos. A intensidade da dor, a localização e a extensão do trombo influenciam o médico na escolha para realizar o tratamento ambulatorial ou hospitalar. Em situações mais graves, outros métodos de tratamento podem se fazer necessários – explica Sahagoff.
Na maioria dos casos, a trombose é tratada por um mínimo de três a seis meses, mas estudos mais recentes têm mostrado vantagens para estender o tratamento por mais de um ano. Para pacientes que tiveram a trombose mais de uma vez, o tratamento deve ser mais prolongado e, dependendo do diagnóstico e da gravidade dos eventos, a anticoagulação pode ser até perene, ou seja, usada indefinidamente, podendo ser uma opção por toda a vida. O papel da tromboprofilaxia para pacientes com Covid-19 leve, porém com múltiplas comorbidades, ou ainda para indivíduos sem Covid-19 porém menos ativos devido à quarentena, ainda é incerto.
A orientação do médico para prevenção é que a população se mantenha ativa, o máximo possível, em casa:
Fazer algum tipo de exercício ou caminhada regular, mesmo que em casa. Já é mais do que sabido que passar muitas horas sentado, em comportamento sedentário, predispõe para a trombose;
Beber bastante água (principalmente agora no calor);
Ingerir alimentos leves com moderação para evitar ganho de peso.
Treinador do Verdão terá um período de folga na Cidade do Porto
Enfim, Abel Ferreira vai descansar. O treinador do Palmeiras sequer esteve no banco na vitória por 3 a 0 sobre o São Caetano, nesta quinta-feira, no Allianz Parque. O motivo: uma viagem para a Cidade do Porto, em Portugal, para visitar a família.
Depois de alguns dias de dificuldades para encontrar voos para a Europa, por causa das restrições provocadas pela pandemia, Abel Ferreira teve seu retorno para casa facilitado pela Crefisa. Leila Pereira, proprietária da patrocinadora do clube, colocou o avião da empresa à disposição do treinador.
– Quando eu soube da dificuldade do Abel em viajar para Portugal, ofereci nosso avião. Fico muito feliz em poder contribuir para que nosso técnico encontre sua família num momento tão complicado para todos nós. Gostaria mais uma vez de dizer: “Abel, muito obrigada por proporcionar gigantesca alegria para mim e milhões de torcedores do Palmeiras. Seremos eternamente gratos” – disse a conselheira.
O descanso surge após quatro meses intensos de trabalho, consagrados com os títulos da Copa Libertadores e da Copa do Brasil, já neste ano. Abel Ferreira, desde que chegou ao Palmeiras, não teve uma semana inteira para trabalhar com o elenco entre partidas e ainda viu a ida a Portugal ser adiada em virtude dos problemas da pandemia de Covid-19 no Brasil.
O maior espaço entre jogos ocorreu na virada do ano. Após enfrentar o América-MG pela semifinal da Copa do Brasil (2 a 0, em Belo Horizonte), no dia 30 de dezembro, o time voltou a campo em 5 de janeiro para encarar o River Plate, pela semifinal da Libertadores, e teve uma das melhores exibições do atual trabalho.
Abel Ferreira, técnico do Palmeiras — Foto: Cesar Greco / Ag. Palmeiras
Abel Ferreira deve ficar pelo menos duas semanas em Portugal. Segundo informações da embaixada portuguesa, quem desembarcar no país deve cumprir um isolamento de 14 dias, em domicílio ou endereço pré-informado.
No caso do treinador, o descanso ocorrerá com a família, que o campeão da Libertadores não encontra desde a vinda para o Brasil. Essa saudade, inclusive, foi um dos temas abordados por Abel Ferreira depois da consagração com o Palmeiras no Maracanã, em janeiro.
— Vocês não sabem o quanto chorei sozinho de saudade. Chorei muito e saí do campo para ninguém ver o quanto estava chorando. Adoro minhas filhas e esposa e atravessei o Atlântico antes de uma coisa acontecer — comentou ainda no estádio Mário Filho, após a maior glória da carreira como treinador.
No último fim de semana, após levantar a segunda taça pelo Palmeiras (Copa do Brasil), Abel relembrou a família com outro tom. A ideia agora é trazer a mulher e as filhas para viver em São Paulo.
— Foi a primeira coisa que lembrei assim que ganhei o título. Vou negociar com eles (familiares) para virem — declarou Abel, que agora vai poder respirar e se desconectar (um pouco) na terra natal.
Em sua rede social o prefeito Eduardo Japonês informou sobre a chegada do novo lote das vacinas para Covid-19, veja a baixo:
Pouco antes de deitar ontem recebi a notícia de que mais um lote de vacinas contra a covid-19 chegou em Vilhena. Assim como fizemos com os anteriores, vamos informar todos os lotes que chegarem para você acompanhar o andamento da vacinação.
Dessa vez o Coronel Marcos Rocha nos entregou com muita rapidez as doses que cabem a Vilhena. São 620 doses do Instituto Butantan, trazidas à Rondônia pelo Ministério da Saúde que serão aplicadas da seguinte maneira, seguindo o informe técnico do Governo Federal para este carregamento: 80 doses para profissionais da Saúde e 540 doses para idosos com 75 a 79 anos, que começarão a ser vacinados semana que vem.
Por enquanto estamos focados em finalizar a aplicação da segunda dose nos idosos com 80 anos ou mais até domingo. Somente nesta quinta-feira foram 120 vacinados, a maioria com 90 anos ou mais.
Com quase 33 mil metros quadrados, lagoa irá operar com volume de 54 metros cúbicos
ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTO contará com três lagoas facultativas: construção faz parte da maior obra da história do município
Nesta semana, as empresas do consórcio APJ-CIMA Engenharia, contratadas pelo Serviço Autônomo de Águas e Esgotos (Saae) da Prefeitura de Vilhena, iniciaram a escavação da primeira lagoa facultativa que irá compor a Estação de Tratamento de Esgotos (ETE) do sistema de esgotamento sanitário, na Gleba Corumbiara, Setor 12 (Linha 152).
De acordo com Mariane da Rosa, engenheira e diretora do Departamento de Planejamento e Projetos do Saae, no projeto de implantação do esgotamento sanitário está prevista a criação de três lagoas facultativas com um sistema que terá, quando concluído, capacidade para receber 418 litros por segundo, o que permite atender aproximadamente 150 mil habitantes.
“A construção dessa lagoa é a primeira etapa das obras que estão sendo realizadas no nosso município. Até o final da execução do projeto, serão feitas mais duas lagoas facultativas com quase 33 mil metros quadrados e com capacidade para operar com um volume de 54 mil metros cúbicos cada”, explica Mariane.
Segundo o diretor geral do Saae, Maciel Wobeto, com quase oito meses de atividades, já foram concluídos mais de 15 quilômetros de instalações entre rede pública e rede condominial nos bairros Moysés de Freitas, Parque Cidade Jardim 1 e 2, Setor 29 e Cristo Rei. O investimento ao fim do projeto será de quase R$ 100 milhões oriundos do Governo Federal, com contrapartida do município, e englobará 40% da zona urbana.
Neste período, a autarquia pede a compreensão e colaboração dos moradores para possíveis transtornos gerados pelas obras. Dúvidas podem ser sanadas pelo WhatsApp institucional do Saae, 3321-3974.
Pandemia de covid-19 agravou a busca por cuidados médicos
Números divulgados pelo Ministério da Saúde indicam que os tratamentos cirúrgicos para a incontinência urinária caíram 60% em 2020, em relação ao ano anterior. A constatação é de que a pandemia de covid-19 agravou o tratamento de várias doenças, entre elas a incontinência urinária, que costuma afetar 45% das mulheres e 15% dos homens acima de 40 anos, de acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU). O Dia Mundial de Conscientização sobre a Incontinência Urinária é comemorado no dia 14 de março, o próximo domingo.
O secretário-geral da SBU, Alfredo Canalini, explicou que a incontinência urinária, ou perda involuntária de urina, é um sintoma que tem impacto negativo enorme na qualidade de vida. Considerando que as cirurgias de incontinência urinária caíram 60% no ano passado, percebe-se que “mesmo com toda essa deterioração que provoca, os pacientes ficaram com medo de procurar tratamento e internação, em função da pandemia. Isso foi, realmente, um impacto muito negativo no tratamento dessa doença”, disse Canalini.
O urologista afirmou que a qualidade de vida desses pacientes piorou ainda mais, devido à covid-19, com algumas sequelas, principalmente para as mulheres, que usam absorventes especiais e ficam com a pele macerada em função do contato com a urina, especialmente as mais idosas.
Segundo o secretário-geral da SBU, a incontinência urinária pode ser provocada por doenças diferentes. Por isso recomendou a necessidade de se procurar saber o que está acontecendo para a pessoa perder urina e o que tem de ser feito para resolver o problema. Lembrou que além da cirurgia, existe tratamento medicamentoso que o médico pode lançar mão em algumas situações para melhorar o quadro. “Mas nem isso houve em 2020. Houve uma imobilização das pessoas por causa do medo de se contaminarem pelo novo coronavírus”.
Campanha
Visando a alertar a população sobre o diagnóstico e a importância do tratamento da incontinência urinária, a SBU realiza este ano uma campanha virtual de conscientização, que integra a campanha internacional sobre o mesmo tema. Durante o mês de março, a SBU vai esclarecer a população sobre a incontinência urinária, por meio das redes sociais da entidade (@portaldaurologia), e na Rádio SBU, podcasts disponível nos principais canais de áudio: Spotify, Deezer, Pocket Cast, Apple Podcasts e Google Podcasts. Todas as segundas-feiras, às 19h, médicos filiados à entidade vão tirar dúvidas da população sobre o tema em transmissões online ao vivo no Instagram, além de indicar ações preventivas e como buscar ajuda para amenizar ou solucionar o problema.
Alfredo Canalini assegurou que com as proteções necessárias, que envolvem uso de máscara facial, uso de álcool em gel após tocar em superfícies que são compartilhadas, como telas de computadores e terminais eletrônicos, distanciamento social, evitar aglomerações, lavar as mãos com frequência, os atendimentos podem ser realizados. “É lógico que é preciso ter cautela. Mas, respeitando as recomendações sanitárias, você pode atender com segurança os pacientes”. Canalini admitiu o temor de que o agravamento da pandemia na atualidade possa repercutir de modo negativo sobre os pacientes. “As pessoas estão com medo de sair às ruas”.
Reconheceu que “o medo é bom, por um lado, porque ajuda você a se proteger”, mas advertiu que as pessoas não podem nem devem entrar em paranóia. “As pessoas têm que ter consciência de que existe o risco, mas pode ser diminuído muito. É só seguir as orientações básicas das autoridades sanitárias. Isso protege. Isso pode salvar vidas e evitar que as pessoas possam se infectar. Diminui muito a questão”. Ele lamentou que haja pessoas que parecem estar vivendo em outra realidade, especialmente os jovens, que parecem não pensar na morte e, com isso, se arriscam e acabam ajudando na disseminação do vírus, mesmo que não apresentem sintomas.
Ansiedade
O diretor do Departamento de Disfunções Miccionais da SBU, Cristiano Gomes, observou que alguns estudos demonstram que pessoas com incontinência costumam ter, além de pior qualidade de vida, maiores níveis de ansiedade e depressão, redução na produtividade no trabalho e podem se afastar do convívio social e da intimidade com o parceiro ou parceira por causa das perdas de urina. “A incontinência também pode aumentar o risco de quedas entre os idosos. Finalmente, mas não menos importante, em alguns casos a incontinência pode ser causada por um problema de saúde mais grave, como infecções, pedra na bexiga, doenças neurológicas e até tumores da bexiga ou próstata”.
De acordo com a SBU, o tipo mais frequente é a incontinência urinária por esforço, isto é, quando o paciente perde urina ao tossir, carregar peso, espirrar ou até mesmo sentar-se e levantar-se. Isso acontece sobretudo em mulheres que tiveram muitos filhos ou é decorrente de cirurgia de próstata. A incontinência urinária de urgência ou bexiga hiperativa é quando existe uma vontade repentina e incontrolável de urinar durante o dia e no período da noite, podendo comprometer o sono. Embora muitos considerem a perda involuntária de urina como “algo natural” da idade, essa condição pode ser tratada, para não trazer impactos profundos na vida do paciente.
Em fevereiro deste ano, a SBU fez um levantamento online sobre a incontinência urinária. “De acordo com 44% dos participantes, a pandemia de covid-19 atrapalhou ou retardou o tratamento da incontinência. Dos entrevistados com incontinência, 77% disseram que ainda não retomaram seu tratamento”, disse o coordenador do trabalho, Ricardo Vita. Alguns fatores de risco para a doença são a idade, ter muitos filhos, diabetes, obesidade e doenças neurológicas.
Tratamentos
Os pacientes que enfrentam esse problema contam com apoio multidisciplinar para o tratamento, segundo a SBU. A mudança de alguns hábitos de vida pode também fazer diferença, como evitar excesso de líquidos, urinar periodicamente, tratar constipação e outros problemas clínicos como diabetes e obesidade. Além de medicamentos, que são utilizados sobretudo nos casos de bexiga hiperativa, a incontinência de esforço pode ser tratada com procedimentos cirúrgicos de baixo risco e rápida recuperação, como a cirurgia de sling, quando se coloca uma faixa sob a uretra.
Outros tratamentos incluem a aplicação de toxina botulínica, o implante de marcapasso da bexiga e o de esfíncter artificial. Alfredo Canalini lembrou que todos os pacientes podem ser tratados. “Importante que, além da indicação correta, haja motivação para seguir os passos do tratamento e também uma cognição favorável, ou seja um estado mental que possibilite à pessoa ter percepção sobre o que acontece consigo e ao redor. Dessa forma, os índices de cura e de controle do problema hoje em dia são muito elevados”, acrescentou.
O Governo de Rondônia, por meio da Superintendência Estadual de Turismo (Setur), conquistou durante a reunião do Conselho de Desenvolvimento do Estado de Rondônia (Conder), a aprovação do “plano estadual de turismo”, o qual está integrado ao Planejamento Estratégico do Estado. A meta é desenvolver planejamento, estabelecer diretrizes e orientações para que de fato o turismo possa ser consolidado como veia econômica em Rondônia.
Os trabalhos para aprovação do plano iniciaram em 2019 e o próximo passo do projeto é a contratação de uma empresa para prestar assessoria durante a execução das atividades relacionadas ao programa. Essa empresa irá auxiliar, ainda, no levantamento de pontos atrativos que podem ser inseridos na rota turística.
De acordo com o coordenador de ações turísticas da Setur, Willian Souza do Carmo, a criação do plano estadual de turismo é um marco histórico e pioneiro para Rondônia. Uma estratégia diferenciada jamais vista em gestões anteriores. “Antigamente não era desenvolvido um trabalho no turismo no sentido de planejamento, traçando metas, diretrizes e orientações para que de fato o turismo em Rondônia pudesse acontecer”, explica.
O coordenador conta que parte dos recursos destinados para investimento de consolidação do plano vem do fundo de investimento e desenvolvimento do Estado de Rondônia (Fider), coordenado pela Superintendência Estadual de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura (Sedi) juntamente com o Conder. De acordo com o superintendente da Setur, Gilvan Pereira, para a consolidação da mudança de cenário no segmento, será necessária a elaboração da lei estadual do turismo, a qual deve ser referendada pela Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia (ALE).
O superintendente explica que toda essa movimentação é rotina no Governo Federal e em vários estados. Segundo ele, Rondônia, até então, nunca teve um plano estadual de turismo e que apenas três estados da federação não tinham esse material, e Rondônia era um deles.
Gilvan comenta que esse plano estadual de turismo estabelece as diretrizes necessárias para a consolidação do setor, de modo que gere uma economia consistente e em alta escala. “O plano dispõe de elementos que visam o aumento da geração de renda, criação de postos de trabalho e atração de investidores”, explica.
O superintendente pontua ainda que esta primeira etapa do plano estabelece um período de quatro anos de atividades, com o objetivo de fazer com que Rondônia entre no circuito de destinos turísticos de forma competitiva. “Porém, para que isso aconteça é necessário que o Estado esteja preparado, planejando essa estrutura”, finalizou.
Policiais federais cumprem hoje (12) dois mandados de busca e apreensão contra um suspeito de cometer crime de racismo contra judeus. O alvo da operação Shalom é investigado por divulgar vídeos na internet em que defende um novo holocausto (genocídio de judeus e outras minorias étnicas durante a Segunda Guerra Mundial).
O homem também alimenta o ódio e a intolerância racial no vídeo. Segundo a Polícia Federal, ele já tinha sido preso e condenado pela prática e incitação à discriminação religiosa.
Os mandados foram expedidos pela 8ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro e o crime prevê pena de até cinco anos de prisão, além de multa. O nome do investigado ainda não foi divulgado.