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Ouro rondoniense mais que triplica arrecadação, alcançando R$ 5,2 milhões entre 2019 e 2020

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De R$ 1,7 milhão, a arrecadação financeira sobre ouro em Rondônia passou para R$ 5,2 milhões, próxima a quadruplicar. Desses valores arrecadados pelo Governo de Rondônia, por meio da Secretaria Estadual de Finanças (Sefin), 15% serão destinados ao estado e 60% distribuídos aos municípios onde há produção desse metal, especialmente Porto Velho.

Segundo análise do secretário de finanças Luís Fernando Pereira da Silva, essa alta na compensação pode ser explicada pela expressiva alta do preço do metal no mercado internacional, no ano passado. Apesar de o grande garimpo de aluvião do Rio Madeira não ter atualmente o mesmo ritmo de intensa exploração de há quase três décadas, as áreas de produção contribuem para o pagamento da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (Cefem) que é a contrapartida financeira paga pelas empresas mineradoras à União, aos Estados, Distrito Federal e Municípios pela utilização econômica dos recursos minerais em seus respectivos territórios.

A Prefeitura de Nova Mamoré, a 241 quilômetros de Porto Velho, está satisfeita com recursos da Cefem, informou a secretária municipal de Fazenda, Planejamento e Administração, Marlene Martins Ferreira. Em 2020, o município recebeu R$ 91,10 mil dessa fonte, investindo R$ 63,74 mil no custeio da folha de pagamento. Já o ouro proporcionou a Nova Mamoré R$ 70,87 mil, dos quais, R$ 40,96 mil para o custeio da folha.

“Da Cefem, reservamos uma parte para aquisição de equipamentos de informática para a prefeitura (computadores, impressoras, etc), e da mesma forma, R$ 29 mil correspondentes ao ativo ouro terão a mesma finalidade”, explicou Marlene Ferreira. Ela elogiou o mecanismo de transferência dos recursos:

“Tudo está muito bem definido pelos governos federal e estadual, e agora, o Tribunal de Contas do Estado de Rondônia vem nos exigindo resultados da aplicação, o que favorece a transparência conosco e com os contribuintes”. 

“Diversificadamente, são valores que contribuem especialmente com os setores da educação e saúde, melhorando a economia estadual”, analisou o secretário.

Da mesma forma que o dólar, o ouro também é um dos principais ativos que ganham relevância em tempos de crises econômicas e volatilidade. Mauriciano Cavalcante, diretor de câmbio de uma empresa com forte atuação nos anos 1980 em Porto Velho, a cotação desse metal começou 2021 devolvendo parte da alta registrada no ano passado. No entanto, devido a fatores políticos e ao aumento do contágio da covid-19 no País, investidores ficaram receosos e o metal voltou a valorizar em março.

R$ 300 a R$ 320 O GRAMA

Bem no início do ano, o ouro apresentou desvalorização, devolvendo um pouco do que ele subiu em 2020. Porém, já ocorreram novas valorizações. Analisando as condições atuais, a tendência é que o grama fique entre R$ 300 e R$ 320, resultado das atitudes do governo em relação à pandemia. Comparativamente, o grama do ouro em Rondônia está cotado R$ 120 a menos do que a saca de café (60 quilos), cujo preço desta segunda-feira, em Cacoal (Região do Café), alcançou R$ 420. Os investidores estão cautelosos porque o mundo econômico também está às voltas com a pandemia e, por isso, retarda investimentos no País.

Ao contrário dos anos 1970, quando fora proibida pelo Ministério das Minas e Energia, atualmente a lavra garimpeira é um regime de extração de substâncias minerais com aproveitamento imediato do jazimento mineral. Explica a Agência Nacional de Mineração (ANM) que o pequeno volume e a distribuição irregular do bem mineral, não justificam, muitas vezes, investimento em trabalhos de pesquisa, tornando-se, assim, a lavra garimpeira a mais indicada.

São considerados minerais garimpáveis o ouro, diamante, cassiterita, columbita, tantalita, volframita, nas formas aluvionar, eluvional e coluvial, scheelita, demais gemas, rutilo, quartzo, berilo, moscovita, espodumênio, lepidolita, feldspato, mica e outros tipos de ocorrência que vierem a ser indicados a critério da ANM.

Desde segunda-feira (26), a ANM revisa a norma para requerer pesquisa mineral. Entra em vigor a Tomada de Subsídios 02/2021, que colherá contribuições para atualizar as normas do sistema de Requerimento Eletrônico de Pesquisa Mineral (Repem), visando desburocratizar o que já vem sendo aplicado no sistema.

Processos acumulados no antigo DNPM (agora ANM) em Porto Velho, dois anos atrás

MENOS DEMORADO

Lançado em agosto de 2020, o Repem diminuiu o prazo de análise dos processos de requerimento de pesquisa pela ANM de 728 para 34 dias.

Era uma das principais áreas de gargalo processual da agência, onde o acúmulo de pedidos tinha uma média, entre 2015 e 2019, de 14.223 requerimentos por ano.

Com o novo sistema, muitas normas, requisitos e a necessidade de entrega de documentos físicos, por exemplo, ficaram obsoletos. A ANM viu a necessidade de avaliar e revisar o estoque regulatório referente ao requerimento de pesquisa.

Pesquisa produz material usado no controle de qualidade do filé de peixe

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Você acredita que o filé de peixe que sua família consome nas refeições está dentro dos padrões de qualidade que você espera? Sabe como é feito esse controle? Imagina que tem muita pesquisa por trás dessa garantia? Laboratórios públicos e privados que avaliam a qualidade dos filés de peixe no Brasil já receberam amostras do material de referência de tecido de peixe produzido pela Embrapa Pecuária Sudeste (São Carlos-SP).

O que é isso? Materiais de referência servem de padrão para que laboratórios comparem os resultados de suas análises feitas em produtos que recebem da indústria (ex: filé de pescado) com esse “modelo com valores conhecidos”. Assim, é possível saber se os laboratórios não apresentam erros nos resultados dos componentes químicos da amostra recebida, importante para manter a qualidade exigida pelos padrões internacionais e pela legislação brasileira.

Dois grandes produtores comerciais de peixe do Brasil foram convidados pela PeixeBR (Associação Brasileira de Piscicultura) a doar o material que serviu de base para os estudos. Isso é importante porque o material produzido pela pesquisa é bastante parecido com as amostras que são analisadas e comercializadas pela indústria do pescado, ou seja, com aquele peixe que chega à mesa do consumidor.

E sim, tem muita pesquisa por trás desses chamados materiais de referência. De acordo com a pesquisadora Ana Rita Nogueira, da Embrapa Pecuária Sudeste, os peixes recebidos dos fabricantes foram devidamente moídos, homogeneizados, peneirados e envasados. A partir desse pó diversas ações de pesquisa foram realizadas, incluindo uma série de análises químicas e avaliações estatísticas.

Essas atividades resultaram uma carta controle que a equipe da Embrapa elaborou e enviou aos laboratórios, com as indicações dos valores definidos, por exemplo, de cálcio, fósforo, magnésio, potássio, cobre, ferro, manganês e zinco e suas incertezas associadas. A amostra produzida e a respectiva carta controle foram distribuídas para os Laboratórios Nacionais Agropecuários e outros laboratórios interessados.

CONTROLE INTERNO

Além de ter em mãos um material de referência que permite avaliar a qualidade dos filés de peixe, a indústria do pescado poderá utilizá-lo para controle de qualidade de seus próprios laboratórios, tanto na calibração de instrumentos quanto para diagnosticar problemas com os métodos utilizados.

Recentemente, a Embrapa – maior empresa de pesquisa agropecuária tropical do mundo – desenvolveu e distribuiu aos laboratórios o material de referência de ração de peixes. Na mesma lógica do tecido de peixe, esse outro pó está sendo utilizado por laboratórios que atestam a qualidade das rações de peixe no Brasil.

Todas essas pesquisas são resultados do BRS Aqua, o maior projeto de pesquisa em aquicultura já desenvolvido no país. A iniciativa envolve mais de 20 centros de pesquisa da Embrapa e cerca de 270 empregados da empresa. Ele é financiado pelo Fundo Tecnológico (Funtec) do BNDES, pela Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca e pela própria Embrapa. Saiba mais em: https://www.embrapa.br/brsaqua.

Ana Maio (Mtb 21.928)
Embrapa Pecuária Sudeste

SENAI-RO abre 1750 vagas para cursos gratuitos

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Já estão abertas as inscrições para os cursos gratuitos de Aprendizagem Industrial Básica e Aprendizagem Industrial Técnica na modalidade Ensino à Distância (EAD), promovidos pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) em Rondônia. Os cursos são ofertados para suprir a demanda das indústrias para o cumprimento das contas de jovens aprendizes, que compreende um público da faixa etária de 14 a 23 anos e 11 meses.

 

De acordo com os editais, as indústrias que realizarem reserva de vagas estarão comprometidas a indicarem para a Unidade do SENAI-RO a relação dos jovens que serão matriculados e contratados como aprendizes até o próximo dia 28 de maio. Ao todo foram disponibilizadas 1750 vagas para todas as unidades de Porto Velho e interior. As inscrições podem ser feitas através do Portal do SENAI.

 

Entre os cursos de Aprendizagem Industrial Básica estão abertas vagas para operador de microcomputador, assistente administrativo, eletricista de automóveis, mecânico de manutenção de máquinas industriais, ajustador mecânico, assistente de controle de qualidade, instalador e reparador de redes de computadores, assistente de recursos humanos, costureiro sob medida, eletricista industrial e assistente de logística.

 

Para os cursos de Aprendizagem Industrial Técnica foram disponibilizadas vagas para técnico em logística e técnico em segurança do trabalho somente na unidade de Ji-Paraná.

 

Além das vagas indicadas pela indústria e havendo disponibilidade, o SENAI-RO disponibilizará os cursos para a comunidade. Neste caso, o período para efetuar as inscrições será de 29 de maio a 16 de junho, também no portal do SENAI. Vale lembrar que os candidatos só poderão optar pela inscrição de apenas um dos cursos.

 

Dentro da grade curricular, estão programadas aulas práticas presenciais, seguindo os protocolos determinados pelos decretos governamentais, as quais determinam as regras do distanciamento social controlado de prevenção e enfrentamento à pandemia.

Assessoria de Comunicação Social da FIERO

Ponto fixo de vacinação inaugura nesta segunda-feira em Vilhena, no postinho Afonso Mansur

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Imunização acontece de segunda a sexta-feira das 8h às 17h no local, veja detalhes

Pacientes com 60 anos ou mais que ainda não receberam a primeira dose devem se dirigir a partir de hoje ao postinho de saúde Afonso Mansur, na avenida Brigadeiro Eduardo Gomes, das 8h às 17h, que a partir de hoje, de segunda a sexta-feira, passa a funcionar como ponto fixo de vacinação em Vilhena. Profissionais da saúde que ainda receberam sua segunda dose também devem se deslocar até o espaço para serem imunizados. O local foi preparado durante o fim de semana e já começou a receber vilhenenses ansiosos pela vacina nesta segunda-feira.

“Com o aumento na quantidade de pessoas em cada público a partir de agora, providenciamos um espaço amplo e central da zona urbana para receber todos os pacientes. Aqui temos cobertura em proteção à chuva e sol, informatização, estrutura confortável, espaço suficiente para manter o distanciamento e uma unidade nova, inaugurada há cerca de um ano. Além disso, facilitará o trabalho das vacinadoras, que poderão fazer a imunização com mais agilidade, conforme todos desejam”, explica a secretária municipal de Saúde, Siclinda Raasch.

Visto que a fabricação de novos lotes da Coronavac, do Butantan, está atrasada, a vacinação para segunda dose em Vilhena deverá aguardar alguns dias até que sejam entregues mais vacinas. A imunização de idosos com 69 e 68 anos começou hoje, mas as vacinas não foram suficientes para todos os pacientes completarem a imunização com a segunda dose. A expectativa é que mais vacinas cheguem do Ministério da Saúde até o fim de semana.

De acordo com o controlador do postinho Afonso Mansur, João de Castro, a ação visa dar mais facilidade aos pacientes na hora de buscar locais para a vacinação. “Em vez de haver quatro locais, vamos concentrar tudo aqui mesmo, além de drive-thrus esporádicos na Câmara, para facilitar a identificação de onde devem ir os pacientes que buscam vacinas. É importante, mesmo assim, que todos fiquem atentos na divulgação dos locais e datas para que não haja confusão. Infelizmente a campanha anda lentamente, no mesmo ritmo da entrega das vacinas”, explica o controlador.

Semcom

Municípios devem potencializar transparência na vacinação e destinar sobras de vacina aos grupos prioritários, orientam MPC-RO e TCE-RO

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O Ministério Público de Contas de Rondônia (MPC-RO) e o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RO) emitiram na última quinta-feira (29/4) recomendação conjunta alertando aos gestores municipais sobre a necessidade de dar ampla publicidade, para potencializar a transparência e o controle social, aos critérios, etapas, número de doses aplicadas e relação nominal das pessoas que receberam vacinas, garantindo, ainda, que as sobras de vacinas sejam aplicadas preferencialmente em pessoas dos grupos de prioridades.

A Recomendação Conjunta n. 001/2021/MPC-RO/TCE-RO (cuja íntegra pode ser acessada neste link) destina-se aos prefeitos e secretários municipais de saúde, e leva em consideração a existência dos Planos Nacional e Estadual de Operacionalização da Vacinação contra Covid-19 em Rondônia, citando a necessidade de ampla e irrestrita transparência dos gestores da saúde na execução da vacinação, de forma que não só os órgãos de controle, mas a sociedade em geral possa avaliar tanto a probidade dos seus atos quanto a efetividade das ações adotadas.

Nesse ponto, o Ministério Público de Contas e o Tribunal de Contas ressaltam a importância de que os municípios mantenham, em seus portais na internet, dados atualizados, diária, tempestiva e fidedignamente, quanto à relação nominal das pessoas vacinadas no dia imediatamente anterior, com identificação de nome, CPF, idade, grupo de prioridade em que se enquadra, vacina utilizada na imunização, dose aplicada e número do lote da vacina.

Orientam ainda sobre a inclusão, na portal eletrônico do município, de link específico a ser atualizado semanalmente, com informações da etapa do plano de vacinação; do total de doses de vacina recebidas; total de doses já aplicadas na população; total de pessoas vacinadas no município (incluindo 1ª e 2ª doses); número de doses “perdidas ou “danificadas” durante o processo logístico de vacinação ou armazenamento; e o percentual de cobertura vacinal relativamente ao total populacional e respectivos grupos prioritários; e também os estabelecimentos privados autorizados a aplicarem as vacinas, indicando separadamente a quantidade de doses repassadas e os registros dos vacinados.

REGRAS PARA A “XEPA”

Tendo em vista relatos sobre a aplicação de doses remanescentes de vacina, ao final do dia de vacinação (popularmente chamada de “xepa”), para pessoas escolhidas à revelia dos critérios de priorização definidos na legislação (com possível e ilegal favorecimento), o MPC-RO e o TCE-RO ressaltam que tais sobras devem ser aplicadas, preferencialmente, aos grupos de prioridades.

Para tanto, a gestão municipal deve adotar, por exemplo, um agendamento de sobreaviso/antecipação de pessoas agendadas, o que deverá ser feito diariamente por meio de ligação telefônica, mensagem de texto (SMS), WhatsApp, ou outra forma de comunicação disponível.

Devem ainda os municípios se empenhar no aperfeiçoamento de mecanismos de busca ativa dos grupos prioritários, de forma a alcançar principalmente os moradores da zona rural e aqueles que devem tomar a segunda dose da vacina, evitando-se, assim, que tais sobras ocorram, coibindo-se favorecimentos indevidos e garantindo-se que a política pública de saúde seja implementada de modo transparente e eficaz.

Embrapa participa da elaboração de guia para a agregação de valor à produção agropecuária do Rio Grande do Sul

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Agregar valor a produtos agropecuários por meio da inovação e do conhecimento é uma estratégia para conquistar mercados cada vez mais exigentes e também para propiciar maior rentabilidade para o produtor. Nesse sentido, o governo do Rio Grande do Sul mantém o programa Produtos Premium, que no último dia 28 lançou uma nova edição do Guia para Produção de Produtos Premium. A Embrapa Pecuária Sul contribuiu para a elaboração do guia e também será parceira do programa na definição de critérios para a certificação de carnes e derivados como produtos premium, além de desenvolver e difundir tecnologias que contribuam para a qualidade e sustentabilidade da pecuária do estado.

Desenvolvido pela Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia (Sict) do Rio Grande do Sul, o Programa Produtos Premium tem como objetivo promover a inovação nas cadeias produtivas tradicionais do estado, como a agroindustrial, agregando valor aos produtos, por meio da aproximação entre produtores e desenvolvedores de soluções tecnológicas e fontes de inovação. A publicação deste guia busca fornecer insumos para orientar e sensibilizar produtores, empresários, associações, cooperativas, institutos de política, de fomento da ciência e tecnologia e demais interessados do setor sobre a importância da agregação de valor aos produtos.

De acordo com o Chefe-geral da Embrapa Pecuária Sul, Fernando Cardoso, a carne produzida no Rio Grande do Sul já possui atributos de diferenciação, seja pelos sistemas de produção empregados, as raças utilizadas e o ambiente natural da região. Para Cardoso, a formação dessa rede de inovação é mais um passo importante para o processo de agregação de valor à produção pecuária no estado. “A Embrapa trabalha para que tenhamos, cada vez mais, uma produção de alimentos saudáveis, em sistemas sustentáveis, procurando fazer com que o consumidor se sinta seguro e disposto a pagar mais por esses atributos da carne produzida aqui”.

Já o pesquisador Danilo Santana, que participou da elaboração do guia, ressalta que o Programa Premium, ao aproximar os diferentes elos da cadeia, é mais uma oportunidade para organizar e qualificar a produção pecuária na região. Segundo ele, já temos exemplos de sucesso, como as iniciativas da  Indicação de Procedência (IP) da Carne do “Pampa Gaúcho da Campanha Meridional” e Marca Coletiva (MC) “APROPAMPA” para carnes bovinas e derivados, coordenadas pela Associação dos Produtores do Pampa Gaúcho (APROPAMPA) e a Associação dos Produtores dos Campos de Cima da Serra (APROCCIMA), criada para organizar cadeias produtivas, integrando sistemas agrícolas e pecuários com recursos florestais e turísticos, valorizando arranjos produtivos regionalizados na região dos Campos de Cima da Serra. “A nossa pecuária tem um potencial enorme de conquistar mercados, se apostar na qualidade da carne e em sistemas sustentáveis de produção, oportunidades grandes para agregar valor à produção, principalmente com a adoção de tecnologia e de inovação”.

O guia apresenta quais as cadeias que estão contempladas, as linhas de financiamento disponíveis para inovação, tendências de mercado e informações sobre exportação, além de outros assuntos. O programa Produtos Premium conta com a parceria da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR), da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedetur), da Secretaria de Meio Ambiente e Infraestrutura (Semai), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Para acessar o guia, clique aqui Guia para Produção de Produtos Premium – Sict (.pdf 5,80 MBytes).

Fernando Goss

Jornalista – Núcleo de Comunicação Organizacional

Nota de pesar – 2º Sargento PM Paulo Sergio dos Santos

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É com profunda consternação que o Comando da Polícia Militar de Rondônia vem externar o mais profundo sentimento de pesar pelo falecimento do 2º Sargento PM Paulo Sergio dos Santos neste sábado (01).

O militar de 49 anos entrou nas fileiras da PMRO em março de 1998, possuía mais de 30 elogios em sua ficha individual e foi condecorado com diversas medalhas, entre elas Mérito Forte do Príncipe da Beira, Mérito de Trânsito da PMRO e Medalha do Mérito Governador Jorge Teixeira (3º BPM).

Respeitosamente, externamos pesar aos familiares e amigos pelo falecimento do policial militar, rogando a Deus para que a ferida ocasionada pela perda seja cicatrizada.

 

Porto Velho-RO, 01 de maio de 2021.

 

 

 

ALEXANDRE LUÍS DE FREITAS ALMEIDA – CEL QOPM

Comandante-Geral da PMRO

Ocorrência inesperada termina com festa de aniversário surpresa

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Na manhã do dia 01 de maio, dia do Trabalhador, as guarnições de policiais militares do 9º Batahão de Polícia Militar  (9º BPM),  receberam uma solicitação do sr. André para compareceram à sua residência. André é morador da zona sul de Porto Velho,   informou a guarnição compostas pelos policias: 3º Sgt Pm Jeferson, 3º Sgt Pm Braga e Sd Pm Deividson , que seus filhos Keilla e Kevin 13 anos, tinham um sonho desde criança, que é se tornarem policiais militares.

No local, André relatou que na data citada, seus filhos estavam completando mais um ano de vida, pois conforme o morador, gostaria que uma Equipe de policiais comparecesse a sua casa para tirar uma foto com a guarnição e seus filhos. Nesse momento os policiais observaram que aquela residência era de família humilde, e que os pais das crianças estavam passando por dificuldades financeira, sem condições de comemorarem o aniversário dos filhos, já que ambos estão desempregados.

 

O pais ficaram muito contentes, assim como Keilla e Keiven, pois agradeceram a Deus por colocarem pessoas de bem e muito prestativas no dia a dia da comunidade. Profissionais que além das suas atividades, fazem de tudo para levar um pouco de alegria e conforto aos mais necessitados. Conforme André são exemplos de cidadãos para as demais pessoas e autoridades.

Obs.: Além da guarnição citada acima, também participaram dessa homenagem os seguintes policiais: 3º SGT PM R. SANTOS, SD PM FRACARO, 3º SGT PM CLÊNIO, 3º SGT PM R. FERREIRA, GB PM JOAGRESON, 3º SGT PM ARILANE, SD PM WISLEY,CB PM DOMINGOS.

Fotos: Equipes de radiopatrulha

Texto: P-5 do 9º BPM

 

 

Fiocruz é autorizada a produzir o insumo da vacina AstraZeneca

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Com a aprovação, o medicamento será o primeiro totalmente produzido no Brasil
A  Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nessa sexta-feira (30/4), a produção do insumo farmacêutico ativo (IFA) da vacina covid-19 dentro do escopo de transferência de tecnologia da AstraZeneca para o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos Bio-Manguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Com isso, a Fiocruz está autorizada a iniciar a produção de lotes-piloto, em escala comercial, da vacina covid-19 (recombinante) com o IFA produzido no Brasil.

A produção será destinada ao Sistema Único de Saúde (SUS). Após os testes, a Fiocruz deve solicitar a inclusão do insumo no registro ou fazer um pedido de autorização de uso emergencial.

A aprovação técnica veio após a inspeção que verificou as Boas Práticas de Fabricação da linha de produção e concluiu que Bio-Manguinhos cumpre os requisitos das condições técnico-operacionais (CTO) para iniciar a produção de lotes.

 

Com informações da Anvisa

Saiba como descobrir e prevenir a hipertensão arterial

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Mudança de hábitos pode ser determinante para evitar ou controlar o quadro da doença, que matou 53 mil brasileiros em 2019

Por ser uma doença assintomática, medir a pressão regularmente é a única maneira de diagnosticar a hipertensão. – Foto: Banco de imagens

A hipertensão arterial, conhecida como pressão alta, é uma doença crônica que ocorre quando a pressão sanguínea nas artérias é persistentemente elevada. A doença se caracteriza por valores das pressões máxima e mínima iguais a ou maiores que 140/90 mmHg (ou 14 por 9). O número de óbitos por hipertensão arterial vem crescendo a cada ano no Brasil. Em 2015, foram registradas 47.288 mortes. Em 2019, o número saltou para 53.022.

Essa “pressão arterial” diz respeito à força que o sangue faz sobre as artérias para conseguir circular pelo organismo e se divide em dois tipos: sistólica e diastólica. A pressão sistólica é aquela exercida sobre os vasos sanguíneos no momento de contração dos músculos do coração e, em níveis normais, chega a até 120 mmHg (como explicado anteriormente, os níveis são considerados elevados quando passam de 140 mmHg).

A pressão diastólica (exercida sobre os vasos sanguíneos no momento de relaxamento do coração) em níveis normais é de 80 mmHg e, em níveis altos, passa dos 90 mmHg. Resumidamente: se a pressão é maior que 14 por 9, isso significa que o coração está se esforçando excessivamente para que o sangue chegue até todo o corpo.

Uma doença silenciosa

O assessor científico da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp), Rui Póvoa, explica que a hipertensão arterial é uma doença silenciosa e sem sintomas que, justamente por isso, se torna perigosa: “É uma doença sorrateira, que se instala anonimamente e só dá as caras depois de prejudicar o funcionamento do cérebro, coração, rins e outros sistemas do corpo”.

Geralmente, os sintomas da hipertensão aparecem apenas quando a pressão sobe muito e/ou quando o paciente já está exposto à doença por muitos anos, podendo manifestar-se na forma de dores no peito, dor de cabeça, tonturas, zumbido no ouvido, fraqueza, visão embaçada e sangramento nasal.

“A maior preocupação é a gestão destes pacientes, pois a hipertensão é uma doença absolutamente assintomática. Por não ter sintomas, eles não reconhecem a hipertensão, e boa parte desses pacientes segue a vida e só toma conhecimento do problema depois que a doença já causou estragos”, explica Póvoa.

Por ser uma doença assintomática, medir a pressão regularmente é a única maneira de diagnosticar a hipertensão: pessoas acima de 20 anos de idade devem medir a pressão ao menos uma vez por ano. Se o paciente tiver familiares hipertensos, a medição deve ocorrer ao menos duas vezes por ano.

Atalho para outras doenças

A hipertensão, de acordo com Póvoa, é “um atalho e tanto” para doenças cardiovasculares — principal causa de morte, hospitalizações e atendimentos ambulatoriais no mundo, doenças renais crônicas (DRCs) e morte prematura. “Em 2019, o DataSUS apurou a ocorrência de 1.314.103 óbitos no Brasil. Desse total, 27,7% eram decorrentes de doenças cardiovasculares. Por sua vez, a hipertensão estava associada a 45% destas mortes cardíacas.”

Novas diretrizes

Segundo Póvoa, os números da pressão alta no país fizeram com que, em 2020, a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) apresentasse uma nova diretriz para classificar a hipertensão arterial.

Ainda é considerada hipertensa a pessoa com pressão maior ou igual a 14 por 9. O novo parâmetro, porém, classifica como pré-hipertenso o indivíduo com pressão máxima entre 13 e 13,9 e mínima entre 8,5 e 8,9.

A pressão ideal agora é a que registra números abaixo de 12 por 8. As faixas entre 12 e 12,9 e 8 e 8,4 são consideradas normais, mas não ótimas. Por isso, aqueles que registram esses parâmetros serão orientados a iniciar o controle.

Causas e tratamento

A hipertensão é hereditária em 90% dos casos, mas há vários fatores que influenciam nos níveis de pressão arterial e estão associados ao desenvolvimento da doença, como obesidade, histórico familiar, estresse e envelhecimento.

O melhor caminho para prevenir e controlar a doença é a adoção de hábitos saudáveis, como reduzir o consumo de sal; consumir diariamente frutas, legumes e hortaliças; evitar alimentos processados e ultraprocessados; não fumar; beber com moderação; e praticar atividades físicas.

A pressão alta não tem cura, mas tem tratamento e pode ser controlada. Somente o médico poderá determinar o melhor tratamento para cada paciente. “Apesar das consequências graves, o diagnóstico e tratamento de hipertensos é relativamente simples e eficaz, com mudanças no estilo de vida e introdução de medicamentos anti-hipertensivos, que causam pouco ou nenhum efeito adverso”, esclarece Póvoa.

 

 

Com informações do Ministério da Saúde