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Banda Benvindo ao Pacífico lança single com mensagem de esperança durante a pandemia

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Envio abaixo release com mais informações. Estou à disposição para agendamentos e/ou entrevistas.

Agradeço desde já a atenção e possível publicação!

Banda Benvindo ao Pacífico lança single com mensagem de esperança durante a pandemia 

O single ‘Vai Passar’ estará disponível nesta sexta-feira (28)

Contemplada nos editais Mary Cianny e Marechal Rondon, criados com objetivo de fomentar a produção artística durante a pandemia, a banda Benvindo ao Pacífico está prestes a lançar seu novo single.

A música ‘Vai Passar’ dá continuação à série de atividades que envolvem a realização de lives e o lançamento do novo disco do grupo. Após o pré-lançamento da música, que foi feito no dia 30 de abril, o público pode se preparar para conhecer e escutar o single nesta sexta-feira (28). 

‘Vai Passar’ é uma produção moderna e humanizada. Com um clipe em time lapse, recurso de câmera rápida que acelera a velocidade das imagens, a obra traz um significado especial para o grupo e para o público, que com certeza irá se identificar ao ouvir.  

Isso porque o clipe representa o cotidiano de um personagem durante a pandemia. Uma pessoa que está em casa, vivendo o ápice da quarentena e isolada de tudo e de todos, mas com esperança de que o momento é passageiro. As imagens complementam a mensagem de otimismo que está presente na letra da música.

Anderson Benvindo, guitarrista do grupo e compositor, fala sobre a expectativa para o lançamento do single:

“Ver ‘Vai Passar’ tomando essa dimensão e sendo o nosso primeiro single é extremamente simbólico, porque essa é a primeira música que começamos a arranjar das novas composições que dão origem ao disco ‘Terra Firme?’ A música foi composta em outro contexto da minha carreira musical, mas a gente conseguiu transformar essa sonoridade e dar sentido a mensagem que a Benvindo ao Pacífico deseja passar.”

A música e o clipe de ‘Vai Passar’ estarão disponíveis no canal da Benvindo ao Pacífico no Youtube. Após o lançamento do single, o público deve esperar por outras novidades em breve!

“Estamos num momento muito feliz. Fizemos uma série de lives no Youtube em que nos conectamos com o público e aliviamos a saudade causada pela pandemia. No final do próximo mês, teremos o lançamento do disco ‘Terra Firme?’ e a finalização deste projeto lindo que foi fomentado pelos editais de cultura.”


Taís Botelho – Produtora de Conteúdo

(69) 99950-0702

Paisagens Tropicais Sustentáveis na Amazônia ganham espaço nas gestões municipais

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 Projeto para reflorestamento de áreas no entorno das nascentes no município de Ariquemes terá o Centro de Estudos Rioterra como parceiro

 

Apoiar a recuperação de nascentes na bacia hidrográfica que abastece o município de Ariquemes a partir do conceito de Paisagens Tropicais Sustentáveis (PTS) é o ponto de partida de uma parceria firmada entre o município de Ariquemes e o Centro de Estudos Rioterra.

 

O conceito de Paisagens Tropicais Sustentáveis visa integrar diferentes segmentos e usuários dos recursos naturais de uma dada bacia hidrográfica a fim de convergirem para boas práticas no uso dos recursos naturais, observando a capacidade de suporte dos ambientes e suas aptidões como forma de garantir sustentabilidade econômica e ambiental à sociedade.

 

O projeto “Renascer Nascentes”, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente desde 2019 e que já recuperou mais de 100 nascentes da bacia hidrográfica do rio Jamari receberá apoio da organização em três frentes.

 

A primeira, já definida em reunião na última quarta-feira, 19 de maio, é a realização de seis cursos de capacitação na área de geotecnologia para produção de mapas e melhoria na gestão do território e planejamento desses processos de recuperação.

 

Além da capacitação para ampliar o conhecimento dos técnicos do município na gestão dos passivos ambientais referentes aos recursos hídricos, a equipe do setor de Análise e Monitoramento da Paisagem do CES Rioterra também irá trabalhar em parceria com a secretaria no estudo e desenho da área de recuperação dessas nascentes para identificar a possibilidade de ampliação da área recuperada.

 

E em uma terceira etapa, a organização fará também a doação de mudas para o reflorestamento das novas áreas.

 

“O impacto desse trabalho vai além das questões ambientais. Ganham os moradores das áreas urbanas que serão beneficiados com uma melhor qualidade de água que abastece o município e ganham os agricultores e demais usuários da região que, além de água com melhor qualidade, verão o reflexo do reflorestamento na recuperação do solo de suas propriedades e na qualidade do ar e do clima nas regiões reflorestadas”, destacou Dra. Fabiana Gomes, coordenadora do Laboratório de Geotecnologias do Centro de Estudos Rioterra.

 

O CES Rioterra tem dialogado com outros municípios do Estado para que este conceito seja internalizado na gestão e as ações sejam implementadas nas principais bacias hidrográficas do Estado. Atualmente o CES Rioterra atua em 14 das principais bacias hidrográficas de Rondônia e atende mais de 1800 pessoas.

Azul vistoria aeroportos regionais de Rondônia para a retomada dos voos

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Novos terminais de Cacoal, Ji-Paraná e Vilhena estão em obras. Os recursos foram viabilizados pelo senador Marcos Rogério

Representantes da Azul Linhas Aéreas realizaram, nesta sexta-feira (21.05), uma visita técnica a três aeroportos regionais que estão em obras em Rondônia. O objetivo da vistoria foi avaliar o andamento das obras de ampliação e melhorias nos terminais aeroportuários de Cacoal, Ji-Paraná e Vilhena para avaliar a retomar dos voos nessas cidades.

Segundo o assessor especial da presidência da Azul, Ronaldo Veras, houve uma evolução muito grande nas obras dos três aeroportos. “Durante as visitas, que contou com a participação de nossos técnicos de infraestrutura e segurança de voo, constatamos que a estrutura dos três aeroportos está muito boa e as obras estão sendo finalizadas. Algumas adequações ainda precisam ser feitas, assim como a conclusão do processo de certificação e de mudança operacional do aeroporto, que vai passar do modo visual para o instrumental (VFR/IFR), mas acreditamos que será possível começar a disponibilizar voos nestes aeroportos nas datas previstas”, explicou Veras.

A expectativa da Azul é disponibilizar voos 4 vezes na semana a partir de junho em Vilhena e diários a partir de julho. Em Ji-Paraná a previsão é dar início as viagens em julho e em Cacoal em agosto. “Estamos ansiosos por nossa volta no interior de Rondônia. Esperamos que os prazos que estabelecemos sejam suficientes para a concluir o que falta nos terminais. Os órgãos competentes em Rondônia já afirmaram que estão trabalhando para isso”, ressaltou o assessor especial da Azul.

De acordo com o senador rondoniense Marcos Rogério essa é uma ótima notícia para a população rondoniense. “Vamos trabalhar agora para garantir que o processo de certificação dos terminais seja concluído. Sem a operação regular de voos no interior, a população dessas cidades fica dependente de longas viagens rodoviárias até Porto Velho ou Cuiabá para embarcar em voos aos seus destinos finais. A retomada nestas cidades vai reconectar o interior do estado de Rondônia, reativando o fluxo turístico e econômico de toda a região”, destacou o senador.

Marcos Rogério acompanha de perto as obras nos três aeroportos regionais. O senador rondoniense foi o responsável pela articulação junto a Secretaria de Aviação Civil para liberação dos recursos que estão possibilitando a ampliação e melhoria dos terminais. Para Ji-Paraná foram liberados R$ 19 milhões, Cacoal R$ 8 milhões e Vilhena R$1,9 milhão. “Rondônia é um estado novo, e ainda muito carente de infraestrutura. Mas estamos trabalhando no Congresso Nacional para viabilizar obras que promovam o progresso e melhorem a nossa mobilidade”, sinalizou o parlamentar.

37% dos brasileiros preferem trabalhar em empresas com programas de carreira

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Na Energisa, metade das vagas em 2021 foram preenchidas por recrutamento interno, o que abriu vagas para profissionais de programas com Sesi, Senai e até Exército

 

Pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Administração (FIA) mostra que a motivação de 37% dos brasileiros para aceitar trabalhar numa empresa é a perspectiva de crescimento na organização. O quesito está na frente até mesmo de remuneração e benefício (20% dos votos cada) e é um dos fatores que faz com que empresas como a Energisa invistam em recrutamento interno ao mesmo tempo em que criam oportunidades de capacitação em programas com Sesi, Senai e até o Exército.

A pesquisa da FIA ouviu 150 mil trabalhadores de 300 empresas entre agosto e setembro de 2020 e permitia que fossem escolhidas mais de uma opção. A ascensão profissional foi a mais escolhida para trabalhadores dos segmentos de bancos e serviços financeiros (45%), mineração, metalurgia e siderurgia (39%), serviços (38%) e energia (35%). Para a analista de recrutamento da Energisa em Rondônia, Sabrina Amorim, os dados comprovam o que ela observa no seu dia a dia durante a seleção de novos colaboradores.

“A Energisa tem uma estrutura organizacional que permite ao profissional construir sua carreira, independentemente da função em que ingresse. No primeiro trimestre desse ano, 44% das vagas foram preenchidas pelas pratas da casa, tanto na área administrativa como na operacional.  O recrutamento interno é uma forma de reconhecer a dedicação e valorizar nossos talentos, dando a eles a oportunidade de ocuparem posições maiores na empresa”, afirmou.

Para a recrutadora, recrutamento interno e oportunidades para a comunidade não são excludentes. Segundo ela, o recrutamento contribui para a geração de empregos no estado, pois, indiretamente, abre vagas para os cargos iniciais na empresa.  “Se abrimos uma vaga de supervisão de campo, um técnico pode ocupá-la, que dá a oportunidade ao eletricista subir para a posição de técnico, e dá ao auxiliar comercial a oportunidade de ser classificado como eletricista, e ainda gera emprego para o candidato externo, na posição de auxilia comercial”, detalhou.

A concessionária desenvolve programas de capacitação e formação de novos gestores, abrangendo tanto áreas administrativas como operacionais. Silvana dos Santos, consultora de RH business partner da Energisa, explica que o número expressivo de vagas preenchidas internamente é resultado desse investimento nas pessoas. “O diferencial do nosso programa é que identificamos profissionais com potencial para ocupar outros cargos e desenvolvemos suas habilidades através de trilhas, de acordo com o seu perfil. Assim, a sucessão é um processo natural dentro da empresa”, concluiu.

Sobre a Energisa 

 

Com 116 anos de história, o Grupo Energisa é o maior privado do setor elétrico com capital nacional e o também o maior na Amazônia Legal. Uma das primeiras empresas a abrir capital no Brasil, a companhia controla 11 distribuidoras em Minas Gerais, Paraíba, Rio de Janeiro, Sergipe, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, São Paulo, Paraná, Rondônia e Acre. Com receita líquida anual de R$ 18 bilhões (2020), o Grupo atende a 8 milhões de clientes (o que representa uma população atendida de mais de 20 milhões de pessoas) em 862 municípios de todas as regiões do Brasil, além de gerar cerca de 20 mil empregos diretos e indiretos. 

 

Com a missão de transformar energia em conforto, desenvolvimento e oportunidades de forma sustentável, responsável e ética, a Energisa atua com um portfólio diversificado que engloba distribuição, transmissão, serviços para o setor elétrico (Energisa Soluções), serviços especializados de call center (Multi Energisa), comercialização de energia (Energisa Comercializadora), soluções em energias renováveis (Alsol) e agora a fintech Voltz, que entra no mercado de contas digitais. 

Produtores de RO fazem documentário que retrata história da cultura de Vilhena

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O vídeo documentário conta com depoimentos de ativistas culturais de Vilhena.

Com objetivo de retratar e valorizar a história da cultura do município de Vilhena, os produtores culturais Andréia Machado, Marcio Guilhermon e Washington Kuipers fizeram o documentário “Memórias vilhenenses, História e Cultura”.

A produção conta com entrevistas de ativistas culturais de Vilhena que com muita garra e determinação contribuíram para o enriquecimento do cenário cultural do município em diversas áreas como teatro, música, literatura e audiovisual.

“O projeto do vídeo documentário conta com depoimentos mostrando a história e cultura do nosso município valorizando assim a memória e a cultura local”, disse Andréia Machado que faz parte do Ponto de Cultura e Mídia Livre Serpentário Produções e da Associação Diversidade Amazônica.

Entre os entrevistados do curta-metragem estão o colunista social, músico e poeta Átila Ibáñez França, do professor Cledemar Jeferson Batista, do músico e produtor cultural João Carlos Regert Neto o popular “Nettü Regert”, da atriz e produtora cultural Valdete Sousa, e do maestro Ronis Salustiano e da própria produtora cultural e jornalista Andréia Machado.

“Fiquei muito feliz com a produção do vídeo documentário, pois através dos depoimentos dos  ativistas culturais é possível conhecer um pouco da história da cultura de Vilhena que apesar de ser um município jovem conta com muitas pessoas trabalhando em prol da produção e valorização da cultura local”, ressaltou Andréia Machado.

O projeto do vídeo documentário foi premiado no Edital N°2 Anita Piechaki, promovido pela Fundação Cultural de Vilhena , Prefeitura de Vilhena, Lei Federal 14.017/2020 (Lei Aldir Blanc), Governo Federal.

Retratos do Brasil – Para confundir qualquer um

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Temos na presidência do Brasil um ex-Capitão e ex-deputado federal, por cinco mandatos, apontado pela Oposição como anti-democrático, ditador e genocida. Um chefe de estado e de governo, que mesmo com estas características, é xingado dia e noite, com os piores adjetivos. E fica quieto.

Um presidente cruelmente perseguido e atacado, noite e dia, pela velha ex-grande imprensa que, rompendo a sagrada função de informar os fatos, oculta do seu público todas os atos e ações de governo. É como se o governo não estivesse fazendo nada. Ou melhor, não existisse.

Juntos, Oposição e a velha ex-grande imprensa, ganharam a adesão do atual colegiado do Supremo Tribunal Federal para, paralelamente, exercerem a governança do país, numa intromissão não republicana nunca jamais antes vista no Brasil. Tentam obstaculizar até a nomeação do porteiro do Planalto.

Juntos, iguais aos sacerdotes e governantes romanos nos tempos de Jesus Cristo, vasculham tudo atrás de um crime que leve o Messias Bolsonaro ao cadafalso, à execração pública, ao Impeachment. Desesperados por nada encontrar, chegam ao cúmulo de pagar prepostos para produzir cenários, teses e artigos cheios de ódio. A tal ponto chegam que, nada tendo o que apontar, cansam a paciência de qualquer um com a interminável mantra da ‘máscara’ e da ‘cloroquina’.

E, por fim, esgotado a acervo de mentiras e adjetivos chucros, apelam para a grosseria chula e, simplesmente, o mandam ‘tomar no cú’.

E sabe o que espanta e surpreende? O presidente genocida, ditador, anti-democrático, facista e outros ‘istas’ mais, não manda prender ninguém! Não manda ninguém para o ‘paredon’ de fuzilamento, como faz os amigos dos seus adversários.

O homem não bota ninguém na cadeia, sem crime e sem amparo na lei, como fazem os ministros do STF, só por não gostarem da cara feia de alguém que não aprova seus atos.

Não! Nada disso! No máximo, pede uma investigação contra quem ultrapassou todos os limites de urbanidade. E não evolui, pois logo o Supremo desautoriza o ato. E ele acata.

Não é um comportamento estranho para um governante com tais qualificações? Nas Nações governadas por líderes com estas qualificações, ninguém ousa mandar o presidente ‘tomar no cú’.

Vá tentar fazer isto na Venezuela, em Cuba ou na China! Vá lá na ‘Praça da Paz Celestial’ e grite que Xi Jiping é ‘genocida’, ‘nazista’, ‘ditador’ e veja o que acontece. Alguma Dúvida? Então diga a mesma coisa contra Maduro, em Caracas!

E aí, cadê a coragem?

 

 

Osmar Silva-Jornalista-Presidente da Associação da Imprensa de Rondônia-AIRON e da Federação Nacional dos Comunicadores Seccional Rondônia-FENACOM-Diretor/Editor do noticiastudoaqui.com-e-mail [email protected] WhatsApp 992.0362

Município de Cerejeiras é condenado a indenizar menino por queimaduras com fogos

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O menino, que na época dos fatos tinha 11 anos, receberá 10 mil reais por danos morais e 485 reais por danos materiais.

A 1ª Câmara Especial do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia, por intermédio de seus julgadores, condenou o Município de Cerejeiras a indenizar uma criança por dano moral e material, por ter sofrido queimaduras de segundo grau no rosto, mãos e olhos com foguetes pertencentes ao referido Município. O menino, que na época dos fatos tinha 11 anos, receberá 10 mil reais por danos morais e 485 reais por danos materiais.

Segundo o voto do relator, juiz convocado Jorge Luiz de Moura Gurgel do Amaral, o Município de Cerejeiras, mediante seu dirigente, promoveu um evento festivo de ano novo com queima de fogos, dia 31 de dezembro de 2010. Da festa sobraram explosivos que, em vez de serem armazenados em local seguro, ficaram sem proteção nas proximidades do prédio de uma associação.

No dia 3 de janeiro de 2010, o menino e um amigo encontraram os fogos de artifícios e, ao manusearem, causaram o acidente que resultou em sérias lesões com queimaduras de segundo grau em um deles.

O processo

O menino, representado pela mãe, ingressou no Juízo de 1ª grau solicitando a ação indenizatória, que julgou parcialmente procedente o pedido inicial e fixou o valor de 7 mil reais por danos morais. Porém, por entender que a culpa do acidente foi concorrente, isto é, do Município e dos pais do menino, diminuiu pela metade o valor do dano moral, que ficou em 3 mil e 500 reais. Já os danos materiais foram conforme o pedido, de 485 reais.

Inconformada com a sentença, a Defensoria Pública apelou para o Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia, que manteve a decisão de 1ª grau. Sobre o Acórdão (decisão coletiva do TJRO) foi interposto recurso especial para o Superior Tribunal de Justiça (STJ), que acolheu o pedido da Defensoria Pública em favor do menino pela exclusão da culpa concorrente dos pais, e determinou “retorno dos autos para arbitramento de novo valor indenizatório somente em desfavor do Município de Cerejeiras-RO”.

Trecho da decisão citada no voto do relator narra que não há que se falar em culpa concorrente dos pais pelos danos causados em seu filho, uma vez que o Município promoveu a queima de fogos e deixou o restante dos explosivos próximo ao evento festivo, sem nenhuma proteção. Além disso, para o STJ, não há provas nos autos de “que o Município tenha prevenido o acesso à multicitada área pública, ao contrário, a presunção é de que o local fosse seguro, uma vez que ocorrera as festividades de passagem de ano”.

O voto do relator foi acompanhado pelos desembargadores Gilberto Barbosa e Daniel Lagos, no julgamento realizado no dia 20 de maio de 2021

Apelação Cível n. 0000858-86.2012.8.22.0013

Fonte: TJ/RO

Zoneamento agrícola de risco climático para a cultura do Maracujá será validado na próxima terça (25)

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Interessados na cultura do maracujá terão a oportunidade de participar na próxima terça-feira (25), às 15h, da Reunião de Validação da cultura do Maracujá para o DF e Entorno. O evento promovido pela Embrapa será realizado de forma on line e busca apresentar e validar os dados sobre Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para a cultura do maracujá nos estados do MT, MS, GO, AM, PA, RR, AC, AP, RO, TO e no DF. O Zarc é um instrumento de política agrícola e gestão de riscos na agricultura.

O encontro é destinado a produtores rurais, consultores técnicos, gestores públicos, representantes de cooperativas, de bancos e de empresas do setor privado ligadas ao tema. “A participação e contribuição desses atores é muito bem-vinda para o aperfeiçoamento dos resultados desse estudo que servirá para orientar políticas de crédito e securidade rural para o cultivo de maracujá no Brasil”, explica o pesquisador da Embrapa Cerrados, Fernando Macena. O acesso à reunião será feito por meio do link: https://conferenciaweb.rnp.br/webconf/zarc.

A metodologia do Zarc e os dados para as diferentes regiões serão apresentados pelo pesquisador da Embrapa e contará com a participação do corpo técnico do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Esse estudo é elaborado com o objetivo de minimizar os riscos relacionados aos fenômenos climáticos adversos e permite a cada município identificar a melhor época de plantio das culturas, nos diferentes tipos de solos e ciclos de cultivares.

Acesse aqui mais informações sobre o Zarc 

Serviço:

Reunião de Validação da cultura do Maracujá para o DF e Entorno
Data: 25 de maio de 2021
Horário: 15h
Local: https://conferenciaweb.rnp.br/webconf/zarc 

Juliana Caldas (MTb 4861/DF)
Embrapa Cerrados

Deputada Rosangela Donadon destina R$ 40 mil para aquisição de materiais de informática em Pimenteiras do Oeste

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Recurso destinado pela parlamentar já está na conta da prefeitura

A deputada Rosangela Donadon (PDT) destinou uma emenda parlamentar no valor de R$ 40 mil para aquisição de materiais de informática para atender o Centro de Referência de Assistência Social  (CRAS), de Pimenteiras do Oeste. O recurso já está na conta da prefeitura e foi destinado a pedido vereador Luiz Carlos.

Os equipamentos de informática  serão adquiridos para  a modernização da sala de informática do CRAS e irão beneficiar as famílias atendidas pelo órgão com acesso à internet, além de oficinas de orientações para manuseio dos equipamentos de forma correta, para trazer agilidade nos serviços oferecidos.

A parlamentar informou que destinou e já foi liberado para Pimenteiras do Oeste R$ 40.000,00 para aquisição de materiais esportivos, R$40.000,00 para máquinas de costura e agora R$ 40.000,00 para aquisição de material de informática.

Rosangela Donadon ressaltou que tem prazer em trabalhar pelo desenvolvimento de Pimenteiras, para melhorar a qualidade de vida da população.

“Fiquei muito feliz em destinar esse recurso para compra de material de informática para Pimenteiras do Oeste a pedido do vereador Luiz Carlos que sempre apresenta projetos para beneficiar a população. Os equipamentos serão adquiridos para  à modernização da sala de informática do CRAS e irão beneficiar as famílias atendidas pelo órgão. Estamos trabalhando empenhados pelo desenvolvimento do município”, ressaltou a parlamentar.

22 de maio Dia Internacional da Biodiversidade chama a atenção para espécies da Flora Amazônica ameaçadas de extinção

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Cinco das espécies ameaçadas são nativas da Flona Nacional do Jamari, localizada no interior de Rondônia, e fazem parte de projetos de reflorestamento

 

 

Diversidade biológica é o termo que descreve a variedade de elementos e formas de vida existentes no planeta. De plantas e animais até os microrganismos, todos fazem parte deste ecossistema que funciona de forma interdependente e fornece os recursos para a sobrevivência  na Terra.

 

Para difundir a importância da conservação da Biodiversidade em todos os ecossistemas, em 1992, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu o dia 22 de maio como o Dia Internacional da Biodiversidade, data de aprovação do texto final da Convenção da Diversidade Biológica.

Neste cenário, o Brasil tem papel fundamental. Apenas no território que compõe a Floresta Amazônica estão cerca de 20% das espécies de plantas conhecidas em todo o mundo.

 

Ações em Rondônia

 

Na promoção de iniciativas que aliem a conservação da biodiversidade à modelos de uso sustentável dos recursos naturais, uma das atividades do Centro de Estudos Rioterra tem um papel estratégico: é a marcação e georreferenciamento de árvores matrizes porta sementes destinadas a produção de mudas para o reflorestamento.

 

O trabalho é realizado na Floresta Nacional do Jamari, localizada nos municípios de Itapuã D’ Oeste e Cujubim, em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade  (ICMBio), gestor da Flona.

 

Ao todo, 101 espécies fazem parte do Banco de Sementes da Flona do Jamari e cinco estão ameaçadas de extinção, de acordo com o Livro Vermelho da Flona no Brasil, organizado pelos pesquisadores Gustavo Martinelli e Miguel Avila Moraes.

 

São elas: Mogno, Itaúba, Castanha, Cedro Fissilis e Cedro Odorata. Espécies florestais, ou seja, nativas de áreas de floresta, que possuem elevado valor comercial e significativa importância ecológica.

 

Desde 2010, a Rioterra já plantou em áreas desmatadas no entorno da Flona mais de 5,8 milhões de mudas produzidas nos Viveiros da organização provenientes de sementes coletadas de árvores matrizes. Mais de 20 mil são das espécies hoje ameaçadas de extinção.

 

Poluição, desmatamento e uso inadequado dos recursos naturais são exemplos de graves ameaças à biodiversidade do planeta e a exploração excessiva de algumas espécies pode causar a extinção das mesmas.

 

“É preciso abandonar o paradigma de que preservar o Meio Ambiente atrapalha o desenvolvimento  e entender que a gestão sustentável no uso dos recursos naturais pode ser um importante aliado para o desenvolvimento econômico e social, principalmente aqui na Amazônia”, alerta Alexis Bastos, coordenador de projetos do Centro de Estudos Rioterra.

Nos municípios do entorno da Flona há milhares de agricultores familiares que já foram beneficiados com mudas produzidas a partir de sementes dessas árvores através de projetos como o Plantar Rondônia, realizado por nós em cooperação com a Ação Ecológica Guaporé – Ecoporé e a Federação dos Trabalhadores Rurais de Rondônia, em parceria com a Secretaria Estadual do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) e apoio financeiro do BNDES através do Fundo Amazônia.

 

 

Fonte: Malu Calixto

Assessoria de Comunicação

Centro de Estudos Rioterra