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Prazo para declaração de rebanhos de Rondônia à Idaron é prorrogado para 18 de junho

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Atendendo a necessidade de adoção de medidas de proteção contra a covid-19 e de resguardo da saúde dos servidores, produtores rurais e pecuaristas rondonienses, o Governo de Rondônia prorrogou até dia 18 de junho o prazo para declaração de rebanho ao serviço de fiscalização e vigilância sanitária animal a cargo da Agência de Defesa Sanitária Agrossilvopastoril do Estado (Idaron).

Segundo o presidente da Agência, Júlio Cesar Rocha Peres, o objetivo desta medida orientada pelo governador Marcos Rocha, além de somar ao esforço governamental no combate à disseminação da covid-19, é também uma medida de apoio aos pecuaristas, em face da baixa adesão, para melhorar e facilitar o trabalho de todos no momento de repassar as informações de sua propriedade à Idaron, ampliando e simplificando os canais de comunicação para este fim, com o uso da Tecnologia da Informação (TI).

Dessa forma, conforme explicou, além de poder usar a página da Idaron para encaminhar a declaração, o pecuarista pode também fazer todo este procedimento através dos vários canais de WhatsApp das várias regiões do Estado, com toda comodidade, sem precisar sair de casa e sem correr riscos de contrair o coronavírus.

A Idaron ampliou os canais de comunicação de TI para facilitar a declaração de rebanho até dia 18 de junho

De acordo com as orientações da Idaron, o produtor deve acessar a página da Agência e clicar no banner “declare seu rebanho”, acessar o formulário e o preencher. O mesmo dispositivo direciona o produtor aos telefones celulares de todas as regionais da Agência, e feito isso ele identificará o número de sua unidade regional e enviará sua declaração. Importa destacar que é obrigatório declarar todos os animais da propriedade – bovinos, bubalinos, suínos, caprinos, ovinos, equídeos e aves -, de modo a confirmar a confiabilidade das informações, que podem ser atestadas por fiscalizações.

César disse também que todos os pecuaristas devem fazer sua declaração em atendimento à exigência da lei, sem o que podem ser responsabilizados e tornarem passíveis de sansões legais. Ele lembrou que a ninguém é dado o direito de alegar falta de conhecimento dessas obrigações legais, e mais uma vez esclareceu que a declaração pode ser feita de preferência no site da Agência, nas unidades da Idaron de cada município e até nas casas agropecuárias. O mesmo formulário pode ser baixado no site, preenchido e encaminhado pelo WhatsApp.

O presidente pediu empenho dos pecuaristas do Estado nesta jornada pela declaração do rebanho, voltando a afirmar que “esta medida atende ao pedido do governador Marcos Rocha, que busca minimizar os riscos de exposição do servidor e do pecuarista ao coronavírus. Então, para que não haja correria nem aglomeração de pessoas nas unidades, o governo entendeu por bem estender o prazo para que todos os criadores de animais possam ter tempo de fazer a declaração remotamente, por telefone ou pela internet”,

Reajuste salarial dos servidores da Segurança Pública concedido pelo Governo de Rondônia entrará em vigor a partir de 1º de janeiro de 2022

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O Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado de Finanças (Sefin), Procuradoria Geral do Estado (PGE) e Secretaria de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão (Sepog), vem a público esclarecer à população do Estado de Rondônia que o Poder Executivo já concedeu reajuste salarial aos servidores da Segurança Pública do âmbito estadual, notadamente à Polícia Militar (PM), Polícia Civil (PC), Polícia Técnico-Científica e Corpo de Bombeiros Militar, através do projeto de lei n° 4.781, de 27 de maio de 2020 está aprovado, que entrará em vigor automaticamente no dia 1º de janeiro de 2022.

O reajuste ainda não foi incorporado aos salários dos beneficiados por força da Lei Complementar Federal 173 de 27 de maio de 2020, cuja constitucionalidade fora confirmada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), somada à Lei Complementar Federal número 178 de 13 de janeiro de 2021, bem como a Emenda Constitucional 109, de 15 de março de 2021.

Em síntese, a legislação federal estabelece a vigência de um regime fiscal provisório exclusivamente para o enfrentamento da pandemia causada pela covid-19. Este regime fiscal provisório editado pelo Governo Federal estabelece, dentre outras coisas, proibição temporária de concessão de reajustes salariais. O prazo de validade desta legislação encerra-se automaticamente no dia 31 de dezembro de 2021, e no dia 1º de janeiro do ano que vem o reajuste salarial será incorporado aos vencimentos dos beneficiados.

Por conta dos danos causados pelo coronavírus e buscando meios para amenizar os problemas socioeconômicos causados pela pandemia, o Governo Federal precisou sancionar uma lei temporária a fim de proteger a sociedade, bem como as contas públicas. Rondônia, diferentemente de alguns estados brasileiros, tem se mantido equilibrado nos mais variados setores, inclusive na área econômica, atraindo diversos investimentos, mesmo durante o curso da pandemia. Este regime fiscal provisório que se estabeleceu no país também é um instrumento de garantia da segurança fiscal dos poderes públicos.

Por força deste regime fiscal provisório, o Governo do Estado de Rondônia não pôde colocar em vigor o reajuste concedido; caso o fizesse, o ato seria nulo e todos os envolvidos penalizados por desrespeitar a legislação estabelecida.

Os integrantes da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar são, em sua maioria, pessoas honradas e trabalhadoras, mas as manifestações pelas redes sociais e em formatação de carreatas são ações de cunho meramente político. Os organizadores destes eventos sabem do impedimento legal e têm como objetivo confundir os componentes das forças estaduais de segurança pública, a fim de provocar embates com o Governo do Estado.

Ainda em tempo, o Governo do Estado disponibiliza a informação técnica n. 33/2021/SEPOG-GAB, a qual detalha todo o assunto, bem como cópia daLei n. 4.781, de 27 de maio de 2020, aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia (ALE-RO) e promulgada pelo Poder Executivo, garantindo o reajuste salarial de 8% aos membros da Segurança Pública do Estado de Rondônia.

Presidente da AROM participa da cerimônia de posse da nova diretoria da CNM

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A nova diretoria da Confederação Nacional de Municípios (CNM) foi empossada nesta segunda-feira, 31 de maio. O presidente da Associação Rondoniense de Municípios (AROM), prefeito Célio Lang, tomou posse no Conselho de Representantes Regionais, como Suplente da Região Norte. O novo presidente da Confederação é Paulo Ziulkoski.

Por conta da pandemia, a solenidade com os representantes eleitos em março para a gestão 2021-2024 teve número reduzido de participantes, estando presentes apenas os membros da Diretoria e do Conselho Político da entidade, e foi transmitida pela internet.

Representando os 52 prefeitos de Rondônia, Célio Lang ressaltou a importância do trabalho realizado pelo ex-presidente Glademir Aroldi e desejou sucesso à nova diretoria. “Estamos passando por um momento em que o Movimento Municipalista precisa estar cada vez mais unido, mais forte. O presidente Aroldi teve atuação muito importante, com bastante resultados positivos para os municípios. Temos que fazer um agradecimento especial, pois, sempre que precisamos da CNM fomos muito bem atendidos”, agradeceu.

O líder municipalista também desejou boas-vindas ao novo presidente e sua diretoria. “Paulo Ziulkoski tem grande experiência à frente do municipalismo. Me sinto honrado também em fazer parte do Conselho de Representantes Regionais. A AROM está, desde já, à disposição de toda a Diretoria da CNM, para superarmos nossos desafios e mantermos a unidade na defesa dos interesses dos municípios brasileiros. Contem com a AROM e todos os prefeitos e prefeitas do Rondônia na luta em defesa dos municípios”, afirmou Célio Lang, presidente da AROM e prefeito de Urupá.

A Posse

Na cerimônia de posse, bastante emocionado, Aroldi fez um discurso de agradecimento pela ajuda e as parcerias de todos pela causa municipalista. “Peço permissão para fazer uma fala apenas de agradecimento, de reconhecimento e de gratidão… Aproveito para desejar aos atuais gestores, que assumiram agora em primeiro de janeiro deste ano, um ótimo trabalho, uma ótima gestão em favor das nossas comunidades. Agradeço também a dedicação dos nossos ex e atuais presidentes das entidades microrregionais e dos consórcios públicos de municípios”, disse.

Ao ser empossado, Paulo Ziulkoski fez um discurso sobre as conquistas da CNM ao longo das últimas quatro décadas e ressaltou a importância da independência financeira da CNM e criticou a postura dos governos que não atenderam às demandas dos municípios “Vamos trabalhar muito. Dar continuidade ao trabalho. Quando há comprometimento com uma luta, vamos conseguir. Temos que pensar positivamente. Vamos á luta em defesa dos municípios”, disse.

 

Assessoria AROM

SENAI-RO abre mais de 1400 vagas para cursos gratuitos à comunidade

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 Já estão abertas até o próximo dia 16 de junho, as inscrições para os cursos gratuitos de Aprendizagem Industrial Básica e Aprendizagem Industrial Técnica do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de Rondônia (SENAI-RO) que contemplam a comunidade. Ao todo, são 1466 vagas, e os cursos serão viabilizados em formato Ensino à Distância (EAD), que têm por objetivo capacitar jovens aprendizes, que compreende um público da faixa etária de 14 a 23 anos e 11 meses.

 

A coordenação de Educação Básica e Técnica do SENAI observa que, os candidatos só poderão optar pela inscrição de apenas um dos cursos. No ato da inscrição, os postulantes a uma das vagas devem se atentar quanto aos requisitos dispostos nos editais. As inscrições podem ser feitas acessando o Portal do SENAI.

 

Entre os cursos de Aprendizagem Industrial Básica estão disponíveis vagas para operador de microcomputador, assistente administrativo, eletricista de automóveis, mecânico de manutenção de máquinas industriais, ajustador mecânico, assistente de controle de qualidade, instalador e reparador de redes de computadores, assistente de recursos humanos, costureiro sob medida, eletricista industrial e assistente de logística.

 

Para os cursos de Aprendizagem Industrial Técnica são ofertadas vagas para técnico em logística e técnico em segurança do trabalho somente na unidade de Ji-Paraná.

 

Dentro da grade curricular, estão programadas aulas práticas presenciais, seguindo os protocolos determinados pelos decretos governamentais, os quais determinam as regras do distanciamento social controlado de prevenção e enfrentamento à pandemia.

Assessoria de Comunicação Social da FIERO

AROM informa aos municípios que Cimcero está com manifestações de interesse em licitação abertas; Confira

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Conforme o Consórcio, o preenchimento e o encaminhamento da manifestação de interesse na participação de registro de preços não geram, ao município consorciado, nenhuma obrigação de adquirir ou contratar no todo ou em parte o quantitativo estimado e solicitado.

Confira os editais abertos:

Ofício circular n° 001/2021 – Contratação de empresa especializada, para, sob demanda, prestar serviços com emprego de mão de obra, a fim de atender postos de trabalhos nas áreas de apoio a limpeza urbana; apoio operacional de transporte; apoio operacional, conservação, limpeza e manutenção predial; a serem executados nas dependências dos municípios membros do Cimcero, sob regime de dedicação exclusiva de mão de obra, conforme especificações técnicas, unidades e quantidades;

Ofício circular n° 004/2021 – Contratação de empresa especializada em consultoria, assessoria e elaboração de projetos de engenharia e plano de captação de recursos junto aos órgãos Federais, Estaduais e outras entidades fiscalizadoras de obras;

Ofício circular n° 005/2021 – Aquisição de massa asfáltica usinado a quente para aplicação a frio;

Ofício circular n° 007/2021 – Contratação de empresa especializada em inspeção veicular para vistoria e elaboração de laudos em veículos escolares públicos e privados que atendem os municípios consorciados ao Cimcero/RO;

Ofício circular n° 009/2021 – Contratação de empresas especializadas na realização de cirurgias oftalmológicas, em regimes ambulatorial e hospitalar, de caráter eletivo, tornando mais amplo o atendimento aos pacientes da rede pública dos municípios consorciados;

Ofício circular n° 010/2021 – Aquisição de materiais de consumo (Materiais Médico-Hospitalares/Penso I) para o apoio e fortalecimento da Rede de Assistência Básica/Primária dos entes públicos consorciados, por um período não superior a 12 meses, conforme especificações técnicas, unidades e quantidades constantes a serem levantadas;

Ofício circular n° 011/2021 – Aquisição de materiais de consumo (Materiais Médico-Hospitalares/Penso II) para o apoio e fortalecimento da Rede de Assistência Básica/Primária dos entes públicos consorciados, por um período não superior a 12 meses, conforme especificações técnicas, unidades e quantidades constantes a serem levantadas.

 

Assessoria AROM

Prazo para municípios preencherem o SNIS é prorrogado até 11 de junho

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O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) prorrogou de 31 de maio para 11 de junho o prazo para que os municípios prestem dados para a atualização do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS). A ferramenta é fundamental para o planejamento do saneamento básico no país, tanto para as instâncias federais como para estados e municípios.

Conforme o Ministério, as informações sobre a prestação dos serviços de saneamento são de extrema importância para o planejamento das políticas de saneamento. “Por isso, estamos dando oportunidade a todos os municípios brasileiros para que acessem o sistema e lancem os seus dados. Essas informações têm por objetivo ajudar os municípios, pois a partir delas vamos discutir no âmbito dos diversos órgãos governamentais as necessidades de cada ente”, destacou o secretário Nacional de Saneamento, do MDR, Pedro Maranhão.

A Associação Rondoniense de Municípios (AROM) alerta que é necessário preencher corretamente as informações, pois a adimplência junto ao SNIS é condição para os Municípios acessarem recursos federais oriundos do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) e da Fundação Nacional do Saneamento (Funasa) para melhorias na gestão dos serviços públicos de saneamento.

Além disso, a inserção correta desses dados influencia nas políticas públicas no setor, bem como possibilita aos governos federal e estadual elaborarem políticas públicas e acompanhar a evolução do setor de saneamento nos componentes água, esgoto, resíduos e drenagem pluvial.

O SNIS é o maior e mais importante sistema de informações do setor de saneamento brasileiro e tem uma base de dados com informações e indicadores sobre a prestação de serviços de água e esgotos, de manejo de resíduos sólidos urbanos e drenagem e manejo das águas pluviais urbanas.

Assessoria AROM

Secretaria de Saúde inicia vacinação de gestantes e puérperas em Vilhena

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Imunização com doses da Pfizer acontece nesta terça e quarta-feira

Começou na manhã desta terça-feira, 1° de junho, a vacinação das gestantes e puérperas que se cadastraram para tomar a primeira dose da vacina contra a Covid 19. A vacinação acontece na Casa da Gestante na avenida Rosalinda Adélia Marangoni, 3652, no Jardim América, nesta terça e quarta-feira das 8h às 12h.

Estão aptas para serem vacinadas, gestantes com prescrição para vacina contra a covid-19 e mães com bebês de até 45 dias de idade.

“É muito gratificante poder ver a alegria dessas mulheres, de saber que estavam aguardando esse momento. Mesmo aquelas que não conseguirem tomar a vacina hoje e amanhã, podem ficar tranquilas, pois a previsão é que toda semana recebamos lotes de vacinas da Pfizer para continuarmos esse processo de imunização”, finalizou a secretária de Saúde Siclinda Raasch.

Para Paula Schilke, uma das primeiras gestantes imunizadas, foi um momento de muita alegria e esperança por dias melhores. “É um sentimento de alívio, de alegria e de muita esperança que os dias sejam melhores. Estava aguardando muito por isso e só posso agradecer aos profissionais de saúde ao Poder Executivo Municipal, é muito bom podermos estar sendo imunizadas”, garante.

A vacinação continua até esta quarta-feira e terá novos chamamentos de acordo com a chegada de mais doses da vacina da Pfizer, que foi o imunizante escolhido pelo Ministério da Saúde para atender a este grupo prioritário.

Semcom

AROM pede aumento na Remessa de Imunizantes contra o COVID-19 para os municípios rondonienses

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Em expediente encaminhado a bancada federal rondoniense em 25 de maio, a Associação Rondoniense de Municípios – AROM fez gestão pedindo a interveniência junto ao Ministério da Saúde e Comissão Tripartite para que seja feita revisão nos critérios de distribuição das vacinas contra a COVID-19 para Rondônia.

Para o presidente da AROM, prefeito Célio Lang, somente com o aumento na quantidade de imunizantes distribuídos aos municípios rondonienses será possível ampliar a quantidade de pessoas vacinadas, sendo a solução mais adequada para a diminuição dos riscos de contágio e disseminação da doença.

O prefeito explica que diante da evolução epidemiológica do Estado e a extensa área de fronteira com os estados do Acre, Amazonas e Mato Grosso bem como com o Estado Plurinacional da Bolívia, os riscos epidemiológicos de entrada de variantes com maior carga viral ou que esteja associada a fatores de agravamento sintomático dos infectados tem desafiado os serviços municipais e estadual de saúde. “A solução mais adequada para a diminuição dos riscos e a escalada de internações e óbitos por conta da COVID-19 passa pela ampliação da imunização” reforça.

A motivação da AROM em solicitar da bancada federal esse reforço é porque estados como Amazonas, Pará e Acre, em outras oportunidades, receberam alocação de doses extras do Fundo Estratégico de Vacinas constituído pelo Ministério da Saúde em função dos riscos epidemiológicos nos grupos prioritários previamente definidos.

Portanto, diante das dificuldades vivenciadas pelos municípios rondonienses, a associação pleiteia que a bancada envie esforços para possibilitar a ampliação da quantidade de vacinas distribuídas ao estado de Rondônia por meio dos 52 municípios de nosso Estado. “Desse modo é possível ampliar a promoção à saúde de cada um de nossos cidadãos em face dos riscos de agravamento epidemiológico e colapso da infraestrutura de saúde do Estado e dos municípios”, finalizou Célio Lang.

Ofício 146/2021/PR/AROM 

 

Assessoria AROM

Liberdade de imprensa: uma foto e seu papel na história

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Há 37 anos, a rampa do Palácio do Planalto, em Brasília, foi o palco de um dos mais singulares gestos em prol da liberdade de imprensa no país: o protesto dos fotojornalistas credenciados na Presidência da República contra restrições ao trabalho da cobertura diária, em especial das audiências no gabinete do então presidente, o general João Baptista Figueiredo. Na tarde do dia 24 de janeiro, quando o militar desceu a rampa do palácio, encontrou os fotógrafos de braços cruzados e suas câmeras no chão.

A manifestação foi registrada por J. França, um dos profissionais com credencial no palácio, de modo que a imagem daquele momento pudesse ser levada ao conhecimento do público, como de fato foi, ao ser estampada nas páginas e telas de vários veículos de comunicação.

Ao fundo, da esquerda para a direita: Moreira Mariz, Antônio Dorgivan, Adão Nascimento, Cláudio Alves, Sérgio Marques, Julio Fernandes Francisco Gualberto, Sérgio Borges, Beth Cruz, Élder Miranda e Vicente Fonseca, o Gaúcho. Em primeiro plano: presidente João Figueiredo e Leitão de Abreu, ministro-chefe do Gabinete Civil. Foto: J. França

Uma das testemunhas desse que terá sido o único protesto de fotógrafos no Brasil contra um presidente, pelo menos de tal magnitude e ambientado na Capital da República, foi outro fotojornalista, André Dusek, mais tarde um dos realizadores do documentário A Culpa é da Foto. Presidente da União dos Fotógrafos de Brasília e não credenciado na Presidência, Dusek solidarizou-se com o protesto e, por essa razão, não o registrou. Três décadas depois, juntou-se aos também fotógrafos Eraldo Peres e Joédson Alves na condução do filme que resgataria o episódio e o levaria ao público em 2015.

Conforme relatam no documentário aquelas testemunhas oculares da história, as relações entre Figueiredo e a imprensa, principalmente os fotógrafos, não iam nada bem na reta final do regime militar, que completaria 20 anos em março seguinte. Entre proibições e brechas que eram aproveitadas, como a de uma sessão de cinema à qual Figueiredo compareceu de gesso no braço, o balanço era negativo para os fotojornalistas, que chegaram mesmo a temer por seus postos de trabalho, uma vez que a Presidência escalara um fotógrafo contratado pelo governo para suprir as redações com imagens das audiências rotineiras.

A gota d’água para o estremecimento deu-se quando o então deputado federal Paulo Maluf (PDS) — que viria a ser um ano depois, e contra a vontade de Figueiredo, o candidato do governo na eleição indireta para presidente — provocou o general durante uma audiência que fotógrafos e cinegrafistas surpreendentemente puderam cobrir.

“Sorria, presidente”, disse Maluf a um mal-humorado Figueiredo, quando percebeu a presença dos profissionais da imagem. O presidente, que preferia o coronel reformado e ex-ministro Mario Andreazza como candidato do PDS, respondeu de forma ríspida: “Estou na minha casa e fico como eu quero”. Os fotógrafos então passaram o teor da conversa aos repórteres credenciados no palácio e às redações. O diálogo foi publicado, gerando grande irritação em Figueiredo, de modo que este barrou de uma vez a cobertura das audiências.  A volta dos fotógrafos ao gabinete presidencial só foi possível depois de Figueiredo digerir, com dificuldades, a manifestação na rampa.

— A gente não engolia sapo. A gente reagia — relembra Moreira Mariz, atualmente na equipe de fotojornalistas da Agência Senado, mas então na Folha de S.Paulo e um dos participantes do protesto.

De acordo com ele, os fotojornalistas, de forma democrática, atuaram em defesa da democracia contra um ato autoritário.

— O presidente teve que voltar atrás. Até porque não foi só uma vez que deixamos as câmeras no chão, mas três vezes — relembra.

Moreira Mariz: “Os fotógrafos estavam na linha de frente e pegaram a barra mais pesada, mas reagiram a um ato antidemocrático” (foto: Pedro França/Agência Senado)
A única mulher no grupo, Beth Cruz, à época na Agil Fotojornalismo, explica no documentário a reação de Figueiredo, que ficou “de boca aberta” ante a cena, pela ousadia de um ato em plena ditadura militar, na época do “prendo e arrebento”, frase célebre do general. Ela entende, porém, que o gesto deixou “um legado”: o de que é possível se colocar mesmo em contextos de muita restrição. E mostrou o quanto a imprensa é necessária à pluralidade de visões, o que não pode se dar quando o que o público recebe é só a versão oficial dos fatos.

Para Mariz, os fotógrafos tiveram um papel histórico na ampliação da liberdade de imprensa, já que estavam na linha de frente e pegavam “a barra mais pesada”. Em seu depoimento ao filme, Dusek chama a atenção para o fato de que os militares descobriram nos fotojornalistas algo que eles não imaginavam como parte de suas vidas profissionais: ouvidos e boca.

— O papel da imprensa é o de atuar como janelas para a evolução da sociedade — diz Eraldo Péres, fotógrafo da Associated Press (AP) com 40 anos de profissão e coautor de A Culpa é da Foto.

Ele lamenta a onda atual de desprezo pelo jornalismo profissional e a produção e difusão avassaladoras de notícias falsas, além da atuação de pessoas na internet sem compromisso com a apuração e a checagem dos fatos.

— Há políticos que negam a política e hostilizam a imprensa para criar outro tipo de informação, que não é necessariamente correta. Jornalistas não detêm a verdade, mas buscam a verdade como elemento para que a sociedade possa fazer seus julgamentos. No entanto, estamos sendo hostilizados e trabalhamos com medo de agressões — alerta Péres.

Particularmente no que se refere à cobertura da Presidência da República, o fotógrafo diz estar desapontado em razão de um fechamento que se pensava superado depois da redemocratização e que retornou, embora em outros contornos.

— O documentário está muito atual. Não podemos nos movimentar no palácio, há pouquíssimas situações, em geral cerimônias, que podemos registrar, e não há nenhuma interlocução conosco. Em frente ao Palácio da Alvorada, pessoas nos abordam, examinam nossos crachás e nos perguntam se somos “da imprensa lixo”. Falta um posicionamento das autoridades em relação a isso. Infelizmente o presidente também xinga a imprensa.

Assim como Mariz, Péres vê o fotógrafo como “ponta de lança” do jornalismo em qualquer área de cobertura.

— Somos nós que estamos perto das bombas quando elas explodem— assinala o repórter fotográfico da AP.

Na política ele cita, entre as fotos que contribuíram decisivamente para informar e advertir a sociedade sobre os riscos do autoritarismo, a imagem captada por Evandro Teixeira na chamada Sexta-Feira Sangrenta (22 de junho de 1968) no Rio de Janeiro: perseguido e agredido violentamente pela polícia durante protesto no centro da cidade, um estudante paira no ar. Em seguida irá bater a cabeça no meio-fio, conforme o testemunho do fotógrafo, que teve de fugir para não ser ele próprio mais uma vítima da repressão. Nada se sabe sobre o destino do estudante ao final daquela jornada, na qual morreram 28 pessoas. Em dezembro do ano passado, essa foto foi transformada em memes por apoiadores de Jair Bolsonaro. Num deles, a figura do presidente, retirada do contexto original, um jogo de futebol, é quem derruba o estudante.

Mesmo em outras situações, em que não há um confronto explícito de poder, os olhos do fotojornalista podem revelar ao mundo realidades incômodas, como foi o caso da foto de um menino do Sudão acossado por abutres em 1993. Tirada por Kevin Carter, fotojornalista sul-africano, que depois de fazer a imagem espantou o abutre, foi publicada pelo New York Times e ganhou o Prêmio Pulitzer, tendo contribuído para conscientizar o mundo sobre os males da guerra e do colonialismo na África.

Ao fotojornalismo também é dado o crédito para a repercussão ruim dos danos trazidos à população vietnamita pelos bombardeios norte-americanos, mas não só a ela, também às próprias tropas dos Estados Unidos na Guerra do Vietnã e outras depois do trágico conflito no sudeste asiático.


Documentário

A Culpa é da Foto estreou em setembro de 2015, ao ser exibido no 48º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Recebeu o prêmio de melhor curta-metragem pelo júri oficial com o Troféu Brasília. Em 2016, ficou entre os nove documentários indicados para a Academia de Hollywood durante o 21º Festival Internacional de Documentários, no qual concorreram 1.700 filmes. Em seguida, recebeu o troféu Cinememória de melhor documentário durante o 5º Curta Brasília — Festival Internacional de Curta-Metragem.

A obra é uma realização da Photo Agência, em parceria com a HC Lara Produções e Line Pine Pictures. Teve produção original de Eraldo Péres, história e direção de conteúdo de André Dusek, direção de fotografia de Joédson Alves e trilha sonora original de Eduardo Dusek.

Fonte: Agência Senado

Grupo tenta sacar R$ 500 de servidora da Petrobrás

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Suspeitos de aplicarem golpes em agências bancárias, Antônio Carlos Gomes da Silva, de 40 anos, Carlos Henrique Santos de Souza, de 39, Lauana Costa da Silva, de 36, e Marcelo Maia Said, de 40 anos, foram presos em flagrante pela Delegacia Especializada em Roubos, Furtos e Defraudações (Derfd).

De acordo com o delegado Denis Pinho, a prisão dos suspeitos ocorreu entre segunda-feira (31) e terça-feira (1º).  “Lauana foi presa após se passar por uma funcionária de empresa privada e tentar realizar uma movimentação bancária de cerca de R$ 500 mil na conta de uma cliente da instituição financeira”, disse.

O delegado disse ainda que o crime ocorreu no mesmo endereço que a suspeita foi presa, no bairro Centro.

Durante as investigações, os policiais chegaram aos demais suspeitos. Antônio, Carlos e Marcelo estavam em um apartamento na Rua Emílio Moreira, no Centro. “O golpe poderia ser muito pior já que eles iriam fazer empréstimos no nome da vítima. Existe uma quinta pessoa que está foragida, que já foi identifica. Essa vítima era uma funcionária da Petrobras que não conhecia Manaus”, completou.

O bando foi autuado pelo crime de estelionato bancário virtual. Ao término dos procedimentos cabíveis, eles serão encaminhados à Central de Recebimento e Triagem (CTR), onde ficarão à disposição da Justiça.

 

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