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Inflação dos alimentos aumenta o preço do prato feito

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A Plate of Rice and Beans
Arroz, feijão, carne, batata e salada tiveram aumento de preço com a inflação dos alimentos

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Uma pesquisa feita em 2020 pela Universidade de Oxford, com dados do Banco Mundial, mostrou que o Brasil foi o país onde os preços subiram mais rápido durante a pandemia do novo coronavírus. Com destaque para inflação entre os meses de maio e dezembro do ano passado.

O aumento de preços atingiu diretamente os alimentos do famoso prato feito, que é composto de arroz, feijão, carne, batata, ovo e salada. Um exemplo disso é o preço do arroz, que, no começo de 2020, o pacote de 5 quilos custava R$ 15 e, em setembro do mesmo ano, o produto estava custando R$ 40. Assim, a inflação sobre o clássico prato feito reflete as dificuldades que a população mais vulnerável está passando durante a pandemia de covid-19.

Em um levantamento feito em dezembro de 2020, segundo estimativas da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede PenSSAN), desde o começo da pandemia, mais de 116 milhões de brasileiros estão em situação de insegurança alimentar, ou seja, não têm garantia de alimento na mesa.

Inflação do prato feito

Entre os alimentos presentes no tradicional prato, os que mais sofreram com o aumento foram o arroz e o feijão. Um estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV) mostrou que o valor do arroz subiu 61%, enquanto o do feijão aumentou 69%, ambos durante o período de março de 2020 a março de 2021.

O início da colheita de arroz, que começou no final de março deste ano, deve balancear um pouco os valores do grão, mas a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que o preço continuará inflacionado.

A estimativa é de que o valor da saca de 50 quilos fique entre R$ 72 e R$ 82 ao longo de 2021. O valor está abaixo dos R$ 100 registrados na parte mais crítica da crise, mas bem acima dos R$ 50 da média antes da pandemia.

Outro componente importante para a produção do prato feito é o óleo de soja, utilizado no preparo do arroz, da carne e das batatas. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o produto está valendo quase o dobro do que no ano passado, com uma alta de 87,5% entre março de 2020 e março de 2021.

A carne também contribui para o aumento da tradicional refeição brasileira. Sendo por muito tempo a vilã principal, o alimento agora é coadjuvante na crise, mas continua com os preços altos. O preço da arroba do boi atingiu R$ 320 em abril deste ano, um aumento de 19,78% comparado com o fim de 2020.

Nos mercados, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) mostra que o corte dianteiro de carne bovina atingiu uma alta de 28,2%, e o traseiro subiu 12% durante 2020.

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Razões para a inflação forte no Brasil

A principal causa do aumento do preço dos alimentos é a desvalorização do real, principalmente em relação ao dólar. Por conta disso, os produtos brasileiros ficaram mais baratos para o mercado externo, causando um foco na exportação e uma diminuição na venda interna.

A situação do arroz é um exemplo disso. Entretanto, o preço do grão também é explicado pela crise hídrica de países como Tailândia e Vietnã, que estão com a produção prejudicada e enfrentam dificuldade para abastecer o mercado internacional, sobrecarregando o interesse no produto brasileiro.

Crise hídrica na Tailândia e Vietnã aumenta preço do arroz no Brasil. (Fonte: Shutterstock/Fenilo Q/Reprodução)
Crise hídrica na Tailândia e Vietnã aumenta preço do arroz no Brasil. (Fonte: Shutterstock/Fenilo Q/Reprodução)

O preço do feijão subiu como consequência do aumento de consumo dos brasileiros. Segundo o Instituto Brasileiro de Feijão (Ibrafe), a busca pelo alimento aumentou, pelo menos, 10% durante a pandemia. No caso da carne, o aumento do valor é consequência da falta de animais para o abate e do foco dos produtores na exportação.

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Fonte: Tribuna de Minas, Summit Estadão.

Rosangela Donadon assina ordem de serviço para reforma do Centro de Convivência da 3ª Idade de Pimenta Bueno

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A deputada estadual Rosangela Donadon (PDT) assinou nesta segunda-feira(14), junto com o prefeito de Pimenta Bueno, o delegado Arismar Araújo de Lima e a secretária de Assistência Social e Trabalho, Cíntia Iara Ferrari Araújo de Lima a ordem de serviço de reforma e revitalização do Centro de Convivência da Terceira Idade do município.
A obra de reforma e revitalização será realizada graças a uma emenda parlamentar destinada pela deputada Rosangela Donadon no valor de R$250 mil a pedido do prefeito Arismar Araújo. O recurso já foi pago e está na conta da prefeitura.
Rosangela Donadon informou que destinou o recurso com objetivo de garantir melhorias de infraestrutura necessárias para o atendimento aos idosos que participam de projetos desenvolvidos pelo centro de convivência melhorando assim a qualidade de vida da população de Pimenta Bueno.
A deputada também participou, a convite do prefeito Arismar Araújo da inauguração de uma Unidade Básica de Saúde (UBS), e relembrou que destinou recurso para aquisição de uma ambulância que já está sendo utilizada na saúde do município.
“Foi um prazer assinar a ordem de serviço de reforma e revitalização do Centro de Convivência da Terceira Idade de Pimenta Bueno, essa obra vai contribuir para melhorar o atendimento oferecido aos idosos do município. O prefeito Arismar Araújo de Lima e sua equipe está de parabéns pelo trabalho em prol de Pimenta Bueno”, disse Rosangela Donadon.

 

Assessoria

Deputados e prefeitos discutem dívidas de grandes empresas com o Governo do Estado

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Foco é a cobrança de impostos devidos por grandes empresas que ultrapassam a casa de centenas de milhares de reais, para que recursos sejam investidos no Estado e nos municípios
A Comissão de Habitação e Assuntos Municipais da Assembleia Legislativa de Rondônia se reuniu em sessão ordinária na manhã desta terça-feira, 15, para discutir a situação de grandes empresas devedoras de impostos ao Governo do Estado. Sob a presidência do deputado Alan Queiroz (PSDB) e com a participação dos deputados Anderson Pereira (Pros), Cirone Deiró (PODE), Chiquinho da Emater (PSB), Ismael Crispin (PSB) e Adelino Follador (DEM), a comissão recebeu prefeitos de todo o estado, de forma presencial e remota, e na pauta a discussão da possibilidade de um projeto que vise a cobrança por parte do Governo do Estado de grandes empresas devedoras.

Na opinião dos deputados e dos próprios prefeitos, esses recursos devidos pelas empresas precisam ser cobrados pelo governo do estado o mais breve possível, pois seriam de vital importância para o equilíbrio das contas do estado e especialmente para os municípios, que estão sentindo muito os reflexos da Pandemia do Covid-19, com a queda de arrecadação e o aumento do volume de investimentos, principalmente na área de saúde e ação social.

Para o deputado Alan Queiroz, é de extrema importância que o governo do Estado encaminhe à assembleia Legislativa um projeto que busque alternativas para que o governo do estado receba esses recursos de impostos devidos por empresas, que têm grandes reflexos para os municípios, uma vez que 25% de tudo o que é arrecadado, é de direito dos municípios “e são recursos imprescindíveis para que os municípios possam sobreviver a atual situação, não só no que diz respeito ao equilíbrio das contas, mas também para possíveis investimentos nas mais diversas áreas.

O deputado Cirone Deiró (PODE) destacou que a economia dos municípios passa por dificuldades e não pode abrir mão tão facilmente do recurso. Ele reafirmou a necessidade de discutir seriamente o tema de maneira a não prejudicar ninguém.

O deputado lembrou que, há dois anos atrás, ele propôs o Refaz para empresas do estado, mas o limite de empresas beneficiadas já foi atingido. Segundo ele, os 25% do recurso que são repassados aos municípios são de grande necessidade pois são os próprios municípios que decidem como eles serão investidos, ao contrário dos recursos liberados através de emendas que atendem a objetivos já pré-definidos.

O deputado Anderson Pereira (Pros) foi taxativo ao afirmar que o legislativo estadual e o governo do estado terão de ter a sensatez de avaliar e decidir o que é melhor para o povo de Rondônia. “Vamos buscar um caminho de acerto para fortalecer os municípios, o estado, sem deixar de atender os anseios da população, mas sem frustrar a legislação. É um assunto polêmico, mas muito importante e necessário que retomemos a discussão para que possamos encontrar o melhor caminho”, disse, lembrando que projeto semelhante já tramitou na Casa em um passado recente, mas foi retirado pelo governo do estado para melhores ajustes e não retornou.

O prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves (PSDB), representando a Associação Rondoniense dos Municípios (AROM) destacou que, mesmo com a diminuição da dívida da de uma das principais devedoras que a Energisa, prejudicando a destinação de recursos aos municípios, as contas de energia não sofreram alteração. Ele lembrou que durante o período da pandemia, os municípios estão gastando muito mais e arrecadando menos, precisando dos recursos e que se esses valores entrarem nos cofres do estado e dos municípios, quem sai ganhando é a população, com investimentos na saúde, educação, infraestrutura e demais setores.

Participando de forma remota, o prefeito de Urupá e presidente da Arom, Célio Lang (PP) pediu que “o governo do Estado e a Assembleia Legislativa olhem com carinho essa situação, que poderá salvar os municípios, principalmente nesta época de pandemia. É um dinheiro que está parado, que é devido por essas grandes empresas, que o estado precisa cobrar, de uma forma ou de outra e que pode virar obras e investimentos em todos os municípios rondonienses”.

O prefeito de Cacoal, Adaílton Furia (PSD), destacou que boa parte do valor devido pela Energisa será repassado ao Governo do Estado e a Assembleia Legislativa, e que apenas uma pequena parte é destinada aos municípios, que estão sofrendo mais com a falta de recursos. Furia apresentou um pedido para que o Governo e a Assembleia abram mão de parte dos recursos a serem recebidos para aumentar a parcela distribuída aos municípios.

O Deputado Ismael Crispin (PSB) fez questão de lembrar que além da Energisa, existem outras empresas que devem milhões aos cofres estaduais. Ele requereu à Secretaria de Finanças do Estado (Sefin) uma lista completa dos principais devedores do fisco estadual e à Associação dos Municípios o reflexo desses recursos para os municípios.

O prefeito de Candeias do Jamari Valteir Queiroz (Patriotas) também destacou a importância desses recursos para os municípios, defendendo uma negociação justa com os devedores e uma parcela maior do que os 25% constitucionais aos municípios. “Estamos enfrentando a maior crise nos municípios, principalmente os municípios pequenos, onde o orçamento é apertado. Esses recursos vão ajudar com a folha de pagamento dos servidores, com o custeio das despesas com a Pandemia e se sobrar, algum investimento. Esperamos que isso seja resolvido e que num breve espaço de tempo possamos receber esses recursos que é um direito do povo de Rondônia e uma obrigação das empresas, pois são recursos de impostos não recolhidos”, destacou.

O deputado Chiquinho da Emater (PSB) defendeu que os poderes estaduais (Executivo, legislativo e judiciário, além do Tribunal de Contas) poderiam abrir mão da sua parcela desses recursos a serem recebidos, em prol dos municípios. Ele ressaltou que as dívidas dos grandes devedores podem chegar a até R$ 10 bilhões e que esse recurso seria melhor empregado em investimentos na estrutura dos municípios. O deputado defendeu a necessidade de empregar recursos em pontos estratégicos que fortaleçam e incentivem a instalação de indústrias, gerando empregos para a população e trazendo riquezas e desenvolvimento para o Estado.

Ao final da reunião, os deputados e os prefeitos acordaram em buscar junto ao Governo do Estado uma celeridade para a construção e envio de projeto para que as discussões possam acontecer na Assembleia. Para todos, trata-se de uma medida urgente e necessária, que já poderia ter sido resolvida e que precisa de uma atenção especial.

Texto: Jocenir Sérgio Santanna – ALE/RO

Ana Carolina Custódio – ALE/RO

Presidência do Senado presta homenagem aos 90 anos de José Sarney

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Para homenagear os 90 anos e o legado do ex-presidente da República e ex-senador José Sarney, a Presidência do Senado promoveu, nesta terça-feira (15), uma solenidade de apresentação da obra “Retrato do Presidente da República do Brasil José Sarney”, pintura do artista português Rui Preto Pacheco (1922-1989), que estará em exibição no Museu do Senado.

O quadro foi doado por José Sarney ao Museu da República, no Rio de Janeiro, que o cedeu ao Senado Federal até o fim de 2022. A obra foi um presente oferecido pelo artista lusitano ao ex-presidente no Palácio da Alvorada, em 1987, durante a primeira visita do pintor ao Brasil.

O evento, previsto para ocorrer no ano passado como parte da celebração dos 90 anos de José Sarney, teve de ser cancelado devido à pandemia. O quadro ficará exposto no Salão Nobre do Senado Federal, aberto diariamente das 9h às 13h e de 14h às 18h.

Participaram da solenidade o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e cinco ex-presidentes da Casa: Mauro Benevides, Edson Lobão, Renan Calheiros, Eunício Oliveira e Davi Alcolumbre. Também estavam presentes senadores, deputados e ex-parlamentares. José Sarney estava acompanhado da filha, da neta e da bisneta.

O ex-presidente ressaltou a importância do Senado Federal na formação do Brasil. Disse que o Senado é a síntese das instituições democráticas e, como síntese, é o coração da democracia parlamentar.

— A minha vida foi feita dentro do Parlamento, eu nasci com duas vocações. A vocação da literatura e a politica, que não é uma vocação. Napoleão já dizia que a política é um destino. Esse destino me possibilitou participar de muitos eventos históricos deste país. (…) Isso me traz, sem dúvida, uma grande felicidade de ter podido contribuir para o povo brasileiro —, ressaltou José Sarney.

Retrato

O presidente do Senado afirmou que o acervo da Casa recebe uma obra de arte que só enriquece a sua preciosa coleção patrimonial, que “está à vista do Brasil inteiro”. E que representa um homem público historicamente envolvido com a construção da democracia no país.

— Trata-se do recebimento de um quadro doado pelo presidente José Sarney ao acervo desta Casa, retratando em óleo sobre tela a figura do iminente homem público do Maranhão, Amapá e do Brasil. Não fosse símbolo inconteste da vocação brasileira em busca de uma democracia adulta e institucionalmente madura, o quadro mostra o nosso respeito por políticos que de fato imprimem marcas indeléveis na nossa história — ressaltou Rodrigo Pacheco.

O presidente do Senado destacou o papel fundamental que José Sarney teve na consolidação da democracia no Brasil.

— O presidente José Sarney foi para mim e tantos outros, ao final de um estado de exceção quase absoluto, a vontade de ter implantado no Brasil a democracia. O presidente Sarney foi um grande porta-voz desta palavra, democracia, que tem tanto significado para nossa vida em sociedade. A democracia que nos permite ter as liberdades públicas, as garantias fundamentais, os direitos individuais, um estado social, que é base da nossa República, cujos fundamentos de soberania, cidadania, dignidade da pessoa humana, pluralismo político, livre iniciativa, nunca se apartaram. Portanto, naquele instante era muito importante ter na fala de um grande homem público a importância de se ter a democracia consolidada no nosso país — relembrou Pacheco.

Sarney assumiu a Presidência da República em 1985, no lugar de Tancredo Neves, que fora hospitalizado na véspera da posse e morreria semanas depois. A investidura do político maranhense marcou o fim de duas décadas de ditadura militar. Sarney deixou a política em 2015.

Em seu discurso de agradecimento, José Sarney disse, emocionado, que o gesto concedido a ele foi magnânimo, e falou sobre a importância do retrato feito pelo pintor português estar sendo exibido no Senado Federal.

— O que tem por trás dele, além da pintura, é a alma que não se vê, mas que evidentemente ela tem uma grande morada nesta Casa. Aqui passei 40 anos da minha vida. Sou o político que mais tempo na República ocupou o lugar de senador. Depois de ter vindo de uma estada na Câmara dos Deputados, de 3 legislaturas, onde tomei posse pela primeira vez no dia 2 de fevereiro de 1955. São 3 [mandatos] e mais 5 aqui no Senado Federal —, afirmou.

Sobre o artista

Rui Preto Pacheco foi um notório pintor retratista lusitano. Filho de pai português e mãe espanhola, carrega em seu trabalho referências de ambos os países, como os pintores portugueses Nuno Gonçalves, Miguel Lupi, Silva Porto, Marques de Oliveira, os espanhóis Diego Velázquez e Francisco de Goya e o holandês Rembrandt.

Ainda jovem, em Portugal, teve sua carreira de retratista reconhecida pintando pessoas importantes de sua terra natal. Residiu em diferentes países como Espanha, Angola e África do Sul, consolidando também sua carreira como retratista oficial dos respectivos governos por onde passou. Suas obras podem ser encontradas em importantes coleções particulares, palácios, ministérios, autarquias, faculdades e museus.

Rui Pacheco teve a oportunidade de conhecer o Brasil ao final de sua vida, apesar da visita ter sido uma vontade antiga.

Pessoas influentes se interessaram por seu trabalho, realizando diversas encomendas, como a da embaixatriz de Portugal, D. Maria Filomena de Carvalho, e de outras figuras ligadas à diplomacia internacional e ao Palácio do Planalto. Retratou também o então ministro Leitão de Abreu, chefe da Casa Civil e, posteriormente, o próprio presidente da República, José Sarney.

Agência Senado 

MPRO mantém mediação em negociações entre Governo do Estado, entidades representativas e movimento de esposas de PMs

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O Ministério Público de Rondônia segue articulando o diálogo visando ao avanço das negociações para o encerramento do movimento de paralisação da Polícia Militar no Estado. Nesta segunda-feira (14/06), integrantes da Instituição estiveram reunidos com membros do Governo do Estado, entidades representativas, comitê formado por esposas de Policiais Militares e o alto Comando da corporação para dar prosseguimento às tratativas que objetivam o entabulamento de um acordo que contemple as reivindicações da categoria. Deflagradas na semana passada, as ações de aquartelamento, que têm como pauta central a equiparação salarial entre as forças policiais do Estado, já resultam no fechamento de unidades em alguns municípios.

O encontro, o segundo realizado desde que os atos foram deflagrados, foi conduzido pelo Procurador-Geral de Justiça, Ivanildo de Oliveira. Entre outras autoridades, estiveram presentes o Procurador de Justiça Carlos Grott (Diretor do Centro de Atividades Extrajudiciais – CAEX); o Promotor de Justiça da Segurança Pública, Shalimar Christian Priester; o Procurador-Geral Adjunto do Estado, Tiago Cordeiro; a Secretária de Estado de Planejamento e Gestão, Beatriz Basílio; o Secretário de Estado de Finanças, Luís Fernando Pereira da Silva; o Comandante da PM em Rondônia, Coronel Alexandre Almeida; o Presidente da Associação de Oficiais da PM, Coronel Adilberto Maciel; além das representantes das esposas que compõem o movimento, Tamires Araújo Romanine (Porto Velho); Shirley Zafalon (Cacoal) e Leandra Souza Brito (Ji-Paraná).

Ao abrir os trabalhos, o chefe do Ministério Público reiterou o posicionamento da Instituição em contribuir para uma interlocução entre integrantes do movimento e o Governo de Rondônia, numa atuação que, conforme destacou, atende o dever constitucional de defender  o direito dos cidadãos à segurança pública, missão para a qual a Polícia Militar tem extrema relevância.

Na ocasião, representantes do Comando da PM expuseram aos presentes o Plano de Valorização da Polícia Militar, um documento que compila as reivindicações salariais da categoria, abordando a defasagem salarial sofrida ao longo dos anos e a proposta de incremento nos vencimentos dos policiais, de acordo com a carreira militar.

O movimento deflagrado por esposas de PMs pleiteia alteração da Lei Estadual nº 1063/2002, estabelecendo a equiparação salarial da Polícia Militar com a Polícia Civil.

Uma nova reunião deverá ser realizada no dia 28 de junho.

Departamento de Comunicação Integrada

Dupla que comprava drogas pelos Correios e vendia por aplicativo é presa

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Suspeito cultivava quatro pés de maconha em casa

M.D.S., de 20 anos e M.F.L., 20, foram presos em flagrante na noite de segunda-feira, 14, quando estavam indo fazer entrega de entorpecentes, na qual vendiam através de aplicativo, em Vilhena.

Conforme boletim de ocorrência, uma guarnição da Polícia Militar fazia ronda de rotina, quando os policiais observaram dois homens numa motoneta Biz, de cor vermelha, placa NBS-0794/São Felipe do Oeste, trafegando pela Rua Dom Pedro I, no centro da cidade.

Contudo, os militares observaram que o carona demonstrou nervosismo ao avistar a viatura, haja vista, que olhava para trás a todo momento.

Com isso, os suspeitos foram abordados e em posse do condutor M.D.S., foi localizado em uma pochete um aparelho celular, marca Apple, modelo iPhone, três invólucros com substancia aparentando ser maconha, pesando aproximadamente 25 gramas.

Indagado sobre o entorpecente, M.D., disse que comercializava a droga através do aplicativo WhatsApp, e que estavam indo fazer a venda de dois papelotes à um comprador na Praça Ângelo Spadari, pelo valor de R$ 50,00.

M.D., contou aos policiais que na sua casa no bairro Vila Operaria havia mais entorpecentes e que ele comprava via Correios e vendia através do aplicativo.

Com isso, a guarnição foi à residência de M.D., e com autorização da mãe do suspeito localizaram dentro do guarda roupa, um tablete aparentando ser maconha, pesando aproximadamente 630 gramas. Além disso, foi localizado em cima de sua cama, dentro de uma caixa de papelão, oriunda dos Correios, indicando como destinatário M.D.S., três invólucros de entorpecente aparentando ser maconha, pesando aproximadamente 23 gramas, uma balança de precisão e R$ 400,00 em dinheiro, em cima de um móvel havia várias porções de drogas aparentando ser maconha, totalizando 234 gramas.

Já no quintal da casa, foi localizado quatro pés de maconha plantados em vasos. Indagado sobre a procedência do entorpecente, M., informou que adquiriu a droga através de um homem conhecido pelo apelido de “Menor”.

Diante dos fatos, os suspeitos foram levados para a Unisp, onde a ocorrência foi registrada.

 

 Extra de Rondônia

Flamengo e Coritiba decidem última vaga nas oitavas da Copa do Brasil

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Embate às 21h30, no Maracanã, terá transmissão da Rádio Nacional

Flamengo e Coritiba sem enfrentam nesta quarta-feira (16) pela última vaga nas oitavas de final da Copa do Brasil. O jogo de volta da Terceira Fase começa às 21h30 (horário de Brasília) no Maracanã, no Rio de Janeiro, e terá transmissão ao vivo da Rádio Nacional. A cobertura esportiva tem início às 21h, com narração de Rodrigo Campos, comentários de Mário Silva, reportagem de Rafael Monteiro e plantão de notícias com Luiz Ferreira. 

O Rubro-Negro depende apenas de um empate para avançar, já que venceu a primeira partida, por 1 a 0, em Curitiba. Já os paranaenses só se classificam esta noite se ganharem por dois gols de vantagem. Caso triunfem por um gol de diferença, a vaga nas oitavas será definida nas penalidades.

Além da vitória no primeiro jogo, o Flamengo vive melhor fase em relação ao adversário. O clube carioca soma 15 jogos de invencibilidade na temporada de 2021: são dez vitórias e cinco empates. A última vez que os rubro-negros foram derrotados foi em 15 de abril. Na ocasião, o Vasco levou a melhor sobre o rival por 3 a 1 no Maracanã, em partida válida pelo Campeonato Carioca.

Além disso, o Flamengo vem acumulando taças no ano, tendo em vista que no primeiro semestre já gritou campeão na Supercopa do Brasil e no Estadual. Na Série A do Campeonato Brasileiro, o Rubro-Negro venceu nas duas rodadas que entrou em campo, contra o Palmeiras e América Mineiro.

Do outro lado, o Coxa começou a Série B do Brasileirão de forma irregular, com uma vitória (Avaí), um empate (Londrina) e uma derrota (Botafogo). Já no Campeonato Paranaense o time do Alto da Glória decepcionou, pois sequer passou para as quartas de final.

Na Copa do Brasil, a equipe alviverde chegou à terceira fase após eliminar o Juventude Samas-MA (2 a 0) e o Operário-PR (3 a 2).

 

Embate às 21h30, no Maracanã, terá transmissão da Rádio Nacional

Ministério da Justiça autoriza uso Força Nacional em Rondônia

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O Ministério da Justiça autorizou o uso da Força Nacional de Segurança Pública em apoio ao Estado de Rondônia e aos órgãos de segurança pública. A sede da operação será em Porto Velho.

A portaria nº 235 foi publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira (15) e tem validade por 90 dias, podendo ser prorrogada pelo mesmo período.

Os agentes serão utilizados em “caráter episódico e planejado, nas ações de policiamento ostensivo, polícia judiciária e perícia forense, nas atividades e nos serviços imprescindíveis à preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio”.

O Governo de Rondônia ainda não informou em quais ações a Força Nacional será empregada.

Fonte:G1/RO

COMBATE A INVASORES: Ministério da Justiça oficialmente inicia a ação conjunta denominada Operação Rondônia

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Em entrevista coletiva na manhã desta terça-feira (15), no Ministério da Justiça e Segurança Pública, o secretário de Operações Integradas do órgão, Alfredo Carrijo e o governador de Rondônia, Marcos Rocha explanaram as atividades da Força Nacional, no combate a invasões de terras por grupos armados no Estado.

O secretário Carrijo pontuou que nestes dois meses, o governador Marcos Rocha e as áreas de Segurança Pública estadual encaminharam levantamentos dos crimes que têm sido cometidos em propriedades rurais. No período foi solicitado que o Ministério organizasse ações no combate aos atos criminosos que, inclusive resultaram em morte de agentes de segurança pública.

Alfredo Carrijo explicou que o presidente da República, Jair Bolsonaro, e o ministro da Justiça, Anderson Torres, demandaram o planejamento de ações, pois há indícios de crimes ambientais, roubo de gado, extorsão, entre outros. “Deixaremos um recado claro a esses criminosos, a paz no campo será mantida e crimes serão punidos”, acrescentou.

O histórico das reuniões junto aos órgãos federais foi informado à imprensa, pelo governador Marcos Rocha, que agradeceu ao presidente Bolsonaro, o pronto atendimento às demandas. “Nossos produtores têm sofrido bastante com estes homicídios, roubos e crimes das mais variadas tipificações”, disse.

Segundo Marcos Rocha, mesmo com o intenso trabalho das polícias estaduais, achou por bem solicitar a Força Nacional, que hoje estão iniciando as ações.

O secretário José Helio Pachá ressaltou que a primeira reunião como toda a equipe da Segurança Pública ocorreu no dia 28 de abril, onde inclusive foi demonstrado em vídeo a atividade criminosa que vem ocorrendo na área rural rondoniense. “Tivemos neste último final de semana a prisão de vários líderes destes grupos e o apoio inicial dos efetivos federais”, completou.

Pachá agradeceu o apoio do Ministério da Justiça, principalmente porque hoje (15) se inicia a etapa completa de ações contra estes crimes aos produtores rurais.

APOIO

Após a reunião, o governador Marcos Rocha foi recepcionado pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, que reafirmou o empenho de sua pasta no restabelecimento da paz e o fim dos conflitos em Rondônia. Torres anunciou que as questões que envolvem a regularização fundiária são preocupações do órgão, porém crimes como estão ocorrendo precisam parar imediatamente. “Não vamos tolerar esses crimes que estão acontecendo em Rondônia, em especial contra a vida, a propriedade e o meio ambiente”, finalizou.

Nesta semana ainda o efetivo da Força Nacional, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Federal (PF) e outros agentes que apoiarão os trabalhos, já estarão em Rondônia para iniciar as ações nas localidades que foram invadidas pela denominada Liga Camponesa dos Pobres.

A Força Nacional de Segurança Pública dará apoio à Polícia Militar de Rondônia nas ações de policiamento ostensivo e auxílio à Polícia Civil na força-tarefa de análise de inquéritos relacionados ao crime organizado na região. A Portaria nº 235/2021 foi publicada no Diário Oficial da União e a ação terá duração de até 90 dias.

O secretário-chefe da Casa Militar de Rondônia, coronel Valdemir Carlos de Góes, também esteve presente na reunião com o ministro da Justiça e Segurança Pública.

Campanha de vacinação contra a gripe segue até 9 de julho; menos de 20% do público-alvo foi imunizado em Rondônia

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O Governo de Rondônia, por meio da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), inicia a terceira fase do Plano Nacional de Imunização (PNI) da vacinação contra a gripe influenza (H1N1), em Rondônia, onde se enquadram todos os grupos prioritários. A campanha contra a H1N1 iniciou no dia 12 abril e segue até 9 de julho. Até o momento, segundo dados do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI Covid) apenas 16,9% do público alvo do Estado foi vacinado, contabilizando 98.995 doses aplicadas. A meta é atingir 578,750 em Rondônia.

Segundo a técnica da Rede de Frio Estadual, Eliza Ferraz, cerca de 34,4% das gestantes se vacinaram e lideram o ranking dos prioritários imunizados, mesmo assim, o número correspondente ainda é baixo. “Infelizmente este ano atípico como o ano passado está fraca a adesão, pois naturalmente as pessoas estão com foco na vacina da covid-19, e ainda tem a questão do intervalo de no mínimo 14 dias entre as doses da vacina da covid-19 e qualquer outra vacina do programa de imunizações” explica.

Eliza, comenta que na primeira fase da campanha, como prioritários estavam, crianças de seis meses até cinco anos de idade, além dos profissionais da Saúde. Na segunda fase, ocorrida em maio, os idosos e professores foram incluídos no plano de imunização. Na terceira fase, iniciada no dia 9, os demais grupos prioritários com comorbidades são o alvo. “Todos os grupos prioritários elencados nesta campanha podem estar procurando a vacina nas unidades de saúde. Vale ficar atento quanto aos horários de funcionamento da unidade mais próxima”, orienta.

Nesse caso, podem procurar a unidade mais próxima: crianças à partir de 6 meses à 5 anos completos (5 anos, 11 meses e 29 dias), idosos à partir de 60 anos, gestantes, puérperas (45 dias pós parto), pessoas com doenças crônicas, caminhoneiros, trabalhadores de transportes (coletivo, rodoviário e portuário), trabalhadores de força de segurança e salvamento, forças armadas, privados de liberdade e professores.

COVID-19 X H1N1

Importante lembrar que quem contraiu covid-19, deve aguardar no mínimo 14 dias após a recuperação, para que seja aplicada a dose da H1N1. O ideal é receber a dose do imunizante sem que haja qualquer sintoma, principalmente gripal. “A vacina é aplicada em pessoas saudáveis, então se houver a apresentação de algum sintoma, como febre, resfriado seria interessante que ela adiasse, pois a vacina por melhor que seja, sempre dará uma reação que pode ser leve ou não”, finaliza a enfermeira.