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Copa América: Brasil enfrenta seleção peruana no Nilton Santos

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Brasil e Peru disputam a final da Copa América 2019, no Maracanã.

Partida será reedição da última decisão da competição

No dia 7 de julho de 2019, o Brasil e uma surpreendente seleção peruana se encontraram no estádio do Maracanã para disputar a final do principal torneio de seleções da América do Sul. O placar final foi um triunfo de 3 a 1 com gols de Everton, Gabriel Jesus e Richarlison (Guerrero descontou para o time andino). Apesar de continuar sendo comandada pelo argentino Ricardo Gareca, o Peru vive um momento muito diferente agora, ocupando a lanterna das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa de 2022 com apenas 4 pontos conquistados (a equipe de Tite lidera a competição com 18 pontos com 100% de aproveitamento).

Após estrear na Copa América com uma vitória de 3 a 0 sobre a Venezuelana no estádio Mané Garrincha, em Brasília, a expectativa é que o técnico Tite faça poucas mudanças para o jogo desta noite.

Uma, que foi confirmada pelo auxiliar da comissão técnica Cléber Xavier em entrevista coletiva na última quarta, é a entrada de Ederson no lugar de Alisson no gol: “São três goleiros de altíssimo nível. Dois [Alisson e Ederson] estão entre os melhores do mundo. O Weverton vem fazendo um trabalho de altíssimo nível no Palmeiras, na Libertadores e no Campeonato Brasileiro, com conquistas importantes. Estamos trabalhando, fazendo a análise junto com o Taffarel, que é o treinador específico da posição, e nesse jogo decidimos pelo Ederson”.

Porém, após a realização do último treino para o jogo contra o Peru, ficou no ar a possibilidade de acontecerem outras mudanças, como as saídas do zagueiro Marquinhos, do lateral Renan Lodi, do volante Casemiro e do atacante Richarlison, o que faz com que a provável formação seja: Ederson; Danilo, Éder Militão, Thiago Silva e Alex Sandro; Fabinho, Fred e Lucas Paquetá (Everton Ribeiro); Gabriel Jesus (Everton Cebolinha), Neymar e Gabriel Barbosa.

Se o Brasil busca a segunda vitória na competição, a equipe de Ricardo Gareca realiza sua estreia. Uma ausência importante será a do atacante Paolo Guerrero, que, em razão de problemas físicos, não chegou nem a ser convocado para a Copa América.

O jogador de 37 anos, que defende o Internacional de Porto Alegre, é o líder técnico do atual selecionado peruano.

 

Por Agência Brasil

STF: após 2019, funcionário de estatal aposentado deve deixar emprego

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Fachada do edifício sede do Supremo Tribunal Federal - STF

A decisão foi tomada ontem pela Corte

O Supremo Tribunal Federal (STF) fixou nessa quarta-feira (16) a tese segundo a qual os empregados públicos de empresas estatais que se aposentaram após a reforma da Previdência de 2019 perdem o vínculo empregatício e não podem seguir trabalhando e recebendo salário.

O entendimento foi alcançado no julgamento de um recurso da União e dos Correios que pediam a reversão de uma decisão da Justiça Federal. A estatal teria que readmitir empregados que haviam sido desligados ao se aposentar, porém antes da Emenda Constitucional (EC) 103/2019.

O Supremo confirmou, em 12 de março, a decisão de readmissão dos funcionários. No julgamento, prevaleceu o entendimento que considerou constitucional o artigo 6 da reforma da Previdência, que expressamente isentou os empregados públicos aposentados antes da EC 103/2019 de terem de deixar o emprego, no caso das aposentadorias pelo Regime Geral de Previdência Social (RGPS).

Repercussão geral

Nessa quarta-feira (16), os ministros fixaram uma tese de repercussão geral para o assunto, que de agora em diante serve de parâmetro para casos similares envolvendo empregados dos Correios e de outras empresas estatais. O enunciado deve ser usado para destravar cerca de 1,7 mil processos espalhados pelo país que aguardavam o entendimento do Supremo.

Na tese, além de afirmar que a aposentadoria inviabiliza a permanência no emprego público somente após o advento da EC 103/2019, os ministros também fixaram que as disputas sobre o assunto são de natureza administrativa, e portanto de competência da Justiça Federal comum, e não da trabalhista.

“A natureza do ato de demissão de empregado público é constitucional-administrativa e não trabalhista, o que atrai a competência da Justiça comum para julgar a questão. A concessão de aposentadoria aos empregados públicos inviabiliza a permanência no emprego, nos termos do artigo 37, parágrafo 14, da Constituição Federal, salvo para as aposentadorias concedidas pelo Regime Geral de Previdência Social até a data de entrada em vigor da Emenda Constitucional 103/2019, nos termos do que dispõe seu artigo 6º “, diz a nova tese de repercussão geral.

 

Agência Brasil

Sicoob Credisul doa R$ 9,4 mil em capacetes de respiração assistida Elmo para Hospital Regional de Vilhena

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Criado no ano passado, equipamento hoje já é utilizado em vários lugares do país

Ivan Capra e Vilmar Saúgo, presidente do conselho de administração e diretor executivo da Sicoob Credisul, entregaram nesta terça-feira, 15 de junho, 10 unidades do capacete Elmo, no valor total de R$ 9,4 mil, ao diretor do Hospital Regional de Vilhena (RO), Clair Oliveira. A compra foi uma indicação do delegado da cooperativa Fernando Volpini.

Na luta contra a Covid-19, Elmo é o nome de um capacete de respiração assistida, fruto de pesquisa e inovação no Ceará, que tem recuperado pacientes da insuficiência respiratória, consequência de complicações da doença. O dispositivo foi inspirado na experiência de médicos italianos que usaram máscaras de mergulho no tratamento de pacientes com Covid-19 e no uso de ‘helmet’, capacetes hiperbáricos, utilizados em doenças de descompressão na Europa e nos Estados Unidos. Criado no ano passado, hoje já é utilizado em vários lugares do país.

Essa doação é mais uma ação da Sicoob Credisul para ajudar a salvar vidas e amenizar os impactos causados pelo coronavírus.

 

Assessoria

Operação mira envolvidos em fraudes no Auxilio Emergencial em Rondônia

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Polícia Federal cumpre mandados de busca e apreensão em Nova Mamoré.

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (17), a Operação Sexta Parcela, em continuidade ao combate às fraudes aos benefícios emergenciais, que beneficiam parte da população com dificuldades financeiras em razão da pandemia.

A ação acontece nos estados da Bahia, Maranhão, Minas Gerais, Paraná, Rondônia, Roraima e São Paulo, com a participação de aproximadamente 140 policiais federais.

Em Rondônia, estão sendo cumpridos dois mandados de busca e apreensão na residência de dois investigados, na cidade Nova Mamoré, suspeitas de terem participado da fraude em ao menos sete contas para percepção do auxílio emergencial, contabilizando o montante fraudado de quase R$ 5 mil.

No total, estão sendo cumpridos 35 mandados de busca e apreensão, dois mandados de prisão temporária, um mandado de prisão preventiva e doze mandados de sequestro de bens, perfazendo um total de aproximadamente de até R$ 410 mil bloqueados por determinação judicial. As cautelares estão sendo cumpridas em vários estados.

Os trabalhos realizados são resultantes de uma união de esforços denominada Estratégia Integrada de Atuação contra as Fraudes ao Auxílio Emergencial (EIAFAE), da qual participam a Polícia Federal, Ministério Público Federal, Ministério da Cidadania, CAIXA, Receita Federal, Controladoria-Geral da União e Tribunal de Contas da União.

Os objetivos da atuação interinstitucional conjunta são a identificação de fraudes massivas e a desarticulação de organizações criminosas, com a responsabilização de seus integrantes, além de recuperar os valores para o erário.

A Polícia Federal já realizou a deflagração de 98 operações policiais visando ao combate às fraudes aos benefícios emergenciais, com a expedição de mais de 380 mandados de busca e de 50 mandados de prisão.

Em razão da atual crise de saúde pública, foi adotada logística especial de preservação do contágio com distribuição de EPI’s a todos os envolvidos, a fim de preservar a saúde dos policiais, testemunhas e investigados.

Fonte:Polícia Federal

Novo decreto do Governo libera eventos com até 999 pessoas em Rondônia

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O documento assinado pelo governador Marcos Rocha também permite o retorno de visitas aos presídios

Nesta quinta-feira (17), um novo decreto com ações de combate foi publicado pelo Governo de Rondônia.

Entre as novas determinações do decreto assinado pelo Governador Marcos Rocha serão permitidos eventos com até 999 pessoas. Também foram liberados reuniões, jantares e casamentos com até 150 pessoas. Além do retorno de visitas a unidades prisionais, atividades esportivas e retomada de cirurgias eletivas;

De acordo com o decreto os eventos (de até 999 pessoas) com distribuição de bebidas alcóolicas (bares, boates e casas de shows) deverão fornecer álcool gel 70%, teste para Covid-19, aferição de temperatura, espaçamento entre as mesas, sendo 1,20 metro de distância.

O documento determina que nos eventos não deve permitido a participação de pessoas com temperatura superior 37,8°C ou sintomas gripais. Assim como o uso de máscara segue obrigatório em todo o estado independentemente de qualquer liberação de evento, casamento ou visita a presídio.

“Os responsáveis pela realização do evento deverão acordar com a Agência Municipal de Vigilância Sanitária a fiscalização na recepção do evento, onde os fiscais pertencentes ao órgão só permitirão a entrada das pessoas que estiverem em lista enviada pelo laboratório e com exame negativo para Covid-19”, determina o estado.

Vacinação

O Decreto também publicou regras sobre a aplicação da vacina nos 52 municípios do estado. A partir de agora, os prefeitos terão que realizar a aplicação da 1ª dose de vacina até 72h do recebimento e aplicar a 2ª dose até a data agendada na 1ª dose.

Após aplicar as doses, os municípios também precisam lançar imediatamente a informação no Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunização ou, em caso de dificuldade com internet, em até 24 horas.

Aulas presenciais

Sobre o retorno das aulas presenciais o decreto determina que as atividades escolares estaduais continuam suspensas até 31 de julho do ano, pois a imunização dos professores contra a Covid está em andamento. O retorno das aulas na rede estadual deve ser gradual, mas ainda não existe data.

Conforme o documento, municípios e escolas particulares possuem autonomia para decidir sobre a retomada de aulas, ficando sob responsabilidade dos gestores municipais, observando o plano de retomada e as diretrizes da Agevisa.

Cirurgias eletivas

Já o retorno das cirurgias eletivas deve ser gradual e, aos hospitais privados, fica liberada a realização de cirurgias eletivas sob a responsabilidade e supervisão do diretor técnico das respectivas unidades hospitalares, os quais devem considerar a taxa de ocupação da UTI, estoque de medicamentos do “kit de intubação”.

Nos hospitais públicos estaduais, o decreto permite a retomada das cirurgias eletivas desde que o paciente não necessite de reserva de leito de UTI para o pós-operatório.

O documento afirma que o Plano Estadual de Retomada das cirurgias eletivas deverá ser apresentado pela Secretaria Estadual de Saúde em até 30 dias.

Fonte:Diário da Amazônia

Área plantada de grãos na safra 2020/21 em Rondônia cresce 10,1% em relação à safra anterior

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Rondônia é um estado forte na produção agrícola e tem se destacado principalmente no cultivo da soja, do milho, do algodão, do arroz, do feijão e do café. Conforme aponta os dados do oitavo levantamento da safra brasileira de grãos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a área plantada de grãos na safra 2020/21 em Rondônia alcançou 663,4 mil hectares, com um aumento de 10,1% comparado a safra anterior, com estimativa de colher 2,5 milhões de toneladas, 4,6% superior à da safra 2019/20, tendo em vista que a colheita de alguns grãos está sendo finalizada. A produtividade deve decrescer 5%, com média de 3.792 kg por hectare, 4,2% inferior à produtividade média do país. A produção do estado responde por 0,9% da produção nacional.

Para o arroz, a estimativa é que sejam colhidas 139,5 mil toneladas do cereal nesta safra, aumento de 0,1% à safra anterior. A área cultivada, de 42,5 mil hectares, manteve-se estável em relação à safra 2019/2020 enquanto a produtividade oscilou positivamente em 0,1%. “Em Rondônia o cultivo é exclusivamente de sequeiro, com plantio previsto para dois períodos, safra e safrinha”, explicou o economista da Seagri, Alex Rilie.

O plantio de algodão na safra 2020/2021, cultura nova no estado, atingiu 7,9 mil hectares, 19,4% menor do que na safra 2019/20. A produção de pluma está estimada em 11,7 mil toneladas, enquanto a de algodão em caroço deverá ser de 30,8 mil toneladas, com produtividade média de 1.482 kg/ha e 3.900 kg/há.

A área plantada com feijão no estado na safra 2020/2021 não deverá apresentar alteração em relação à safra 2019/2020, mantendo os mesmos 3,9 mil hectares, com estabilidade tanto da produção quanto da produtividade. “Ainda que tenha apresentado o mesmo desempenho nesta safra em relação à anterior, o cultivo do feijão vem diminuindo ao longo dos anos e a tendência é que se torne basicamente uma cultura de subsistência para os produtores que ainda a cultivam, com comercialização do excedente nos mercados locais”, disse Alex Rilie.

A produção do milho na segunda safra apresentou evolução de 6%, enquanto a produtividade deverá ser a mesma da safra anterior, de 2.958 kg por hectare. A área plantada alcançou 12,6 mil hectares, 5,9% superior à da safra anterior. Conforme informou o economista, a alta de preços do produto ocorrida no final de 2020 influenciou o aumento do cultivo nesta safra, ainda que em pequena escala.

A área plantada com milho no estado na segunda safra teve um aumento de 7,5% do que a da safra 2019/20, podendo alcançar uma produção de 200 mil hectares. A produção deverá apresentar crescimento menor, de 1,3%, em virtude da queda da produtividade, de 5,8%. “Essa queda da produtividade deve-se, provavelmente, ao plantio de parte da lavoura fora do período recomendado, em virtude do atraso na colheita da soja”, explicou.

O café, cultura de destaque nacional em sustentabilidade, qualidade e produtividade possui uma área de 63,6 mil hectares para produção e 5,6 mil hectares para formação, totalizando 69,2 mil hectares, com previsão de colheita para esta safra de 2,2 milhões de sacas de 60 kg.

A área com soja, principal grão produzido em Rondônia, aumentou 13,8%.

A área com soja, principal grão produzido em Rondônia, aumentou 13,8% passando de 348,4 mil para 396,5 mil hectares, em comparação com a safra 2019/20. O aumento da área plantada com soja no estado se deve principalmente à elevação dos preços desde a safra passada.

De acordo com o secretário da Seagri, Evandro Padovani, os grãos vêm crescendo em áreas degradadas de pastagem. “Rondônia hoje está dobrando a sua produção em áreas de recuperação, áreas degradadas, sem novos desmatamentos, para o avanço da soja, milho, do arroz, café, entre outros grãos”, relatou.

O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de Rondônia calculado para abril de 2021 foi de R$ 19,08 bilhões de reais, resultado 58,24% maior do que o obtido em 2020. Deste valor, a lavoura representa R$ 6,6 bilhões de reais.

A área plantada de grãos na safra 2020/2021 em Rondônia alcançou 663,4 mil hectares, aumento de 10,1% à da safra anterior.

Professores da rede pública de Colorado e Cabixi podem concorrer a bolsas para curso de Gamificação

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Flávia Albaine e o projeto Juntos pela Inclusão Social fecham parceria com curso online para capacitar professores no ensino virtual

O Projeto Juntos pela Inclusão Social firmou convênio com o “Curso Gamificação e Ensino”, ministrado por duas doutoras no assunto: Daniela Pereira e Marcela Albaine Farias da Costa.

Com objetivo de auxiliar os professores da Comarca de Colorado do Oeste  a se adaptarem à nova realidade de ensino virtual, a parceria foi pensada para superar barreiras e que a educação de qualidade permaneça mesmo em tempos de isolamento social.

“E, claro, depois do término da pandemia, que essas ferramentas virtuais no ensino possam ser utilizadas como forma de inclusão social e não de exclusão”, ressalta Flávia Albaine, coordenadora do Juntos pela Inclusão Social.

Colorado e Cabixi: possibilidades de bolsas de estudo para o curso

Segundo Flávia, a parceria objetiva conceder bolsas de estudos para os professores da rede pública (municipal ou estadual) dos municípios de Colorado do Oeste e Cabixi, pois são os municípios abrangidos pela Comarca onde ela é responsável como Defensora Pública, instituição também considerada atualmente como “guardiã dos vulneráveis”.

“A seleção dos professores que ganharão a bolsa está sendo feita por mim, com foco em escolher profissionais comprometidos com o trabalho e que possam replicar o conhecimento na localidade”, aponta.

A professora Sandra Valéria (diretora da Escola Estadual Prefeito Marcos Donadon) foi a primeira contemplada com a bolsa na turma que aconteceu em maio.

“Gostaria de enaltecer minha participação no curso ‘História e Games’, ou seja, Gamificação no Ensino, que foi incrível e tive a oportunidade de trocar experiências com várias pessoas de diversos Estados do Brasil. Acredito que a gamificação traduza a palavra do professor em aula prazerosa, onde os alunos possam vivenciar diferentes conhecimentos. E de forma bem planejada e organizada, o professor leva os alunos a construírem informações importantes e significativas”, pontua Sandra.

Os professores interessados em concorrer à bolsa precisam ser da rede pública (municipal ou estadual) dos municípios de Colorado do Oeste e Cabixi, devendo enviar e-mail com o currículo atualizado, telefone de contato e comprovante de que trabalha em alguma das escolas públicas dos municípios citados até o dia 24/06/2021 para [email protected].

No momento as seleções dos professores estão sendo feitas para a turma do curso que acontecerá no final de junho.

Os interessados também deverão acompanhar o Instagram do Projeto Juntos pela Inclusão Social (@juntospelainclusaosocial), onde serão divulgados os nomes dos ganhadores e as seleções para as próximas turmas.

O que é o curso?

Voltado para professores da educação básica e superior, o curso é a prática de aplicar mecanismos de jogos (do inglês “gamification”) no ensino.

Afinal, com alunos cada vez mais conectados, os professores precisam se ressignificar diante dessa realidade. E juntamente ao sucesso de vendas dos seus livros “Ensino de História e Games” e “Ensino de História e Histografia Escolar Digital”, a doutora no assunto, Marcella Albaine Farias da Costa, lançou o curso “História e Games”.

Em dois dias de curso, totalmente online, os assuntos abordados são o que é gamificação, os processos para gamificar, construção de roteiro de game, além de avaliação e gamificação.

“Ter o jogo como um método de ensino é ‘falar a língua’ do aluno. E o lúdico é uma forma de se aproximar do outro. Sabemos que o aprendizado passa muito pelo afeto, pela criatividade, por isso, nós, professores, precisamos nos transformar e também viver em constante transformação social”, finaliza Marcella.

Concluído 1º treinamento on-line para Censo Escolar 2021

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Nos dias 9 e 10 de junho, mais de 200 técnicos de secretarias de Educação estaduais e municipais que trabalham com o Censo Escolar participaram da capacitação

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) concluiu, nesta quinta-feira (10), o primeiro treinamento de coordenadores e técnicos de secretarias de Educação estaduais e municipais das capitais e da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) do Ministério da Educação (MEC) para o Censo Escolar 2021. Em reuniões virtuais realizadas entre os dias 9 e 10 de junho, mais de 200 técnicos responsáveis pelas atividades do processo censitário receberam instruções sobre o correto preenchimento das informações no Sistema Educacenso.

A capacitação desses profissionais da educação ocorre todos os anos, antes do início da primeira etapa da pesquisa do Censo Escolar. Anteriormente, o treinamento era realizado pela equipe técnica do Instituto e organizado em reuniões presenciais a nível regional. Após o cancelamento do treinamento para a edição 2020, devido à pandemia de COVID-19, o ambiente virtual foi adotado como estratégia para a manutenção do evento em meio à crise sanitária.

Neste ano, a coleta da primeira etapa do Censo Escolar 2021, referente à Matrícula Inicial, está prevista para começar em 18 de junho, com encerramento em 23 de agosto. Os procedimentos devem ser feitos por meio do Sistema Educacenso.

A coordenadora-geral do Censo da Educação Básica, da Diretoria de Estatísticas Educacionais (Deed) do Inep, Célia Gedeon, destaca o profissionalismo de toda a equipe do Censo Escolar para o sucesso do novo método. “Momentos como estes, junto às equipes que fazem o censo acontecer no Brasil, são muito importantes para a manutenção da nossa parceria e para unificação do entendimento dos conceitos das questões coletadas pelo levantamento”, ressalta.

“O maior desafio para nossa equipe foi mudar completamente o formato do treinamento, pois, com a atual situação da pandemia, não seria possível a realização de forma presencial. Isso muda tudo. Como manter a atenção das pessoas, por exemplo, por quatro horas seguidas?”, pontua Gedeon. A coordenadora-geral ressalta também a necessidade de novas técnicas e ferramentas para a capacitação. “Foi preciso um pouco de criatividade e muito carinho na preparação de material mais lúdico. Também otimizamos o tempo das explicações para que houvesse mais interação. O lado positivo foi que pessoas, que talvez nunca fossem participar do evento presencial, tiveram a oportunidade de se fazerem presentes virtualmente”, afirma Gedeon.

Treinamento – Os técnicos do Inep detalharam os principais pontos dos relatórios de acompanhamento da coleta, de correção e justificativa, de acompanhamento de dados e de acompanhamento de alertas.

A equipe da Deed do Inep também apresentou as principais alterações nos conceitos do Censo Escolar para 2021 e relembrou as regras do Sistema Educacenso, que traz um conjunto de formulários com perguntas para coleta de informações específicas sobre escola, turma, aluno, profissional e gestor escolar. Ao final, profissionais das secretarias de Educação estaduais e municipais das capitais também receberam orientações sobre o processo de declaração do censo, por meio da migração de dados, e tiveram a oportunidade de sanar as dúvidas.

Censo Escolar – Principal pesquisa estatística da educação básica, o Censo Escolar é coordenado pelo Inep e realizado, em regime de colaboração, entre as secretarias estaduais e municipais de Educação, com a participação de todas as escolas públicas e privadas do País. O levantamento abrange as diferentes etapas e modalidades da educação básica: ensino regular, educação especial, educação de jovens e adultos (EJA) e educação profissional.

As matrículas e os dados escolares coletados servem de base para o repasse de recursos do Governo Federal e para o planejamento e a divulgação de dados das avaliações realizadas pelo Inep. O censo também é uma ferramenta fundamental para que os atores educacionais possam compreender a situação educacional do Brasil, das unidades federativas e dos municípios, bem como das escolas, permitindo acompanhar a efetividade das políticas públicas.

Essa compreensão é proporcionada por meio de um conjunto amplo de indicadores que possibilitam monitorar o desenvolvimento da educação brasileira, como o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (ldeb), as taxas de rendimento e de fluxo escolar, a distorção idade-série, entre outros. Todos eles são calculados com base nos dados do Censo Escolar e também servem de referência para o acompanhamento das metas do Plano Nacional da Educação (PNE).

Confira as Taxas de Rendimento do Censo Escolar 2020

Saiba mais sobre as Taxas de Rendimento

Confira as Taxas de Não-resposta do Censo Escolar 2020

Saiba mais sobre o Censo Escolar

 

Assessoria de Comunicação Social do MEC com informações do Inep

Faltam 15 dias para a abertura das inscrições do Enem 2021

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Página do Participante estará disponível aos interessados a partir de 30 de junho. Aplicações das versões impressa e digital ocorrerão nos dias 21 e 28 de novembro
A contagem regressiva para o período de inscrições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021 está aberta. Daqui a 15 dias, os interessados poderão se inscrever por meio da Página do Participante. O prazo começa no dia 30 de junho e vai até 14 de julho. Durante esse período, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) também receberá as solicitações de atendimento especializado. Já os pedidos de tratamento pelo nome social deverão ser feitos a partir de 19 de julho.

Tanto a versão digital quanto a impressa desta edição do exame serão aplicadas nos dias 21 e 28 de novembro. Vale ressaltar que todos os interessados em fazer o Enem 2021 deverão se inscrever, independentemente de terem adquirido a isenção da taxa de inscrição e/ou justificado a ausência no Enem 2020. Os resultados dessas solicitações foram divulgados na última quarta-feira, 9 de junho. As pessoas que tiveram pedidos indeferidos ainda poderão entrar com recurso até o dia 18 deste mês.

Inscrição – No momento da inscrição, o participante deverá informar o número do CPF e a data de nascimento, além de indicar qual modalidade do Enem 2021 deseja realizar (impressa ou digital). Neste ano, as duas versões do exame terão as mesmas provas, com itens iguais. O Enem Digital será exclusivo para quem já concluiu o ensino médio ou está concluindo essa etapa em 2021. Assim, os participantes que desejarem fazer o exame para fins de autoavaliação — os chamados “treineiros” — devem se inscrever para o Enem 2021 impresso.

Atendimentos especializados – O participante que necessitar de atendimento especializado deverá informar, no ato da inscrição, as condições que motivam a solicitação, conforme preveem os editais. Como novidade para este ano, a versão digital terá recursos de acessibilidade para a realização do exame. Os participantes que tiverem pedido de atendimento aprovado pelo Inep poderão realizar, por exemplo, prova ampliada, superampliada ou com contraste.

Ainda será permitido que os inscritos usem materiais próprios que auxiliem na realização da prova no computador, caso seja necessário. Tradutor-intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras), tempo adicional e salas acessíveis também são recursos previstos no edital da modalidade digital.

Login – É preciso ter o login único dos portais gov.br para acompanhar a situação das solicitações, entrar com possíveis recursos e inscrever-se no exame. Quem não possui o login pode criá-lo no endereço eletrônico acesso.gov.br. O acesso único ao gov.br faz parte do processo de unificação de todos os serviços digitais dos órgãos públicos, alinhado ao Plano de Transformação Digital do Governo Federal. É necessário se cadastrar somente uma vez para ter acesso liberado a todos os serviços prestados. O cadastro garante maior segurança e transparência na utilização dos sistemas.

Enem – O Exame Nacional do Ensino Médio avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica. Ao longo de mais de duas décadas de existência, tornou-se uma das principais portas de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e de iniciativas como o Programa Universidade para Todos (ProUni).

Instituições de ensino públicas e privadas utilizam o Enem para selecionar estudantes. Os resultados são usados como critério único ou complementar dos processos seletivos, além de servirem de parâmetros para acesso a auxílios governamentais, como o proporcionado pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Os resultados individuais do Enem também podem ser usados nos processos seletivos de instituições portuguesas que possuem convênio com o Inep para aceitarem as notas do exame. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal.

Confira o edital do Enem 2021 impresso

Confira o edital do Enem 2021 digital

Acesse a Página do Participante

Saiba mais sobre o Enem

 

Assessoria de Comunicação Social MEC com informações do Inep

O que é o “boi safrinha” e quais são os benefícios de criá-lo?

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A “safrinha”, ou segunda safra, é comum no cultivo de grãos, mas também pode ser um conceito bastante produtivo e trazer lucro para a pecuária

Conheça o mais relevante evento sobre agronegócio do País

O conceito de safrinha, ou segunda safra, começou a se popularizar no cultivo de grãos a partir dos anos 1980, como forma de otimizar os recursos e aumentar a produção das propriedades, mesmo na estação seca. Atualmente, a safrinha é uma parte essencial da cadeia produtiva, em especial do milho, com boa parte da colheita acontecendo nesse segundo período.

Nos últimos anos, essa ideia foi transplantada para a pecuária, com a criação do “boi safrinha” em alternância com a soja ou o milho.

Em sistema integração lavoura-pecuária (ILP), essa técnica é uma opção interessante tanto para aumentar os lucros dos produtores de grãos que não conseguem ter uma boa colheita na safrinha como também para os pecuaristas que têm dificuldade para engordar o gado na estação seca.

Basicamente, o “boi safrinha” consiste em usar as forragens da lavoura de grãos como pasto para o gado na janela de tempo que o solo precisa para se recuperar entre uma safra e outra.

Nesse contexto, a criação de gado é beneficiada pelo valor nutritivo do pasto resultante da lavoura, assim como a produção de grãos aumenta após a pastagem por conta do respeito ao tempo de recuperação do solo. Em resumo, é uma situação ganha-ganha para as duas produções. Além disso, a criação do “boi safrinha” otimiza a utilização do solo, os recursos humanos e o maquinário da propriedade, com produção o ano todo.

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Experiências realizadas pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) no Distrito Federal demonstram que a técnica do “boi safrinha” permite engordar o gado em até 900 gramas por dia — na estação seca, são esperados apenas 150 gramas/dia. Com isso, é possível ter animais com peso adequado para o abate em cerca de 70 dias, ao final da “entressafra”, otimizando os custos de produção do gado.

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) também realizou testes com o “boi safrinha” no cerrado e na Bahia, estimando que o custo de produção da arroba saia entre R$ 120 e R$ 140, contra R$ 200 da pastagem convencional — principalmente por conta do menor tempo de engorda. Segundo a Embrapa, o sistema rendeu R$ 2,99 bilhões em lucros, nos 3 milhões de hectares que o utilizaram na safra 2019/2020.

Em suas pesquisas, a empresa também calculou o impacto ambiental positivo do “boi safrinha”: 9,4 milhões de hectares de pastagens perenes deixaram de ser ocupados no Cerrado, tanto pela reutilização das lavouras e pasto como pela antecipação da idade de abate dos animais, em um efeito chamado de “poupa-terra”. 

A Embrapa explica que a técnica do “boi-safrinha” com integração lavoura-pecuária é usada por alguns produtores na Bahia desde os anos 1990, mas foi sistematizada em publicações da empresa a partir de 2017. Desde então, novos projetos estão permitindo um aumento na produção e popularizando a técnica — na safra 2018/2019 foram utilizados 2,3 milhões de hectares para o “boi safrinha”, com rentabilidade mensal de 5,7 %/ha, enquanto o ciclo seguinte registrou rentabilidade de 9,7 %/ha em 3 milhões de hectares.

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Fonte: Emater-DF, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.