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MPC-RO notifica municípios a se absterem de contratação irregular para gerenciamento visando ao fornecimento de medicamentos e insumos

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Nas notificações, MPC-RO alerta para que seus gestores se abstenham de dar continuidade a procedimentos licitatórios cujo objeto é praticamente idêntico ao do processo n. 1080/2021/TCE-RO, que foi, em sede de juízo liminar, considerado ilegal pelo TCE-RO, em razão de indícios de irregularidade

Atuando pedagógica e preventivamente, o Ministério Público de Contas (MPC-RO) expediu recentemente Notificações Recomendatórias Coletivas aos municípios, alertando para que seus gestores se abstenham de dar continuidade a procedimentos licitatórios cujo objeto – contratação para gerenciamento de cartões por rede credenciada com fornecimento de medicamentos e insumos na área da saúde –, é praticamente idêntico ao objeto do processo n. 1080/2021/TCE-RO, que foi, em sede de juízo liminar, considerado ilegal pelo TCE-RO, em razão de indícios de irregularidade.

Até o momento, já foram emitidas duas notificações: as NRCs nºs 001 e 002/2021/GPEPSO/GPGMPC-RO, direcionadas, respectivamente, aos municípios de Monte Negro e Governador Jorge Teixeira. Entretanto outros municípios também serão notificados, em razão de os procedimentos licitatórios deflagrados por suas administrações também guardarem semelhança com o citado processo.

No caso analisado pelo TCE-RO, o município de Vale do Anari busca realizar registro de preço para contratação de empresa especializada em gerenciamento de cartões por rede credenciada com fornecimento de materiais farmacológicos, hospitalares, odontológicos, laboratoriais e químicos, operada através da utilização de sistema via web próprio da contratada.

Ao longo da análise do processo, foram identificados pelo corpo técnico do Tribunal de Contas problemas na licitação, em especial critérios de julgamento que podem não refletir real vantajosidade e economicidade, assim como possível critério restringindo a competitividade do certame, resultando na determinação de que o município suspenda o procedimento até posterior decisão do TCE-RO.

PREVENTIVO

Em razão da determinação do TCE-RO, o MPC-RO, de modo preventivo e pedagógico, emitiu às administrações municipais que têm objetos semelhantes deflagrados em procedimento licitatório notificações recomendatórias, a fim de evitar, principalmente, o pagamento irregular de despesas e, via de consequência, a grave repercussão danosa aos cofres públicos.

Nas notificações, o órgão ministerial ainda relaciona falhas identificadas nas mencionadas licitações, entre os quais, ausência de estudo capaz de garantir que o modelo de contratação adotado é mais vantajoso do que a contratação diretamente com os fornecedores.

Questiona ainda o MPC-RO, a impossibilidade de aferir vantajosidade das aquisições que se pretende realizar, em razão de ser eliminada qualquer economia de escala que seria experimentada pela Administração, assim como a retirada da disputa (ou dando oportunidade para que isso ocorra) das grandes empresas de medicamentos e materiais de saúde, únicas que possuem condições de ofertar melhores preços à Administração Pública dado o volume de negócios.

Outros dois pontos levantados: previsão de que as solicitações da Prefeitura sejam atendidas no prazo de 24h, revelando indício de que as aquisições poderão ser feitas “em balcão” (novamente com ausência de vantajosidade e economicidade); e à previsão apenas da apresentação de “orçamento prévio”, sem qualquer detalhamento de suas características mínimas.

O uso de óleos essenciais como anestésicos em piscicultura

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No crescente mercado de produtos naturais, destaca-se o emprego de óleos essenciais em diferentes áreas do conhecimento, inclusive a aquicultura. O princípio é de que muitas plantas são capazes de sintetizar moléculas impossíveis de se obter em laboratório ou ainda essa produção seria economicamente inviável. Essas moléculas estão presentes em pequenas quantidades nas partes das plantas (raízes, folhas, caules, flores, frutos) e para que se obtenha quantidades maiores são feitos os extratos botânicos ou a obtenção dos óleos por hidro destilação. Esses produtos (extratos ou óleos) são analisados em laboratório para ser traçado o seu perfil de componentes químicos. Dessa forma, é possível direcionar as pesquisas a respeito dos usos potenciais destes extratos e princípios ativos.

            Nas práticas rotineiras na piscicultura, o manejo inevitavelmente está presente, sendo os peixes manuseados para fins de gerenciamento de campo da produção, como em pesagens, contagens, transporte e transferências entre tanques. Entretanto, nessas ocasiões o equilíbrio dos peixes com o ambiente é quebrado, de forma que o metabolismo animal se altera no sentido de produzir energia extra para ser utilizada em fugas, lutas ou adaptações fisiológicas dos animais às novas condições. Esse conjunto de reações do metabolismo é chamado estresse que, quando em intensidade e duração excessiva, pode comprometer a produção aquícola.

            Dessa forma, uma das maneiras de se prevenir o estresse em peixes durante o manejo é o uso de anestésicos. Muitas espécies de peixes se movimentam em excesso durante o manejo, podendo sofrer injúrias nas superfícies dos corpos por abrasão ou impactos por quedas, bem como perda de muco. Doenças podem se manifestar alguns dias depois, levando até a mortalidade em massa e prejuízos econômicos. Ainda algumas espécies como os bagres pintado, cachara e surubim apresentam ferrões que podem ferir os outros peixes e até mesmo os trabalhadores. Porém, um dos únicos anestésicos regulamentado para peixes é a tricaina metano sulfonato (MS 222). Além de ser um produto importado, apresenta custo inacessível para muitas unidades de piscicultura no Brasil. Em adição, necessita de período de carência de 21 dias após o seu uso.

            O anestésico natural para peixes mais estudado é o óleo de cravo, extraído de partes da planta de cravo da Índia por hidro-destilação. O seu componente majoritário é o eugenol. Um produto anestésico comercial para peixes é produzido a partir do isoeugenol e descrito em outros países, como Austrália. O óleo de cravo tem vasto uso em seres humanos como aromatizantes em alimentos e, na odontologia, o eugenol é amplamente utilizado na composição do preenchimento temporário com o óxido de zinco. Isso quer dizer que se um peixe que foi anestesiado com eugenol for acidentalmente consumido, o indivíduo estaria exposto a uma quantidade de eugenol muito menor do que a recebida em uma restauração dentária. Além do mais o tempo de eliminação do eugenol é muito inferior aos 21 dias citado acima para o MS 222.

            Outro anestésico natural para peixes conhecido é o mentol, presente em óleos de algumas espécies de hortelã, principalmente Mentha arvensis e Mentha x piperita. O mentol também tem vasto uso em seres humanos, como as indústrias alimentícias e farmacêuticas.

Diversos grupos de pesquisas no Brasil têm estudado o uso de óleos essenciais como anestésicos naturais para peixes. Destacam-se os estudos com os óleos de cidreira (Lippia alba), alecrim pimenta (Lippia sidoides), alfavaca cravo (Ocimum gratissimum), jambú (Spilanthes acmella), cidrão (Aloysia tryphila) e melaleuca (Melaleuca alternifólia). Pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste trabalham com o uso de óleos essenciais na aquicultura. Possuem patentes depositadas e seguem os trabalhos buscando parcerias para o lançamento de produtos naturais no mercado. A Embrapa Agropecuária Oeste (Dourados, MS) obteve bons resultados em um projeto financiado pela Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado do Mato Grosso do Sul (Fundect TO 126/2016). Na região Sul do Brasil destaca-se a Universidade Federal de Santa Maria com trabalhos de uso de óleos essenciais como anestésicos do bagre jundiá.   

De toda forma, não quer dizer que por ser em produtos naturais não necessitam de cuidados para uso em peixes. Os peixes devem ser expostos às concentrações adequadas para cada espécie e tamanho, de forma a atingir um estágio anestésico satisfatório para a execução de determinada prática de manejo, e por tempo adequado para evitar superexposição. Exemplo, para pesar e medir peixes utiliza-se o estágio 3 de anestesia, caracterizado como a perda total de equilíbrio do peixe na coluna de água, sendo observada total incapacidade para volta à posição normal de nado, também conhecido como o estágio de anestesia dos “peixes de barriga pra cima”. De forma geral, os peixes não devem ficar mais do que 5 a 10 minutos nas soluções anestésicas sob o risco de não retornarem da anestesia ou sofrem danos irreversíveis como descrito na literatura científica nas córneas e lamelas branquiais.

Muitos trabalhos avaliam respostas fisiológicas de peixes anestesiados com óleos essenciais. Amostras de sangue e tecidos são coletadas antes, durante e depois dos banhos anestésicos. De maneira geral, as alterações fisiológicas estudadas são detectadas com mais intensidade logo após as exposições aos óleos essenciais como anestésicos. Recuperação total dos indivíduos deve ser observada poucas horas depois. No que se refere ao tempo de eliminação de componentes majoritários dos óleos essenciais da corrente sanguínea de peixes, foi constatado que peixes anestesiados com os óleos de Lippia alba e Lippia sidoides eliminaram a maior parte em menos de duas horas depois da anestesia e retorno à agua limpa livre de qualquer produto. Vinte e quatro horas após as concentrações na corrente sanguíneas eram mínimas até que em 48 h eram indetectáveis.

Durante o uso de anestésicos em peixes, os técnicos e trabalhadores da piscicultura entram em contato, ainda que mínimo, com os diferentes produtos. Assim, existe a preocupação do contato repetitivo em longo prazo. Peixes expostos ao óleo de cidreira não apresentaram alterações dos micronúcleos das células sanguíneas, enquanto que peixes expostos ao eugenol sim. Porém, mais estudos são necessários, especialmente a respeito dos possíveis efeitos dos óleos essenciais aos seres humanos, ainda que em trabalhos in vitro.

prática do uso de anestésico no manejo de peixes é necessária e importante. Para tal, existem inúmeros produtos disponíveis no mercado, com destaque aos óleos essenciais. Os produtores precisam utilizá-los da forma correta e segura, de maneira que os benefícios do uso de anestésicos sejam obtidos sem trazer transtornos à sua produção.

Sílvia Zoche Borges (MTb-MG 08223 JP)

Festival do Tambaqui da Amazônia será realizado em todo o país

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Parceria entre poder público e iniciativa privada visa popularizar o consumo do pescado nativo

A Secretaria de Estado de Agricultura (Seagri), a Associação dos Criadores de Peixes de Rondônia (Acripar) e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas em Rondônia (Sebrae) preparam uma ação ousada: a realização do tradicional Festival do Tambaqui da Amazônia em todo o território brasileiro. A ideia é ter o famoso churrasco de peixe em pelo menos 60 pontos espalhados pelo Brasil.

A meta dos organizadores é alcançar boa parte dos municípios de Rondônia, assim como as 26 capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. No total, serão assadas ao menos 14 mil bandas de Tambaqui para serem vendidas à população. Toda a renda obtida será revertida em ações sociais diretas de instituições sem fins lucrativos como o Lions Clube Ariquemes Canaã, entidade que também coordena a mobilização de parceiros para o evento.

Batizado agora de Festival Nacional do Tambaqui da Amazônia, o evento é um esforço de marketing para popularizar o consumo do pescado nativo da região amazônica e já bastante consumido no norte do país. Proteína altamente sustentável, de sabor característico e recomendado por nutricionistas e grandes chefes de cozinha, a iguaria já ganhou o paladar de boa parte do país, mas ainda há a busca de novos mercados no Brasil e no exterior.

O Festival do Tambaqui da Amazônia começou em 2017, em Ariquemes, durante a Expovale, evento com exposição e comercialização de produtos de municípios do Vale do Jamari. Logo, a ideia se espalhou e ganhou a adesão de outras cidades do interior de Rondônia e chegou, em 2019 na inédita iniciativa de assar 4 mil bandas de Tambaqui em plena Esplanada dos Ministérios em Brasília, com a participação do presidente da república Jair Bolsonaro.

Agora, alçando voos maiores, o Tambaqui vai desembarcar no restante do país ampliando a promoção em torno deste pescado. Atualmente, Rondônia é o maior produtor desta espécie no país e o terceiro maior produtor de peixes em cativeiro do Brasil. Nos últimos anos, o Tambaqui também vem se mantendo como terceiro maior produto da piscicultura brasileira no ranking das exportações.

Processo de seleção para Chefe-Geral da Embrapa Suínos e Aves está aberto

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A Embrapa Suínos e Aves de Concórdia (SC) está com o processo de seleção de chefe-geral aberto. A inscrição, restrita aos empregados do quadro efetivo da Embrapa, vai até o dia 8 de julho, às 17 horas. Para inscrição, o interessado encaminhará um plano de trabalho contendo a proposta de ação para gerenciar a Embrapa Suínos e Aves durante o mandato, além de um memorial descritivo, com intenções, experiência profissional e motivos da candidatura ao centro de pesquisa.

Os candidatos que tiverem a inscrição homologada apresentarão o plano de trabalho em audiência pública, que será realizada até o dia 29 de julho. Após essa audiência, os candidatos serão entrevistados pela Diretoria-Executiva da Embrapa até 19 de agosto.

A divulgação da escolha do novo chefe-geral ocorre, no máximo, até 24 de agosto, e a designação do novo gestor pelo presidente da Embrapa será anunciada até o dia 27 de agosto.

Anexa, sugestão de ilustração

Monalisa Leal Pereira

Jornalista | MTb/SC 01139

Fundação apoia realização de documentário sobre Vilhena e região: pré-estreia exibiu filme e exposição conta bastidores

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“Parecis”: curta-metragem presta homenagem e revela riquezas históricas, culturais e naturais do Planalto dos Parecis

Estão em exposição na Fundação Cultural de Vilhena (FCV), das 7h às 13h, de segunda a sexta-feira até o dia 16 de julho, os trabalhos que compõem a identidade visual e os bastidores da produção do filme “Parecis”, do produtor e diretor de vídeo Lucas Oliver. Feito com apoio da Lei Aldir Blanc, o curta-metragem começou a ser filmado em abril de 2020 e deve ser divulgado em breve.

O filme, repleto de imagens simbólicas sobre a história, cultura e natureza do Planalto dos Parecis, que engloba o sul de Rondônia e parte do Mato Grosso, valoriza a região e traz à tona elementos formadores da consciência coletiva do rondoniense, especialmente dos vilhenenses. “Ao longo dos 9 meses de produção e filmagens, encontramos muitas espécies magníficas da fauna e flora local. Esse projeto abriu uma janela para conhecermos o desconhecido! E a exposição explora a atmosfera do filme, através de fotografias, telas e artes visuais. Queremos que as pessoas conheçam os detalhes por trás das câmeras e o processo criativo do curta-metragem”, explica Lucas.

Na pré-estreia do filme, realizada na última quinta-feira, estiveram presentes artistas, produtores culturais, cinegrafistas, secretários municipais e vereadores. Para o presidente da FCV, França Silva, iniciativas como essa recobram o orgulho do vilhenense em morar aqui. “A Fundação Cultural tem o papel de apoiar a Cultura local. Esse filme é importantíssimo para que todos conheçam de onde viemos e deem importância para a nossa região, nossa cidade e nosso povo”, garante.

Contemplado em 2020 por edital de incentivo à Cultura da Lei Aldir Blanc, do Governo Federal, “Parecis” fará parte do calendário de atividades culturais da Fundação neste ano, que apoiará diversas ações feitas por pintores, atores, músicos e outros artistas locais. Eduardo Japonês, prefeito de Vilhena, ressalta o propósito da FCV. “Quando ela foi criada há quase 10 anos, essa era a missão dela desde o início: valorizar e incentivar a Cultura local. Por muitos anos isso não aconteceu, mas agora toda a classe artística tem na Fundação uma referência importante para fazer seus projetos acontecerem com qualidade e amplitude”, assegura Japonês.

Mais informações podem ser conseguidas pelo WhatsApp institucional da Fundação Cultural de Vilhena: 3321-1777.

Semcom

IBGE: Vilhena teve o maior crescimento no número de empresas e de pessoas empregadas em Rondônia

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Levantamento compara dados de cidades com 50 mil habitantes ou mais entre 2018 e 2019

O município de Vilhena mais uma vez ganha destaque entre as cidades com melhores índices de geração de emprego, renda e criação de novas empresas. Levantamento divulgado recentemente pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostra que a cidade foi a que mais gerou empregos e criou empresas em 2019 na comparação com 2018. Dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) mostram que o salário médio também aumentou no período e que o feito se repetiu em 2020.

Com levantamento feito pelo Cadastro Central de Empresas (Cempre) e divulgado pelo IBGE, levando em consideração os números de 2018 e 2019, houve um crescimento de 12,8% no número de empresas locais. Foram 370 novas unidades, passando de 2.885 para 3.255. Ritmo maior que a média do Estado (5%), da Região Norte (7%) e do país (6,3%).

Em relação ao número de pessoas que se declararam ocupadas, Vilhena teve um aumento de 6.2% em números proporcionais. Dados do MTE também mostram que de 2018 para 2019 o salário médio do trabalhador vilhenense também subiu de R$ 1.301 para R$ 1.381, conforme o relatório online do Caged. O aumento significa 6,2% a mais de remuneração para o trabalhador local. Houve aumento nos números da economia até mesmo durante a pandemia.

CRESCIMENTO NA PANDEMIA – Dados do MTE revelam ainda que Vilhena foi a cidade que mais gerou empregos formais em 2020 no Estado, ficando também em 73° lugar no ranking nacional entre todos os 5.570 municípios. Segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) do Governo Federal, de janeiro a dezembro do ano passado, Vilhena gerou 1.374 novos empregos, fechando o ano com um total de mais de 20 mil trabalhadores formais.

O prefeito Eduardo Japonês parabeniza a classe comercial e destaca os fatores que contribuíram para os resultados. “Esses números são fruto da força econômica de Vilhena, do trabalho incansável de nossos empresários e também do compromisso da Administração com a cidade, oferecendo apoio aos empreendedores individuais, ao trabalhador do campo e investindo pesado em infraestrutura para estimular a instalação e ampliação das empresas locais”, destaca o prefeito Eduardo Japonês.

De acordo com secretário municipal de Turismo, Indústria e Comércio, Adilson Oliveira, mesmo com a pandemia, o município tem buscado mecanismos para manutenção do emprego da população. “A Casa do Empreendedor e o Banco do Povo, mantidos aqui em Vilhena pela Prefeitura, já atenderam quase 5 mil empreendedores com diversos serviços desde o início desta gestão, em 2018. Além disso, considerando apenas os empréstimos, foram liberados R$ 114 mil em 2019, R$ 331 mil em 2020 e R$ 73 mil em 2021, até abril. Assim, o total entregue de 2019 até o momento ultrapassa meio milhão de reais para pequenos negócios em Vilhena”, revela Adilson.

Semcom

Brasil, Austrália e África do Sul unificam dados genômicos sobre resistência bovina ao carrapato

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Informações são capazes de alcançar precisão inédita para selecionar animais de corte resistentes ao parasita

·         Trabalho reúne dados de predição genômica sobre bovinos de corte para ajudar produtor a selecionar animais resistentes à praga.

·         Ao envolver diferentes populações de bovinos, trabalho viabiliza previsões mais precisas sobre a resistência ao carrapato.

·         Estão contempladas as raças Angus, Hereford, Brangus e Braford (Brasil); Tropical Composite e Brahman (Austrália); e Nguni (África do Sul).

·         Análise necessita de bem menos animais para fazer predições em comparação aos métodos convencionais.

·         Novo método pode ser usado para identificar animais com outras características de interesse

Pesquisadores de diversos países acabam de divulgar a união de bancos de dados do Brasil, África do Sul e Austrália com informações de predição genômica para resistência de diversas raças de bovinos de corte ao carrapato, um dos principais problemas que afetam a pecuária nos países produtores de carne e leite. Os cientistas integram o Consórcio Internacional do Carrapato, coordenado pelo Centro para Genética e Saúde da Pecuária Tropical (CTLGH), localizado na Universidade de Edimburgo no Reino Unido e que envolve países da África, Oceania, Europa e das Américas.

Os resultados desse trabalho inédito integram o artigo “Predição genômica de vários países e raças de resistência a carrapatos em bovinos de corte”, lançado nesta quinta-feira (23/06), na Revista Científica internacional Frontiers. Conforme o pesquisador Fernando Flores Cardoso, chefe-geral da Embrapa Pecuária Sul e primeiro autor do artigo, o grau de infestação por carrapatos é um fenótipo muito difícil de coletar nos rebanhos para a avaliação da resistência dos animais. Dessa forma, unir dados de diferentes países e raças bovinas representa um avanço importante para a seleção genômica voltada à resistência ao carrapato.

No artigo, os pesquisadores mostram que é possível combinar informações de diferentes populações de bovinos em uma única análise e, com isso, gerar previsões de resistência ao carrapato mais precisas. “Isso permite que a seleção possa avançar inclusive em populações que tenham uma população de referência menor. Podemos buscar agregar outras populações e fazer com que aumente ainda mais esse banco. Lembrando que essa população de referência é a base de dados necessária para iniciar o processo de seleção genômica. São animais com contagem de carrapatos e com os genótipos para milhares de marcadores por todo o genoma”, explica Cardoso.

No estudo, foram unificadas as bases de dados de milhares de animais fenotipados para resistência ao carrapato das raças Angus, Hereford, Brangus e Braford (Brasil); Tropical Composite e Brahman (Austrália); e Nguni (África do Sul), visando avaliar a possibilidade de melhorar a resistência do hospedeiro por meio da seleção genômica de múltiplas características.

Os dados consistiram em contagens ou escores de carrapatos, avaliando o número de carrapatos fêmeas de pelo menos 4,5 mm de comprimento. Todas as populações foram genotipadas usando Illumina SNP BeadChips de média densidade e combinadas em um painel comum de alta densidade de mais de 300 mil marcadores. “Os resultados indicam que uma avaliação genômica conjunta de Angus, Hereford, Braford, Brangus e Brahman pode ser prontamente implementada para melhorar a resistência ao carrapato dessas populações usando a seleção em valores genômicos de reprodução. Para Nguni e Tropical Composite, fenotipagem adicional será necessária para obter valores genômicos mais precisos”, declara Cardoso.

Conforme o pesquisador Appolinaire Djikeng, da Universidade de Edimburgo (Escócia), coautor do artigo, o estudo é importante por diversos fatores e colabora diretamente para diminuição da pressão por uso de produtos químicos de controle do carrapato. “Os resultados relatados em nossa publicação fornecem uma estrutura para a integração da seleção para resistência a carrapatos em programas de criação de gado. Ao fazer isso, será cada vez mais possível identificar animais resistentes a carrapatos para uso por produtores em áreas endêmicas de carrapatos. Um benefício significativo de longo prazo do uso de uma abordagem genética para o controle de carrapatos é o uso reduzido e, com sorte, a eliminação de acaricidas muito usados para tratar animais, mas que apresentam efeitos adversos importantes para a saúde pública e o meio ambiente”, disse.

A pesquisadora Heather Burrow, da Universidade da Nova Inglaterra (Austrália), coautora do artigo, destaca que o uso de uma abordagem colaborativa internacional e multidisciplinar é essencial para o desenvolvimento de soluções para o problema do carrapato. Nos últimos anos, o CTLGH buscou uma maneira prática e econômica de analisar os dados dos bovinos de corte, usando uma combinação de medições de animais e informações baseadas em DNA (genômicas) para fornecer valores genômicos que os agricultores poderiam usar para sua tomada de decisão de criação.

“A pesquisa recentemente publicada e liderada por cientistas da Embrapa, em conjunto com pesquisadores de outros países, mostrou agora que é inteiramente viável combinar informações genômicas de bovinos entre países para fornecer valores genômicos para uso pelos criadores. Além disso, a abordagem do consórcio identificou diversas vantagens importantes sobre os métodos de melhoramento genômico tradicionalmente aceitos para as abordagens de seleção genômica tradicionais, que tornarão muito mais simples e econômica para os criadores de gado melhorar geneticamente a resistência ao carrapato do gado”, conta Burrow.

A nova pesquisa, segundo a cientista, demonstra que, usando informações genômicas completas em conjunto com medições de animais, é preciso medir significativamente menos animais do que nas abordagens tradicionais e em rebanhos que não são geneticamente relacionados. “Essa pesquisa, na verdade, usou gado de várias raças de gado completamente não relacionadas no Brasil, Austrália e África do Sul e usou muito menos animais do que os exigidos pelas abordagens tradicionais de criação, que costumam analisar entre mil a cinco mil cabeças. Além disso, a nova pesquisa mostrou que mesmo com pequenas variações na forma como a infestação por carrapato é medida no gado, as predições para resistência ao parasito também funcionam se os dados forem analisados em conjunto com informações genômicas completas. Essas descobertas demonstram não apenas a viabilidade da abordagem do consórcio para encontrar soluções que sejam práticas e econômicas para os criadores de gado, mas também representam avanços científicos genuínos que poderiam ser aplicados no futuro não apenas à resistência ao carrapato do gado, mas também a outros problemas”, finaliza a pesquisadora australiana.

Carrapato provoca perdas bilionárias

Cerca de 80% do gado de corte e leiteiro do mundo são afetados por carrapatos ou doenças por ele transmitidas e que causam perdas significativas na produção. Em 2016, esses prejuízos foram estimados entre US$ 20 bilhões e US$ 30 bilhões. Além das perdas produtivas e dos danos diretos provocados pelo parasita ao animal, como anemias, estresse e lesões no couro, o carrapato pode aumentar em até quatro vezes a frequência das bicheiras (miíases).

O carrapato é, ainda, o vetor dos patógenos responsáveis pela babesiose e anaplasmose, doenças que caracterizam o complexo da Tristeza Parasitária Bovina (TPB). Assim, a perda na produção de carne e de leite e a desvalorização do couro somam-se a outros prejuízos, desde os gastos com as medidas emergenciais de controle e menor desempenho reprodutivo até a morte de animais.

Seleção genômica

A seleção genômica para resistência do hospedeiro aos carrapatos é o fator mais eficiente para controle dos parasitas, representando solução permanente de baixo custo, que não requer mão-de-obra ou recursos extras e não implica em custos adicionais para a produção de carne e leite.

Na Embrapa, desde 2010, uma equipe multidisciplinar liderada pelo pesquisador Fernando Flores Cardoso trabalha com o tema, visando aumentar a resistência dos bovinos aos problemas sanitários mais prevalentes relacionados ao parasita. Cardoso recentemente liderou o projeto “Ferramentas genéticas para aumentar a resistência a carrapatos, aos agentes da Tristeza Parasitária, a Ceratoconjuntivite e ao Carcinoma Ocular em bovinos de corte”. Um dos principais resultados dessa pesquisa foi a formação de um banco de dados de animais das raças Hereford, Braford, Angus e Brangus com milhares de bovinos que possuem dados de genotipagem para 50 mil marcadores genéticos e dados fenotípicos para resistência a carrapatos, para características produtivas, como ganho de peso, características de adaptabilidade, pigmentação ocular, comprimento de pelame e tamanho de prepúcio. Essa base, a maior em todo o mundo sobre resistência ao carrapato, constitui uma População de Referência para o desenvolvimento de predições genômicas.

Felipe Rosa

MTb 14.406/RS

Decreto isenta ICMS na aquisição de mais 20 medicamentos usados no auxílio ao tratamento contra a covid-19

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O Decreto nº 26.190, do Governo de Rondônia, assinado pelo governador Marcos Rocha e pelo gestor da Secretaria de Estado de Finanças (Sefin), Luiz Fernando Pereira da Silva, publicado nesta sexta-feira (25) no Diário Oficial eletrônico, isenta a aquisição de medicamentos utilizados no auxílio ao tratamento contra a covid-19, do recolhimento do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para o transporte entre estados de origem e Porto Velho.

Agora há mais facilidade para empresas e Saúde Pública suprirem hospitais com remédios requisitados desde o ano passado no enfrentamento ao coronavíus em Rondônia.

Por ordem alfabética, são estes os 20 medicamentos líquidos ou em drágeas contemplados com a isenção e que serão distribuídos pelo almoxarifado da  Secretaria de Estado da Saúde (Sesau): Alfentanila, Aropina, Atracúrio, Cisatracúrio, Dexmedetomidina, Dextrocetamina, Cloreto de Suxametônio (succinilcolina), Diazepam, Epinefrina, Etomidato, Fentanila, Haloperidol, Lidocaína, Midazolam, Morfina, Norepinefrina, Rocurônio, Remifentanila, Sufentanila e Pancurônio.

O decreto acresce dispositivos ao Regulamento sobre ICMS e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação.

Pesquisa que mapeia 109 mutações no SARS-CoV-2, vírus da Covid-19, é publicada na Scientific Reports Nature

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Estudo coordenado pela Univates pode contribuir para desenvolvimento futuro de fármacos para tratar a Covid-19

 

Uma pesquisa coordenada pela Universidade do Vale do Taquari – Univates foi recentemente publicada na revista científica Scientific Reports, um megajornal científico do grupo Nature. O trabalho, que lança luz sobre mutações no vírus SARS-CoV-2, é um esforço na tentativa de identificar mecanismos envolvidos em processos virais que podem contribuir para o desenvolvimento futuro de fármacos para tratar a Covid-19.

 

O trabalho liderado pelo professor Luis Fernando Saraiva Macedo Timmers analisou 627 sequenciamentos genéticos de amostras do SARS-CoV-2 coletadas no Brasil e identificou 109 mutações no vírus causador da Covid-19. O estudo dá aos pesquisadores condições de avaliar mecanismos de evolução viral, ou seja, quais proteínas estão sofrendo mutações e em quais elas são mais prevalentes. “Podemos ter indícios de como o vírus está se adaptando ao meio”, explica Timmers.

 

O estudo é uma visão geral sobre as mutações que aconteceram no Brasil e, ao estar agora disponível à comunidade científica internacional, contribui para a adoção de diferentes abordagens possíveis no campo do desenvolvimento de fármacos para o tratamento da Covid-19. Devido ao alto índice de transmissibilidade, o Brasil se tornou um epicentro de Covid-19 no mundo e, desde então, vem sendo monitorado para entender onde ocorrem as mutações no genoma do SARS-CoV-2 e como essas variações se disseminam.

 

“Combinamos análises genômicas e estruturais para avaliar genomas isolados de diferentes regiões do Brasil e mostrar que as mutações mais prevalentes estavam localizadas nos genes S, N, ORF3a e ORF6, que estão envolvidos em diferentes estágios do ciclo de vida viral e sua interação com células hospedeiras”, descreve o docente. Esses dados mostram como a biologia estrutural, combinada com a genômica, pode ser aplicada para entender melhor a variabilidade viral e ser útil em estudos de descoberta de fármacos com base na estrutura e desenvolvimento de vacinas.

 

A análise estrutural realizada na pesquisa evidenciou as posições dessas mutações nas estruturas das proteínas. “Essas informações podem ajudar a entender o impacto das mutações sobre a estabilidade das proteínas virais, a eficácia das vacinas e também monitorar o quão diferentes os vírus são no Brasil quando comparados a outras regiões”, revela o pesquisador.

 

Sequência dos estudos

O mundo está numa corrida para tentar encontrar fármacos desde o começo da pandemia, mesmo que a atenção internacional tenha se voltado inicialmente para os imunizantes. “A partir do momento em que a pessoa está doente, também vamos precisar de remédios eficazes, um tratamento farmacológico”, relata Timmers.

 

Nessas condições, o estudo tem a perspectiva de continuar. A doutoranda Débora Bublitz Anton, do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia (PPGBiotec) da Univates, orientada pelo professor Timmers e coorientada pela professora Márcia Inês Goettert, está trabalhando na prospecção de moléculas que possam ser usadas como inibidores com características antivirais e anti-inflamatórias contra o SARS-CoV-2, utilizando técnicas de biologia molecular e bioinformática.

 

“O SARS-CoV-2 apresenta a enzima 3CL protease (3CLpro), a qual é responsável por clivar as poliproteínas formadas após a tradução do RNA viral, que são essenciais para o seu processo de replicação. Se impedirmos que essa proteína funcione, o vírus não vai se formar e replicar”, explica Timmers. Outra possibilidade do estudo é analisar se existem mutações na proteína 3CLpro, a protease principal do SARS-CoV-2.

“Se aconteceram mutações nessa proteína, precisamos levar o fato em consideração, porque os fármacos em estudo podem interagir de forma diferente com elas”, analisa o pesquisador. “O interessante de modular a atividade dessa proteína em específico é que ela é importante para a replicação viral, ou seja, se conseguirmos impedir a replicação, podemos parar o vírus”. Essa poderia ser uma abordagem para tratamento farmacológico antiviral para a Covid-19.

 

O trabalho desenvolvido vai além. Os pesquisadores da Univates estão na busca por uma molécula que, além de antiviral, possa ser anti-inflamatória. “Se conseguirmos encontrar uma molécula que funcione nessas duas áreas, teremos uma vantagem muito grande em relação ao vírus. Um dos maiores problemas da Covid-19 reside em decidir quando iniciar o tratamento”, acrescenta Timmers. “Identificar uma molécula antiviral que auxilie na modulação do processo inflamatório no organismo do hospedeiro seria muito vantajoso para nós, além de abrir mais uma porta para o desenvolvimento de fármacos”.

 

Este é o primeiro trabalho de Timmers como autor principal publicado em uma revista científica de grande prestígio internacional. “É uma satisfação constatar o respaldo da comunidade científica no nosso trabalho, publicado agora na Scientific Reports. O trabalho colaborativo é essencial para que as pesquisas aconteçam. Não se faz ciência sozinho. Só podemos entregar um trabalho como esse com colaboração”, explica o professor.

 

Time

Além da Univates, participam da pesquisa a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), a Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Universidade Federal de Pelotas (UFPel), a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e a Universidade de Tübingen (Alemanha).

 

O artigo é assinado por Luis Fernando Saraiva Macedo Timmers, Julia Vasconcellos Peixoto, Rodrigo Gay Ducati, José Fernando Ruggiero Bachega, Leandro de Mattos Pereira, Rafael Andrade Caceres, Fernanda Majolo, Guilherme Liberato da Silva, Débora Bublitz Anton, Odir Antônio Dellagostin, João Antônio Pegas Henriques, Léder Leal Xavier, Márcia Inês Goettert e Stefan Laufer.

 

A pesquisa tem fomento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e da BRF.

 

Texto: Lucas George Wendt

 

Imagens:

Professor Luís Fernando Saraiva Macedo Timmers – Crédito da imagem: Divulgação

Bioinformática – Crédito da imagem: Divulgação

Coronavírus – Crédito da imagem: Fusion Medical Animation/Unsplash

Assessoria de Imprensa 
Setor de Marketing e Comunicação – Univates

Vilhena será sede dos Jogos Intermunicipais de Rondônia pela terceira vez

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Vilhena sediará os Jogos Intermunicipais de Rondônia (JIR) em novembro deste ano. A confirmação veio através de uma reunião na capital do Estado nesta semana, com o secretário municipal de Esportes, Welliton Oliveira, e representantes da Sejucel (Superintendência da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer).

O prefeito Eduardo Japonês e Welliton estiveram com os representantes da Sejucel, Edvaldo Botelho e Neimario Ourique, responsáveis pela equipe técnica e coordenação dos jogos bem como com Mayara Metran, chefe de gabinete da Sejucel, que representou o superintendente da pasta, Jobson Bandeira, que cumpria agenda em outro município.

Foi definido que o JIR 2021 será realizado em Vilhena entre os dias 12 a 21 de novembro com 14 modalidades: atletismo, basquetebol, capoeira, ciclismo, futsal, futebol 7, handebol, karatê, judô, taekwondo, tênis de mesa, voleibol, vôlei de praia e xadrez. Vilhena sediará os jogos pela terceira vez em sua história, as outras duas oportunidades foram em 2014 e 2018.

Eduardo Japonês aponta que a data escolhida para a realização dos jogos leva em conta a campanha de vacinação contra covid-19. “Pretendemos realizar o evento na metade final do mês de novembro, pois até lá teremos avançado bastante na vacinação da população de Rondônia. O esporte foi muito afetado pela pandemia e suas restrições, mas esperamos que tudo seja restabelecido o quanto antes. Naturalmente, todas as regras sanitárias que eventualmente estiverem vigentes em novembro serão respeitadas”, relata Eduardo.

O secretário municipal de Esportes, Welliton, conta que Vilhena dará toda a estrutura esportiva. “A secretaria municipal de Esportes vai adequar nossos espaços e estimamos receber 2.400 atletas e dirigentes, para o maior evento esportivo do Estado. Claro, devido à pandemia do coronavírus, definimos que nos esportes coletivos serão apenas 16 equipes, sendo oito masculinas e oito femininas. Os atletas vão receber uma alimentação de qualidade e ocuparão os hotéis do nosso município, fazendo com que a economia local tenha uma ascensão neste período”, conclui Welliton.

Semcom