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Governo Federal recomenda vacinação contra Covid-19 em gestantes e puérperas sem comorbidades

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Com a inclusão no grupo prioritário do Programa Nacional de Imunizações, devem ser vacinadas mais de 2,5 milhões de mulheres

O Ministério da Saúde fez, nesta quinta-feira (8), novas orientações sobre a vacinação de gestantes e puérperas contra a Covid-19. A pasta retoma recomendação de imunizar gestantes sem comorbidades a partir dos 18 anos. A expectativa é atender mais de 2,5 milhões de mulheres nessa etapa da imunização.

A pasta também orientou que os imunizantes aplicados em gestantes devem ser o da Pfizer e a CoronaVac, que não possuem vetor viral. Já as da AstraZeneca e Janssen ficam excluídas da vacinação de gestantes e puérperas justamente por usarem o vetor viral. O ministério também ressaltou que não devem ser combinadas doses de diferentes vacinas na imunização.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, ressaltou que as grávidas que foram vacinadas com a primeira dose da AstraZeneca devem tomar a segunda dose da mesma vacina após o puerpério, que é o período de até 45 dias após parto. “Sabemos que uma dose da vacina AstraZeneca já protege bem, de tal sorte que essas que já tomaram a vacina tem uma proteção.”

O Ministério da Saúde já tinha incluído grávidas e puérperas no Programa Nacional de Vacinação (PNI) em abril deste ano, porém, em maio, aconselhou a suspensão temporária da vacinação de gestantes sem comorbidades. O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, explicou que a liberação ocorreu após análises técnicas, debates com pesquisadores e avaliação dos dados epidemiológicos. Dados apresentados mostram que a letalidade da Covid-19 em grávidas no Brasil está em cerca de 10%, enquanto a da população em geral está em 2%.

“Houve entendimento de se voltar a vacina nas gestantes sem comorbidades. Não há porque suspender a vacinação, até porque, gestantes, grávidas, que não sabem ainda estarem grávidas, recebem vacinas e têm uma evolução satisfatória e seria benéfico para elas também. Por isso, o PNI entendeu que deveríamos incluí-las novamente”, explicou Queiroga.

A vendedora Bruna Lopes, de 25 anos, está grávida de 27 semanas e considera que tomar a vacina traz mais segurança à gestante que precisa sair de casa todos os dias para trabalhar. “Fiquei muito tranquila de saber que as gestantes que não tem comorbidades podem ser vacinadas. Além de tranquila, me passou segurança maior por estar trabalhando. Vou estar imunizada, tanto eu quanto meu filho e vamos poder trabalhar com tranquilidade agora.”

Não está autorizada a combinação de vacinas

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que a intercambialidade de vacinas nas gestantes não é aconselhada. Ou seja, a orientação é tomar primeira e segunda doses do mesmo imunizante. “Não é recomendado, não há evidência científica acerca da intercambialidade de vacinas nas gestantes. Portanto, vamos manter a orientação do Programa Nacional de Imunização.”

Segundo ele, a combinação de vacinas não está autorizada em nenhum público. “A intercambialidade ainda não está autorizada. Ela ainda é motivo de estudos.”

Primeira dose garantida

Moradora de Fortaleza (CE), a psicóloga Lívia Romero está entre as gestantes que já tomaram a primeira dose da vacina contra o novo coronavírus. “Fui imunizada contra a Covid-19 assim que completei 12 semanas de gestação. Por orientação da minha obstetra, resolvemos aguardar esse período.”

“Não tive receio nenhum de me vacinar nesse período. Meu medo maior sempre foi contrair o vírus enquanto estava grávida em razão dos riscos de desenvolver a forma mais grave da doença para gestantes. Estou muito feliz por estar imunizada e aguardando ansiosamente a segunda dose”, afirmou.

Infográfico

Vacinação

O Ministério da Saúde já distribuiu cerca de 144 milhões de doses de vacinas aos estados e Distrito Federal. Já foram imunizadas quase 500 mil grávidas e puérperas com comorbidades.

Mais de 81,1 milhões de brasileiros já receberam a primeira dose, o que representa cerca de 50% da população que pode ser vacinada (160 milhões de brasileiros com mais de 18 anos). O Governo espera que todos recebam pelo menos a primeira dose até setembro.

 

Com informações do Saúde e Vigilância Sanitária

Rodrigo Pacheco estende validade de quatro medidas provisórias

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O presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco, prorrogou por 60 dias a vigência de quatro medidas provisórias que perderiam a validade na próxima semana. Todas as matérias aguardam deliberação na Câmara antes de serem remetidas ao Senado. O ato de Rodrigo Pacheco foi publicado nesta sexta-feira (9) no Diário Oficial da União.

A MP 1.049/2021 cria a Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN). De acordo com o texto, a autarquia federal tem como finalidade monitorar, regular, fiscalizar e proteger atividades, instalações, materiais nucleares e fontes de radiação.

Rodrigo Pacheco também estendeu a validade da MP 1.050/2021, que institui novos limites de tolerância na pesagem dos caminhões. O limite sobe de 10% para 12,5% na pesagem por eixo. A medida provisória também extingue a tolerância de peso por eixo para os veículos com peso bruto total inferior a 50 toneladas.

A MP 1.051/2021 cria o Documento Eletrônico de Transportes (DT-e). Exclusivamente digital, o DT-e deve ser gerado e emitido antes da execução da operação de transporte de carga no país. O objetivo é unificar, reduzir e simplificar dados e informações sobre cada operação de transporte.

O presidente do Congresso ampliou ainda a vigência da MP 1.052/2021. O texto prevê um fundo para viabilizar concessões e parcerias público-privadas (PPPs) para obras da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. A matéria reestrutura o Fundo Garantidor de Infraestrutura (FGIE), criado em 2014 para oferecer cobertura para riscos relacionados a concessões.

O Congresso analisa um total de 21 medidas provisórias editadas pelo Poder Executivo. Desse total, 18 aguardam deliberação dos deputados e uma está pendente de votação pelos senadores. Outras duas matérias publicadas nesta semana têm prazo aberto para o recebimento de emendas.

 

Com informações da Agência Câmara de Notícias

Fonte: Agência Senado

Justiça nega HC a mulher acusada de tráfico de drogas

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Nesta quarta-feira, 7, a 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Rondônia negou o pedido de habeas corpus impetrado por uma mulher que foi presa preventivamente, acusada de tráfico ilícito de entorpecentes e associação para o tráfico.

Conforme relatório policial, durante a busca e apreensão foram encontradas duas porções de maconha’, pesando aproximadamente 297,5g, e dois comprimidos conhecidos como “Gostar”, pesando aproximadamente 0,8g, os quais determinam dependência física e psíquica, de uso proibido no território brasileiro.

A paciente não foi autuada na oportunidade da busca e apreensão devido à ausência de indícios que demonstrassem sua participação no tráfico de drogas. Porém o seu celular foi apreendido e, após a análise policial, foi detectada a sua participação nos crimes investigados. No dia 16 de abril deste ano, ocorreu a sua prisão preventiva.

Para o relator do habeas corpus, desembargador José Jorge Ribeiro da Luz, é necessária a manutenção da medida cautelar para garantir a ordem pública, considerando o perigo gerado pela liberdade da paciente, especialmente considerando a gravidade do delito, as circunstâncias fáticas do caso, bem como a considerável quantidade de substâncias ilícitas. “O entorpecente estava na residência da paciente em quantidade expressiva, além da constatação de conversas explícitas de comercialização de droga por parte dela pelo celular”, destacou.

O pedido de habeas corpus foi negado e a prisão preventiva foi mantida. Acompanharam o voto do relator a desembargadora Marialva Daldegan Bueno e o juiz convocado José Gonçalves Filho.

Assessoria de Comunicação Institucional

Jaru tem 60 dias para executar limpeza da Estação de Tratamento de Esgoto que deságua no Rio Mororó

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Os magistrados que compõem a 2ª Câmara Especial do Tribunal de Justiça de Rondônia mantiveram em decisão de urgência (liminar), do Juízo da 2ª Vara Cível da Comarca de Jaru, que determinava ao Município executar, no prazo de 60 dias, a limpeza, manutenção, correção e fiscalização periódica da ETE – Estação de Tratamento de Esgoto do Loteamento Luzia Abranches. A Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público foi mantida mediante recurso de Agravo de Instrumento, que pleiteava a reforma da decisão provisória, a fim de evitar que o referido esgoto despeje dejetos in natura ou qualquer outro resíduo no Rio Mororó.

A defesa do Município de Jaru sustentou, dentre outros, que o assunto já era tratado em outra ação civil pública, na qual a empresa J. Sá Construtora e Incorporadora Ltda. foi condenada a cumprir idênticas obrigações à ETE. A defesa argumentou que o caso ainda está pendente de recurso de apelação, por isso “não se esgotaram os meios para que a empreendedora efetue os serviços”.

A defesa municipal afirmou também que o direito invocado pelo MP não pode atingir o Município de Jaru. Para a defesa, o cumprimento da medida liminar causará prejuízo à coletividade jaruense, porque o remanejamento de recursos financeiros para ETE, que não estão no orçamento municipal, não terão mais retorno.

Porém os argumentos da defesa não convenceram o relator, desembargador Miguel Monico. Para ele, não existe correlação dos objetos entre a ação civil citada contra a empresa J. Sá Construtora e Incorporadora Ltda. e a do caso atual. O voto explica que “as ações judiciais são idênticas quando têm os mesmos elementos, ou seja, quando têm as mesmas partes, a mesma causa de pedir e o mesmo pedido”, o que não se aplica.

Segundo o voto, a responsabilidade é solidária, pois como a empresa ficou inerte diante do fato, cabe ao ente público o dever de zelar e fiscalizar todos os procedimentos no loteamento, visando evitar danos ao meio ambiente e à coletividade. Ainda segundo o voto do relator, a concessão liminar da antecipação de tutela foi porque elementos de provas demonstram o mau funcionamento da ETE, que tem causado transtorno aos moradores, prejuízo ao meio ambiente e à saúde pública, uma vez que a rede de esgoto sanitário, a céu aberto, escoa nas vias públicas, atingindo galeria de águas pluviais e deságua, sem tratamento, no Rio Mororó.

Acompanharam o voto do relator, o desembargador Daniel Lagos e a juíza convocada Inês Moreira da Costa, durante a sessão de julgamento do dia 8 de julho de 2021.

 

Agravo de Instrumento n. 0800022-41.2020.8.22.0000

 

Assessoria de Comunicação Institucional

No Dia Mundial da Alergia, especialista alerta sobre importância do tratamento precoce e preventivo

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Nesta quinta-feira (8) é celebrado o Dia Mundial da Alergia,  data definida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e que tem o objetivo de alertar as pessoas sobre a importância do assunto, já que em alguns casos a alergia pode causar a morte. Em Rondônia, a alergologista e imunologista Jéssica Luna Vasconcelos fala sobre a importância do tratamento precoce e preventivo, em especial com as crianças. Pediatra no Hospital Infantil Cosme e Damião, em Porto Velho, a médica explica que 30% da população possui algum tipo de alergia.

A princípio, a alergia não deveria fazer mal ao organismo, por ser apenas uma reação exagerada de defesa do mecanismo contra os agentes, como por exemplo, os ácaros presentes na poeira. Porém, sem tratamento, em alguns casos podem levar à morte. “Os tipos mais frequentes de alergia são as respiratórias, rinite alérgica e asma alérgica. Mas também existem as alergias alimentares, dermatites, alergia a medicações, urticárias, entre outras que exigem um tratamento mais severo”, informa Jéssica.

Atuando na área da pediatria, a profissional enfatiza que a rinite alérgica é uma das mais altas do mundo, tendo 25% de prevalência e, seguindo pela asma alérgica que atinge cerca de 20% da população infantil e adolescente em todo país.

Em relação à covid-19, as alergias não são um fator de risco para contração do vírus, no entanto, algumas delas podem se tornar um fator complicador para quem contrair a doença. Sendo extremamente importante não abandonar os tratamentos prescritos pelos médicos.

Jéssica reforça ainda que a prevenção às crises é fundamental para que as reações alérgicas não ocorram, prejudicando a saúde e qualidade de vida do paciente. Nos casos de pacientes que lutam contra alergias respiratórias, é de suma importância manter um acompanhamento médico, além de ter um controle ambiental. Ou seja, “os ácaros são os grandes vilões para que as crises ocorram manter o ambiente sempre limpo, trocar as roupas de cama com mais frequência, uso de capas antialérgicas nos colchões e travesseiros, evitar cortinas de tecido, tapetes e pelúcias, uso de aspirador de pó adequado, são alguns cuidados que irão ajudar no tratamento e evitar crises alérgicas”.

TRATAMENTO

O tratamento com medicações, como anti-histamínicos e corticoides, também são importantes tanto nas crises agudas como na prevenção de novas crises. A alergologista informa que não há nenhum serviço específico para tratamento direto aos pacientes, e a orientação é procurar um pronto socorro para o atendimento inicial, e se for necessário, o paciente será encaminhado para um serviço especializado.

Em Porto Velho, nos casos mais graves, se o paciente for criança, os responsáveis podem procurar atendimento no Hospital Infantil Cosme e Damião, localizado à Rua Benedito de Souza Brito, número 4045, bairro Industrial.

Segundo o Conselho Regional de Medicina do Estado de Rondônia (Cremero), o Estado conta com oito especialistas em alergologia e imunologia.

Após se recuperar da covid-19, quinto paciente de Mato Grosso do Sul recebe alta médica do Hospital de Campanha

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Mais um paciente vindo de Mato Grosso do Sul, por meio da ação Unidos pela Vida, do Governo de Rondônia, teve alta na tarde desta quinta-feira (8), do Hospital de Campanha (HCamp), após receber o tratamento contra a covid-19, em Porto Velho. Valdir Batista, de 51 anos, veio transferido do município de Dourados (MS), via transporte aéreo, no dia 29 de maio, com quadro clínico grave, já intubado em decorrência do agravamento causado pela doença.

No mesmo dia foi encaminhado para a unidade de Assistência Médica Intensiva (AMI), onde recebeu os cuidados necessários para a recuperação, sendo extubado (retirada da intubação traqueal) no dia 13 de junho, conforme detalhado pela médica clínica geral do HCamp, Laiz Rosa e Andrade. “A evolução do paciente foi muito boa. Sem ter febre, com a saturação 96 em área ambiente, ou seja, muito bem. E hoje, está recebendo alta para voltar para casa”.

Batista contou com o suporte das equipes de saúde até o dia da alta

 NOVO FÔLEGO

Foram 36 dias de luta pela vida, e apesar de estar longe da família, Batista afirma ter ficado confiante com a equipe de profissionais da Saúde que o acompanhou. “Meu sentimento é de gratidão por receber uma nova chance da vida e estou com muita expectativa para chegar em minha terra e matar a saudade dos meus quatro filhos. Aqui foi um milagre. Graças a Deus, o povo aqui tem uma capacidade fora do comum. Nunca vi um tratamento tão diferenciado como aqui. Todos nos tratam da mesma forma. Um atendimento sem igual. Posso dizer que Rondônia passou a ser o meu segundo Estado de Coração”, falou emocionado.

O paciente embarcou para sua terra natal às 15 horas, no Aeroporto Internacional Governador Jorge Teixeira, acompanhado de sua ex- esposa, Simone Cristine Lúcio. Ela conta que toda a família passou por um momento muito difícil, uma vez que o sentimento de incerteza era grande, mas a fé os manteve.

“A distância, o pensamento de sem saber de que forma voltaria. Ainda em Mato Grosso do Sul, houve a possibilidade dos filhos vê-lo antes de partir. Foi marcante o dia em que acompanhamos todo o translado, uma mobilização das equipes das Secretarias de Saúde dos estados. Sempre mantivemos o contato, por meio das assistentes sociais que nos davam o boletim. O sentimento que fica é de gratidão. Pois, essa ação é uma mão que foi estendida para Rondônia no momento em que precisaram e quando nós precisamos, o Estado também nos estendeu a mão. Uma relação muito bonita entre os Governos”, destacou.

Rondônia recebeu ao todo, 12 pacientes de Mato Grosso do Sul em estado grave para receber tratamento em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). Valdir Batista é o quinto paciente a ter alta médica do Hospital de Campanha e ser autorizado a voltar para a cidade natal, após ser tratado contra a covid-19.

Seduc orienta estudantes para as inscrições do Enem 2021 que seguem até o dia 14 de julho

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As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021, já estão abertas e para auxiliar os estudantes para as provas do certame, o Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc) distribuiu neste ano cerca de 13.980 kits “Revisa Enem” e 23.800 kits coleção “Revisa Mais”, contando com um investimento próprio de mais de R$ 17 milhões.

As coleções são compostas por livros e DVDs que contêm as quatro áreas do conhecimento: Linguagens, Ciências Humanas, Matemática e Ciências da Natureza, com plataforma de estudos para auxiliar os estudantes dos 2º e 3º anos do Ensino Médio, a fim de garantir uma revisão ampla, para melhores resultados. Na plataforma “Agora vai Enem”,  o estudante pode assistir videoaulas, realizar simulados, treinar redação, com todo o acompanhamento e suporte da equipe pedagógica; uma importante ferramenta de preparação para o exame nacional.

A Seduc orienta aos estudantes da Rede Pública Estadual de Ensino, que devem ficar atentos quanto às inscrições para o exame, que iniciaram no dia 30 de junho e podem ser efetuadas até dia 14 de julho. Para se inscrever os participantes devem ser cadastrar no portal gov.br, criar login e senha, acessar a Página do Participante e dar início à inscrição. Quem já possui cadastro no portal gov.br pode ir direto para a Página do Participante.

O Enem 2021 impresso e digital cumprirá o seguinte cronograma:

  • Inscrições: 30 de junho a 14 de julho
  • Pagamento da Taxa de inscrição até: 19 de julho
  • Solicitação de atendimento especializado: 30 de junho a 14 de julho
  • Atendimento pelo nome social: 19 a 23 de julho
  • Resultado atendimento especializado: 27 de julho
  • Resultado nome social: 30 de julho
  • Aplicação das Provas: 21 e 28 de novembro

SOBRE O ENEM

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), tem como objetivo avaliar o desempenho de cada participante na conclusão do ensino médio, onde seus resultados são utilizados como critério de seleção para os que querem ingressar nas instituições de ensino superior. Conforme anunciou o Ministério da Educação (MEC) o Enem 2021 terá duas versões de provas, impressas, que estão previstas para serem aplicadas nos mesmos dias: 21 e 28 de novembro de 2021.

 

Assessoria GOv

O caminho para a agricultura irrigada de alta eficiência em Mato Grosso do Sul

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A água pertence a todos e a todos ela deve servir. Irrigar com alta eficiência é tirar proveito dos recursos hídricos oferecidos pela natureza, sem comprometê-los. Ciência é o caminho!

A principal atividade econômica de Mato Grosso do Sul é a agropecuária, tradicionalmente praticada sob sequeiro, ou seja, dependente das chuvas. Porém, tem crescido a agricultura irrigada no estado, um sistema produtivo que tem a chuva como a principal fonte de água, mas que quando as chuvas são escassas, a água é fornecida via sistemas de irrigação para satisfazer as necessidades das plantas.

Segundo dados do Sistema Nacional de Informações sobre Recursos Hídricos (SNIRH), atualmente existem 265 mil ha equipados para irrigação em Mato Grosso do Sul (3,2% da área nacional). Destes, 205 mil ha são canaviais que usam carretel enrolador para realizar a chamada fertirrigação, atividade em que a quantidade anual de água aplicada é considerada muito pequena. Parte dessa água, inclusive, vem de um reaproveitamento, incorporada na vinhaça, um resíduo do processo industrial rico em nutrientes e que é aplicado nos canaviais.

Dos 60 mil ha restantes, 29 mil ha são áreas equipadas com pivô central, um sistema de irrigação por aspersão, muito utilizado para culturas anuais, especialmente soja e milho. Outros 11 mil ha são de áreas de arroz irrigado por inundação, 10,5 mil ha são canaviais efetivamente irrigados (ao invés de fertirrigados) e 9,5 mil ha compostos por outros sistemas de menor expressividade regional (irrigação localizada e por sulcos).

As perspectivas de futuro apontam para uma agricultura irrigada cada vez mais presente. Segundo relatório de 2014 do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura e da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, o estado é o sexto com maior quantidade de área considerada apta a ser incorporada para irrigação no Brasil, com um total de 4,9 milhões de ha. Falando especificamente de áreas de alta aptidão, aí Mato Grosso do Sul é o segundo do ranking com 2,4 milhões de ha. Esses números evidenciam que esse potencial é demasiadamente subexplorado, já que o estado irriga somente 5,4% da sua área potencialmente irrigável, menos que a média brasileira. Se desconsiderarmos as áreas fertirrigadas de cana-de-açúcar, aquelas onde o foco é a fornecimento de nutrientes e não de água, esse número é ainda menos expressivo, 1,2%.

A oferta de recursos hídricos em Mato Grosso do Sul é abundante e acredita-se que tem potencial para atender à crescente demanda de água para a agricultura irrigada. Dados do SNIRH demonstram que a irrigação é responsável por apenas 21,7% de toda a água retirada dos corpos hídricos do estado, menos que os 52% da média brasileira. A vazão total retirada (37,3 m3/s) é pequena quando comparada a disponibilidade hídrica nas bacias hidrográficas. Conforme demonstra o Plano Estadual de Recursos Hídricos de Mato Grosso do Sul de 2010, existem muitos corpos hídricos superficiais com vazão considerável, sem falar das águas subterrâneas. Por exemplo, somente a bacia do Rio Ivinhema dispõe de uma vazão média de 544,5 m3/s, a maior dentre todas as bacias da região hidrográfica do Paraná, seguida da bacia do Rio Pardo com 529 m3/s. Analisando os exemplos dessas bacias, percebe-se que a vazão retirada para irrigação em Mato Grosso do Sul (próximo de 8 m3/s) tem margem para ser largamente aumentada, sem comprometer a disponibilidade de recursos hídricos para outros usuários, desde que haja adequada gestão para equalizar a questão da disponibilidade no tempo e no espaço.

A sociedade moderna espera que, cada vez mais, a agricultura seja sustentável, e isso obviamente inclui a agricultura irrigada. Os ganhos dos sistemas de produção devem ser conseguidos pelo aumento da sua eficiência ou que tragam isso em paralelo. Portanto, não se deve esperar que o crescimento da agricultura irrigada seja baseado integralmente no aumento do uso dos recursos hídricos. É claro que isso ocorrerá, mas existe o anseio de uma sociedade que espera que esse crescimento seja, mais do que nunca, pautado no uso eficiente da água. Quando se fala em eficiência no uso da água na agricultura irrigada, naturalmente deve-se primar por produzir mais com menos água, um conceito conhecido em língua inglesa como “More crop per drop”, que significa “Mais colheita por gota”.

Para o produtor, este olhar também é interessante, haja vista que usar menos água lhe gera benefícios como a diminuição dos custos com energia para realizar o seu bombeamento. Lembrando ainda que, cada vez mais, se avizinha a realidade da cobrança pelo uso dos recursos hídricos para a irrigação. Na esfera do estado, para Mato Grosso do Sul a agricultura irrigada representa um cenário de grandes oportunidades, desde que impere um olhar amplo sobre a temática, atentando para sustentabilidade nas suas três vertentes: econômica, social e ambiental. É amplamente conhecido que quando se fala em agricultura irrigada, fala-se em oportunidades como: segurança alimentar e econômica; geração de empregos e renda; aumento do índice de desenvolvimento humano (IDH); diversificação da matriz econômica.

Contribuições de pesquisa da Embrapa

Embrapa Agropecuária Oeste vem conduzindo pesquisas com o intuito de dar suporte à prática da agricultura irrigada com alta eficiência em Mato Grosso do Sul.

Por meio dos seus lisímetros de pesagem, equipamentos usados para medir o consumo de água das plantas, já foram produzidos conhecimentos acerca das necessidades de água de culturas como: soja, milho safrinha (solteiro e consorciado com braquiária), feijão, melancia, cana-de-açúcar e grão-de-bico. Conhecendo-se as necessidades reais de água dessas culturas, é possível ao setor produtivo manejar a água da forma mais eficiente possível na irrigação.

Foram também realizadas caracterizações dos climas nas regiões de Dourados e do Bolsão, duas regiões altamente relevantes para a agricultura irrigada no estado. O sistema Guia Clima, um sistema de monitoramento climático mantido pela Embrapa e seus parceiros, disponibiliza em tempo real dados de estações localizadas nos municípios de Dourados, Rio Brilhante e Ivinhema. Dentre os dados disponíveis estão a chuva e a evapotranspiração de referência (ETo), ambos fundamentais para realizar o manejo eficiente da irrigação. Falando em ETo, a dinâmica mês a mês desta importante variável foi caracterizada para a região de Dourados, permitindo assim o dimensionamento de sistemas de irrigação de alta eficiência, bem como o planejamento do uso da água.

No tocante a gestão dos recursos hídricos, estudos foram realizados para avaliar a dinâmica das vazões de referência nos Rios Dourados e Ivinhema. Esses estudos mostraram a importância de incentivar práticas de reservação de água e também a viabilidade de promover a gestão dos recursos hídricos usando-se de outorgas variáveis mensais ao invés de fixas anuais, algo bom tanto para os diferentes usuários, quanto para o meio ambiente.

Novas pesquisas são e serão cada vez mais necessárias para orientar a agricultura irrigada de alta eficiência que se deseja para Mato Grosso do Sul. A Embrapa Agropecuária Oeste está ativa neste propósito e convida parceiros interessados a colaborar nesse sentido, induzindo demandas de pesquisa, bem como participando ativamente das mesmas em busca dos conhecimentos e das soluções tecnológicas que são necessárias.

Mais do que nunca, a ciência é o caminho!

-Sílvia Zoche Borges (MTb-MG 08223 JP)

Analista A
Núcleo de Comunicação Organizacional (NCO)

Secretaria de Esportes convoca presidentes de bairros para organização de atividades esportivas

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Ação busca estreitar relações para a organização de campeonatos nas mais diversas modalidades nos bairros de Vilhena

A Secretaria Municipal de Esportes (Semes) convoca os presidentes de bairros e associações de Vilhena para cadastramento e qualificação para futuras competições a serem realizadas pela secretaria. O pedido veio do prefeito Eduardo Japonês, através do plano de retomada das atividades esportivas no município, que já tem na agenda, por exemplo, os JIR (Jogos Intermunicipais de Rondônia), marcados para novembro.

“Quando chamei o Welliton para assumir a secretaria de Esportes dei a missão de implementarmos um plano para a volta do esporte em Vilhena. Esta área foi uma das mais afetadas pela pandemia, pois tivemos todas as atividades suspensas para evitar a disseminação da covid-19. Agora, estamos com um bom ritmo das vacinações, e em alguns meses poderemos ter nossos eventos esportivos de volta”, aponta Eduardo Japonês, prefeito de Vilhena.

De acordo com o secretário de Esportes, Welliton, o plano busca uma aproximação com os presidentes dos bairros dando espaço para a sugestões junto à secretaria. “Nem sempre conseguimos saber qual a demanda de atividade do bairro, então queremos ter um contato com estas pessoas, para manter um planejamento esportivo e realizar as atividades voltadas ao esporte amador. Também peço que as pessoas venham até a Semes, sugerir e pedir ações, assim conseguimos saber as demandas e necessidades dos bairros. Daí organizaremos estas modalidades esportivas em eventos e ações em geral”, conclui o secretário.

A Secretaria Municipal de Esportes está aberta de segunda a sexta-feira, das 7h às 13h, anexa ao Ginásio Jorge Teixeira de Oliveira, na avenida Brigadeiro Eduardo Gomes. Mais informações podem ser conseguidas pelo telefone 3321-2174. Pelo celular também atendem a população diariamente tanto o secretário, pelo número e WhatsApp 98418-3050, quanto o secretário-adjunto Silmar de Freitas, pelo 98437-0996. O e-mail da secretaria é: [email protected].

Para mais novidades sobre o esporte vilhenense basta acompanhar a Secretaria de Esportes nas redes sociais através das páginas no Facebook (www.facebook.com/SemesVilhena) e no Instagram (www.instagram.com/semesvilhena).

Embrapa Rondônia completa 46 anos no desenvolvimento de soluções tecnológicas para a agropecuária na Amazônia

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Criada em 10 de julho de 1975, a Embrapa Rondônia tem foco no desenvolvimento de tecnologias sustentáveis para a região Amazônica e com soluções que agregam também ao desenvolvimento do setor em todo o país. Este trabalho está sendo possível por meio de parcerias com instituições públicas e privadas e por estar alinhada às principais demandas do setor produtivo. Dentre elas, destacam-se ações voltadas para café, pecuária de leite e corte soja, milho, algodão, arroz, Integração Lavoura-Pecuária-Floresta, mandioca, açaí, castanha-da-amazônia, entre outras.
Nestes 46 anos foram executados mais de 70 projetos sob a liderança da Embrapa Rondônia e outros 110 em parceria, financiados por diversas instituições públicas e privadas do país. De acordo com o chefe-geral da Unidade, Alaerto Marcolan, as parcerias são as bases para o sucesso de qualquer instituição e com a Embrapa não é diferente. “Contamos com parceiros de perfis diferenciados, que vão desde entidades de fomento, empresas públicas e privadas dos diversos setores, instituições acadêmicas e estaduais de pesquisa e de assistência técnica e extensão rural, além de instituições internacionais. Estas parcerias contribuem para o desenvolvimento de conhecimento e de soluções tecnológicas, gerando impactos e benefícios diretos para o produtor rural”, afirma Marcolan.
Os resultados destes trabalhos de pesquisa e transferência de tecnologia estão ajudando a quebrar paradigmas e abrir fronteiras, apresentando ao mundo uma região de oportunidades que também se preocupa com a sustentabilidade. Tecnologias e práticas desenvolvidas e adotadas no campo ofereceram condições para que Rondônia saísse de uma posição tímida no cenário da agropecuária nacional para ser destaque regional e nacional em diversas cadeias produtivas.
É o que apontam os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Em 1986, a participação de Rondônia no Produto Interno Bruto (PIB) agropecuário nacional era de aproximadamente 0,6%. No entanto, no decorrer dos últimos 30 anos, a evolução da agropecuária rondoniense fez com que o estado triplicasse sua contribuição para a agropecuária nacional, alcançando, no ano de 2018, uma participação de, aproximadamente, 2% no PIB agropecuário. Vale destacar ainda que o PIB agropecuário de Rondônia foi responsável por 12,7% do PIB estadual, bem acima da média nacional, que foi de 5,2%, em valores correntes (IBGE, de 2021). Rondônia se tornou protagonista na produção de carne, peixe de cativeiro, soja, milho, café e leite.

Inovação no campo

Nestes 46 anos, a Embrapa Rondônia realizou mais de 400 cursos e treinamentos, 300 dias de campo e organizou mais de três mil eventos, com a capacitação de cerca de 150 mil pessoas ligadas às diversas cadeias produtivas e do agronegócio da Amazônia. Por meio de ações conjuntas envolvendo as áreas de pesquisa, transferência de tecnologia, comunicação e a parceria da extensão rural, soluções tecnológicas e práticas agrícolas desenvolvidas pela Embrapa em Rondônia foram incorporadas pelo setor produtivo, promovendo a inovação no campo.
Aliado a isso, nos últimos dez anos, foram mais de 700 estudantes de graduação e pós-graduação que se capacitaram na Embrapa Rondônia, como estagiários e bolsistas de iniciação científica. Desta maneira, a Unidade auxilia na formação de profissionais aptos a atenderem demandas da Amazônia por inovação científica e tecnológica para o desenvolvimento sustentável da região.

Contribuições para a cafeicultura

  • A Embrapa Rondônia possui um dos mais importantes Bancos de Germoplasma de Coffea canephora (robusta e conilon) do País, com mais de 1.500 acessos para fins de pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias.
  • Lançou, em 2013, a primeira cultivar de café desenvolvida e protegida pela Embrapa no Brasil – “Conilon BRS Ouro Preto”, e em 2019 disponibilizou ao setor produtivo dez novas cultivares híbridas de café canéfora – cruzamento de robusta e conilon, oferecendo aos cafeicultores da região amazônica genética de alta qualidade para alcançar produtividades ainda maiores e qualidade de bebida.
  • É referência em pesquisa e transferência de tecnologia para a cafeicultura na região Amazônica, principalmente em Rondônia (desde a década de 1980), Mato Grosso, Amazonas, Acre e Roraima.
  • Fomenta a produção com qualidade e sustentabilidade em comunidades indígenas da Amazônia por meio do uso de tecnologias, capacitação e atuação em parceria.
  • Liderou o processo de criação e fortalecimento da denominação “Robustas Amazônicos” e a fundamentação técnica e científica da Indicação Geográfica (IG) Região Matas de Rondônia para Robustas Amazônicos. Esta é a IG, do tipo Denominação de Origem (DO), de café canéfora sustentável do mundo. Este reconhecimento foi concedido em 1º de junho 2021 pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial – INPI e consolida a qualidade dos cafés da espécie Coffea canephora.
  • Coordena o projeto Rede Estadual de Avaliação de Clones de Cafés, que envolve a participação da pesquisa, instituições governamentais do estado e de produtores, em que serão avaliados os melhores materiais genéticos disponíveis atualmente nas principais regiões produtoras de café em Rondônia.

Contribuições para a pecuária de leite e corte

  • 30 mil propriedades em Rondônia incorporam tecnologias recomendadas pela Embrapa. Nos últimos dez anos, o ganho de produtividade de leite foi de 90% e a produção registrou um incremento de 51%.
  • Promove a melhoria da qualidade do leite por meio da identificação de pontos de contaminação microbiológica e a definição de protocolos de boas práticas de ordenha, identificação de fatores de risco e de áreas prioritárias de atuação em Rondônia e Acre. Ações que direcionam a capacitação de estudantes, produtores e técnicos, assim como subsidiam a proposição de políticas públicas para o setor.
  • Desenvolve e transfere tecnologias para recuperação e práticas sustentáveis de manejo de pastagem, que resultaram em redução de áreas degradadas em cerca de seis milhões e meio de hectares, tornando Rondônia um dos maiores produtores de carne e leite do Brasil.
  • Validação e recomendação do sistema de Integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) para Rondônia como estratégia para recuperação de pastagens degradadas, diversificação da produção e bem-estar animal.
  • Apoia e coordena regionalmente o desenvolvimento do Projeto Balde Cheio
  • Tecnologias desenvolvidas pela Embrapa Rondônia para pecuária de leite e corte são adotadas em todo o país:
  • Aplicativo Arbopasto – auxilia o produtor a escolher as espécies de árvores mais adequadas à cada pastagem. Está disponível, gratuitamente, para dispositivos móveis em diversos sistemas operacionais.
  • SAGAbov – tecnologia simples, precisa e acessível para a avaliação do acabamento da carcaça dos bovinos destinados ao abate. Com este dispositivo o próprio produtor pode fazer a avaliação e obter o máximo rendimento dos animais destinados ao abate. Trata-se de uma ferramenta aliada tanto do pecuarista quanto da indústria frigorífica, que busca mais qualidade na carne.
  • Vetscore – dispositivo simples, prático e acessível para avaliação da condição corporal de fêmeas bovinas. Permite ao produtor fazer correções no manejo alimentar buscando maior retorno produtivo e financeiro.
  • Aplicativo +Leite – realiza o diagnóstico produtivo da fazenda leiteira de forma rápida, simples e intuitiva. Com ao uso do aplicativo, em apenas uma visita, no tempo necessário para o técnico avaliar todas as vacas do rebanho, já é possível obter o diagnóstico zooténico.
  • A Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) em Blocos – desenvolvida para aproveitar o máximo potencial reprodutivo de fêmeas bovinas submetidas a um protocolo de IATF, resultando em aumentos de 10% a 20% de prenhez em relação às vacas submetidas à metodologia de IATF convencional.

Contribuições em grandes culturas, frutas e raízes

  • Aprimoramento dos sistemas de produção das culturas de grãos e da dinâmica dos sistemas integrados.
  • Lançamentos de cultivares de arroz de sequeiro e a adoção de tecnologias e práticas recomendadas pela Embrapa para o Sistema de Produção de Arroz de Sequeiro contribuíram para o incremento de 64% na produtividade entre os anos de 2000 e 2020 em Rondônia.
  • Desenvolvimento de Sistema de Produção de Milho contribuiu para um incremento de produtividade de 150% em 20 anos (2000 a 2020). Cerca de 60% dos 4.500 estabelecimentos produtores utilizam tecnologias da Embrapa em Rondônia.
  • Seleção de linhagens e indicação de cultivares e estratégias de manejo da cultura de soja para Rondônia e estados adjacentes.
  • Avaliação de culturas alternativas para o cultivo de safrinha, como feijão-caupi, sorgo, girassol, entre outros, buscando diversificar os sistemas de produção de grãos para além da sucessão soja/milho.
  • Desenvolvimento dos sistemas de produção de banana, açaí e mandioca, contribuíram para a incorporação de tecnologias e incremento de renda no campo em Rondônia.

Recursos humanos e infraestrutura

A Embrapa Rondônia ou Centro de Pesquisa Agroflorestal de Rondônia é uma Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Possui um corpo de pesquisa formado por doutores e mestres e é referência em agricultura, pecuária e florestas no estado de Rondônia e na Amazônia. Os trabalhos são realizados por 127 colaboradores, sendo 23 pesquisadores, 24 analistas, 26 técnicos e 54 assistentes. Possui profissionais em áreas como agronomia, veterinária, engenharia florestal, zootecnia, biologia, economia, administração e comunicação.
Tem Sede e campo experimental localizado em Porto Velho e campos experimentais em Ouro Preto do Oeste e Vilhena, áreas que dão suporte às ações de pesquisa e transferência de tecnologia para as cadeias produtivas de maior importância para a região Amazônica. A atuação da Embrapa Rondônia está concentrada em três grandes áreas de produção: cafeeira, animal e vegetal. Conta também com sete laboratórios: Entomologia e Controle Biológico, Solos e Plantas, Fitopatologia, Biotecnologia, Cultura de Tecidos Vegetais, Sanidade Animal e Bromatologia e Nutrição Animal.

Fonte e Foto/Renata Silva (MTb 12361/MG)
Embrapa Rondônia

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