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Ministério da Agricultura será protagonista de evento on line do Agronegócio na Amazônia

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Ente público terá fórum de debates sobre sua atuação dentro da Agrolab Amazônia

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), selou sua participação no maior evento on line totalmente dedicado ao Agronegócio da Amazônia Legal. É a Agrolab Amazônia, idealizada pelo Sebrae em Rondônia e que deve acontecer nos dias 14 a 16 de setembro, em uma plataforma com experimentações da realidade virtual.

Em reunião realizada esta semana (19), na sede da Superintendência Federal de Agricultura (SFA), em Porto Velho, o diretor técnico do Sebrae em Rondônia foi recebido pelo Superintendente Federal em Rondônia Valterlins Calaça e sua equipe técnica, estando conectado com a sede do MAPA, em Brasília por vídeo conferência.

Na reunião, foi chancelada a ampla participação do MAPA nesta segunda edição da Agrolab Amazônia, ainda com mais conteúdo que na primeira edição, ano passado. Além de palestras, debates, a intenção é efetivar a participação da Ministra Tereza Cristina, algo que depende de sua agenda, mas, se depender do Superintendente em Rondônia, será uma participação superlativa: “Ficamos muito agradecidos em receber o convite de participar novamente da Agrolab Amazônia com o Sebrae. Estaremos promovendo as ações realizadas em nível federal no que se refere à atuação do MAPA em todo o país”, comentou Valterlins.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) é responsável pela gestão das políticas públicas de estímulo à agropecuária, pelo fomento do agronegócio e pela regulação e normatização de serviços vinculados ao setor. No Brasil, o agronegócio contempla o pequeno, o médio e o grande produtor rural e reúne atividades de fornecimento de bens e serviços à agricultura, produção agropecuária, processamento, transformação e distribuição de produtos de origem agropecuária até o consumidor final.

“Queremos criar algo biológico por isso nos associamos a parceiros da envergadura do MAPA. Percebemos o quanto que iniciativas como a Agrolab Amazônia e o Inova Agro podem acrescentar no setor produtivo e aqui temos conexão, respeito e reciprocidade na SFA”, disse Samuel Almeida.

Evento 100% virtual

A Agrolab Amazônia é uma plataforma virtual que acessada pelo site www.agrolabamazonia.com, com inscrições gratuitas e é uma proposta inovadora, sobretudo quando se há o paradigma a ser quebrado no que se refere ao produtor rural não estar conectado. A realização da primeira edição da Agrolab Amazônia foi a evidência exatamente do oposto disso. O setor produtivo está se conectando ao digital e uma feira on line é o instrumento que fomenta isso. Stands virtuais com exibição e comercialização de produtos, máquinas, implementos, soluções em inovação e tecnologia, além de debates, palestras e discussões que estão diretamente ligadas ao agronegócio da Amazônia Legal.

Emoção e alegria: pacientes da Central Covid-19 de Vilhena ganham momento de descontração com profissionais de saúde

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“Arraiá” interno promoveu diversão para alívio dos enfermos em isolamento, veja fotos
O choro de apreensão foi substituído recentemente na Central de Atendimento à Covid-19 em Vilhena pelo choro de alegria e satisfação. O Núcleo de Psicologia do Hospital Regional de Vilhena (HRV) promoveu de maneira interna, somente para os pacientes em isolamento, o “Arraiá com Covidados”, que gerou momentos de descontração entre profissionais de saúde e os internados no local. Por um breve momento, com protocolos de segurança, alguns familiares puderam também ver os pacientes no local, enquanto outros puderam receber alta.
“A ideia dessa intervenção com humanização é trazer uma mudança positiva na rotina deles. Promover a interação entre equipe, paciente e familiar, levando alegria em meio a tantas injeções, tantos medos e paradigmas sobre a doença. Esse reencontro da família fortalece o vínculo e revigora as energias deles”, garante a psicóloga residente Thais Priscila.
A paciente Anderleia Garcia elogiou o trabalho. “Eu achei maravilhoso, porque quando a gente vem aqui pra dentro, a gente pensa que não volta mais. Eu tive esse medo porque a minha irmã veio primeiro que eu e a gente fica emocionado, com medo de passar mal, mas é muito gratificante ver as pessoas que a gente gosta perto”, afirma.
Para Ana Campos, também internada na Central, não foi diferente. “Olha, eu comentei com uma psicóloga: é de suma importância eventos como esse, porque quando eu ouvi dizer que iria ter um arraiá fiquei imaginando como isso me traria algo de bom, e hoje eu digo que tá fazendo bem pro corpo e pra alma”, conta.
De autoria das residentes Thais Priscila, Bruna Suyane, Kieltriany de Lima e Mayara Bianchi, a ação teve como preceptora a assistente social Eliane Beatto e como orientadora a psicóloga Diene Nepomuceno. “Nessa iniciativa ficou clara a importância e o cuidado integral que temos com nossos pacientes, em vários aspectos, porque a equipe de profissionais de forma extremamente carinhosa acolheu eles e fizemos um aconchego, trazendo saúde mental para todos”, revela a médica da Central, Daniela Oliveira.
Durante o evento foram realizadas dinâmicas como: “Correio Elegante Fora Covid”, na qual os pacientes escreveram cartas que serão enviadas aos destinatários, “Barraca do Abraço de Braços Dados Com Quem eu Amo”, consistindo em capotes de plástico que permitiram aos familiares abraçarem os internos sem correr risco de contaminação, “Acerte ao Alvo Tiro ao Covid”, englobando parede de vidro com alvos, dardos e premiações, bem como a dinâmica “Parede das Memórias Central Covid-19 de Vilhena”, composta por um painel com fotos da trajetória da equipe com linha do tempo.
Registrado pela Secretaria Municipal de Comunicação, a iniciativa pode ser conferida nas fotos desta matéria e em vídeo no link: www.facebook.com/1684247511623423/videos/147036797454124

Esta segunda é o Dia dos Avós; conheça propostas que beneficiam os idosos

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O Dia dos Avós, celebrado nesta segunda-feira (26), reforça a importância de valorizar aqueles que, como diz o ditado popular, são pais duas vezes. A presença dos avós, muitas vezes, representa suporte para as famílias. Pensando nisso, o Senado avalia conceder a eles o direito de se afastar do trabalho por até cinco dias por motivo de nascimento de neto (PL 5.181/2019).

Para o autor, senador Jean Paul Prates (PT-RN), o projeto resulta da dificuldade em incluir a participação dos avós na vida dos recém-nascidos, além da busca por inovar a legislação brasileira para o fortalecimento dos mecanismos legais de proteção à primeira infância.

Na mesma linha, também tramita no Senado o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 57/2018. Ao contrário do PL 5.181/2019, o texto restringe o direito de afastamento por cinco dias aos avós maternos de bebês sem o nome do pai registrado na certidão. Nesse caso, o benefício funcionaria como uma substituição à licença-paternidade. O objetivo da proposta é oferecer amparo à mãe da criança na ausência do progenitor. O texto já foi aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS), com parecer do senador Zequinha Marinho (PSC-PA), e aguarda análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Família

A manutenção dos vínculos afetivos com a família e dos vínculos sociais com a comunidade, em ambientes que garantam o envelhecimento saudável, pode se tornar direito da pessoa idosa. É o que estabelece o PL 4.229/2019, de autoria do senador Lasier Martins (Podemos-RS). Ele explica que os idosos são mais vulneráveis física e psicologicamente e, em muitos casos, abandonados pelas famílias justamente no momento em que mais precisam de cuidado e apoio.

“Precisamos de soluções que garantam um envelhecimento saudável para as pessoas idosas, que minimizem essas situações de desamparo vivenciadas por pessoas que tantas contribuições verteram para as famílias brasileiras e para a economia do país”, justifica. A proposta penaliza os filhos por abandono dos pais na velhice. O texto é analisado pela Comissão de Direitos Humanos (CDH).

Transporte

Atualmente, a Lei 10.741, de 2003, assegura, no transporte coletivo interestadual, a reserva de duas vagas gratuitas, por veículo, para idosos com renda igual ou inferior a dois salários mínimos, e desconto de 50% no valor das passagens para os idosos que excederem aquelas vagas — direito limitado apenas aos veículos do tipo básico, com ou sem sanitários (Decreto 5.934, de 2006).

PL 2.311/2019, apresentado pelo senador Zequinha Marinho, estende esse direito a qualquer categoria de veículos de transporte rodoviário interestadual convencional de passageiros. O texto recebeu parecer favorável, na CDH, do senador Fabiano Contarato (Rede-ES). De acordo com ele, a atual regulamentação “condena à espera a pessoa idosa que precise viajar”.

Fonte: Agência Senado

Projeto de lei prevê piso especial da Previdência para ‘super idosos’

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O Senado vai analisar um projeto de lei que estabelece um novo piso na Previdência Social para aposentados e pensionistas com 75 anos ou mais (PL 2.440/2021). De acordo com o projeto, esses beneficiários teriam direito a um reajuste pelo Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade (IPC-3i), que é mais alto do que a inflação geral.

A proposta é do senador Lasier Martins (Podemos-RS), que credita a ideia a Gelcy Pereira Brum, um aposentado gaúcho que escreveu uma carta à mão para o gabinete. Lasier destaca que, com a inflação crescente, os idosos com 75 anos ou mais estão entre os mais prejudicados.

“A situação dos super idosos é marcadamente diferente, tanto pela real impossibilidade de se ocupar no mercado de trabalho, como pelos elevados custos para a sua sobrevivência”, escreve ele em sua justificativa para o projeto. Lasier, que faz parte desse grupo social (tem 79 anos), destaca os gastos com medicamentos e serviços de saúde como despesas que pesam mais para os “super idosos” do que para o restante da população.

Segundo o texto, o piso da Previdência para os beneficiários de 75 anos ou mais partirá do valor atual do salário mínimo (R$ 1.100,00), mas será atualizado anualmente pelo IPC-3i se este for maior do que o reajuste anual do mínimo — se não for, ele seguirá o reajuste. Essa política será mantida até que o piso da categoria alcance o valor equivalente a duas vezes o salário mínimo atual.

O projeto ainda precisa ser encaminhado a uma comissão e receber um relator. Se for aprovado pelo Senado, seguirá para a Câmara dos Deputados.

Fonte: Agência Senado

Jogos de Tóquio contam com mais de 30% de atletas militares

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São 92 atletas que pertencem ao Programa de Alto Rendimento do Ministério da Defesa
Apira olímpica foi acesa e os Jogos Olímpicos Tóquio 2021 abertos nesta sexta-feira (23). A equipe brasileira que vai disputar medalhas tem mais de 30% de atletas militares. Das 35 modalidades que serão disputadas pelos brasileiros, sete são 100% compostas por militares atletas. Eles integram o Programa Atletas de Alto Rendimento (PAAR) do Ministério da Defesa.

Os atletas militares somam 92 do total de 302 classificados para Tóquio. São 44 da Marinha, 26 do Exército e 22 da Aeronáutica.

As sete modalidades que têm a totalidade dos atletas militares são o boxe, canoagem slalom, hipismo adestramento, maratonas aquáticas, pentatlo moderno, remo e triatlo. Nos saltos ornamentais e vôlei de praia, são 75% de cada uma das duas equipes; no taekwondo, representam 66,6%; na ginástica artística, 57,1%; e no atletismo, 55,7%.

A terceiro-sargento da Marinha, Beatriz Ferreira, é boxeadora, integra o Programa Atletas de Alto Rendimento e vai competir na categoria até 60 quilos. Ela conta que está concentrada e confiante para as disputas. “A importância da Marinha nesse programa é essencial, é excelente para um atleta de alto rendimento ter esse suporte e poder ter essa ajuda para realizar e ter bons resultados com seu esporte. Espero que só tenha a crescer”, disse Beatriz.

Programa de Alto Rendimento

O PAAR do Ministério da Defesa foi criado em 2008 com o objetivo de fortalecer a equipe militar brasileira em eventos esportivos de alto nível. Atualmente, é integrado por 551 militares atletas em 30 modalidades. Desse total, 92 embarcaram para Tóquio. O programa surgiu em parceria com o então Ministério do Esporte, hoje, Ministério da Cidadania.

Para participar, é necessário alistamento por meio de edital público. O processo seletivo tem etapas com avaliação curricular, entrevista, inspeção de saúde e exame físico. São levados em conta os resultados dos atletas em competições nacionais e internacionais. Os aprovados ingressam em uma das Forças Armadas.

Os atletas militares contam com os benefícios da carreira militar como soldo, assistência médica, acompanhamento nutricional e de fisioterapeuta. Além de estruturas esportivas adequadas para treinamento em organizações militares. Os atletas do PAAR são elegíveis ao Bolsa Atleta.

A atleta da Marinha, terceiro-sargento Laís Nunes, está no Japão em busca de uma medalha na modalidade wrestling, luta em que o adversário tem o objetivo de controlar os movimentos do rival, forçando-o a encostar suas costas no chão. Em sua segunda olimpíada, a atleta militar diz que foram cinco anos de trabalho árduo para chegar a esses Jogos Olímpicos. “Minha expectativa é entrar lá e fazer o meu melhor e sei que o meu melhor é um bom resultado”, disse.

Tóquio 2021

O Brasil tem o 12ª maior time entre os 206 países participantes dos jogos Olímpicos. São 162 homens e 140 mulheres que competirão em 35 das 50 modalidades olímpicas.

Os atletas brasileiros contam com nove bases exclusivas equipadas com materiais esportivos, de proteção individual e aparelhos de força. Foram mais de 2000 itens enviados ao Japão, que, somados, ultrapassam 20 mil toneladas.

Essa edição dos jogos olímpicos tem cinco novas modalidades: beisebol-softbol, karatê, escalada, surfe e skate.

Cultura, Artes, História e Esportes

Governo Federal garante R$ 3 milhões para capacitação e ampliação de produção de alimentos orgânicos

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Desenvolvimento de alimentos com nutrientes essenciais e vitaminas sem agrotóxicos ou defensivos químicos é sustentável e faz bem à saúde

O Brasil possui, atualmente, mais de 25 mil produtores de alimentos orgânicos cadastrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. No mês que marca o início da 17ª Campanha Anual de Promoção do Produto Orgânico, o Governo Federal anunciou ampliação de recursos para capacitar produtores e fortalecer o setor, que cresceu 30% em 2020 e tem grande potencial para novos negócios.

Em evento on-line promovido pelo Mapa, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, apresentou medidas adotadas para incentivar o setor, como R$ 3 milhões reservados para a capacitação e treinamento dos produtores e a certificação dos produtos orgânicos que garantem sua procedência.

“Temos um caminho de sucesso na agricultura de produtos orgânicos. Nesse período de pandemia ficaram evidentes os vínculos entre saúde, alimentação, agricultura e meio ambiente. Os orgânicos são uma ótima opção para aqueles que desejam uma alimentação saudável e nutritiva aliada à sustentabilidade e à inclusão social. A produção do alimento orgânico no Brasil é amparada por diversos mecanismos que asseguram a qualidade e a segurança dos produtos”, afirmou a ministra.

O selo de certificação “Produto Orgânico Brasil”, que passou por mudanças no começo de 2021, é garantido por organismos credenciados no Ministério da Agricultura e certifica os produtos que, sejam in natura ou processados, tenham sido obtidos em um sistema orgânico de produção agropecuária ou oriundo de processo extrativista sustentável e não prejudicial ao ecossistema local.

Para serem comercializados, os produtos orgânicos deverão ser certificados, sendo dispensados da certificação somente aqueles produzidos por agricultores familiares que fazem parte de organizações de controle social cadastradas no Mapa, que comercializam exclusivamente em venda direta aos consumidores.

Entre os benefícios dos orgânicos estão: a ausência de pesticidas; produção equilibrada e benéfica para o meio ambiente com utilização consciente da água, uso de energia renovável e menores índices de poluição; contribuição para a diversidade de espécies vegetais e animais; melhoria da qualidade do solo; ausência de conservantes em sua composição; maior presença de nutrientes.

Portal específico do Ministério da Agricultura reúne mais informações e orientações sobre como produzir ou adquirir produtos orgânicos.

Seminário Virtual de Lançamento da XVII Campanha Anual de Promoção do Produto Orgânico

Com informações Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Daniel Cargnin conquista a medalha de bronze no judô

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Judoca da categoria meio-leve só perdeu a luta da semifinal para o japonês Hifumi Abe

O gaúcho Daniel Cargnin, de 23 anos, determinou em Tóquio a manutenção de uma tradição de nove ciclos olímpicos. O judô brasileiro sobe ao pódio de forma ininterrupta em todas as edições desde 1984, em Los Angeles. Cargnin gravou seu nome nessa galeria ao conquistar o terceiro lugar na categoria meio-leve, até 66kg.

“Estou muito feliz. Eu me preparei muito. Só eu, meus amigos e minha família sabemos o quanto sofri quando os Jogos foram adiados. Sempre tive um sonho de medalhar aqui em Tóquio. Estou feliz demais com isso, com o processo que eu tive. Sem meus amigos, sem o apoio, teria sido muito difícil”, afirmou o atleta.

O caminho para o bronze

O estreante Daniel Cargnin venceu Mohamed Abdelmawgoud, do Egito, e Denis Vieru, da Moldávia, além do italiano e número 1 do mundo, Manuel Lombardo, para chegar à semifinal. Nessa etapa, contudo, foi superado pelo japonês Hifume Abe que acabou a noite com o título de campeão olímpico.

A disputa do bronze foi com o israelense Baruch Shmailov, número oito do mundo. Com um waza-ari conquistado com 1min30s de luta, o brasileiro soube administrar a vantagem e conquistar o pódio.

Com informações do Ministério da Cidadania

Rayssa Leal, a Fadinha, fatura prata no skate street em Tóquio 2020

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Atleta é a mais jovem na história a conquistar uma medalha para o país

A maranhense Rayssa Leal, a Fadinha, de 13 anos, conquistou a prata na madrugada desta segunda-feira (26) no skate street na Olimpíada de Tóquio (Japão), se tornando a medalhista mais jovem do país na história da participação brasileira nos Jogos. Natural de Imperatriz (MA), a atleta marcou 14,64 na somatória, e só foi superada pela dona da casa Nishiya Momiji (15.26), também de 13 anos. Outra japonesa, Funa Nakayama, de 16 anos, levou o bronze (14.49). As disputas ocorreram no Parque e Esportes Urbano de Ariake.

Fadinha encantou nas manobras e na descontração: sorridente ele chegou a dançar algumas vezes, sem se deixar abater pela pressão da decisão por medalha. Estratégia que lhe garantiu a prata, a segunda do Brasil no skate street – no sábado (25) Kelvin Hofler conquistou a primeira.

“ Eu estou muito feliz, esse dia vai ser marcado na história. Eu tento ao máximo me divertir porque eu tenho certeza de se divertindo as coisas fluem, deixa acontecer naturalmente, se divertindo”, disse a skatista ao site do Comitê Olímpico do Brasil (COB).

Sensação nos Jogos de Tóquio, Fadinha chegou nos últimos dias a mais de dois milhões de seguidores nas redes sociais. Agora medalhista olímpica, ela acredita que poderá influenciar mais meninas a praticarem a modalidade.

“Saber que muitas meninas já me mandaram mensagem no Instagram falando que começaram a andar de skate ou os pais deixaram andar de skate por causa de um vídeo meu, eu fico muito feliz porque foi a mesma coisa comigo. Minha história e a história de muitas outras skatistas que quebraram todo esse preconceito, toda essa barreira de que o skate era só para menino, para homem, e saber que estou aqui e posso segurar uma medalha olímpica, é muito importante para mim”, concluiu.

Ficaram pelo caminho

Outras duas brasileiras competiram na primeira fase, mas não se classificaram entre as oitos primeiras colocadas que avançaram à final. Pâmela Rosa, líder do ranking mundial no street, foi a primeira brasileira a se apresentar, na terceira bateria. A atleta ficou em décimo lugar, com total de 10.06 pontos. Momentos depois da disputa, Pâmela postou em rede social uma foto do tornozelo esquerdo, muito inchado e com hematomas. A atleta explicou que sofreu uma lesão na reta final da preparação e agradeceu o apoio da torcida brasileira.

Já a experiente Letícia Bufoni, número 4 do ranking, se apresentou com Rayssa Leal na quarta e última bateria, mas também não conseguiu nota suficiente para ir à final: totalizou 10.91 pontos, ficando em nono lugar.

 

 

Por Agência Brasil

Auxílio emergencial é pago a beneficiários do Bolsa Família com NIS 6

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Auxílio emergencial 2021

Benefício varia de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família

Os beneficiários do Bolsa Família com Número de Inscrição Social (NIS) terminado em 6 recebem hoje (26) a quarta parcela do auxílio emergencial 2021. Os recursos podem ser movimentados pelo aplicativo Caixa Tem, por quem recebe pela conta poupança social digital, ou sacados por meio do Cartão Bolsa Família ou do Cartão Cidadão.

O recebimento dos recursos segue o calendário regular do programa social, pago nos últimos dez dias úteis de cada mês. Os pagamentos são feitos a cada dia, conforme o dígito final do NIS.

Número final do NIS dia da liberação
1 19 de julho
2 20 de julho
3 21 de julho
4 22 de julho
5 23 de julho
6 26 de julho
7 27 de julho
8 28 de julho
9 29 de julho
0 30 de julho

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br.

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, a nova rodada de pagamentos tem parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150. O programa se encerraria neste mês, mas foi prorrogado até outubro, com os mesmos valores para as parcelas.

Regras

Pelas regras estabelecidas, o auxílio será pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até dezembro de 2020, pois não há nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.

Quem recebe na poupança social digital pode movimentar os recursos pelo aplicativo Caixa Tem. Com ele, é possível fazer compras na internet e nas maquininhas em diversos estabelecimentos comerciais, por meio do cartão de débito virtual e QR Code. O beneficiário também pode pagar boletos e contas, como água e telefone, pelo próprio aplicativo ou nas casas lotéricas. A conta é uma poupança simplificada, sem tarifas de manutenção, com limite mensal de movimentação de R$ 5 mil.

Agência Brasil elaborou um guia de perguntas e respostas sobre o auxílio emergencial. Entre as dúvidas que o beneficiário pode tirar estão os critérios para receber o benefício, a regularização do CPF e os critérios de desempate dentro da mesma família para ter acesso ao auxílio.

* Colaborou Andreia Verdélio/Agência Brasil

PF participa da Operação LIBERTERRA para enfrentamento da migração ilegal e do tráfico de pessoas

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Mais de 40 países, em todos os continentes, participaram da operação

Brasília/DF – A Polícia Federal integrou, no período de 5 a 9 de julho, a Operação LIBERTERRA, da qual também participaram mais de 40 países, em todos os continentes. Os trabalhos envolveram atividades de prevenção, de repressão e de apoio a vítimas dos crimes de tráfico de pessoas, promoção de migração ilegal (contrabando de migrantes) e crimes correlatos – falsificação de documentos, inclusive de viagem, uso de documento falso, lavagem de dinheiro e organização criminosa transnacional.

A operação se desenvolveu em dois níveis estratégicos: o primeiro era relacionado ao desencadeamento de vários trabalhos de polícia judiciária locais; e o segundo, mediante o reforço do controle do tráfego migratório em aeroportos e postos terrestres de fronteira.

No nível 1, no Brasil, a PF desencadeou as Operações Casa de Família (São Paulo/SP), Split (Governador Valadares/MG), Firanghi (Rio Branco/AC), Resgate (Maceió/AL) e Advenus 2 e PAC (Epitaciolândia/AC). Nelas foram cumpridos diversos mandados judiciais e apreendidos materiais relacionados aos delitos investigados. Nessas ações, foi promovido o resgate de 10 vítimas, entre brasileiros e estrangeiros.

Já, no nível 2, houve a intensificação do controle migratório de mais de 11 mil passageiros de voos internacionais e transeuntes em postos de fronteira considerados estratégicos no contexto da criminalidade objeto da Operação LIBERTERRA. Os locais nos quais foram desenvolvidos esses trabalhos são os Aeroportos Internacionais de Cumbica (Guarulhos/SP) e Galeão (Rio de Janeiro/RJ), bem como as Pontes da Amizade e Tancredo Neves (Foz do Iguaçu/PR), Ponte da Integração (Assis Brasil/AC), Ponte Wilson Pinheiro (Epitaciolândia/AC), Marco BV-8 (Pacaraima/RR) e Ponte Prefeito Olavo Brasil Filho (Bonfim/RR).

Em decorrência da intensa atividade de controle feita pelos policiais federais, mediante abordagem, checagem de documentação, entrevistas e outras técnicas especiais de investigação, ocorreu a detenção de um indivíduo que tentou cruzar a Ponte da Amizade, em Foz do Iguaçu/PR, fronteira entre Brasil e Paraguai. Ele tinha em seu desfavor, mandado de prisão em aberto. Foragido da Justiça e internacionalmente procurado, seu nome constava em lista de difusão vermelha da INTERPOL. Também foi efetuada a prisão em flagrante de um casal, no Aeroporto de Rio Branco/AC, por delito que originalmente não constituía escopo dos trabalhos.

Além da Operação LIBERTERRA, a Polícia Federal vem participando ativamente de todas as operações internacionais coordenadas pela INTERPOL, chegando a abrigar o Centro de Coordenação Mundial das ações correspondentes aos referidos trabalhos. Por consequência, tem promovido, de maneira eficaz, o enfrentamento, dentre outros, aos crimes de tráfico de pessoas e promoção de migração ilegal – previstos nos arts. 149-A e 232-A do Código Penal, com penas de 4 a 8 anos e de 2 a 5 anos de reclusão, respectivamente. Tudo isso, dentro de uma concepção de sinergia entre agências policiais do mundo inteiro e concentração de esforços.

 

Divisão de Comunicação Social da Polícia Federal