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Defensora Pública Flávia Albaine é considerada “Personalidade do Ano”

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Revista nacional reconhece a professora e criadora do projeto Juntos pela Inclusão Social, Flávia Albaine, como a pessoa que mais batalhou em prol dos vulneráveis

Flávia Albaine foi reconhecida como a “Personalidade do Ano” pela edição de outubro de 2021 da revista Cenario’s, onde a publicação foi além e criou o “Ouvindo as Vozes Invisíveis” baseando-se no primeiro semestre do ano e concedendo a premiação à criadora do projeto Juntos pela Inclusão Social por seus trabalhos realizados em prol da educação em direitos de pessoas em situação de vulnerabilidade.

Segundo Flávia, que também é professora de educação em direitos, o seu trabalho é ouvir vozes que muitas vezes são sufocadas por uma sociedade altamente discriminatória – além de realizar a educação em direitos das pessoas levando informações de qualidade sobre direitos fundamentais e como efetivá-los, em linguagem simples e acessível.

Por conta disso, assina mais de 15 edições da revista Cenario’s como colunista de inclusão social, o que fez com que seu nome fosse disseminado por todas as Minas Gerais, local de abrangência da revista física, e por todo o País, onde a edição digital tem alcance.

Albaine contribui com a sociedade em rodas de conversa, lives – como a do Setembro Verde e os “Direitos Fundamentais das Pessoas com Deficiência”, do dia 24 de setembro, que ultrapassou mais de 1.700 visualizações no canal do YouTube, e sua evidente participação constante para comentar sobre inclusão social no Bom Dia RO, filiada da Rede Globo no Norte do Brasil.

Com isso, Rondônia ganha expressividade nacional e o tema rompe barreiras necessárias. Que venham mais reconhecimentos!

Sem clube, Rosângela Santos dirige em aplicativos e cogita adeus às pistas: “Cansada”

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Medalhista olímpica em Pequim, velocista lida com falta de recursos para conseguir treinar e se preparar para mais um ciclo até Paris: “Depois de 21 anos no atletismo, passar por isso?”

No início, as corridas pelo aplicativo serviriam apenas como um complemento de renda. Ao voltar das Olimpíadas de Tóquio, Rosângela Santos decidiu trabalhar como motorista para ajudar nas despesas de casa. No meio de outubro, porém, foi dispensada pelo Pinheiros e se viu sem alternativas. Bronze com o revezamento em Pequim 2008, a velocista faz as contas e se pergunta: ainda vale a pena ser atleta?

A rotina tem sido intensa. Rosângela mora em Madureira, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Todos os dias, acorda cedo e se desloca para a Urca, onde treina em dois períodos, entre 8h30 e 11h30. Depois do almoço, faz musculação. De lá, volta para casa, descansa um pouco e dá início ao trabalho como motorista. Por pelo menos quatro horas, dirige pela cidade antes de encerrar.

Nos Estados Unidos, onde morou por um tempo, Rosângela também trabalhou como motorista de aplicativo enquanto se preparava para as Olimpíadas de Tóquio. Na época, sofreu uma lesão nas costas por passar tanto tempo sentada e viu ruir seu planejamento de treinos. Agora, com a obrigação da dupla jornada para conseguir se sustentar, cogita se aposentar do atletismo para se dedicar apenas ao aplicativo.

– Eu estou me sentindo bastante cansada. Treino de manhã, de tarde. Começo a dirigir por volta de 17h e tento ir até umas 21h, 22h, porque no dia seguinte tenho que treinar de novo. Você acha mesmo que, desse jeito, para conseguir uma medalha olímpica vai dar muito certo? Acha mesmo que vale a pena? Depois de 21 anos no atletismo, passar por isso? Não está valendo mais ser atleta. Muito mais fácil focar em ser motorista de aplicativo – desabafa a atleta, de 30 anos.

O fim do contrato com o Pinheiros pegou Rosângela de surpresa. Há sete anos no clube paulista, a velocista costumava firmar contratos anuais com a equipe. Neste ano, por conta da pandemia, o período foi menor, mas com a expectativa de assinatura de um aditivo após as Olimpíadas. No dia 14 de outubro, porém, o empresário da atleta foi comunicado de que o vínculo seria encerrado naquele momento. O geentrou em contato com a assessoria do clube, mas ainda não recebeu resposta.

– Ninguém entrou em contato. Foram sete anos de clube. Desses sete anos, só esse ano, que eu tive uma lesão na panturrilha, que eu não consegui correr o Troféu Brasil. Em todos os outros anos, ganhei medalha. Se não venci, fiquei em segundo ou terceiro lugar.

Hoje, Rosângela conta apenas com o Bolsa Atleta e com um patrocinador. Não é o suficiente para bancar a rotina de treinos e viagens para competições. Seu técnico, Renan Valdiero, tem ajudado como pode. Sem salário fixo, recebe uma parte das premiações das provas que Rosângela disputa.

Meu objetivo é Mundial Indoor, já estou classificada. Não sei como vai ser pista livre. Meu planejamento, agora, é até março. Estou tentando me reerguer, estou tentando criar motivações no atletismo. Porque cansa. Já estou cansada, até porque faço isso há 21 anos. Tenho artrose no quadril, dói muito. Faço infiltração para controlar. Vale a pena? Além de ter lidar com lesões, lidar com isso. A falta de investimento é natural do esporte, já estamos acostumados. Essa falta de respeito foi o pior. Se já tivessem avisado que não renovariam o contato, teria esse respaldo, iria atrás de outras coisas.

A procura de Rosângela vai além de um clube. Sem tantos investimentos, sabe que poucas são as equipes com condições de investir em salários de atletas olímpicos. Por isso, se apega à espera por patrocinadores que possam ajudá-la no ciclo até Paris.

– Se patrocinadores se sensibilizarem, agradeço muito. Poderia até me vincular a um clube com recurso menor, mas com a ajuda de uma empresa privada. Isso já aconteceu comigo. Se isso acontecer…

Por G1-GE

MC Livinho se despede do São Caetano após oito jogos e nenhum gol: “Consegui realizar o sonho”

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Cantor treinou e atuou profissionalmente por quatro meses. Emocionado, ele lamentou não ter conseguido marcar um gol para dedicar ao avô e cornetou técnico por ausência no último jogo

Chegou ao fim a passagem do cantor MC Livinho como jogador profissional do São Caetano. Foram praticamente quatro meses e oito jogos pelo Azulão na disputa da Copa Paulista. O time do ABC acabou eliminado na semifinal da competição para o São Bernardo.

Em oito jogos pelo São Caetano, sendo três deles como titular, MC Livinho não conseguiu marcar gol, mas protagonizou lances curiosos na primeira experiência como jogador profissional. Um gol quase feito, um pênalti sofrido que rendeu gol em jogo importante e vários outros lances. O contrato de Livinho era válido até o fim da participação na Copa Paulista.

Em uma rede social, Livinho se despediu do clube e se emocionou ao falar do desejo que tinha de poder marcar um gol e dedicar para o avô, seu grande incentivador durante a infância. Apesar de agradecer a oportunidade que teve no São Caetano, o cantor também aproveitou para cornetar o técnico Max Sandro após ficar fora do duelo contra o São Bernardo.

– Muito obrigado a todos vocês que torceram por mim na realização do sonho de ser jogador profissional. Me dediquei nesse tempo todo, treinei e sou muito grato ao São Caetano por ter aberto essa porta para mim. O ciclo se encerra por aqui – contou Livinho.

Consegui realizar o sonho de jogador. Só não consegui fazer o que tinha em mente, que era um gol no profissional para dedicar ao meu avô, que sempre me levou para jogar. Vô, eu te amo, onde você estiver.
— disse Livinho.

– Para quem perguntou sobre o porquê de não ter jogado ontem, é o seguinte: ontem teve treino, treinei normalmente com todo mundo e depois teve um específico para os titulares e outro para os reservas. O professor me chamou, estava com um desconforto muscular, e o professor achou por bem não me levar. Queria só agradecer. O último jogo também, estava bem, mas o professor achou melhor não me colocar. Entendo e respeito a decisão de todos. Obrigado a todos que torceram por mim – explicou o cantor.

A ida para o São Caetano foi a terceira tentativa de Livinho de ser jogador de futebol profissional. Em 2018, o cantor passou por um período de testes no Oeste, treinando com o elenco que na época disputava Campeonato Paulista e Série B do Brasileiro. No ano passado, Livinho chegou a ser anunciado pelo Audax, mas desistiu antes mesmo de ser apresentado. Nas duas vezes, a agenda intensa de shows do cantor impediu o acerto com os clubes.

Sem shows em virtude das restrições impostas pela pandemia, Livinho procurou o São Caetano em busca de uma oportunidade. Inicialmente, o contrato seria válido até o fim da Copa Paulista. Ou seja, a ideia era se dedicar integralmente aos treinos e jogos, sem que os compromissos como cantor atrapalhem a rotina de atleta. Com as restrições diminuindo e a agenda de shows sendo retomada, o cantor optou por seguir apenas com a carreira na música.

Sem Livinho, o São Caetano agora planeja a disputa da Série A2 do Campeonato Paulista. A eliminação na Copa Paulista deixou o Azulão pelo segundo ano consecutivo sem vaga em uma competição nacional.

Veja abaixo outros vídeo do MC Livinho na carreira relâmpago como jogador.

Por Ge/G1

Pfizer testa medicamento contra a covid-19 em brasileiros

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Em todo o país, 29 centros de pesquisa participam dos testes

Os testes clínicos de um medicamento contra a covid-19 começaram a ser feitos no Brasil. A pesquisa desenvolvida pela Pfizer utiliza a molécula PF-07321332, um antiviral da classe dos inibidores de protease. Segundo a farmacêutica, o remédio, administrado via oral, já mostrou potencial para ser utilizado contra o novo coronavírus.

Fazem parte dos estudos clínicos de Fase 2 e 3, 29 centros de pesquisa. Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio de Janeiro e São Paulo têm instituições que farão os testes. Para participar do estudo é necessário ter mais de 18 anos.

A Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) é uma das que realiza os testes. Segundo a instituição, o tratamento é feito com duas doses diárias do composto PF-07321332 associado ao ritonavir por cinco dias seguidos. O ritonavir é usado para aumentar o nível da droga ativa. O acompanhamento terá duração de 24 semanas, com três visitas presenciais no primeiro mês e as demais consultas feitas por telefone.

Etapas

A molécula que está sendo estudada foi aprovada na Fase 1, que testa segurança e tolerabilidade em humanos. Considerando os resultados já obtidos, incluindo a fase pré-clínica, com testes in vitro, a Pfizer desenvolve agora três estudos pivotais, randomizados, duplo-cego e controlados por placebo.

Os testes envolvem, portanto, três tipos de pacientes: não vacinados ou vacinados com suspeita e/ou diagnóstico de covid-19 e com baixo risco de desenvolver doença grave; estudo em pacientes não vacinados com suspeita e/ou diagnóstico de covid-19 e com alto risco de desenvolver doença grave; e estudo em pessoas não vacinadas cujos contatos domiciliares estão com covid-19.

Para serem realizados no Brasil, os estudos são previamente aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), além dos Comitês de Ética dos centros de pesquisa participantes.

Matéria alterada às 16h37 para esclarecimento de informação

Agência Brasil

Justiça nega HC a empresário acusado de matar ex-mulher

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Nessa quinta-feira, 28, a 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Rondônia negou o pedido de habeas corpus impetrado por um homem que se encontra preso preventivamente, desde o dia 19 de agosto, acusado de ter cometido o crime de feminicídio, na comarca de Rolim de Moura.

Segundo consta nos autos, a vítima estava no banco de carona em um veículo, quando o ex-marido parou ao lado do automóvel e disparou com revólver.  A vítima morreu no local, sem chance de receber socorro.

Os membros da 1ª Câmara Criminal negaram o pedido de liberdade. Para o relator do processo, desembargador José Antonio Robles, há necessidade da manutenção da prisão preventiva, pois se trata, em tese, de um crime de feminicídio, cuja dinâmica atribuída ao paciente revelava a gravidade concreta do delito. Conforme o processo, há, ainda, testemunha para ser ouvida, e a soltura do investigado neste momento, repercutiria não apenas com a sensação de impunidade, mas, também, poderia gerar sério temor em todos que podem contribuir com a total elucidação dos fatos.

O relator ressaltou, ainda, que crimes desta natureza causam evidente clamor social. De acordo com os documentos presentes nos autos, o crime assemelha-se à execução, por isso denota periculosidade do réu e a não decretação da prisão coloca em risco inclusive uma futura aplicação da Lei Penal.

 

Assessoria de Comunicação Institucional

PRF encerra Operação Finados

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Este ano os policiais registraram um número inferior ao do ano passado em vários tipos de infrações e também conseguiram reduzir o número de acidentes graves, mortes e feridos

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) encerrou a Operação Finados 2021 com 179.177 pessoas fiscalizadas e 184.431 veículos fiscalizados, em todas as rodovias do país. Para a força tarefa, que iniciou dia 29 de Outubro e finalizou no dia 2 de Novembro, foram empregados 12.309 policiais. Outros dados foram divulgados na coletiva de imprensa realizada na tarde desta quarta-feira, 03.

O total de autos de infração realizados para motoristas dirigindo sob influência de álcool aumentou em 23% em relação ao período de 30 de Outubro a 03 de Novembro do ano passado, registrando 839 autos. O que demonstra que o motorista ainda precisa melhorar a sua atitude no trânsito e parar de adotar um comportamento imprudente. No entanto, vale destacar, que esse ano também foram realizados 14.030 testes de etilômetro durante a operação,  108% a mais do que em 2020, ano atípico, no qual houve uma pandemia e toda a dinâmica da fiscalização foi afetada.

Já em relação ao descumprimento da norma do cinto de segurança (condutor e passageiro), de ultrapassagem, do não uso do capacete e do dispositivo de retenção infantil, todas apontaram uma redução no número de infrações em 22%, 24%, 42% e 5%. Registrando 4.048 autos pelo não uso do cinto de segurança, 5.172 por ultrapassagens indevidas, 610 crianças fora das cadeirinhas e assentos e 728 motociclistas transitando sem usar capacete.

Redução no  número de acidentes graves, mortes e feridos

Com foco na diminuição de acidentes, a PRF também logrou êxito com as ações realizadas em todas as regiões do país ao reduzir em 11% o número de acidentes graves, 5% o número de mortes, e 16% o número de feridos em relação ao ano passado, registrando o número de 266, 96 e 1.084, respectivamente.

Combate ao crime

Apesar do foco da operação na fiscalização viária, a PRF também registrou números expressivos no combate ao crime: Foram apreendidos 1.447.060 maços de cigarros contrabandeados, um aumento de 273%, comparado ao feriado do ano passado. O número de armas de fogo retiradas de circulação também foi 76% maior do que no ano passado, que registrou 25 armas. Além disso, os policiais recuperaram 136 veículos, 7% a mais do que em 2020.

Novo terminal portuário fluvial auxilia comunidades ribeirinhas no Rio Amazonas

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IP4, no município de Silves (AM), facilitará a vida de mais de 9 mil moradores da região

A Instalação Portuária Pública de Pequeno Porte (IP4), do município de Silves (AM), já está em operação. Com investimentos de R$ 22 milhões, O Governo Federal, por meio do Ministério da Infraestrutura, e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), concluiu, neste mês, as obras de construção da IP4. Demanda antiga da população, a nova instalação para desembarque de cargas e passageiros no Rio Amazonas vai beneficiar os mais de 9 mil moradores da região e dos municípios próximos.

IMPORTÂNCIA

Apesar de ser de pequeno porte, o porto é considerado de grande importância para a população, uma vez que as cidades da região têm alta demanda de transporte hidroviário e ainda não contavam com um local para esse tipo de operação com infraestrutura e segurança para atender as embarcações regionais. Os pequenos portos exercem o papel social de facilitar a integração entre as comunidades ribeirinhas e os seus usuários. A instalação, que equivale a uma pequena rodoviária às margens do rio, ainda impulsiona o desenvolvimento econômico e melhora a qualidade de vida da população.

As obras incluíram terminal de passageiros, armazém de carga, fábrica de gelo/câmara frigorífica, estacionamento, guarita, subestação, estação de tratamento de esgoto, sistema naval com capacidade para atender embarcações regionais locais e outros.

INSTALAÇÕES

Construídas pelo DNIT, as Instalações Portuárias Públicas de Pequeno Porte (IP4s) precisam atender a requisitos de eficiência, segurança, atendimento ao interesse público, conforto e preservação do meio ambiente. Além disso, devem constar no Sistema Nacional de Viação (SNV), operar exclusivamente com embarcações de navegação interior e estar fora da poligonal do porto organizado.

Com informações do Ministério da Infraestrutura

Com meta ambiciosa, Brasil anuncia redução de 50% nas emissões de carbono até 2030

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Novidade foi apresentada pelo ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, no discurso de abertura da Cúpula do Clima

O ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, anunciou na segunda-feira (1º) o compromisso do Brasil em reduzir a emissão de carbono em 50% até 2030. A novidade fez parte do discurso de abertura da 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP26). A meta será formalizada junto à cúpula, que segue com debates sobre mudanças climáticas até 12 de novembro.

“O Brasil demonstra, mais uma vez, seu compromisso como parte de um acordo coletivo”, frisou Leite. Antes, a promessa era baixar o nível de emissões para 43% até 2030. O governo espera que em 2050 o país neutralize a emissão de carbono na atmosfera.

A fala do ministro sucedeu o pronunciamento do Presidente da República, Jair Bolsonaro, que posicionou o país como uma grande potência verde. “Temos a maior biodiversidade do planeta, a maior e mais rica cobertura florestal e uma das maiores áreas oceânicas”, afirmou. O Presidente Jair Bolsonaro reforçou que está focado em buscar soluções para as questões ambientais.

“No combate à mudança do clima, sempre fomos parte da solução, não do problema”, afirmou. “Vamos agir com responsabilidade, buscando soluções reais para uma transição que se faz urgente”, completou o Presidente Jair Bolsonaro.

Na mesma linha, o ministro defendeu ações globais mais colaborativas. “Devemos, juntos, fazer uma transição do debate: das promessas climáticas para a criação empregos verdes.” [Deixarmos] de apontar fragilidades ambientais dos outros [e caminharmos] rumo a um futuro melhor para todos”, disse.

Ajuda de países ricos

O discurso de Leite sinalizou que o país vai cobrar, na Cúpula do Clima, investimentos das nações mais ricas nos países em desenvolvimento. “Financiamento climático é urgente. É fundamental que tenhamos robustos volumes e nas quantidades necessárias para que a contribuição dessa nova economia ocorra em cada região do planeta”, enfatizou.

Esse tipo de recurso pode ser aplicado em ações que reduzam a emissão de gases de efeito estufa e que estimulem projetos sustentáveis em nações como o próprio Brasil. Em 2009, as grandes economias mundiais prometeram a doação de 100 bilhões de dólares ao ano às nações em desenvolvimento, a partir de 2020, o que ainda não ocorreu.

Avanços nacionais

No pronunciamento, o Presidente Jair Bolsonaro mencionou a criação, em outubro, do Plano Nacional de Crescimento Verde (PNCV), que, segundo ele, “traz as preocupações ambientais para o centro da agenda econômica”. A iniciativa vai oferecer financiamentos e subsídios para incentivar projetos de preservação ambiental, priorizar a concessão de licenças e gerar os chamados empregos verdes.

O ministro do Meio Ambiente sugeriu ainda que estados brasileiros mais desenvolvidos economicamente atuem com medidas mais ambiciosas para a queda de emissão de carbono. Ele acredita que, assim, o país pode se tornar mais unido “na direção de uma nova economia verde, justa e inclusiva”.

Pacote de medidas

Na cerimônia, o Ministério do Meio Ambiente apresentou diretrizes para a agenda estratégica voltada à neutralidade climática. Entre as medidas, estão:

  • Zerar o desmatamento ilegal até 2028: 15% por ano até 2024, 40% em 2025 e 2026, e 50% em 2027, comparando com o ano de 2022;
  • Restaurar e reflorestar 18 milhões de hectares de florestas até 2030;
  • Alcançar, em 2030, a participação de 45% a 50% das energias renováveis na composição da matriz energética;
  • Recuperar 30 milhões de hectares de pastagens degradadas;
  • Incentivar a ampliação da malha ferroviária.

Formato

A abertura do Brasil na COP26 ocorreu de forma simultânea do “Espaço Brasil”, estrutura montada na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília (DF), e do pavilhão em Glasgow, na Escócia, cidade anfitriã do evento.

A ideia é que todas as atividades da agenda brasileira sejam interativas entre os dois estúdios. Nesta primeira semana do fórum, o ministro Joaquim Leite, chefe da delegação, participará dos painéis na capital federal. Ele segue com uma comitiva para Glasgow na semana seguinte.

Participaram da abertura na segunda-feira, o presidente da CNI, Robson de Andrade; o Executivo de Agronegócios da Apex, Márcio Rodrigues; e o secretário de Clima e Relações Internacionais do ministério, Marcos Paranaguá, além de seu adjunto, Marcelo Freite. A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) apoia o evento.

Pavilhão Brasil

Vale lembrar que todas as apresentações do Pavilhão Brasil estão sendo transmitidas ao vivo no canal do Ministério do Meio Ambiente no YouTube, clique aqui para acessar.

Confira aqui programação completa das apresentações que ocorrerão no Pavilhão Brasil.

Com informações do Ministério do Meio Ambiente

Ministério da Saúde prorroga Campanha de Multivacinação até dia 30 de novembro

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Objetivo da mobilização é atualizar a caderneta de vacinas de crianças e adolescentes menores de 15 anos de todo o Brasil

Coqueluche, poliomielite, difteria, tétano e catapora. Algumas das vacinas são só uma gotinha. Outras uma picadinha bem rápida. Mas não importa a forma como é administrada, o benefício é bem maior. Por isso, para ampliar ainda mais o número de crianças e adolescentes menores de 15 anos com a Caderneta atualizada, o Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, prorrogou a Campanha Nacional de Multivacinação. A mobilização que terminaria dia 29/10, foi prorrogada para o dia 30 de novembro.

Até a última quinta-feira (28), dados do Localiza SUS apontavam que mais de 3 milhões de doses foram aplicadas desde o início da campanha. O imunizante mais aplicado foi o da Meningocócica, com 444.491 doses administradas, seguindo da vacina contra a Febre Amarela, com 349.551 doses, e da Pneumocócica, com 322.703 doses aplicadas. Segundo o ministro da Saúde Substituto, Rodrigo Cruz, manter a vacinação de crianças e adolescentes em dia é um compromisso do Governo Federal.

“É um compromisso nosso, mas também pais e responsáveis têm papel importantíssimo nessa missão. Estamos falando da saúde dos nossos filhos. Então, sabendo da importância desse gesto, disponibilizamos mais de 45 mil postos de vacinação. Com a prorrogação, eles continuarão abertos até o dia 30 de novembro, nessa mobilização, e durante o ano todo para imunizar nosso futuro”, contou Rodrigo.

“É um compromisso nosso, mas também pais e responsáveis têm papel importantíssimo nessa missão. Estamos falando da saúde dos nossos filhos. Então, sabendo da importância desse gesto, disponibilizamos mais de 45 mil postos de vacinação. Com a prorrogação, eles continuarão abertos até o dia 30 de novembro, nessa mobilização, e durante o ano todo para imunizar nosso futuro”, contou Rodrigo.

Dentre as vacinas que estão disponíveis nos postos estão: BCG, Hepatite A e B, Penta (DTP/Hib/Hep B), Pneumocócica 10 valente, VIP (Vacina Inativada Poliomielite), VRH (Vacina Rotavírus Humano), Meningocócica C (conjugada), VOP (Vacina Oral Poliomielite), Febre amarela, Tríplice viral (Sarampo, rubéola, caxumba), Tetraviral (Sarampo, rubéola, caxumba, varicela), DTP (tríplice bacteriana), Varicela e HPV quadrivalente (Papilomavírus Humano).

Além disso, estarão disponíveis para atualização da caderneta de adolescentes as vacinas HPV, dT (dupla adulto), Febre amarela, Tríplice viral, Hepatite B, dTpa e Meningocócica ACWY (conjugada). O Ministério da Saúde reforça que a atualização da situação vacinal aumenta a proteção contra as doenças imunopreveníveis, evitando a ocorrência de surtos e hospitalizações, sequelas, tratamentos de reabilitação e óbitos. Vale lembrar que todos os imunizantes integram o Programa Nacional de Imunizações (PNI), são seguros e estão registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Com informações do Ministério da Saúde

Caixa Econômica apresenta ações sociais e ambientais na COP26

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Entre as ações está o programa Caixa Florestas, que destina R$ 150 milhões por ano para recuperação e preservação de florestas

Inclusão social e proteção ao meio ambiente estão unidas nas ações da Caixa Econômica Federal. Para isso, o banco público criou o programa Caixa Florestas, que destina R$ 150 milhões por ano para recuperação e preservação de florestas, além de apoio às comunidades vulneráveis. O programa prevê ainda o plantio de 10 milhões de mudas de árvores nos próximos cinco anos, a recuperação de áreas degradadas e ações de valorização das comunidades tradicionais. Com isso, serão cerca de 3,5 milhões de hectares protegidos.

O programa foi criado em maio deste ano e os detalhes foram apresentados nesta quarta-feira (3), por videoconferência, pelo presidente da Caixa, Pedro Guimarães, em evento no estande brasileiro da Confederação das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP26). O evento ocorre em Glasgow, na Escócia, até o dia 12 de novembro.

As mudas das árvores vão ser plantadas em todos os biomas. As nascentes do Rio São Francisco, que corta boa parte do nordeste, já estão recebendo as novas árvores.

Linha de crédito

Entre as medidas para fortalecer os laços entre inclusão e proteção ambiental, o banco público também lançou uma linha de microcrédito para 100 milhões de brasileiros que vivem em situação de vulnerabilidade. Ao falar do papel da Caixa nos compromissos do Brasil com a Responsabilidade Socioambiental, o presidente da instituição destacou que o banco é o principal financiador da população de baixa renda. “Nós temos o financiamento de centenas de milhares de casas no meio da floresta e de outros biomas para índios e comunidades quilombolas. Isso é muito importante porque eles não teriam renda para esse financiamento e as casas que nós encontramos são totalmente degradadas”, disse Pedro Guimarães.

Ele lembrou ainda que a Caixa financia cerca de seis milhões de moradias no país, das quais apenas 200 mil possuem equipamento de captação de energia solar. “Nós lançamos um programa muito forte para colocar [energia solar] nas outras 5,8 milhões. A partir de agora há uma redução da taxa de juros para quem quiser financiar”, explicou.

“Alguns acham que o Brasil não está fazendo o seu trabalho. Aqui é um bom exemplo. O Brasil está na direção correta, fazendo uma atividade de preservar, de incentivar, e capacitar a todas as regiões e a Caixa é um belo exemplo disso”, afirmou o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, que mediou o evento.

Agências-barco

A Caixa leva cidadania para a população ribeirinha de 27 cidades do Pará e do Amazonas por meio de dois barcos equipados como agências bancárias. O atendimento por meio dessas embarcações que navegam pela Ilha do Marajó e pelo Rio Amazonas chega a 825 mil pessoas. Durante as restrições impostas pelo coronavírus, essas agências foram essenciais para levar benefícios como o Auxílio Emergencial até essas pessoas. “Quase um milhão de pessoas só têm uma relação com o governo a partir dessa agência-barco”, ressaltou o presidente da Caixa, Pedro Guimarães. Em parceria com a Marinha e com o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, esses barcos contam com espaço para que as mulheres vítimas de violência denunciem seus agressores.

Assistência Social