Pacientes enfrentam longas esperas e falta de informações no HEURO de Cacoal

Heuro de Cacoal: Hospital de Urgência e Emergência Regional de Cacoal — Foto: Governo de RO/Reprodução

O site Seligacacoal recebeu, no dia 04/02/2025, o relato de Elivelton, filho de Tereza Caroline Dias, de 65 anos, que expressou preocupação com o atendimento recebido por sua mãe no Hospital de Urgência e Emergência Regional de Cacoal (HEURO). Segundo ele, Tereza foi encaminhada de Rolim de Moura para Cacoal no dia 23 de janeiro com a prescrição de implante de marcapasso. Ao chegar ao HEURO, ela foi submetida novamente a exames já realizados anteriormente. Após esse processo, foi transferida para Porto Velho.

Elivelton relatou frustração com a falta de informações claras sobre o caso. Ele afirmou que, ao tentar obter esclarecimentos, foi informado de que o hospital local não poderia intervir após o encaminhamento para a capital e que qualquer contato deveria ser feito diretamente com a equipe responsável em Porto Velho. A incerteza sobre o tempo de espera para a cirurgia, que pode variar entre um e três meses, ampliou sua angústia. O filho também destacou que outros pacientes enfrentam situações semelhantes, aguardando por procedimentos de alto risco por períodos prolongados – alguns por mais de 40 ou até 90 dias.

Em busca de respostas, o Seligacacoal entrou em contato com o secretário de saúde Jefferson Ribeiro da Rocha. A resposta inicial foi sucinta: “Procure a equipe técnica – repassarei a eles”. Quando questionado novamente, o secretário enviou apenas um emoji de coração. Um novo contato foi feito pelo site, informando que a equipe técnica havia sido procurada e negou ter recebido qualquer informação sobre o caso. Tentativas adicionais de contato com o secretário não obtiveram retorno.

A reportagem questiona os procedimentos adotados pelo HEURO e pelas autoridades de saúde em casos que envolvem cirurgias de alto risco, além dos critérios utilizados para definir o tempo de espera dos pacientes. Até o momento, nenhuma resposta adicional foi fornecida. Enquanto isso, pacientes como Tereza Caroline Dias permanecem em situação de incerteza, refletindo as dificuldades enfrentadas por muitos no sistema de saúde regional.
























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