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Candidatura ao Senado depende de Bolsonaro, reafirma Marcos Rogério

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O senador Marcos Rogério (PL-RO), prél

candidato a govenador, reafirmou nesta terça-feira (21/06) que a definição de candidato ao Senado apoiado pelo PL em Rondônia passará pelo crivo pessoal do presidente Jair Bolsonaro. “Meu compromisso com o presidente da República é construir alianças que garantam um governo alinhado com o projeto nacional, e uma bancada que tenha a mesma sintonia”, afirmou.

Marcos Rogério, que é vice-líder do Governo no Congresso, relata que o presidente Bolsonaro enfrenta dificuldades de implementar suas principais pautas políticas por falta de apoio de governadores e de uma base mais coesa na Câmara e no Senado. “Na redução da tributação dos combustíveis, por exemplo, o presidente tem sido voz solitária. Agora, depois da lei do teto do ICMS e de uma ordem judicial é que o governador de Rondônia anuncia que vai reduzir a alíquota sobre a gasolina”, exemplifica.

O senador comenta, ainda, que muitos que se elegeram no Partido Social Liberal (PSL), atual União Brasil, não tiveram compromisso com o Governo em muitas votações importantes. “Além disso, em momentos críticos, como durante a CPI da Pandemia, por exemplo, muitos que se diziam apoiadores do presidente se mantiveram em silêncio, inclusive governadores, que seguiram a cartilha da oposição, deixando o presidente isolado. Por tudo isso, precisamos ter cautela em nossas definições, e a candidatura ao Senado é fundamental nesse aspecto”, salientou.

O PL tem como pré-candidato o pecuarista Jaime Bagattoli, mas a deputada federal Mariana Carvalho, que migrou para o Republicanos, também pretende concorrer ao Senado com o apoio de Bolsonaro. O Partido Social Democrático (PSD) acena no sentido de lançar o ex-senador Expedito Júnior, o que ainda não ocorreu oficialmente. “As conversações partidárias estão em andamento”, finalizou Marcos Rogério.

 

Assessoria

Obras na Rodovia do Boi contemplam serviços de drenagem, terraplanagem, galerias, pontes e asfalto

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O passado de atoleiros para quem precisa escoar a produção agropecuária do Sul do Estado está ficando para trás. O Governo de Rondônia está investindo mais R$ 193 milhões no asfaltamento de 84 km da RO-370, a Rodovia do Boi. O serviço, iniciado em abril, era esperado há décadas pela população que atualmente está presenciando toda a obra que irá desenvolver ainda mais o município.

Governo verifica qualidade dos serviços na Rodovia do Boi

“Essa é uma rodovia extremamente importante para Rondônia, pois é por onde passa grande parte da produção agropecuária do Estado. Era uma obra esperada há muito tempo, muitos não acreditavam mais que seria feita, mas o Governo está honrando esse compromisso. São 84 km de asfalto de qualidade que vem sendo executados por empresas que foram contratadas dentro do princípio da moralidade e legalidade. O trabalho em Rondônia não para e essa obra vem para gerar mais progresso para Rondônia”, afirma o governador de Rondônia, Marcos Rocha, que esteve acompanhando o andamento da obra.

As obras estão divididas em cinco lotes, e todos eles estão em execução. Os trabalhos inicialmente contemplam serviços de limpeza, terraplanagem e construção de galerias. As frentes de trabalho são de empresas contratadas pelo Governo de Rondônia e estão sendo fiscalizadas pelo Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transportes – DER.

“O Governo de Rondônia está entregando muito mais que uma grande obra de infraestrutura para essa região, está entregando um sonho de décadas. O que está sendo feito na Rodovia do Boi é um serviço completo com drenagem, terraplanagem, galerias, pontes e o asfalto”, disse o diretor adjunto do DER, Philipe Rodrigues Maia.

Trafegabilidade difícil, com poeira e atoleiros, na Rodovia do Boi ficará no passado com o asfaltamento

O prefeito de Corumbiara, Leandro Vieira, destacou que a melhoria da trafegabilidade pela Rodovia do Boi era uma das principais demandas do município, e disse estar feliz em ver o Governo atendendo essa necessidade da população. Os deputados estaduais Luizinho Goebel, Rosângela Donadon e Ezequiel Neiva, também estiveram presentes na visita às obras, e parabenizaram o Governo pelo Investimento e sensibilidade em resolver um problema que se arrastava a décadas.

ESCOAMENTO

Galeria está sendo construída em substituição a um antigo tubo armico

A rodovia tem o total de 180 quilômetros de extensão, ligando o município de Corumbiara, região do Cone Sul, ao município de Parecis, na região da Zona da Mata. Os cinco lotes em execução correspondem a cerca de 84 km da estrada partindo de Corumbiara até o Trevo da Pedra em Chupinguaia.

O asfaltamento da Rodovia do Boi tem um grande significado para a economia rondoniense. A região Sul do Estado, além de ser forte na pecuária, o que justifica o nome popular dado a RO-370, também transformou-se em uma grande produtora de grãos, especialmente soja e milho. E essa produção é escoada pela Rodovia do Boi.

POPULAÇÃO

A aposentada Ivanete Alves joga na rodovia 10 baldes de água diariamente para tentar amenizar a poeira

Para a população, o investimento que o Governo está fazendo para pavimentar a Rodovia do Boi significa o fim de um grande sofrimento. A aposentada Ivanete Alves joga na rodovia 10 baldes de água diariamente para tentar amenizar a poeira que invade a residência.

“Aqui é muito sofrido. Moro aqui já tem 30 anos e o asfaltamento dessa rodovia, até então, não passava de promessas. Para amenizar a poeira, eu pego meu balde e jogo água em frente de casa todo dia de manhã e à tarde. Estou até com problema na coluna, mas é o jeito. Se não for assim a poeira suja as minhas roupas no varal. Não é só eu que sofro, mas todos os demais moradores e os caminhoneiros. No período chuvoso, a frente da minha casa amanhece com as carretas paradas, devido a interrupção do trajeto pelos caminhoneiros que têm medo de atolar, dá até dó deles. É muito sofrido para eles também, por isso essa é uma obra necessária, será muito bom, o asfalto vai melhorar a qualidade de vida de todos”.

Funcionário de uma fazenda na Rodovia do Boi Antônio Luiz Rodrigues destaca que asfalto é uma necessidade

O funcionário de uma fazenda localizada na Rodovia do Boi, Antônio Luiz Rodrigues, também conhece bem as adversidades da estrada. “Aqui é poeira até no meio da canela no período de verão, e quando chove é difícil passar por ela. Muitas vezes já ficaram parados aqui na frente muitos veículos, sem condições de seguir viagem. Quem se arriscava, até chegava a quebrar o carro. Essa é a rota principal daqui, passa boi, soja, tudo que é produzido nas linhas rurais, e uma pavimentação bem feita aqui vai melhorar muito”.

O caminhoneiro Marcos Leandro Miranda, há mais de 10 anos, transporta cargas na região, especialmente calcário e grãos. Ele também reforça os obstáculos encontrados por quem tem a Rodovia do Boi no trajeto. “Era muito difícil, tinha atoleiro e muitos buracos. No tempo da chuva, praticamente não tinha como trafegar. Agora com as obras, já está melhor e quando for feito o asfalto vamos gastar bem menos tempo no deslocamento”.

O produtor rural, Nito Gomes, está na expectativa para o asfaltamento da Rodovia do Boi

Morador do distrito de Vitória da União, o produtor rural, Nito Gomes, também está contente com as obras. O asfalto vai transformar a agropecuária da região, dando assim mais condições para o progresso. “Aqui tivemos uma dificuldade muito grande devido a estrada ser péssima, muito atoleiro, o caminhão não aguentava, arrebentava tudo. Chegamos até a parar a produção de leite porque a estrada não oferecia condições. Tinha vezes que não dava para os ônibus vir buscar as crianças do distrito para a escola e do caminhão de combustível chegar até o posto. Mas agora com as obras está melhorando”, disse ele, que tem um rebanho de vacas leiteiras e entrega 100 litros de leite, em dias alternados, em um laticínio no município vizinho. O asfaltamento da Rodovia do Boi deixará um rastro histórico de progresso no Cone Sul de Rondônia.

Trabalhadores em condições análogas à escravidão são resgatados em propriedade rural de Vilhena

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Dois trabalhadores mantidos em situação análoga à escravidão foram resgatados em uma propriedade rural de uma empresa agroflorestal localizada em Vilhena (RO). O caso aconteceu no último mês, mas foi divulgado somente esta semana pelo Ministério Público do Trabalho (MPT-RO/AC).

De acordo com as informações colhidas pelo órgão, as duas pessoas foram trazidas de Minas Gerais por um intermediário da empresa, sob a promessa de trabalhar com extração de óleo de eucalipto. Porém, fiscais do trabalho começaram a receber denúncias de que esses trabalhadores eram mantidos em cárcere privado.

O MPT e auditores fiscais da Superintendência Regional do Trabalho em Rondônia montaram uma força-tarefa para analisar o caso. No local os agentes descobriram que as vítimas viviam em um alojamento de condições precárias, com fios expostos, sujo e sem iluminação ou proteção contra chuva ou animais.

Local onde as vítimas e outros trabalhadores viviam — Foto: MPT/Divulgação

Local onde as vítimas e outros trabalhadores viviam — Foto: MPT/Divulgação

A fiscalização percebeu também que, apesar das vítimas não serem impedidas de sair do local, elas não tinham condições financeiras de voltar até seu estado de origem, já que não recebiam salários nem tinham meio de transporte para a zona urbana.

De acordo com o MPT, as vítimas estavam na propriedade desde janeiro deste ano, quando finalmente foram resgatadas. Eles foram levados pelos agentes até a zona urbana de Vilhena e hospedados em um hotel. As despesas de hospedagem e alimentação ficaram à cargo do proprietário da empresa, assim como as passagens de retorno para Minas Gerais.

Indenização

 

Em um Termo de Ajuste de Conduta (TAC), ficou estabelecido que a empresa deve pagar uma indenização por dano moral individual e coletivo, no valor de R$ 30 mil pago em 10 parcelas de R$ 3 mil, sendo que o pagamento da primeira foi estabelecido para este mês.

Do valor total, mais de 60% será destinado às vítimas e o restante será revertido para entidades ou projetos sociais que prestem relevantes serviços à sociedade ou a projetos com finalidade social, o qual for escolhido pelo procurador.

Outras obrigações

 

No mesmo documento, a empresa se comprometeu a garantir condições legais de trabalho para os outros empregados que permaneceram no local. De imediato, ainda durante a fiscalização, o alojamento precário onde eles viviam foi interditado e eles foram encaminhados para outra moradia.

Além disso, a agroflorestal terá que:

  • Assinar a carteira de trabalho dos empregados;
  • Pagar os salários até o 5º dia útil, com valor de acordo ao teto nacional e sem descontos que não sejam permitidos pela lei;
  • Respeitar a carga horária de oito horas por dia, no máximo, sem exigência de expediente aos domingos;
  • Garantir alojamentos adequados e mantê-los em boas condições;
  • Fornecer água potável, tanto no local de trabalho, quanto em suas moradias;

 

Não recrutar ou transportar trabalhadores para trabalho em locais diversos das suas origens, sem a expedição de Certidão Liberatória expedida pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE);

Caso qualquer regra estabelecida no TAC seja descumprida, a empresa será multada entre R$ 3 mil e R$ 5 mil, dependendo da infração.

Por G1-RO

Lapsos de memória podem não significar doença mental, diz psiquiatra

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Rio de Janeiro - O presidente Michel Temer e o governador Luiz Fernando Pezão participam da inauguração do centro de radiocirurgia do Instituto Estadual do Cérebro, no centro do Rio (Tânia Rêgo/Agência Brasil)

Situações de estresse aumentam chances de “efeito porta”

De acordo com a psiquiatra Danielle H. Admoni, a memória recente está ligada à atenção. “Se a gente está focado em muitas coisas, a nossa atenção diminui e, consequentemente, a nossa memória recente também”, explica a professora da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM/Unifesp).

Segundo Danielle, o simples fato de a pessoa sair de um ambiente e pensar em outros assuntos vai fazendo com que ela tenha vários focos de atenção. Com isso, acaba esquecendo o foco de atenção primária. Para ter esses lapsos de memória, não é necessário que a pessoa esteja em um estado cognitivo vulnerável, com a mente muito sobrecarregada, mas que haja uma interposição de focos de atenção.

Situações de estresse ou quando a pessoa está com muitos problemas na cabeça para resolver, entretanto, aumentam as chances do “efeito porta”. “A gente está com a cabeça em mil outras coisas, tirando a nossa energia, e aquilo diminui a atenção para o que a gente está fazendo, com mil problemas, e não consegue focar no que está fazendo ali, naquele momento”.

Estudos feitos na Universidade de Notre Dame, nos Estados Unidos, e na Bond University, na Austrália, comprovaram que quando passamos por uma porta, podemos ter lapsos de memória em relação a objetos, a coisas materiais. Um exemplo típico é aquele em que a pessoa está na cozinha lavando louça e pensa em ir ao quarto pegar um fone para ouvir música. Ao chegar no quarto, contudo, ela esquece por completo o que ia pegar naquele ambiente. Desiste e volta para a cozinha, onde continua a lavar a louça, sem ouvir a música que desejava.

“O simples ato de entrar ou sair por uma porta representa uma espécie de limite de evento na mente. Quando você muda de ambiente, muda também o foco de atenção, compartimenta a memória e a lembrança se torna mais difícil”, explica  o psiquiatria pela Unifesp, Adiel Rios, pesquisador no Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

Mantendo o foco

Segundo a psiquiatra e professora da Unifesp, há maneiras indiretas de se manter a atenção naquilo que era primário.

“Um bom jeito é anotar, seja em uma agenda virtual ou de papel, colocar um alarme, por lembretes de cores diferentes para os compromissos. Porque, ao bater o olho, a gente lembra que tem que pagar a conta xis, levar o filho a tal hora na escola. A nossa cabeça já não dá mais conta de guardar tanta informação. Então, a gente tem que ter um recurso externo para isso, para justamente lembrar. Na hora que você olha aquilo, você lembra de alguma coisa que esqueceu, porque teve outros focos de atenção”.

De maneira geral, para manter a saúde mental em dia, é preciso procurar diminuir o estresse e ter tempo para coisas prazerosas. “Quando a gente está só pensando em trabalho, problemas que não consegue resolver, isso vai tirando a nossa energia. A gente tem que ter focos de distração também, como hobbies”, enfatizou Danielle.

A melhora da atenção e da memória também está fortemente ligada à atividade física e a uma boa noite de sono. “Ter um estilo de vida saudável, tentar não se sobrecarregar e recorrer a recursos externos. Tudo isso acaba ajudando a gente a não esquecer as coisas no dia a dia”.

Ainda segundo Danielle, a forma de ver o mundo e de responder aos conflitos tem grande influência na saúde mental. Quanto mais foco a pessoa dá a um determinado problema, mais o corpo responde com sintomas de estresse. Portanto, uma maneira de amenizar os problemas é desenvolver formas saudáveis de lidar com as próprias emoções. “Nesse sentido, a psicoterapia surge como uma aliada para o autoconhecimento, o autocontrole e a inteligência emocional”, destacou.

Técnicas

Para trabalhar tanto a atenção como a memória recente, especialistas indicam várias técnicas para evitar os lapsos de memória. Fazer uma lista do que deseja lembrar ou ainda agrupar informações importantes em uma sequência temporal, com começo, meio e fim. É importante evitar que outro pensamento ocupe sua mente enquanto você estiver realizando uma tarefa. Jogos como xadrez, quebra-cabeça e atividades como palavras-cruzadas proporcionam uma melhora perceptível à memória.

Outra técnica interessante é assistir a um episódio de uma série ou um filme e anotar em seguida o maior número de detalhes que lembrar ou ouvir uma história e contar a alguém da forma mais fiel possível.

Ler também é uma atividade importante, já que a leitura proporciona exercitar a imaginação, o raciocínio e a memorização. Também é possível resumir em texto o que foi lido ou estudado.

“A meditação também desempenha um papel importante no equilíbrio pessoal e contribui para o relaxamento e o descanso em um nível mais profundo, podendo ser praticada em casa, inclusive numa pausa do trabalho”, afirmou Adiel Rios.

Doença mental

Para a professora da Unifesp, os lapsos de memória, ou “efeito porta”, não significam que a pessoa tenha uma doença mental. “Mas é algo para ficar de olho, porque é incômodo quando você não consegue lembrar as coisas. Isso traz ansiedade e angústia”, completa.

No dia a dia, as pessoas costumam ficar expostas a uma grande quantidade de estímulos, o que leva a realizar várias tarefas simultaneamente. Entretanto, segundo Danielle, o cérebro não está acostumado a receber tantos estímulos e a processar inúmeras informações de uma vez só.

“O resultado é o esgotamento mental, podendo saturar o córtex cerebral, gerando uma mente hiper pensante, agitada, impaciente, com bloqueio criativo, baixo nível de tolerância e, claro, prejuízos na memória”.

Quando se tem uma situação de sobrecarga recorrente, é preciso pensar em novas estratégias e procurar um profissional de saúde mental. Terapeutas e psicólogos podem ajudar em casos mais brandos. Em casos mais graves, como o de pessoas com idade avançada, isso pode ser um sinal inicial de demência, e é necessário o auxílio de um psiquiatra.

 

 

 

Repórter da Agência Brasil

PF prende 3º suspeito das mortes de Bruno Pereira e Dom Phillips

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Polícia Federal

Foragido se entregou na Delegacia de Atalaia do Norte (AM)

A Polícia Federal informou na manhã deste sábado (18) que Jefferson da Silva Lima, conhecido como “Pelado da Dinha”, se entregou na Delegacia de Polícia de Atalaia do Norte, região do Vale do Javari, oeste do Amazonas. Ele é o terceiro suspeito de envolvimento nos assassinatos do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips.

Lima tinha um mandado de prisão expedido pela Justiça do Amazonas e estava foragido. Agora, ele será interrogado pelos investigadores e, em seguida, encaminhado para audiência de custódia. Além dele, estão presos por envolvimento na morte e na ocultação dos corpos os pescadores Oseney da Costa de Oliveira, conhecido como Dos Santos, de 41 anos, e Amarildo da Costa Pereira, o Pelado, também de 41 anos. Até o momento, apenas Amarildo confessou o crime.

Ontem (17), peritos confirmaram que parte dos restos mortais que encontrados na Amazônia são do jornalista do inglês Dom Phillips. O material foi identificado por técnicos do Instituto Nacional de Criminalística, em Brasília, por meio de exame da arcada dentária.

A PF também informou que o trabalho de perícia continua para a identificação dos remanescentes humanos que pertenceriam ao indigenista Bruno Araújo Pereira.

“A confirmação foi feita com base no exame de odontologia legal combinado com a antropologia forense. Encontram-se em curso os trabalhos para completa identificação dos remanescentes, para a compreensão das causas das mortes, assim como para indicação da dinâmica do crime e ocultação dos corpos”, informou a PF.

Assassinatos

Dom Phillips, que era colaborador do jornal britânico The Guardian, e Bruno Pereira, servidor licenciado da Fundação Nacional do Índio (Funai), foram vistos pela última no dia 5 de junho, na região da reserva indígena do Vale do Javari, a segunda maior do país, com mais de 8,5 milhões de hectares. Eles se deslocavam da comunidade ribeirinha de São Rafael para a cidade de Atalaia do Norte (AM), quando sumiram sem deixar vestígios.

O indigenista denunciou que estaria sofrendo ameaças na região, informação confirmada pela PF, que abriu procedimento investigativo sobre a denúncia. Bruno Pereira estava atuando como colaborador da União das Organizações Indígenas do Vale do Javari (Univaja) – entidade mantida pelos próprios indígenas da região. Entre as suas missões, estava a de impedir a caça e a pesca ilegal na reserva, bem como outras práticas criminosas. A Terra Indígena do Vale do Javari concentra o maior número de índios isolados ou de recente contato do planeta e qualquer aproximação com não índios pode desencadear um processo de extermínio desses povos, seja pela disseminação de doenças ou enfrentamento direto.

Segundo os autores do crime, a motivação do assassinato de Bruno e Dom teria sido justamente a atuação deles na denúncia de acesso e exploração ilegal da reserva. A PF chegou a dizer, nesta sexta-feira (17), que não haveria mandantes nem participação de organizações criminosas. A conclusão, no entanto, foi rechaçada pela Unijava, que, em nota, informou terem sido repassados dados sobre organizações criminosas que estariam atuando na região.

 

 

Agência Brasil

Árbitro pernambucano apitará Amazonas x Porto Velho

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O árbitro pernambucano Diego Fernando Silva de Lima apitará no próximo sábado o duelo entre Amazonas-AM e Porto Velho pela 11ª rodada do grupo A1 da Série D do Campeonato Brasileiro 2022.

Diego Fernando Silva de Lima será assistido pelos amazonenses Marcos Santos Vieira e Uesclei Regison Pereira dos Santos, enquanto que o também amazonense Antonio Carlos Pequeno Frutuoso será o quarto árbitro.

O Porto Velho encara no dia 25 de junho (sábado), às 15 horas (horário de Rondônia), o Amazonas na Arena da Amazônia, em Manaus.

Texto: Alexandre Almeida
Foto: Divulgação

Empresário vilhenense e ex apresentador de tele jornal teve sua conta particular do Instagram rackada nesta manhã de sexta feira

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Paulo Portella de 30 anos popularmente conhecido pelas redes sociais relatou ao site Cone Sul que entregou em um anúncio patrocinado dentro do próprio Instagram no qual era um link falso somente para clonar deu acesso à rede social. De imediato chegou uma mensagem no meu iPhone dizendo que um outro aparelho acessou seu perfil. Quando vi tentei alterar a senha, mas quando tentei entrar já não conseguia. Relata Portella.
Em nota o empresário pede para que os conhecidos repassem a informação pata que mais pessoas não sejam vítima do golpista pela rede social. Não respondam e se puderam denuncie a conta pata que o Instagram exclua o mais rápido possível.

 

 

Assessoria

Inscrições para o Festival de Música de Vilhena vão até o próximo dia 20, saiba como participar

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A segunda edição de um dos maiores eventos musicais do município, o Festival de Música de Vilhena (Femuvi), será realizado nos dias 19, 20 e 21 de agosto. Organizado pela Fundação Cultural de Vilhena (FCV), o Festival premiará artistas musicais amadores, profissionais, masters e infanto-juvenis com valores que superam R$ 35 mil. As inscrições vão até o próximo dia 20 de junho e o edital pode ser conferido através do link: www.bit.ly/EditalFemuvi2022.

“A classe musical da nossa cidade merece eventos como o Femuvi, e este é o objetivo da Prefeitura, levar a Cultura até as pessoas. Queremos que a comunidade se aproxime das atividades da Fundação Cultural, pois a Arte é para ser apreciada por todos. Os shows serão gratuitos e os artistas serão recompensados, um bem comum para toda a cidade, em uma programação de vários estilos durante os três dias”, explica o prefeito Eduardo Japonês.

França Silva, presidente da FCV, lembra que a adesão de artistas e público na primeira edição foi um combustível para a realização deste ano. “Esta é a segunda edição do nosso festival. A que realizamos no ano passado foi um grande sucesso, pois tivemos surpresas positivas com a qualidade das apresentações e a dedicação de todos os artistas. Então isto nos deu ainda mais vontade para realizarmos a segunda edição, pois é uma meta da gestão do prefeito Eduardo, para que fomentamos os eventos da Cultura, e estamos cumprindo”, aponta França Silva.

As inscrições para a segunda edição do Femuvi vão até a próxima segunda-feira, 20 de junho, enquanto as audições de classificação para as apresentações acontecem no mês de julho. Os shows da segunda edição do Festival de Música de Vilhena serão nos dias 19, 20 e 21 de agosto.

Os interessados podem se inscrever nas categorias: Amador (Individual/Dupla), Amador Banda, Profissional (Individual/Dupla), Profissional Banda, Master, infanto-juvenil (Individual/Dupla) e Infanto-juvenil Banda. Ao todo serão mais de R$ 35 mil em premiações, divididas entre as categorias. O edital completo com as normas para inscrição e mais detalhes pode ser acessado no link: www.bit.ly/EditalFemuvi2022.

Para mais informações sobre este e outros eventos da FCV, basta entrar em contato através do telefone e WhatsApp 3321-1777. A Fundação fica localizada na Avenida Tancredo Neves, nº 3845, no bairro Jardim América.

 

Semcom

PRF detém homem condenado diversas vezes por estupro de vulnerável

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Foragido da Justiça foi preso na BR 364

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Rondônia, no início da noite da última segunda-feira (14), em Porto Velho/RO, executou mandado de prisão de um homem, de 41 anos de idade, que transitava na BR 364, próximo ao km 759. O foragido da justiça tinha diversas condenações pela prática do crime de estupro de vulnerável.

A prática de violência sexual infantil é uma das ações combatidas pela PRF em TODO o BRASIL. Segundo a fundação ABRINQ, a cada hora, mais de três crianças sofrem algum tipo de violação no Brasil.

Caso você identifique esse tipo de conduta, denuncie.

Nossos canais para contato na rede social é através do @prf_ro e no telefone, disque 191.

Madeira ilegal levada após grupo barrar ação da polícia é localizada em serraria

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 A Polícia Militar Ambiental confirmou, nesta quinta-feira (16), que o carregamento de madeira ilegal que tinha sido “levado” após um grupo de pessoas impedir a ação de policiais, durante uma operação, foi encontrado e apreendido em Cujubim (RO).

A barreira para impedir a execução da Operação Arigós aconteceu na terça-feira (14). Na ocasião, a Polícia Ambiental escoltava o carregamento até uma área segura, quando um grupo de cerca de 30 pessoas fechou a estrada com carros e impediu a passagem da viatura policial (veja no vídeo abaixo).

Com a distração, o motorista do caminhão com a madeira ilegal conseguiu fugir. Segundo a Polícia Militar (PM), os militares ambientais reagiram de forma pacífica na ação e deixaram que o condutor fosse embora, por segurança.

Porém, depois da ação criminosa, os policiais chamaram reforços e iniciaram investigação para localizar o carregamento da madeira.

Na quarta-feira (15), menos de 24 horas depois, as madeiras foram encontradas escondidas em uma serraria desativada no município de Cujubim (RO), a 220 km de Porto Velho.

O material foi levado até a sede do Batalhão de Polícia Ambiental em Candeias do Jamari (RO). O motorista não estava no local.

Segundo a PM, todos os envolvidos de participar da “barreira” de carros foram identificados. Alguns deles já foram localizados e ouvidos na delegacia e as investigações seguem para encontrar os outros suspeitos.

A Operação Arigós

Um grupo suspeito de praticar crimes ambientais na unidade de conservação Estação Ecológica Soldados da Borracha, em Porto Velho e Cujubim, é alvo da operação. Chamada de Arigós, a ação busca apurar e combater grandes desmatamentos na região e nesta etapa os agentes cumpriram cinco mandados de busca e apreensão em áreas urbana e rural.

O grupo criminoso investigado já causou um dano ambiental de 9.684 hectares, o equivalente a quase 9 mil campos de futebol. O dano ambiental praticado pelo grupo já pode chegar aos R$ 345 milhões.

Os agentes de fiscalização buscam identificar quem são os mentores e beneficiários do desmatamento feito dentro da unidade de conservação ambiental.

A ação tem a participação do Ministério Público de Rondônia (MP-RO), Delegacia de Repressão aos Crimes contra o Meio Ambiente (DERCCMA), Batalhão de Policiamento Ambiental (BPA), Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental (Sedam), Núcleo de Operações Aéreas da Secretaria de Estado de Segurança, Defesa e Cidadania (NOA) e Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar (Bope).

Fonte: G1/RO