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Prefeitura de Vilhena cria novo espaço de lazer e caminhada para população

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Vilhena terá um novo espaço de lazer e caminhada para seus moradores. A iniciativa é uma parceria entre diversas secretarias municipais e a Fundação Cultural de Vilhena (FCV). O espaço para atividades físicas ficará entre a Avenida Presidente Nasser e a Prefeitura de Vilhena e substituirá o antigo local dedicado que ficava à frente da Câmara Municipal de Vereadores.

O projeto tem a colaboração das secretarias municipais de Trânsito, Obras, Assistência Social, Esporte e Comunicação e busca oferecer um novo pólo gerador de cultura e atividade física para a população. A área contará com estrutura de banheiros, bebedouros e vigia, proporcionando segurança e conforto aos usuários.

Além disso, no local está previsto a construção de uma quadra de areia para a prática de esportes como vôlei, futebol e beach tênis. As secretarias envolvidas terão suas participações no espaço, cada uma com sua área de atuação.

As atividades no novo espaço de lazer e caminhada em Vilhena terão início na próxima semana, com testes a partir das 17 horas. A população está convidada a participar e aproveitar essa nova opção de atividade física e entretenimento.

Semcom

Centro de Convivência da Criança realiza cerimônia de abertura das atividades para 2023

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Serão ofertados 180 vagas para oficinas de artesanato, natação entre outras atividades interativas

 

Na noite de terça-feira, 11, O Centro de Convivência da Criança (CCC) realizou a cerimônia de abertura das atividades para o ano de 2023. Ao todo, serão disponibilizadas 180 vagas para as oficinas de artesanato, dança, natação, artes marciais, esportes e atividades interativas para crianças de 07 a 12 anos.

 

O local passou recentemente  por uma reforma e revitalização do espaço físico com mão de obra dos reeducandos do projeto “Semear e Ressocializar” do Centro de Ressocialização do Cone Sul em parceria com a Prefeitura de Vilhena

 

O secretário de Assistência Social, Rogério Golfetto, destaca que Centro de Convivência da Criança é um lugar que oferece às crianças uma oportunidade de aprendizado e crescimento fora do ambiente escolar. “Desta forma, o CCC se tona uma alternativa valiosa para as crianças que poderiam estar na rua e que, no centro, elas recebem todo o amor e cuidado necessários para desenvolver suas habilidades ”, pontuou Golfetto.

 

Marcaram presença no evento, o vice-prefeito, Aparecido Donadoni, vereadores Zé Duda, Sargento Damassa, Zezinho da Diságua, diretor de secretaria da Justiça Federal de Vilhena, Diego Toldo, Juiz Federal, Rafael Ãneglo Slomp entre outras autoridades locais.

 

O Centro de Referência da Criança fica localizado na Rua Rosalina Marangoni nº 3670, bairro Jardim América, ao lado do  do Centro de Convivência da Gestante.

 

Link das fotos.

https://www.facebook.com/municipiodevilhena/posts/pfbid02E8yuR1JMMJYH9oA8GBY2nfnJuh2tLRdEwuGf6m6KGQpTnTvorZSsb4DDhFy7o1KDl

 

Semcom

Mediação Tecnológica de Rondônia reforça desenvolvimento de projetos educacionais

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Com o objetivo de atender e igualar as oportunidades para estudantes que residem em áreas rurais, comunidades quilombolas, reservas extrativistas, comunidades indígenas e áreas de fronteira, a Mediação Tecnológica, implantada pelo Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Educação – Seduc desde 2016, tem atendido cerca de 6 mil estudantes do Ensino Médio, nas 18 Coordenadorias Regionais de Educação – CREs, contemplando 318 salas de aulas. A central de mídias, localizada em Porto Velho é responsável por planejar, produzir e transmitir aulas diariamente, em cumprimento ao calendário letivo.

Desde 2019, as videoaulas e demais produções têm sido disponibilizadas ao público, por meio do canal da Mediação Tecnológica no YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCFF8qjuFRMmg6iLOf4ECmrQ, que conta com 71 mil inscritos.

Segundo a gerente da Mediação Tecnológica da Seduc, Dani Brasil, um dos diferenciais da mediação está na capacitação dos profissionais. “Grande parte dos nossos professores são doutores e os que ainda não são, já estão cursando”, ressaltou.

Para o  governador de Rondônia, Marcos Rocha, a mediação Tecnológica de Rondônia tem um papel importante para impulsionar a educação no Estado. “No âmbito da inovação e tecnologia, estamos desenvolvendo projetos funcionais no tocante às práticas pedagógicas para atender às demandas do nosso público estudantil”, comentou.

A coordenadora da Mediação Tecnológica destaca que, a participação dos estudantes nos projetos pedagógicos está dando resultado no projeto Clube da Leitura, que visa aperfeiçoar o repertório e a produção do texto dissertativo argumentativo (redação) dos alunos e tem alcançado excelentes resultados desde 2018.

Segundo a professora Pura Moreno, idealizadora do projeto, “o clube inicia na sala de aula, concomitante às aulas de Língua Portuguesa, mas tem se expandido para a vida pessoal do estudante, levando o conteúdo destas obras literárias ao lar e se tornando referência para argumentação textual em provas, como a do Exame Nacional do Ensino Médio – Enem”, reforçou.

Pequenos negócios respondem por 85% das contratações em fevereiro

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Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS)

Foi como descobrir a arte. Mas, não foi de um dia para o outro que o maranhense Ricardo Silva Carvalho, de 41 anos, nascido em Sambaiba (MA) e radicado em Brasília há quase 20 anos, aprendeu a fazer sushi. “Demorei um ano e as aulas foram no restaurante que eu trabalhava”. Ele se tornou chef.

Durante a pandemia, passou a prestar um serviço para complementar renda: entregar comida japonesa na casa das pessoas. Economizou tudo o que podia. Deu tão certo que o sonho iria se tornar realidade em 2023. “Abri meu próprio fast food de sushi com minha esposa neste ano.” O casal contratou seis funcionários.

Segundo levantamento do Serviço Brasileiro de Apoio às Pequenas e Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged),  a história do empreendimento do Ricardo e da Patrícia está longe de ser um caso isolado. Esse tipo de empresa respondeu pela criação de 85% das vagas de trabalho geradas em fevereiro.

Em números absolutos, foram 206.697 vagas abertas (85% dos 241.785 novos postos de trabalho criados).

Para o economista Roberto Piscitelli, professor da Universidade de Brasília (UnB), as vagas geradas pelas pequenas empresas reduzem a concentração de economia. Ele explica que esse tipo de negócio ajuda a capilarizar os circuitos econômicos e tende a desconcentrar a riqueza.

“Além disso, essas oportunidades tendem a absorver uma mão de obra que depende de menos tecnologia. Por isso, é tão importante que sejam oferecidos programas de incentivo para pequenas e médias empresas”, considera o economista. São vagas geradas também mais próximas das casas das pessoas.

Na avaliação da professora de economia Juliana Bacelar, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, o levantamento ressalta o peso das pequenas empresas na geração de emprego, que vai melhor nos serviços do que no comércio.

Segundo o Caged, o ramo de serviços foi o que mais contratou: foram 135.238 empregos em fevereiro. Depois, vem a indústria de transformação, que respondeu por 37.429 vagas; enquanto a construção teve 22,6 mil novos postos gerados. O comércio teve saldo negativo (-1.344 novos postos de trabalho).

“Não é a toa que, quando a gente fala quais são os segmentos que estão puxando a economia, é o setor de serviços porque é onde elas, de fato, estão mais presentes e contratam mais. Os setores que estão crescendo mais são alimentação e educação. Eu acho que reflete muito o movimento da dinâmica econômica. Mas o comércio não está decolando em termos de atividade econômica.”

Recuo

As médias e grandes empresas tiveram saldo negativo pelo segundo mês consecutivo, com mais demissões do que contratações. No acumulado de 2023, dos 326.356 novos empregos gerados, 83% foram nas micro e pequenas empresas (MPEs).

Para o Sebrae, os dados atestam a importância dos pequenos negócios para a economia nacional, o que gera renda e contribui para assegurar a cidadania de milhares de pessoas e suas famílias. “Falar de desenvolvimento econômico e social é falar da micro e pequena empresa”, apontou o presidente da entidade, Décio Lima.

Os dados acompanham o histórico que já vinha se mostrando promissor no ano passado, quando, a cada dez postos de trabalho gerados no Brasil, aproximadamente oito foram criados pelas micro e pequenas empresas.

O acumulado do ano ultrapassou 2 milhões de novas vagas, sendo que quase 1,6 milhão de empregos foram nos pequenos negócios: cerca de 78,4% do total. Em 2021, a participação das MPEs no saldo total foi de 77%. A média é maior em 2023 (83% do total).

Investimento

No caso do restaurante de sushi, o casal está otimista. “Está sendo melhor do que o esperado. A gente acha que, em um ano, conseguimos ter retorno do nosso investimento”, diz a sócia e esposa, Patricia Souza Moreira, de 44 anos. O casal calcula ter investido inicialmente cerca de R$ 50 mil no negócio. Eles também têm um food truck itinerante com o mesmo tipo de comida. “Temos a expectativa de até o final do ano conseguir abrir um segundo restaurante”, diz Patrícia Moreira.

A boa notícia é também para os empregados deles. O sushiman Luiz Carlos Pereira, de 37 anos, diz que, durante a pandemia, ficou um ano desempregado. Ele tem três filhos. “Estava vivendo de bicos. Finalmente, consegui um emprego ‘fichado’ (com registro na carteira de trabalho) fazendo algo que eu gosto. É gratificante”.

O arroz, o salmão, as algas e os peixes com os quais mexe todos os dias ganharam um sabor de recomeço.

STF publica decisão sobre revisão de toda vida de aposentadorias

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Brasília (DF) 11/04/2023 Fachada do palácio do Supremo Tribunal Federal (STF) Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) publicou nesta quinta-feira (13) o acórdão da decisão que reconheceu a chamada revisão da vida toda de aposentadorias pagas pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Com a publicação do documento, que tem 192 páginas, os juízes responsáveis pelas ações que tramitam em todo o país poderão voltar a dar andamento aos processos, que estavam parados e aguardavam a divulgação.

A decisão foi tomada pelo Supremo em dezembro do ano passado e permite que aposentados que entraram na Justiça possam pedir o recálculo do benefício com base em todas as contribuições feitas ao longo da vida. Antes da decisão, a revisão não era reconhecida.

O STF reconheceu que o beneficiário pode optar pelo critério de cálculo que renda o maior valor mensal, cabendo ao aposentado avaliar se o cálculo da vida toda pode aumentar ou não o benefício.

Segundo o entendimento, a regra de transição que excluía as contribuições antecedentes a julho de 1994, quando o Plano Real foi implementado, pode ser afastada caso seja desvantajosa ao segurado.

Agência Brasil entrou em contato com o INSS e aguarda retorno.

Entenda

O processo julgado pelo STF trata de um recurso do INSS contra decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que garantiu a um segurado do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) a possibilidade de revisão do benefício com base nas contribuições sobre o período anterior ao ano de 1994.

Durante a tramitação do processo, associações que defendem os aposentados pediram que as contribuições previdenciárias realizadas antes de julho de 1994 sejam consideradas no cálculo dos benefícios. Essas contribuições pararam de ser consideradas em decorrência da reforma da Previdência de 1999, cujas regras de transição excluíam da conta os pagamentos antes do Plano Real.

Segundo as entidades, segurados do INSS tiveram redução do benefício em função da desconsideração dessas contribuições.

Quem tem direito?

Após a decisão do STF, Agência Brasil publicou uma reportagem que explica quem pode ter direito ao recálculo, quais os benefícios que podem ser revisados e se é vantajoso entrar na Justiça para tentar receber mais dinheiro com a aposentadoria.

 

 

Agência Brasil

Mapa publica 44 registros de defensivos agrícolas, sendo sete de baixo impacto

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O Ato 16 do Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas da Secretaria de Defesa Agropecuária, publicado no Diário Oficial da União, traz o registro de 44 defensivos agrícolas formulados, ou seja, produtos que efetivamente estarão disponíveis para uso pelos agricultores. Desses, sete são considerados de baixo impacto.

“O Ato de registro do Ministério da Agricultura e Pecuária garante mais opções de produtos para controle de pragas na agricultura”, destaca o coordenador-geral de Agrotóxicos e Afins, José Victor Torres.

Dos sete produtos biológicos registrados na data de hoje, cinco são destinados para a agricultura orgânica à base de Trichoderma atroviride, Trichoderma viride, Telenomus podisi e Baculovirus. Os outros dois produtos de baixo impacto são compostos por Pseudomonas oryzihabitans e Trichoderma atroviride.

O produto a base de Trichoderma atroviride se destaca por ser o primeiro produto registrado a base desse princípio ativo. Para o produtor é mais uma ferramenta para controle de Sclerotinia sclerotiorum, popularmente chamada de mofo branco, que afeta várias culturas como, por exemplo, abóbora, alface, batata, berinjela, feijão, melancia, melão, pepino, soja, dentre outras.

Os produtos fitossanitários aprovados para a agricultura orgânica foram registrados com base em Especificação de Referência (ER). Os produtos registrados com base em especificações de referência podem ser usados em qualquer cultura com ocorrência dos alvos biológicos e são indicados tanto para os cultivos orgânicos, quanto para os convencionais.

Os produtos de baixo impacto, além de serem eficientes do ponto de vista agronômico, apresentam baixo ou nenhum impacto sobre a saúde humana e o meio ambiente, e o seu uso vem ganhando cada vez mais espaço na produção agrícola brasileira.

Dos produtos químicos registrados, tem-se um herbicida em que um de seus ativos é o Aminociclopiracloro. Esse é um ativo novo para controle de diversas plantas daninhas em pastagens.

Os demais produtos utilizam ingredientes ativos já registrados anteriormente no país. O registro de defensivos genéricos é importante para diminuir a concentração do mercado e aumentar a concorrência, o que resulta em um comércio mais justo e em menores custos de produção para a agricultura brasileira.

“No ano de 2023 já se somam 66 produtos registrados, sendo 15 de baixo impacto com nove deles autorizados para agricultura orgânica. Comparando com o ano de 2022 já tivemos um incremento de 3 produtos de baixo impacto, uma vez que no ano anterior foram registrados nesse mesmo período 12 produtos de baixo impacto. Isso demonstra o quanto vem crescendo a cada ano o registro de agrotóxicos de base biológica”, destaca Torres.

Todos os produtos registrados foram analisados e aprovados pelos órgãos responsáveis pela saúde, meio ambiente e agricultura, de acordo com critérios científicos e alinhados às melhores práticas internacionais.

Informações à Imprensa
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MPF denuncia oito pessoas por transporte ilegal de brasileiros para os EUA e lavagem de R$ 16,5 mi

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O Ministério Público Federal (MPF) denunciou à Justiça Federal oito pessoas por transportar ilegalmente brasileiros aos Estados Unidos (EUA). Elas também irão responder por lavagem de dinheiro, em valores que ultrapassam R$ 16 milhões, e por organização criminosa. Segundo a denúncia, de 2019 até 2022, a organização foi responsável pela entrada de, pelo menos, 444 pessoas ilegalmente no país estrangeiro, sendo que quase um terço delas era menor à época da viagem.

De acordo com as investigações, os integrantes da organização cobravam entre R$ 60 mil e R$ 70 mil por pessoa (valores recentemente apurados) para levá-las do Brasil até os EUA. Com o esquema, eles teriam movimentado, de maneira ilegal e não declarada, aproximadamente R$ 16,5 milhões em 45 contas bancárias entre janeiro de 2017 e agosto de 2021.

Na denúncia, apresentada em 20 de março, o procurador da República Reginaldo Trindade afirma que a organização, localizada no estado de Rondônia, “era altamente organizada e de caráter transnacional, atuando no contrabando de brasileiros tendo como rota o México até a entrada irregular nos Estados Unidos”.

Segundo a denúncia, a organização incluía sócios, funcionários e colaboradores da empresa de turismo Voe+Turismo, com sede em Buritis (RO) – a 321 quilômetros da capital Porto Velho -, além de outras pessoas atuantes nos EUA e no México e colaboradores que atuavam nos trâmites burocráticos de emissão de passaportes brasileiros, com o apoio e suporte de ”coiotes”.

Para Reginaldo Trindade, autor da ação penal, “a forma de operação do crime organizado está cada vez mais sofisticada. Uma quadrilha, do interior do estado de Rondônia, patrocinando, ilegalmente, a entrada de pessoas nos Estados Unidos e movimentando milhões neste negócio. É um esquema surreal e criminoso. Os responsáveis terão que responder na Justiça”.

Crimes – O MPF requer à Justiça o recebimento da denúncia e a posterior condenação dos denunciados pelos seguintes crimes:

  •  promover, constituir, financiar ou integrar organização criminosa;
  •  promover migração ilegal, nesse caso, a entrada ilegal de brasileiro em país estrangeiro; e
  •  lavar ou ocultar bens e valores.

Agentes infiltrados – A investigação foi a primeira e única no Brasil, até o momento, que utilizou a infiltração de agentes policiais, com autorização judicial, em organizações criminosas que atuam na migração ilegal de brasileiros. Os policiais infiltrados conversaram por meio de mensagens via WhatsApp com dois dos envolvidos e conseguiram indícios suficientes da autoria e participação dos denunciados, além de informações sobre a divisão de tarefas na organização, valores cobrados, logística do transporte e dados do processo de lavagem do dinheiro.

Operação Yankee –  As investigações tiveram início em 2021, a partir de documento enviado pela agência americana US Border Patrol sobre a abordagem a um cidadão brasileiro em El Paso, no Texas. Ele informou receber ajuda de outras pessoas para entrar ilegalmente no país.

A operação, que levou à prisão e desmantelamento da organização, foi deflagrada em 13 de fevereiro deste ano nos estados de Rondônia, Amazonas, Goiás e Tocantins para o cumprimento de mandados de busca e apreensão e prisão preventiva. Dos oito denunciados, três encontram-se em prisão preventiva, um em prisão domiciliar e um com monitoração eletrônica. Há, ainda, um mandado de prisão preventiva decretado e ainda não cumprido para um dos denunciados.

 

Assessoria de Comunicação
Ministério Público Federal em Rondônia

STF suspende recursos sobre fornecimento de medicamentos pelo SUS

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O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a suspensão nacional, nas instâncias ordinárias, de recursos ao STF e ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) em que se discuta a inclusão da União em ações contra governos estaduais sobre o fornecimento de medicamentos ou tratamentos registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e que integrem ou não a lista padronizada do Sistema Único de Saúde (SUS). Fica ressalvada da decisão a possibilidade de deferimento ou ajuste de medidas cautelares a qualquer momento, pelo juízo de origem.

A suspensão valerá até a decisão definitiva do Recurso Extraordinário (RE) 1366243, que, por unanimidade, teve repercussão geral reconhecida no Plenário Virtual (Tema 1.234). O recurso abrange também a definição da esfera da Justiça competente (estadual ou federal) para resolver demandas similares.

Epilepsia

O recurso foi interposto contra decisão do Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina (TJ-SC) que havia confirmado a condenação do estado a fornecer medicamentos não padronizados pelo SUS a um paciente com diagnóstico de epilepsia refratária. Anteriormente, a Justiça Federal havia rejeitado recurso do estado, que pretendia incluir a União na demanda e devolveu a ação à Justiça estadual.

Estruturas federativas

Ao analisar o recurso, o ministro Gilmar Mendes citou vários casos que demonstram que a controvérsia sobre a responsabilidade solidária da União atinge indistintamente medicamentos padronizados e não padronizados pelo SUS, porque diz respeito à solidariedade dos entes federativos nas ações de saúde e suas implicações em ações judiciais sobre o tema.

A seu ver, seria um equívoco que o Supremo desconsiderasse, no julgamento desse tema de repercussão geral, a rede de relações e estruturas federativas envolvidas na concretização do direito fundamental à saúde. Para o ministro, o enfrentamento adequado do tema impõe a abordagem de todo o processo de prestação de ações e serviços de saúde pelo estado, desde o custeio até a compensação financeira entre os entes federativos, abrangendo os medicamentos padronizados e os não incorporados pelo SUS.

“Não basta afirmar quem é responsável pela entrega do medicamento e deve compor o polo passivo em ação judicial”, ressaltou. “É imprescindível aprofundar o conceito constitucional de solidariedade, municiando a Federação de mecanismos, protocolos e fluxogramas necessários para assegurar o acesso efetivo da população a um direito fundamental, sem desequilíbrio financeiro e desprogramação orçamentária”.

Contudo, com o objetivo de estancar o atual quadro de instabilidade processual e insegurança jurídica acerca do tema, ele considera imprescindível a suspensão nacional dos processos em tramitação sobre a matéria.

Leia a íntegra da decisão.

SP/AS//CF
Foto: Marcos Santos-USPFotos

Leia mais:

30/9/2022 – STF vai decidir se União deve responder por medicamentos ainda não incorporados ao SUS

PF deflagra nova etapa da Operação Correio Seguro

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Grupo desarticulado é responsável por roubos a carteiros e veículos dos Correios em Porto Alegre/RS
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 A Polícia Federal deflagra, nesta quinta-feira (13/4), mais uma etapa da Operação Correio Seguro, para desarticular grupo criminoso responsável por ataques a carteiros e veículos dos Correios, que atua na capital gaúcha.

Na ação de hoje, são cumpridos quatro mandados de prisão preventiva e cinco de busca e apreensão na cidade, com apoio da Brigada Militar.

A investigação teve início em novembro de 2022, após um grupo armado ter roubado um veículo dos Correios que fazia entrega de encomendas.

Diligências levaram à identificação de quatro suspeitos, que são alvos das medidas executadas na manhã de hoje.

A Operação Correio Seguro iniciou em 2016 e reúne uma série de operações repressivas a crimes contra o patrimônio. A ação é uma estratégia permanente da Polícia Federal para enfrentamento dos crimes praticados contra agências, veículos e funcionários dos Correios.

 

Comunicação Social da Polícia Federal

MEC reúne estados e municípios para articular ações contra a violência

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Gestores estaduais e municipais participaram de reunião virtual com o Ministro da Educação e equipe. O MEC propõe três ações emergenciais que pretende viabilizar já na próxima semana

O Ministro de Estado da Educação, Camilo Santana, convocou, na tarde desta quinta-feira (13), uma reunião com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e com representantes estaduais da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). O objetivo foi discutir ações de enfrentamento à violência nas escolas brasileiras.  

O MEC propõe três ações emergenciais, que pretende viabilizar já na próxima semana. A ideia é elaborar recomendações para todas as escolas brasileiras, promover uma formação virtual dos diretores escolares e professores, bem como dar suporte às redes de ensino para contratação de equipes. 

“Não podemos aceitar que os pais e as mães fiquem apavorados. A escola tem de ser um espaço de paz, de criatividade, de acolhimento, e é isso que nós queremos construir neste país. O momento é de comoção e pede ampla mobilização da sociedade. No MEC, seguimos empenhados para apoiar escolas, redes municipais e estaduais de Educação em suas ações para enfrentar a violência nas escolas”, afirmou o Ministro. A reunião, em formato híbrido, reuniu mais de 70 pessoas.  

Parceria – Para Camilo Santana, é preciso defender as bases da escola, a escola acolhedora. “Estamos precisando de professores valorizados e alunos bem acolhidos e acompanhados para fortalecer as nossas redes. Sempre digo que o papel do MEC é de coordenador, de ser um grande maestro para articular as políticas nacionais, porque quem executa as políticas na ponta são os estados e municípios. Qualquer construção, qualquer política pública educacional desse país precisa ser feita em parceria. A determinação é que qualquer ação do MEC seja uma construção coletiva com os entes federados”, afirmou. 

Durante a reunião, os secretários tiveram a oportunidade de apresentar as ações emergenciais implementadas e sugerir novas frentes para prevenir casos de violência escolar. A criação de comitês estaduais, com a participação de organizações sociais, entes públicos e privados, é uma das ideias. Na próxima semana, o MEC pretende apresentar um calendário de ações em curto prazo e já iniciar as contratações necessárias para a estratégia de enfrentamento.  

Forças – No MEC, todas as secretarias estão envolvidas no Grupo de Trabalho Interministerial instaurado pelo presidente Lula para discutir ações de enfrentamento e prevenção à violência nas escolas do país. Na reunião de hoje, estavam presentes a secretária executiva, Izolda Cela; a secretária da Educação Básica, Katia Schweickardt; a secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão, Zara Figueiredo; e o secretário de Articulação com os Sistemas de Ensino, Maurício Holanda. 

GTI – Além do Ministério da Educação, que coordena o GTI, também participam os ministérios da Justiça e Segurança Pública; dos Direitos Humanos e da Cidadania; das Comunicações; da Saúde; da Cultura; do Esporte; e a Secretaria Nacional de Juventude da Secretaria-Geral da Presidência da República.  

Assessoria de Comunicação Social do MEC