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Preço da soja tem aumento nesta terça-feira (15)

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A saca de 60 quilos de soja começou a terça-feira (15) com queda de 0,59% em seu preço e é vendida a R$ 139,32 para a região de referência do Paraná. O preço do trigo teve queda de 0,06% e a saca é comercializada a R$ 1.284,50 para retirada no Paraná. Já para a retirada no Rio Grande do Sul, a saca é comercializada a R$1.319,27, com queda de 0,01%.

Na B3, a bolsa de valores, o preço do indicador da soja teve aumento 0,93% e é negociada a R$ 147,86.

Os valores são do Cepea.

https://brasil61.com/n/preco-da-soja-tem-aumento-nesta-terca-feira-15-pagr234207

Prefeitura realiza o sonho da casa própria de 269 famílias durante sorteio de endereços em Porto Velho

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O sábado (12) foi de muita emoção para 269 famílias de Porto Velho. Após anos de espera e expectativa, os contemplados dos empreendimentos populares Pró-Moradia Leste I, FNHIS III, IV e VII participaram do sorteio dos endereços dos imóveis populares. Quem aguardava há anos pelo lar próprio tentou definir o momento em poucas palavras.

“Só quem vive de aluguel, mora de favor ou em área de risco sabe a importância desse momento. Esperava há mais de dez anos por esse momento, mas nunca perdi a esperança, até que a minha benção chegou pelas mãos do prefeito Hildon Chaves”, afirmou a Antônia Oliveira, contemplada do Pró Moradia Leste I.

Contemplada, Antônia Oliveira fala da emoção e papel da prefeitura Contemplada, Antônia Oliveira fala da emoção e papel da prefeitura

Ao todo, a Prefeitura investiu mais de R$ 10 milhões de recursos próprios na recuperação estrutural dos imóveis. As obras ficaram paralisadas por mais de 12 anos, conforme lembrou o prefeito.

“Hoje o direito constitucional à moradia foi exercido pela Prefeitura de Porto Velho. Famílias que estavam há anos na espera da casa própria, agora têm a certeza de um futuro mais tranquilo e seguro, pois estarão no lar próprio. Um trabalho de muitas mãos que, com certeza, vai mudar o rumo de muitas famílias”, afirmou o prefeito.

ESFORÇO

A recuperação dos imóveis e a conclusão deles não foram tarefas fáceis. Uma das pastas que atuaram desde o início dos trâmites foi a Secretaria Municipal de Resolução Estratégica de Convênios e Contratos (Semesc).

“Primeiro tivemos que recorrer diretamente aos ministérios para resgatar e conseguir a autorização para as obras. A partir disso, Semesc e Semob fizeram todo o remanescente da obra. O prefeito chegou a ajuizar uma reintegração de posse, pois os imóveis haviam sido invadidos. Somente após isso, conseguimos licitar e iniciar os trabalhos de recuperação”, descreveu a titular da Semesc, Rosineide Kempim.

Gleisse Kely foi a primeira mulher sorteada no evento e fala de ato simbólicoGleisse Kely foi a primeira mulher sorteada no evento e fala de ato simbólico

SORTEIO E ESPERANÇA

Na prática, o sorteio dos imóveis trata-se de uma formalidade para definir o endereço dos futuros proprietários. Um a um, cada contemplado conheceu a rua e o número do seu futuro lar. Após isso, a Secretaria Municipal de Regularização Fundiária, Habitação e Urbanismo (Semur) orientou e executou todo o registro dos moradores no sistema do município.

“Esse é um processo transparente. Após o sorteio, nós criamos aqui um cadastro que vai virar uma inscrição municipal que será lançado no sistema tributário municipal. Toda essa relação será enviada ao cartório, pois o desejo do prefeito é entregar as chaves aos moradores já com as escrituras públicas, evitando um erro que muitas gestões cometiam no passado”, explica o secretário da Semur, Edemir Brasil.

Outra novidade anunciada pela Prefeitura é que os futuros moradores das 269 casas serão beneficiados com a isenção do ITBI. A medida ocorre, pois muitos dos contemplados ainda se encontram em condições de vulnerabilidade social. A série de benefícios acalmou o coração de muitas pessoas, como Gleisse Kely de Freitas, mãe solo de cinco filhos e que foi a primeira mulher sorteada na solenidade.

Sorteio de imóveis foi marcado por emoção entre os futuros proprietáriosSorteio de imóveis foi marcado por emoção entre os futuros proprietários

“Agora, finalmente, eu posso dizer que eu tenho um teto próprio para morar com os meus filhos. Fiquei muito surpreendida quando o prefeito anunciou que iria priorizar as mulheres na escritura das casas. Com uma casa própria, fica mais fácil de ir à luta e seguir em frente”, afirmou a futura moradora do FNHIS VII.

FUTURAS ENTREGAS

O próximo passo agora é entregar as chaves das 269 casas na zona Leste o mais breve possível. A Prefeitura também espera entregar, até o fim do ano, mais quatro empreendimentos populares, sendo que um deles, o Porto Bello I, já teve sorteio dos endereços realizados no último mês.

Já outros três empreendimentos continuam com as obras avançando. São eles: Porto Fino, Porto Madero II e Porto Madero IV. Ao todo, a expectativa é entregar 1,5 mil imóveis aos portovelhenses.

Ainda durante a solenidade, a Caixa Econômica Federal anunciou que Porto Velho foi a primeira prefeitura do estado a apresentar propostas de recuperação de outros quatro empreendimentos populares na retomada do programa Minha Casa, Minha Vida, do Governo Federal. As propostas serão submetidas a estudos técnicos e financeiros.

STF assegura prisão domiciliar a mulher presa em local distante dos filhos menores

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O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu prisão domiciliar a uma mulher mãe de dois filhos menores de 12 anos acusada de tráfico de drogas. Ao analisar o Habeas Corpus (HC) 230760, ele considerou que o fato de ela ter sido presa preventivamente em Juruti (PA) e residir em Santa Luzia (PB) não impede a concessão da custódia domiciliar.

O relator destacou que o Código de Processo Penal (CPP) prevê a substituição da prisão preventiva imposta à mãe ou responsável por crianças por prisão domiciliar, desde que ela não tenha cometido crime com violência ou grave ameaça à pessoa nem contra seu filho ou dependente. O caso não se enquadra em nenhuma das duas hipóteses. Assim, para Barroso, a decisão de primeiro grau que recusou a substituição da prisão preventiva pela domiciliar não foi devidamente fundamentada.

Jurisprudência

Segundo o ministro, a acusada é primária, mãe de dois filhos (com dois e cinco anos de idade) que dependem dos seus cuidados. Nesse caso, aplica-se a jurisprudência pacificada no julgamento do HC 143641, em que a Segunda Turma concedeu habeas corpus coletivo para determinar a substituição da prisão preventiva por domiciliar de gestantes, lactantes e mães de crianças de até 12 anos ou de pessoas com deficiência, à exceção de crimes praticados mediante violência ou grave ameaça, contra seus descendentes ou situações excepcionais devidamente fundamentadas pelo juízo.

Local distinto

Barroso frisou que o fato de a acusada morar em local diferente de onde ocorreram os fatos investigados não deve impossibilitar, como regra geral, o exercício do direito à prisão domiciliar, desde que observados os requisitos legais. Ainda segundo o relator, a Resolução 252/2018 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) prioriza o chamado recambiamento, ou seja, a movimentação da mulher para estabelecimento prisional em unidade da federação distinta do local de residência dos filhos ou, em caso de impossibilidade, assegura a remessa do processo de execução para o juízo de execução penal de onde ela estiver custodiada.

 

RP/AD//CF
Foto: Agência Brasil

Comissão debate deslocamentos humanos em razão das mudanças climáticas

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A Comissão Mista Permanente sobre Migrações Internacionais e Refugiados (CMMIR) realiza na quarta-feira (16), às 14h30, audiência pública interativa para debater os deslocamentos forçados sob a ótica das mudanças climáticas, desastres ambientais e construções de risco. A audiência será na sala 9 da ala senador Alexandre Costa.

O debate contará com a presença, já confirmada, da coordenadora da Unidade de Migração, Meio Ambiente e Mudança Climática da Organização Internacional para as Migrações (OIM), Débora Castiglione. A CMMIR ainda aguarda a confirmação da ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva; do representante do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados no Brasil (Acnur), Davide Torzilli; e do presidente da Cáritas Brasileira, Dom Mário Antônio da Silva.

A comissão mista é presidida pela senadora Mara Gabrilli (PSD-SP). O relator do colegiado, o deputado Túlio Gadêlha (Rede-PE), observa que os desastres ambientais e os consequentes deslocamentos humanos, que muitas vezes são somente um gatilho para mudança de local, vêm gerando, em muitos casos, os chamados deslocamentos forçados. Como episódio recente mais significativo no acolhimento de refugiados no Brasil, o deputado cita o terremoto no Haiti, em 2010, com consequências até os dias atuais, porque ainda há registros de migração de entrada de haitianos em solo brasileiro.

Gadêlha ressalta que a migração interna no território brasileiro ocorre por diversos motivos. Entre eles, estão desmoronamentos de terras, fortes enchentes, alagamentos, crimes ambientais (como o rompimento das barragens de Brumadinho e de Mariana), constantes secas extremas em diversas regiões e outros fenômenos naturais e de intervenção humana na natureza, os quais modificam geografias locais, alteram a qualidade de vida, os meios de subsistência e até mesmo a cultura de certas localidades. O relator também avalia a movimentação de estrangeiros no território nacional.

“Nos últimos anos, a migração venezuelana é de longe a que tem ocorrido em maior volume para o Brasil. Muitas foram as cidades afetadas com o fluxo migratório direto, como são os casos mais latentes de Pacaraima e Boa Vista, em Roraima. Outro fluxo mais recente é o de afegãos, que ocorre desde 2021, quando os radicais do Talibã assumiram o poder no Afeganistão, forçando milhões de pessoas a deixarem o país. Não podemos perder de vista também outros movimentos migratórios, como os argentinos, que em 2022 somaram mais de 6,6 mil pessoas entrando no Brasil; os cubanos, mais de 5,4 mil; e os angolanos, com mais de 3,4 mil”, lista Túlio Gadêlha no plano de trabalho da comissão (REQ 1/2023).

Como participar

O evento será interativo: os cidadãos podem enviar perguntas e comentários pelo telefone da Ouvidoria do Senado (0800 061 2211) ou pelo Portal e‑Cidadania, que podem ser lidos e respondidos pelos senadores e debatedores ao vivo. O Senado oferece uma declaração de participação, que pode ser usada como hora de atividade complementar em curso universitário, por exemplo. O Portal e‑Cidadania também recebe a opinião dos cidadãos sobre os projetos em tramitação no Senado, além de sugestões para novas leis.

Fonte: Agência Senado

JUDÔ – Academia Banzai é campeã da Copa Kodokan e o judoca Ruan Gladson conquista mais um título

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“A nova geração vem evoluindo e mostrando um judô bonito, muito em breve ouviremos falar dessas meninadas”, enfatizou sensei Andreison Souza, faixa preta, 3º dan, pela CBJ e Federação de Judô de Rondônia, parabenizando os diversos atletas que participaram neste final de semana, no ginásio Cláudio Coutinho, em Porto Velho, da XI Copa Kodokan de Judô, onde a sua academia Banzai, consagrou-se campeã, no masculino, e terceiro lugar no feminino.

Das 12 medalhas de ouro conquistadas pela academia, destaque para os judocas Kaddu Ribas Lacerda, campeão sênior até 81 quilos, Khalyl Lacerda, campeão sênior até 90 quilos, Apolo Gabriel, campeão Sub-13, até 42 quilos, o mesmo está classificado para a final do Joer. E ele, Ruan Gladson, campeão sênior até 73 quilos, que estava afastado e voltou a competir com guarra total.

Ruan Gladson

O campeão voltou para os tatames, o servidor da Assembleia do Estado de Rondônia, lotado no gabinete do Deputado Estadual Nim Barroso (PSD), o porto-velhense Ruan Gladson, 22 anos, faixa preta, atleta da Banzai, no início desse ano foi classificado para representar pela sexta vez o estado no
Campeonato Brasileiro de Judô – Região IV, que aconteceu no mês de abril, em Brasília. Em virtude de uma lesão no ombro, o atleta não pode embarcar.

Currículo

Com apenas 15 anos, Ruan Gladson trouxe para Rondônia a medalha de campeão Brasileiro de Judô, Região IV. O judoca já participou por duas vezes da etapa final do Brasileiro e da seletiva para compor a categoria de base da Seleção Brasileira.

Das competições realizadas pela FEJUR, Gladson subiu ao pódio em todas, sendo vice-campeão em um e, nas demais, campeão, chegando a ficar cinco anos invicto no Estado de Rondônia.

Nos Jogos Intermunicipais de Rondônia (JIR), onde participam atletas de outros estados, no ano de 2016, com apenas 16 anos, Ruan conquistou a medalha de prata, deixando escapar o título para o judoca de 27 anos do Estado do Mato Grosso.

Das cinco participações do atleta nos Jogos Escolares de Rondônia (JOER), ele ganhou as cinco vezes as fazes municipais (metropolitana) e quatro vezes a fase estadual, e ainda, uma conquista de vice-campeão.

“Quero agradecer o carinho que venho recebendo das pessoas que admiram o meu trabalho. Dedico todas as minha vitórias à vocês, em especial, aos que estão contribuindo para me manter lutando nos tatames do Estado à fora, entre eles, ao deputado Nim Barroso, a Banzai Judô, e os médicos L’U e Elifaz Cabral”, finalizou Ruan Gladson.

Por Marcelo Gladson

Operação Mapinguari: MPRO e forças de segurança do governo iniciam desocupação do Parque Estadual de Guajará-Mirim

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Sob a coordenação do Ministério Público de Rondônia, por meio do Grupo de Atuação Especial do Meio Ambiente (GAEMA), Força-Tarefa de Conflitos Agrários e Promotoria de Justiça de Guajará-Mirim, em parceria com vários órgãos públicos do governo do Estado, teve início na manhã de hoje (14/8), a “Operação Mapinguari”, que visa ao cumprimento da ordem de desocupação do Parque Estadual Guajará-Mirim.

Devido à complexidade da missão, foi criada uma Comissão de Apoio à Desocupação, formada por agentes das Polícias Civil e Militar; Batalhão de Polícia Ambiental (BPA); Secretaria de Desenvolvimento Ambiental (SEDAM) e ainda Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril (IDARON); Secretaria de Ação Social (SEAS); Departamento de Estradas de Rodagens (DER); Bombeiros; Exército Brasileiro, além de equipes de servidores da Secretaria de Assistência Social de Nova Mamoré e Guajará-Mirim e Oficiais de Justiça do TJRO, perfazendo mais de 300 envolvidos.

Para realizar a ação, os órgãos e instituições envolvidos terão à sua disposição: caminhões, ônibus; motocicletas; quadriciclos e demais equipamentos e instrumentos necessários para a retirada das famílias sem nenhum tipo de contratempo ou conflito. Todas as famílias que ocupam a área já foram devidamente notificadas da desocupação.

Segundo o Coordenador do GAEMA, Promotor de Justiça Pablo Hernandez Viscardi, aproximadamente 15 famílias já deixaram a região por conta própria e quase mil cabeças de gado já foram retiradas voluntariamente, sendo que todos estão sendo devidamente identificados e autos de infração ambiental estão sendo lavrados, para que cada um responda por suas condutas. “O momento endossa o trabalho desenvolvido pelo MPRO na defesa do bioma e na garantia da prestação de serviços ambientais que as áreas protegidas entregam à sociedade do Estado e do Brasil”

As famílias que necessitarem de abrigo serão levadas para o ginásio esportivo de Guajará-Mirim, com acompanhamento de assistentes sociais. Além disso, detectada situação de vulnerabilidade, receberão cestas básicas, água mineral enquanto não tiverem um lugar definitivo para morarem e serão incluídas nos cadastros assistenciais nacionais.

O Coordenador da Força Tarefa de Conflitos Agrários do MPRO, Procurador de Justiça Héverton Alves de Aguiar, destacou que a ação irá restituir ao Poder Público o domínio da unidade, pondo fim a uma batalha judicial que vinha sendo travada desde 2020. O Procurador de Justiça ressaltou também que a combativa atuação do MP no caso foi objeto de recente elogio do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que, na última terça (8/8), chancelou a determinação para a saída dos ocupantes.

O Parque Estadual de Guajará-Mirim é uma unidade de conservação de proteção integral, localizada em Município homônimo e em Nova Mamoré, compreendendo uma área de 200 mil hectares. A região sofreu significativa devastação com a ação de invasores ao longo dos anos.

A ordem para a retirada de invasores havia sido deferida em 1º Grau na Ação Civil Pública n. 7002381-27.2020.8.22.0015, tendo sido suspensa dois dias antes da data para seu cumprimento. Em abril deste ano, decisão do Tribunal de Justiça, concedida em Agravo de Instrumento interposto pelo MP e Estado, restaurou a medida. Na última terça-feira (8/8), o Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou provimento ao Pedido de Reconsideração apresentado por ocupantes, mantendo a retirada dos grupos que se estabeleceram na unidade.

O nome “Mapinguari” faz alusão à criatura gigante que vive no coração da floresta Amazônica. A lenda diz que ele era um rei de uma aldeia e também um guerreiro muito forte. Durante uma batalha, esse guerreiro foi morto, mas ele era tão valente que a mãe natureza o fez renascer e se tornar um guardião da floresta.

Gerência de Comunicação Integrada (GCI)

MP entrega móveis doados no Projeto “Nem Tão Doce lar” para Casa Família Rosetta

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O Ministério Público de Rondônia, por meio de seu Procurador de Justiça Marcos Valério Tessila de Melo, promoveu a entrega dos móveis doados para a Casa Família Rosetta.

Os móveis compuseram o cenário de uma casa, no auditório do MP, durante a execução do Projeto “Nem Tão Doce Lar”, com a intenção de exibir de forma imersiva informações e imagens que retratam as terríveis consequências da violência sofrida por mulheres, crianças e idosos, que com frequência ocorre no ambiente doméstico.

Com essa proposta, a Loja Bemol foi parceira e doou camas, guarda-roupa,refrigerador, armários, sofá e estante, avaliados em 10 mil reais, sendo que os organizadores definiram a Casa Família Rosetta para receber os móveis, após o evento.

O gerente-geral da Loja em Porto Velho, Edney Camurça, acompanhou o Procurador de Justiça durante a entrega dos móveis na Casa Família Rosetta. Eles foram recepcionados pela diretora da entidade, Giusi Fiuco, que agradeceu pela doação, destacando que todos os móveis serão de muita utilidade.

A Casa é uma entidade sem fins lucrativos, que atende pessoas com deficiência física, motoras e pessoas com dependência química e de álcool.

A Instituição completa 28 anos de atuação na capital de Rondônia.

Gerência de Comunicação Integrada (GCI)

MPRO cobra melhorias na oferta de voos em Rondônia

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O Ministério Público de Rondônia (MPRO), por meio da Promotora de Justiça Daniela Nicolai de Oliveira Lima, titular da Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor, realizou uma reunião nesta segunda-feira (14/8) junto à Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e as companhias aéreas Azul, Gol e Latam.

O encontro virtual foi marcado em razão de os consumidores rondonienses se sentirem prejudicados pela redução da oferta de voos na região e os reiterados cancelamentos de viagens. A retirada de voos diretos, inclusive entre estados da Região Norte, também gerou em parte da população uma sensação de isolamento.

Conforme explicado pela Promotora de Justiça Daniela Nicolai, a discussão se faz necessária por se tratar da prestação de um serviço essencial, não apenas para viagens de lazer, mas de negócios e atendimento médicos.

“Quando as companhias aéreas foram procuradas sobre o atual cenário, justificaram que essa redução de voos seria uma estratégia interna empresarial em vista da alta judicialização dos conflitos”, comentou a Promotora de Defesa do Consumidor, ressaltando que o MPRO argumentou, por sua vez, que a judicialização não acontece sem motivo, já que os consumidores buscam a Justiça justamente devido à prática de overbooking (venda de passagens em maior número do que os assentos disponíveis nas aeronaves), cancelamentos de voos, remarcações sem prévia comunicação e a falta de suporte após os cancelamentos, por exemplo.

Também concordaram com a justificativa do MPRO a Agência de Proteção e Defesa do Consumidor de Rondônia (PROCON) e setores ligados aos direitos dos consumidores no âmbito da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Rondônia (OAB/RO) e Defensoria Pública do Estado de Rondônia (DPE-RO), que acompanharam a reunião.

Ficou acordado junto à ANAC que um novo encontro será feito em setembro para que os atores envolvidos nesse contexto unam esforços para alcançar um equilíbrio entre um ambiente econômico saudável para as empresas sem esquecer da qualidade na prestação do serviço aos consumidores.

Gerência de Comunicação Integrada (GCI)

Colheita da horta comunitária de Pimenta Bueno revela viabilidade

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Alguns meses depois do lançamento do projeto “Liga do bem viver” na comarca de Pimenta Bueno, uma das iniciativas cresceu e deu frutos. Resultado de um trabalho integrado,  a Horta Comunitária floresceu e pincelou um ambiente verde e sustentável no Judiciário, com a colheita de 7 kg de hortaliças e ervas medicinais.

As ações do projeto estão alinhadas a normativos e instrumentos estratégicos da instituição, com o encadeamento da Estratégia Institucional, Plano de Logística Sustentável (PLS).

 Segundo o idealizador da Liga do Bem Viver e psicólogo do TJRO, Leandro Missiato, o esforço trata-se de amor, gratuito e genuíno, “Nosso trabalho é lançar a semente e cuidar da vida que nasce frágil, dependente e disponível; dela germina a força que irrompe em um compromisso único de ser em totalidade. Estamos aprendendo a amá-la, amarmo-nos, amar ao do qual fazemos parte. Estamos sendo curados pela vida verde “, ressaltou Leandro, de forma poética, sobre o cuidado com a natureza.

 

Assessoria de Comunicação Institucional

Medicamento que possibilita tratamento encurtado para tuberculose está em consulta pública até 4 de setembro

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Principais beneficiados com os tratamentos serão pessoas diagnosticadas com tuberculose resistente à rifampicina, tuberculose multidrogarresistente e pré-extensivamente resistente a medicamentos

Com o objetivo de reduzir o período do tratamento da tuberculose multirresistente de 18 meses para 6 meses de forma eficaz, segura, garantindo melhor adesão, a Coordenação-Geral de Tuberculose e Micoses Endêmicas (CGTM) do Departamento de HIV/Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis do Ministério da Saúde, solicitou a incorporação da pretomanida à Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec). A Comissão deu parecer favorável à incorporação e disponibilizou a demanda para consulta pública até o dia 4 de setembro deste ano.

A consulta pública é um mecanismo de participação social, de caráter consultivo, realizado com o objetivo de receber contribuições da população e que incentiva a participação da sociedade na tomada de decisões relativas à formulação e definição de políticas públicas.

A incorporação da pretomanida vai permitir o uso de dois esquemas encurtados, o BPaL (bedaquilina, pretomanida e linezolida) e o BPaLM (bedaquilina, pretomanida, linezolida e moxifloxacino) – sendo o segundo usado em situações específicas – que possibilitam encurtar o período do tratamento da tuberculose multirresistente (TB MDR) de 18 meses para 6 meses. Os principais beneficiados com os tratamentos serão pessoas diagnosticadas com tuberculose resistente à rifampicina (TB RR), tuberculose multidrogarresistente (TB MDR) e pré-extensivamente resistente a medicamentos (TB pré-XDR).

Conforme a coordenadora-geral da CGTM, Fernanda Dockhorn Costa, os tratamentos encurtados com pretomanida são recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pelo Centers for Disease Control and Prevention (CDC). “A mudança do esquema de tratamento com apenas três medicamentos tem um ganho considerável em tempo e segurança, além de manter sua eficácia. Com a disponibilidade dessa nova tecnologia, haverá maior comodidade posológica, redução do tempo de tratamento e maior adesão ao tratamento, reduzindo assim o abandono”.

Além disso, de acordo com o diretor do Dathi, Draurio Barreira, espera-se maior economia de recursos para o SUS, tendo em vista que o custo do tratamento dos esquemas BPal e BPaLM é menor que o atual. “A economia para o SUS é de cerca de R$ 15 mil por usuário. Ademais, os esquemas possibilitarão melhor organização dos serviços públicos, em especial, das atividades e do tempo investido por profissionais de saúde, pois o acompanhamento dos usuários atualmente é de no mínimo 18 meses e passará a ser realizado de 6 a 9 meses”, destaca o diretor.

“O cuidado de pessoas com tuberculose drogarresistente tem sido realizado nos serviços de referência para tuberculose, com profissionais de saúde especializados. Esperamos intensificar as ações de educação permanente e de produção de materiais de comunicação que possam apoiar e qualificar essas equipes caso a pretomanida seja incorporada”, afirma a coordenadora-geral da CGTM, Fernanda Dockhorn Costa.

Ministério da Saúde

Agencia Brasil