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Sicoob Credisul reforça conexão com o agro durante a ExpoVilhena

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ExpoVilhena

Cooperativa participa da feira com soluções financeiras e ações voltadas ao agro, empresas e comunidade.

Começa nesta quinta-feira, 21 de maio, a ExpoVilhena, e a Sicoob Credisul participa da feira como patrocinadora oficial, reforçando sua conexão com o agro, os negócios e o desenvolvimento regional. Realizada no Parque de Exposições Ovídio Miranda de Brito, a feira segue até o dia 24 de maio, reunindo exposição de animais, entretenimento, oportunidades de negócios e atrações voltadas ao setor agropecuário.

Durante os quatro dias de evento, a Sicoob Credisul apresentará soluções financeiras voltadas para diferentes perfis e necessidades, com opções em crédito rural, financiamentos, consórcios, seguros, investimentos e serviços para empresas e pessoa física.

Com raízes em Vilhena (RO), a cooperativa acompanha de perto o crescimento do agro e da economia regional, mantendo atuação voltada ao fortalecimento dos produtores, empreendedores e da comunidade. A participação na ExpoVilhena reforça essa proximidade e o compromisso da cooperativa com iniciativas que impulsionam o desenvolvimento local e a tradição das festas agro.

Neste ano, a Sicoob Credisul também esteve presente em importantes feiras do setor, como a Show Safra, em Lucas do Rio Verde (MT), a Parecis SuperAgro, em Campo Novo do Parecis (MT), a Agrocom, em Cerejeiras (RO), e a Feagro, em Comodoro (MT).

Programação da feira

A abertura da ExpoVilhena, no dia 21 de maio, contará com show da cantora Simone Mendes. No dia 22, a programação segue com Hugo e Guilherme e Mayke e Rodrigo. Já no dia 23, sobem ao palco Gusttavo Lima e Boy Munhoz.

Além dos shows sertanejos, a feira contará com parque de diversões, espaço para expositores e atrações voltadas ao entretenimento e aos negócios, reunindo empresas, produtores e visitantes durante os quatro dias de programação.

 

 

 

Assessoria

Rosangela Donadon acompanha início de obra de mais de R$ 1 milhão para recuperação da Linha 115 Chafariz, Farinheira e São Lourenço em Vilhena

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Convênio articulado pela deputada garante quase 60 quilômetros de patrolamento, encascalhamento, cortes de morro e melhorias nas estradas da zona rural

A deputada estadual Rosangela Donadon (PRD) acompanhou o início dos serviços de recuperação das estradas da Linha 115 Chafariz, Farinheira e São Lourenço, em Vilhena, por meio de um convênio articulado junto ao Governo de Rondônia e ao Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transportes (DER-RO). Os trabalhos estão sendo executados pela 9ª Residência Regional do DER de Vilhena, sob o comando de Rogério Henrique.

Neste primeiro momento, os serviços foram iniciados na Linha 115 Chafariz, com execução de cortes de morro em trechos considerados críticos, devido às dificuldades enfrentadas pelos ônibus escolares e moradores da região, principalmente nas subidas. A ação busca garantir mais segurança e melhores condições de trafegabilidade.

 

A obra contempla aproximadamente 58,34 quilômetros de estradas vicinais, com serviços de patrolamento, encascalhamento, cortes de morro, saídas de água, limpeza lateral e recuperação de pontos críticos. Segundo a deputada, todas as linhas da Chafariz e da Farinheira serão contempladas pelos serviços previstos no convênio, incluindo a região de São Lourenço.

O investimento total é de R$ 1.051.143,26, sendo R$ 651.143,26 destinados pelo Governo de Rondônia, através do DER, e R$ 400 mil de contrapartida da Prefeitura de Vilhena, utilizados principalmente no fornecimento de combustível para execução dos trabalhos.

Rosangela Donadon destacou que a recuperação das estradas representa mais segurança, desenvolvimento e fortalecimento da produção rural no município. A parlamentar ressaltou que o trabalho atende uma demanda antiga das comunidades da região e irá melhorar diretamente o escoamento da produção agrícola e o acesso das famílias que vivem no campo.

A deputada agradeceu ao governador coronel Marcos Rocha por atender ao seu pedido e apoiar as ações de infraestrutura em Rondônia, ao DER pelo comprometimento com a execução do convênio e ao prefeito delegado Flori Cordeiro pela parceria com a Prefeitura de Vilhena, especialmente pela viabilização da contrapartida de R$ 400 mil em combustível para garantir a execução da obra.

 

 

Assessoria

Izalci critica isenção para compras internacionais de até US$ 50

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Em pronunciamento no Plenário na terça-feira (12), o senador Izalci Lucas (PL-DF) criticou a medida provisória que zera o Imposto de Importação para compras internacionais de até US$ 50. Segundo o parlamentar, a MP 1.357/2026 prejudica a indústria brasileira ao reduzir tributos para produtos importados sem conceder tratamento semelhante aos produtores nacionais.

— Apresentei uma emenda para que os mesmos benefícios concedidos para o Imposto de Importação fossem também concedidos para os produtores, seja do calçado, seja de vestuário, todos os produtos até US$ 50, que também sejam isentos de PIS, Cofins, CBS, IBS, ICMS, lembrando que no Brasil tem o custo trabalhista, que não tem na China — disse.

O senador também criticou propostas relacionadas à jornada de trabalho e afirmou que mudanças como a discussão sobre a escala 6×1 podem afetar pequenos empreendedores. Segundo ele, medidas sem debate técnico tendem a aumentar custos para empresas de menor porte e comprometer a geração de empregos.

— Acho que o governo não pensa nessas coisas, não pensa que as pequenas empresas, que são responsáveis por 80% dos empregos, é que serão penalizadas. É uma irresponsabilidade muito grande — afirmou.

Fonte: Agência Senado

Corregedoria afasta interina de cartório extrajudicial para assegurar cumprimento de normas legais

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Afastamento ocorre para resguardar a regularidade dos serviços prestados à população e a conformidade com a legislação vigente.

A Corregedoria Geral da Justiça (CGJ) afastou a interina responsável por um cartório em Chupinguaia, no sul do estado, após identificar indícios de irregularidades no cumprimento das exigências legais e normativas da função.

Conforme consta na decisão, o afastamento ocorreu após a apuração de possível quebra de confiança na condução do cartório. O exercício da função exige conduta irrepreensível e está sujeito a intensa fiscalização, podendo ser encerrado a qualquer tempo diante do descumprimento de obrigações, conforme estabelece o Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

A inspeção realizada no cartório apontou diversas irregularidades, incluindo descontrole sobre a guarda dos livros; documentos guardados de forma inadequada; problemas na observância dos limites territoriais de atuação da serventia e demais questões entendidas como potencial risco à validade, à autenticidade, à conservação e à rastreabilidade dos atos praticados.

Portanto, as falhas não foram consideradas meramente formais, mas estruturais, comprometendo a segurança jurídica dos serviços prestados.

Por se tratar de uma designação temporária, já que o cartório está sem titular, o afastamento pode ser realizado por ato do corregedor-geral da Justiça em processo célere. Os fatos também foram comunicados ao Ministério Público de Rondônia (MPRO) para a devida apuração.

A decisão foi publicada no Diário da Justiça na última segunda-feira (18) e teve como base o Regimento Interno do TJRO; a Lei 8.935/1994, que regulamenta os serviços notariais e de registro; o Código de Normas da Corregedoria Nacional de Justiça; e as Diretrizes Gerais Extrajudiciais.

Uma nova interina já foi designada para o cargo e poderá indicar substituto, respeitando as normas e os provimentos da Corregedoria e do CNJ.

População, atenção! 

A Corregedoria é a responsável dentro do Sistema de Justiça, pela orientação, fiscalização e aprimoramento dos serviços cartorários, e mantém atuação constante para garantir que titulares e interinos cumpram adequadamente suas atribuições, intervindo sempre que necessário para corrigir desvios e proteger o interesse público.

A Corregedoria orienta à população a realizar atos notariais, especialmente escrituras, somente com tabeliães habilitados e a assiná-los exclusivamente dentro dos cartórios. A assinatura de escrituras fora das dependências dos cartórios pode configurar crime e sujeitar o ato a declaração de nulidade, pois o tabelião é obrigado a declarar na escritura que outorgantes e outorgados comparecem em sua presença no cartório.

Somente em casos excepcionais, devidamente justificados, escrituras podem ser assinadas fora das dependências de um cartório. Uma das exceções a tal regra são atos realizados pela plataforma digital e-notariado.

Assessoria de Comunicação Institucional

Aberturas de mercado para o Brasil na Costa Rica, no México e na Nicarágua

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Com estes anúncios, o agronegócio brasileiro alcança 616 aberturas de mercado desde o início de 2023
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O governo brasileiro concluiu negociações que permitirão a exportação de novos produtos para Costa Rica, México e Nicarágua.

Na Costa Rica, o Brasil obteve abertura de mercado para exportação de caqui. Em 2025, o Brasil exportou mais de US$ 137 milhões em produtos agropecuários para o país.

No México, as autoridades locais aprovaram a exportação pelo Brasil de ração para aves ornamentais e tartarugas. Em 2025, foram exportados ao país mais de US$ 3,1 bilhões em produtos agropecuários brasileiros.

Na Nicarágua, o Brasil obteve autorização para exportar amendoim sem casca. No ano passado, as exportações brasileiras de produtos agropecuários ao país somaram mais de US$ 73 milhões, com destaque para milho, arroz, sementes, produtos florestais e rações.

Com estes anúncios, o agronegócio brasileiro alcança 616 aberturas de mercado desde o início de 2023.

Tais resultados são fruto do trabalho conjunto entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE).

Informações à imprensa
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Brasil tem mais de 44 mil cervejas registradas e bate recorde em valor exportado

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Anuário da Cerveja 2026, do Ministério da Agricultura e Pecuária, reúne dados sobre produção, exportações, emprego e mercado da cadeia cervejeira brasileira
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O setor cervejeiro brasileiro registrou, em 2025, o maior número de cervejarias da série histórica. O Anuário da Cerveja 2026 – Ano de Referência 2025, publicado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), contabiliza 1.954 estabelecimentos distribuídos em 794 municípios brasileiros, além de crescimento no número de produtos registrados e recorde no valor das exportações do setor, que alcançaram US$ 218,4 milhões.

Considerando toda a série histórica, o número de cervejarias registradas no país cresceu 4.785%. Apesar do recorde no número de estabelecimentos, o crescimento registrado em 2025 foi de 0,3%.

Elaborado pela Secretaria de Defesa Agropecuária do Mapa, o anuário apresenta dados estatísticos sobre o registro de estabelecimentos e produtos, além de informações sobre exportações, importações, geração de empregos e produção do setor cervejeiro brasileiro.

Em 2025, o Brasil contabilizou 44.212 cervejas registradas, representando crescimento de 2,4% em relação ao ano anterior, com acréscimo de 1.036 novos registros. No mesmo período, o país alcançou 56.170 marcas de cerveja registradas, demonstrando a diversidade da cadeia produtiva cervejeira nacional.

Segundo o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal do Mapa, Hugo Caruso, o desempenho do setor demonstra a consolidação da cerveja brasileira no mercado externo. “Embora o crescimento interno tenha sido mais contido, o avanço no valor das exportações e o superávit histórico da balança comercial destacam o protagonismo crescente da cerveja brasileira no mercado internacional”.

Para o presidente-executivo do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv), Márcio Maciel, os resultados refletem a capacidade de adaptação do setor. “Os números do Anuário mostram um setor que segue evoluindo e ampliando sua presença no país. Nos cenários desafiadores que enfrentamos em 2025, a cerveja provou que pode se reinventar, se adaptar. O brasileiro faz questão da cerveja em seus momentos de celebração e conexão. E isso faz com que ela seja incomparável”.

REGISTROS DE ESTABELECIMENTO

O estado de São Paulo permanece na liderança nacional em número de cervejarias, com 452 estabelecimentos registrados. A região Sudeste concentra 47,2% das cervejarias do país, totalizando 923 unidades.

A atividade cervejeira está presente em 794 municípios brasileiros, o equivalente a 14,3% das cidades do país. A capital paulista segue como o município com maior número de cervejarias, com 61 estabelecimentos registrados.

O anuário também aponta ampliação no número de cidades com dez ou mais cervejarias, totalizando 25 municípios em 2025.

No indicador de densidade cervejeira, o Brasil apresenta média de uma cervejaria para cada 108.794 habitantes. Santa Catarina lidera o ranking nacional, com uma cervejaria para cada 32.625 habitantes.

IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO

Em 2025, a exportação de cerveja brasileira alcançou 315,5 milhões de litros, representando uma leve retração de 5,1% em relação ao ano anterior. Apesar da redução no volume embarcado, o valor das exportações atingiu US$ 218,4 milhões, o maior resultado da série histórica, refletindo valorização do produto no mercado internacional.

A cerveja brasileira foi exportada para 77 países, com destaque para o mercado sul-americano, responsável por 98,5% do volume exportado. O Paraguai permanece como principal destino, concentrando 62,3% das exportações, seguido por Bolívia, Uruguai, Argentina e Chile.

As importações de cerveja cresceram 251,4% em volume em 2025, passando de cerca de 7,5 milhões de litros em 2024 para 26,3 milhões de litros. Em contrapartida, o valor total importado teve elevação de apenas 1,7%, alcançando aproximadamente US$ 9,4 milhões, indicando redução significativa no preço médio da cerveja importada.

Os Estados Unidos lideraram as exportações para o Brasil, com 19,5 milhões de litros, correspondendo a 74,2% do volume total importado pelo país. Alemanha, Argentina, Uruguai e Espanha aparecem na sequência entre os principais fornecedores.

EMPREGO E PRODUÇÃO

O setor de bebidas superou 143 mil empregos diretos em 2025. Desse total, 41.976 postos estão relacionados à fabricação de malte, cerveja e chope, evidenciando a importância da cadeia cervejeira para a geração de renda e emprego no país.

A Declaração Anual de Produção e Estoques aponta que o Brasil produziu mais de 15 bilhões de litros de cerveja em 2025, sendo 29,2% desse volume correspondente a cervejas puro malte.

Como inovação desta edição, destaca-se a parceria com a Embrapa Territorial para a elaboração de mapas de espacialização das cervejarias, permitindo melhor visualização da distribuição regional e da concentração produtiva no país.

Outra tendência observada foi o crescimento das cervejas sem glúten, que registraram aumento superior a 400% no volume produzido, refletindo mudanças no perfil de consumo e maior diversificação da oferta no setor.

O Anuário da Cerveja 2026 reúne dados sobre registros, produção, comércio exterior e geração de empregos do setor cervejeiro brasileiro, consolidando-se como instrumento de transparência e acompanhamento da evolução da cadeia produtiva no país.

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Mapa chega à marca de 100 mil certificados fitossanitários eletrônicos emitidos

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O ePhyto simplifica e agiliza os trâmites do comércio internacional de produtos de origem vegetal
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O Certificado Fitossanitário Eletrônico (ePhyto), utilizado para facilitar as exportações brasileiras de produtos de origem vegetal, ultrapassou a marca de 100 mil certificados emitidos. O resultado representa um avanço na modernização da certificação fitossanitária internacional e reforça a atuação da defesa agropecuária na facilitação do comércio exterior brasileiro.

Nesta terça-feira (19), a plataforma contabilizou 100.169 emissões para 130 países de destino, com participação de 31.298 empresas exportadoras, 201 recintos habilitados, entre portos e aeroportos, e 311 produtos certificados. O crescimento acumulado das emissões no primeiro trimestre de 2026 chegou a 486% em relação ao mesmo período de 2025, demonstrando a consolidação do sistema eletrônico nas operações de exportação brasileiras.

Os dados do sistema mostram ainda a diversidade da pauta exportadora certificada pelo Brasil. Manga, mamão e melão lideram o volume de emissões, seguidos por café, soja, melancia, lima, algodão e uva. As frutas frescas representam 63,3% dos certificados emitidos, refletindo a força do agronegócio brasileiro no comércio internacional de produtos vegetais frescos.

Os Países Baixos aparecem como principal destino das exportações certificadas, concentrando 29,8% das emissões, seguidos por Espanha, Reino Unido, Portugal e China. Ao todo, cerca de 67% dos certificados tiveram como destino países europeus, consolidando a Europa como principal mercado das exportações acompanhadas pelo sistema ePhyto brasileiro.

O modal marítimo respondeu por 67% das operações certificadas, enquanto o transporte aéreo representou 30,5% das emissões, especialmente para produtos frescos de maior valor agregado e menor tempo de prateleira, como manga e mamão. O mês de março de 2026 registrou o maior volume mensal desde a implementação do sistema, com 11.059 certificados emitidos, além de média diária de 329 emissões em 2026.

Entre os principais pontos de saída das cargas certificadas estão o Porto de Fortaleza, o Aeroporto Internacional de Guarulhos, o Porto de Natal e o Aeroporto Internacional do Galeão, evidenciando a capilaridade logística das exportações brasileiras e a integração do sistema ePhyto aos principais corredores de comércio exterior do país.

O secretário de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart, destacou que o resultado demonstra o avanço da modernização dos processos de certificação fitossanitária e o fortalecimento da atuação integrada entre o setor público e privado. “O alcance de 100 mil ePhytos emitidos reflete o trabalho integrado das equipes técnicas do Mapa para tornar os processos mais ágeis, seguros e eficientes, ampliando a competitividade dos produtos brasileiros no comércio internacional”.

ePhyto

O ePhyto, termo que corresponde à abreviação de “electronic phytosanitary certificate”, é uma ferramenta eletrônica amplamente utilizada nas relações comerciais entre os principais mercados do mundo. Desenvolvida pela Convenção Internacional para a Proteção dos Vegetais (CIPV), a ferramenta busca facilitar o processo de certificação fitossanitária.

A ferramenta substitui gradualmente os documentos físicos e proporciona maior agilidade, segurança, rastreabilidade e confiabilidade aos processos de exportação.

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Polícia Penal atua na 11ª fase da Operação Mute contra comunicações ilícitas em unidade prisional de Porto Velho

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O governo de Rondônia participou, na quarta-feira (20), da 11ª fase da Operação “Mute”, que contou com ações simultâneas em unidades prisionais de todo o país. Em Porto Velho, a operação ocorreu na Penitenciária de Médio Porte – Pandinha, com objetivo de reforçar o controle nas unidades, impedir comunicações ilícitas e enfraquecer organizações criminosas, tanto dentro quanto fora do sistema prisional.

A operação, coordenada pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), contou com a participação da Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) e do Grupo de Ações Penitenciárias Especiais (Gape), que conduziram revistas detalhadas nas celas, com o apoio de cães farejadores treinados para identificar entorpecentes, celulares e outros materiais ilícitos.

A Operação “Mute” faz parte do programa Brasil Contra o Crime Organizado. Em Rondônia, a Sejus segue as diretrizes nacionais para ampliar a segurança, reforçar a inteligência e fortalecer o sistema prisional. A mobilização envolveu 30 policiais penais.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, os investimentos em segurança pública têm fortalecido o trabalho das forças penais e ampliado a capacidade operacional do estado. “Temos investido em tecnologia, capacitação e estrutura para fortalecer o sistema prisional e garantir mais segurança à população. Operações como essa demonstram o comprometimento das forças de segurança no combate ao crime organizado e na preservação da ordem dentro das unidades”, ressaltou.

O policial penal federal, Carlos Vieira, destacou a importância nacional da operação e o trabalho conjunto entre os estados. “A Operação Mute acontece, de 18 a 22 de maio, e entra agora em sua 11ª fase. A Senappen coordena a ação nacional com as polícias penais dos estados e do Distrito Federal. O objetivo é combater comunicações ilícitas no sistema prisional, dificultar o trabalho de organizações criminosas e reforçar a segurança pública.”

A mobilização envolveu 30 policiais penais

ATUAÇÃO INTEGRADA 

As ações desenvolvidas durante a Operação “Mute” seguem protocolos operacionais especializados e utilizam estratégias de inteligência para ampliar o controle estatal nas unidades prisionais. A retirada de celulares e de materiais ilícitos contribui diretamente para a redução de crimes, fortalecendo a segurança dentro e fora das unidades.

O secretário da Sejus, Marcus Rito, afirmou que a atuação integrada fortalece o sistema prisional de Rondônia e torna mais eficientes as ações de segurança. “A integração entre as forças penais e os investimentos do estado é essencial para garantir operações mais eficazes. O trabalho dos policiais penais mostra compromisso com a ordem, a disciplina e a segurança da sociedade.”

 

 

Assessoria

EVOLUÇÃO: o crescimento que transformou a RRSI de feira modesta à referência do agronegócio na Região Norte

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Consolidada como uma das maiores feiras do agronegócio da Região Norte, a Rondônia Rural Show Internacional (RRSI), que acontece este ano, nos dias 25 a 30 de maio, em Ji-Paraná, chega à 13ª edição marcada pelo crescimento contínuo e impressionando quem acompanha desde as primeiras edições. O que começou em 2012 como um evento mais compacto, realizado em poucos dias e com estrutura em desenvolvimento, tornou-se uma vitrine de tecnologia, inovação e geração de negócios, reunindo milhares de produtores e investidores de diversas regiões do país.

Na primeira edição, que ainda ocorria no Parque de Exposições Hermínio Victorelli, em Ji-Paraná, a feira ocupava um espaço menor, com poucos estandes e uma programação mais enxuta, mas já conseguia desde ali atrair um público expressivo e capaz de movimentar a economia do estado. Em decorrência de seu crescimento, mudanças foram necessárias, como a nova localização para o Centro Tecnológico Vandeci Rack, às margens da BR-364, oferecendo melhores condições para expansão.

O crescimento do evento acompanha a evolução do agronegócio rondoniense e é evidenciado pelo governador de Rondônia, Marcos Rocha, que ressaltou o aumento das exportações, a força da produção de carne bovina e o crescimento da cafeicultura, refletindo na economia e na geração de empregos. “Os números recordes da feira, que já ultrapassaram R$ 5 bilhões em negócios na última edição, demonstram a confiança do setor produtivo e o potencial que Rondônia possui para continuar avançando com sustentabilidade e competitividade.”

Primeira edição da Feira aconteceu no Parque de Exposições Hermínio Victorelli, em Ji-Paraná

TRANSFORMAÇÃO 

Desde o surgimento, a transformação da feira foi visível. O novo espaço possibilitou a ampliação de pavilhões e criação de vitrines tecnológicas que impactaram no aumento do número de expositores, além da melhoria na infraestrutura para receber um público crescente a cada ano.

Com isso, foi necessário aprimorar os acessos à feira e, o que antes tinha fluxo limitado passou a contar com entradas e saídas organizadas, estradas de apoio e novas rotas até o parque tecnológico, reduzindo congestionamentos e tornando o acesso ainda mais seguro aos visitantes.

Esta expansão física possibilitou a inclusão de novas programações, como:

  • Palestras técnicas;
  • Rodadas de negócios;
  • Demonstrações em campo; e
  • Disponibilidade de espaços voltados à inovação no agronegócio.

A modernização da estrutura contribuiu ainda para atrair investidores, produtores rurais e empresas de diferentes regiões do país, refletindo em um público crescente e no fortalecimento das negociações realizadas a cada edição.

A expansão física possibilitou a ampliação dos pavilhões

ESTRUTURA

A estrutura acompanhou as novas demandas do público, como a praça de alimentação que evoluiu com a presença de cozinhas móveis (food trucks), trailers, containers e mini restaurantes, oferecendo mais comodidade aos visitantes. A implantação de estacionamento sinalizado, coleta seletiva, monitoramento por câmeras e ações ambientais reforçaram ainda mais a modernização da Rondônia Rural Show Internacional, que passou a unir crescimento econômico com organização e responsabilidade ambiental.

Outras melhorias relacionadas à estrutura ao longo das edições foram os espaços exclusivos para comunicação, videomonitoramento, internet em toda a área do evento e sinalização completa para visitantes. A feira contempla, ainda, uma ampla modernização na infraestrutura com os novos pavilhões temáticos, como os da Pecuária de Corte e o Pavilhão Empresarial e Internacional, incluindo o gerenciamento completo da captação, tratamento e distribuição de água, por meio da implantação de uma Estação de Tratamento de Água (ETA).

CRESCIMENTO

Segundo a Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), à medida que a feira ampliava seu volume de negócios, alcançando movimentações financeiras recordes e registrando crescimento expressivo de público, o evento consolidou-se como um importante polo nacional e internacional de negócios. Assim, no ano de 2014, a Rondônia Rural Show passou a receber o título de “Internacional”, em razão do crescente interesse e participação de embaixadas e câmaras de comércio de países caribenhos, africanos e europeus. Além disso, a programação que antes se desenvolvia em poucos dias, ganhou mais espaço no calendário e passou a ser realizada ao longo de seis dias, com diversas atrações voltadas à agricultura, pecuária, inovação tecnológica e sustentabilidade.

Atividades da RRSI dá lugar também a execução de concursos voltados à valorização da produção regional

O secretário da Seagri, Luiz Paulo, ressaltou a capacidade de Rondônia em se destacar no cenário nacional e mundial do agro. “Ao longo dos anos, a feira passou por uma transformação estrutural significativa, ampliando espaços, melhorando os acessos e oferecendo uma programação cada vez mais técnica e estratégica. Hoje, o evento se consolidou como uma vitrine de tecnologia, negócios e conhecimento, atraindo investidores, produtores e representantes de diversos países.”

CONCURSOS E FÓRUNS 

A expansão das atividades da Rondônia Rural Show Internacional dá lugar também a execução de concursos voltados à valorização da produção regional, como: o Concurso da Qualidade do Queijo de Rondônia (ConQueijo), o Concurso Estadual de Produção de Leite de Rondônia (ConLeite) e da Exposição Rondoniense do Agronegócio do Leite (Rondoleite), que incentivam a qualidade e a competitividade da cadeia produtiva leiteira.

A realização dos Fóruns de Defesa Sanitária também vieram para agregar conhecimento técnico e debates relevantes ao setor agropecuário. Da mesma forma, a feira também se consolidou como um importante espaço institucional, sediando sessões da Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia (Alero) e se tornando um encontro de diálogo entre os poderes públicos e as esferas federal, estadual e municipal, fortalecendo a integração entre as lideranças, produtores e instituições em benefício do desenvolvimento regional.

Em Brasília, Ezequiel Neiva celebra retirada de interesse da Funai sobre glebas em Rondônia

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A Funai retirou o interesse de glebas em seis municípios de Rondônia, beneficiando mais de 10 mil famílias.

Deputado estadual Ezequiel Neiva (Partido Liberal) durante audiência realizada em Brasília (Foto: Nilson Nascimento | Jornalista)

A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) retirou o interesse sobre cinco glebas localizadas em seis municípios de Rondônia, beneficiando mais de 10 mil famílias que vivem e produzem nessas áreas há cerca de 30 anos. O anúncio ocorreu na manhã desta quarta-feira (20), durante audiência realizada em Brasília, proposta pelo senador Confúcio Moura, responsável por intermediar os debates entre a Funai e o Incra.

O deputado estadual Ezequiel Neiva (Partido Liberal), que acompanhava a situação há quase dois anos, participou da audiência ao lado do deputado federal Lúcio Mosquini, do prefeito Marcélio Brasileiro, prefeitos de municípios rondonienses, vereadores e representantes do Incra. A reunião foi conduzida pela presidente substituta da Funai, Mislene Mendes.

As áreas que haviam sido apontadas pela Funai como de interesse indígena abrangem as seguintes glebas: Bom Princípio Parte A – com 777 famílias, em Nova Brasilândia; Bom Princípio Parte B – com 795 famílias, abrangendo os municípios de Alto Alegre dos Parecis, Alta Floresta d’Oeste, São Miguel do Guaporé e Seringueiras; Rio Branco –  com 1.836 famílias, nos municípios de São Miguel do Guaporé, Alto Alegre dos Parecis e Alta Floresta d’Oeste; Sidney Girão – com 289 famílias, em Nova Mamoré, e Buriti – com 285 famílias, também em Nova Mamoré.

Audiência realizada em Brasília (Foto: Nilson Nascimento | Jornalista)

Risco de perda das propriedades

Na prática, o interesse da Funai sobre essas áreas poderia resultar na realização de estudos para transformação das glebas em terras indígenas. Caso isso ocorresse, milhares de famílias poderiam ser retiradas de suas propriedades.

Ezequiel Neiva destacou que a atuação do senador Confúcio Moura foi decisiva para a solução do problema. “Precisávamos de alguém com abertura para dialogar com a Funai e o Incra. Confúcio Moura possui bom relacionamento com as duas instituições e foi peça essencial nesse processo”, afirmou o deputado.

O parlamentar também ressaltou os prejuízos enfrentados pelos produtores rurais enquanto as áreas permaneciam sob análise. “Com o interesse da Funai nas áreas, os proprietários não conseguiam regularizar a documentação das terras. Muitas propriedades ficaram praticamente travadas, impedindo inclusive o acesso a financiamentos”, reforçou Ezequiel Neiva ao citar que manteve reuniões com produtores na gleba Sidney Girão, juntamente com os vereadores Adalto Ferreira e Abílio, os quais também participaram a audiência em Brasília.

Reconhecimento ao Incra e à Funai

Durante a audiência, Ezequiel Neiva agradeceu o empenho do Incra no levantamento técnico e no mapeamento das áreas, fornecendo informações fundamentais para que a Funai atendesse ao pedido de retirada de interesse das glebas.

“O superintendente Luiz Flávio Carvalho Ribeiro e o substituto Antônio Heller Santos trabalharam intensamente nesse processo, disponibilizando equipes técnicas e buscando soluções para resolver a situação”, destacou.

O deputado também reconheceu a atuação da Funai e a sensibilidade demonstrada durante as tratativas. “Também não podemos deixar de reconhecer a Funai, que atuou com extrema sensibilidade nesse processo”, acrescentou Neiva, ao citar o trabalho do diretor de Demarcação de Terras Indígenas, Manoel Batista do Prado Júnior.

 

 

Texto e foto: Nilson Nascimento | Jornalista