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Prefeitura de Vilhena divulga cronograma da coleta de resíduos para 2025

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Objetivo é garantir mais eficiência na coleta, promovendo a organização e o bem-estar da população

A Prefeitura de Vilhena, por meio do Serviço Autônomo de Águas e Esgotos (Saae), divulga o cronograma oficial da coleta de resíduos sólidos para o ano de 2025. A iniciativa tem o objetivo de garantir mais eficiência na coleta, promovendo a organização e o bem-estar da população.

O cronograma permanece sem alterações em relação ao ano anterior, mantendo o esquema já consolidado para a coleta convencional de resíduos domiciliares. Com diferentes rotas, o serviço atende todos os bairros duas vezes por semana, com exceção do Centro, onde o lixo é coletado quatro vezes, e da área rural, onde o serviço é realizado quinzenalmente.

O diretor do Departamento de Resíduos, Nikollas Lima, reforçou a importância da colaboração dos moradores para manter a cidade limpa. “Pedimos que a população continue respeitando os dias e horários de coleta, garantindo um descarte adequado e contribuindo para o bom funcionamento do serviço”, destacou.

O cronograma completo está disponível no site oficial da Prefeitura de Vilhena e do Saae e será amplamente divulgado nos canais de comunicação do município. Para mais informações, a população pode entrar em contato com a autarquia pelo telefone (69) 3322-5480.

Prefeitura de Vilhena regulamenta horários de funcionamento das feiras livres

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Vilhena conta com cinco feiras livres que acontecem em dias e locais diferentes da cidade

A Prefeitura de Vilhena, por meio da Secretaria Municipal de Turismo Indústria e Comércio (Semtic), regulamentou os horários de funcionamento das feiras livres da cidade. A medida é parte das ações que buscam uma padronização das cinco feiras que acontecem em dias e pontos diferentes da cidade. A Semtic também tem trabalhado no cadastramento dos feirantes.

Conforme Débora Borile, coordenadora das feiras municipais, as principais mudanças ocorreram nos horários de encerramento das feiras, principalmente aquelas que acontecem nas avenidas Melvin Jones e Paraná, cujas as vias obrigatoriamente precisam ser liberadas às 22 horas.

Com os ajustes nos horários, as feiras livres da cidade passam a funcionar respeitando os seguintes dias e horários:

·        Feira da Avenida Paraná: terças-feiras, entre 14h e 21h;

·        Feira da Avenida Melvin Jones: quartas-feiras, entre 14h e 21h;

·        Feira do São José: sextas-feiras, entre 14h e 20h;

·        Feira do BNH: sábados, entre 5h e 11h;

·        Feira do Centro: domingos, entre 5h e 11h.

Conforme a coordenação, 111 feirantes estão cadastrados para comercializarem seus produtos na feira do Centro; 100 atuam na feira do BNH; e 52 na feira do São José. Em relação as feiras de rua, 85 feirantes estão cadastrados para atuarem na feira da Avenida Melvin Jones e 48 para a feira da Avenida Paraná.

As feiras atraem um público considerável que busca os mais diferenciados produtos, principalmente frutas, verduras e legumes frescos, direto do produtor.

MPRO convoca aprovados em Exame de Seleção para Estágio em Direito para apresentação de documentos de admissão

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O Ministério Público de Rondônia (MPRO) está convocando aprovados no XXXV Exame de Seleção de Estagiários em Direito da Instituição para a apresentação, até a próxima quinta-feira (20/3), da documentação exigida para nomeação no programa.

A lista de convocados e o detalhamento de documentos a serem apresentados estão disponíveis no Diário Eletrônico do MPRO nº 52, publicado no portal da Instituição.

O candidato deverá apresentar a documentação na unidade do Ministério Público de Rondônia para a qual foi inscrito, na Capital ou interior do estado. Não havendo interesse na nomeação, o estudante deverá comunicar a Subprocuradoria-Geral de Justiça Administrativa, por meio do e-mail [email protected] ou [email protected], no prazo de cinco dias.

Jornada e Bolsa – A seleção para o programa de estágio em Direito do MPRO teve início no final do ano passado. O resultado do exame foi divulgado em 31 de janeiro deste ano.

O programa tem uma jornada seis horas diárias, totalizando 30 horas semanais, que deverão ser cumpridas durante o expediente do Ministério Público, preferencialmente no período das 7h às 13h. O estágio tem duração de dois anos, divididos em quatro semestres.

O estagiário de Direito receberá bolsa de estudo mensal no valor de R$ 1.500; auxílio-transporte, se não estiver em regime de estágio virtual, seja opcional ou não e, ainda, licença para realização de provas até o máximo de cinco dias por semestre letivo.

Informações complementares sobre o processo seletivo poderão ser prestadas pela Secretaria da Comissão de Concurso pelo telefone (69) 3216-3800, nos dias úteis, nos horários de funcionamento da Instituição, das 7h às 14h.

Gerência de Comunicação Integrada (GCI)

Corpos de pai e filho que se afogaram após barco virar são encontrados

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Pedro Oliveira e Pedro Henrique Mainardes de Oliveira Júnior estavam acompanhados de outras duas pessoas da família quando o barco em que eles estavam afundou. estemunhas relataram aos socorristas que as vítimas são pai e filho. 

Os corpos de Pedro Oliveira e Pedro Henrique Mainardes de Oliveira Júnior , pai e filho que desapareceram no Rio Itiquira, no município que leva o mesmo nome e está localizado a 359 km de Cuiabá, foram encontrados por equipes do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso, nesta segunda-feira (17).

Os bombeiros informaram que ambos os corpos foram encontrados por populares, boiando e presos a galhos.

O corpo do filho foi encontrado por volta das 6h pela família da vítima, próximo ao local do afogamento. Já o corpo do pai foi localizado a cerca de 8 quilômetros do local onde o barco em que eles estavam afundou.

Colheita da soja avança e estimativas divergem entre instituições

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A colheita da soja no Brasil atingiu 70,2% da área cultivada até o dia 14 de março, segundo levantamento da consultoria Safras & Mercado. O ritmo está acima dos 62,4% registrados no mesmo período do ano passado e supera a média dos últimos cinco anos, que é de 63,7%. O avanço da colheita reflete o desempenho favorável da safra em diversas regiões produtoras, apesar de desafios climáticos pontuais.

As previsões para a safra de grãos do Brasil seguem otimistas por parte de órgãos oficiais. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) projeta uma produção total de 323,8 milhões de toneladas de cereais, leguminosas e oleaginosas em 2025, um aumento de 10,6% em relação à safra de 2024. Já a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) prevê uma colheita recorde de 328,3 milhões de toneladas, um crescimento de 10,3% na mesma comparação.

No caso da soja, a primeira safra está estimada em 167,4 milhões de toneladas, segundo a Conab, representando um avanço de 13,3% sobre o ciclo anterior. O aumento é impulsionado pela expansão da área plantada, que deve alcançar 81,6 milhões de hectares, e pela recuperação da produtividade média, projetada em 4.023 quilos por hectare. Apesar de adversidades no plantio, a redução das chuvas em fevereiro contribuiu para a aceleração da colheita, que já ultrapassa 80% da área em algumas regiões.

Entretanto, a consultoria Safras & Mercado revisou para baixo sua estimativa de produção de soja, passando de 174,88 milhões para 172,45 milhões de toneladas. O ajuste se deve a perdas expressivas no Rio Grande do Sul, onde a estiagem e o calor intenso impactaram negativamente a produtividade. Ainda assim, o volume projetado representa um crescimento de 13,2% em relação à safra anterior, que totalizou 152,3 milhões de toneladas.

Além do Rio Grande do Sul, algumas regiões do interior da Bahia e do norte de Minas Gerais enfrentam dificuldades devido à baixa disponibilidade hídrica do solo. Por outro lado, estados como Goiás e parte da região do Matopiba apresentam boas condições produtivas, contribuindo para manter as perspectivas positivas para a safra nacional.

Com uma ampla oferta de soja prevista para 2025, a expectativa do setor é de um abastecimento robusto para o mercado interno e um bom volume destinado às exportações. A evolução da colheita e a confirmação das projeções seguirão no radar do setor produtivo nos próximos meses.

Fonte: Por Redação/Pensar Agro

Começa prazo para justificar ausência em provas do Encceja

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Quem faltou às provas em 2024 deve informar motivos para conseguir fazer Encceja 2025 de graça. Prazo para justificativa vai até 28 de março

Agência Gov | Via Inep
18/03/2025 09:46
Começa prazo para justificar ausência em provas do Encceja

Reprodução/Inep
O participante que não justificar sua ausência no Encceja 2024 ou tiver a solicitação de justificativa reprovada deverá ressarcir ao Inep

Quem não fez as provas de todas as áreas do conhecimento do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja), em 2024, tem até 28 de março para informar os motivos da falta ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A opção é obrigatória para quem deseja participar do Encceja 2025 gratuitamente. A justificativa deve ser feita no sistema do exame.

O participante que não justificar sua ausência no Encceja 2024 ou tiver a solicitação de justificativa reprovada deverá ressarcir ao Inep o valor de R$ 40. O pagamento deve ser feito por meio de boleto, que será gerado no sistema de inscrição e poderá ser pago até 7 de maio, em qualquer banco ou casa lotérica.

Aqueles que tiverem os motivos de ausência ou os documentos reprovados, neste primeiro momento, poderão fazer uma nova tentativa no período de recursos, que vai de 7 a 11 de abril.

O Encceja é uma oportunidade para pessoas que buscam a certificação do ensino fundamental e médio. O período de inscrições para a edição de 2025 será de 21 de abril a 2 de maio. O Inep aplicará as provas em 3 de agosto.

Encceja

Realizado pelo Inep desde 2002, o exame possibilita a retomada da trajetória escolar. A participação é voluntária, gratuita e destinada a jovens e adultos que não concluíram seus estudos na idade apropriada. As provas avaliam competências, habilidades e saberes adquiridos no processo escolar ou extraescolar.

As secretarias de Educação e os institutos federais utilizam os resultados como parâmetro para certificar os participantes em nível de conclusão do ensino fundamental e médio. O exame também estabelece uma referência nacional para a avaliação de jovens e adultos, tendo, assim, uma relevância multidimensional para a educação brasileira.

O Encceja ainda serve de baliza à implementação de procedimentos e políticas para a melhoria da qualidade na oferta da educação de jovens e adultos, além de viabilizar o desenvolvimento de estudos e indicadores sobre o sistema educacional brasileiro.

Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação celebra 40 anos impulsionando o desenvolvimento do Brasil

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Criação da pasta coincidiu com volta da democracia e fortaleceu políticas públicas do setor

Agência Gov | Via MCTI
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação celebra 40 anos impulsionando o desenvolvimento do Brasil

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) comemora, neste mês, 40 anos de atuação como protagonista no avanço científico e tecnológico do Brasil. Criado em 15 de março de 1985, no contexto da redemocratização, o MCTI tem sido essencial para o fortalecimento da pesquisa nacional, o desenvolvimento sustentável e a inovação na indústria, contribuindo diretamente para enfrentar desafios nacionais e posicionar melhor o país no cenário global.

Desde sua fundação, apesar de ter enfrentado períodos de instabilidade institucional e restrições orçamentárias, o ministério tem promovido políticas públicas estratégicas para o crescimento da ciência e tecnologia, consolidando o Brasil como uma referência em diversas áreas do conhecimento.

Hoje, a pasta possui uma ação transversal, que integra toda a agenda do governo. Está presente no combate à fome; na nova política de industrialização; no desenvolvimento sustentável da Amazônia; na construção de uma arrojada agenda climática; nas políticas de transição energética e transformação digital; na garantia de uma nação independente e soberana e de mais bem-estar para a população brasileira.

Para o presidente Lula, sobretudo no contexto global, ciência e tecnologia precisam fazer parte da “espinha dorsal” do Estado. “Somos uma nação muito grande. Temos desafios demais. E não podemos nunca acreditar que teremos alguma chance de futuro sem a ciência e os cientistas. Foi por meio da ciência que conseguimos nossos maiores feitos, que transcendem a academia e os laboratórios. Não há como pensarmos em crescer, em retomar a indústria, em produzir mais no campo, em reduzir as desigualdades, se não pensarmos em ciência”, disse o presidente, em evento no início da atual gestão.

Para marcar as quatro décadas do MCTI, um Grupo de Trabalho (GT), formado por representantes do Sistema Nacional da Ciência, Tecnologia e Inovação, está organizando um calendário de atividades que deverão se realizar ao longo do ano.

“A criação do ministério é um marco importante no desenvolvimento de políticas públicas nessa área tão estruturante, sobretudo em tempos de disputa pelo domínio tecnológico. Se hoje podemos dizer que ciência, tecnologia e inovação são pilares do nosso desenvolvimento, isso se deve muito ao trabalho do MCTI, articulado com a academia, com o setor produtivo e a sociedade”, avaliou a ministra Luciana Santos.

Boa nova

No Brasil, as primeiras agências federais de fomento da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) – Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) – foram criadas em 1951. A Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) surgiu bem depois, em 1967, e passou a gerir o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) em 1971. A partir da década de 1970, a atuação do CNPq, da CAPES, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), da FINEP e das primeiras fundações de amparo à pesquisa e secretarias estaduais possibilitou a expansão do sistema de ciência e tecnologia brasileiro.

Mas o país carecia ainda de um órgão de coordenação, ligado diretamente à Presidência da República. A fundação do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), oficializada pelo então presidente José Sarney, cumpriu esse propósito e representou a concretização de um sonho antigo da comunidade científica e de políticos comprometidos com o progresso do país.

O Ministério absorveu em sua estrutura a FINEP, o CNPq e suas unidades de pesquisa, além da Agência Espacial Brasileira (AEB) e da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN).

Idas e vindas

Com uma trajetória marcada por marchas e contramarchas, quatro anos depois de ter nascido, o MCT foi incorporado pelo Ministério do Desenvolvimento da Indústria e Comércio, onde permaneceu até ser transformado em Secretaria Especial da Ciência e Tecnologia, com status de ministério.

Foi só em 1992 que o então presidente Itamar Franco recriou o Ministério com o nome de origem. Em 2011, na gestão da presidenta Dilma Rousseff, ele passou a se chamar Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), expressando a atualização e ampliação da sua missão institucional.

Cinco anos depois, sob o governo Michel Temer, houve uma fusão da pasta com o Ministério das Comunicações, resultando no Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Em 2020, as pastas foram novamente desagrupadas e o MCTI voltou a existir.

Pilar do desenvolvimento

Nos últimos anos, o MCTI tem ampliado seus aportes em setores estratégicos. Em grande parte, isso se deve à aprovação, pelo Congresso Nacional, da Lei que transformou o FNDCT em fundo financeiro e possibilitou a recomposição e liberação integral dos seus recursos. E também à redução dos juros de empréstimos concedidos para a inovação nas empresas.

Desde 2023, o Ministério tem batido recordes de investimentos . Os recursos têm contribuído para fortalecer a infraestrutura de pesquisa do país, incentivar a inovação, dar suporte à nova política industrial brasileira, apoiar pesquisadores e redes de pesquisa, contribuir com a transformação digital, a transição energética e o desenvolvimento científico e tecnológico do país.

Além disso, o Ministério desempenha papel fundamental na popularização da ciência, promovendo ações educacionais para aproximar a sociedade do conhecimento científico, combatendo o negacionismo e a desinformação.

No marco desses 40 anos, a pasta segue trabalhando, em aliança com os demais atores da CT&I, para tornar a ciência uma ferramenta essencial para gerar valor, riquezas e respostas aos desafios contemporâneos. Exemplos disso são iniciativas recentes, como o Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA) , o projeto do Laboratório de Máxima Contenção Biológica (Orion) e do Reator Multipropósito Brasileiro (RMB) , os programas de capacitação e de promoção da diversidade na ciência e a participação na Nova Indústria Brasil (NIB) .

E30 deve baixar preço da gasolina e tornar Brasil independente de importação, afirma Silveira

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Ministro destacou que a nova mistura de etanol à gasolina pode ajudar no controle da inflação no país e evitar a emissão de 1,7 milhão de toneladas de gases de efeito estufa por ano

Agência Gov | Via Minas e Energia
E30 deve baixar preço da gasolina e tornar Brasil independente de importação, afirma Silveira

Ricardo Botelho/MME

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou nesta segunda-feira (17/3) que a adoção do E30 (mistura de 30% de etanol anidro à gasolina) poderá reduzir o preço do combustível na bomba e tornar o Brasil independente da importação de gasolina. O anúncio foi feito durante a apresentação dos resultados dos testes conduzidos pelo Instituto Mauá de Tecnologia (IMT), que comprovaram a viabilidade técnica do novo combustível.

Com a ampliação da mistura de etanol, a estimativa é de uma redução de até R$ 0,13 (treze centavos) por litro da gasolina, impacto que também irá contribuir para o controle da inflação. “Estamos dando mais um passo para transformar a lei do Combustível do Futuro em combustível do presente. O E30 não apenas reduz o custo para o consumidor, mas fortalece a economia e a segurança energética do Brasil”, afirmou Silveira.

A transição do E27 para o E30 evitará a importação de 760 milhões de litros de gasolina por ano, impulsionando a produção nacional de biocombustíveis. Segundo o ministro, isso representará um aumento de 1,5 bilhão de litros na demanda por etanol e um investimento estimado em R$ 9 bilhões no setor. “O E30 é seguro para nossa frota de duas e quatro rodas. Com ele, o Brasil deixará de ser refém do mercado internacional e da volatilidade dos preços externos. O preço da gasolina será determinado pela competitividade interna, e não pelo preço de paridade de importação”, destacou.

Os testes com o E30 representam mais um avanço na implementação da lei do Combustível do Futuro (14.993/24), que estabelece diretrizes para a descarbonização e modernização da matriz energética brasileira. A legislação permite ampliar o limite de etanol na gasolina para até 35%, desde que comprovada a viabilidade técnica, reforçando o compromisso do país com a segurança energética e a sustentabilidade.

A adoção da nova mistura poderá reduzir em 1,7 milhão de toneladas a emissão de gases de efeito estufa por ano, o equivalente à retirada de 720 mil veículos das ruas anualmente. Os testes do IMT foram acompanhados por entidades do setor automotivo, como Anfavea, Sindipeças, Abraciclo e Abeifa. Com a comprovação da viabilidade técnica, a proposta de ampliação da mistura para 30% deverá ser encaminhada ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) ainda neste ano.

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Repasses do Bolsa Família chegam a 20,5 milhões de famílias a partir desta terça-feira (18)

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Valor médio do benefício é de R$ 668,65. Cronograma de pagamentos segue até o dia 31. Investimento do Governo Federal soma R$ 13,7 bilhões

Agência Gov | Via Secom
Repasses do Bolsa Família chegam a 20,5 milhões de famílias a partir desta terça-feira (18)

Roberta Aline / MDS
Programa do Governo Federal chega aos 5.570 municípios brasileiros

As 20,5 milhões de famílias atendidas pelo Bolsa Família em março recebem o repasse do mês a partir desta terça-feira (18). O cronograma de pagamentos leva em conta o final do Número de Identificação Social (NIS) e segue até o dia 31 (confira abaixo). Com valor médio de R$ 668,65, o investimento do Governo Federal é de R$ 13,7 bilhões e chega aos 5.570 municípios brasileiros.

Dentro da cesta de benefícios adicionais incluídos a partir da renovação do programa em 2023, 9,1 milhões de crianças de zero a seis anos recebem o Benefício Primeira Infância neste mês. O adicional de R$ 150 é repassado a cada integrante do núcleo familiar dos beneficiários nessa faixa etária, a partir de um investimento de R$ 1,27 bilhão.

Outros três benefícios, todos de R$ 50 adicionais, chegam a 606,6 mil gestantes, 347,1 mil mil nutrizes (em fase de amamentação) e 15 milhões de crianças e adolescentes entre sete e 18 anos. O valor somado para saldar esses três benefícios é de R$ 721,71 milhões.

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Vulneráveis

Em março, o Bolsa Família beneficia, em seu grupo prioritário, 240,1 mil famílias indígenas, 278,7 mil famílias quilombolas, 238,2 mil famílias em situação de rua e 374,6 mil famílias de catadores de material reciclável. Além disso, o programa ampara 8,3 mil famílias com crianças em situação de trabalho infantil e 61,1 mil famílias com integrantes resgatados de trabalho análogo ao escravo.

Perfil

Como costuma ocorrer no programa de transferência de renda do Governo Federal, 83,70% dos responsáveis familiares são mulheres: 17,16 milhões. Do total de pessoas que receberão os benefícios em março, 31,42 milhões são do sexo feminino (58,3%). As pessoas de cor preta/parda representam a predominância entre os beneficiários e somam 39,34 milhões (73%).

Proteção

Outra criação da nova versão do Bolsa Família, a Regra de Proteção permite aos beneficiários permanecerem no programa por até dois anos, mesmo depois de conseguirem emprego com carteira assinada ou aumento de renda. Nesse caso, a família recebe 50% do valor. Esse parâmetro atinge, em março, 3,11 milhões de famílias, das quais 407,9 mil iniciam a regra de proteção neste mês.

Unificado

Em 550 municípios de dez estados, o pagamento do Bolsa Família em março será feito integralmente nesta terça-feira, 18 de fevereiro, primeiro dia do cronograma. São cidades e regiões incluídos nas ações de enfrentamento a desastre, como enchentes, inundações e períodos longos de seca e estiagem. A iniciativa vai beneficiar diretamente 966 mil famílias. Na lista estão os 497 municípios do Rio Grande do Sul, 13 de São Paulo e dez no Mato Grosso.

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Regiões

No recorte por regiões, o Nordeste reúne o maior número de contemplados em março. São 9,4 milhões de beneficiários, a partir de um investimento de R$ 6,26 bilhões. Na sequência aparece a região Sudeste (5,92 milhões de famílias e R$ 3,86 bilhões em repasses), seguida por Norte (2,61 milhões de famílias e R$ 1,84 bilhão), Sul (1,45 milhão de beneficiários e R$ 951,9 milhões) e Centro-Oeste (1,10 milhão de contemplados e R$ 740,5 milhões).

Estados

Na divisão por unidades federativas, o maior número de contemplados em março está na Bahia. São 2,469 milhões de famílias beneficiárias no estado, a partir de um aporte federal de R$1,62 bilhão. São Paulo aparece na sequência, com 2, 465 milhões de contemplados. Em outros seis estados há mais de um milhão de integrantes do programa: Pernambuco (1,580 milhão), Rio de Janeiro (1,570 milhão), Minas Gerais (1,575 milhão), Ceará (1,451 milhão), Pará (1,346 milhão) e Maranhão (1,233 milhão).

Valor médio

Roraima é o estado com maior valor médio de repasse para os beneficiários em março: R$ 735,18. O Amazonas, com R$ 725,06, e o Amapá, com R$ 716,73, completam a lista das três maiores médias nos estados. Quando o recorte leva em conta os 5.570 municípios brasileiros, o maior valor médio está em Uiramutã, município de 13,7 mil habitantes em Roraima, com 2.218 famílias atendidas pelo programa neste mês e tíquete médio de R$ 1.030,82, único município do país a superar os mil reais de valor médio do benefício. Na sequência aparecem os municípios de Campinápolis (MT), com R$ 913,68, e Santo Antônio do Içá (AM), com R$ 880,73.

Vendas de eletroeletrônicos crescem 29% em 2024, melhor desempenho na década

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Melhor resultado dos últimos 10 anos, balanço do setor foi apresentado pela Eletros ao presidente Lula e ao vice-presidente Alckmin em Brasília

Agência Gov | Via MDIC
Vendas de eletroeletrônicos crescem 29% em 2024, melhor desempenho na década

Bruno Peres/Agência Brasil
O segmento de ar-condicionado foi o destaque do ano, com crescimento de 38% em relação a 2023

Em 2024, a indústria brasileira vendeu ao varejo 117,7 milhões de aparelhos eletroeletrônicos, como televisões, geladeiras, fogões e aparelhos de ar-condicionado, registrando um aumento de 29% em relação às vendas de 2023. Este é o melhor desempenho do setor da última década, de acordo com o balanço da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros).

Os dados foram apresentados na segunda-feira (17/3) ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, pelo presidente da Eletros, Jorge Nascimento.


“A boa notícia não sai só do forno. Ela sai da geladeira, da TV, da air fryer, do ventilador”, brincou o ministro ao comentar com a imprensa os dados do setor eletroeletrônico


Para Alckmin, o balanço positivo do setor eletroeletrônico é resultado do crescimento de 3,4% da economia em 2024, do aumento real dos salários e das políticas de estímulo à indústria brasileira.


“Isso reflete, de um lado, a melhora de renda da população; o emprego cresceu, a massa salarial cresceu; e a política industrial, a Nova Indústria Brasil, Depreciação Acelerada para trocar máquinas. É um setor que pode crescer mais ainda com data centers, que é produtor dos grandes equipamentos para data centers”, ressaltou o vice-presidente, que destacou os programas para que disponibilizam crédito para fortalecer a indústria nacional, como a Letra de Crédito do Desenvolvimento, o Novo Padis, Brasil Semicom, Lei do Bem e a Lei da Informática


“Empresa que quiser ser global, ela tem que estar no Brasil. Nós estamos falando de uma das maiores economias do mundo”, concluiu o ministro Geraldo Alckmin.

Crescimento em todos os segmentos

Para o presidente executivo da Eletros, o setor teve um ano de grande retomada e superação. “Os resultados alcançados, ainda que influenciados por diversos fatores, como o econômico e o climático, mostram a força da indústria nacional, sua capacidade de atender à demanda e corresponder às expectativas do consumidor, que busca produtos cada vez mais modernos, eficientes e acessíveis”, afirmou Jorge Nascimento.

O segmento de ar-condicionado foi o destaque do ano, com crescimento de 38% em relação a 2023. A produção atingiu 5,8 milhões de unidades, superando as 4,2 milhões do ano anterior.

Com aumento de 33% nas vendas, a linha portátil, que envolve cafeteiras, secadores de cabelo e ferro de passar, comercializou 80,8 milhões de equipamentos em 2024 – 19,8 milhões a mais do que no ano anterior.

As vendas de aparelhos da linha branca, da qual fazem parte fogões, máquinas de lavar e geladeiras, cresceram 17%, passando de 13,3 milhões, em 2023, para 15,6 milhões no ano passado.

O segmento de linha marrom, composto principalmente por televisores e equipamentos de áudio, cresceu 22% em relação a 2023. A produção atingiu 13,4 milhões de unidades, contra 10,9 milhões no ano anterior. Mesmo após as Olimpíadas, o setor manteve um ritmo forte de crescimento, alcançando seu maior volume em 10 anos.

Perspectivas

Até 2027, a Eletros estima R$ 5 bilhões em investimento para novos negócios do setor de eletrodomésticos e eletroeletrônicos e ampliação de indústrias já existentes. As projeções da Eletros para 2025 indicam um crescimento entre 8% e 10% no cenário mais otimista. Em uma visão mais conservadora, a estimativa é de um avanço médio de 5%.

Do ponto de vista estratégico, o setor seguirá com uma agenda voltada à competitividade, em alinhamento com a Nova Indústria Brasil e outras políticas públicas focadas em eficiência energética, estímulo à demanda por produtos mais modernos, modernização das linhas de produção, fortalecimento da cadeia de suprimentos, investimentos em infraestrutura logística e incentivo à exportação.

“A Eletros tem trabalhado em parceria com o Poder Público para não apenas superar desafios, mas também fortalecer a indústria nacional, reconhecendo sua importância para o setor produtivo brasileiro”, finaliza Nascimento.