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Petrobras reduz preço do querosene de aviação em 14,2%

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A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (1º) a redução de 14,2% no preço do querosene de aviação (QAV). Essa variação representa diminuição de R$ 0,93 por litro. Nas refinarias da companhia, o novo preço varia de R$ 5,48 a R$ 5,69 por litro.

O preço do QAV é estipulado pela Petrobras mensalmente, sempre no dia 1º. A queda anunciada nesta segunda-feira é a primeira depois de três aumentos seguidos. Em abril, por exemplo, o reajuste foi de 55%.  

O QAV é o combustível derivado do petróleo que abastece aviões e helicópteros. De acordo com a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), o combustível representa 45% dos custos operacionais das companhias aéreas.  

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Escalada de preço

Desde janeiro deste ano, o QAV sobe 54,5%, o que representa R$ 1,98 por litro. Os aumentos de abril e maio foram justificados como efeito do conflito no Oriente Médio, que resultou no bloqueio do Estreito de Ormuz, ligação marítima entre os golfos Pérsico e de Omã, por onde passavam, antes do conflito, cerca de 20% da produção mundial de óleo e gás.

Sobre a redução de junho, a Petrobras explicou que a alteração de preços ao longo “reflete a atenuação do cenário de elevação das cotações internacionais”.

A Petrobras esclarece ainda que a política de preços da empresa segue uma “fórmula paramétrica contratual que funciona como amortecedor de curto prazo, resultando em reajustes mais moderados que os observados no mercado internacional”.

De acordo com a companhia, no mercado internacional os reajustes podem ocorrer até diariamente e, no acumulado do ano, são superiores aos do registrado no Brasil, “indicando que o preço do QAV da Petrobras permanece competitivo”.

Parcelamento mantido

A Petrobras informou que mesmo com a redução de preços, a companhia manterá a possibilidade de os compradores parcelarem a compra do QAV em seis parcelas mensais. A opção de parcelar o custo foi anunciada juntamente com o reajuste de abril.

“Essa medida contribui para diluir o impacto financeiro ao longo do tempo, favorecendo a adaptação gradual às novas condições de mercado”, explica a empresa.

A estatal afirma que os volumes de QAV solicitados pelas distribuidoras para o mês de junho estão confirmados, sem risco de desabastecimento.

Ajuda do governo

Assim como o óleo diesel, a gasolina e o gás de cozinha, o QAV faz parte de um pacote de medidas do governo para frear o ímpeto do aumento de preço de derivados do petróleo.

No último sábado (30), o governo anunciou a prorrogação, por mais dois meses, da desoneração do PIS/Cofins, dois tributos federais incidentes sobre o QAV. O alívio tributário foi criado em abril e vale agora até 31 de julho.

Além disso, companhias aéreas receberam carência para pagamento de tarifas de navegação aérea – devida à Força Aérea Brasileira. Os valores de julho, agosto e setembro só precisarão ser quitados em dezembro. 

Cadeia de comércio

A Petrobras comercializa para as distribuidoras o QAV produzido nas refinarias da empresa ou importado. Uma vez comprado pelas distribuidoras, as empresas transportam o combustível e vendem para companhias de transporte e outros consumidores finais nos aeroportos ou ainda para revendedores.

A estatal tem participação de cerca de 85% da produção do QAV, mas o mercado é aberto à livre concorrência, sem restrições para outras empresas atuarem como produtoras ou importadoras.

 

 

Fonte/Agência Brasil

PRF em Rondônia recupera caminhonete com registro de roubo e furto em Minas Gerais

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A Polícia Rodoviária Federal em Rondônia recuperou, ontem (28), no município de Pimenta Bueno, uma caminhonete com registro de roubo/furto. Durante ronda ostensiva, por volta de 19h20, na BR-364, km 197, o veículo foi abordado pela equipe policial e, na fiscalização, a partir do emprego de técnicas de entrevista, aprofundaram-se as averiguações, ocasião em que foram constatados sinais de adulteração.

Uma vez realizados os procedimentos de identificação veicular, concluiu-se que a caminhonete original possuía registro de furto/roubo em Nova Lima (MG). O condutor foi enquadrado nos delitos previstos nos artigos 311 e 180 do Código Penal, respectivamente, adulteração de sinal identificador de veículo automotor e receptação. A caminhonete e o infrator foram encaminhados à Polícia Judiciária para as providências cabíveis.

 

 

PRF

Conheça as regras para fazer pesquisas eleitorais e saiba como o MP Eleitoral fiscaliza

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Novidades trazidas pela resolução deste ano buscam garantir maior controle sobre o financiamento dos estudos e evitar distorções no resultado

Foto em detalhe de duas mãos apontando com uma caneta para um gráfico de pesquisa; no canto inferior esquerdo com fundo verde a expressão Ministério Público nas Eleições 2026 com letras brancas, abaixo dentro de um retângulo azul, a frase por dentro das regras escrita com letras brancas e abaixo a palavra pesquisas com letras brancas no fundo verde

Arte: Comunicação/MPF

As pesquisas de intenção de voto são parte importante do processo eleitoral. Os levantamentos sobre a opinião pública servem para orientar as estratégias de campanhas e candidatos. Além disso, quando divulgados, os resultados podem influenciar a escolha dos eleitores, indicar os temas prioritários a serem debatidos e indicar a viabilidade de determinadas candidaturas.

Os números comprovam o amplo uso e a relevância desse instrumento. Segundo dados do Superior Tribunal Eleitoral (TSE), as Eleições de 2024 bateram recorde de pesquisas eleitorais e valores investidos nessa área. Foram realizadas 14 mil pesquisas e gastos quase R$ 172 milhões com os levantamentos sobre intenção de voto para os cargos de prefeitos e vereadores. Os contratantes são principalmente veículos de comunicação, partidos políticos e empresas de publicidade.

No caso das Eleições Gerais de 2026, embora a votação seja apenas em outubro, as pesquisas já estão em andamento. O sistema do TSE já registrou, até maio, mais de 700 sondagens, para os cargos de presidente, governadores, senadores e deputados. O investimento foi de R$ 40 milhões.

Considerando a importância desses levantamentos e o impacto nas eleições, há uma série de regras que devem ser respeitadas na realização das pesquisas eleitorais. As normas estão previstas na Resolução TSE n° 23.600/2019, que foi atualizada em fevereiro deste ano pela Resolução n° 23.747/2026. Cabe ao Ministério Público fiscalizar o cumprimento dessas regras, para evitar abusos.

Entre as novidades deste ano, passou a ser obrigatório apresentar uma declaração formal do estatístico responsável pela pesquisa, que deve atestar seu vínculo com a empresa ou a instituição que realizou o levantamento. O profissional deve assegurar que os dados e a metodologia sejam disponibilizados para auditoria, além de declarar estar ciente das sanções previstas na legislação em caso de fraude, informações falsas ou irregularidade. A norma também reforça exigências sobre a delimitação geográfica das pesquisas, ampliando a transparência metodológica.

📊  Pesquisas eleitorais

Pesquisas eleitorais são o questionamento feito ao eleitor, em determinado momento, a respeito de candidatos que podem disputar ou já concorrem em uma eleição. Esse levantamento de intenção de voto é utilizado por institutos ou entidades para verificar a preferência do eleitor em relação aos candidatos ao pleito. Como toda pesquisa de opinião pública, a pesquisa eleitoral utiliza método científico para apurar a realidade do momento junto a segmentos representativos do eleitorado, chamados de amostra, seguindo metodologia específica.

As pesquisas eleitorais podem ser feitas a qualquer tempo no ano da eleição, desde que sejam cadastrados no Sistema de Registro de Pesquisas Eleitorais (PesqEle) do TSE em

até cinco dias antes da divulgação dos resultados. Ao fazer esse cadastro, é preciso informar

os dados completos do contratante e a origem dos recursos gastos.

Essas informações também são exigidas quando a pesquisa é financiada diretamente pelos próprios institutos. Nesses casos, devem informar os próprios dados, o valor total e a origem recursos usados, além de apresentar o relatório contábil das movimentações financeiras realizadas no ano anterior ao da realização das eleições.

O registro de pesquisas eleitorais, contudo, não torna obrigatória a divulgação de seus resultados. Um instituto ou empresa pode realizar o levantamento, mas não necessariamente divulgá-lo ao público. A norma deixa claro que a Justiça Eleitoral não realiza qualquer controle prévio sobre o resultado das pesquisas, nem gerencia ou cuida da divulgação.

Caso algum desses prazos ou regras sejam descumpridas, a pesquisa será considerada não registrada e, portanto, irregular.

💰 Mais controle sobre o financiamento

Uma das mudanças trazidas pela resolução deste ano é o maior rigor na identificação de quem financia a pesquisa. Agora, as novas regras exigem saber especificamente o “nome da pessoa responsável” pelo pagamento e os dados pessoais. A alteração busca dar mais precisão e facilitar a identificação do responsável direto pelos recursos, especialmente em casosde contratos mais complexos.

Outra mudança é que a empresa ou entidade responsável deve informar, no momento de registro da pesquisa na Justiça Eleitoral, como será a forma de pagamento: se parcelada ou em em pagamento único após realização do serviço. Além disso, as notas fiscais devem ser apresentadas conforme os pagamentos forem sendo realizados.

📍Delimitação geográfica da pesquisa

As novas regras também passaram a exigir que a delimitação geográfica das pesquisas siga a divisão político-administrativa oficial do município e dos estados.

Além disso, é preciso informar qual recorte territorial foi usado de fato na pesquisa, como bairros, regiões ou cidades, e detalhar quais métodos foram adotados para garantir o controle e o equilíbrio dos dados, como ajustes estatísticos para representar corretamente a população.

Se a forma de coleta da pesquisa não permitir identificar os dados por setor censitário – divisão geográfica usada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) -, a entidade ou empresa responsável pelo levantamento terá que explicar o motivo. Essa justificativa deve ser técnica e bem fundamentada.  O objetivo é evitar distorções na representação territorial dos dados utilizados na pesquisa

A norma também deixou mais claro que, se alguém solicitar, a empresa que fez a pesquisa é obrigada a entregar os dados em até dois dias. Além disso, deve permitir que essa pessoa vá até a empresa para verificar de forma aleatória os materiais da pesquisa, como planilhas e relatórios, durante o horário comercial.

💬  Enquetes

A resolução também fixa explicitamente, em 15 de agosto, a data limite para a realização de enquetes relacionadas ao processo eleitoral. Diferentes das pesquisas eleitorais, as enquetes ou sondagens são levantamentos realizados com a participação espontânea dos eleitores, sem definição de amostra específica e sem uso de método científico.

Elas só podem ser realizadas antes do início das propagandas eleitorais. Caso a enquete seja apresentada à população como pesquisa eleitoral, os responsáveis podem ser punidos com as mesmas sanções previstas para a divulgação de pesquisas de opinião pública sem registro no TSE.

🚨 Fiscalização e punições 

Caso o MP Eleitoral, partido político, federação, coligação ou candidato constate indícios de irregularidade e perigo de dano, pode entrar com ação na Justiça pedindo liminar para suspender a divulgação dos resultados de uma pesquisa ou, ainda, determinar que sejam incluídos esclarecimentos na divulgação dos resultados, com aplicação de multa em caso de descumprimento da determinação. Ainda que não seja autor da ação, o Ministério Público apresenta manifestação em todos os processos que tramitam na Justiça Eleitoral em relação a pesquisas eleitorais.

Quem divulga os resultados de pesquisa fraudulenta está sujeito a uma série de sanções. A prática é considerada crime eleitoral e pode resultar em penas de prisão de seis meses a um ano, além de multa em valores que vão de R$ 53 mil a R$ 106 mil. A divulgação dos resultados de uma pesquisa sem prévio cadastro no TSE também sujeita os responsáveis à multa, nos mesmos valores.

🔎 Consulta pública

Por meio do site do TSE, qualquer cidadão pode consultar as pesquisas registradas. Além de contribuir para tornar o processo eleitoral mais transparente, a medida evita ainda que eleitores sejam vítimas de desinformação, conhecidas como fake news, já que podem conferir a veracidade do que é divulgado, por exemplo, nas redes sociais.

Eventuais indícios de irregularidade podem ser denunciados ao MP Eleitoral pelo MPF Serviços.

Confira a íntegra da Resolução nº 23.600/2019

🗳️ Por dentro das regras

Até outubro, o Ministério Público Federal (MPF) vai publicar matérias para ajudar o público a entender o trabalho da instituição na fiscalização do processo eleitoral. A série Por Dentro das Regras explica quais são as regras presentes nas leis e nas resoluções do Tribunal Superior Eleitoral que devem ser seguida pelos candidatos, partidos e eleitores. Já a série Me Explica, MPF! traduz os conceitos mais usados no meio jurídico relacionados à disputa eleitoral.

O MP Eleitoral é composto por integrantes do MPF e dos Ministérios Públicos Estaduais. Eles são responsáveis por fiscalizar o cumprimento das normas relacionadas às eleições, com o objetivo de evitar abusos, assegurar o equilíbrio da disputa e a livre escolha do eleitor.


Secretaria de Comunicação Social

Festejos estão no calendário de 94% dos Municípios e geram emprego e renda, revela estudo da CNM

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Cerca de 94% dos Municípios informaram existir festejos no calendário local. O dado faz parte de uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) que ouviu 1.515 Municípios, dos 5.569. A Confederação divulga o resultado do levantamento nesta segunda-feira, 1º de junho, mês tradicionalmente marcado pelos festejos juninos.

De acordo com a pesquisa da CNM, as festividades juninas são realizadas por 90% dos entrevistados. Além de reforçar a identidade cultural brasileira, esses festejos representam uma das principais estratégias de promoção da cultura, desempenhando um importante papel na preservação das tradições e geração de impactos econômicos – já que mobilizam cadeias produtivas, geram emprego e renda e fortalecem o turismo local.

Outros eventos como os cívicos, estão presentes em 91% dos entrevistados, os religiosos acontecem em 90% das localidades, seguidos pelos festejos regionais (72%) e folclóricos (69%), e os agropecuários (49%), que estão presentes no calendário de metade dos Municípios brasileiros.

Execução 
A CNM questionou os Municípios acerca do papel da prefeitura na execução das festividades, seja através de recursos financeiros, da cessão de espaços físicos ou do recebimento de transferências para essa finalidade. A Confederação constatou que nove a cada 10 Municípios aplicam recursos públicos nos festejos e que, considerando a faixa de recursos investidos, dois a cada três Municípios (67%) investem pelo menos R$ 100 mil para a sua realização.

O estudo da CNM observou ainda que entre os principais efeitos observados destacam-se a expansão do turismo e do comércio, além da boa avaliação por parte da população. Cerca de 74% dos Municípios indicaram a geração de empregos como um dos benefícios associados à realização de eventos, enquanto 73% apontaram a elevação da arrecadação municipal.

“Esses resultados evidenciam que as festividades desempenham um papel relevante na dinamização das atividades econômicas locais, ampliando a circulação de renda especialmente em setores como comércio, serviços e turismo. Por outro lado, evidencia a necessidade de planejamento e transparência na aplicação dos recursos destinados às festividades”, avalia o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski.

Confira aqui o estudo na íntegra.

Da Agência CNM de Notícias

Transposição 2026: divulgada nova Portaria com enquadramento

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Confira a lista de servidoras e servidores de Rondônia enquadrados na Administração Pública Federal

Nesta sexta-feira (29) foi publicada a PORTARIA CEEXT/SRT/MGI Nº 5.896, da Câmara de Julgamento de Rondônia da Comissão dos Ex-Territórios Federais, divulgando a relação dos pedidos de inclusão em quadro em extinção da Administração Pública Federal, oriundos do Ex-Território, do Estado-membro e dos Municípios de Rondônia.

A lista pode ser conferida aqui.

Após denúncia de estupro, PM realiza diligências e localiza suspeitos em Vilhena

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Uma mulher de 19 anos denunciou ter sido vítima de estupro de vulnerável, possivelmente praticado por dois indivíduos, na madrugada do último domingo (31), em Vilhena. Após o crime, a vítima apresentou forte abalo emocional e tentou tirar a própria vida, sendo socorrida por familiares e encaminhada ao Hospital Regional.

De acordo com a ocorrência policial, a vítima, identificada pelas iniciais J.A.F.V., participava de uma confraternização familiar em uma residência no Residencial Alvorada na noite de sábado (30). Posteriormente, ela e o esposo seguiram para outra festa nas proximidades. Em determinado momento, após uma discussão, o marido deixou o local, e a mulher permaneceu sozinha.

Conforme relatos de familiares e testemunhas, dois suspeitos, identificados pelas iniciais R.B.L. e V., passaram a interagir com a vítima e, posteriormente, a levaram para uma área de campo gramado próxima ao residencial. Segundo o depoimento atribuído à mulher, os suspeitos retiraram suas roupas e mantiveram relação sexual contra sua vontade.

Após o ocorrido, a vítima entrou em contato com uma amiga e relatou ter sido estuprada. Em seguida, procurou a residência da irmã, onde passou a chorar continuamente e a repetir que havia sido vítima de violência sexual.

Ainda conforme a ocorrência, familiares flagraram a mulher tentando se enforcar com uma corrente na área da residência. Ela foi socorrida duas vezes por parentes e por uma amiga, que conseguiram impedir o suicídio até a chegada do Corpo de Bombeiros Militar. A vítima foi encaminhada ao Hospital Regional para atendimento médico e avaliação psicológica.

Durante as diligências, policiais militares receberam informações sobre a existência de imagens de câmeras de monitoramento que poderiam registrar o deslocamento da vítima juntamente com os suspeitos em direção ao local onde o crime teria ocorrido. Com base nas informações levantadas, os militares localizaram um dos suspeitos em sua residência e, posteriormente, encontraram o segundo envolvido.

Segundo a Polícia Militar, o adolescente inicialmente negou participação nos fatos, mas posteriormente confessou a autoria do crime durante os procedimentos realizados na delegacia. Os dois suspeitos foram apresentados na Unidade Integrada de Segurança Pública (UNISP), sendo um preso e o outro apreendido para as providências cabíveis.

O caso será investigado pela Polícia Civil, que deverá apurar as circunstâncias do crime e analisar as imagens de monitoramento e demais elementos de prova reunidos durante a ocorrência.

 

PM-RO

PM aborda veículo suspeito, apreende drogas e prende três pessoas na BR-435 em Vilhena

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Uma ação da Polícia Militar resultou na apreensão de drogas e na prisão de três pessoas na manhã do último domingo (31), durante uma abordagem na BR-435, em Vilhena, após denúncia de transporte de entorpecentes vindo do município de Cerejeiras.

Segundo a ocorrência, a Central de Operações da PM recebeu informações de que um veículo VW Parati,  estaria transportando drogas para Vilhena, acompanhado por uma motocicleta Honda vermelha, placa OHM4D51, cujo condutor estaria atuando como “batedor” para alertar sobre possíveis fiscalizações policiais ao longo do trajeto.

Com base na denúncia, equipes da Polícia Militar montaram uma operação de abordagem na rodovia. Durante o deslocamento pela região conhecida como “Serra de Colorado”, os policiais localizaram o veículo suspeito. Conforme o registro, ao perceber o bloqueio policial, o motorista tentou desviar da viatura, mudando de faixa e colidindo contra o lado esquerdo do veículo oficial antes de parar.

No automóvel estavam um e uma criança de quatro anos. Simultaneamente, os policiais abordaram a motocicleta indicada na denúncia, conduzida por L.

Durante a revista no interior do carro, os militares encontraram uma porção de maconha, assumida por um e uma porção de cocaína na bolsa de P. No mesmo recipiente também foram localizadas diversas embalagens plásticas comumente utilizadas para acondicionamento de entorpecentes. Ao todo, foram apreendidos aproximadamente três gramas de maconha e quatro gramas de cocaína.

A criança que estava no veículo foi entregue aos cuidados da avó após comparecimento à Unidade Integrada de Segurança Pública (UNISP), uma vez que a mãe não foi localizada pelos policiais.

Ainda conforme a ocorrência, o condutor da Parati não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Em razão da condução considerada perigosa e da colisão contra a viatura policial, ele recebeu voz de prisão por crime de trânsito.  Foram presos em razão do porte das substâncias entorpecentes.

Após os procedimentos de praxe, os envolvidos, as drogas apreendidas e os demais materiais encontrados foram apresentados na UNISP para as providências cabíveis. O veículo foi liberado ao proprietário por estar com a documentação regular, assim como a motocicleta, que foi entregue ao seu proprietário.

 

Fonte/PM

Anvisa aprova atualização da posologia do Poviztra

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Dose semanal pode chegar a 7,2 mg, seguindo as mesmas diretrizes do Wegovy
O medicamento Poviztra (semaglutida), registrado como clone do Wegovy pela empresa Novo Nordisk, também teve sua posologia atualizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A alteração, publicada nesta segunda-feira (1º/6), segue as mesmas diretrizes aprovadas para o Wegovy (medicamento matriz), com a possibilidade de utilização de dose de manutenção de até 7,2 mg por semana, em condições específicas.
O Poviztra é indicado para o tratamento da obesidade em adultos, como auxiliar à dieta de baixa caloria e à prática de atividade física.

Para mais informações sobre as condições de uso da nova posologia, evidências científicas avaliadas e recomendações de segurança, consulte a notícia completa sobre o Wegovy.
Confira a Resolução 2.162/2026 no Diário Oficial da União (DOU).
Saúde e Vigilância Sanitária

Anvisa determina recolhimento de suplemento alimentar de magnésio treonato

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Composto não possui autorização para uso como suplemento alimentar

Foto: Divulgação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta segunda-feira (1º/6), o recolhimento do suplemento Magnésio L-Treonato 1000 mg, da empresa Natural Sempre Distribuidora e Comércio Ltda (CNPJ: 50747962000147).   

O produto vinha sendo comercializado como suplemento alimentar contendo magnésio treonato, ingrediente que não possui autorização para uso nessa categoria. 

Além do recolhimento, a Anvisa suspendeu a a fabricação, a distribuição, a divulgação e o uso do produto. 

Leia Resolução 2.135/2026 no Diário Oficial da União (DOU) 

 

Saúde e Vigilância Sanitária

Senado analisará projeto que permite ao governo pagar mais por produtos básicos

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O Senado vai analisar em breve um projeto de lei que autoriza a União a comprar produtos básicos da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM) por preço até 25% acima do preço mínimo em vigor. O PL 1.384/2011 foi aprovado na última terça-feira (26) na Câmara dos Deputados.

O PGPM é um instrumento do governo federal para proteger o produtor rural contra oscilações bruscas dos preços no mercado, garantindo a renda do produtor e a regularidade do abastecimento nacional de alimentos. É gerenciado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

De autoria do então deputado e hoje senador Beto Faro (PT-PA), o projeto também permite à Conab vender produtos básicos diretamente a micro e pequenas indústrias de alimentos, a micro e pequenas empresas dedicadas ao varejo alimentar e a cooperativas e associações.

O texto especifica que as compras, a serem realizadas por meio de leilão público, serão definidas em ato do Poder Executivo quanto aos tipos de produtos, volume, preço máximo e locais de aquisição. A ideia é que o leilão sirva para compensar eventuais gastos maiores com as compras do estoque regulatório.

Emergência climática

Faro explica que o texto original do seu projeto, apresentado em 2011, tinha como foco fortalecer os estoques públicos reguladores e estratégicos de alimentos – o que seria, segundo o senador, algo ainda mais urgente diante da emergência climática global. A medida seria, ressalta o autor, uma forma de garantir segurança alimentar à população e proteger o setor agrícola.

— O texto aprovado na Câmara seguiu outro caminho, voltado ao programa de venda em balcão para pequenos criadores. É uma iniciativa importante, mas que reduz o alcance estratégico da proposta original. Vamos retomar esse debate no Senado — afirmou. 

Venda

Atualmente, a Lei da Política Agrícola (Lei 8.171, de 1991) prevê que as vendas dos estoques públicos sejam realizadas por meio de leilões em bolsas de mercadorias ou por licitação pública. O texto aprovado na Câmara estabelece que a Conab poderá, ainda, praticar a venda direta dos estoques comprados a preço maior para atender programas e ações de abastecimento e de segurança alimentar.

Um ato conjunto dos três ministérios envolvidos (Agricultura, Desenvolvimento Agrário e Fazenda) definirá, a partir de subsídios técnicos fornecidos pela Conab, os critérios de adesão e credenciamento dos beneficiários e a metodologia de preços da venda direta, a qual terá como referência os preços de mercado. 

Ração animal

O projeto também altera a Lei 14.293, de 2022, sobre o programa de venda em balcão (ProVB) de milho, para incluir outros produtos destinados à ração animal. Assim, poderão ser contemplados produtos como sorgo, caroço de algodão, farelo de soja, farelo de milho e outros, mediante portaria interministerial dos ministérios da Agricultura, do Desenvolvimento Agrário e da Fazenda.

O ProVB é uma espécie de estoque regulador voltado à venda de milho destinado à ração animal, para aquicultores e pequenos criadores com Cadastro da Agricultura Familiar (CAF).

O projeto inclui, como beneficiários do programa, as cooperativas de produção agropecuária e as associações, ambas compostas por agricultores familiares e com CAF ativo.

2026

Para 2026, os ministérios envolvidos estimaram a compra de 50 mil toneladas de milho no ProVB, com custo projetado de R$ 60 milhões a R$ 65 milhões. O preço de venda também poderá ser subsidiado ao pequeno criador, por meio de equalização de preços, para a qual estão reservados R$ 80 milhões.

Fonte: Agência Senado