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Pessoas que contraíram Covid-19 podem doar sangue após 30 dias, explica especialista da Fhemeron

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O cenário pandêmico no Estado tem deixado muita gente com dúvidas sobre a doação de sangue, principalmente quanto às pessoas que foram acometidas pela Covid-19, se podem ou não doar sangue. É com esse propósito que o Governo do Estado de Rondônia, por meio da Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Rondônia (Fhemeron), além de estimular pessoas a doarem sangue, também esclarece sobre os cuidados necessários àqueles que já foram contaminados com a doença.

De acordo com a gerente de Captação de Doadores da Fhemeron, Maria Luiza Pereira, existe um protocolo de doação a ser seguido, em que o voluntário passa por um processo de triagem, onde responde a um questionário para verificar se está apto a fazer a doação. Tudo isso para garantir a segurança tanto do doador quanto do receptor. Quanto aos doadores acometidos pela Covid-19, ela informa que é possível fazer a doação de sangue por um período após o início dos sintomas. “A busca pela informação, por meio de fontes seguras, como a própria página da Fhemeron, dentro do portal do Governo é fundamental. E isso facilita a compreensão da população quanto a esses questionamentos. No geral, a doação pode ser feita em 30 dias, após o início dos sintomas, estando bem de saúde. Porém, há pessoas que ficam com sequelas da doença. Nesses casos, o tempo é ainda maior, de acordo com a cura”, detalha.

A Fhemeron não mede esforços para garantir a segurança necessária aos voluntários que irão doador e às equipes

Devido ao número expressivo de casos da Covid-19, muitos doadores reduziram a frequência na Fhemeron. Foi o que ocorreu no início da pandemia, mas a gerente Maria Luiza salienta que os procedimentos realizados na Fundação, são feitos com todos os cuidados de higienização para a segurança dos doadores e dos profissionais atuantes. Além disso, enfatiza que o reforço desses cuidados também é feito na triagem, antes do voluntário entrar para a sala de doação. “Aqui, temos o zelo pelas vidas tanto de quem vem doar, quanto dos integrantes de nossas equipes. Em um ano, nenhum doador foi contaminado no processo de doação”, enfatizou.

A médica Hematologista e Hemoterapeuta, também responsável técnica da Fhemeron, Ana Carolina de Melo, explica outra dúvida bastante comum dos voluntários. “Às vezes, o voluntário teve o contato com alguém que é confirmado suspeito, mas ele não pegou, porém houve o contato e há um período de incubação que pode ser assintomático ou não. Então, temos pela Legislação 14 dias após o contato como confirmado ou suspeito. Por isso que, hoje em dia, muitos profissionais de Saúde que são até doadores antigos, não poderão doar por estarem o tempo todo na linha de frente”, ressaltou, lembrando ainda que o mesmo critério é válido para as pessoas que tiveram contato com alguém positivado, podendo fazer a doação de sangue após 14 dias, sem apresentar os sintomas.

Essa conduta é feita para aumentar a qualidade e segurança do sangue que será transfundido. O voluntário que apresenta até mesmo pequenos sintomas gripais não está apto a doação. Um dos requisitos para o ato é estar em boas condições de saúde. Outro detalhe importante é a comunicação pós doação. No ato da triagem, o doador é informado que em qualquer alteração na sua saúde, a Fhemeron deve ser comunicada imediatamente. Esta conduta é aplicada não somente no contexto Covid-19, como também, para qualquer outro sintoma.

DOAÇÃO DE SANGUE, UM ATO SÉRIO!

A Fhemeron não mede esforços para garantir a segurança necessária aos voluntários que vão doador e às equipes. O resultado desse trabalho é satisfatório, chegando a mais de 50% de doadores fidelizados, doando sangue, duas ou mais vezes durante o ano. Mas, é preciso também contar com a responsabilidade e compromisso por parte dos voluntários. Afinal, o propósito é nobre: salvar vidas. Por isso, fica o alerta: caso o voluntário tenha feito o exame de Covid-19 e está aguardando o resultado, o mais prudente é conservar esse tempo antes de procurar a Fhemeron. Dessa forma, a saúde de todos estará segura. Em momentos como este, vale a pena refletir sobre este ato humanitário primando pela responsabilidade e bom senso.

Antônio Carlos Carvalho de Lima, de 18 anos, doou sangue pela primeira vez

DOADORES VACINADOS

De acordo com a Nota Técnica nº 12 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), os voluntários à doação de sangue que já receberam a primeira dose da vacina CoronaVac, estando bem de saúde, podem doar sangue após o prazo de 48h. Já os doadores que receberam a primeira dose da vacina AstraZeneca, estando em bom estado de saúde, podem doar sangue 7h após.

É importante reforçar que esse protocolo também se aplica a outras vacinas, conforme os requisitos básicos que são válidos em todo o Brasil. Tudo isso para zelar pelas vidas dos doadores e dos receptores da doação. A gerente de Captação da Fhemeron reforça a conscientização por parte da população. “Sangue é algo que não se compra e não se fabrica, precisamos que as pessoas, independente que tenham parentes e amigos precisando, que se conscientizem que este sangue doado pode vir para elas. Todos os dias têm um desconhecido precisando da solidariedade”, concluiu.

Antônio Carlos Carvalho de Lima, de 18 anos, doou sangue pela primeira vez. Ele conta que não imaginava se tornar um doador, mas foi motivado pela mãe e agora está feliz por saber que vai poder ajudar a salvar outras vidas. “Toda vez que precisar doar, eu irei. Eu faço o convite àqueles que podem estar aqui como eu. Que comecem a doar. Faz bem e não dói nada”, declarou.

Para mais informações a respeito dos critérios de doação, a população pode procurar a Fhemeron, em Porto Velho, por meio do contato (69) 3216-2234.

34 pessoas são contempladas com os 26 mil reais em prêmios da promoção Fortalece Vilhena, realizada pela ACIV

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Aconteceu na tarde da sexta-feira (05) o sorteio da promoção “Fortalece Vilhena”, realizada pela Associação Comercial e Empresarial de Vilhena (ACIV), que premiou 34 clientes do comércio local. O objetivo da ACIV foi alavancar as vendas das empresas do município para manter o comércio forte após os resultados da pandemia de Covid-19.

A premiação, que chegou ao valor total de 26 mil reais, foi dividida da seguinte forma: dois kits estudantis, um feminino e outro masculino, de R$ 250 dados pela Leonora; quatro abastecimentos de até 50 litros, no valor de R$ 250, dados pelos postos Bodanese e Catarinense; um vale-compras de R$ 500 da ACIV que deve ser usado na empresa que contemplou o cliente, a Aqui Agora Confecções. Os outros vale-compras de R$ 500 foram dados pela R&S Materiais Para Construção, Papelaria Central, Rei do Pano, Americana Modas, Lojas Daniela, Girapé Calçados e, por último, três da Friron. No caso dos vale-compras, devem ser usados na empresa patrocinadora.

Dos 34 sorteados, 10 receberam a premiação de R$ 500,00, outras 5 pessoas ganharam R$ 1.000,00, uma foi contemplada com R$ 2.000,00 e o maior prêmio foi de R$ 5.000,00. Esses contemplados receberão em dinheiro.

O presidente da ACIV, Dirceu Hoffmann, ressaltou a importância da promoção para cumprir o propósito já expresso no nome dado a ela: fortalecer o comércio de Vilhena. O foco foi incentivar as compras e premiar os consumidores, de modo que o comércio continuasse em movimento e os empregos fossem mantidos. Dirceu aproveitou para agradecer à população e aos comerciantes que, mais um ano, aderiram e prestigiaram a ação da Associação Comercial.

“Nós sempre lutamos em prol das empresas da cidade, porque sabemos como são importantes para o crescimento de Vilhena. Um comércio forte gera emprego e renda, e durante esse ano tivemos momentos difíceis por causa da pandemia. Então, pensamos em uma promoção que minimizasse esses efeitos, e tivemos um bom resultado final”, disse Dirceu.

Ele ainda ressaltou que o sucesso da “Fortalece Vilhena” se deu devido ao empenho da diretoria anterior, que tinha como presidente o empresário Elói Maria, e que entendeu a necessidade de um movimento que impulsionasse as vendas durante esse período atípico.

O presidente aproveitou a oportunidade e reforçou a importância dos cuidados para evitar a disseminação do novo coronavírus no comércio, como o uso de máscaras, fornecer álcool em gel para os clientes e respeitar a capacidade máxima de atendimento.

A ACIV entrará em contato com todos os sorteados para comunicar sobre terem sido ganhadores e agendar os recebimentos das premiações. A entrega pode ser feita em até 30 dias. Vale lembrar que os vale-compras de R$ 500,00 devem ser usados nas empresas que foram patrocinadoras, conforme já citado acima.

Abaixo deixamos a tabela com os nomes dos ganhadores e as empresas onde adquiriram seus cupons: (ou clique aqui)

 

Assessoria

Programa Lixão Zero reduziu em 17% a quantidade de lixões em 2020

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Iniciativa veio para eliminar os lixões existentes e apoiar os municípios em soluções mais adequadas de destinação final de resíduos sólidos

 

Cada brasileiro gera, em média, 1 kg de resíduos sólidos urbanos por dia, a partir do que se estima que a população brasileira gere aproximadamente 71 milhões de toneladas de resíduos por ano, sendo que apenas uma parte desse montante é destinada de forma ambientalmente adequada, segundo o Ministério do Meio Ambiente.

O Programa Nacional Lixão Zero aparece com o objetivo de eliminar os lixões existentes e apoiar os municípios em soluções mais adequadas de destinação final desses resíduos sólidos. Inserido no âmbito da Agenda Nacional de Qualidade Ambiental Urbana, representa um passo para tirar do papel a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).

E, segundo o secretário de Qualidade Ambiental, do Ministério do Meio Ambiente, André França, as ações já mostram resultados. “Em 2020 houve redução de 17% da quantidade de lixões em relação a 2019”, afirmou em entrevista à nossa equipe.

Quais são os resultados alcançados pelo programa até agora?

Em 2020, houve redução de 17% da quantidade de lixões em relação a 2019, passando de 3.257 para 2.707 lixões, segundo dados levantados pela Associação Brasileira de Tratamento de Resíduos e Afluentes, a Abtre. Além desse importante resultado concreto, houve avanço na logística reversa com sistemas aprimorados, como o caso do óleo lubrificante usado da lata de alumínio, e três novos sistemas implementados: baterias de chumbo, eletroeletrônicos e medicamentos, além da informatização com o sistema nacional de informações sobre a gestão dos resíduos sólidos e o manifesto de transporte de resíduos. Melhorias no planejamento, com a elaboração do Plano Nacional de Resíduos Sólidos, a capacitação de gestores públicos, além de investimentos por todo o Brasil.

Quanto foi liberado em janeiro deste ano e qual o número de beneficiados?

Ao todo, mais de R$ 100 milhões em investimentos em 150 municípios, em 15 estados da Federação, de recursos do Governo Federal. Apenas em janeiro de 2021, foram investidos R$ 7 milhões, beneficiando 40 municípios, em oito estados da Federação.

Como os municípios interessados podem aderir ao programa?

Para o município ou estado participar do programa Lixão Zero, o primeiro passo é estar regularizado no âmbito do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (Snis). A declaração deve ser feita até 31 de março de cada ano, e pode ser feita por meio do link snis.gov.br. Estar adimplente no âmbito do Cadastro Nacional de Imóveis Rurais (CNIR) é requisito para receber recursos no âmbito do programa Lixão Zero. No site do Ministério do Meio Ambiente, podem ser acessadas diversas ferramentas como mapa de financiamento para gestão de resíduos sólidos, informações atualizadas sobre logística reversa, infográficos, chamados para editais, e outras informações do interesse dos gestores públicos e da sociedade em geral.

Saiba mais sobre o Lixão Zero

Meio Ambiente e Clima

Crédito rural ultrapassa R$ 135 bilhões em sete meses

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O número representa uma alta de 17% em relação ao mesmo período da safra anterior

Acontratação de crédito rural para a safra 2020/2021, no período de julho do ano passado a janeiro deste ano, atingiu R$ R$ 135,3 bilhões, o que representa uma alta de 17% em relação ao mesmo período da safra anterior.

De acordo com o Balanço de Financiamento Agropecuário da Safra 2020/2021, o crédito para investimento alcançou R$ 43,52 bilhões (41%), R$ 72,7 bilhões para custeio (13%), R$ 11,59 bilhões para comercialização (9%) e R$ 7,59 bilhões para industrialização (4%).

As aplicações de investimento se situaram em R$ 1,75 bilhão (7%) com contratações dos médios produtores (Pronamp), em R$ 9,72 bilhões (9%) para os pequenos agricultores (Pronaf) e para os demais produtores em R$ 32,05 bilhões (58,2%).

Os recursos da poupança rural aplicados nos financiamentos de investimento feitos pelos médios e pequenos produtores responderam, respectivamente, por 41% (Pronamp) e 46% (Pronaf). Os demais produtores respondem por 34% da contratação de investimento.

Em relação aos programas de investimento, com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) administrados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), estão o Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota): R$ 6,97 bilhões (47%); Programa de Construção e Ampliação de Armazéns (PCA): R$ 1,62 bilhão (73%); Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária (Inovagro): R$ 1,54 bilhão (31%); Programa de Incentivo à Irrigação e à Produção em Ambiente Protegido (Moderinfra): R$ 686 milhões (110%); e Programa de Modernização da Agricultura e Conservação dos Recursos Naturais (Moderagro): R$ 1,27 bilhão (36%).

Sobre os créditos de custeio, os valores contratados pelos médios produtores (Pronamp) foram de R$ 16,2 bilhões (6%), R$ 11,12 bilhões (17%) pelos pequenos produtores (Pronaf) e R$ 45,38 bilhões (15%) para os demais produtores.

O diretor do Departamento de Crédito e Informação da Secretaria de Política Agrícola, do Mapa, Wilson Vaz de Araújo, destaca que as contratações de crédito rural com recursos da fonte Poupança Rural Controlada atingiram R$ 41,09 bilhões, uma expansão de 81%, respondendo por 30% do crédito rural na atual safra, até janeiro deste ano.

Com informações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Casas da Mulher Brasileira terão acesso a R$ 16,5 milhões

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Recursos serão utilizados para viabilizar o funcionamento dos locais, além de reforçar o compromisso do Governo Federal no enfrentamento à violência contra as mulheres

Quatro unidades da Casa da Mulher Brasileira (CMB) contarão com cerca de R$ 16,5 milhões. Os valores, já garantidos, serão destinados aos municípios de São Paulo (SP), Fortaleza (CE), Curitiba (PR) e São Luís (MA). A iniciativa é do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH).

“É uma vitória importante para as mulheres. Conseguimos fechar o ano passado com o recurso de manutenção das Casas garantido. Isso graças à recomposição do orçamento conquistada em 2020”, afirmou a titular da Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres (SNPM), Cristiane Britto.

A finalidade do investimento possibilita a manutenção física das instalações, pequenos reparos e prestação de serviços essenciais de limpeza, transporte e segurança, de forma a oferecer um atendimento humanizado e integrado, com o objetivo de interromper ciclos de violência. Os valores são provenientes de emendas parlamentares.

De forma geral, a CMB é um espaço que une serviços de atendimento às mulheres em situação de violência. Entre eles, acolhimento e triagem, apoio psicossocial, delegacia especializada, Promotoria de Justiça especializada, Núcleo Especializado da Defensoria Pública, Juizado de Violência Doméstica, alojamento de passagem, brinquedoteca, central de transporte e ações de autonomia econômica.

Com informações do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos

Lançado edital para construção do Complexo Industrial de Biotecnologia em Saúde

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O espaço será o maior centro de fabricação de produtos biológicos da América Latina e um dos mais modernos do mundo

Foi lançado o edital de licitação para construção do Complexo Industrial de Biotecnologia em Saúde do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos). A Bio-Manguinhos é a unidade da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) responsável por pesquisa, inovação, desenvolvimento tecnológico e pela produção de vacinas, reativos e biofármacos.

“O Ministério da Saúde tem orgulho hoje, junto com a Fiocruz, de lançar o maior complexo industrial de biotecnologia em saúde da América Latina. Isso é uma coisa muito importante. E, se havia dúvida sobre essa importância, a Covid -19 tirou essa dúvida. Nós precisamos ser autossuficientes na produção de IFA [Insumos Farmacêuticos Ativos], na produção de vacinas, de insumos, para combater esse e os próximos vírus que virão. Esse é um marco para a saúde pública do Brasil e para o nosso Sistema Único de Saúde”, ressaltou o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello.

O novo complexo, que conta com o apoio do Ministério da Saúde, será o maior centro de fabricação de produtos biológicos da América Latina e um dos mais modernos do mundo. Será construído em um terreno de 580 mil metros quadrados, em Santa Cruz, no Rio de Janeiro, a cerca de 57 quilômetros do campo Manguinhos, também no Rio de Janeiro.

Instalações e capacidade

As instalações do novo empreendimento contarão com avançadas tecnologias que permitirão à Fiocruz aumentar em quatro vezes a capacidade de imunobiológicos, fornecendo mais de 600 milhões de doses de vacinas e de frascos e seringas de biofármacos. Isso reduzirá a dependência tecnológica do país e garantirá respostas rápidas em situações de emergências sanitárias. O novo local também permitirá uma melhor prevenção e tratamento de doenças infectocontagiosas, crônicas e raras.

“Essas vacinas que serão produzidas em todo o complexo de Bio-Manguinhos, em Santa Cruz, servirão para salvar vidas não só no Brasil, mas na América Latina”, afirmou o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello

Segundo a Bio-Manguinhos, em 2020, 45% das doses adquiridas pelo Programa Nacional de Imunizações foram importadas. De acordo com a Fiocruz, o novo empreendimento será uma oportunidade de o Brasil desenvolver pesquisa, ciência e tecnologia para o Sistema Único de Saúde.

Como destacou Eduardo Pazuello, o complexo representa um grande reforço para o Programa Nacional de Imunização. “Isso demonstra responsabilidade. Nós estamos reconstruindo um legado que nós recebemos de Oswaldo Cruz. Esse legado tem 120 anos. Nós vamos reforçar esse legado e vamos projetar para os próximos cem anos a nossa posição no Rio de Janeiro e no Brasil”, afirmou o ministro.

“Essas vacinas que serão produzidas em todo o complexo de Bio-Manguinhos, em Santa Cruz, servirão para salvar vidas não só no Brasil, mas na América Latina”, completou.

Construção do complexo

O projeto de construção do Complexo Industrial de Biotecnologia em Saúde do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos priorizará a sustentabilidade e estará comprometido com o meio ambiente. Serão usados painéis de captação de energia solar, reservatórios para a água da chuva, sistema de re-uso de água, entre outras iniciativas. No terreno, já foram plantadas 30 mil árvores que formarão um cinturão verde de mata atlântica para preservar a biodiversidade local.

Na primeira etapa das obras, o empreendimento gerará cerca de cinco mil empregos diretos e, depois de pronto, durante a operacionalização, cerca de 1.500 postos de trabalho.

Saúde e Vigilância Sanitária

Antecipado para fevereiro o pagamento do abono salarial

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Os trabalhadores, cujo pagamento estava previsto para março, estarão autorizados a efetuar o saque a partir de 9 e 11 de fevereiro de 2021

O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) publicou, no Diário Oficial da União (DOU), a Resolução nº 895, que antecipa a data de pagamento do abono salarial. Com a decisão, os trabalhadores cujo pagamento do abono estava previsto para o mês de março estarão autorizados a efetuar o saque a partir de 9 e 11 de fevereiro de 2021. A decisão do Codefat não representa custo fiscal, uma vez que os recursos orçamentários já estão previstos.

Com a medida, estarão autorizados aos saques do abono salarial do Programa Integração Social (PIS) na Caixa Econômica Federal, além dos trabalhadores com data de nascimento nos meses de março e abril, aqueles com data de nascimento nos meses de maio de junho. E, no caso do abono salarial do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) operado pelo Banco do Brasil, além dos trabalhadores com final de inscrição 6 e 7, aqueles com final de inscrição 8 e 9.

A disponibilização do abono salarial no mês de fevereiro de 2021 permitirá o saque no dia 9 para os trabalhadores correntistas do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal e, no dia 11, para os demais trabalhadores, por meio dos canais de atendimento disponíveis. A medida evita sobrecarga nos canais de acesso e busca um atendimento de qualidade.

Os valores disponibilizados ao abono salarial, neste mês de fevereiro de 2021, são da ordem de R$ 7,33 bilhões, e o conjunto de trabalhadores amparados pela autorização do Codefat é da ordem de 8,6 milhões, sendo 7,5 milhões pagos pela Caixa Econômica Federal e 1,1 milhão pelo Banco do Brasil.

Abono salarial

O abono salarial – no valor máximo de um salário mínimo anual – é disponibilizado automaticamente, todos os anos, aos trabalhadores de empresas públicas e privadas que receberam, em média, até dois salários mínimos de remuneração nos últimos 12 meses.

Para ter direito ao abono salarial, é necessário ter trabalhado, no mínimo, 30 dias com carteira assinada nos 12 meses. No ano-base, o abono paga até cinco anos para trás, havendo envio ou ajuste na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS). O valor do abono salarial é calculado com base no salário mínimo e na quantidade de meses trabalhados com carteira assinada.

Com informações do Ministério da Economia

Mercado financeiro aumenta projeção da inflação para 3,60%

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Edifício-sede do Banco Central no Setor Bancário Norte, em lote doado pela Prefeitura de Brasília, em outubro de 1967

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA – a inflação oficial do país) deste ano subiu de 3,53% para 3,60%. A estimativa está no boletim Focus de hoje (8), pesquisa divulgada semanalmente em Brasília, pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Para 2022, a estimativa de inflação é de 3,49%. As previsões para 2023 e 2024 são de 3,25%

O cálculo para 2021 está abaixo da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,25% e o superior, 5,25%.

Taxa de juros

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 2% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic encerre 2021 em 3,50% ao ano. Para o fim de 2022, a estimativa é que a taxa básica fique nesse mesmo patamar. E para o fim de 2023 e 2024, a previsão é 6% ao ano.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a meta é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Entretanto, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a projeção para o crescimento da economia brasileira este ano de 3,50% para 3,47%. Para o próximo ano, a expectativa para Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de crescimento de 2,50%, a mesma previsão há 146 semanas consecutivas. Em 2023 e 2024, o mercado financeiro também continua projetando expansão do PIB em 2,50%.

A previsão para a cotação do dólar permanece em R$ 5,01, ao final deste ano. Para o fim de 2022, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 5.

MEC publica relação de aprovados na segunda chamada do Prouni

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Prédio do Ministério da Educação

O Ministério da Educação publica hoje (8) a relação de candidatos aprovados na segunda chamada do Programa Universidade para Todos (Prouni) de 2021. O prazo para que os selecionados comprovem as informações que foram prestadas na inscrição encerrará no dia 24 de fevereiro.

A lista com o nome dos selecionados para o primeiro processo seletivo de 2021, bem como o cronograma do programa, pode ser acessada por meio do site do Prouni.

Neste ano, o programa oferece bolsas para 13.117 cursos em 1.031 instituições de ensino, localizadas em todos os estados e no Distrito Federal. Mais de 162 mil bolsas estão sendo ofertadas nesta edição do Prouni. Desse total, 52.839 são para cursos na modalidade de educação à distância.

Critérios

Para ter acesso à bolsa integral, o estudante deve comprovar renda familiar bruta mensal de até 1,5 salário mínimo (R$ 1.650) por pessoa. Para a bolsa parcial, a renda familiar bruta mensal deve ser de até 3 salários mínimos por pessoa (R$ 3.300).

É necessário também que o interessado tenha cursado o ensino médio completo em escola da rede pública ou da rede privada, desde que na condição de bolsista integral. Professores da rede pública de ensino também podem disputar uma bolsa, e, nesse caso não se aplica o limite de renda exigido dos demais candidatos.

É preciso ainda que o candidato tenha feito a edição mais recente do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), tenha alcançado, no mínimo, 450 pontos de média das notas e não tenha tirado zero na redação.

Excepcionalmente neste ano, os interessados serão selecionados de acordo com as notas do Enem de 2019, uma vez que as provas do Enem 2020 foram adiadas em razão da pandemia da covid-19 e apenas o primeiro dia de provas foi realizado.

 

Repórter da Agência Brasil

Mais 36.600 doses da vacina contra Covid-19 serão enviadas às Regionais de Saúde de Rondônia nesta segunda-feira, 8

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O Governo de Rondônia recebeu neste domingo (7) um novo lote com 36.600 doses da CoronaVac, vacina contra a Covid-19 desenvolvida pelo Instituto Butantan. Após o desembarque no Aeroporto Internacional Governador Jorge Teixeira de Oliveira, toda a remessa foi transportada para a Rede de Frio do Estado, em Porto Velho e, durante todo o dia desta segunda-feira (8) será distribuída para às Regionais de Saúde de Rondônia nos Municípios. Toda a etapa da vacinação é de responsabilidade dos Municípios, atendendo às determinações dos Planos de Vacinação apresentados pelos Governos Federal e de Rondônia.

Até o momento foram enviadas 107.008 vacinas para o Estado de Rondônia, deste quantitativo, 100% dos indígenas aldeados já foram vacinados. Incluindo as doses da nova remessa será possível imunizar 100% dos idosos com 90 anos ou mais e 64% dos profissionais de saúde que atuam na linha de frente no combate à Covid-19.

O governador Marcos Rocha, pediu envolvimento da população no combate ao coronavírus

Para Porto Velho foram disponibilizadas 9.006 doses, as demais 27.594 vão ser distribuídas aos Municípios. Ana Flora Gerhardt, diretora-geral da Agevisa explicou a logística de entrega dos imunizantes na segunda-feira (8). “Pensamos na melhor maneira de atender nosso Estado. As vacinas serão entregues nas Regionais de Saúde e em Municípios que não têm regionais simultaneamente”, explicou.

O governador Marcos Rocha apresentou as informações sobre as vacinas já entregues em Rondônia e comemorou, o que caracteriza como o início do fim da pandemia, mas ainda assim, pediu envolvimento de toda a população no combate ao vírus. “É o início do processo de cura dessa doença, mas precisamos de apoio, cada um fazendo a sua parte. Essa pandemia atrapalhou todo mundo, mas nós vamos vencer. Somos fortes”, destacou o governador.

O titular da pasta da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), Fernando Máximo atualizou os dados sobre a Covid-19 e pediu cautela da população quanto à realização de aglomerações. “É triste. Chegamos ao ponto de enviar pacientes para outros Estados e ainda assim vemos nossa Polícia Militar ter que atuar fechando festas e aglomerações”, ressaltou.

A diretora-geral da Agevisa também pediu participação da população no combate ao coronavírus. “Trabalhamos diuturnamente pensando como vamos fazer para que a querida população de nosso Estado seja atendida, vacinada, para que possamos ser excelência, exemplo para o restante do País”, enfatizou Ana Flora Gerhardt.

O governador Marcos Rocha finalizou pedindo união de todos no processo de combate à pandemia do novo coronavírus.

“É o início do fim da pandemia, mas ela ainda não acabou. Precisamos de apoio para evitar a utilização de leitos de hospital. Temos que amar a nós e ao nosso próximo”, reforçou o governador.

DISTRIBUIÇÃO

As vacinas serão entregues aos municípios de Guajará-Mirim e Nova Mamoré, Candeias do Jamari e Itapuã do Oeste e nas Regionais de Ariquemes e Ji-Paraná, para serem distribuídas aos municípios adjacentes. Outro veículo seguirá para às regionais de Cacoal e Vilhena e a Regional de Rolim de Moura fará a retirada de suas doses na Regional de Saúde de Cacoal.