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Ex-morador de Monte Negro é chefe de quadrilha que roubava e levava veículos para a Bolívia, aponta Polícia Civil

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 Mais conhecido como Aldo foi preso pela Polícia Civil

PORTO VELHO – Durante a Operação Carjacker, que significa ladrão de carros em inglês, realizada pela Polícia Civil de Ariquemes, o líder da suposta quadrilha é conhecido de muitos moradores de Monte Negro:  conhecido como “Aldo”.

Segundo a própria Polícia Civil, Aldo é chefe de uma organização criminosa que agia com extrema violência em Rondônia, Acre, Amazonas e alguns municípios do Mato Grosso. O bando roubava vários veículos (entre eles, caminhonetes) e máquinas agrícolas nestes locais, os desmanchavam em alguns casos e levava as peças ou automóveis para a Bolívia para trocar por drogas.

Aldo foi preso com quatro outros criminosos, integrantes do bando, de acordo com a Polícia Civil. As investigações apontaram que eles agiam sempre em quarteto: dois faziam a família dona do veículo ou máquina agrícola refém e os outros dois, levavam o produto da ação para o país vizinho.

“Eles agiam em diversos locais, não só no Vale do Jamari, mas no Cone Sul, Acre, em Porto Velho e outros lugares. Nós acreditamos que eles estejam envolvidos em 80 ou 90% dos crimes patrimoniais. E agora, consequentemente, haverá uma redução nesses índices”, disse o delegado regional de Ariquemes, Rodrigo Camargo, durante entrevista ao programa Alerta Nacional, apresentado por Sikeira Júnior, na RedeTV.

Na mesma reportagem, o diretor do Departamento de Polícia do Interior (DPI), Thiago Flores, destacou a importância da Operação Carjacker. “Ouso dizer que é a operação mais importante do ano, até o momento, na nossa região. Conseguimos desbaratar essa quadrilha prendendo seu mandante, o autor intelectual, quem tinha as rédeas do crime”.

De acordo com informações apuradas pelo Rondôniavip, Clodoaldo já residiu em Monte Negro por longos anos, desde a infância, ele tem antecedente criminal pela prática dos mesmos tipos de crime que foi preso agora.

Veja vídeo reportagem:

 

Fonte:Jornal Rondoniavip

Brasil inicia luta para manter hegemonia na Libertadores Feminina

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A edição 2020 da Libertadores Feminina começa nesta sexta-feira (5), na Argentina, com dois times brasileiros em campo. Atual campeão, o Corinthians larga às 17h (horário de Brasília) contra o El Nacional (Equador), no estádio Nuevo Francisco Urbano, em Morón, na região metropolitana de Buenos Aires, pelo Grupo A. No mesmo horário, o Avaí/Kindermann encara o Deportivo Trópico (Bolívia) no estádio José Amalfitani, na capital argentina, em duelo pelo Grupo B.

No sábado (6), será a vez de a Ferroviária estrear. As Guerreiras Grenás, vice-campeãs em 2019, abrem o Grupo D às 17h, no José Amalfitani, diante do Libertad/Limpeño (Paraguai).

Realizada pela primeira vez em 2009, a Libertadores Feminina tem o Brasil como protagonista. Em 11 edições, o país teve o campeão oito vezes, com quatro equipes diferentes: Santos (2009 e 2010), São José (2011, 2013 e 2014), Ferroviária (2015) e Corinthians (2017 e 2019). O primeiro título corintiano veio em parceria com o Audax. O Timão passou a gerir o futebol feminino sozinho a partir de 2018.

O título só não veio para o Brasil em três ocasiões. Na final de 2012, o Colo-Colo (Chile) superou o Foz Cataratas nos pênaltis. Em 2016, na única decisão sem clubes brasileiros, o Sportivo Limpeño (Paraguai), atualmente parceiro do também paraguaio Libertad na modalidade, foi campeão contra o Estudiantes de Guárico (Venezuela). Eliminado na semifinal, o Foz terminou aquela edição na terceira posição. Já em 2018, o Atlético Huila (Colômbia) surpreendeu o Santos nas penalidades.

A competição sul-americana estava inicialmente agendada para ocorrer entre 25 de setembro e 11 de outubro do ano passado, no Chile, mas foi adiada devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19). Em novembro, a Conmebol anunciou a mudança da sede para a Argentina.

A edição referente a 2021, marcada para o período de 30 de setembro a 16 de outubro, será em território chileno. Atuais campeão e vice da Série A1 (primeira divisão) do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino no ano passado, Corinthians e Avaí/Kindermann já estão classificados. Se um deles vencer a Libertadores de 2020, o São Paulo herda uma vaga por ter ficado em terceiro no Brasileirão.

Alvinegras querem o tri

O Corinthians mira o terceiro título continental, que pode igualá-lo ao São José como o maior campeão da Libertadores Feminina. Entre as 20 relacionadas pelo técnico Arthur Elias, o destaque é a ausência da zagueira Erika, uma das principais jogadoras, que se recupera de uma lesão na coxa direita. A defensora, porém, viajou com o elenco para Buenos Aires.

A ida à Argentina, aliás, foi um transtorno à parte. A delegação viajaria na última terça-feira (2), saindo do aeroporto de Guarulhos (SP), mas o embarque foi negado devido a um decreto do governo local que restringe a entrada de brasileiros no país em meio à pandemia do novo coronavírus (covid-19). Segundo nota do clube paulista, a diretora Cris Gambaré acionou a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) e autoridades argentinas.

Foi oferecida, como alternativa, uma troca de voo para quarta-feira (3), com uma empresa de aviação argentina, que só foi aceita após a garantia de que a delegação embarcaria. “A espera de cerca de quatro horas no aeroporto causou desgaste para atletas e funcionários e os expôs em um local de grande circulação de pessoas em meio a uma pandemia global”, justificou o Timão, no comunicado.

Entre as relacionadas, está o trio que defendeu a seleção brasileira no She Believes, torneio amistoso realizado nos Estados Unidos preparatório para a Olimpíada de Tóquio (Japão): a lateral Tamires, a meia Andressinha e a atacante Adriana. A atacante Grazi, de 39 anos e atleta mais experiente do elenco, pode chegar a seu quinto título da Libertadores. A capitã foi campeã duas vezes com Santos e Corinthians. Outro destaque é a meia Gabi Zanotti, eleita a craque do último Brasileirão.

Caçadoras e estreantes

O Avaí/Kindermann disputa a Libertadores pela primeira vez. Antes da parceria firmada com o clube de Florianópolis, iniciada em 2018, o Kindermann havia se classificado para a edição de 2016 do torneio continental com o título da extinta Copa do Brasil, mas o assassinato do então técnico Josué Henrique Kaercher, em dezembro de 2015, levou o clube a paralisar as atividades por um ano.

A conquista da vaga para, enfim, estrear na competição sul-americana veio graças ao terceiro lugar no Brasileirão de 2019. As catarinenses herdaram o lugar que seria do Corinthians, vice da Série A1 daquele ano, mas que, com o título da Libertadores, ocupou a vaga de atual campeão.

Em relação à equipe vice-campeã brasileira no ano passado, o Avaí/Kindermann perdeu três de suas principais jogadoras: a lateral Bruna Calderan e as meias Duda e Júlia Bianchi, que foram para o Palmeiras. Já a atacante Lelê, vice-artilheira da Série A1 de 2020 e que, assim como o trio, fez parte da seleção do último Brasileirão Feminino, segue no time de Caçador (SC), assim como a goleira Bárbara, da seleção brasileira. Reforços como a lateral Fran, a meia Gaby Soares e a atacante Larissa, todas ex-Santos, estão entre as relacionadas para a Libertadores.

“É minha segunda Libertadores. Em 2013, disputei pelo Foz [Cataratas]. Nosso grupo está muito focado com as meninas que chegaram agora. A expectativa está imensa, à flor da pele. Queremos chegar, entrar em campo e fazer um bom trabalho”, disse Lelê.

Guerreiras buscam o bi

A Ferroviária disputa a Libertadores de 2020 por ter sido campeã brasileira em 2019. Naquele ano, também as Guerreiras Grenás chegaram à final do torneio sul-americano, mas foram derrotadas pelo Corinthians, mesmo rival que superaram na decisão nacional. O clube de Araraquara (SP) mira o segundo título continental. O primeiro veio em 2015, na Colômbia, com uma vitória por 3 a 1 sobre o Colo-Colo.

O atual elenco, aliás, tem remanescentes daquela conquista, como a lateral Ana Barrinha (autora de um dos gols na final), a zagueira Luana e as meias Rafa Mineira, Nicoly e Daiane (lateral à época). As cinco estiveram em campo na decisão e só Luana, então com 16 anos, saiu do banco. Assim como hoje, Daiane vestia a braçadeira de capitã e foi quem levantou a taça daquela Libertadores.

“Era nosso primeiro ano [na Libertadores], ninguém conhecia a Ferroviária. Para muitos, éramos os azarões. Para nós, não. Sabíamos da nossa qualidade e capacidade para conquistar o título. Aquele grupo foi muito importante, a gente se fechou demais e se uniu muito. Era a oportunidade de não ser um ano perdido e acabamos conquistando o maior título que a Ferroviária tem até hoje”, comentou Daiane, em entrevista ao site oficial da Ferrinha.

Nicoly, por sua vez, é um dos dez reforços trazidos pela Ferroviária para a temporada (ela estava no Palmeiras). Cinco das caras novas (as zagueiras Yasmin e Ana Alice, as meias Duda e Leidiane e a atacante Lurdinha) estão entre as 20 relacionadas pela técnica Lindsay Camila, que deixou a comissão técnica da seleção feminina sub-17 para assumir as Guerreiras Grenás em 2021.

Entenda as mudanças da PEC Emergencial

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Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa ordinária semipresencial.

Aprovada pelo Senado e prestes a ir à Câmara dos Deputados, a proposta de emenda à Constituição emergencial (PEC Emergencial) prevê a recriação do auxílio emergencial em troca de medidas de ajustes fiscais. Em troca do aumento de gastos públicos, o governo terá de apertar os cintos. Em alguns casos, de forma permanente.

O texto aprovado pelos senadores é resultado da fusão de três PECs enviadas pelo governo federal no fim de 2019: a proposta que reformula o Pacto Federativo, a PEC Emergencial original e a PEC que desvincula o dinheiro de fundos públicos. Por falta de consenso, alguns pontos mais polêmicos ficaram de fora, como a retirada dos pisos constitucionais para gastos em saúde e educação.

O fim dos repasses de 28% da arrecadação do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) também foi excluído do texto votado. A redução de até 25% dos salários dos servidores com redução proporcional de jornada, o pagamento de abono salarial abaixo do mínimo e a desvinculação de diversos benefícios da inflação, que chegaram a ser discutidos no Senado, não entraram na proposta final.

Em troca das medidas de ajuste, o texto autoriza a destinação de R$ 44 bilhões para a recriação do auxílio emergencial, benefício social que atendeu às famílias mais afetadas pela pandemia de covid-19, com créditos extraordinários do Orçamento, que ficam fora do teto de gastos. Uma cláusula de calamidade pública incluída na PEC permitiu que os custos com o novo programa sejam excluídos da regra de ouro (espécie de teto de endividamento público para financiar gastos correntes) e da meta de déficit primário, que neste ano está fixada em R$ 247,1 bilhões.

A concessão de uma nova rodada do auxílio emergencial depende de uma medida provisória com as novas regras do benefício. O valor de cada parcela não está definido.

Entenda as principais mudanças instituídas pela PEC Emergencial:

Auxílio emergencial
•        Crédito extraordinário de até R$ 44 bilhões fora do teto de gastos
•        Cláusula de calamidade que permite exclusão de despesas da meta de resultado primário e da regra de ouro. Dispositivo pode ser usado em outras crises

Contrapartidas fiscais

Gatillhos
•        Nível federal: todas as vezes em que as despesas obrigatórias sujeitas ao teto de gastos ultrapassarem 95% das despesas totais, ficarão proibidos para os Poderes Executivo, Legislativo, Judiciário e o Ministério Público:
o        aumento de salário para o funcionalismo
o        realização de concursos públicos
o        criação de cargos e despesas obrigatórias
o        concessão de benefícios e incentivos tributários
o        lançamento de linhas de financiamento
o        renegociação de dívidas

•        Nível estadual e municipal: regra dos 95% será facultativa, texto inclui gatilho adicional de medidas de contenção de gastos quando a relação entre as despesas correntes e receitas correntes alcançar 85%, com vigência imediata e dependente de atos do governador ou do prefeito

Incentivos fiscais
•        Até seis meses após promulgação da emenda Constitucional, presidente da República deverá apresentar plano para zerar incentivos fiscais, como subsídios e benefícios tributários. Proposta só inclui apresentação do plano, sem estabelecer obrigação de que mudanças na legislação sejam aprovadas. Não poderão ser extintos:
o        Simples Nacional
o        Subsídios à Zona Franca de Manaus
o        Subsídios a produtos da cesta básica
o        Financiamento estudantil para ensino superior

Fundos públicos e desvinculação de receitas
•        Desvinculação do dinheiro de fundos públicos: superávit financeiro dos fundos deverá amortizar dívida pública da União, dos estados e dos municípios. Após as amortizações, recursos poderão ser aplicados livremente, sem atender à finalidade original de cada fundo.
•        Exceções: alguns fundos federais poderão manter receitas orçamentárias reservadas para eles.
o        Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP)
o        Fundo Penitenciário Nacional (Funpen)
o        Fundo Nacional Antidrogas (Funad)
o        Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT)
o        Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé)
o        Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-Fim da Polícia Federal.
•        Receitas de interesse da defesa nacional e relacionadas à atuação das Forças Armadas também poderão ser desvinculadas

Calamidade pública
•        Na vigência de calamidade pública, haverá um regime orçamentário excepcional, nos moldes do Orçamento de Guerra em vigor no ano passado. Com regras mais flexíveis, regime também dispensa o cumprimento da regra de ouro e das metas de resultado primário
•        Decretação do estado de calamidade pública será atribuição exclusiva do Congresso Nacional, que deverá aprovar proposta do Poder Executivo
•        Proposta do Executivo precisará provar urgência e necessidade dos gastos fora do regime fiscal regular
•        Gastos extras não podem resultar em despesa obrigatória permanente
•        Ficam autorizados no estado de calamidade pública:
o        contratação simplificada de pessoal, em caráter temporário e emergencial
o        contratação de obras, serviços e compras com dispensa de licitação
o        concessão ou ampliação de benefício tributário que gere renúncia de receita
o        contratação de operações de crédito sem limites ou condições
o        empresas em débito com a seguridade social poderão assinar contratos com o Poder Público
•        Superávit financeiro (excedente obtido com a emissão de títulos públicos ou com financiamentos bancários) apurado em 31 de dezembro do ano anterior poderá cobrir gastos com o combate à calamidade pública e o pagamento da dívida pública.
•        Lei complementar poderá definir outras medidas de exceção fiscal durante a vigência da calamidade pública

Inativos e pensionistas
•        Gastos com inativos e pensionistas serão incluídos no teto de gastos dos Legislativos municipais. Hoje, o teto só inclui salários dos vereadores. Despesa não pode ultrapassar a soma da receita tributária, do Fundo de Participação dos Municípios e das demais transferências constitucionais
•        Gastos com pensionistas não poderão ultrapassar limites estabelecidos em lei complementar. Atualmente, a Constituição estabelece teto apenas para despesa com pessoal ativo e inativo da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, sem citar os pensionistas

Políticas públicas
•        Determinação de que que órgãos e entidades façam, individual ou conjuntamente, uma avaliação das políticas públicas e divulguem os resultados
•        Plano Plurinual, LDO e Lei Orçamentária Anual deverão observar os resultados do monitoramento e da avaliação das políticas públicas

Repasses duodecimais
•        Proibição da transferência para fundos públicos de sobras de repasses aos Poderes Legislativo, Judiciário, ao Ministério Público e à Defensoria Pública. Dinheiro deverá ser restituído aos Tesouros locais ou ser descontado dos próximos repasses

Dívida pública
•        Previsão de lei complementar para regulamentar a sustentabilidade da dívida pública
•        Todos os níveis de governo (federal, estadual, municipal e Distrito Federal) deverão manter a dívida pública em níveis sustentáveis, em parâmetros a serem estabelecidos pela lei complementar
•        Essa lei poderá autorizar ações de ajuste fiscal em caso de crise nas contas públicas
•        Lei que define parâmetros para o Orçamento do ano seguinte, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) deverá estabelecer diretrizes e metas de política fiscal compatíveis com a sustentabilidade da dívida pública

Precatórios
•        Aumenta em cinco anos, de 2024 para 2029, prazo para que estados e municípios paguem seus precatórios, dívidas determinadas por sentenças judiciais definitivas (sem a possibilidade de recursos)

 

Agência Brasil

Projeto cria política para incentivar o uso de tecnologias na educação básica

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Proposta quer capacitar alunos de licenciatura para o uso de TICs no sistema de ensino

O Projeto de Lei 5465/20 cria a Política Nacional de Formação de Docentes da Educação Básica para as Tecnologias da Informação e Comunicação (PDTIC). Segundo o texto, que tramita na Câmara dos Deputados, o objetivo é capacitar alunos de licenciatura para o uso de tecnologias da informação e comunicação (TICs) em processos e práticas pedagógicas.

Entre os instrumentos previstos na política está o estímulo à formação, ao treinamento e ao aperfeiçoamento de docentes em TICs aplicadas à educação básica. O projeto prevê ainda o desenvolvimento de estratégias de monitoramento, acompanhamento e avaliação de uso dessas tecnologias com fins pedagógicos nos sistemas de ensino.

Pandemia
Autora do projeto, a deputada Iracema Portella (PP-PI) considera urgente a tarefa de capacitar melhor os educadores para a utilização de ferramentas tecnológicas no processo pedagógico.

“A pandemia provocada pelo novo coronavírus mudou o cenário da educação brasileira, exigindo que instituições de ensino públicas e privadas tivessem, repentinamente, de se esforçar para se adaptar, com celeridade, ao uso de TICs, em especial as ferramentas online, no processo pedagógico”, observou.

Tramitação
A proposta será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Educação; Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Rosangela Donadon anuncia pagamento de R$ 500 mil para reforma e ampliação de posto de saúde em Cerejeiras

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A deputada Rosangela Donadon (PDT), destinou R$ 500 mil para reforma e ampliação unidade de saúde Anísia Borges do Vale, de Cerejeiras. A parlamentar informou que o recuso já foi pago e está na conta da prefeitura do município.
Segundo Rosangela, a ação tem como objetivo melhorar a qualidade de saúde oferecida no município de Cerejeiras. A unidade de saúde que será reformada e ampliada presta serviços para aproximadamente 3.5 mil pessoas, e foi alvo de ataques de vândalos que resultou em um incêndio parcial que destruiu o posto de saúde.
A prefeita do município, Lizete Marth (PV) solicitou a deputada o recurso para a reforma e ampliação da unidade de saúde que é do tipo III e atende os bairros Jardim São Paulo e Anchieta. O pedido foi prontamente atendido pela deputada.
“Sou profissional da área da saúde e por conta da minha formação sempre estou destinando recursos com o intuito de fortalecer e melhorar o setor. Estou alegre por destinar essa verba para que unidade de saúde Anísia Borges do Vale receba as melhorias e volte a atender a população o mais rápido possível. O recuso já foi pago e está na conta da prefeitura de Cerejeiras e em breve as obras começaram”, disse a parlamentar.

 

 

Assessoria

Projeto exige oferta de abrigo institucional para crianças e adolescentes vítimas de violência sexual

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Autora da proposta explica que é o objetivo é garantir o afastamento imediato do agressor e a reacomodação da vítima em abrigos onde possam ficar isoladas e protegidas

O Projeto de Lei 5464/20 determina que a União, o Distrito Federal, os estados e os municípios ofertem serviços de acolhimento institucional, sobretudo a modalidade abrigo institucional, para crianças e adolescentes vítimas de violência sexual.

Conforme o texto em análise na Câmara dos Deputados, os entes federativos poderão celebrar contratos de locação e promover a reforma ou adaptação de imóveis próprios ou de terceiros para serviços do acolhimento institucional. Será dispensável a licitação para obras, serviços, compras e locações de imóveis contratadas em cumprimento a essa lei.

O objetivo da deputada Iracema Portella (PP-PI), autora da proposta, é “permitir que, uma vez deferida a medida protetiva de urgência, as vítimas possam ser imediatamente afastadas de seu agressor e reacomodadas em residências temporárias (casas-abrigo e casas de acolhimento), onde possam continuar em isolamento, protegidas do agressor e da violência”.

“Segundo os números do Ministério da Saúde, dois terços dos episódios de abuso registrados em 2018 ocorreram dentro de casa. Em 25% dos casos, os abusadores eram amigos ou conhecidos da vítima, em 23%, o pai ou padrasto”, destaca a parlamentar.

Tramitação
A proposta será analisada, em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Boletim diário sobre coronavírus em Rondônia

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O Governo de Rondônia, por meio da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) e a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), divulga os dados referentes ao coronavírus (Covid-19) no Estado.

Nesta terça-feira (2) foram consolidados os seguintes resultados para Covid-19 em Rondônia:

Casos confirmados –  151.188
Casos ativos – 15.028 (9,94%)
Pacientes recuperados – 133.244 (88,13%)
Óbitos – 2.916 (1,93%)
Pacientes internados na Rede Estadual de Saúde – 404
Pacientes internados na Rede Privada – 116
Pacientes internados na Rede Municipal de Saúde – 156
Pacientes internados na Rede Filantrópica – 15
Total de pacientes internados – 691
Testes Realizados – 417.106

Aguardando resultados do Lacen – 436

* População vacinada: 47.275
1ª Dose – 47.275
2ª Dose – 9.592

Profissionais de Saúde vacinados:
1ª Dose – 26.240
2ª Dose – 9.074

Indígenas vacinados:
1ª Dose – 4.918
2ª Dose – 389

Idosos vacinados:
1ª Dose – 15.977
2ª Dose – 124
(Dados obtidos às 16h50) 

No Estado, os números de casos confirmados, recuperados e de óbitos, desde o primeiro registro em 21 de março de 2020 até hoje (2 de março), por Covid-19 são:

TOTAL DE CASOS EM RONDÔNIA – 02/03/2021
MUNICÍPIOS CASOS CONFIRMADOS RECUPERADOS ÓBITOS
Porto Velho 55.992 47.478 1.304
Ariquemes 12.574 11.425 222
Ji-Paraná 9.497 8.690 253
Vilhena 8.501 8.035 137
Cacoal 7.979 7.633 110
Guajará-Mirim 4.742 4.282 143
Jaru 4.230 3.605 61
Rolim de Moura 3.988 3.519 64
Machadinho D’Oeste 3.546 2.600 28
Buritis 3.417 3.114 34
Pimenta Bueno 2.998 2.763 35
Candeias do Jamari 2.598 2.219 43
Ouro Preto do Oeste 2.523 2.339 58
Alta Floresta D’Oeste 2.451 2.333 30
Nova Mamoré 2.280 1.789 36
Espigão D’Oeste 1.522 1.413 21
São Miguel do Guaporé 1.466 1.393 24
Presidente Médici 1.429 1.293 21
Chupinguaia 1.095 1.065 11
Nova Brasilândia D’Oeste 1.075 897 10
Cerejeiras 1.003 921 17
São Francisco do Guaporé 993 824 14
Colorado do Oeste 984 948 11
Cujubim 949 841 16
Itapuã do Oeste 929 808 14
Alto Paraíso 882 794 15
Seringueiras 796 721 3
Urupá 739 634 12
Monte Negro 730 622 11
Costa Marques 692 605 11
Campo Novo de Rondônia 659 575 13
Alto Alegre dos Parecis 637 584 17
Vale do Anari 595 528 5
Nova União 590 559 4
Santa Luzia D’Oeste 574 520 5
Alvorada D’Oeste 557 462 12
Mirante da Serra 501 416 4
Vale do Paraíso 492 392 15
Cabixi 441 429 9
Corumbiara 402 371 8
Rio Crespo 361 280 2
Theobroma 330 298 6
Cacaulândia 318 280 5
Ministro Andreazza 312 287 8
Teixeirópolis 304 295 2
Pimenteiras do Oeste 301 287 7
Novo Horizonte do Oeste 291 267 9
Governador Jorge Teixeira 269 240 3
São Felipe D’Oeste 237 212 3
Castanheiras 163 150 4
Parecis 153 126 3
Primavera de Rondônia 101 83 3
Total geral 151.188 133.244 2.916

Em Rondônia, nas últimas 24 horas foram registrados os seguintes resultados para Covid-19:

ÚLTIMAS 24 HORAS
MUNICÍPIOS CASOS CONFIRMADOS ÓBITOS
Porto Velho 227 19
Ariquemes 165 3
Ji-Paraná 86 3
Vilhena 94 2
Cacoal 32 2
Guajará-Mirim 8 2
Jaru 44 2
Rolim de Moura 91 1
Machadinho D’Oeste 226 2
Buritis 38 0
Pimenta Bueno 49 0
Candeias do Jamari 31 1
Ouro Preto do Oeste 58 6
Alta Floresta D’Oeste 23 0
Nova Mamoré 39 1
Espigão D’Oeste 19 0
São Miguel do Guaporé 10 0
Presidente Médici 8 0
Chupinguaia 1 0
Nova Brasilândia D’Oeste 13 0
Cerejeiras 11 0
São Francisco do Guaporé 61 0
Colorado do Oeste 1 0
Cujubim 32 1
Itapuã do Oeste 23 0
Alto Paraíso 28 0
Seringueiras 80 0
Urupá 15 1
Monte Negro 7 0
Costa Marques 0 0
Campo Novo de Rondônia 5 0
Alto Alegre dos Parecis 4 0
Vale do Anari 7 0
Nova União 0 0
Santa Luzia D’Oeste 26 0
Alvorada D’Oeste 8 0
Mirante da Serra 19 0
Vale do Paraíso 4 0
Cabixi 0 0
Corumbiara 3 0
Rio Crespo 16 0
Theobroma 2 0
Cacaulândia 4 0
Ministro Andreazza 0 0
Teixeirópolis 41 0
Pimenteiras do Oeste 1 0
Novo Horizonte do Oeste 3 0
Governador Jorge Teixeira 5 0
São Felipe D’Oeste 6 0
Castanheiras 0 0
Parecis 1 0
Primavera de Rondônia 0 0
Total geral 1.675 46

 

ÚLTIMAS ATUALIZAÇÕES

  • Hoje (2) foram registrados 46 óbitos por Covid-19 em Rondônia, 19 deles foram em Porto Velho, sendo 10 mulheres (26, 33, 55, 61, 64, 66, 70, 72, 77 e 89) e nove homens (36, 37, 52, 59, 63, 71, 71, 77 e 85). Ouro Preto do Oeste registrou seis mortes, sendo quatro mulheres (33, 62, 68 e 74) e dois homens (84 e 92). Também foram registrados três óbitos em Ariquemes, sendo uma mulher de 74 anos e dois homem de 61 e 88 anos; outros três em Ji-Paraná, desses uma mulher de 65 anos e dois homens de 47 e 87 anos. Houve ainda dois óbitos em Vilhena, sendo uma mulher de 49 anos e um homem de 55 anos. Também foram registrados dois óbitos de homens em Cacoal (57 e 86), e outros dois óbitos de homens em Machadinho d’Oeste (49 e 61). Guajará-Mirim registrou dois óbitos, sendo uma mulher de 78 anos e um homem de 66 anos. Jaru também registrou dois óbitos de homens (31 e 63). Também houve um óbito em Rolim de Moura, sendo um homem de 86 anos. Outro óbito em Candeias do Jamari, sendo um homem de 44 anos. Um óbito em Nova Mamoré, sendo um homem de 57 anos,  um óbito em Cujubim, sendo um homem de 35 anos. E um óbito em Urupá, de uma mulher de 58 anos.

A Agevisa reforça ainda que os dados são analisados diariamente pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs), que acompanha também a investigação epidemiológica feita pelas equipes de Saúde nos municípios, para checagem de dados.

Para informações detalhadas e relatórios na íntegra, acesse o Portal Coronavírus em Rondônia, através do endereço: coronavirus.ro.gov.br

Veja todos os Relatórios de Dados já publicados sobre a Covid-19 em Rondônia, clicando no link: http://bit.ly/2EzHtco

Os dados de vacinação são adicionados ao sistema diretamente pelos municípios, e são dinâmicos.
Para dados atualizados em tempo real, acesse: https://covid19.sesau.ro.gov.br/Home/Vacina

Na Região do Café, bovinocultura leiteira movimentou mais de R$ 50 milhões em 2020

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Com o início da pandemia, o valor do litro de leite assustou produtores rurais em todo o Estado de Rondônia. Em março de 2020, caiu pela metade o valor pago por cada litro de leite. Isso desanimou muitos leiteiros na Região do Café. O número de propriedades acompanhadas pelo Governo de Rondônia por meio da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater), com atividade leiteira, reduziu de 1.045 em 2019, para 987 em 2020.

O cenário começou a mudar ainda em maio do ano passado e, hoje, o valor pago pelo litro de leite tem animado cada vez mais os produtores dos municípios de Cacoal, Pimenta Bueno, São Felipe, Primavera de Rondônia e Espigão D’Oeste, incluindo o distrito de Pacarana. “As expectativas para 2021 são muito boas para o setor leiteiro. Não só pela questão da comercialização, de vender por um preço maior. O Governo de Rondônia quer aumentar a produtividade, para que cada vez mais as famílias tenham sucesso na bovinocultura leiteira, tendo em vista que, o leite tem alto impacto para a economia dos municípios”, destacou Samuel Guedes Borges, gerente regional da Emater.

Para se ter uma ideia, levando-se em conta a venda de bezerros e o descarte de animais que se tornam inaptos para a atividade, a bovinocultura leiteira movimentou mais de R$ 54 milhões em 2020. Isso apenas entre as propriedades acompanhadas pela Emater na Região do Café, também chamada de Território Rio Machado. Um aumento de praticamente 30% em relação ao ano anterior, quando a atividade movimentou aproximadamente R$ 37 milhões.

“Na nossa visão, pelos números que a gente tem acompanhado, essa alta no preço, tanto da venda de bezerros quanto da comercialização com os laticínios, aumentou a margem de lucro dos produtores. Isso levando em consideração o aumento nos custos para produzir leite, gastos com medicamentos, sal mineral, produtos de limpeza de ordenha, energia elétrica, tudo tem inflacionado um pouco, o preço do leite inflacionou mais. Então, proporcionalmente, o produtor aumentou a margem de lucro dele”, explicou o gerente.

Nos últimos meses, outro número que aumentou foi a produtividade das vacas em lactação. Em 2019, 13.243 vacas produziram em média 5,63 litros de leite por dia cada. Em 2020, a produtividade das 11.713 vacas cadastradas chegou a 5,80 litros de leite diariamente. Em São Felipe D’Oeste, a média geral da produtividade dos animais foi ainda maior, chegando a 7,56 litros por dia. Na Região do Café, ao longo de 2020, em cada hectare de terra destinado à atividade leiteira foram produzidos por dia 2.119 litros de leite em média.

“O Governo de Rondônia, por meio da Emater, agora está direcionando as ações voltadas, principalmente para a nutrição animal. É aí que vemos vários parceiros participando juntos, no caso a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e a Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri). Estamos difundindo a tecnologia do capiaçu, que é uma alternativa para o produtor oferecer uma alimentação melhor para as vacas no período da seca, conseguindo manter uma estabilidade melhor da produção. De uma forma geral, o Governo de Rondônia tem fortalecido as ações voltadas para a melhoria da gestão, produtividade e qualidade da pecuária leiteira”, ressalta Samuel.

Um exemplo é o Projeto de Consultoria Técnica e Gerencial para o Produtor Rural da Pecuária Leiteira (Consultec-Leite) que visa, além de incentivar inovações com transferência de tecnologia e aplicação de práticas modernas, agregar valor ao produto e ampliar o acesso a novos mercados de forma sustentável.

Edelson da Silva Alves é produtor rural em Espigão D’Oeste, e há cerca de 10 anos se dedica à atividade leiteira. Em sua propriedade, possui 13 vacas leiteiras que chegam a produzir até 17 litros de leite por dia, cada. No mês de janeiro, o produtor, conta que foram produzidos mais de sete mil litros de leite em sua propriedade. “Estou muito satisfeito e a expectativa é que este ano vai melhorar ainda mais, apesar das dificuldades. A média diária de produção já chegou a 17 litros de leite, mas agora o pasto está bastante encharcado, então por isso teve uma queda na produtividade. Tenho seguido as orientações da equipe da Emater, da Seagri e dos outros órgãos e tenho buscado investir nesta atividade, colocar em prática o que aprendi, para melhorar ainda mais”, destacou.

Conforme explicou o gerente regional da Emater na Região do Café, anteriormente, no período da seca, a produção de leite caía, pois os animais não contavam com uma alimentação adequada, mas com a introdução do capiaçu, pelo Governo de Rondônia, o produtor agora conta com um capim de boa qualidade, que atende as necessidades nutricionais dos animais, e garante a boa produção.

“O Governo de Rondônia está antenado também nessas ações. Um exemplo é o Pro-Leite, que tem financiado o frete grátis, para os produtores rurais, com a distribuição de calcário, que é aplicado na reforma de pastagens, produção de milho e silagem, tornando-se um insumo fundamental para alavancar a produção rural. Existe também um projeto que deve ser implantado em breve, uma parceria do Governo do Estado com outras instituições, para oferecer ainda mais inovação, tecnologia, assistência técnica especializada em propriedades leiteiras”, finalizou o gerente regional da Emater.

Governo suspende aulas presenciais em Rondônia; escolas públicas e privadas permanecem com ensino remoto

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Governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc) suspende as aulas presenciais na Rede Estadual de Ensino e nas instituições particulares em Rondônia, por intermédio do Decreto 25.853, de 2 de março de 2021, que estabelece regras de distanciamento social para o combate e enfrentamento à pandemia do coronavírus, em território rondoniense.

O controle das atividades educacionais inclui a suspensão total de aulas presenciais durante a vigência da Fase 1 do decreto estadual.  Por enquanto, para as aulas remotas devem ser disponibilizados recursos digitais como programas de Tecnologias de Informação e Comunicação (Tics), a fim de contribuir com a formação e aprendizagem dos alunos no período de isolamento social controlado.

A Rede Estadual de Ensino permanece com as atividades e aulas presenciais regulares suspensas, com previsão de volta após a apresentação do plano de retomada da Secretaria da Educação. Enquanto aguardam o retorno, os estudantes da Rede Pública, continuam participando e interagindo das aulas, por meio de plataformas virtuais disponibilizadas pelo Governo do Estado. O atual Decreto entra em vigor nesta quinta-feira (4).

REDE PRIVADA

As aulas presenciais só vão valer para as instituições privadas, quando os municípios retornarem à Fase 2 do Plano Todos por Rondônia. Conforme o novo ato normativo, a Rede Privada de Ensino pode exercer atividades administrativas internas, desde que respeitem o limite máximo de 30% da capacidade de seus funcionários e obedeçam as medidas de combate à Covid-19, como: limpeza minuciosa diária do local, utilização de máscaras de proteção facial, distanciamento e entre outras regras sanitárias.

Servidores públicos de Rondônia voltam ao home office; repartições atendem emergências com agendamento prévio

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Com a publicação do novo decreto estadual, nesta quinta-feira (4), o sistema de trabalho home office estará de volta para os servidores públicos estaduais em Rondônia. A medida é uma forma de manter o distanciamento social controlado para fins de prevenção e enfrentamento da epidemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2), causador da Covid-19.

Os gestores vão decidir sobre o trabalho presencial na Saúde, Segurança, Sistema Penitenciário, Orçamento e Finanças, Comunicação e Receita Pública. Essa prática não trará prejuízo algum das remunerações ou bolsas-auxílio dos servidores. Esta e outras medidas restritivas constam na Seção II do Decreto nº 25.853, de 2 de março, editado pelo Governo do Estado na seção: Dos Demais Serviços Públicos no Âmbito da Administração Pública Direta e Indireta. Salvo em situações de extrema necessidade, os órgãos estaduais suspenderam o atendimento presencial aos cidadãos, que ocorrerá mediante agendamento prévio.

O método à distância dispensa servidores, empregados públicos e estagiários do comparecimento presencial às suas repartições. Decisão a respeito desse método deve ser tomada por dirigentes máximos das entidades da administração pública direta e indireta federal, estadual e municipal, nos municípios enquadrados nas Fases 1 e 2. O Governo recomenda semelhantes providências ao setor privado.

EM CASA

Conforme o Decreto, os servidores, em home office, atenderão os mesmos padrões de desempenho funcional, sob pena de serem enquadrados em antecipação de férias, entretanto, aqueles impossibilitados de atuar nessa condição terão a concessão da antecipação de férias, mediante decisão da chefia imediata. Quem estiver nesse regime, deve permanecer em casa e evitar o contato externo, sob pena das sanções previstas nos artigos 267 e 268 do Código Penal e as demais penalidades administrativas.

O Art. 6° do Decreto determina ainda que os profissionais enquadrados no grupo de risco poderão trabalhar presencialmente, desde que lhe sejam fornecidos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), mediante assinatura de termo de responsabilidade.