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Operação Cashback combate circulação de moeda falsa em Rondônia

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Ji-Paraná/RO – A Polícia Federal deflagrou nesta manhã (9/4) a OPERAÇÃO “CASHBACK”, para desarticular organização criminosa responsável pela compra e circulação de moeda falsa no município de Cacoal/RO.

A investigação teve início com a apreensão de encomenda contendo notas falsas remetida através dos Correios na terça feira, dia 6. Na oportunidade a destinatária foi presa em flagrante pela Polícia Federal.

A operação de hoje foi deflagrada para se chegar as pessoas que encomendaram as notas falsas, assim como para aprofundar as investigações com relação aos remetentes.

Há fortes indícios que os envolvidos estariam ligados à organização criminosa e que praticariam ainda outros crimes através da internet.

O nome da operação faz referência ao notas falsas apreendidas pela Polícia Federal, que não chegarão aos seus destinatários.

 

Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia

Quatro municípios que têm clubes no futebol profissional já autorizaram a realização de treinamentos e jogos; Vilhena ainda não

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A mais recente foi a prefeitura de Porto Velho; Ariquemes, Cacoal e Rolim de Moura também já autorizaram a volta dos treinos e jogos; Vilhena e Ji-Paraná ainda não 

A Prefeitura de Porto Velho publicou decreto autorizando a realização de treinamentos e jogos do futebol profissional. O prefeito Hildon Chaves, assinou na quarta-feira, 07, o Decreto nº 17.226 que autoriza aos clubes que irão disputar o Campeonato Rondoniense 2021 retornar às atividades.

A capital foi quarto município a flexibilizar o decreto em relação ao futebol profissional, claro, com o cumprimento por parte dos clubes, de todos os protocolos de segurança impostos pela CBF, FFER e autoridades de saúde estaduais e nacionais, tanto para os treinos quanto nos dias de jogos. Além de Porto Velho, Ariquemes, Rolim de Moura e Cacoal, já haviam liberado a atividade.

Dos municípios que têm clubes profissionais, apenas Vilhena e Ji-Paraná ainda mentem restrições em relação ao futebol profissional.

Uma fonte ligada a Federação de Futebol do Estado de Rondônia – FFER informou que a entidade deve se reunir na próxima semana para tratar do calendário do Rondoniense 2021 e cogita a possibilidade de que o clube cujo município não tenha liberado a atividade mande seus jogos em outros municípios.

A reportagem procurou o Secretário Municipal de Esportes de Vilhena, Silmar Freitas, e questionou sobre o ofício enviado pela FFER solicitando a flexibilização do decreto municipal de maneira que permitisse a realização de partidas do futebol profissional. Freitas confirmou o recebimento do ofício, mas não deu resposta sobre se o município irá ou não liberar o futebol profissional.

Fonte: Folha do Sul
Autor: Rogério Perucci

Chupinguaia será contemplada com R$ 400 mil em emendas do presidente Alex Redano

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Deputado reafirmou a vereadores do município o apoio para a melhoria no preço do leite aos produtores

O município de Chupinguaia, no Cone Sul de Rondônia, é mais um a ser beneficiado com a atuação parlamentar do presidente da Assembleia Legislativa, Alex Redano (Republicanos), que destinou duas emendas de R$ 200 mil cada, somando R$ 400 mil em investimento. O anúncio das emendas foi feito durante encontro com os vereadores Denilson do Cidade Alta (Republicanos), Toninho Bertozzi (PSDB), Idenei Dummer (PDT), Eder da Van (DEM) e Gaguinho do Táxi (PDT).

Uma emenda será destinada para a compra de tubos corrugados, para a substituição de pontes de madeira, somando R$ 200 mil. A outra, também de R$ 200 mil, será aplicada na melhoria da creche municipal Jovelina Batista de Oliveira.

Leite

Outra questão debatida pelo deputado e vereadores foi o preço do litro de leite, pago ao produtores rurais pelos laticínios. A média está em apenas R$ 1,20 o litro, com a ameaça de reduzir ainda mais, levando um prejuízo enorme para as famílias que retiram o seu sustento com a produção leiteira.

Os vereadores relataram que num encontro com a direção da Emater, foram informados de que um estudo preliminar apontou que o custo para produzir um litro de leite em Rondônia, em média, é de R$ 1,27. “Ou seja, bem abaixo do valor que está sendo pagado, de R$ 1,20. É prejuízo certo e precisamos tomar algumas medidas, que tragam um ganho real para os produtores. Preço abaixo de R$ 1,80 é prejudicial e temos que achar uma alternativa, de imediato”, completou Redano.

 

Assessoria

Semtran alerta população para mudanças no Código de Trânsito Brasileiro

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Alterações da lei entram em vigor na próxima semana, veja as principais mudanças

Na próxima segunda-feira, 12, as novas alterações do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) entram em vigor. Definidas em outubro de 2020, as mudanças geram impactos sobre renovação da CNH (Carteira Nacional de Habilitação) e o transporte de crianças em veículos e motocicletas. Atenta à mudança, a Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito (Semtran) alerta a população e esclarece dúvidas.

Roccio Aires Candido, titular da Semtran, lembra que as mudanças impactam no transporte de crianças. “Há novas obrigatoriedades no transporte de crianças. Agora aquelas com até 10 anos de idade e altura de 1,45m, ou mais, podem usar apenas o cinto de segurança. Já as crianças que não chegaram a esta altura precisam de um assento especial. No caso das motos, a idade mínima para transportar crianças foi alterada, passando de sete para 10 anos”, enfatiza o secretário.

José Teixeira, secretário-adjunto da Semtran, destaca as mudanças da lei federal n° 14.071/20 e reforça os principais pontos para orientar os condutores. “São mudanças significativas. Muitas pessoas têm nos procurado sobre a validade da CNH, pensando que a habilitação que vence este ano vai ganhar mais alguns anos do prazo de renovação, o que não é verdade. Só haverá mais prazo para novas CNH emitidas após o dia 12 de abril. A mudança determina que serão 10 anos de validade do documento para condutores com menos de 50 anos. Para os condutores com idades de 50 a 70 anos, o prazo será de cinco anos. Já para os condutores acima de 70, o prazo se limita a três anos por renovação”, aponta Teixeira.

FISCALIZAÇÃO – A Semtran reforça que a Polícia Militar será a responsável pela fiscalização das alterações da nova lei em Vilhena, através de um convênio firmado com a Prefeitura de Vilhena. Ainda nesta semana, serão realizadas videoconferências com os principais órgãos de trânsito para definir métodos e orientações sobre as abordagens a partir do dia 12 de abril.

INFORMAÇÃO – A lei federal n° 14.071 engloba vários itens. Para conhecer todas as mudanças a Semtran preparou uma série de vídeos que teve seu primeiro episódio publicado hoje. Acesse no link: www.facebook.com/municipiodevilhena/videos/468956097683037. Para ler o texto da nova lei na íntegra basta acessar o link www.bit.ly/Lei14071. Para mais informações, a Semtran está à disposição e atende pelo telefone (69) 3321-3920.

Semcom

Senado recebe projeto que facilita compra de vacina contra covid-19 por empresas

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O Senado recebeu nesta quinta-feira (8) o projeto de lei (PL 948/2021) que facilita a compra e a aplicação de vacinas contra o coronavírus por empresas privadas. O texto foi aprovado pela Câmara dos Deputados na quarta-feira (7) e ainda não tem data para ser votado pelos senadores.

O projeto altera a Lei 14.125, de 2021, sancionada há menos de um mês. A norma em vigor teve origem em um projeto (PL 534/2021) apresentado em fevereiro pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, e aprovado em março pelas duas Casas do Congresso Nacional.

De acordo com a legislação atual, as empresas privadas já estão autorizadas a adquirir diretamente as vacinas contra a covid-19. A regra vale para imunizantes registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e para vacinas que obtiveram autorização emergencial, excepcional ou temporária.

A lei só impõe uma condição para a compra de vacinas por particulares: todas as doses devem ser integralmente doadas ao Sistema Único de Saúde (SUS) e utilizadas no Programa Nacional de Imunizações (PNI). Após a vacinação dos grupos prioritários, as empresas podem adquirir, distribuir e administrar metade das vacinas. Ainda assim, com uma exigência: a aplicação deve ser gratuita — as pessoas jurídicas privadas não podem cobrar pelo imunizante ou pelo serviço. De acordo com a norma, a outra metade das doses continua sendo obrigatoriamente cedida ao SUS — mesmo após a vacinação dos grupos prioritários.

O projeto aprovado pela Câmara muda essas regras. De acordo com o texto, metade das doses adquiridas por empresas particulares pode ser usada imediatamente para imunizar “empregados, cooperados, associados e outros trabalhadores que lhe prestem serviços”. A aplicação das vacinas no público alvo de cada entidade privada deve respeitar os critérios estabelecidos no PNI. O projeto também autoriza que pessoas jurídicas sem fins lucrativos apliquem vacinas em associados ou cooperados.

O PL 948/2021 prevê uma salvaguarda: o fabricante que já vendeu imunizantes ao Ministério da Saúde só pode firmar contratos com compradores particulares depois de entregar todas as doses encomendadas pelo governo federal. Em caso de descumprimento, o infrator pode ser condenado a pagar uma multa de dez vezes o valor gasto na aquisição das vacinas.

O texto permite a compra por empresas individualmente ou por meio de consórcios. Elas ficam autorizadas a adquirir imunizantes registrados pela Anvisa ou por “qualquer autoridade sanitária estrangeira reconhecida e certificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS)”. As pessoas jurídicas privadas podem contratar estabelecimentos de saúde que tenham autorização para importar e dispensar vacinas.

Resistência no Senado

Aprovado na Câmara por 317 votos a favor e 120 contrários, o PL 948/2021 encontra resistência no Senado. O líder do MDB, senador Eduardo Braga (AM), avalia que o projeto pode estimular um “vale tudo na corrida pela vacina”.

“A iniciativa privada deve, sim, se somar aos esforços para a aquisição de vacinas. Mas o objetivo tem que ser o fortalecimento do Programa Nacional de Imunização, até que todos que fazem parte dos grupos prioritários sejam vacinados. Não dá para furar fila ou instituir um ‘vale tudo’ na corrida pela vacina, onde quem sai ganhando é quem tem dinheiro. O projeto apresentado pelo nosso presidente, senador Rodrigo Pacheco, foi bem claro nesse sentido. Já foi aprovado e já virou lei. Vamos cumpri-la”, escreveu Braga no Twitter.

O presidente da Comissão de Direitos Humanos (CDH), senador Humberto Costa (PT-PE), classifica o PL 948/2021 como “um projeto equivocado e excludente”. Médico e ex-ministro da Saúde, Costa afirma que o texto aprovado pelos deputados “prevê vacinação para quem tem dinheiro”.

“É algo inaceitável, é a institucionalização de um apartheid social. Num país onde morrem milhares de pessoas por covid todos os dias, a Câmara tomou uma decisão extremamente grave, equivocada e excludente. O critério principal para vacinação no país passa a ser o da capacidade financeira de cada um. Quem pode pagar, se vacina. Quem não pode pagar, vai esperar o calendário do SUS. Vamos lutar no Senado para derrotar essa medida abominável”, escreveu o senador no Twitter.

O líder do PSD, senador Nelsinho Trad (MS), destacou que o PL 948/2021 “flexibiliza a regra de doação de doses ao SUS”. Ele é autor de um projeto de lei (PL 507/2021) que institui o Programa de Vacinação dos Trabalhadores. O texto permite que pessoas jurídicas adquiram doses de vacinas destinadas à imunização de funcionários e colaboradores. Mas, para Nelsinho, é preciso “considerar com cautela” a possibilidade de venda direta de imunizantes para a iniciativa privada em um momento de escassez do produto em todo o mundo.

— A política pública de saúde é liderada pelos ministérios de Saúde nos vários países. No Brasil, não é diferente. Precisamos considerar, com cautela, a venda de imunizantes no momento que há escassez do produto no mercado. As propostas do Senado, a minha e a do presidente Pacheco, defendem que o setor privado seja complementar ao SUS, atuando sempre com lucidez e profundo diálogo com o Ministério da Saúde — argumenta.

Anvisa e Fiocruz são contra

A Anvisa e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) são contra o projeto que permite compras de vacinas por empresas. Durante reunião da Comissão Temporária da Covid-19 (CTCOVID-19), a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, defendeu o respeito às prioridades definidas pelo Ministério da Saúde para a campanha de vacinação.

— Eu creio que esse caminho da compra de vacinas para uso nos próprios funcionários não é um caminho adequado por razões, inclusive, epidemiológicas e sanitárias. O Programa Nacional de Imunizações definiu uma ordem de prioridades, e é muito importante que ela seja seguida — disse.

A opinião é compartilhada pelo diretor-presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres. Ele chamou a atenção para a escassez de oferta de vacinas no mundo.

— A oferta das vacinas hoje é extremamente reduzida, e o SUS é um grande comprador e um grande vacinador. Então, se o SUS compra, se o SUS vacina, haveria realmente a necessidade ou haveria um advento positivo de que outros atores que não o SUS assim o fizessem? Diante de uma oferta ampla, eu penso que até haveria algo positivo, mas a oferta é tudo menos ampla: é uma oferta restrita, é uma oferta de monta restrita — afirmou.

O colegiado aprovou requerimento da senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) para discutir a aquisição e distribuição de vacinas por empresas privadas, como prevê a proposta da Câmara.

Fonte: Agência Senado

Sebrae e Sinepe debatem a retomada segura nos estabelecimentos de ensino

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O Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino de Rondônia (Sinepe) e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas em Rondônia (sebrae) realizam uma reunião on line esta semana (7) para debater sobre o apoio que o Sebrae pode oferecer às empresas no momento de retomada das atividades presenciais.

O presidente do Sinepe/RO, Augusto Pellúcio abriu a reunião, saudando a todos e agradecendo a participação do Sebrae no evento. Disse que o momento é extremamente pertinente para debater a segurança: “Este momento não tem sido fácil pois as escolas fechadas, mas não paradas. É necessária a adaptação para o retorno com os protocolos de segurança e este bate papo vem de encontro com as necessidades do segmento”.

O diretor técnico do Sebrae em Rondônia, Samuel Almeida, fez uma apresentação do conjunto de produtos e serviços que a instituição dispõe, além do serviço de consultoria que envolve o protocolo de segurança e destacou: “O Sebrae pode ser um parceiro fundamental para as empresas de educação uma vez que nosso portfólio de soluções é amplo, especialmente neste momento em que a Transformação Digital é uma realidade e, cada vez mais, há necessidade das empresas terem presença digital”.

Protocolos de Segurança

Na consultoria em protocolos de segurança relacionados ao Covid-19, os empresários são orientados quanto às medidas de biossegurança, utilização e EPIs, uso correto de máscara e álcool em gel, distanciamento social, dotando o estabelecimento de medidas de enfrentamento à pandemia. Um consultor vai até a empresa para auxiliar na implantação das medidas.

Foi o caso de Camila Fernanda, mantenedora da Escola Oficina da Criança. Ela vislumbrou a possibilidade de adotar uma retomada mais segura e procurou o Sebrae: “Como um grande desafio da pandemia e acolher os alunos de maneira presencialmente procuramos o Sebrae para colocar em prática os protocolos de maneira adequada. Estamos com a tranquilidade e a certeza que estamos cumprindo de forma adequada transmitindo segurança às famílias dos alunos e à equipe”, disse ela.

Com três recordes diários seguidos, Vilhena vacina mais de 2,5 mil pessoas em três dias

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Novas remessas previstas para os próximos dias permitirão nova etapa de vacinação na semana que vem

Próximo de completar todas as faixas etárias de idosos na vacinação contra covid-19, o município de Vilhena bateu três recordes seguidos de vacinação diária durante esta semana, oferecendo quatro espaços diferentes para imunização de idosos com 69 a 64 anos. Foram mais de 2,5 mil pessoas vacinadas de segunda-feira a quarta-feira. A previsão é que mais vacinas cheguem neste fim de semana para que outras etapas de imunização sejam planejadas para a semana que vem.

“Vacinamos 858 na segunda-feira, 925 na terça-feira e 1.037 na quarta-feira, um total de 2.547 pessoas. Cada dia sendo o que mais vacinou em toda a campanha. Isso mostra uma crescente adesão da população à nossa iniciativa ‘Vilhena Protegida’ e também revela que a cidade está engajada em prol da vacina, que é o que de fato vai resolver a pandemia, salvar vidas e fazer nossa vida voltar ao normal o quanto antes”, explica o prefeito Eduardo Japonês.

De acordo com Sueli Aparecida da Silva, coordenadora do Setor de Imunização da Secretaria Municipal de Saúde, a fabricação de vacinas pelo Butantan (que representa mais de 80% das doses aplicadas até o momento em todo o país), bem como da Fiocruz, estão acelerando e as entregas estão ficando mais frequentes.

“Isso nos dá condições de acelerar a vacinação. Inclusive, por isso ampliamos a quantidade de locais e estamos nos esforçando ao máximo para vacinar tantos quantos desejarem. Mesmo com todo esse aumento nos números esta semana, nossa capacidade de aplicação é bem maior, visto que a maior parte dos pacientes chega muito cedo nos pontos de vacinação, alguns até de madrugada. No fim da manhã praticamente não há mais pessoas para vacinar. De forma que se o público vier em peso durante todo o período de imunização, das 8h às 13h, poderemos dobrar essa quantidade vacinados”, explica Sueli.

Todos com 64 anos ou mais que não puderam ir nos três dias divulgados, podem ser vacinados de segunda a sexta-feira, das 7h às 13h, nos postinhos Afonso Mansur (na avenida Brigadeiro Eduardo Gomes) ou Vitalina Gentil (que funciona atualmente no prédio da Policlínica João Luiz). Dúvidas sobre a vacinação podem ser sanadas pelo WhatsApp institucional do Setor de Imunização, 3322-4170.

Semcom

Prefeitura recebe concentradores de oxigênio do Estado para o combate à covid-19

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Equipamentos serão instalados nesta semana e ajudarão no tratamento dos pacientes moderados

A Secretaria Municipal de Saúde (Semus), recebeu nesta quarta-feira, 7, concentradores de oxigênio e oxigênio líquido doados pelo Governo do Estado e do Ministério da Saúde que colaborarão para o tratamento dos pacientes com quadro moderado de gravidade do novo coronavírus. A remessa foi entregue na Central de Abastecimento Farmacêutico (CAF) e destinada ao Hospital Regional de Vilhena (HRV), que administra a Central de Atendimento à Covid-19.

“O prefeito Eduardo Japonês está em Porto Velho e em nome dele agradeço imensamente ao ao empenho do deputado estadual Luizinho Goebel e do governador Marcos Rocha, que se esforçaram e conseguiram estes concentradores de oxigênio. Vivemos a pior fase da pandemia no país e estes aparelhos serão fundamentalmente necessários para as próximas semanas. Temos mais uma ferramenta para podermos atender da melhor forma quem for infectado pela doença”, aponta Siclinda Raasch, secretária municipal de Saúde.

Os quatro concentradores que chegaram até Vilhena foram obtidos através do empréstimo do Governo do Amazonas, que destinou 50 aparelhos para Rondônia. O deputado Luizinho Goebel solicitou junto ao Governador Marcos Rocha que parte destes equipamentos fossem encaminhados para Vilhena, o que foi atendido de prontidão.

FUNCIONAMENTO – Os novos equipamentos permitem concentrar oxigênio a partir do ambiente, dando a pureza de até 95%, então a substância é destinada ao paciente por meio de cânulas. O concentrador é indicado em casos moderados de gravidade da infecção para o tratamento do novo coronavírus, permitindo respiração com apoio de oxigênio enquanto garante maior durabilidade do estoque de cilindros de oxigênio disponíveis no município.

Além dos concentradores de oxigênio, o município também recebeu nesta quarta, através do Ministério da Saúde, 10,9 mil kg de oxigênio líquido. De acordo com Clair Cunha, diretor do HRV, somente esta remessa é suficiente para 15 a 20 dias de oxigênio para o tratamento dos pacientes, um reforço importante para o estoque caso a demanda aumente ainda mais nos próximos dias ou semanas, já que a oferta de oxigênio atual já é suficiente para todos os leitos.

O prefeito Eduardo Japonês, que está em Porto Velho em busca de mais vacinas, reconhece o esforço das autoridades estaduais e pede empenho de todos para superar a pior fase da pandemia. “Sigo na luta por mais vacinas, tenho conversado muito com o governador Marcos Rocha, sobre novas remessas e compras para a nossa cidade. Agora, para os índices de contaminação diminuírem, depende de todos nós, evitando sair de forma desnecessária e tomando todas as medidas de segurança”, conclui Eduardo.

MAIS AJUDA – Na última semana, a Central Covid de Vilhena, recebeu ainda doação da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) em Rondônia, sendo entregue pela da Presidente da Subseção de Vilhena, Vera Paixão, mais 10 máscaras de VNI (ventilação não-invasiva) para o tratamento de pacientes da covid-19 que apresentam complicações pulmonares que tenham potencial de evoluir para quadros graves. O tratamento com as máscaras melhoram os níveis de oxigenação no sangue e diminuem novas complicações da doença que poderiam levar o paciente à intubação.

Semcom

AROM reforça orientação para municípios darem celeridade na informação de vacinas aplicadas nos sistemas do SUS

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O Estado de Rondônia já recebeu 265.008 doses de vacinas contra a covid-19. Desse total, 212.046 foram entregues aos 52 municípios, sendo 150.493 para a primeira e 61.553 para a segunda dose. O critério de aplicação das vacinas segue o Plano Nacional de Imunização (PNI), do governo federal, para que os grupos prioritários sejam atendidos conforme o cronograma e não ocorram casos como os chamados “fura-filas”. Os dados estão disponíveis no portal Vacinômetro (https://covid19.sesau.ro.gov.br/Home/Vacina).

As vacinas são enviadas pelo governo federal, por meio do Ministério da Saúde, ao governo do Estado, que as redistribui aos municípios. No entanto, além de aplicar, a Associação Rondoniense de Municípios alerta aos prefeitos e gestores em saúde que é de suma importância informar, de forma célere, a quantidade de vacinas aplicadas diariamente. A demora, segundo informou a Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), pode levar a falsa impressão de armazenamento de doses de vacina, o que não ocorre.

Os sistemas são a comunicação entre os municípios que, em muitos casos, não possuem pessoal e informatização (computador e internet), a AROM esclarece que a diferença entre a quantidade de doses recebidas e aplicadas se explica pelos cenários nas salas de vacina e também pela atualização do sistema do Ministério da Saúde. Assim, os dados do Painel Nacional podem apresentar diferenças em relação às doses aplicadas até aquele momento, pois nem todo registro digitado é automaticamente atualizado na base do Ministério.

Mesmo assim, a entidade municipalista reforça a necessidade de todos os municípios atualizarem diariamente os sistemas do SUS, pois, com a informação desatualizada, o Governo Federal não sabe os números reais de vacinação das doses já enviadas e priorizam os estados brasileiros que já terminaram ou estão terminando as vacinas anteriormente encaminhadas.

Além das informações sobre vacinas, é também necessário que sejam atualizados os dados sobre casos confirmados, curados, suspeitos e vacinados dentro de, no máximo, 48 horas, e ainda os insumos hospitalares como seringas, máscaras, luvas e outros objetos importantes para o funcionamento e o combate a COVI-19.

Quais são os sistemas?
E-SUS Notifica (casos de Síndrome Respiratória leve ou moderada, internações hospitalares);
SIVEP Gripe (notificação de casos graves);
SIM (óbitos);
SI-PNI (doses aplicadas e Eventos Adversos Pós Vacinação) ESUS AB.

Dúvidas e demais orientações necessárias podem ser enviadas para o correio eletrônico é [email protected] e pelos telefones (61) 3411-1084 / 1088.

O que é o vacinômetro?
É um portal na internet onde é possível acompanhar quantas vacinas da primeira e da segunda dose já foram entregues em cada município, bem como quais já foram aplicadas. O objetivo é dar maior transparência nos dados e também para poder aprimorar o Plano Nacional de Imunização (PNI), por meio de uma parceria entre Governo Federal e os estados.

Como os municípios aplicam mais de 100% das doses recebidas?
No site, é possível encontrar as cidades que já aplicaram mais de 100% das doses recebidas. Em Rondônia, os municípios Cerejeiras, Jaru, Urupá e Teixeirópolis já ultrapassaram esse percentual. O Distrito de Extrema (Porto Velho) aplicou todas as doses recebidas.

Isso ocorre porque, segundo nota técnica emitida pela Anvisa, as empresas que fabricam as vacinas enviam um volume em excesso de ao menos 0,3 mL para volume-alvo de 5mL. Essa estratégia está em conformidade com as orientações da Farmacopeia Brasileira 6ª edição, a qual recomenda um volume em excesso como forma de compensação a eventuais perdas durante o processo de vacinação.

Por conta dessa estratégia, alguns municípios recebem excedente de doses. Para estes casos a Anvisa entende que não há incremento de risco sanitário em se utilizar todas as doses completas adicionais disponíveis nos frascos-ampola das vacinas (doses excedentes).

Segundo dados do governo do Estado, mais de 190 mil casos da doença já foram confirmados em Rondônia desde o início da pandemia, em 2020. Desde então, o número de óbitos chegou a 4.327. Os dados são de segunda-feira, 3 de abril.

Veja a publicação também em nosso site >> http://arom.org.br/2021/04/07/arom-reforca-orientacao-para-municipios-darem-celeridade-na-informacao-de-vacinas-aplicadas-nos-sistemas-do-sus/

 

Assessoria AROM

Reclusos de Vilhena reformam veículo da Semagri para atendimentos da Agricultura Familiar

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Parceria do Centro de Ressocialização com a Prefeitura gera trabalho para população privada de liberdade e contribui para o município

Reclusos do Centro de Ressocialização Cone Sul realizaram recentemente reforma em veículo da Secretaria Municipal de Agricultura (Semagri) para atender pequenos agricultores em Vilhena. A recuperação de um caminhão de transporte que é utilizado nos trabalhos de entrega e transporte de verduras da secretaria é mais uma das parcerias da Prefeitura de Vilhena em utilizar a mão-de-obra de pessoas privadas de liberdade no município.

O caminhão de modelo ¾, ou veículo urbano de carga (VUC), é utilizado pela Semagri para o transporte de verduras e adubos para atender a agricultura familiar na zona rural de Vilhena. O trabalho de recuperação durou cerca de 10 dias, e contou com pintura, substituição de lâmpadas, troca de óleo, dentre outros reparos. Também houve a doação da madeira pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER), que foi utilizada para refazer parte da carroceria.

“Esta foi a primeira manutenção deste caminhão. Ele foi doado pela Seagri (Secretaria de Estado de Agricultura) através do convênio que temos com o Estado. Era necessário realizar alguns reparos e a secretaria tem uma parceria com o presídio Cone Sul, então o trabalho dos reeducandos da unidade prisional é convertida em redução de suas penas, ao mesmo tempo que os prepara à reintrodução na sociedade, enquanto geram benefícios para a comunidade local com trabalho digno”, aponta Edmar Rober, secretário municipal de Agricultura.

Eduardo Japonês, prefeito de Vilhena, aponta que o trabalho realizado pelos reeducandos colabora com Vilhena. “Acompanho de longa data o trabalho dos reeducandos no Centro de Ressocialização Cone Sul. Lá eles realizam várias atividades, além de aprenderem novas habilidades com parcerias nossas, através de plantio e assessoria da Semagri. Esta parceria economiza recursos públicos e ajuda para que eles possam ter novas oportunidades assim que cumprirem seu período de reclusão”, conclui Eduardo Japonês.

PARCERIA – Além do caminhão recuperado, os reeducandos já desenvolvem atividades como plantio experimental de abacaxi e alface, ao lado do Centro. A colheita é distribuída pela Semagri a organizações não governamentais do município, sem custo para estas.

Semcom