Lacen recebe equipamento de sequenciamento genético para detecção das variantes do coronavírus em RO

Lacen recebe equipamento para diagnósticos de casos de variantes da Covid

Durante os dois anos de pandemia, como Rondônia não possuía esse equipamento, o governo tinha que enviar as amostras colhidas para testes em outros estados. Fazer o sequenciamento genético desse material é importante para determinar qual linhagem do vírus está circulando por uma determinada região.

Segundo o secretário estadual de saúde, Fernando Máximo, o equipamento será usado especificamente para Covid, mas ele tem capacidade para sequenciar outros vírus, como Zika, dengue e até bactérias multirresistentes.

“A nossa equipe [de Saúde] está passando por um treinamento. Uma equipe da Flórida está treinando nosso pessoal para que muito em breve a gente comece a realizar o sequenciamento genético e descobrir qual variante do vírus aqui no estado de Rondônia”, disse o secretário.

Variantes conhecidas

 

Em 2021, a Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a identificar as mutações do coronavírus por nomes de letras do alfabeto grego. Das variantes com maior potencial de transmissão, a do Reino Unido passou a ser chamada de Alfa. A da África do Sul passou a se chamar Beta. A Gama é a identificada inicialmente no Brasil e a Delta, na Índia.

OMS dá nomes às variantes do coronavírus
OMS dá nomes às variantes do coronavírus

Os cientistas explicam que o país que identifica uma nova variante não é necessariamente o berço dela. A África do Sul, por exemplo, tem um dos melhores sistemas de vigilância genômica do continente africano e pode ser por isso que a ômicron foi identificada lá. E para evitar qualquer tipo de preconceito contra países que descobrem variantes é que a OMS decidiu nomeá-las com as letras do alfabeto grego.

Por G1

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